40DICAS PARAAPRENDER  INGLÊS  Fabio C. S. Rocha      fabiocsrocha@gmail.com
Para a minha família, por todo o apoio e compreensão            às minhas intermináveis horas de trabalho.   Para aqueles ...
SUMÁRIOPrimeira Parte – Como estudar1 – Por quê sou professor2 – Não tenha medo3 – Uma língua não é baseada na outra4 – Cu...
35 – O uso de “can”, “could”, “may” e “might”36 – Usando os pronomes pessoais37 – Pronomes Reflexivos38 – Present Perfect3...
Introdução       40 dicas para aprender Inglês tem como objetivo mostrar ao aluno, à pessoainteressada em aprender Inglês,...
Parte 1          6
1 – Por quê sou professor.      O início da minha vida escolar foi há 24 anos atrás no Colégio Santo Amaro, aqui emBotafog...
No tópico anterior, quando mencionei meus empregos antigos, em relação ao primeirodeles, o de funcionário de uma segurador...
teria acontecido com ela: “No one deserves it”. Nem preciso dizer que quem “nãomereceu” a vaga foi ela.      Há casos, é c...
É importante haver um intervalo o mais curto possível entre os momentos que apessoa escolhe aprender Inglês. Quanto maior ...
8 – Atenção com algumas palavras       Cuidado para não estabelecer um significado único para algumas palavras. Vocêpode a...
Tenha sempre um material de áudio. Nos cursos não haverá problema, mas para asaulas particulares, não abra mão de bons CDs...
13 – Trabalhando a auto-estima      Já perceberam que tudo o que fazemos bem temos a tendência de continuar a fazer eaprim...
Na minha opinião, o pulo do gato do aprendizado de Inglês , ou seja, aquele momentoem que você sente que já está dominando...
A música é importantíssima para a curiosidade da pessoa ao aprender a língua.Recentemente, em uma reportagem do Fantástico...
20 – Como fazer redações       Você se sente inseguro ao ter que fazer uma redação? Também já fui assim, mas vique não é d...
Parte 2          17
21 – O auxiliar “Do” (I)     Em minhas aulas particulares, gosto muito de começar o ensino da língua com o“simple present”...
completa, muito pedida nas escolas, cursos e provas em geral, temos que prestar atençãopara não colocar o auxiliar no caso...
E quanto à conjugação dos verbos, na grande maioria das vezes consistirá apenas emcolocar “s”. Os casos em que isto não ac...
Alguns erros comuns cometidos pelos alunos quando ainda não assimilaram bem esteassunto:         Do they needed money?    ...
Listen! The baby is crying. (Ouça! O bebê está chorando.). Esta frase é dita referindo-se a uma criança em especial, pois,...
Uma dica valiosíssima para este e para a maioria dos pontos de gramática: tentecompreender os assuntos naturalmente, fazen...
E é desta formação que vem um erro muito comum dos alunos. Não se pode esquecernenhuma das duas partes pois aí não existir...
Exemplos:     Do you like orange juice?    As respostas possíveis são, na forma curta, “Yes, I do” e “No, I don’t”. Na for...
casos a serem examinados e este é um deles. Muitas mudanças na estrutura podem ser feitasmas o que foi apresentado aqui se...
Usamos o verbo To Be (ser, estar), e não o verbo To Have (ter) para saber quantosanos a pessoa “tem” em Inglês. Confundir-...
Em Inglês, tudo isso é muito parecido. Não vamos usar perguntas simples, daquelasque já aprendemos. Vamos, sim, nos utiliz...
Estamos tratando de pedidos e permissões e o diferencial aqui é a formalidade.Usamos may na situação mais formal (ao falar...
Mas e se tivéssemos pensado em “Ele se machucou”? Não poderíamos usar “him”.Quando temos uma ação em que quem pratica e so...
Legal? Melhorando sua compreensão do assunto? Então atenção para o que vemagora.     39 – Present Perfect (2) – Palavras c...
My grandmother buys food at the supermarket. Esta é uma boa frase para análise.     Voz passiva – Food is bought by my gra...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

40dicas

323 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
323
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

40dicas

  1. 1. 40DICAS PARAAPRENDER INGLÊS Fabio C. S. Rocha fabiocsrocha@gmail.com
  2. 2. Para a minha família, por todo o apoio e compreensão às minhas intermináveis horas de trabalho. Para aqueles que já foram meus chefes e professoresnos lugares onde trabalhei e estudei. Positiva, na maioria das vezes, e negativamente em outras, vocês são a base da minha vida profissional. Para todos aqueles que já foram meus alunos. Tenho aprendido muito com vocês. 2
  3. 3. SUMÁRIOPrimeira Parte – Como estudar1 – Por quê sou professor2 – Não tenha medo3 – Uma língua não é baseada na outra4 – Curso ou aula particular?5 – Com que freqüência estudar6 – Qual material estudar7 – Usando o dicionário8 – Atenção com algumas palavras9 – O que ler10 – O que ouvir11 – Usando um rascunho12 – Use cores diferentes ao escrever13 – Trabalhando a auto-estima14 – Familiar é sempre mais fácil15 – Atenção com algumas sutilezas16 – O contato diário com o Inglês em casa17 – O Inglês na rua18 – O Inglês e a Internet19 – Como se comportar em viagens.20 – Como fazer redaçõesSegunda Parte – Dúvidas de Gramática21 – O auxiliar “Do” (I)22 – O auxiliar “Do” (II)23 – O auxiliar “Does”24 – O pronome “It” como sujeito da frase25 – O auxiliar “Did”26 – O uso correto do artigo “The”27 – Plurais28 – O verbo “to be”29 – O Present Continuous30 – Formação de Perguntas (I)31 – Formação de Perguntas (II)32 – Um pouco sobre os pronomes possessivos33 – Quantos anos você tem?34 – Você sabe usar “Tag Questions”, não sabe? 3
  4. 4. 35 – O uso de “can”, “could”, “may” e “might”36 – Usando os pronomes pessoais37 – Pronomes Reflexivos38 – Present Perfect39 – Present Perfect – Palavras chave40 – Voz Passiva 4
  5. 5. Introdução 40 dicas para aprender Inglês tem como objetivo mostrar ao aluno, à pessoainteressada em aprender Inglês, que esta tarefa é mais fácil do que se imagina. Não tãofácil, é claro, mas apresenta o chamado “caminho das pedras”. O que fazer ao se depararcom alguns truques da língua e como estudar, mesmo sem perceber. É uma ótima ferramenta para os alunos de nível básico e intermediário e para quem seprepara para um concurso ou vestibular. Não pretende, de forma alguma, substituir os materiais didáticos de cursos e escolas,as gramáticas e livros de literatura. É apenas um complemento que pode ajudar muito,esclarecendo dúvidas e evitando problemas. Então, mãos à obra. 5
  6. 6. Parte 1 6
  7. 7. 1 – Por quê sou professor. O início da minha vida escolar foi há 24 anos atrás no Colégio Santo Amaro, aqui emBotafogo, bairro onde sempre morei, na cidade do Rio de Janeiro. Lá tive aulas de Inglêsdesde os 6 anos e pude perceber, de imediato, que era uma matéria diferente das outras.Como aluno vi que o Inglês, assim como o Português e grande parte da Matemática queestudei, era bem diferente do resto. Aprendendo Inglês, bem aos pouquinhos, fui percebendo a utilidade da matéria navida prática das pessoas. Eu já começava a ser capaz de entender trechos de músicas e deentrevistas que via e ouvia na TV e de compreender bem os jogos de vídeo game, vício quetive por muitos anos. Algum tempo mais tarde, no segundo grau, percebi o segundo dos três motivos queme levaram a ser professor: a grande oportunidade de ajudar as pessoas. Já em outrocolégio, o Santa Rosa de Lima, pude experimentar o doce sentimento de ver uma pessoasatisfeita, livre de suas dúvidas, confiante para as provas que estariam por vir. Eu e meus colegas pegávamos o livro, fazíamos os exercícios e, o que no início eraum emaranhado de problemas, ia se tornando, aos poucos, mais uma etapa superada, maisum pinguinho de confiança adquirida para o bom desempenho na avaliação. Eramaravilhoso e viciava. Muito. Depois, já inserido no mercado de trabalho, foi fechado o ciclo dos motivos que melevaram a ser professor : comecei a trabalhar em uma seguradora, onde fiquei por dois anosexecutando funções burocráticas e depois mais um ano na área de contabilidade de outraempresa. Três anos de trabalho, duas demissões e o mesmo motivo: corte de despesas. Fiquei, éclaro, muito triste e aborrecido e, ao conversar com minha avó ouvi as palavras quemudaram a minha vida: “Por quê você não aproveita o bom Inglês que você conseguiu como curso, o colégio e as viagens e não tenta ensinar ?” perguntou ela. Eu já tinha, nesta época, terminado o curso completo do Ibeu e já estava bemencaminhado na Faculdade de Letras. Retruquei então : “Mas eu quase não tenho material,não estou em condições de me preparar bem para ser profissionalmente responsável peloaprendizado de alguém. Sei bastante, sim, mas para mim.” Continuamos a conversa que terminou, algum tempo depois, com três gramáticas naminha mesa e a promessa de estudá-las quanto tempo fosse necessário. Três ou quatro semanas depois consegui meu primeiro aluno particular. Isto tudo nocomeço do primeiro semestre de 2003. Luciano era o melhor primeiro aluno que eu poderiater: calmo, esforçado, amigo; se percebeu o meu nervosismo e a minha insegurança noprimeiro dia, não comentou nada. De lá pra cá, a etapa final. Trabalhei em três cursos de Inglês, em um deles por umano e meio com a responsabilidade de mais de dez turmas e a coordenação de uma filial.Consegui muitos alunos particulares, creio que ajudei e continuo ajudando muita gentequerendo e precisando aprender e como está sendo bom poder ajudar estas pessoas ! 2 – Não tenha medo. Antes de comentar qualquer atividade prática no estudo de Inglês, preciso mencionare destacar um tópico para você: tenha vontade, não tenha medo, não perca as esperanças ! 7
  8. 8. No tópico anterior, quando mencionei meus empregos antigos, em relação ao primeirodeles, o de funcionário de uma seguradora, devo agora enfatizar que só consegui a vaga porestar, na época, já cursando uma faculdade, a de Direito. Foi uma faculdade em que entrei sem gostar, pressionado por algumas pessoas domeu relacionamento naquela época. Sempre comento isso com meus alunos quandopercebo ou mesmo quando eles próprios me dizem que estão muito inseguros e que achamnão ter capacidade de aprender. Pois bem, meu primeiro ano naquela faculdade até que foi bom. Não tinha contatocom Códigos ainda e as matérias não eram muito ligadas a Direito. Do segundo ano pra frente, com exceção do Direito Penal, sonho de nove entre dezalunos do curso e de muitos outros também, meu desempenho passou a ser uma tragédia.Só consegui chegar ao quarto ano com a ajuda diária da minha namorada, hoje minhaesposa. Nunca gostei do que estudava e passei a achar que nunca conseguiria aprender,entre outras coisas, Processo Civil. E não aprendi mesmo ! Devo ter criado um bloqueio tão grande que as palavras dos professores e as páginasdos livros pareciam estar em outra língua, Russo ou Chinês, sei lá, e nunca mais conseguiassimilar. O mesmo pode acontecer com o aluno de língua estrangeira. Se, à primeira exposiçãoao idioma, pensar que é muito difícil, que não vai conseguir aprender nem memorizar nada,não vai mesmo. O Inglês tem algumas estruturas e sons diferentes mas o modo como pode serassimilado não é complicado. É só perceber que a grande maioria dos assuntos tem umaexplicação lógica e possível. E todos são capazes de aprender, falar, entender e escrever muito bem. Basta ter fé. 3 – Uma língua não é baseada na outra Já participei, como ouvinte, estagiário, aluno e professor, de vários cursos de Inglês esempre percebi um problema de abordagem dos alunos que dificilmente ocorre, porexemplo, numa aula particular. Não sou favorável ao uso de tradução para aprender a língua e a grande maioria doscursos também evita esta prática. Mas há alguns alunos, entretanto, que inicialmente têm muitas dificuldades emassimilar os tópicos sem recorrer à tradução. Acho perfeitamente cabível e aceito semproblemas mas sempre aviso que, para o perfeito desempenho como falante da língua, éindispensável pensar em Inglês o mais rápido possível. E pior que o vício da tradução de palavras e expressões o tempo todo é fazer isso semparar com todo um texto. Torna-se uma compreensão incompleta e, mais grave ainda, aoescrever, ainda saem umas besteiras colossais. As gírias do povo são um ótimo exemplo. Em Inglês existe “It’s raining cats anddogs” e “Give it a shot”. São expressões comuns mas que nunca poderiam ser usadas, aopé da letra, por um brasileiro. Outro exemplo: na minha época de coordenador, ao analisar uma redação de umacandidata a professora do curso li a seguinte pérola depois de um relato de algo ruim que 8
  9. 9. teria acontecido com ela: “No one deserves it”. Nem preciso dizer que quem “nãomereceu” a vaga foi ela. Há casos, é claro, em que expressões de uma língua podem ser traduzidas e usadas emoutra, mas há de se ter muito, mas muito cuidado, para não parecer ridículo e absurdo. 4 – Curso ou aula particular? Como tudo na vida, as duas opções têm suas vantagens e desvantagens. Se você optar pelo curso, você terá, ao final dele, um certificado de conclusão quepode ser útil em uma futura busca de emprego. Mas nem sempre é preciso comprovarformalmente o conhecimento de um idioma. Muitas vezes uma provinha escrita e umaconversação com o possível futuro chefe valem muito mais. Escolha um curso perto de casa, do trabalho ou de algum lugar que você tenha defreqüentar regularmente. Assim diminuem as chances de você perder aulas, o andamento daturma e tópicos gramaticais essenciais. O aluno de um curso também tem a vantagem de assimilar as pronúncias eexperiências diferentes dos professores e fazer novos amigos. Quanto às aulas particulares, elas não oferecem certificados, mas podem sercombinadas para a própria casa ou trabalho do aluno e em dias e horários muito maisflexíveis. Se o seu tempo disponível é às Segundas e Terças às seis e meia da manhãdificilmente um curso conseguirá atendê-lo, enquanto um professor particular dedicado nãoterá o menor problema em ajudar. Se você precisar de aulas de conversação, os bons cursos têm e são ótimas, mas vocêterá de compartilhar o tempo de diálogo com vários colegas, enquanto, nas aulasparticulares, o tempo é todo seu, você pode falar por 5, 10 , minutos sem parar e não haveráproblema, ninguém ficará chateado. E todas as dúvidas que você tiver serão esclarecidas. Não será necessário interrompero andamento de uma turma com outros alunos que entenderam uma explicação e estariamperdendo tempo com uma revisão, para eles, desnecessária. 5 – Com que freqüência estudar Procuro sempre incentivar o aluno a ter três aulas por semana. Vamos partir do princípio que é raríssimo alguém aprender Inglês da forma ideal, queseria viajar para o exterior e vivenciar o idioma de 12 a 15 horas por dia, fazendo 80 horaspor semana. Três horas, então, ainda é muito pouco. Pouquíssimo. Falar inglês significa comunicar-se com a mesma velocidade e acerto de umamericano ou britânico, e o que a maioria dos cursos oferece, 2 aulas por semana segundase quartas ou terças e quintas, é, na minha opinião, pra lá de insuficiente. O que eu recomendo é o estudo, em aulas, 3 vezes por semana e mais 3 horas em casapara assimilar e rever a matéria, além de fazer deveres de casa e redações. 9
  10. 10. É importante haver um intervalo o mais curto possível entre os momentos que apessoa escolhe aprender Inglês. Quanto maior este intervalo, com mais facilidade asinformações aprendidas vão se perder. Vamos exemplificar para tornar mais claro o meu ponto de vista. Peguemos dois alunos que irão, separadamente, a uma festa em uma sexta-feira ànoite. O primeiro deles tem 4 horas de aulas nas tardes de sábado, portanto já são 6 diasdesde a última. O segundo tem aulas de uma hora às segundas, quartas e sextas, logo, nesta festa,onde estará presente um grupo grande de americanos, convidados de uma terceira colega,ele estará com o idioma muito mais “fresco” na cabeça e certamente se comunicará commaior firmeza e naturalidade, mesmo estudando menos tempo em aula do que o colega dossábados. 6 – Qual material estudar É imprescindível ter um material didático e uma boa gramática. A coleção “Interchange”, adotada em alguns cursos, é excelente. Trata-se de umconjunto com livro, recheado de boas figuras ilustrativas , caderno de atividades ecomplemento auditivo. As unidades têm 6 páginas e todas elas com bastante diálogo, exercícios decompreensão auditiva e vocabulário. Assim é possível avançar em todos os campos do aprendizado ao mesmo tempo. E a melhor gramática é a “Grammar in use”, de Raymond Murphy. Bem clara, comregras e exemplos de todos os pontos e um mundo de exercícios com gabarito. Os materiais do professor Eduardo Amos também são ótimos. 7 – Usando dicionário Tenho algumas reservas quanto ao uso de dicionários para aprender Inglês. Os queuso são o McMillan (Inglês – Inglês) e o Oxford (Português – Inglês). Acho que, se você se depara com um texto que requer a consulta de muitas palavras, anão ser que você se veja obrigado por causa de trabalho, faculdade ou escola, o melhor édeixar para outra ocasião. O ideal é consultar o dicionário para saber o significado de palavras que têm poucasopções, como uma fruta qualquer ou um material específico. Veja que problema é consultara palavra “já”: dependendo do contexto ela pode ser traduzida como ever, yet, already,since... Para isso é que servem, entre outras coisas, os livros didáticos, que nos dão, se bemestudados e assimilados, uma base sólida para desenvolvimento. Já quanto aos dicionários totalmente ilustrados, sou completamente a favor. Hámuitos assuntos em que não sabemos o nome nem em Português. Só profissionaisespecializados sabem como se chamam todas as peças de um motor de carro, os diferentes eraros instrumentos musicais e seus componentes e o nome de todos os órgãos internos docorpo humano. 10
  11. 11. 8 – Atenção com algumas palavras Cuidado para não estabelecer um significado único para algumas palavras. Vocêpode acabar achando complicada uma frase facílima. Por exemplo: peguemos duas palavras que mesmo aqueles que mal têm oconhecimento mais básico do idioma sabem: “again” e “after”. Então “again” significa “de novo”, “novamente” e “after”, “depois”, certo ? Certo,mas há casos em que os significados destas palavras não correspondem propriamente aestas traduções. Vamos aos exemplos : nos dois primeiros casos a seguir, “again” vai ter seusignificado básico: “ I had to go to the supermarket again.” “ Don’t tell me you want to sleep again ! You woke up one hour ago.” No próximo caso, se você traduzir ou interpretar “again” como “novamente”, acompreensão da frase vai ficar comprometida. “What’s your phone number again?” Aqui vemos o caso de quem já soube o número do telefone do outro mas esqueceu.Numa tradução nós diríamos em Português : “Qual é o seu telefone mesmo ?” Raciocínio semelhante cabe à palavra “after”. Mais exemplos: “ I am going to have dinner after college” “ I always feel tired after lunch” E agora: “The baby was named Marcos after his grandfather” Ou seja: “O neném foi chamado de Marcos em homenagem a seu avô.” Viu ? Então cuidado ao estabelecer significados únicos para as palavras. 9 – O que ler Atenção: para os iniciantes não é legal pegar uma “Time” ou “Newsweek”. Sãovocabulários difíceis, formais. Para o aluno experiente é uma boa opção. Revistas de jovens e adolescentes têm um vocabulário mais fácil mas com muitasgírias. É uma boa pedida, principalmente por tratarem de assuntos populares como música eartistas. Minha indicação principal vai para os livros destinados a alunos de línguasestrangeiras. É possível achar títulos muito bons por preços acessíveis e um limite máximode palavras. Quanto maior o nível a que se destina, maior o número de palavrasconsideradas mais complexas. São vendidos em livrarias e em lojas voltadas ao ensino deidiomas. Passada a etapa dos livros mais fáceis para estrangeiros, aconselho a leitura de doismonstros da literatura de ficção norte-americana: Sidney Sheldon e Danielle Steel. Ele comobras dedicadas ao suspense, ela ao romance. Os dois autores possuem uma narrativa muitoagradável de se acompanhar e razoavelmente fácil em termos de vocabulário. 10 – O que ouvir 11
  12. 12. Tenha sempre um material de áudio. Nos cursos não haverá problema, mas para asaulas particulares, não abra mão de bons CDs. A maioria dos livros didáticos e gramáticasvêm com pelo menos um, incluso ou vendido a parte. O material das revistas Speak Up e English2go também vale a pena. Trazemreportagens interessantes, sotaques diferentes e músicas. Use o material para ir percebendo os sons das palavras. Em Português, por exemplo,temos para a letra “o” os sons o, ó, ô e õ. Em inglês há uma infinidade deles e sem regraspara compreender. As palavras “box”, “nose”, “look”, “people” e “women” têm sons de“o” diferentes. Só ouvindo, e muito, é possível assimilá-las bem. 11 – Usando um rascunho Se você, como eu, gosta de escrever muito e se sente mais seguro anotando bastante,faça o seguinte, tenha um caderno para suas aulas. Um não, dois. Use um como rascunho e nele escreva tudo o que puder durante suasaulas ou em qualquer evento que este procedimento for necessário. Depois, em casa, comcalma, passe tudo o que foi escrito para o caderno principal. O método de estudar escrevendo é bastante eficaz pois força a pessoa a ler maisdevagar a matéria. Use um rascunho também para transcrever textos. Uma boa forma de se checar oaprendizado é pegar um texto curto e passar para o caderno. Depois tente memorizar obásico, a parte principal, e faça um resumo no outro caderno. Verifique depois se você usouas palavras mais adequadas ou se pensou em Português. Sempre achei este um ótimo exercício. 12 – Use cores diferentes ao escrever Quando eu era criança e depois adolescente, “pegava no pé” das meninas da turma daescola por usarem réguas e canetas de cores diferentes para anotar as aulas. Que bobão que eu era ! Coincidência ou não, estas meninas sempre tinham notas altase os materiais delas eram pedidos por nós para futuras atualizações das nossas bagunças,pois eram muito mais práticos. Pois bem, abuse do direito de usar réguas, canetas de cores diferentes e marca-textospara realçar uma explicação gramatical. Por exemplo: Do they need the book ? Yes, they need the book. No, they don’t need the book. A ênfase nos auxiliares, seja por realce, cores diferentes ou procedimentos comosublinhar ou tracejar, nos mostra, claramente, que o que foi marcado é uma coisaimportante. É muito mais rápido assimilar o uso dos auxiliares nas frases desta forma doque apenas escrevendo. 12
  13. 13. 13 – Trabalhando a auto-estima Já perceberam que tudo o que fazemos bem temos a tendência de continuar a fazer eaprimorar cada vez mais ? É assim com exercícios físicos, instrumentos musicais , o próprio ato de dialogar comalguém e, é claro, o aprendizado de uma língua. Então, voltando ao material de gramática, procure uma com um gabarito disponível.Como é boa a sensação de selecionarmos uma página qualquer com 50 exercícios, resolvê-los com tranqüilidade e firmeza e checar, ao final de tudo, que acertamos 90, 95 ou mesmo100% do total ! Com um índice de acerto desse, a não ser que a pessoa esteja muito cansada, comfome, com sono ou com hora para acabar o estudo, é inevitável que avance à página oulição seguinte para tentar mais um exercício. E, se puder, dê bastante ênfase às questões erradas. Procure compreendê-las, atravésdo gabarito, e refazê-las mais tarde. 14 – Familiar é sempre mais fácil Muitas vezes comparo o Inglês com a Matemática, outra de minhas paixões. Ninguémconsegue imaginar ser capaz de aprender apenas com definições um assunto comoequações de primeiro e segundo graus. Sem exemplos fica completamente impossível. Com o Inglês é a mesma coisa e é aí que entra mais uma dica de como assimilar amatéria melhor e mais facilmente. Coloque nomes de pessoas conhecidas nos seusexemplos e, se tiver aulas particulares, comente isso com seu professor e peça para ele fazero mesmo por você. Por exemplo, digamos que seu nome seja Pedro, sua namorada, Maria, seu irmãoSílvio e sua irmã Cláudia. Vamos praticar com “can” e “should”: Sílvio is a smart guy. He can solve a math problem in one minute. E além de colocar os nomes dos conhecidos, imagine-os nas situações das frases,fazendo as atividades dos exemplos. Mais tarde, uma outra forma de você lembrar de talassunto é usando a situação em que você pensou. Outra: Maria, it’s very cold here. You should wear a coat. E este recurso pode ser aplicado, é claro, em várias outras situações, envolvendomuitas partes da matéria. Artigos : Claudia is at the mall with a friend. Posse : Sílvio’s car is black. Tempos verbais : Maria is having dinner. Silvio is going to work this weekend.Claudia wants to go home. 15 – Atenção com algumas sutilezas 13
  14. 14. Na minha opinião, o pulo do gato do aprendizado de Inglês , ou seja, aquele momentoem que você sente que já está dominando bastante o idioma, é quando você já conseguepensar direto em Inglês. Enquanto este momento não vem, é necessário tomar muito cuidado para não dizer ouescrever frases que sejam uma mera tradução rápida do que foi pensado em Português. Doisexemplos ajudam bem a entender. O primeiro, ligado à escrita, nos faz lembrar de nossa infância, quando estávamosaprendendo a ler. Vocês lembram da professora do primário dizendo que “m” só antes de“p” e “b” ? (A minha ainda dizia uma coisa que até hoje eu lembro com carinho: “O ‘m’vem antes do ‘p’ e do ‘b’ pois a mamãe vem cuidar do papai e do bebê”. ) Pois bem. Em Inglês não tem muito disso não. Como já vi erros na grafia de“comfortable” ! Vocês já podem imaginar qual o erro né. Muita gente escreve“confortable” por causa da regra de Português. E também há muitos equívocos ao escrever“unbearable” e “unbelievable”. E o outro caso, também muitas vezes dito de forma errada nas primeiras aulas deconversação, ocorre quando a pessoa tenta falar de sua profissão. Em Inglês usamos oartigo indefinido: “I am a teacher, a lawyer, an engineer...”. E o pensamento da pessoa vaidireto do Português, sem escalas: “I am lawyer”. Então cuidado 2 – A missão ! 16 – O contato diário com o Inglês em casa Pessoal, mesmo aqui no Brasil, é possível ter contato com a língua inglesa quase otempo todo em que se está acordado. Se você já estiver cansado de estudar as matérias de livros e cadernos pode treinar detrês formas diferentes ligando a televisão. Através dos canais por assinatura são várias as oportunidades de treinar o seu Inglês.Só sintonizar e acompanhar um filme, seriado ou noticiário. Opções não faltam. Ao assistir um DVD, o melhor caso é o som original em Inglês com legendas tambémem Inglês. Desta forma você acompanha o filme treinando seu listening e sua leitura. E omelhor, sem perceber que está estudando. E até com vídeo-game é possível praticar. Se você tem varios jogos, escolha um deRPG, pois há muitas instruções em Inglês na tela sobre os procedimentos a serem adotadospelo seu herói. Cansou da TV? Sem problema. Além de não querer ler nada, também não quer seconcentrar em nenhuma informação visual ? Liga o aparelho de som, coloca um CD, deita eouve. Mesmo que você não queira prestar atenção, numa música em Inglês sempre dá paraassimilar alguma coisa. 17 – O Inglês na rua Se você puder, ao dar uma caminhada, pedalar ou mesmo pegar um ônibus ou metrô,vá ouvindo uma musiquinha ou um material de áudio de livro ou revista. Com a existênciados aparelhos de MP3, espaço não é mais problema. 14
  15. 15. A música é importantíssima para a curiosidade da pessoa ao aprender a língua.Recentemente, em uma reportagem do Fantástico, foi classificada como uma das principaisformas de se exercitar a memória pois facilita a fixação de informações por nós no nossocérebro. E se você não puder ouvir nada na rua, use o seu Inglês para apontar situaçõescorriqueiras. Vá se acostumando aos poucos. Se você vir uma mulher ou homem bonito na rua nãopense “Que gata(o) !”, e sim “What a beautiful girl !” ou “What a handsome guy !” Viu alguém com uma roupa legal, pense consigo mesmo “I love this black T-shirt thisperson is wearing.” Ao invés de “Legal esta camisa preta dessa pessoa .” E por aí vai. Não tem erro. Dá para praticar o dia todo. 18 – O Inglês e a Internet Ao navegar na grande rede, além de checar seus e-mails e comunicar-se com seusamigos e familiares, dê uma olhada no material de língua inglesa disponível. Suas opções são literalmente intermináveis. Pode ser um site de jornal ou revistaamericano ou inglês, um portal estrangeiro, uma das zilhões de salas de bate-papoexistentes ou até páginas de portais brasileiros com textos, exercícios e dicas de estudo.Eles têm aos montes. Tem uma dúvida de gramática? Seus materiais de consulta são insuficientes? Aí vaiuma dica: acesse um site de busca e digite o tópico que você quer saber mais informações.Surgirão milhares de opções de consulta e você vai, com certeza, sanar suas dúvidas. 19 – Como se comportar em viagens Conseguir uma viagem para o exterior é difícil. Envolve muito dinheiro e os vistos deentrada para os EUA e Canadá, os países mais procurados para quem quer estudar Inglês,estão cada vez mais difíceis. Mas se você tiver esta oportunidade, aqui vão algumas dicas para aproveitar bastanteo convívio com o idioma. Tente ir sozinho, ou, na pior das hipóteses, ao menos evite um grupo de excursão.Quanto mais pessoas ao seu redor que façam você se sentir inseguro em usar o Inglês etenha a oportunidade de usar o Português, menos você vai praticar e aprender. Já em terra estrangeira, não perca um minuto sequer. Vá batendo um papo com otaxista que vai levá-lo ao hotel. Chegando lá, faça amizade com o pessoal da recepção poisvocê poderá, em horário de pouco movimento, conversar outras vezes com eles. Vai dar uma volta? Conhecer a cidade? Peça para os outros tirarem fotos suas . Dêpreferência a senhores e senhoras que não estejam com pressa e podem conversar umpouco. Ao fazer compras, se quiser, por exemplo, adquirir três livros, vá em 3 livrariasdiferentes, compre um em cada uma e converse com os vendedores. No exterior, mesmo sozinho, há inúmeras oportunidades de falar Inglês. É só sabercomo agir. 15
  16. 16. 20 – Como fazer redações Você se sente inseguro ao ter que fazer uma redação? Também já fui assim, mas vique não é difícil, é só seguir alguns passos. Se a redação for uma pergunta, não responda de imediato, pois se você fizer isso,estará colocando tudo por água abaixo. É o que mais aborrece quem está corrigindo. Digamos, por exemplo, que o título da redação seja “What do you think of capitalpunishment?”. Traduzindo: “Qual sua opinião a respeito da pena de morte? “. Siga um esquema baseado em introdução, desenvolvimento e conclusão, que é oideal. Na introdução, que pode ser de um parágrafo apenas, tente prepara o terrenomostrando o que você vai escrever. No desenvolvimento, use pelo menos três parágrafos e aponte dados e característicassobre os prós e os contras das possibilidades apresentadas. E na conclusão, aí sim, mostre claramente qual sua opinião. Mas evite expressões dotipo “I think”, “in my opinion”. Um parágrafo também já pode ser o suficiente. Evite frases longas para não se enrolar na pontuação. Não use vocabulário que você não esteja certo de estar correto. Seria um erro grave. O mesmo se aplica quanto às construções gramaticais. Se estiver em dúvida, não asuse, troque-as por outra coisa. 16
  17. 17. Parte 2 17
  18. 18. 21 – O auxiliar “Do” (I) Em minhas aulas particulares, gosto muito de começar o ensino da língua com o“simple present”, que não é difícil e dá ao aluno uma capacidade inicial de se comunicarbem maior do que se ele começasse aprendendo o verbo “to be”. E é neste primeiro ponto gramatical onde começam muitas confusões porque hápessoas que se baseiam muito no Português para aprender outra língua. Isto, como jámencionei, não é aconselhável, e tende sempre a não ter sucesso. Como transformamos frases em perguntas em Português? Muito simples, basta, aoescrever, colocarmos o ponto de interrogação, e, ao falar, mudar a entonação para pergunta. Exemplos: Eles trabalham aqui. → Eles trabalham aqui? Você gosta de suco. → Você gosta de suco? Em Inglês precisamos recorrer a um elemento chamado auxiliar, que é o “Do”. Elenão tem uma tradução e serve para nos mostrar que a frase está no presente. Eles trabalham aqui. → They work here. Eles trabalham aqui? → Do they work here? Você gosta de suco de laranja. → You like orange juice. Você gosta de suco de laranja? → Do you like orange juice? Viu como é fácil? Os erros dos alunos, então, consistem em não colocar o auxiliar,numa tradução palavra por palavra do Português. Isto até existe em Inglês, mas é usadoapenas numa linguagem bem informal onde quem pergunta expressa surpresa. Exemplo: I need $800 to buy some books. → Eu preciso de $800 para comprar uns livros. You need $800 ??? → Você precisa de $800 ??? Aqui, então, quem pergunta não quer saber exatamente se a pessoa precisa ou não. Elejá sabe a resposta e achou um absurdo o valor pedido, quando ele imaginava, por exemplo,algo em torno de 100 ou 200 reais. 22 – O auxiliar “Do” (II) E a outra dúvida quanto á esta palavra vem do uso do tempo presente para responder,por completo, a perguntas feitas. Já vimos que precisamos do auxiliar para formularmos uma questão no presente: Do you live here? Ora, as duas respostas possíveis são “sim” e “não”. Se respondermos de forma curtanão há do que se ter dúvida: “Yes, I do” e “No, I don’t”. Já se precisarmos usar a resposta 18
  19. 19. completa, muito pedida nas escolas, cursos e provas em geral, temos que prestar atençãopara não colocar o auxiliar no caso afirmativo. Então: Yes, I live here. No, I don’t live here. Mais uma vez, devo mencionar que existe o caso em que o “Do” é usado na respostaafirmativa, mas é um tópico mais avançado e pouco usado didaticamente. É quandoprecisamos enfatizar a nossa resposta. Exemplo: Yes, I do live here. Isto equivale a “eu realmente moro aqui” e está bem claro que não é toda hora em queprecisamos usar este recurso. 23 – O auxiliar “Does” Também está ligado ao presente simples e é usado nas perguntas e nas respostasnegativas quando o sujeito da frase é ou equivale a “he”, “she” ou “it”. Veja a comparação com “do”: Do they need money? → Does he need money? Yes, they need money. → Yes, he needs money. No, they don’t need money. → No, he doesn’t need money. Já vimos que, quanto ao “Do”, não o colocamos na resposta afirmativa. Fazemos omesmo com os casos de “Does”, mas também temos que prestar atenção em conjugar overbo, geralmente colocando “s” na resposta afirmativa pois é assim que se trabalha com a3ª pessoa do singular, representada pelos sujeitos “he”, “she” ou “it” e nomesequivalentes. Espera aí, Fabio, o que você quer dizer com sujeitos equivalentes? Ora, muito simples, são os nomes próprios, substantivos, profissões e qualificaçõesdiversas para os sujeitos nas frases. Exemplos: Does he write books? → Does Fabio write books? Yes, he writes books. → Yes, Fabio writes books. No, he doesn’t write books. → No, Fabio doesn’t write books. Does she sleep late? → Does your mother sleep late? Yes, she sleeps late. → Yes, my mother sleeps late. No, she doesn’t sleep late. → No, my mother doesn’t sleep late. 19
  20. 20. E quanto à conjugação dos verbos, na grande maioria das vezes consistirá apenas emcolocar “s”. Os casos em que isto não acontece são facilmente encontrados nos materiaisdidáticos e gramáticas em geral. Para você praticar usando as respostas completas: Do you drink milk every day? Does he like to travel? Does Monica live in Rio? Do Monica and Eduardo live in Rio? 24 – O pronome “it” como sujeito da frase Esta é outra dúvida comum que vem do problema de se tentar traduzir tudo do e parao Português. Usamos “it” como sujeito de frase, em Inglês, para nos referirmos a umacoisa, animal ou acontecimento e também para que várias frases tenham sujeito, o que édesnecessário em Português. E é aí onde mora o perigo. Vamos por partes: Podemos responder à pergunta “Where is the book ?” com “The book is here”, ou,simplesmente, e de uma forma muito mais natural “It is here”, onde “it” se refere ao livro. E na pergunta “Is it raining ?”. O pronome existe para que a frase tenha um sujeito.Nove entre dez alunos iniciantes, ao elaborar esta pergunta, falam “Is raining ?” poispensam em Português. O mesmo acontece com “It is getting dark” (está ficando escuro), “it’s noon” ( émeio dia) e muitos outros casos. 25 – O auxiliar “Did” O passado nas frases em Inglês é bastante fácil, infinitamente mais que em Português,pois não há variação dos verbos quanto às pessoas. É uma conjugação única. E o uso é idêntico ao presente, ou seja, há um auxiliar (“Did”) para as perguntas epara as frases negativas e, afirmando algo, conjugamos o verbo. Mas sempre lembrandoque a conjugação é única, ou seja, em frases com sujeitos iguais ou equivalentes a “he”,“she” e “it”, os verbos continuam os mesmos. Voltando ao primeiro exemplo do tópico 23: Do they need money? → Does he need money? → Did they (I, he, she…) needmoney? Então podemos ver que o passado é mais fácil que o presente pois não trocamos oauxiliar. E nas respostas também será mais fácil pois alteraremos menos o verbo: They need money. → They needed money He needs money. → He needed money 20
  21. 21. Alguns erros comuns cometidos pelos alunos quando ainda não assimilaram bem esteassunto: Do they needed money? Does he needed money? Did they needs money? Do he neededs money? (Cruz credo !) Todos estão errados pois não devemos mexer com o verbo nas perguntas, a não sernaquelas exceções do tópico 22, ao fazermos perguntas com presente e passado. E nas respostas negativas o raciocínio é o mesmo : colocou o auxiliar, não mexe como verbo. Mais formas erradas: He don’t needs money. He doesn’t needs money. He doesn’t needed money. He didn’t needs money. E como exercício de fixação você pode pegar as frases do final do tópico 23 etransformá-las também em perguntas e respostas com o tempo passado. 26 – O uso correto do artigo “The” Mencionei anteriormente que os verbos no passado são muito mais fáceis que seussimilares em Português por haver uma conjugação única. Com o artigo definido acontece o mesmo. Dê uma olhada nos exemplos: Inglês – The boy is tall. The girl is tall. The boys are tall. The girls are tall. Português – O menino é alto. A menina é alta. Os meninos são altos. As meninas sãoaltas. Uma única palavra em Inglês representa quatro em Português. A atenção que devemos ter aqui, novamente, é tomar cuidado para não traduzir frasespalavra por palavra do Português para o Inglês. Isso porque o artigo definido, em Inglês,raramente precede nomes próprios. Dê uma olhada: O Luiz é meu amigo. → Luiz is my friend. O Brasil é um país lindo. → Brazil is a beautiful country. E o outro ponto que merece atenção é que, em Inglês, não usamos o artigo para falarde coisas genéricas, apenas de casos particulares, específicos. 21
  22. 22. Listen! The baby is crying. (Ouça! O bebê está chorando.). Esta frase é dita referindo-se a uma criança em especial, pois, quando generalizamos, o artigo some. Exemplo: Babiescry a lot when they’re hungry. (Os bebês choram muito quando estão com fome.) 27 – Plurais Os plurais da maioria dos substantivos, em Inglês, seguem a regra de comoprocedemos em Português, ou seja, acrescentando “s”. E, assim como em Português, em Inglês temos exceções, com casos que podemosexplicar e outros que são irregulares. Você há de pensar : “Irregulares ! Lá vem ‘decoreba’”. É verdade mas não écomplicado e, como na nossa língua, podemos assimilar rapidamente. Se temos então, em Inglês, uma palavra terminada em CH, SH, S e X (e na maioriados casos, também na letra O), não vamos apenas colocar S, e sim ES. Temos: bus – buses; watch – watches; bush – bushes; fox – foxes. Mesmo sem a regra, nós já percebemos, naturalmente, que não caberia apenasacrescentar S às palavras acima. E as irregularidades ? Veja como é fácil. Não há explicações de por que, emPortuguês, os plurais de avião e mão são, respectivamente, aviões e mãos. Sabemos pelaprática. Você conseguiria se expressar dizendo “Vou ter que pegar dois aviãos para chegara Moscou.” ? Pois temos vários casos em Inglês. Eis alguns: Child – children; foot – feet; man – men; mouse – mice. Tudo bem então quanto às palavras? Legal, agora temos que prestar atenção nasfrases. Vou dar um exemplo em que três coisas diferentes vão acontecer com palavras emuma frase: “You bought a good book yesterday.” Em “a good book” temos, pela ordem, um artigo indefinido, um adjetivo e umsubstantivo. Se o artigo fosse definido, ele permaneceria normalmente na frase no plural. Osindefinidos, ao contrário, desaparecem pois não acompanham um substantivo plural. Já a palavra “good”, um adjetivo nesta frase, permanece sem alterações, comoacontece com os adjetivos em geral. E, finalmente, o substantivo varia para o plural. Então temos: “You bought a good book” → “You bought good books.” 22
  23. 23. Uma dica valiosíssima para este e para a maioria dos pontos de gramática: tentecompreender os assuntos naturalmente, fazendo exercícios e observando a fala e a escrita,pois, se você parar para pensar nas funções sintáticas e gramaticais das palavras cada vezque se expressar, nunca conseguirá fazê-lo bem. A gramática e a sintática servem apenascomo nexo, como prova, para serem entendidas inicialmente. 28 – O verbo TO BE O verbo To Be é, em muitos métodos, colégios e cursos, o primeiro assunto a serensinado em Inglês. Eu acho bom que isto aconteça apenas com as crianças, que iniciambem devagar, com algumas palavrinhas e sem preocupações do uso imediato da língua. Para os adultos, como já mencionei anteriormente, acho mais útil começar com asfrases gerais do Simple Present, pois lhes dá uma capacidade maior de uso. Pois bem, o verbo To Be é muito fácil mas há alguns alunos que cometem errinhosbobos por falta de atenção, ao misturá-lo com DO e DOES nas frases. Basta assimilar o seguinte: onde entra o verbo To Be (em suas conjugações Am ,Is eAre) , não entram Do e Does. Vamos trabalhar com as variações nas frases: They are my friends → They are not my friends. → Are they my friends? Ora, para transformar a frase afirmativa em negativa, basta acrescentar NOT ao verboe, para fazê-la tornar-se uma pergunta efetuamos a troca do verbo com o sujeito. Há pessoas que colocam nesta estrutura os auxiliares que dela não podem fazer parte.Vejamos algumas frases erradas: They don’t are my friends. I don’t am a doctor. Do you are here? E outro erro muito comum que vejo meus alunos cometerem ocorre quando hásujeitos grandes nas frases. Não tem mistério. É só passar para o começo o verbo. Exemplos das frases certas: Ana is your sister. → Is Ana your sister? This beautiful young girl is your sister. → Is this beautiful young girl your sister? 29 – O Present Continuous Extremamente ligado ao verbo To Be, já que sem ele não existe, o Present Continuous(ou Present Progressive , como indicam alguns materiais ) indica uma ação em andamento,em continuidade, e é formado sempre por uma forma do verbo To Be ( am, is ou are ) e umverbo no gerúndio. 23
  24. 24. E é desta formação que vem um erro muito comum dos alunos. Não se pode esquecernenhuma das duas partes pois aí não existirá uma frase correta. Alguns exemplos: Frases certas : She is working now. They are studying at the moment. Frases erradas: My brother playing the guitar. The girl is dance now. Esclarecido um ponto, vamos a outro. Quando dobrar uma letra ao passar um verbopara o gerúndio? É só seguir os passos: a) As três últimas letras têm que ser consoante – vogal – consoante (CVC), como osverbos CUT, HIT, SWIM, ADMIT. Esta geralmente é a única regra ensinada nos colégios, oque pode gerar, depois, uma grande confusão. b) A palavra precisa ser monossílaba ou oxítona, ou seja, ao conjugar, por exemplo,LISTEN e TRAVEL, não dobramos a letra. c) a última letra da palavra não pode ser x, y nem w. Então verbos com PLAY, GROWe FIX não têm suas últimas letras dobradas. E, por último, para destrinchar bem este assunto, devemos lembrar que há verbos quenão são usados no Present Continuous. E aí deve-se tomar muito cuidado com duas coisas:evitar (mais uma vez) traduzir frases do Português para o Inglês e lembrar que estes verbosnão são usados especificamente nas formas progressivas, o que não os exclui de agregaremo gerúndio em algumas situações. Observe abaixo: “I am not understanding.” Esta frase não existe em Inglês. Ela é uma tradução,palavra por palavra, do que seria dito em Português, O correto seria “I don’t understand.”Ou, ainda , “I can’t understand.” “Knowing another language is very important.” Aqui “knowing” funciona comosujeito da frase e não como Present Continuous. A frase está certa, não está vinculada aoverbo To Be e não indica continuidade. 30 – Formação de Perguntas (I) Já trabalhamos com questões no presente e no passado e agora vamos aprender umpouquinho mais sobre as perguntas feitas em Inglês. A estrutura básica de perguntas, na grande maioria dos casos, envolve quatroelementos. Auxiliar – Sujeito – Verbo – Complemento. No presente – Do you live here / Does he need this book? No passado – Did you write the letter yesterday? No futuro – Will they see this? Na forma condicional – Would Mr. Boyd talk about that? Vemos que para cada caso temos auxiliares diferentes: Do e Does para o presente,Did para o passado e assim por diante. Estas são perguntas simples que exigem apenasrespostas yes ou no, exceto se houver uma escolha explícita. 24
  25. 25. Exemplos: Do you like orange juice? As respostas possíveis são, na forma curta, “Yes, I do” e “No, I don’t”. Na formacompleta, “Yes, I like orange juice” e “No, I don´t like orange juice.” Agora vejamos: Do you prefer to read books or magazines? Neste caso, não é possível uma resposta yes ou no pois precisamos tomar umaposição, optar por um dos casos. Então responderíamos ou “I prefer to read books.” ou “Iprefer to read magazines.” 31 – Formação de Perguntas (II) Agora vamos aumentar a estrutura básica do tópico anterior acrescentando o pronomeinterrogativo, que é um elemento que não vai mais permitir o uso de respostas yes ou no.Ele vai sempre nos fazer dar uma satisfação ao que foi perguntado. Exemplo: Where did you go yesterday? (Aonde você foi ontem?) Vamos raciocinar juntos: como resposta a esta pergunta é possível dizermos “Sim, eufui” e “Não, eu não fui.”? É isso aí. Também concordo que não dá. Deveremos, então, apontar um lugar: “Iwent to the park yesterday.” Mais exemplos: When will she do the homework? Why does your little daughter sleep so late? Who did you visit last summer? How often do you have English classes? Opa, o que é isso?! Estava indo tudo direitinho e agora me aparecem 2 palavras antesdo auxiliar. É assim mesmo? É sim. As perguntas não necessariamente precisam seguir a idéia de uma palavra porelemento da estrutura. Podemos ter, sim, duas ou mais palavras antes do auxiliar, é só nãoesquecermos dele. Vejamos: How long do you study every day? At what time did she go to bed yesterday? Entendeu direitinho? Só não se esqueça do que eu mencionei lá atrás no início dolivro: todos estes tópicos são um começo, uma luz. Em muitos deles há ainda vários outros 25
  26. 26. casos a serem examinados e este é um deles. Muitas mudanças na estrutura podem ser feitasmas o que foi apresentado aqui serve como uma boa base para estudos futuros. 32 – Um pouco sobre os pronomes possessivos (my/mine) Achou familiar o título do tópico? Você também se enrola em usar my e mine? Tudobem. Já vi muita gente assim e eu mesmo já tive problemas com estas palavrinhas no início,mas é fácil, fácil. Primeiro vamos, mais uma vez, desvincular o assunto de uma possível tradução para oPortuguês. Teríamos, na nossa língua, frases como “meu guarda-chuva é preto” e “aquele livro émeu.” Nos dois exemplos temos a palavra “meu” que nem sempre será “my” em Inglês,tradução mais fácil e corriqueira. Então quando será “my”? Quando preceder um substantivo, pois vai funcionar como adjetivo. Aliás é estemesmo o nome dele (my) em Inglês: pronome adjetivo. Exemplos: My house is white. My father is a good man. I love you, my beautiful girl. Neste último caso há um adjetivo entre o pronome e o substantivo . Tudo certo. Nãohá o menor problema. E vamos agora aos pronomes possessivos por excelência. Já corrigi muitos alunos que assimilaram que eles, os pronomes, vêm sempre no finalda frase. Não é este o caso; eles vêm, sim, muitas vezes no final mas o mais importante éque não precedam, acompanhem substantivos. Exemplos: This pen is mine. Those pens are mine (ou ours, theirs, yours etc.) Agora: Is this your T-shirt? My weekend was very good. Hers were very good too. 33 – Quantos anos você tem ? Tudo bem, não precisa se preocupar. Eu sei que é super indelicado perguntar a idadeàs pessoas, assim sem mais nem menos, principalmente às mulheres. É só para chamar a sua atenção para a importância desta pergunta e como ela é feitade forma errada por quem ainda não assimilou bem este assunto. 26
  27. 27. Usamos o verbo To Be (ser, estar), e não o verbo To Have (ter) para saber quantosanos a pessoa “tem” em Inglês. Confundir-se nesta situação é comum mas, ao mesmotempo, é um erro muito grave. Exemplos: How old are you? e não “How old do you have?” e nem “How many years do youhave?” How old is she? e nada além disso também. Quer outro exemplo para fixar bem? Vamos buscar uma outra referência: “Qual é asua altura?” → How tall are you? Nesta mesma linha de raciocínio podemos formular várias perguntas para alguém, oua respeito de alguém, usando diversos adjetivos: How intelligent is the best student in class? How rich is that girl? How beautiful is that woman? 34 – Você sabe usar tag questions, não sabe? Não? Aprendamos, pois. “Tag questions” ou “Tag endings” são as partes finais das frases que usamos paraconfirmar algo que já sabemos, ou, ainda, se esperamos apenas uma confirmação. Tanto emInglês como em Português difere um pouco da pergunta convencional, não só no uso depalavras mas no sentido também. Por exemplo: Você vai à praia amanhã? Seus pais vão ver o jogo? Você foi à festa ontem? Nas perguntas acima eu realmente não sei a resposta e não estou omitindo umaopinião. Trata-se de curiosidade mesmo. Agora observe a diferença neste outro formato de pergunta: Você vai à praia amanhã, não vai? Seus pais vão ver o jogo, não vão? Você foi à festa ontem, não foi? Repare que, nestes três últimos exemplos, eu presumo uma resposta afirmativa emtodos eles. É claro que é possível uma resposta negativa, mas não é o que eu espero. E o mesmo raciocínio ocorre quando formulo uma pergunta na negativa: Ele não vai perder a festa, vai? 27
  28. 28. Em Inglês, tudo isso é muito parecido. Não vamos usar perguntas simples, daquelasque já aprendemos. Vamos, sim, nos utilizar das tag questions, sempre com uma afirmaçãode um lado e uma negação do outro e vice-versa. You’re going to Pat’s party, aren’t you? Maya wants to go home, doesn’t she? You drank all the juice, didn’t you? Repare que, nas partes finais das frases, acompanhamos o tempo verbal, usando o seuelemento correspondente e sempre invertendo os sinais: afirmando de um lado e negandodo outro e vice-versa. Então: “Deu pra assimilar, não deu ?” Agora a dica é pegar um bom livro de exercícios e resolver um monte deles. Vai láque você “tira de letra”. 35 – O uso de CAN, COULD, MAY e MIGHT E agora? Quando usar cada um deles? Vamos primeiro ao que eles têm em comum: os verbos ligados a eles não variam, nãosão precedidos por “to” e nunca veremos auxiliares como do, does e did e nem asconjugações do verbo to be ligados a eles. Exemplo: I can dance and he can dance too. What about you? Can you dance too? I could drive when I was younger. Continuando: Quanto ao uso dessas palavras nas frases, é imprescindíveldesvincularmos, principalmente em relação a can e could, o conceito de poder fazer algo.Este é um erro bem comum. São três as situações de uso: No primeiro caso temos, aqui sim, a idéia de capacidade e could é o passado de can. I can play the piano but I can’t play the guitar. → Eu posso (ou sei, ou sou capaz de)tocar piano mas não posso tocar violão. I could speak French 10 years ago. Agora muita atenção; a seguir could não será passado de can, não significará tercapacidade de fazer algo e ainda teremos a companhia de mais umas palavrinhas: may. Can I drink some water? Could you open the door? May I leave earlier this afternoon? 28
  29. 29. Estamos tratando de pedidos e permissões e o diferencial aqui é a formalidade.Usamos may na situação mais formal (ao falar com chefes, por exemplo ; could para umcaso em que não há intimidade mas também não há necessidade de ter tanto cuidado. E,finalmente, can para amigos e familiares). Ainda não mencionei a palavra might. Ela está ligada à terceira situação,possibilidade, e pode ser intercambiada com could ou may. Aqui também não cabe a idéiade ter poder para fazer algo. Então atenção ! Se quisermos falar algo equivalente a “Ele pode vir sábado oudomingo, ainda não tem certeza” nunca usemos can, e sim may, might ou could. Eu prefiromay. Exemplos: I may be wrong but it seems to me that he doesn’t love her anymore. This might be the last match. 36 – Usando os pronomes pessoais Resolvi abordar este assunto pois, mais uma vez, a tradução ao pé da letra atrapalha obom uso da língua. Reconhecer um pronome como sujeito da frase é bem fácil. São eles I, you, he, she, it,we, you, they. Atenção: yous não existe. Trabalhar com os pronomes oblíquos é que confunde as cabeças das pessoas. E omaior motivo de isso acontecer é termos, na nossa língua portuguesa, “ele” e “ela” comosujeitos ou objetos das frases. E é aí que vem o erro. Muito acostumados a tratar “ele” e “ela” por “he” e “she”respectivamente, as pessoas erram muito ao ter de tratar com objetos nas frases. Vejamos: Em Português está certíssima a frase “Ele comprou um presente para ela”. Em Inglês,entretanto, não podemos tratar esta palavra “ela” por “she”, pois não é sujeito, e sim objetoda frase e o uso correto é “her”. Vamos agora virar o jogo: “Ela comprou um presente para ele”. Como ficaria ? Issomesmo: “She bought him (e não “he”) a present. Pratiquemos um pouquinho: This book is for her Those cell phones belong to us. You should give it to him. 37 – Pronomes reflexivos Vamos começar este tópico com um desafio. Você é apresentado à frase “He hurthim accidentally”. E agora, certo ou errado ? Vimos no item anterior que “he told he” está errado. E “he hurt him”? Esta frase pode estar certa ou pode estar errada, vai depender do contexto. Sequisermos substituir os nomes Mike e Joseph na frase “Mark hurt Joseph” podemos, sim,atribuir “he” para Mike, sujeito da frase, e “him” para Joseph, objeto. 29
  30. 30. Mas e se tivéssemos pensado em “Ele se machucou”? Não poderíamos usar “him”.Quando temos uma ação em que quem pratica e sofre a ação é a mesma pessoa usamos ospronomes reflexivos. São bem fáceis: “Myself, yourself, himself, herself, itself, ourselves,yourselves e themselves”. Então, no caso “Ele se machucou”, devemos usar, unicamente, “He hurt himself”. Outros casos: She told herself that she’d never do that again. I locked myself in the kitchen. Também trabalhamos com este tipo de pronome como ênfase, veja só: “He himselfdid the homework” ou “He did the homework by himself”. Siginifica que ele fez o deversem ajuda. 38 – Present Perfect (1) Chegou ! Chegou a hora do mais temido assunto para os estudantes de Inglês. Oincompreendido, mas muito fácil Present Perfect. Formular frases com ele é muito simples. Usaremos “have” e sua variação “has”como auxiliar (lembrando que este “have” não é mais o verbo “ter” e que é possível simtermos, além do auxiliar, o verbo “have”).Aí vai: Have you eaten the sandwich? Has she called them? The men have brought you a present. E os verbos principais, como você deve ter identificado, vieram conjugados na“terceira coluna” (eat – ate – eaten) : o particípio. Nos verbos regulares não há muito trabalho, o particípio é igual ao passado. Nosirregulares, infelizmente, não há forma alguma de explicação, não há parâmetros. Deve-sedecorar a conjugação. Eis alguns: Drink – drank – drunk Bring – brought – brought Cut – cut – cut Take – took – taken E em que situação usamos o Present perfect ? Ele será sempre desvinculado de umtempo fixo no passado e, além disso, indicará algo que produz efeitos. Usamos: She’s gone to Canada. → She went to Canada yesterday. I’ve traveled a lot. → I traveled a lot last year. 30
  31. 31. Legal? Melhorando sua compreensão do assunto? Então atenção para o que vemagora. 39 – Present Perfect (2) – Palavras chave Outra noção muito comum deste tempo verbal é a de período de tempo não acabado. Imaginemos o dia 28 de dezembro de 2005 às 4 da tarde. Temos um caso aqui em quea tarde não acabou, nem o dia, nem o mês e nem o ano. Então, se o Present Perfect é otempo verbal em que mencionamos um tempo não terminado, é ele quem vai aparecer nasfrases. Exemplos: I haven’t written anything today. I haven’t seen my parents this month. She’s worked a lot this year. E quanto às palavras-chave, elas também estão ligadas á idéia de período de temponão acabado. Os exemplos mais práticos são for, since, ever e never. Aí vão mais casos para observação: I’ve lived here for two years. E continuo morando, o período não terminou. Nesta frase devo alertá-lo para não cometer um erro comum: traduzí-la e usar opresent simple : I live here for 2 years. É inadmissível. Continuando: We have been married since 1999. E não “We are married since 1999”. I’ve never been to France. E não “I never was in France”. Aqui também temos umperíodo de tempo não terminado: a vida. O mesmo se aplica para a pergunta “Have you ever eaten shrimp?”, ou seja, emalgum período da sua vida você já comeu camarão ? Este então é um assunto fértil nos livros didáticos e gramáticas em geral. Tente treinarbastante que, quanto mais você praticar, mais craque vai ficar. 40 – Voz passiva É outro tópico que aterroriza e um assunto que envolve os verbos nos particípios.Assim como o Present Perfect, não há nada a temer, ele também é de fácil compreensão. Na voz passiva, aquilo que era objeto na frase ativa vai se tornar sujeito na passiva. Alguns exemplos. Comprei um livro. → O livro foi comprado (por mim) Lavamos a roupa → A roupa foi lavada (por nós). Tudo bem até aqui ? Continuando: 31
  32. 32. My grandmother buys food at the supermarket. Esta é uma boa frase para análise. Voz passiva – Food is bought by my grandmother at the supermarket. O que aconteceu ? O verbo principal “buy” foi conjugado para o particípio e,acompanhando-o temos agora uma flexão do verbo to be no presente, mesmo tempo verbalda frase na ativa. Então anote aí: nas frases de voz passiva teremos sempre um verbo to be seguindo otempo do verbo da voz ativa e um verbo no particípio. She will make the orange juice. → The orange juice will be made by her. She is going to visit her parents tomorrow → Her parents are going to be visited. 32

×