Tfg caderno 2 final cópia final rosi

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Tfg caderno 2 final cópia final rosi

  1. 1. CAMPINAS|2012 C.I.M.I.CENTRO DE INTEGRAÇÃO DA MELHOR IDADE.
  2. 2. UNIP –Universidade Paulista | Campinas TFG | Arquitetura e Urbanismo 2012 C.I.M.I.CENTRO DE INTEGRAÇÃO DA MELHOR IDADE. ROSILDA BARBOZA CÂNDIDO ORIENTADOR(A): Prof.ªMARIA CLAUDIA OLIVEIRA
  3. 3. “Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão,perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem seatreve e a vida é muito bela para ser insignificante.” Charlie Chaplin.
  4. 4. Dedico este trabalho ao meu esposo Antonio Cândido, aos meusfilhos Adriana e Antonio Jr, pelo apoio, auxilio e compreensãodurante este longo percurso e a minha mãe, minha irmã Florísia,que em suas orações com certeza pensavam e pediam por mim.Às minhas cunhadas(os),sobrinhas(os) e genro pelo carinho eamizade. Amo vocês.
  5. 5. AGRADECIMENTOSA Deus, que através da força do teu espírito, fez com que eu superasse asdificuldades encontradas no caminho, e conseguisse mais uma conquista ao concluireste projeto, acrescentando, assim, ainda mais a minha paixão por viver. Para que aconcretização deste trabalho se efetivasse, agradeço às inúmeras pessoas que foramincentivadoras neste processo seus ensinamentos serão a partir de agora essenciaisem minha caminhada pessoal e profissional.Então, por estes extraordinários exemplos, expresso meus reais agradecimentos. Àminha orientadora Professora Maria Claudia Oliveira, pela sua paciência, compreensão,amizade, que soube orientar e valorizar este trabalho. Aos professores mestres, quea mim repassaram seus conhecimentos, fazendo com que meu desenvolvimento fosseo melhor possível. Aos voluntários que foram fundamentais para a realização daspesquisas para desenvolver este trabalho. Aos meus colegas de curso e disciplinas quecompartilharam comigo seus conhecimentos. E aos meus amigos, poucos emnúmeros, mas incomensuráveis na qualidade.
  6. 6. SUMÁRIOINTRODUÇÃO ........................................................................................................ 5TEMA .................................................................................................................... 6JUSTIFICATIVA DO TEMA ........................................................................................ 7TERCEIRA IDADE ................................................................................................... 8TAXA DE ENVELHECIMENTO EM CAMPINAS ............................................................. 9CAMPINAS E A QUESTÃO DOS IDOSOS ................................................................ 10PLANO DIRETOR GERAL DE OCUPAÇÃO ................................................................ 12BASE NATURAL ................................................................................................... 13CROQUIS ............................................................................................................ 14A ÁREA E O PARTIDO ........................................................................................... 15OS OBJETIVOS DO PARTIDO ................................................................................ 17MAQUETE DO PLANO DIRETOR DE OCUPAÇÃO ...................................................... 18MAQUETE DA IMPLANTAÇÃO GERAL ..................................................................... 19O PROGRAMA ..................................................................................................... 20FOTOS DO TERRENO DA IMPLANTAÇÃO DO C.I.M.I ................................................ 21FOTOS DO LEITO FÉRREO DA CIA MOGIANA .......................................................... 22FOTOS DOS MUROS DO LEITO FÉRREO CIA MOGIANA ........................................... 23PRAÇA JOSÉ PROENÇA P. DE MOURA .................................................................. 24PRAÇA HIDEYO NOGUSHI .................................................................................... 25REFERÊNCIA PROJECTUAL 1 ............................................................................... 26REFERÊNCIA PROJECTUAL 2 ............................................................................... 27REFERÊNCIA PROJECTUAL 3 .............................................................................. 28REFERÊNCIA PROJECTUAL DO LEITO FÉRREO ....................................................... 29VISITA TÉCNICA................................................................................................... 30ESPAÇO CONVIVER ............................................................................................. 31O PROJETO E PROGRAMA .................................................................................... 33TABELA DO PROGRAMA DE NECESSIDADES .......................................................... 35PROJETOS .......................................................................................................... 36BIBLIOGRAFIA ..................................................................................................... 37
  7. 7. INTRODUÇÃO Nossa propósta é um Centro de integração para idosos, de acordo com a necessidade comtemporânea. Hojeo que mais se encontram são os asílos. A palavra asilo, segundo o dicionário Aurélio, significa casa de assistência socialonde se sustentam e educam mendigos,órfãos,velhos e carentes. Atualmente uma instituição deste tipo, normalmente,isola o idoso do resto da comunidade, tornando-os excluídos.A palavra asilo tem uma conotação negativa sendosubstituída por Lar de Idosos.Normalmente , os asilos existentes são moradias adaptadas para a terceira idade e muitas vezes existem falhas por nãodisporem de equipamentos adequados , tornando os locais inseguros para os idosos. Em que pese o conceito de asilo estar sendo substituído pelo de casas de repouso,nestas não se encontramos equipamentos adequados para atender os idosos. Em nossa sociedade, a velhice tende a ser vista como um período dramático, associado à pobreza einvalidez.Uma definição de envelhecimento mais adequada à realidade seria aquela que vê o envelhecimento como umperíodo de perdas e não sendo propício às novas conquistas. Contudo, ver o envelhecimento dessa forma não solucionatodos os problemas, sendo assim, é necessário um olhar crítico voltado para a sociedade , para que as novas conquistasdos idosos não sejam apenas novas formas de consumo. Observamos que nos asilos o idoso vive sem contato social, sem atividades e tem uma vida semqualidade.Maria Auxiliadora Santa Cruz ,professora da Universidade do Rio de Janeiro, define muito bem esta situação emque vivem os idosos nos asilos, onde existe apenas o exercício de espera e essa espera se resume apenas na espera doalimento que lhe será oferecido.É como se lhes restasse apenas a espera da morte de forma passiva. 05
  8. 8. TEMAC.I.M.I.-CENTRO DE INTEGRAÇÃO DA MELHOR IDADE. O projeto C.I.M.I. é voltado ao atendimento de idosos e possui um direcionamento para a integração e inserçãodestes, dando-lhes o direito de acesso ao convívio social,cultural e esportivo,tendo como base, em nossa área de estudo,propôr e atender prioritariamente os seguintes bairros da cidade de Campinas: Guanabara, Bomfim, Chapadão, Castelo,Cambuí, Jardim Aurélia, Taquaral, Jardim Nossa Senhora Auxiliadora e Botafogo. 06
  9. 9. JUSTIFICATIVA DO TEMA TEMA O crescimento demográfico mundial, em especial na América Latina, refletiu-se também nas faixas etárias maisavançadas. A questão dos Direitos Humanos na Terceira Idade exige respeito, reverência e solidariedade, tão importantesquanto os aspectos materiais da vida. A implantação de um Centro de Integração da Melhor Idade visa assistir, promover, valorizar as pessoas commais de 65 anos, oferecendo-lhes oportunidades, meios e condições para a educação , recreação, arte, e melhoria dospadrões culturais e sociais.Sendo assim, promoverá um convívio de fraternidade humana, participação e integração social.Obs:Este projeto teve como parametro para o desenvolvimento do Centro de Integração da Melhor Idade, as referências dascreches /escolas infatís ,e também da Creche dos idosos em Praia Grande São Paulo.“Diferente das Instituições de Longa Permanência, as creches para os idosos contam com assistência multidisciplinar emperíodo integral sendo que o idoso não precisa ficar isolado da sociedade e, principalmente, dos familiares. Esse novométodo de abrigar e cuidar do idoso mostra o quanto as casas de repouso estão se modernizando, permitindo que essaspessoas não fiquem à margem da sociedade”.22: http://alemdomuro.wordpress.com/2009/04/10/116creches-para-idosos. acesso em: 10/11/2011. 07
  10. 10. TERCEIRA IDADE Em 2002, a ONU realizou em Madri a Assembléia Mundial das Nações Unidas sobre o envelhecimento, ondeo objetivo era determinar medidas para que o idoso seja visto positivamente e não como um encargo, o que resultou noplano internacional de ação para o envelhecimento. Na verdade os idosos não representam apenas problemas para asociedade,ou seja, de modo geral, as pessoas estão vivendo mais e melhor, assim, os idosos podem contribuir em suasexperiências, assumindo papéis importantes no mercado de trabalho, pois muitos aposentados continuam em plenaatividade de trabalho em nossa sociedade. Os avanços da medicina têm permitido um maior controle das doenças, assim como, também, contribuempara o aumento da expectativa de vida do homem .Isto favorece o aumento e o crescimento do número de pessoas naterceira idade. De acordo com dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2010), as estimativas para ospróximos 20 anos indicam que a população idosa do Brasil poderá exceder 30 milhões de pessoas ao final deste período,chegando a representar quase 13% da população.A VELHICE NA SOCIEDADE BRASILEIRA A questão da velhice no Brasil manifesta-se como um fenômeno relevante, tornando-se uma preocupação dasociedade política e civil. A sociedade capitalista, em particular, a brasileira, impõe um isolamento social às pessoas que envelhecem e,estas, não participam diretamente do processo produtivo. E como a história esta em movimento, não pela ação das elitesou pelo simples desejo dos homens, mas pelas contradições internas ao próprio processo da história, “envelhecer” ou“velhice” apresenta-se mais do que um fato natural ou um fenômeno biológico, constitui um fato histórico e social. 08
  11. 11. TAXA DE ENVELHECIMENTO EM CAMPINAS Campinas tem aproximadamente 1.100.000,habitantes.Fonte: Fundação Seade, ano de 2011. 09
  12. 12. CAMPINAS E A QUESTÃO DOS IDOSOS A cidade de Campinas, a exemplo de outras metrópoles brasileiras, é marcada pela perda de qualidade de vida,violência urbana, exclusão social e pela segregação urbana explícita.O papel do arquiteto:Esta situação desperta questionamentos, instiga a busca pelo entendimento de suas causas e formulações das respostas,sendo oque muito se questiona sobre o papel do arquiteto e de todos os que influem na produção do espaço urbano.A proposta:As atividades propostas no programa de um centro da melhor idade,que envolve a faixa etária a partir da idade de 65 anos,contribuirá para o desenvolvimento da comunidade, na medida que proporcionará aos participantes a valorização da auto-estima,despertando sentimentos, talentos e habilidades, que até então estavam aguardando uma oportunidade para se manifestarem.Problemática:Como parte da problemática social, este projeto procura responder aos anseios e carências de uma população local, através doreconhecimento de problemas comuns e revitalização do espaço público. Carlos Leite fala em seu texto, “Operando nas Bordas”, que vivemos a era da transformação acelerada. “A dinâmicaterritorial nunca foi tão dramaticamente percebida na história das cidades. A arquitetura insere-se neste contexto sofrendomutações em todas as escalas. A metrópole materializa no seu território fragmentado os pontos de ruptura e de falta deurbanidade.As consequências das rápidas transformações da metrópole pós-industrial são variadas, heterogêneas e complexas.Emergem nas cidades espaços desqualificados, resíduos de antigas áreas produtivas: terrenos vagos, disfunções urbanas (5).”Fonte:LEITE, Carlos. Projetos urbanos: operando nas bordas. Arquitextos, São Paulo, 04.044, Vitruvius, jan 2004. Acesso em:11/03/2012. 10
  13. 13. CAMPINAS E A QUESTÃO DOS IDOSOS Assim, as transformações na arquitetura estão presentes no âmbito do território e vice-versa. Fazendo aabertura dos muros existentes, que hoje dividem o bairro, será possível a integração e circulação de pessoas pelo mesmo.Objetivos do projeto:O projeto de um equipamento voltado para o idoso, na cidade de Campinas, além de requalificar o espaço degradado daárea do Guanabara, questiona o modo como tem sido tratada esta questão e suas consequências.Fonte:LEITE, Carlos. Projetos urbanos: operando nas bordas. Arquitextos, São Paulo, 04.044, Vitruvius, jan. 2004. Acesso em: 11/03/2012. 11
  14. 14. PLANO DIRETOR GERAL DE OCUPAÇÃO De acordo com o Plano Diretor desenvolvido pelo grupo das áreas em que se fez o levantamento, o C.I.M.I, deverá ser implantado no Setor 2 Letra E, para uma melhor compreenção da área e respeito ao gabarito de altura. 12
  15. 15. BASE NATURALCurvas de Nível, Ventos Predominantes e Norte 705 700 695 690 685 680 675 670 Imagem 09- Topografia 665 Ventos Predominantes C.I.M.I. (Sudeste) 13
  16. 16. CROQUIS‘’Não há consenso no mundo global. Modernidade e moderno podem ser parte de uma resposta contemporânea -- queincorpora fragmentos de algo pré-existente. Mas, sempre, o projeto é a resposta não existe uma resposta antes deleJacques Herzog’’ Nosso pensamento ao elaborar estes croquis, era que o edifício ocupasse As bordas do terreno, eproporcionasse uma área de lazer interna, integrando todos os espaços,sem a existência de barreiras visuais. 14
  17. 17. A ÁREA E O PARTIDO A área onde se implantará o projeto fica no bairro Guanabara, predominantemente residencial ,onde constampoucas edificações verticais.Localiza-se no quadrilátero definido pela Rua Camargo Paes e Rua Dr.Jose Trealling,possuindo, ainda, nos seus arredores, duas praças (a praça Jose Proença P.Moura e praça Hideyo Nogushi ). O local é de fácil acesso e próximo ao mesmo existem alguns comércios, escolas , bem como o Instituto Nipo,que pertence a comunidade japonesa e promove variadas atividades sociais, não só para os associados, mas também,para a comunidade local. Em frente ao terreno da implantação encontra-se o antigo leito férreo da Cia Mogiana, hoje, totalmenteabandonado, o qual será integrado na área, permitindo novos usos. A proposta visa que os edifícios se articulem com as praças existentes e com o leito Férreo. Também terá .uma passagem de acesso para a praça José P. de Moura. Os edifícios irão ser implantados nos limites do terreno, propondo uma área interna de convívio para osusuários do centro da melhor idade e para melhor integração dos espaços ali propostos. 15
  18. 18. a ÁREA E O PARTIDOAcessos ao C.I.M.I.:Um dos acessos será pela Portaria principal que está localizada na Rua Bonifácio de Tela, e a outra pela Rua JoãoKelling, cuja localização está entre o edifício do Centro e a Praça José P. de Moura.Acessibilidade .Foram instalados na parte interna dos edifícios equipamentos de acessibilidade como:-rampas,com inclinação adequada de acordo com a NBR9050;-um elevador para uso de funcionários e de pessoas que frequentam o centro para acessar o 1° pavimento;-duas escadas com corre-mão e guarda corpo;-piso tátil, por toda a área de circulação.No edifício em que se tem o terraço jardim, também foi instalado guarda corpo em todo o entorno com a altura deacordo com a NBR.9050. Acesso Rua João Kelling Praça José P.Moura Portaria.Rua Bonifácio de Tela 16
  19. 19. OBJETIVOS DO PARTIDO O objetivo será a integração entre as pessoas, ou seja, elas terão espaços abertos para um melhor convívio,com liberdade de circulação, não sendo um edifício com espaços fechados, e sim abertos visualmente para que não haja asensação de isolamento. Devemos refletir e propor um projeto que valorize a urbanidade dos espaços.“Urbanidade é inerente às diferentes escalas do espaço público, desde o desenho do corrimão da escadaria da praça, queem algum momento vai dar guarida à mão do velho, passando pela largura da calçada, chegando até à definições sobre odesenho de ruas, quarteirões e bairros inteiros. Cada um desses elementos, vindos de diferentes escalas, tem a suacontribuição à condição de urbanidade, na medida em que cada um deles tem uma qualidade arquitetônica intrínseca quevem da adequação, melhor ou pior, da sua forma ao corpo, individual e coletivo”(3).Leito Férreo da Cia Mogiana. Hoje o leito férreo é um entrave no bairro, pois dificulta a transposição de uma parte para outra dentro daárea. Nossa proposta, também, tem como objetivo que o leito férreo seja uma área de caminhada, da Av. Andrade Nevesaté a Rua Camargo Paes.3 Fonte :Lynch vitruvius. 17
  20. 20. MAQUETE DO PLANO DIRETOR GERAL DE OCUPAÇÃO Legenda: Ruas e Avenidas Edifícios existentes Projetos propostos Galpões Praças Leito Férreo C.I.M.I. Rua: Camargo PaesPraça - José Proença Escola Técnica Conjunto HabitacionalP. De Souza Hotel DesignLeito FérreoAv. AndradeNeves Rua: Alberto Faria Av. Brasil Rua:Barão de Itapura Imagem 51- Maquete Volumétrica Maciço arbóreoPraça - Hydeyo Nouguchi Instituto de Músicas Estação Guanabara Rua:Candido Comide Fonte :Acervo do Grupo 03/2012 Casa de Espetáculos Instituto Agronômico 18
  21. 21. MAQUETES DA IMPLANTAÇÃO GERAL Imagem 54 –Vista Hotel Design Imagem 55 –Vista Conjunto Habitacional Imagem 56 –Vista Casa de Espetáculos Implantacão Geral do R.I.A- Guanabara.(Revitalização,INTEGRAÇÃO E AÇÃO.Imagem 58 –Vista Instituto de Música Imagem 57 –Vista Escola TécnicaImagem 59 –Vista Creche para Idosos 19
  22. 22. O PROGRAMA A edificação da Centro de Integração terá um espaço cuja amplitude proporcionará uma grande sensação deliberdade , de perspectivas sem barreiras, onde a insolação penetre e possa visualizar o céu. A implantação voltada paradentro do terreno parece estar dando a sensação de acolhimento e proteção. A praça José P. de Moura terá espaços commesas para jogos e lazer, espaços sem fronteiras e sem limite para a locomoção. Será possível circular na edificação,naspraças e na pista de caminhada do antigo leito férreo, que também terá equipamentos de ginástica para a terceira idade.Distribuição dos serviços nos blocos:Edificio 01 - Administração e vestiáriosEdificio 02 - Salas de ginástica e fisioterapia,que serão implantadas na face sul, pois poderão ser acessadas assim que sechega ao C.I.M.I.Edificio03 -A piscina,que encontra-se ao fundo do edificio 02.Edificio 04 -O refeitório, que ficará voltado para a face oeste, cuja incidência solar será somente no período da tarde.Edificio 05 -Está localizado no fundo do terreno, terá dois pavimentos e estará próximo às edificações já existentes. A partir do primeiro pavimento será possível acessar o terraço jardim, que está localizado sobre o refeitóriono edifício 04. 5 3 4 1 2 20
  23. 23. FOTOS DO TERRENO DA IMPLANTAÇÃO DO C.I.M.I. Figura: 01 Rua Bonifacio de Tela onde Figura: 02 Praça José Proença P.Moura, Figura: 04 Rua Bonifacio Tela e o Terreno ser feita,a implantação da creche para Proposta de novos usos. da implantação da creche. idosos. Figura: 03 A direita:muro do antigo leito férreo a (rua Bonifacio Tela). Proposta de demolição,para integrar os espaços entre o bairro.Fonte:Rosilda- 05/2011 21
  24. 24. FOTOS LEITO FÉRREO DA CIA MOGIANAfigura: 05 Leito Férreo da Cia Mogiana hoje e uma Barreira existente no bairro. Potencialidades: O entorno deste espaço possui ruas largas,predomínio de edificações de uso residencial,pouca circulação de veículos.Tem a existência no entorno Figura 06 Muro do Leito Férreo. de duas praças, e do leito férreo,onde serão removidas as barreiras existentes(muros),para integração entre o bairro,através de passarelas. propondo um novo usos do espaço, com pista para caminhada, playgrond para idosos e para crianças,WC, bebedouros,etc.Fonte: Rosilda- 05/2011 22
  25. 25. FOTOS DOS MUROS DO LEITO FÉRREO Figura 07-Rua Candido Gomide. Figura 08-Rua Daniel Pedro Miller Figura09-Rua Bonifácio de TelaHoje o leito Férreo é cercado por muros,que impedem acirculação de pedestres. A proposta é para que estes murosque estão nas Rua Candido Gomide,Rua Bonifácio de Tela eDaniekl Pedro Miller, sejam removidaos para integrar oBairro. Fonte:Acervo eletrônico Google Maps 23
  26. 26. PRAÇA JOSÉ PROÊNÇA P DE MOURA .Figura 10-Praça.Jose P.MouraNossa proposta é para que seja feito plantio de novasárvores, criar caminhos de concreto para circulação depedestres, sendo que este espaço ficará integrado aoC.I.M.I..Também propôr a instalação de mesas parajogos.Os espaços da praça, poderão, eventualmente, serpreparados para exposição de artesanatos, podendo serprodutos desenvolvidos pelo próprio C.I.M.I.. Fonte: pesquisa eletrônica google maps . 24
  27. 27. PRAÇA HIDEYO NOGUSHIFigura 11 Praça Hideyo NogushiA praça Hideyo Nogushi, localiza-se próximo aoterreno da implantação do C.I.M.I.O que se propõe para essa praça será arecuperação dos pisos. mantendo sua formaoriginal. Fonte eletrônica Google Maps.acesso em 22/05/2012 25
  28. 28. REFERÊNCIA PROJETUAL-1Figura 12 Espaços de cursos e circulação do projeto.Neste projeto observa-se que a integração entre a natureza e oedifício tira partido das árvores que estão integradas ao mesmo,epropõe liberdade de circulação com espaços abertos sembarreiras visuais.Arquitetos: Takaharu , Yui Tezuka e Kashiwa Sato.Obra: Escola Fuji KindergartenAno: 2007.Fonte: www.melhor lugar.blogspot.com Figuras 08 /09 lazer piso superior 26
  29. 29. REFERÊNCIA PROJETUAL- 2 Figura:13-Casa Mancás-MG.BrasilUm quadrado com um cubo de vidro no centro, que brincacom a luz, com o ar, as nuvens e o longe.Os espaços de viver se articulam como nas casascoloniais, amplos, aconchegantes. Qualquer ponto da casaparticipa do movimento do todo.A gente se sente acompanhado: não existe lugar para asolidão. Os percursos são cheios de surpresa; a naturezalongínqua, o jardim interno bem perto do olhar; as largurase as alturas variam junto com a luminosidade, aspassagens, os enquadramentos, as perspectivas.A chegada através da ponte sobre o espelho d´águapropõe um ritual, uma espécie de purificação do que Figura:11sentimos, do que vemos, do que somos.Arquiteto: Gustavo PennaProjeto: Casa Manacás: Ano 2006.Nova Lima, Minas Gerais, Brasil.Fonte: www.gustavopenna.com.br/manacas 27
  30. 30. REFERÊNCIA PROJETUAL-3Figura 14 Vista Aérea. Figura 15 Vista lateral. Este projeto articula os espaços entre público e privado, os módulos se relacionam,e individualmente os blocos promovem espaços privados. Sua forma circular e toda cercada com elementos que permitem a liberdade visual,não se tendo a sensação de isolamento. Arquiteto: Giancarlo Mazzanti.El Porvenir Kindergarten Social. Ano 2009.Colômbia –Bosa – Bogotá. Figura 16 Implantação Fonte: www.melhor lugar.blogspot.com. 28
  31. 31. REFERÊNCIA PROJETUAL DO LEITO FÉRREOFigura:17-Implantação geral do Parque. Orla Morena e Orla Ferroviária. Campo Grande –MS. Um conceito de revitalização de um concurso de Campo Grande, onde existia ali um espaço,degradado,que pode ser recuperado e devolvido para a cidade.Exemplo que poderá ser implantado no Antigo leito Férreo. Arquiteto: Gil Carlo de Camillo em conjunto com sua equipe- Concurso em 2007. Figura: 18-Pisos e o Jardim propôsto Fonte:www.skyscrapercity.com/showthread.phpt-1415836-14/03/2012. 29
  32. 32. VISITA TÉCNICA Em visita a uma instituição no Bairro de Vila Guilhermina no município de Praia Grande Litoral de São Paulo no dia 30 de Novembro de 2011,tivemos a oportunidade de conhecer o espaço que e voltado para atendimento ao idoso. Praia Grande está dando mais um passo rumo à excelência no trato do idoso, consolidando sua posição como a primeira colocada neste quesito.O espaço CRECHE DO IDOSO foi especialmente planejado para aqueles que estão na melhor Idade. Lá, eles encontrarão diversas atividades saudáveis. Os idosos que fazem parte atualmente do Centro dia ou espaço Conviver participam de diversas atividades, entre elas aulas de hidroginástica, artesanato, informática e marcenaria. Considerações: Este projeto é um exemplo de respeito e valorização dos idosos,promovendoFigura : Fonte: ROSILDA -05/2011. para eles uma melhor qualidade de vida. 30
  33. 33. ESPAÇO CONVIVER O centro Dia ou espaço Conviver é administrado pela Secretaria de Promoção Social e conta com uma equipe de profissionais que inclui dois fisioterapeutas, uma psicóloga, uma assistente social e uma enfermeira, além de uma . cozinheira e uma recepcionista.A instituição e mantida pela prefeitura também fornece transporte para trazer e levar os idosos para suas residências. O projeto atende idosos a partir dos 60 anos, que são ativos e que moram com a família. Hoje o espaço Reviver atende 35 idosos a partir dos 75 anos. Figura 19- PiscinaFigura 20- Dormitórios Figura21- Refeitório Fonte :Rosilda 11/2011. 31
  34. 34. ESPAÇO CONVIVER Figura 22- Sala recreação Figura 23- Circulação Figura 24-Sala de costura Figura 25- Cozinha Figura 26- Sala Administrativa Figura:27- Sala de TV.Fonte :Rosilda 11/2011 32
  35. 35. O PROJETO E PROGRAMA Prevê-se uma capacidade para atendimento de 60 idosos por dia. Esta estimativa foi realizada de acordo com aimplantação proposta e, também de acordo com as normas da NBR 9050.I-Sala Administrativa, com recepção para atendimento geral e controle de fichas.II-Sala de ginástica, integrada com a Sala de Fisioterapia, com equipamentos voltados a atender os idosos,WC,e Vestiários,para serem utilizados após uso da piscina que será oferecidos para os frequantadores do C.I.M.I, hidroginática.III-Refeitório e cozinha onde serão oferecidas as 03 Refeições, compostas de Café da Manhã,almoçô e lanche da tarde.Ohorário de permanência do idoso será das 8:00ás 17:30 horas.Este espaço do Refeitório e tamém será um espaçomultiuso,onde poderá ser utilizado para palestras,festas,etc.IV-Salão de cabelereiro, podendo atender também as pessoas moradoras do bairro.V-Sala de inclusão digital,oferecendo ao idoso a oportunidade de interação, com a informática.VI-Sala de TV,Sala de Corte e costura,cujos trabalhos poderão ser oferecidos para as pessoas carentes dos bairros decampinas. 33
  36. 36. PROJETO E PROGRAMAVII-Cozinha e Lavanderia, para atender prioritariamente os usuários do C.I.M.I.VIII-Dormitório,integrado com sala de descanso.IX- Sala de jogos,e sala de Artesanato,e os trabalhos elaborados ali no Centro, poderão ser vendidos revertendo a rendaarrecadada para o próprio C.I.M.I.X-Consultório médico.XI-consultório de pisicologia, para atendimento dos idosos e de seus familiaresXII-Terraço Jardim. A Proposta do C.I.M.I, será implantada em uma área de 2.528,80m ² respeitando um TO de50%(1.374,00m2) e CA= 1 (2.528,80m2).Objetivos do Programa Implantado:Nosso objetivo, ao elaborar o programa para ser Implantado e oferecido no C.IM.I, terá como foco principal, o atendimentopúblico e privado, buscando parcerias com profissionais e estudantes das universidades da região de Campinas, quepoderão, atuar como estagiiários nas seguintes áreas:-fisioterapia,educação Física, Artista Plástico, Pisicólogo e Residente em medicina.Estes estagiários, sempre Terãosupervisão de um profissional habilitado na área. 34
  37. 37. TABELA DO PROGRAMA DE NECESSIDADES AMBIENTE ÁREA ESPECIFICIDADE1-Consultório medico/Psicólogo 35 M² Próximos Dormitórios1-Sala de Cabeleireiro 10 M² Uso contínuo1-Refeitório 150 M² Potencial área integração1-Sala de ginástica 67 M² Uso continuo1-sala fisioterapia 40 M² Integrada Ginástica /piscina1-Salas de TV 55 M² Uso contínuo1- Sala de costura 53 M² Deve prever isolamento ruído1-Sala artesanato 53 M² Integração ao espaço Verde1-Lavanderia 53 M² Próximo à área de descarga1-Cozinha/Dispensa 35 M² Integrada ao refeitório1-Espaço de inclusão digital 53 M² Prever equipamentos adequados06-Banheiros. 10m²cada 60 M² Com W.C para cadeirantes1-Recepção e Sala reunião 53 M² Na Entrada do edifício1-Piscina 140 M² Prevê equipamentos de acessibilidade1-Vestiários Masc./Feminino 36 M² WC. Integrado p/cadeirante1-Vestiário Funcionários 18 M² WC. Integrado p/cadeirante1-Refeitório 160 M² Prevê Usos diversosEspaço Teto Verde 150 M²1-Dormitório Feminino/ Masculino 40 M² Espaço para repouso1-sala de descanso 53 M² Uso contínuoTOTAL 1374 M²Área de 2.528,80m ² TO de 50%-(1.374,00m2) e CA= 1 (2.528,80m2). 35
  38. 38. PROJETOSPranchas em anexo. 36
  39. 39. BIBLIOGRAFIA/SITES DA INTERNETCampinas – Acesso em 14/08/2011http://www.suapesquisa.com/cidadesbrasileiras/cidade_campinas.htmhttp://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php.codmun=350950#http://2009.campinas.sp.gov.br/seplan/publicacoes/planodiretor2006/pd2006mapas.htmhttp://www.rac.com.br/especiais/aniversario_campinas_236/mapas.phphttp://maps.google.com.br/Topografia – Acesso em 15/08/2011http://maps.google.com.br/http://olapisverde.blogspot.com/2011/02/aprenda-usar-cartas-solares.htmlhttp://2009.campinas.sp.gov.br/seplan/publicacoes/planodiretor2006/pd2006mapas.htmÁrea Verde – Acesso em 12/08/2011http://maps.google.com.br/http://2009.campinas.sp.gov.br/campinas/atracoes/naturais/parques_bosques/bosque_alemaes/ 37
  40. 40. BIBLIOGRAFIAEspaços Públicos – Acesso em 12/08/2011http://maps.google.com.brSistema Viário – Acesso em 18/08/2011http://maps.google.com.brPatrimônio Histórico – Acesso em 22/08/2011http://www.cisguanabara.unicamp.brhttp://www.iac.br/http://portalculturamc.agemcamp.sp.gov.brLegislação – Acesso em 22/08/2011http://www.campinas.sp.gov.br/governo/seplamahttp://www.campinas.sp.gov.br/governo/seplama/plano-diretor-2006/http://www.campinas.sp.gov.br/governo/seplama/planos-locais-de-gestao/http://www.campinas.sp.gov.br/governo/seplama/legislacao/Uso e Ocupação do Solo – Acesso em 23/08/2011 http://maps.google.com.br. 38
  41. 41. BIBLIOGRAFIAEstruturas administrativas Acesso 25/08/2011.www.mundosebrae.com.br.http://coisasboasebonitas.blogspot.com.brReportagens- Acesso 03/10/2011.http://veja.abril.com.br.Projetos existentes– acesso 15/010/2011www.repousobeviver.com.br-Organizações de projetos em outras cidades –Acesso 18/10/2011www.abennacional.org.br-.www.campinas.sp.gov.brwww.efdesportes.comwww.fec.unicamp.br-auLivros:ZIMERMAN, Guite I. Velhice Aspectos biopsicossociais. São Paulo: Editora Artmed, 2000.HERTZBERGER, Hermann. Lições de Arquitetura. São Paulo .Martins Fontes,1999.VILLACA,Flavio. Espaço Intra-Urbano no Brasil. São Paulo.Editora FAPESP,2005. 39
  42. 42. BIBLIOGRAFIA Achitextos Vitruvius. LEITE, Carlos. Projetos urbanos: operando nas bordas. Arquitextos, São Paulo, 04.044, Vitruvius, jan 2004 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/04.044/618>. Acesso 11/03/2012.0141.01 crítica ano 12, fev 2012A lógica na arquitetura..Bruno Roberto Padovano vitruvius acesso 11/03/2012.Bruno Roberto Padova no é arquiteto e professor da FAU USP.http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/04.044/618>. Acesso 11/03/2012.http://casa.abril.com.br/materia/jacques-herzog- 40
  43. 43. Bibliografia/LISTA DE FIGURASFigura 01- Rua Bonifacio de Tela onde ser feita,a implantação da creche para idosos. Rosilda-2012Figura 02- Praça José Proença P. Moura, Proposta de novos usos. Rosilda-2012Figura 03- A direita: muro do antigo leito férreo a (rua Bonifacio Tela). Proposta de demolição, para integrar os espaços entre o bairro.Rosilda-2012Figura 04- Rua Bonifacio Tela e o Terreno da implantação da creche. (Google)Figura 05- Leito Férreo da Cia Mogi Ana hoje e uma Barreira existente no bairro. Rosilda-2012Figura 06- Muro do Leito Férreo. (Google mapas).Figura 07-Rua Candido Gomide. (Google mapas).Figura 08-Rua Daniel Pedro Miller. Rosilda-2012Figura 09-Rua Bonifácio de Tela. Rosilda-2012Figura 10-Praça Jose P.Moura (Google mapas).Figura 11- Praça Hideyo Nogushi (Google mapas).Figura12- Espaços de cursos e circulação do projeto. Rosilda-2012Figura13-Casa Manacás-MG.Brasil . Fonte: (Google mapas).Figura14- Vista Aérea. Fonte: www.melhor lugar.blogspot.com.Figura15- Vista lateral. Fonte: www.melhor lugar.blogspot.com.Figura16- Implantação. Fonte: www.melhor lugar.blogspot.com.Figura17-Implantação geral do Parque. (Google mapas).Figura18-Pisos e os JardinsFigura19- Piscina. Rosilda-2012Figura 20- Dormitório. Rosilda-2012Figura 21- Refeitório. Rosilda-2012Figura 22- Sala recreação. Rosilda-2012Figura 23- Circulação. Rosilda-2012Figura 24-Sala de costura. Rosilda-2012Figura 25- Cozinha. Rosilda-2012Figura 26- Sala Administrativa. Rosilda-2012Figura 27- Sala de TV. Rosilda-2012 41

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