Criciúma

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Criciúma

  1. 1. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva Decreto 6.571 de 2008
  2. 2. Programa de Implantação de Salas deRecursos Multifuncionais – Portaria nº 13 de 2007
  3. 3. Composição dos quites de Atualização 2012/2013 Equipamentos e Materiais Didáticos Pedagógicos 1 Caixinha de números2 Notebooks 2 Bolas com guizo1 Impressora 1 Bola de futebol commultifuncional guizo1 Material dourado 1 Lupa eletrônica1 Alfabeto móvel e sílabas 1 Scanner com voz 1 Máquina de escrever em1 Caixa tátil Braille1 Dominó tátil 1 Mouse estático de esfera1 Memória Tátil1 Alfabeto Braille 1 Teclado expandido com colmeia
  4. 4. Sala de Recursos MultifuncionalTipo I
  5. 5. Os recursos
  6. 6. Os recursos
  7. 7. Software
  8. 8. Os recursos
  9. 9. Osrecursos
  10. 10. Os recursos
  11. 11.  Apoiar os sistemas públicos de ensino na organização e oferta do Atendimento Educacional• Contribuir Especializado (PPP) para o fortalecimento do processo de inclusão
  12. 12. Como fazer isso?
  13. 13. Quem moraneste Bosque?
  14. 14. Segundo Professor, o que fazer? Cada Município deverá regulamentar suaatuação tendo TODA atenção para definir critériosde quem terá direito a este profissional e quaisserão suas atribuições. LEMBRAR que somos vinculados a PolíticaNacional da Educação Especial na Perspectiva daEducação Inclusiva e não respondemos pela
  15. 15. O que faz o AEE?Identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, considerando asnecessidades específicas dos alunos, de forma à eliminar barreiras arquitetônicas e
  16. 16. Quem são osalunos? Deficiência Intelectual Deficiências Sensoriais Transtornos Globais do Desenvolvimento
  17. 17.  Quem são os profissionais que atuam nas SRMs? Em que medida este tipo de serviço tem apoiado a escolarização de crianças e jovens com necessidadeseducacionais especiais? Que limites epossibilidades asSRMs oferecem?
  18. 18. OBSERVATÓRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Prof.ª Drª ENICÉIA GONÇALVES MENDES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS 25 pesquisadores de 16 estados brasileiros, representantes de 22 universidades e de 18 programas de pós-graduação estão coordenando uma rede de pesquisa nacional.
  19. 19. Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação Gerência de Educação Inclusiva – Sala MultimeiosEixo Temático 2: avaliaçãodos estudantes com NEE Ana Paula Felipe Andréia Ferrão Eliana Oliveira da Rosa Eloiza de Macedo Luciana Zaia Rosali Silva Rosângela Kittel
  20. 20. Quem realiza, inicialmente, oencaminhamento do estudante para a avaliação? Professor regente Orientador Educacional Família
  21. 21. Como é realizada a avaliação? Solicitado que o Professor regente estruture a “queixa” com informações sobre o processo de ensino aprendizagem do aluno; Em sala multimeios, quando necessário, é realizada uma avaliação individual com o uso de estratégias e materiais específicos; A observação do aluno é realizada em diferentes contextos escolares, no recreio, nas atividades de educação física e a avaliação deve considerar o parecer dos diferentes profissionais que trabalham com esta criança;
  22. 22. Existe profissionais ou equipe para avaliar esta criança? Grupo de Escuta do Centro de Saúde. Equipe Pedagógica Coord. PSE Professor de SM
  23. 23. Existe profissional ouequipe para avaliar ? Núcleo Desenvolver - UFSC. APAE de Fpolis e São José, ACIC, FCEE, CAPSI, IATEL, AFLODEF, Hospital de Reabilitação, ASSIM, Há convênios com algumas Instituições e outras prestam serviços especializados e cooperação técnica. O professor é o interlocutor, promove o diálogo entre as partes
  24. 24. Critérios Adotados para AvaliarTGD – tríade e diagnóstico diferencial da surdezSuperdotação e altas habilidades – a “queixa”da professora de sala regular, observaçãocomportamental, análise da metodologia usadaem sala de aula;Deficiência Intelectual - a “queixa” daprofessora de sala regular, observação dacompreensão, atenção, memorização, elaboração de conceitos;Deficiência Visual - a “queixa” da professora de
  25. 25. Critérios Adotados para AvaliarDeficiência Auditiva - a “queixa” daprofessora de sala, impressões dafamília, diagnóstico diferencial da pessoa comTGD,Deficiência Física e Múltipla – usualmenteesta criança já chega na escola comdiagnóstico
  26. 26. Critérios Adotados para AvaliarDeficiência Auditiva - a “queixa” daprofessora de sala, impressões dafamília, diagnóstico diferencial da pessoa comTGD,Deficiência Física e Múltipla – usualmenteesta criança já chega na escola comdiagnóstico de instituições especializadas;
  27. 27. Serviço de Apoio ≠ de Serviço Especializado A instituição no corpo da avaliaçãosugere o tipo de atendimento e onde deve ser realizado, sendo posteriormente discutido com osprofissionais da Sala Multifuncional e familiares;
  28. 28. Existem diferenças entre avaliação e oferta de Atendimento Educacional Especializado para os alunos?Com certeza, cada caso requer uma avaliaçãocom instrumentos e estratégias específicas,havendo casos em que a mesma deficiênciarequer abordagens e intervençõesdiferenciadas, afinal cada criança guarda sua
  29. 29. Qual o tempo de duração entre a avaliação e o início do AEE?Depende da demanda da instituição para onde o aluno foi encaminhado para realização do diagnóstico. Assim que o profissional da Sala Multifuncional possuir este diagnóstico o Atendimento Educacional especializado inicia imediatamente.

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