Estrutura da população 9ano

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Estrutura da população 9ano

  1. 1. Estrutura da população
  2. 2. Evolução da população mundial
  3. 4. Consequência do rápido crescimento <ul><li>Habitação </li></ul><ul><li>Emprego/renda </li></ul><ul><li>Alimento/áreas cultiváveis </li></ul><ul><li>Lixo </li></ul><ul><li>Diminuição dos recursos naturais, etc. </li></ul>
  4. 5. Conceitos Importantes
  5. 6. Taxa de natalidade <ul><li>Número de crianças nascidas vivas por cada mil habitantes; </li></ul>
  6. 7. Taxa de mortalidade <ul><li>Número de óbitos em um ano por cada mil habitantes; </li></ul>
  7. 8. Crescimento vegetativo <ul><li>Diferença entre a natalidade e a mortalidade, ou seja, a porcentagem que a população cresceu. </li></ul>
  8. 9. Por que cresce tanto?
  9. 10. Crescimento demográfico <ul><li>1ª fase: </li></ul><ul><li>Alta tx de natalidade </li></ul><ul><li>Alta tx de mortalidade </li></ul><ul><li>Resultando em um pequeno crescimento vegetativo </li></ul>
  10. 12. Evolução demográfica da população <ul><li>2ª fase: </li></ul><ul><li>Queda na tx de mortalidade </li></ul><ul><li>Alta tx de natalidade </li></ul><ul><li>Resultando em uma explosão demográfica </li></ul>
  11. 14. Evolução demográfica da população <ul><li>3ª fase: </li></ul><ul><li>Queda na tx de natalidade </li></ul><ul><li>Tx de mortalidade continua baixa </li></ul><ul><li>Resultando em um baixo crescimento vegetativo </li></ul>
  12. 16. Evolução demográfica da população <ul><li>4ª fase: </li></ul><ul><li>As txs de natalidade e mortalidade se igualam em níveis baixíssimos reduzindo o crescimento natural (alguns países desenvolvidos já vivenciam isso) </li></ul>
  13. 18. Altas txs de natalidade
  14. 19. Causas da queda da natalidade <ul><li>Urbanização </li></ul><ul><li>Aumento no custo de criação de um filho </li></ul><ul><li>Emancipação feminina </li></ul><ul><li>Tecnologia contraceptiva </li></ul><ul><li>Política de planejamento familiar </li></ul>
  15. 22. Teorias Populacionais <ul><li>Teoria Malthusiana, também chamada pessimista; </li></ul><ul><li>Teoria Neomalthusiana, reformulação da anterior; </li></ul><ul><li>Teoria Reformista, chamada de otimista. </li></ul>
  16. 23. Teoria Malthusiana: <ul><li>Formulada em 1798 por Malthus, tendo por base duas condições iniciais: </li></ul><ul><li>Segundo Malthus, seria necessária a existência de catástrofes, tendo por objetivo o controle populacional; </li></ul><ul><li>Considerava que o cresimento populacional crescia em Progressão Geométrica (2, 4, 8, 16, 32...) enquanto que o número de alimentos crescia em Progressão Aritmética (2, 4, 6, 8, 10, 12...) </li></ul>
  17. 24. Críticas à teoria Malthusiana: <ul><li>A pobreza nem sempre ocorre em função da escassez de alimentos, mas simplesmente da distribuição deles; </li></ul><ul><li>O número de pessoas em nada está relacionado à escassez de alimentos no mundo atual; </li></ul><ul><li>Mortandade generalizada não corresponde necessariamente a melhoria na distribuição de alimentos. </li></ul>
  18. 25. Teoria Neomalthusiana <ul><li>Aponta para a necessidade de redução da população jovem; </li></ul><ul><li>Tendo em vista a sobra de recursos destinados à educação, saúde etc. </li></ul><ul><li>Prega um extenso programa de redução populacional semelhante ao aplicado na China. </li></ul>
  19. 26. Teoria reformista ou otimista <ul><li>Percepção de que a causa da pobreza não ocorre em função do número de pessoas, mas em função da distribuição da renda; </li></ul><ul><li>Prega melhor distribuição dos alimentos, principalmente considerando o nível tecnológico no mundo atual. </li></ul>
  20. 27. REDE URBANA
  21. 28. Classificação das cidades 4- Quanto à HIERARQUIA URBANA
  22. 30. URBANIZAÇÃO DA BAHIA
  23. 31. Hierarquia Urbana da Bahia CATEGORIA CIDADES Metrópole Salvador Capital regional – 1º. Nível Feira de Santana e Bipólo Ilhéus-Itabuna Capital regional – 2º. Nível Vitória da Conquista; Jequié e Juazeiro Centros Regionais – 1º. Nível Alagoinhas; Barreiras; Eunápolis; Santo Antônio de Jesus; Paulo Afonso e Teixeira de Freitas Centros Regionais – 2º. Nível Brumado; Guanambi; Ipiaú; Irecê; Itaberaba; Itamaraju; Itapetinga; Jacobina; Porto Seguro; Senhor do Bonfim; Serrinha e Valença Centros Microrregionais Amargosa, Bom Jesus da Lapa; Cachoeira-São Félix ; Caetité; Campo Formoso; Canavieiras; Capim Grosso; Catu; Conceição do Coité; Cruz das Almas; Dias d’Ávila; Entre Rios; Euclides da Cunha; Gandu; Ibicaraí; Ipirá; Itabela; jaguaquara; Mata de São João; Nazaré; Poções; Pojuca; remanso; Ribeira do Pombal; Santa Maria da Vitória; Santo Amaro; São Sebastião do Passé; Sobradinho; Ubatã; Xique-Xique.
  24. 36. Megacidades <ul><li>Cidades com mais de 10 milhões de habitantes; </li></ul><ul><li>Localizadas principalmente em países subdesenvolvidos; </li></ul><ul><li>Algumas apresentam graves problemas urbanos. </li></ul>
  25. 39. Cidade Global <ul><li>Grau de sofisticação dos serviços urbanos; </li></ul><ul><li>Equipamentos de informática; </li></ul><ul><li>Telecomunicações ampla e avançada; </li></ul><ul><li>Centros universitários e pesquisa high tech; </li></ul><ul><li>Diversidade e qualidade na rede de transportes; </li></ul><ul><li>Sede de transnacionais; </li></ul>
  26. 40. Mancha Urbana de SP
  27. 41. Processo de formação da megalópole
  28. 42. Megalópoles

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