Informática na educação

785 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
1 gostou
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
785
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
1
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Informática na educação

  1. 1. <ul><li>Informática na Educação </li></ul><ul><li>Tecnofilia </li></ul><ul><li>Débora Mattioni </li></ul><ul><li>Élio Pithan da silva </li></ul><ul><li>Élio Batista </li></ul><ul><li>Marildez Zaczeski </li></ul><ul><li>Milene Maboni </li></ul><ul><li>Sandro Bertollo </li></ul><ul><li>Roseclei Teresinha Santi Nunes </li></ul>Informática na educação Tecnofilia
  2. 2. <ul><li>ÉLIO BATISTA </li></ul><ul><li>ELIO PITHAN DA SILVA </li></ul><ul><li>DEBORA MATIONI </li></ul><ul><li>MARILDEZ ZAKZESKI </li></ul><ul><li>MILENA MABONI </li></ul><ul><li>ROSECLEI TERESINHA SANTI NUNES </li></ul><ul><li>SANDRO BERTOLLO </li></ul>
  3. 4. <ul><li>As grandes evoluções socioculturais e tecnológicas do mundo atual geram constantes mudanças nas organizações e no pensamento humano e revelam um novo universo cotidiano das pessoas. </li></ul><ul><li>Por meio da manipulação não linear de informações, de conexões entre elas, do uso da Internet, promove-se a aquisição do conhecimento, o desenvolvimento de diferentes modos de representação e de compreensão do pensamento. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>O crescente nível de conexão possibilitado pelo advento das Tecnologias de Rede (TR), que, ao redefinirem os conceitos de espaço e de tempo, anulam distâncias e autorizam processos comunicacionais e colaborativos em tempo real, colocando lado a lado territórios, pessoas e culturas. </li></ul>
  5. 8. <ul><li>Marcada pelas tecnologias digitais, a cibercultura permeia o cotidiano das pessoas, que convivem e se fundem com as tecnologias disponíveis, fazendo de celulares extensões de seus próprios corpos e de cartões inteligentes elementos comuns ao seu dia a dia. </li></ul>
  6. 10. <ul><li>As TRs permitem apropriação crítica, protagonista e contrária à lógica verticalizada das mídias de massa, possibilitando a valorização cultural e o estabelecimento de processos de aprendizagem baseados numa cultura de rede. </li></ul>
  7. 12. <ul><li>Nesse novo ambiente, o ciberespaço, aponta-se a capacidade de integrar diferentes vozes, sem que uma prevaleça sobre as outras. </li></ul><ul><li>Sob o ponto de vista técnico o ciberespaço aceita todos, independente da origem geográfica ou social, já que é muito mais fácil lançar informação na Web do que na mídia tradicional. </li></ul>
  8. 14. <ul><li>O maior entusiasta do conceito de ciberespaço que aponta a cibercultura como a expressão do surgimento de um novo universal, diferente das formas culturais que vieram antes é Pierre Levy. A universalidade do ciberespaço não é “neutra” ou sem consequências, já tem, e terá ainda mais no futuro, imensas repercussões na atividade econômica, política e cultural. </li></ul>
  9. 16. <ul><li>O significado último da rede ou o valor contido na cibercultura é o da universalidade porque é uma mídia que tende a interconexão geral das informações, das máquinas e do homem. </li></ul><ul><li>Isso ocorre no plano técnico, onde há uma tendência à universalização, na medida em que os sistemas produzidos, em termos de linguagens, programas tornam-se produtos padronizados. </li></ul>
  10. 18. <ul><li>Conforme Lévy (1999), nessa perspectiva, aponta-se, a cibercultura como a expressão do surgimento de um novo universal, diferente das formas culturais que vieram antes. Esse universal, no entanto se construiria sobre a indeterminação de um sentido global qualquer, um universal sem totalidade. </li></ul>
  11. 20. <ul><li>Pode-se dizer que o universal sem totalidade criado pela cibercultura ocorre então de forma planetária. </li></ul><ul><li>Isso significa dizer que ele não promove uma cultura universal porque ele está em toda a parte, mas porque sua forma ou sua ideia implica de direito o conjunto dos seres humanos. </li></ul><ul><li>O universal nessa acepção implica não tão somente a possibilidade do acesso de todos a tudo, mas sim no direito de todos a terem esse acesso. </li></ul>
  12. 22. <ul><li>Destaca-se nesse novo ambiente, o ciberespaço, a capacidade do mesmo integrar diferentes vozes, sem que uma prevaleça sobre as outras. </li></ul><ul><li>Sob o ponto de vista técnico o ciberespaço aceita todos, independente da origem geográfica ou social, basta saber se todos terão acesso a esse “espaço” que se constituiu a Internet. </li></ul>
  13. 24. <ul><li>Este é um momento marcado pelo vertiginoso desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e pela valorização do conhecimento </li></ul>
  14. 26. ?????? <ul><li>Tecnofilia é um neologismo, formado pela aplicação do radical grego -filia (=amizade, proximidade) à palavra tecnologia, e designa um comportamento de adesão, geralmente acrítica, às inovações tecnológicas. (WIKIPÉDIA) </li></ul>
  15. 28. <ul><li>As novas tecnologias interativas renovam a relação do usuário com a imagem com o texto, com o conhecimento. são de fato um novo modo de produção do espaço visual e temporal mediado. Elas permitem a redimensionamento da mensagem, da emissão e da recepção. Marco Silva </li></ul>
  16. 30. PROBLEMAS <ul><li>A tecnofilia é uma espécie de adesismo incondicional às potências dominantes no presente. </li></ul><ul><li>Seus adeptos pouco problematizam o capitalismo financeiro e se integram sem qualquer dificuldade a ele e as suas demandas ideológicas. </li></ul><ul><li>Curiosamente, por vezes, isto é apresentado como um novo espírito revolucionário, capaz de trazer grandes modificações ao presente. </li></ul>
  17. 31. <ul><li>Para os tecnófilos chegou a era da plena comunicação, da total congregação e inteligibilidade. Para eles as novas tecnologias vieram para reconstruir um ideal de comunidade perdido, para promover uma descentralização do poder e do conhecimento, expressando uma nova faceta à democracia. </li></ul>
  18. 33. <ul><li>O conhecimento passa agora a ser coletivo e livre de uma centralidade. Nessa perspectiva parece estar em conformidade com um credo humanista. </li></ul><ul><li>Eles desejam que a Internet seja tomada pragmaticamente para corrigir os erros da modernidade. No entanto, as práticas comunitárias e libertárias são a regra, e não a exceção, no ciberespaço. </li></ul>
  19. 35. <ul><li>Diante da emergência histórica da interatividade os empresários do setor educacional investem em novas tecnologias informáticas aplicáveis em suas instituições como: melhorar a performance dos processos de gestão e aprendizado minimizando gastos e gerando lucros; preparar as novas gerações para o mercado de trabalho, onde o principal valor é a capacidade de aprender, de comunicar e de criar utilizando tecnologias digitais; implementar o “ensino a distância”, como uma opção de negócios; capacitar professores e funcionários; </li></ul>
  20. 37. <ul><li>As salas de aula ganham equipamentos das novas tecnologias onde o aluno pode gravar conteúdo, acessar o site da disciplina e via-emails ele tira dúvidas e recebe orientações do professor. </li></ul>
  21. 39. Uma nova perspectiva <ul><li>O educador Paulo Freire chamou nossa atenção para o problema da transmissão quando dizia: “A educação autêntica não se faz A para B ou de A sobre B, mas de A com B mediatizados pelo mundo. no entanto, pouco temos feito para modificar a nossa comunicação com os alunos. </li></ul><ul><li>Na formulação de Pierre Levy: “a escola e uma instituição que a cinco mil anos e se baseia falar/ditar do mestre”. Tradicionalmente, a sala é identificada com o ritmo monótona e repetitiva associada ao perfil de um aluno que permanece inerte, olhando o quadro, ouvindo, copiando e prestando contas. </li></ul>
  22. 41. <ul><li>Então é preciso enfatizar: o essencial não é a tecnologia mas um novo estilo de pedagogia sustentado por uma modalidade comunicacional que supõe participação, bidirencionalidade e multiplicidade de conexões coletiva do conhecimento e da própria comunicação. </li></ul>
  23. 43. <ul><li>A escola não se encontra em sintonia com a emergência da interatividade. Encontra-se alheia ao “espirito do tempo” e mantém-se fechada em si mesma, em seus rituais de transmissão, quando o seu entorno modifica-se fundamentalmente em nova dimensão comunicacional. </li></ul>
  24. 45. <ul><li>Em lugar de posicionar-se diante da experiência comunicacional vivida pelos alunos, a escola continua na defensiva. Enquanto os alunos apresentam-se como novos expectadores, quando aprendem a manipular imagens nas telas, os professores não saem raciocinar senão na transmissão linear e separado emissão e recepção. </li></ul>
  25. 47. <ul><li>Levy, sustenta-se que devemos “aprender com o movimento contemporâneo das técnicas”. Aprender com ele é o mais recente desafio para o professor. </li></ul><ul><li>Aprender com o movimento das novas técnicas é antes de tudo aprender com a nova modalidade comunicacional, ou seja, aprender que comunicar não é simplesmente transmitir, mas disponibilizar múltiplas disposições à intervenção do interlocutor. </li></ul><ul><li>A comunicação só se realiza mediante a sua participação, isso quer dizer bidirencionalidade, intervenção na mensagem e multiplicidade de conexões. </li></ul>
  26. 49. <ul><li>O professor está diante do desafio que consiste em conhecer e adotar a modalidade interativa e, ao mesmo tempo não invalidar o paradigma clássico que predomina na escola o professor que se dispõe aprender com o movimento contemporâneo de tecnologia. </li></ul><ul><li>Levy diz que o professor pode se dar conta que tal modificação significa a emergência de um novo leitor. Não aquele que segue as páginas do livro de modo universitário e contínuo, mas aquele que salta de um ponto a outro, fazendo seu próprio roteiro de leitura, um receptor que interfere, manipula modifica assim, reinventa a mensagem. </li></ul>
  27. 51. O professor deve disponibilizar em sua sal de aula, basicamente três aspectos <ul><li>1. Oferecer múltiplas informações (imagens, sons, textos, etc). sabendo que estas utilizadas e modo interativo resultam em conhecimento. </li></ul><ul><li>2. Ensejar (oferecer ocasião de) e urdir (dispor entrelaçados os fios da teia, enredar) múltiplos percursos para conexões e expressões para que os alunos possam manipular as informações. </li></ul><ul><li>3. Estimular os alunos a contribuir com novas informações e a criar e oferecer mais e melhores percursos, participando como co-autores do processo. </li></ul>
  28. 53. <ul><li>Assim o professor constrói uma rede e não uma rota. Ele define um conjunto de território a explorar. E a aprendizagem se dá na exploração e não a partir do falar/ditar. Isto significa que o professor não se posiciona mais como o detentor do saber, mas como o que disponibiliza a experiência do conhecimento. Desse modo, o professor modifica sua ação modificando seu modo de comunicar em sala de aula. </li></ul>
  29. 55. <ul><li>Modificar a comunicação implica modificar fundamentos de todo um sistema de ensino e não apenas aquilo que se passa dentro da sala de aula. </li></ul>
  30. 57. <ul><li>A sala de aula interativa baseia-se na vivência coletiva e na expressão e recriação da cultura. Nela a cultura deixa de ser tratada como reprodução mecânica. Em sala de aula, pode garantir a confrontação coletiva e a aprendizagem atentando para a teia de interações constituída por ele mesmo, pelo alunos, conteúdos curriculares e instrumentos pedagógicos (meios de comunicação, equipamentos de ensino, etc) </li></ul>
  31. 59. <ul><li>Se faz necessário ampliar reflexões e ações referentes à formação docente, todas com vistas à construção de um processo educacional que possibilite a vivência de uma cultura de rede como elemento fundamental para o exercício da cidadania no atual contexto social. </li></ul>
  32. 61. <ul><li>Observa-se a importância fundamental do educador na proposta de estratégias didáticas que considerem as tecnologias como potencializadoras de processos essencialmente comunicacionais e colaborativos. </li></ul>
  33. 63. <ul><li>A inclusão digital, entendida como elemento central para o exercício da cidadania numa sociedade globalizada e conectada, cuja base é a vivência de uma cultura baseada na lógica das redes. </li></ul>
  34. 65. <ul><li>Ao tratar da fluência em tecnologia, Carvalho aponta para a ampliação conceitual em relação ao termo “alfabetização” e define-a como “a capacidade de reformular conhecimentos, expressar-se criativa e apropriadamente, bem como produzir e gerar informação [...], para efetivamente funcionar na sociedade da informação” (2002, p. 9). </li></ul>
  35. 67. <ul><li>O computador processa informações com muita rapidez, mas não pensa. </li></ul><ul><li>A verdadeira questão não é se a máquina pensa, mas se os homens pensam. </li></ul><ul><li>Erro de usuário: Troque o usuário e pressione qualquer tecla para continuar. </li></ul><ul><li>Seu computador está com problemas? Verifique primeiro se o defeito não é a interface entre o teclado e a cadeira. </li></ul>
  36. 68. <ul><li>LÉVY, Pierre. Cibercultura; tradução e Carlos Irineu da Costa – São Paulo: ed 34, 1999. </li></ul><ul><li>LOPES, Luís Carlos. Significações da Informática no Mundo Presente. Disponível em: http://dgz.org.br/jun04/Art_06.htm . Acesso em 16 jul 2011. </li></ul><ul><li>SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: quartet, 2001. </li></ul><ul><li>TEIXEIRA, Adriano Canabarro. Inclusão digital: Novas perspectivas para a informática educativa. Ijuí: UNIJUÍ, 2010. </li></ul>

×