Redes de Transformação, Ciber-
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Conteúdo
● Introdução
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● Cibersoci...
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● Objetos técnicos viabilizam conexões
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Introdução
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Geral
– Abordar o impacto das redes i...
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● Noção de redes;
“Rede é um concei...
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● Conceito de Rizoma;
Deleuze e Gua...
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Mapa das enchentesMapa das enchentes
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Cibersociedade, Ciberespaço e
Cibercultura
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Subjetividade e técnica
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De acordo com Santaella (2007, p. 33), na red...
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Ser Digital
Na visão de Parente (2007), somos uma
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Ser Digital
O sujeito é um sistema autopoiético que se
or...
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Pensar a subjetividade como autopoiesis nos l...
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eXistenZ
Filme eXistenZ:
● dirigido por David Cronenberg;...
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eXistenZ
Dicotomia: consciente-inconsciente,
real-virtual...
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eXistenZ
● Fetiche: corpo e suas intervenções tecnológica...
16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 25
Considerações Finais
● Redes sociais como formas de produ...
16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 26
Experimentações estéticasExperimentações estéticas
16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 27
Referências
ALTMANN, Eliska. O corpo-máquina de Cronenber...
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Referências
GORZ, A. O imaterial: conhecimento, valor e c...
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Parte da apresentação do trabalho referente a disciplina Estética das Redes e o Ciberespaço ministrada pela Profa. Dra. Maria Cristina Villanova Biazus.

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Redes de Transformação, Ciber-sociedade, Espaço e o Ser digital

  1. 1. Redes de Transformação, Ciber- sociedade, Espaço e o Ser digital Roosewelt Lins Silva roosewelt.com Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação Trabalho apresentado a Disciplina Estética das Redes e o Ciberespaço ministrada pela Profª. Drª. Maria Cristina Villanova Biazus
  2. 2. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 2 Conteúdo ● Introdução ● Redes de Transformação ● Cibersociedade, Ciberespaço e Cibercultura ● Ser digital ● Considerações finais ● Referências
  3. 3. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 3 Introdução ● Objetos técnicos viabilizam conexões intersubjetivas; ● Mutações culturais reconfiguram novas formas de sociabilidade e subjetivação; ● Sistemas maquínicos permitem experimentações;
  4. 4. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 4 Introdução ● Rompimento da ideia de tempo e espaço; ● Redes comunicacionais sustentam práticas colaborativas compartilhadas e produzem novas modalidades de relações;
  5. 5. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 5 Introdução Objetivos Geral – Abordar o impacto das redes interativas e do espaço digital no processo de produção de subjetividade em contextos sociais. Específicos – Enfocar a evolução das redes de comunicação como elemento de transformação social; – Discutir os efeitos das tecnologias de informação e comunicação na produção da subjetividade do ser humano.
  6. 6. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 6 Introdução Problemáticas pretende-se abordar a exposta temática com base nos seguintes questionamentos: ● Até que ponto as redes tem transformado a sociedade? ● Como se dar o processo de produção de subjetividade nas redes telemáticas ? ● Seria possível produzir subjetividades individuais no ciberespaço permeado por modelizações dominantes?
  7. 7. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 7 Introdução Abordagens metodológicas ● Pesquisa bibliográfica; ● Análise do filme eXistenZ e referencia a outros recursos audiovisuais; ● Sustentação teórica: Deleuze, Guattari, Latour, Parente, Hardt, Negri, Gorz e Santaella.
  8. 8. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 8 Redes de Transformação ● Noção de redes; “Rede é um conceito, não uma coisa. É uma ferramenta para ajudar a descrever um fenômeno que está sendo descrito”, LATOUR (2005, p. 131). Rede como modelo rizomático.
  9. 9. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 9 Redes de Transformação ● Conceito de Rizoma; Deleuze e Guattari colocam que o rizoma se refere a um mapa que deve ser produzido, construído, sempre desmontável, conectável, reversível, modificável, com múltiplas entradas e saídas, com suas linhas de fuga.
  10. 10. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 10 RizomaRizoma
  11. 11. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 11 Mapa das enchentesMapa das enchentes
  12. 12. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 12 Cibersociedade, Ciberespaço e Cibercultura Conforme Virílio citado por Parente (2004): chegaremos ao tempo em que não haverá mais campo de tênis, mas um campo virtual; não haverá mais passeio de bicicleta, mas exercícios em um home-trainer; não haverá mais guerra, mas videogame; não haverá astronauta, mas telerobôs: o espaço não se estenderá.
  13. 13. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 13
  14. 14. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 14 Advento do Pós- Humano Advento do Pós- Humano Sedentarização do Corpo Sedentarização do Corpo Corpo ObsoletoCorpo Obsoleto
  15. 15. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 15 Cibersociedade, Ciberespaço e Cibercultura Guerra convencional = destruição do espaço físico, cultural, étnico Guerra contemporânea = informacional, cognitiva, ideológica
  16. 16. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 16 Ser Digital Subjetividade e técnica ● Crise do indivíduo; ● Sujeito Pós-Moderno; ● Multidão; ● Agenciamento coletivo.
  17. 17. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 17 Ser Digital De acordo com Santaella (2007, p. 33), na rede, há um grande processo caleidoscópico, cuja subjetividade dos indivíduos se mescla à “hipersubjetividade de infinitos textos” os quais nos levam de um nó a outro, multiplicando as informações em uma trajetória livre e sem predefinição.
  18. 18. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 18 Ser Digital Na visão de Parente (2007), somos uma rede de redes (multiplicidade), cada rede remetendo a outras redes de natureza diversa (heterogênese) em um processo auto-referente (autopoiesis).
  19. 19. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 19 Ser Digital O sujeito é um sistema autopoiético que se organiza como uma rede auto-referente, que regenera, continuamente por suas interações e transformações, a rede que o produziu, e se constitui como sistema ou unidade concreta no espaço em que existe, especificando o domínio topológico no qual existe como rede. A subjetividade é, como a cognição, o advento, a emergência (enação) de um afeto e de um mundo a partir de suas ações no mundo (PARENTE, 2007, p.104).
  20. 20. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 20 Ser Digital Pensar a subjetividade como autopoiesis nos leva a descrever o saber, a razão, a cognição, a inteligência, não como faculdades de um sujeito, uma vez que eles são dimensões que co- emergem com os universos sociais. (PARENTE, 2007, p.104) Por outro lado, estas “capacidades” que co-emergem com o indivíduo em um processo de auto-engendramento não podem ser vinculadas apenas a seu cérebro, mas a seu corpo, que ultrapassa de longe o seu invólucro corporal e se estende até onde se estendem suas redes sociotécnicas, seus hábitos, seus apegos. (PARENTE, 2007, p.104).
  21. 21. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 21 eXistenZ Filme eXistenZ: ● dirigido por David Cronenberg; ● Narrativa sobre uma desenvolvedora do jogo interativo baseado em realidade virtual eXistenZ. ● Os jogadores através de uma interconexão bio- maquiníca e consoles tecno-orgânicos adentram em um ambiente repleto de simulacros, onde realidade e virtualidade se fundem e relações intersubjetivas são potencializadas. A escolha por esse filme, deu-se devido ao fato de discutir inúmeras questões ligadas a corpo-imagem, biotecnologia, hiperealidade, simulacro, etc.
  22. 22. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 22 eXistenZeXistenZ
  23. 23. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 23 eXistenZ Dicotomia: consciente-inconsciente, real-virtual; homem-máquina, mente- corpo, Cronenberg é compulsivo na construção de fronteiras ténues entre os seus objetos dicotómicos, ele não busca respostas concretas mas antes uma análise detalhada sobre cada uma das alfândegas que as compõem.
  24. 24. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 24 eXistenZ ● Fetiche: corpo e suas intervenções tecnológicas e sobre-humanas (ALTMANN, 2007); ● O corpo torna-se um objeto híbrido, afetado por implantes, funcionando com componetes sintéticos, próteses, quando a tecnologia é implantada na carne, produzindo um "corpo amplificado" (upgradado pela tecnologia). O que a biotecnologia coloca em questão é a própria definição do que é humano (BENTES, 2013 .
  25. 25. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 25 Considerações Finais ● Redes sociais como formas de produção de subjetividade; ● Tecnologias de resistência x tecnologias de reprodução; ● Conhecimento como principal força produtiva de subjetividade: advento do trabalho cognitivo, de base imaterial. Valor estético, valor- dinheiro, valor-trabalho=valor situado fora da economia (GORZ, 2005).
  26. 26. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 26 Experimentações estéticasExperimentações estéticas
  27. 27. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 27 Referências ALTMANN, Eliska. O corpo-máquina de Cronenberg sob a luz pictórica de Bacon: fábulas do devir-outro. ALCEU. v.7 - n.14 - p. 41 a 54 - jan./jun. 2007. BENTES, Ivana. Corpo e Tecnologia em David Cronenberg. Disponível em: www.portcom.intercom.org.br/.../a98d253bf1508aafeb5907543414c>. Acesso em 02 jan. 2013. DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1. São Paulo: Editora 34, 1995. LATOUR, B. Redes que a razão desconhece. In: PARENTE, A. (org.). Tramas da Rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas da comunicação. Porto Alegre, Sulina, 2004.
  28. 28. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 28 Referências GORZ, A. O imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume, 2005. HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. Rio de Janeiro: Record, 2006. PARENTE, André. Eredando o pensamento: redes de transformação e subjetividade. In: PARENTE, A. (org.). Tramas da Rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas da comunicação. Porto Alegre, Sulina, 2004. ______. Rede e subjetividade na filosofia francesa contemporânea. Rev. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v.1, n.1, p.101- 105, jan.-jun., 2007.
  29. 29. 16/07/13 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação 29 Referências Imagens ● Controles remoto: http://bogdopaulinho.blogspot.com.br ● Gráfico do rizoma: http://rizoma.milharal.org ● Games e raquete http://forrestercomputing.files.wordpress.com http://www.shinyshiny.tv http://www.techsmart.co.za ● Mapa das Enchentes do MA por Sarita Bastos e colaboradores ● Laptop e equipamentos multimídia por Roosewelt Lins

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