A INFORMATICA EM MEDICINA

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DISCUTIR ASPECTOS DE INFORMATICA EM GERIATRIA E GERONTOLOGIA. RELAÇÃO MEDICO PACIENTE, CYBERCONDRIA, COMPORTAMENTO DO MEDICO EM REDES SOCIAIS

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  • Cyberchondria also opens consumers to the targeting of numerous businesses selling “health-related” products. (website
  • Os números variam muito e não são muito precisos, mas estima-se que haja atualmente mais de 100.000 web sites em saúde na Internet. Esses sites variam em natureza desde sites altamente acadêmicos, periódicos online com arbitragem, sites governamentais e de instituições de saúde, até sites de contribuição individual criados por pacientes e profissionais da saúde. Existe ainda um grande número de web sites relacionados à indústria, que também varia muito – de grandes e pequenas companhias farmacêuticas até uma multiplicidade de sites comerciais disseminando informações ou vendendo produtos e serviços de maneiras desordenadas [2].
  • Many organizations are vying to set “ the ” standard for reviewing and judging quality in medical websites. There is great prestige factor as well as great financial incentives to be considered “ the ” organization that assigns quality seals, provides site accreditation or training for online practitioners. Providers and consumers alike are left asking: Which is the most authoritative? Who has the “ best ” code? Who is ensuring that the websites are in compliance with their own codes? Who has the fewest competing interests? Which organization is the most ethical? Which organization should I believe?
  • Focus on how this is a significant and substantial changeover from the past decade of the web Use ZohoWriter as an example of web as platform
  • Health 2.0 refers to a number of related concepts including telemedicine, electronic medical records, mHealth, Connected Health , and the use of the internet by patients themselves such as through messageboards, blogs, and other more advanced systems. A key concept is that patients themselves should have greater insight and control into information generated about them. Traditional models of medicine had patient records (held on paper or a proprietary computer system) that could only be accessed by a physician or other medical professional. Physicians acted as gatekeepers to this information, telling patients test results when and if they deemed necessary. Such a model operates relatively well in situations such as acute care, where information about specific blood results would be of little use to a lay person, or in general practice where results were generally benign. However, in the case of complex chronic diseases, psychiatric disorders, or diseases of unknown etiology patients were at risk of being left without well-coordinated care because data about them was stored in a variety of disparate places and in some cases might contain the opinions of healthcare professionals which were not to be shared with the patient. Increasingly, medical ethics considers such actions to be medical paternalism and are discouraged in modern medicine.
  • Specific examples of these trends
  • Demo PubMed RSS Feed – save as Live Bookmark in Firefox
  • Clinical cases and images blog, which was featured in the December 2006 BMJ.
  • Researchers should take note of wikis for their collaborative power As a media type, wikis may have hundreds of potential applications for researchers, well beyond the basic “encyclopedia”-type information that Wikipedia has made famous
  • Wikibooks, in particular, offers an interesting format for researchers to use – the creation of free online-native format e-books that can be used in all manner of ways: Wiki lab manuals Wiki clinical manuals Wiki textbooks Wiki style books/guides Wiki directories/formularies/pharmacopoeias
  • There are a number of medical wikis in development, and here are a few good examples. i.e . AskDrWiki produced by the Cleveland Clinica is a good free source of x-rays, and other general medical information; FluWiki which is also physician developed is set up to help communities prepare for an outbreak of influenza; Ganfyd, a general medical wiki, stands for “get a note from your doctor” and is expert-moderated, which is to say that only phyisicians approved by the editor can contribute and edit entries; and PubDrug and wikisurgery are also worth looking at in some detail for the kinds of information they offer.
  • A newer wiki created a few months ago by the Cleveland clinic is an excellent wiki, and though the content is still growing, it is an excellent source of information for cardiology fellows, medical students and residents. Its goal is to “create a collective memory by publishing clinical notes, "pearls", images and videos”. Many of the videos have been loaded onto YouTube.com, which is owned by Google, as you know, and is freely accessible from any computer, anywhere.
  • One of the Web 2.0 tools that is searchable via the Trip database.
  • Número de amigos no Facebook ligada ao tamanho de regiões do cérebro, sugere estudo 18 de outubro de 2011 em Neurociências Os cientistas financiados pela Wellcome Trust ter encontrado uma ligação directa entre o número de "amigos do Facebook 'e uma pessoa tem o tamanho de regiões do cérebro em particular. Em um estudo publicado hoje, pesquisadores da University College London (UCL) mostraram também que os amigos mais Facebook uma pessoa tem, mais 'real-world "amigos que são susceptíveis de ter. No entanto, os pesquisadores estão ansiosos para o estresse que eles encontraram uma correlação e não uma causa: em outras palavras, não é possível a partir dos dados para dizer se ter mais amigos no Facebook faz as regiões do cérebro maiores, ou se algumas pessoas são "hard-wired "para ter mais amigos. O site de rede social Facebook tem mais de 800 milhões de usuários ativos em todo o mundo. Quase 30 milhões destes são acreditados para estar no Reino Unido. O site permite que as pessoas on-line para se manter em contato com uma rede de amigos. O tamanho dessas redes varia consideravelmente, com alguns usuários com apenas um punhado de amigos on-line, enquanto outros têm mais de mil - no entanto, se essa variabilidade se reflete no tamanho do mundo real de redes sociais não tem sido clara.
  • A INFORMATICA EM MEDICINA

    1. 1. A INFORMÁTICA E A MEDICINA Rubens De Fraga Júnior
    2. 2. Você esta interessado em obter informações sobre informações sobre Rinite Alérgica. O que encontrara quando acessar o Google?
    3. 3. 205.000 sites sobre Rinite Alérgica? Qual deles você ia acessar? O primeiro? Qual deles você deve confiar?
    4. 4. Um artigo sobre o tema... “Avaliação das informações sobre rinite alérgica em sites brasileiros na rede mundial de computadores (Internet)”. SILVA, Leonardo Victor España Rueda; MELLO JR., João Ferreira de  e  MION, Olavo. Profs. Fac. Medicina da USP Rev. Bras. Otorrinolaringol. 2005, vol.71, n.5, pp.
    5. 5. Foram analisados 173 sites brasileiros; 84% foram reprovados em termos de QUALIDADE! 24,3% continham “informações inexatas”! Conclusão do Artigo “Tanto a qualidade em geral de grande parte dos sites brasileiros que abordam o tema "rinite alérgica", quanto à qualidade das informações por eles divulgadas, são insuficientes para satisfazer a médicos e pacientes”.
    6. 6. As informações divulgadas nos websites analisados são incorretas, incompletas, desatualizadas e pobres em embasamento científico. Portanto, alerta-se para o perigo de obtenção de informações incorretas sobre doenças e sugere-se a criação de mecanismos de disseminação de informações corretas sobre as enfermidades, na internet, aproveitando esta ferramenta útil para a prevenção e o controle das mais variadas doenças no Brasil. (Malafaia 2011) Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde, v.36, n. 2, p. 72-8, Mai./Ago. 2011
    7. 7. CIBERCONDRIA Cibercondria: São preocupações infundadas sobre a queixas comuns, com base em resultados de pesquisa de literatura on-line. A Cibercondria é causa de preocupaçãoo de médicos e pacientes. Os resultados de uma pesquisa online podera desencadear “transtornos de ansiedade” no paciente! Wikipedia
    8. 8. 1 pesquisa no google 2 resultados 3 surfando pelas paginas da web 5 Pesquisa “tumor cerebral” = ANSIEDADE 4 pesquisa “abstinencia à cafeina Dor de cabeçaDor de cabeça Tumor cerebralTumor cerebral Abstinencia à cafeinaAbstinencia à cafeina CIBERCONDRIA
    9. 9. “Não existem padrões para a informação na web que possam assegurar que toda esta informação é precisa e temprecisa e tem utilidadeutilidade”
    10. 10. SERA QUE EXISTE UM CONTROLE DE QUALIDADE PARA SITES DE SAÚDE? INTERNET 2 bilhões de usuarios em 2012 O brasil terá 75 milhões de usuarios em 2012NA WEB NINGUEM SABE QUE VOCE É UM CÃO!
    11. 11. 100.000 paginas eletrônicas em saúde! acadêmicos periódicos online sites governamentais sites de sociedades médica sites de instituições de saúde sites de contribuição individual sites relacionados à indústria sites comerciais A SAÚDE NA INTERNET
    12. 12. O ACESSO À WEB… 86 % dos brasileiros com acesso a internet, buscam orientações sobre saude, medicamentos e temas relacionados. 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% querem conhecer na internet experiências de outros pacientes com determinado problema de saúde. No entanto, somente um quarto das pessoas verifica as fontes das informações de saúde disponíveis na internet.
    13. 13. A TRANSFORMAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Uma mudança no papel do paciente de recebedores passivos de cuidados médicos para tornarem-se individuos ativos e participantes de seu cuidado de saúde Anderson, Eysenbach, and Rainey (2003)
    14. 14. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
    15. 15. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
    16. 16. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
    17. 17. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
    18. 18. DIRETRIZES PARA QUALIDADE DOS SITES DE SAÚDE 1996 - Health on the Net Foundation 1999 - Medscape “The Ethics of the Medical Internet” 2000 - AMA “Guidelines for Medical and Health Information Sites on the Internet” Guidelines for Medical and Health Information Sites on the Internet Principles Governing AMA Web Sites. JAMA. 2000;283:1600-1606
    19. 19. INICIATIVAS PARA CONTROLE DE QUALIDADE
    20. 20. WEB 2.0 & A PRÁTICA MÉDICA
    21. 21. O QUE É?
    22. 22. O QUE É A WEB 2.0? ‘Web 2.0 é uma revolução digital na qual a internet é a plataforma.’ Tim O'Reilly (2006)
    23. 23. DEFINIÇÃO DE WEB 2.0 A web como Plataforma Informação como Força Arquitetura de Participação Uma forma simplificada de apresentar conteúdo
    24. 24. WEB 1.0 vs. WEB 2.0 Web 1.0 : Usuários seguem links para os conteúdos Web 2.0 Usuários comentam, editam e criam conteúdos A web 2.0 é um conteúdo criado pelo usuário, para o usuário
    25. 25. WEB 1.0 vs. WEB 2.0
    26. 26. Web 1.0  Web 2.0 Web 1.0  Web 2.0 Portal, como o Yahoo Pesquisa, como o Google PUBLICAÇÕES (Websites)  Participações (Blogs,comentários) Estático , estacionado no website  Dinâmico, RSS , Podcast, website segue você. Britannica Online  Wikipédia Diretórios, Favoritos  Tags – De.licio.us MS Word Writely Propagandas como Doubleclick  Google AdSense
    27. 27. VOCE NÃO PODE COMPRAR A WEB 2.0 NUMA LOJA! MAS VOCE PODE USA-LA AGORA
    28. 28. CARACTERISTICAS DOS APLICATIVOS WEB 2.0 http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 Usuários possuem dados em um site e exercem controle sobre estes dados. Uma arquitetura de participação e de democracia que encoraja os usuários a agregarem valores aos aplicativos .Uma rica, interativa, interface .
    29. 29. PACIENTES MÉDICOS PESQUISADORES Science 2.0 Peer-review 2.0 Personal Health Record 2.0 Virtual Communities (peer-to-peer) Professional Communities (peer-to-peer) Health 2.0 HealthVault Google Health HealthBook Sermo WebCite CiteULike Medting WiserWiki eDoctr BioWizardDissect Medicine E-learning PLoS One BMC JMIR Wikis Blogs RSS RDF, Semantic Web Virtual Worlds Web 2.0 Technologies & Approaches XML AJAX Revolution Health PatientsLikeMe PeerClip Connotea ALIVE HealthMap caBIG Doctorshangout.com Asklepios Gunther Eysenbach. Medicine 2.0: Social Networking, Collaboration, Participation, Apomediation, and Openness J Med Internet Res 2008; 10(3):e22 http://dx.doi.org/ 10.2196/jmir.1030 DOI:10.2196/jmir.1030 MEDICINA 2.0 A PRÓXIMA GERAÇÃO
    30. 30. Informação Do paciente Evidência externa Informação Geral de saúde Informação Pessoal De saúde Literatura médica Midia de massa Internet Prontuario de saúde Informação Confiavel E relevante PACIENTE Prontuario eletrônico da saúde do paciente Conhecimento Médico APOMEDIAÇÃO MÉDICO ou INTERMEDIADOR IrrelevanteIrrelevante “Apomediadores” Eysenbach, 2008
    31. 31. EXEMPLOS DE APOMEDIAÇÃO Pesquisador Revistas cientificas Comunicando Resultados de Pesquisa a Outros pesquisadores Médico Intermediarios Acesso a MBE = Apomediadores Outros Pesquisadores Outros médicosPaciente Profissionais De saúde Acesso a informações relevantes Outros pacientes
    32. 32. Saúde 2.0 e Medicina 2.0 são termos que representam as possibilidades entre os cuidados de saúde, e Web 2.0. Saúde 2.0 é o uso de um conjunto específico de ferramentas de Web (RSS, blogs, wikis, e redes sociais) por atores no cuidados de saúde, como médicos, pacientes e cientistas. Utilizam os princípios de “open source” e geração de conteúdo pelos usuários, a fim de personalizar os cuidados de saúde, colaborar e promover a educação para a saúde. SAÚDE 2.0 E MEDICINA 2.0 J Med Internet Res 2010;12(2):e18) doi:10.2196/jmir.1350
    33. 33. CRITICAS A MEDICINA 2.0 Economist, The. 2007. Health 2.0 : Technology and society: Is the outbreak of cancer videos, bulimia blogs and other forms of “user generated” medical information a healthy trend? The Economist, September 6: 73-74 As limitações para Médicos utilizarem o Google como ferramenta de diagnóstico, que pode ser eficaz apenas para condições com sintomas e sinais únicos. Existem preocupações sobre os efeitos de da obtenção de informações online por pacientes, como a idéia de que os pacientes podem demorar para buscar assistência médica. A qualidade do conteúdo gerado pelo usuário levando a desinformação.
    34. 34. COMO EU UTILIZO A MEDICINA 2.0?
    35. 35. TECNOLOGIAS DA MEDICINA 2.0 Distribuição : RSS Conversa: Blogs Consenso: Wikis Compartilhar : Midias ou redes sociais
    36. 36. RSS = REALLY SIMPLE SYNDICATION
    37. 37. RSS : CONTROLADOR DO FLUXO DA INFORMAÇÃO Obtenha apenas as notícias que você quer  p. ex. medscape “É como termos um assistente pessoal que navega através de cada publicação de website ou blog, que possivelmente lhe interessa e escolhe os conteúdos para você ler depois” Ao invés de visitar 20 websites por dia, um agregador de conteudo ou feeds organiza a informação para você google reader ou netvibes
    38. 38. RSS Assinatura de pesquisas específicas na Pubmed (Alzheimer therapy) ou qualquer motor de pesquisa que agrega-se num único lugar. Assinatura de rss feeds das principais revistas médicas
    39. 39. PERSEGUIR E UNIR Encontrar rss feeds é relativamente fácil Estes ícones representam feeds rss e são encontrados em muitos blogs, sites de notícias, revistas médicas, etc Clique no ícone rss e salve o link num agregador. Cada vez que o feed é atualizado, o seu agregador irá incluir os novos ítens.
    40. 40. EXEMPLOS DE RSS FEEDS
    41. 41. EXEMPLOS DE RSS FEEDS
    42. 42. PUBMED & RSS PubMed pode realizar pesquisas em rss Adicionando um feed RSS ao seu agregador, você receberá automaticamente atualizações de sua pesquisa.
    43. 43. GOOGLE READER
    44. 44. GOOGLE READER Entre com a mesma conta do Gmail.
    45. 45. RESUMINDO 1. Encontre o feed que você procura. 2. Clicar no link xml ou rss . 3. Copiar a URL ou link. 4. Ir para o seu agregador. 5. Clicar na opção adicionar feed. 6. Colar o link. 7. Organizar o novo feed em pastas.
    46. 46. RSS FEED Algumas páginas oferecem botões que, ao serem clicados, adicionam um feed ao seu agregador favorito.
    47. 47. PASSO 1 : ENCONTRANDO UM FEED
    48. 48. PASSO 2 : ENCONTRANDO O LINK
    49. 49. PASSO 3 : COPIAR O LINK
    50. 50. PASSO 4 : IR AO AGREGADOR Google Reader: http://reader.google.com/
    51. 51. PASSO 5 : CLICAR EM “ADICIONAR UM FEED”
    52. 52. PASSO 6 : COLAR O LINK Colar a URL na caixa e clicar em adicionar.
    53. 53. PASSO 7 : CLASSIFICAR O FEED
    54. 54. MEDICINA 2.0 ESTA AQUI PARA FICAR!
    55. 55. APLICATIVOS DA MEDICINA 2.0 RSS BLOGS Podcast Webcast Wikis PESQUISA MÉDICA SITES DE CONTEÚDO COMPARTILHADO MUNDO VIRTUAL COMUNIDADES ONLINE LIVROS ONLINE APRENDIZAGEM ONLINE ESCRITA ONLINE
    56. 56. BLOGS O que são Blogs Sites com hospedagem no "blogger" Formato de entrada diária Geralmente com estilo informal Pode conter vídeo, áudio e outros hiperlinks
    57. 57. CLINICAL CASES & IMAGES BLOG Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
    58. 58. CONSENSO: WIKIS Um tipo de website que permite aos próprios visitantes facilmente adicionar, remover, editar ou modificar algum conteúdo . A filosofia aberta de muitas wikis às vezes não asssegura que os editores são bem intencionados.
    59. 59. MAIS WIKIS Medicine Portal – Wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/Portal:Medicine Health Lib-Wiki http://hlwiki.slais.ubc.ca/index.php? title=Main_Page Wikibooks – Health Sciences http://en.wikibooks.org/wiki/Medicine
    60. 60. EDITANDO WIKIS Wikis representam um consenso sobre as autoridades – o conhecimento de muitas pessoas pode ser considerado mais valioso e correto que o conhecimento de uma única pessoa. A Wikipédia conta com um grupo de experts para corrigir erros e melhorar o valor das fontes. Num artigo da revista Nature (15.12.2005), Wikipédia foi comparada com a enciclopédia britânica.
    61. 61. WIKIS MÉDICAS AskDrWiki.com FluWikie.com Ganfyd.org Wikisurgery.com
    62. 62. ASK DR WIKI Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
    63. 63. GANFYD WIKI Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
    64. 64. WEB 2.0 : A WEB COMO PLATAFORMA Capacidade de otimizar o conhecimento coletivo. Descentralizar e democratizar o conteúdo. Otimizar a coleta de informações pessoais. Ferramentas para localizar e organizar informações. otimizar a comunicação. Web como um meio social.
    65. 65. REDES SOCIAIS E ESTRUTURAS CEREBRAIS R. Kanai et al. 2011
    66. 66. IMPLICAÇÕES NA PRATICA FUTURA I Beneficios Melhora no custo eficacia do cuidado com a saúde Melhora do manejo de doenças crônicas Grande participação do paciente nas decisões do seu cuidado de saúde
    67. 67. IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA FUTURA II Barreiras a serem vencidas: Facilitar a capacidade do paciente localizar e compreender as informações de saúde Assegurar a confidencialidade e a privacidade do paciente Reduzir a resistência do médico ao uso da internet pelo paciente
    68. 68. ENTÃO... O profissional deve aprender o vasto ecossistema da Medicina 2.0 Medicina 2.0 esta mudando a forma com a qual profissionais e pacientes interagem Blogs, Wikis e redes sociais ajudam os profissionais a comunicar, colaborar e participar!
    69. 69. MIDIA SOCIAL NA MEDICINA EM 2011
    70. 70. O CICLO DA EDUCAÇÃO DO PACIENTE
    71. 71. O CICLO DA INFORMAÇÃO ONLINE & EDUCAÇÃO MÉDICA
    72. 72. REDES SOCIAIS COLOCAM NOVOS DILEMAS ÉTICOS A MÉDICOS Pesquisadores sustentam que profissionais que mantêm perfis na rede não estão preparados para lidar com pacientes no ambiente virtual
    73. 73. SERA QUE EU PRECISO ESTAR NO TWITTER, FACEBOOK OU GOOGLE + ?
    74. 74. O Facebook é um "país" com mais de 750 milhões de cidadãos. Twitter tem mais de 250 milhões de usuários. Google + é o serviço web que mais cresce na história e chegou a 25 milhões de usuários em apenas um mês após seu lançamento. Como um médico, você pode se perguntar: "Onde está o meu lugar em tudo isso? Eu tenho que estar no Twitter? Eu tenho que usar o Facebook eo YouTube? "A resposta é sim. A Mídia social pode proporcionar uma experiência de aprendizado focado e tempo-eficiente. Compartilhamento de notícias médicas relevantes com os pacientes a apenas um clique de distância. O primordial é proteger a privacidade do seu paciente em todos os momentos.
    75. 75. Uma pesquisa realizada por Bosslet e Cols. em 2011 constatou que 93,5% dos estudantes de medicina, 79,4% dos residentes, e 41,6% dos médicos usam redes as sociais. Os médicos eram entre os três grupos, os que​​ visitaram o perfil de um paciente ou seu membro familiar (15,5%). No entanto, a maioria dos entrevistados, 68,3%, indicou que a interação social com os pacientes foi um ato antiético. A pesquisa também descobriu que interações médico-paciente dentro das redes sociais foram tipicamente iniciado pelos pacientes. Bosslet GT, Torke AM, Hickman SE, Terry CL, Helft PR. The patient-doctor relationship and online social networks: results of a national survey. J Gen Intern Med. 2011 Jun 25.
    76. 76. MÉDICOS NO HAITI! Uma missão humanitária porto-riquenha no Haiti tornou-se um foco de polemica depois da divulgação no facebook de fotografias de médicos em poses de divertimento no meio de vítimas.
    77. 77. PRESENÇA ONLINE SEGURA 1. Realizar pesquisas periódicas na Internet, para corrigir qualquer informação errada online. 2. Manter um ceticismo saudável sobre as configurações de privacidade e assumir que as configurações podem ser alteradas sem aviso ou que a tecnologia de privacidade pode ser comprometida ou violada por hackers.
    78. 78. PRESENÇA ONLINE SEGURA 3. Reconhecer que o público para postagens online é exponencialmente grande e conteúdo on-line é permanente. 4. Evitar se engajar em relações com pacientes (como "amizades" Facebook), que ameaçam a dinâmica terapêutica da relação médico-paciente. 5. Seguir as orientações dos conselhos regionais e federal de medicina
    79. 79. COMO SE TORNAR MÉDICO E USUARIO DA MIDIA SOCIAL EM 3 PASSOS
    80. 80. 1. USAR A WEB PARA APRENDER E MANTER-SE ATUALIZADO Feeds de Noticias (RSS) : para atualizações alvo em revistas, sites e noticias de clinica médica. RSS significa Really Simple Syndication e é composto por atualizações a partir de um determinado site sempre que algo novo for publicado. RSS feeds podem ser separados em diferentes categorias, por exemplo, asma, rinite alérgica, etc . leitores baseados na Web (Google Reader)são "caixa de entrada para a web”.
    81. 81. 2. USAR A WEB PARA EDUCAÇÃO DO PACIENTE A educação do paciente através de diagramas: Diagramas de web e tablets são bem recebidos pelos pacientes e médicos. Uma pesquisa em Chicago mostrou uma taxa de aprovação de 95% de aprovação no uso de tablets pelos pacientes. Vídeos para educação do paciente: podem ser visto em tablet ou netbook. Visto apartir de sites médicos ou baixadas da web. Vídeos pode ser usado para a educação do paciente antes , durante e após a visita médica, por exemplo, "o que esperar de sua consulta ao clinico geral", "como usar um inalador", etc
    82. 82. 3. USAR A WEB PARA PROMOVER SUA PRÁTICA E COLABORAÇÃO Começar por um site gratuito (WordPress.com Blogger.com). Criar uma conta no Twitter e uma página profissional no Facebook. Instalar uma procura persistente de seu nome / no Google, Twitter, e asssinar RSS para atualizações automáticas. Você pode abordar questões sempre que elas surgirem. Use o Google Docs para colaboração em pesquisa, criação de diagramas para a educação do paciente, agenda do escritório, e planilhas.
    83. 83. O RISCO DA UTILIZAÇÃO DA MIDIA SOCIAL POR PARTE DOS MÉDICOS As redes sociais passam a ser consideradas como entrevistas ou aparições públicas de médicos. Por isso, ficam sujeitas às regras que valem para a mídia tradicional. Ou seja, um médico não poderá, em seu perfil no Facebook, divulgar endereço e telefone do consultório nem garantir bons resultados de um tratamento. O mesmo vale para blogs. O conselho entende que aO conselho entende que a aparição de médicos nesses meios deve ter caráteraparição de médicos nesses meios deve ter caráter educativo, e não de autopromoção.educativo, e não de autopromoção. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.974/2011 (Publicada no D.O.U. de 19 de agosto de 2011, Seção I, p.241-244)
    84. 84. CONSELHOS PARA UTILIZAÇÃO DAS MIDIAS SOCIAIS PELOS MÉDICOS Escreva como se o seus pacientes estivessem lendo seu blog todos os dias. Nunca publicar qualquer informação identificável sem a permissão do paciente. Considere o uso de seu nome em seu blog e outras contas de mídia social Use um aviso, por exemplo, "Todas as opiniões expressas aqui são de seus autores”. As informações fornecidas aqui tem o propósito de educação médica. Não se pretende ser um substituto de uma consulta médica ".
    85. 85. “A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE DO QUE O CONHECIMENTO " Albert Einstein
    86. 86. http://weblogdofraga.blogspot.com Geripar@hotmail.com

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