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NORTE                                                                                                                     ...
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  1. 1. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 1 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)1. OBJETIVOEste caderno tem por objetivo, colocar à disposição dos candidatos, às provas teóricas em controledimensional; um conjunto de formulas matemáticas, relações trigonométricas, desenhos, convenções derepresentações, e unidades de medidas; para consulta.2. TERMINOLOGIA- VIM – Vocabulário Internacional de Metrologia (Portaria INMETRO 029 De 10/03/1995).3. ESTRUTURAS OCEÂNICASSão estruturas tubulares de aço utilizados para a produção de petróleo e gás.Possuem diversos componentes que, após montagem, formam subconjuntos conforme mostrados nasfiguras 1, 2 e 3. Componentes Tubulares de uma Estrutura Oceânica (Junta Tubular Típica) Figura 1 Componentes Tubulares de Estrutura Oceânica 9 3 7 7 6 8 1 1 1 1 3 e 5 4 1 1 2 5 Figura 2
  2. 2. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 2 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009) Tipos de Juntas Soldadas 1 3 2 4 Figura 34. DESENHOS ISOMÉTRICOSOs isométricos são desenhos feitos em perspectiva isométrica, para representar uma tubulação individualou para duas ou três tubulações próximas que sejam interligadas.É por meio dos desenhos isométricos que se faz o levantamento de materiais necessários para aconstrução de tubulações. Por essa razão, todo componente de tubulação deve ser mostradoindividualmente.4.1 Convenções Isométricas
  3. 3. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 3 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)V á lv u la d e V á lv u l a S e g u ra n ç a S o le n o id e V á lv u la d e 3 V ia s P u rg a d o r F il t r o " Y " E je t o r V á lv u l a c o m v o l a n t e p a ra c o rre n te s B ocal de L ig a ç ã o L ig a ç ã o vaso ou c o m s o ld a d e c o m ro s c a o u e q u ip a m e n to to p o s o ld a d e e n c a ix e Figura 4
  4. 4. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 4 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)Tubulações com solda de topoTubulações com rosca ou com solda de encaixe Figura 5
  5. 5. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 5 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009) 26 2417 25 15 14 12 16 13 11 1022 23 9 19 20 8 18 21 7 16 2 4 3 5 Figura 6
  6. 6. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 6 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)4.2 Isométrico 3212 ISOMÉTRICO 3212 3" 0 334 B 3" 0 331 B 3" 0 333 B 3" 0 304 B 3" 0 306 B LINHAS: 20 20 28 0 E 300 30 32 BOCAL SUP. P 34 40 78 40 18 0 22 35 30 95 75 3" 0 306 B 55 40 77 5 12 19 40 0 25 95 15 D 5 12 25 55 18 80 77 68 C 190 90 280 A B Figura 7
  7. 7. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 7 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)4.3 Isométrico 3216 92 270 25 90 20 245 20 70 25 65 D B 65 20 ISOMÉTRICO 3126 A 2" V 302 Bv 3" E 302 A LINHAS: 20 C Figura 8
  8. 8. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 8 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)5. PLANTAS DE TUBULAÇÃOAs plantas de tubulação são desenhos feitos em escala, contendo todas as tubulações de uma determinadaárea. A figura 13 é um exemplo de Planta de Tubulação.Em todas as tubulações devem ser indicadas as suas identificações completas e o seu sentido de fluxo. Asválvulas e acessórios de tubulação são representados por convenções especiais, figura 4, e devem ser,tanto quanto possível, desenhados em escala. Devem ser mostradas também as posições das hastes dasválvulas, para cima ou para os lados.Nas plantas de tubulação devem figurar as elevações de todas as tubulações, elevações de linhas de centrodos equipamentos, bem como de pisos, plataformas etc. e também as distâncias entre tubos paralelos etodas as cotas importantes da tubulação; localização de mudanças de direção de tubulações, derivações,curvas de expansão, suportes etc.5.1 Convenções de Representação da Direção das Tubulações em Plantas B A C Figura 9 A B C Figura 10 A B C Figura 11
  9. 9. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 9 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)5.2 Convenções de Fluxograma VÁLVULA DE GAVETA REDUÇÃO BOMBA CENTRÍFUGA VÁLVULA GLOBO FLANGE COM PLACA DE ORIFÍCIO VÁLVULA MACHO TAMPÃO FLANGE CEGO BOMBA VOLUMÉTRICA VÁLVULA ESFERA RAQUETA FIGURA "8" COMPRESSOR OU VÁLVULA AGULHA LINHAS COM AQUECIMENTO FLUXO DE CASCO VÁLVULA BORBOLETA FLUXO NOS TUBOS TROCADOR DE CALOR LINHA DE AR COM INSTRUMENTOS OU VÁLVULA DE RETENÇÃO FILTRO DE LINHA SENTIDO DE FLUXO PURGADOR DE VAPOR FORNO JUNTA DE EXPANSÃO VÁLVULA DE SEGURANÇA OU DE ALÍVIO CONEXÃO PARA MANGUEIRA VASO HORIZONTAL VASO VERTICAL VÁLVULA ACIONADA POR DIAFRAGMA DE AR EJETOR 25 VÁLVULA ACIONADA POR ÊMBOLO INÍCIO DO SISTEMA OU DO 1 FINAL 11 PROCESSO VÁLVULA ACIONADA POR MOTOR 3 1 VAZÃO DE VÁLVULA DE CONTROLE MANUAL 50 m /h GÁS TORRES DE BANDEJAS OU RECHEIOS (Numerar as bandejas de baixo para cima) 300°C TEMPERATURA 20 Kg/cm PRESSÃO CRUZAMENTOS NÃO CONECTADOS TANQUES ATMOSFÉRICOS Figura 12
  10. 10. NORTE LIMITE NORTE N _ 1053.50 E. 586.00 B_33 B B_32 A B_32 B B_34 A B_34 B EL. 1.05 EL. 1.05 EL. 1.05 EL. 1.05 EL. 1.10 EL. 1.10 S _10 S _10 93 92 93 92 C C C C C PV_7 PV_5 S _10 S _10 S _10 70 70 32 PV_6 PV_4 PV_8 3" E 304 A EL. 0.50 E. 604.00 5.3 Planta de Tubulação 127 127 120 115 28 28 22 26 22 25 19 22 28 22 3" O 303 A 2. V 303 Bv 2. V 306 Bv SUCÇÃO E C DESCARGA LESTE 335 C S_7 ( TÍPICO ) EL. 3.20 EL. 2.80 EL. 2.80 EL. 2.80 175 LIMITE 3" E 305 A ÁREA 31 EL. 3.20 EL. 3.20 EL. 2.80 150 3" E 304 A 7 9 11 13 A _1 3" O 318 B 4" O 314 A 3" O 315 B 25 4" O 311 B 4" O 312 B 3" O 316 B EL. 3.00 30 3" O 326 B 55 EL. 3.20 3" O 327 B 20 3" O 315 B 3" O 321 B 4" O 324 B 3" O 328 B 4" O 325 B G..1 EL. 3.00 45 3" O 318 B 25 4" O 313 B 50 F0 95 50 70 EL. 3.00Figura 13 ÁREA 34 N _ 1044.50 40 40 140 75 35 45 80 I T- 1 5 1 8 10 12 14 4" O 311 B EL. 3.20 3" O 327 B EL. 3.20 EL. 3.20 ÁREA 34 EL. 3.20 EL. 3.20 3" O 315 B ÁREA 32 3" O 315 B 3" O 327 B EL. 3.20 4" O 324 B CADERNO DE CONSULTA 3" E 304 A 2" V 303 Bv 3" E 303 A 2" V 306 Bv 3" E 305 A EL. 3.85 EL. 3.85 EL. 3.85 EL. 3.85 EL. 3.85 7 9 11 13 EL. 3.50 25 ÁGUA P/ SALA 1 1/2" AR SERVIÇO 1 1/2" ÁGUA SERVIÇO 15 15 20 4" V 301 Bv 4" X 2" Red. G.1 G.2 20 2" V 355 B IN STR UMENTOS 70 4" E 301 A 3" E 305 A 4" X 2" Red. 55 EL. 3.85 EL. 9.00 2" C 301 C G..1 EL. 9.00 EL. 3.85 30 6" R 308 C Página: Manual: Revisão: 30 6" R 301 C 244 70 60 20 30 105 115 30 15 20 110 35 10 5 12 14 10 8 EL. 3.70 4" R 305 C 4" R 306 C 1" AGUA SERVIÇO 2" O 355 B 1" AR SERVIÇO 3/4" VAPOR SEVIÇO EL. 3.60 2" C 301 C 4" R 302 C 4" R 303 C S-CD 10 de 32 3 (Abr/2009)
  11. 11. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 11 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)6. VASOS DE PRESSÃO E TROCADORES DE CALORVasos de Pressão são reservatórios utilizados em refinarias, unidades petroquímicas, terminais, estaçõesde dutos, estações de produção e outras instalações similares. Entende-se como vaso de pressão todos osreservatórios de qualquer tipo, dimensões ou finalidade, não sujeito à chama, que contenham quaisquer 2fluídos em pressões manométricas iguais ou superiores a 103 kPa (1,05 kgt/cm ) ou submetido à pressãoexterna. Tocador de Calor Tipo AES 15 9 36 16 33 32 17 36 13 18 11 28 34 12 35 27 8 7 29 35 12 34 10 6 31 3 5 34 34 3 5 4 1 36 Figura 14
  12. 12. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 12 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)Trocador de Calor Tipo BEM 5 2 3 34 6 33 12 14 28 27 37 37 7 12 8 32 34 6 3 2 9 32 Figura 15
  13. 13. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 13 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)Vaso de Pressão – ESFERA 1 2 3 4 5 6 Figura 16
  14. 14. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 14 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)7. TOPOGRAFIAMedida direta de distâncias – Erros. Erros SistemáticosEstão descritos nos quadros a seguir: 8.1.1 - ERRO DE DESNÍVEL L h ERRO ABSOLUTO: S h = - h² 2.L S ERRO RELATIVO: PR = S = - h² h S 2.L² h = DESNIVEL VERIFICADO 8.1.2 - ERRO DE ALINHAMENTO S ERRO ABSOLUTO: Sd = - (d 1 - d 2 ) d2 2.L d1 ERRO RELATIVO: Sd = - (d 1 + d 2) ² S 2.L² d = DESVIO DO ALINHAMENTO + À DIREITA: - À ESQUERDA:
  15. 15. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 15 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)6.3 - EFEITO DA TEMPERATURA M=m.t.t S t L ERRO ABSOLUTO: S = L. .(T - To) t T = TEMPERATURA DA FITA EM ºC ERRO RELATIVO: .(T - To) tS = Ta = TEMPERATURA DE AFERIÇÃO S = COEFICIENTE DE DILATAÇÃO: AÇO COMUM : 1,2 x 10 -5 AÇO INVAR : 1,0 x 10 -66.4 - EFEITO DA TRAÇÃO S L ERRO ABSOLUTO: S = L.(F - Fo ) S f S .E F a = TENSÃO DE AFERIÇÃO ERRO RELATIVO: sf = (F - Fo ) S a = SEÇÃO DA FITA = 2,5 A 6 mm² S S .E E = MÓDULO DE ELÁSTICIDADE AÇO COMUMM 2 100 000 Kg/ cm² AÇO INVAR ~ 1 500 000 Kg/ cm² 6.5 - EFEITO DA CATENÁRIA F F ERRO ABSOLUTO: Sc = -L. P.L ² L 24 F S ERRO RELATIVO: sc = -1. P.L ² S 24 F P = PESO DA FITA POR METRO TRENA INCLINADA: sj= s. cos.² j F = TENSÃO APLICADA Figura 17
  16. 16. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 16 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)4 .14.24.34.4FIGURA 18___________________________________________________________________________5.15.25.35.4FIGURA 19___________________________________________________________________________6.16.26.36.46.5FIGURA 20___________________________________________________________________________1.1)1.2)1.3)1.4)
  17. 17. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 17 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009)FIGURA 21___________________________________________________________________________2.1)2.2)2.3)2.4)FIGURA 22___________________________________________________________________________3.1)3.2)3.3)3.4)FIGURA 23Taqueometria:Distância horizontal (DH): fDH = ⋅ (FS − FI ) ⋅ sen 2θ + ( f + c ) ⋅ cos θ i f = 100sendo: i , a constante multiplicativa; (FS − FI ) = I , a diferença entra as leituras superior e inferior;
  18. 18. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 18 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009) (f + c ) = 0 , a constante aditiva.temos:DH = 100 ⋅ I ⋅ sen 2θDistância vertical (DV): fDV = ⋅ (FS − FI ) ⋅ senθ ⋅ cos θ + ( f + c ) ⋅ senθ i f = 100sendo: i , a constante multiplicativa; (FS − FI ) = I , a diferença entra as leituras superior e inferior; (f + c ) = 0 , a constante aditiva.temos:DV = 100 ⋅ I ⋅ senθ ⋅ cos θ ou DV = 50 ⋅ I ⋅ sen(2θ )8. FORMULÁRIO PARA CÁLCULO DE DILATAÇÃO TÉRMICA DE MATERIAIS Fórmula para Cálculo de Dilatação Térmica de Materiais∆L = Lo·α·∆t onde: L = comprimento final do material Lo = comprimento inicial do material α = coeficiente de dilatação linear expresso em comp./°c∆t = t final - t inicialA conversão entre °C, °F, e °K é dada por:°C/5 = (°F-32)/9 e °K = °C + 273 Tabela de Massa Específica de Materiais MASSA MASSA MATERIAL ESPECÍFICA MATERIAL ESPECÍFICA P = kg / dm3 P = kg / dm3 Aço 7,85 Estanho Fundido 7,2 Aço Fundido 7,85 Estanho Laminado 7,4 Aço Rápido 8,4 a 9,0 Ferro Fundido 7,25 Alumínio Fundido 2,5 Latão Fundido 8,5 Alumínio Laminado 2,7 Latão Laminado 8,55 Antimônio 6,67 Madeira (pinho) 0,65 Argila 1,8 a 2,5 Magnésio 1,74 Berílio 1,85 Magnésio em Liga 1,8 Bronze Fosforoso 8,8 Manganês 7,3 Cádmio 8,64 Mercúrio 13,6 Chumbo 11,34 Molibdênio 10,2 Cobalto 8,8 Níquel 8,8 Cobre Fundido 8,8 Ouro 19,33 Cobre Laminado 8,5 Platina 21,4 Cobre Puro 8,93 Prata 10,5 Concreto Armado 2,4 Tungstênio 19,1 Cromo 6,7 Vanádio 18,7
  19. 19. Manual: S-CD CADERNO DE CONSULTA Página: 19 de 32 I T- 1 5 1 Revisão: 3 (Abr/2009) Diamante 3,5 Zinco Fundido 6,86 Duralumínio 2,8 Zinco Laminado 7,15 Fórmulas para o Cálculo de Área de Figuras PlanasQuadro 1 QUADRADO RETÂN GULO A = a . b A = a . d² - a² Área = A A = b . d² - b² A = L² a = A L = A = 0,7071d b d = L . 2 ~ - b = A a ~ 1,414 . L d = a² + b² PAR ALELOGRAM O TRIÂN GU LO RETÂNGULO A = a . b A = a . b 2 a = A c = a² + b² b a = c² - b² b = A b = c² - a² a TRIÂNGULOS QUAISQUER TR APÉZIO A = b . h A = (a + b ).h 2 2 QUADRILÁTER OS QUAISQUER POLÍGONO QUALQUER A3 A2 A1 A = A1 + A2 + A3 A= (H +h) . a + (b.h) + (C.H) A = ( a . h 1 + ( b . h 2 ) + ( b . H3 ) ) 2 2

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