Quero Metrô
Solucionando o transporte público do
Rio de Janeiro
por Pedro Geaquinto e Rodrigo Sampaio

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Quem somos nós?
Pedro Geaquinto
Estudante de Engenharia Química na UFF

Rodrigo Sampaio
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12 linhas de metrô
Mais de 300 estações: custo preliminar de R$ 60 bi

Crítica comum: isso é caro e pouco viável!
Sim, é possível!
Comperj: mais de R$ 36
bi, segundo Estadão

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Definindo prioridades
Dividindo malhas por níveis de
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Problemas atuais
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Problemas atuais

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Situação atual: tabela de horários
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O que é metrô?

Nossa definição: Trem urbano parador de alta frequência
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Ramais paradores: “novas” linhas de metrô

Retificação

Requalificação
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Ramais semi-diretos: expressos suburbanos

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Transição entre etapas
Malha provisória: planejamento, racionalização e troncalização
Rede multimodal integrada
Obrigado.
Visitem nosso site e nos siga via
Twitter ou Facebook.
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Créditos
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1. A İZBAN EMU at Alsancak station, Wikimedia Commons - CC-BY-3.0;
2. Velib bycicles in Paris near metro...
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2. Picture from Santos Dumont Airpo...
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Apresentação QueroMetrô! no Clube de Engenharia 20131113

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Apresentação QueroMetrô! no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro no dia 13/11/2013

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  • A capacidade do Monotrilho previsto para a linha 15-Prata, para carruagens com largura de 3,1 m (standard), e comprimento da composição total de ~86 m e com 7 vagões, é de ~1000 pessoas, concorrendo com o BRT e o VLT, contra para a mesma largura, porém com comprimento de ~132 m e com 6 vagões é de ~2000 pessoas para o Metrô, e com comprimento de ~170 m e com 8 vagões é de ~2550 pessoas para os Trens Suburbanos, significando com isto que a capacidade do metrô e dos trens suburbanos são no mínimo o dobro do monotrilho, trafegando na mesma frequência.

    A taxa de ocupação máxima recomendada mundialmente é de 6 pessoas por m².

    Comparativos: A capacidade é expressa em número de passageiros por hora por sentido (p/h/s), assim BRT, VLT, Monotrilho – 4000 a 25000 p/h/s, vagões, é de ~1000 pessoas, são considerados de “Média demanda”, enquanto Metrô, Trens suburbanos – 20000 a 60000 p/h/s sendo considerados de “Alta demanda”.

    Estão previstas plataformas centrais para saídas de emergência em todo seu trajeto, obrigatórias para esta função, constam na especificação técnica que iram existir, além das escadas retráteis! (de uso duvidoso).

    A largura padronizada dos carros para os três são de 3,1 m (standard). Não confundir com os trens suburbanos espanhóis da CPTM-SP e alguns da SUPERVIA-RJ de 2,9 m que possuem uma plataforma (gambiarra) em frente ás portas para compensar o vão.

    O monotrilho da linha 15-Prata, com ~26,5 km, Ipiranga, Cidade Tiradentes irá trafegar em uma região de alta demanda reprimida na zona Leste, com migração de parte da linha 3-Vermelha (a mais saturada do sistema) maior do que as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e a futura 6-Laranja, e já nasce subdimensionado, além de ser uma tremenda incógnita, quando ocorrer uma avaria irá bloquear todo sistema, pois ao contrário que ocorre com os trens suburbanos, metrô e VLT em que o chaveamento é simples, facilitando a interpenetração e integração em linhas diversas, nos monotrilhos a mudança das carruagens para a via oposta se da de maneira complexa, com grandes distâncias entre si entre as estações, além de trafegarem em média a 12 m do piso.

    A melhor opção seria o prolongamento da linha 2 Verde, com bifurcação em “Y” na estação Vila Prudente, com a previsão da futura linha para Vila Formosa, e até São Mateus e a partir daí seguir em VLT, até a cidade Tiradentes, (Após as obras começadas, a estação terminal será na estação Ipiranga da CPTM), Vila Prudente basicamente será uma estação de transbordo.

    Nem conseguiram acabar com o caos da estação da Luz, e já estão 'planejando' outros inúmeros transbordos na nova estação Tamanduateí com as linhas 10 Turquesa, 2 Verde, e os monotrilhos Expresso ABC e Expresso São Mateus Tiradentes, com um agravante, de que as plataformas da estação Tamanduateí são mais estreitas que a Luz, e não satisfeitos, já prevendo a expansão em linha reta em monotrilho, é assim nas linhas 2 Verde e o projeto da linha 6-Laranja com transbordo obrigatório caso os usuários desejem prosseguir viagem, fazendo que tenham que fazer múltiplos transbordos provocando enorme desconforto.
    Os planos da CPTM de desativar a estação Julio Prestes CPTM em foco-“Estação Júlio Prestes poderá ser fechada”, sob a alegação que esta subutilizada, é mais um capítulo do descaso que se impõem aos usuários de trens suburbanos, faz com que todos tenham prejuízos com esta decisão, porém os usuários da linha 10-Turquesa (ABC) foram os mais prejudicados.
    Se a estação Júlio Prestes hoje se encontra subutilizada, é porque os planejadores não tiveram a sensibilidade de visualizar que esta estação terminal, só têm condições de receber composições provenientes de Barra Funda / Água Branca / Bom Retiro, inclusive os futuros trens regionais procedentes de Campinas, Sorocaba, entre outras cidades do interior, linha 7 procedente de Francisco Morato e linha 8 procedente de Itapevi e que só pode ser usada como terminal, que fica próxima e esta subutilizada, uma passagem subterrânea poderia interligar estas duas estações com distância semelhante a percorrida pelos usuários da linha 10 até a estação da linha 3 do metrô no Brás podendo os usuários terem acesso as linhas 1 e 4 do metro na Luz, ficando com três linhas de metro a disposição.
    A estação da Luz já estava com seu limite esgotado quando teve por um planejamento mal executado a instalação uma estação subterrânea como terminal da linha-4 Amarela do Metro, esta estação do Metro deveria ser em outro local, jamais na Luz, sem que a estação Nova Luz, e a de Bom Retiro estar concluída, e antes que tentem justificar que os subterrâneos da estação Júlio Prestes esteja tombada, e por isto que a linha-4 Amarela não foi instalada lá, é a mesma situação da Luz.
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Apresentação QueroMetrô! no Clube de Engenharia 20131113

  1. 1. Quero Metrô Solucionando o transporte público do Rio de Janeiro por Pedro Geaquinto e Rodrigo Sampaio W querometro.wordpress.com facebook.com/querometro @querometro
  2. 2. Quem somos nós? Pedro Geaquinto Estudante de Engenharia Química na UFF Rodrigo Sampaio Estudante de Engenharia de Materiais na UFRJ e Engenharia Industrial Mecânica no Cefet-RJ
  3. 3. Quero Metrô Um sistema multimodal baseado no conceito de corredores troncoalimentados.
  4. 4. 12 linhas de metrô Mais de 300 estações: custo preliminar de R$ 60 bi Crítica comum: isso é caro e pouco viável!
  5. 5. Sim, é possível! Comperj: mais de R$ 36 bi, segundo Estadão Incrementos da ordem de US$ 30 mi/km podem representar aumento expressivo de capacidade, segundo estudo neozelandês para a capital Wellington Segundo PDTU de 2003, há cerca de 12 milhões de viagens por dia na região metropolitana
  6. 6. Definindo prioridades Dividindo malhas por níveis de prioridade Malha completa: planejamento a longo prazo (expectativa para 2050) Malha prioritária: rede multimodal integrada (expectativa para 2030) Malha essencial: resolve maiores problemas atuais (expectativa para 2020)
  7. 7. Problemas atuais Consulta a estudos de demanda Principal causa de problemas: Falta de planejamento! Mesmo o mais detalhado dos estudos disponíveis, o Plano Diretor de Transportes Urbanos, é defasado (2003). 1 2 3 4 10 11 A B
  8. 8. Problemas atuais Central do Brasil Corredor São Gonçalo – Niterói – Rio SuperVia com capacidade ociosa: concorrência predatória
  9. 9. Central do Brasil Baldeação desequilibrada 2 Lote 29
  10. 10. Central do Brasil Zona Sul é também um dos principais destinos Botafogo, segunda estação mais movimentada
  11. 11. Central do Brasil Baldeação ainda desequilibrada com Lote 29 O estudo feito pela FGV para a Linha 4 ignora o carregamento da Supervia
  12. 12. Central do Brasil Linha 4: Uma oportunidade perdida? Pode resolver o gargalo Central-Cinelândia Farani: maior demanda Barra - Zona Sul
  13. 13. Linha 3 Monotrilho?
  14. 14. Linha 3 Monotrilho? Leito ferroviário consideravelmente preservado Monotrilho é adequado para locais adensados
  15. 15. Linha 3 Monotrilho? Oferta menor para demanda atual e reprimida Incompatibilidade com Linha 2
  16. 16. Linha 3 Monotrilho: inviabilidade de travessia Cais do Porto Aeroporto Santos Dumont
  17. 17. SuperVia Trem urbano: um modal desperdiçado
  18. 18. SuperVia Situação atual: tabela de horários
  19. 19. SuperVia O que é metrô? Nossa definição: Trem urbano parador de alta frequência
  20. 20. SuperVia Ramais paradores: “novas” linhas de metrô Retificação Requalificação
  21. 21. SuperVia Ramais semi-diretos: expressos suburbanos RER S-Bahn
  22. 22. Troncos não alimentados Não há sistema de integração tarifária efetivo Modais ferroviários debilmente estimulados Falta de sinergia municipal-estadual e concedente-concessionária
  23. 23. Malha atual 1 2 4 10 11 11 A
  24. 24. Malha essencial 1 2 3 4 10 11 A B
  25. 25. Malha prioritária 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 A B
  26. 26. Malha completa 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 A B C D
  27. 27. Rede multimodal integrada 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 A B C D
  28. 28. Transição entre etapas Malha provisória: planejamento, racionalização e troncalização
  29. 29. Rede multimodal integrada
  30. 30. Obrigado. Visitem nosso site e nos siga via Twitter ou Facebook. W querometro.wordpress.com facebook.com/querometro @querometro
  31. 31. Créditos Slide 3: 1. A İZBAN EMU at Alsancak station, Wikimedia Commons - CC-BY-3.0; 2. Velib bycicles in Paris near metro Cité (Station n° 4002 place Louis Lépine), Rcsmit, Wikimedia Commons - CC-3.0; 3. A Volvo B12M of Curitiba's BRT, at line 550 - Pinheirinho/Carlos Gomes, Luiznp, Wikimedia Commons - CC-3.0; 4. Metrocable Medelín, Camilo Sanchez , Wikimedia Commons - CC-3.0; 5. Eurotram from Strasbourg, C. Horwitz, Wikimedia Commons - CC-3.0; 6. Hino Poncho – Tokyo Community bus, 103momo, Wikimedia Commons - CC-3.0; 7. A KL Monorail Train running on an elevated viaduct in the heart of Kuala Lumpur, Calvin Teo Wikimedia Commons - CC-2.5: 8. TriCat in Macau - TurboJet Ferries – Hong Kong, Wikimedia Commons - CC-3.0. Slide 5: 1. AECOM Public Transport Spine Study for GWRC; 2. COMPERJ, Marcos Tristão, Agência O Globo. Slide 8: 1. Trem parte da Central do Brasil - Foto: Fernando Quevedo / 24.05.2012 / O Globo; 2. O tumulto começou por volta das 17h30m, quando a estação estava lotada - Foto: Marcelo Theobald / Extra; 3. Ônibus engarrafados na Avenida Francisco Bicalho, no Centro do Rio - Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo. Slide 9: 1. Movimentação ficou intensa na estação de metrô São Cristóvão com a greve de motoristas de ônibus - Foto: Ale Silva / Futura Press / Estadão Conteúdo; 2. Obras do metrô abandonadas e mato crescido nas encostas e no canteiro central - Foto: Cezar Loureiro / O Globo. Slide 10: 1. Passageiros reclamam de superlotação nos trens. Na foto, a estação de Botafogo cheia - Foto: Pedro Kirillos / Agência O Globo. Slide 12: 1. Extraído do Relatório Final do Estudo de Demanda Linha 4, Fundação Getulio Vargas; 2. Projeto da Comissão Executiva do Projeto do Metropolitano, de dezembro de 1951. Slide 13: 1. Extraído do vídeo “Sistema de monotrilho da Linha 3 (Niterói - São Gonçalo, RJ)”, disponível em https://vimeo.com/75738537 . Slide 14: 1. Estação Alcântara da antiga “Linha do Litoral” da E.F. Leopoldina – Foto: Cleiton Pieruccini em 09/2009; 2. Metro Monorail, Liverpool and Pitt Streets, Sydney, Australia - Greg O'Beirne - Wikimedia Commons – GFDL / CC-3.0. Slide 15: 1. Trânsito na ponte Rio-Niterói no sentido região dos Lagos devido ao feriado de Carnaval – Foto: Felipe - Hanower/Agência O Globo; 2. Mapa batimétrico, extraído de: V. S. Quaresma et al - Caracterização da ocorrência de padrões de sonar de varredura lateral e sísmica de alta freqüência (3,5 e 7,0 kHz) na porção sul da Baía de Guanabara – RJ.
  32. 32. Créditos Slide 16: 1. Vista aérea do Porto do Rio de Janeiro - Divulgação Acervo CDRJ; 2. Picture from Santos Dumont Airport - Mikko Palo - Wikimedia Commons – CC-3.0. Slide 17: 1. Novo trem da Supervia na Central do Brasil – Foto: Gustavo Stephan – Arquivo / Agência O Globo. Slide 18: 1. Sinalização dos horários SUPERVIA. Fernanda Gusmão Pernes. Slide 19: 1. Primeiro trem chinês da série 3000 (CNR) da SuperVia – Foto: Pablo Jacob / Agencia O Globo. Slide 20: 1. Foto de Bruno “ViajanteFla” em 04/05/2013; 2. Millennium set M32 at Sydney Central - Jason Antony (Alexanderino) - Wikimedia Commons – CC-2.5. Slide 21: 1. Geographically accurate map of the central network of the RER in Paris, France – Metropolitain - Wikimedia Commons – CC-3.0; 2. Liniennetzplan der S-Bahn Rhein-Main – DooFi - Wikimedia Commons – CC-3.0. Slide 28: 1. Bus stops in Curitiba, Paraná, Brasil. Marcopolo Torino Biarticulado bus (#HD239) with Volvo B10M Biarticulado chassis – Morio - Wikimedia Commons – GFDL / CC-3.0; 2. Corredor BRS Leblon/Ipanema - Foto: Márcia Foletto - O Globo; 3. C3 Trolleybus – Lyon – Ingérop – BHLS, http://www.ingerop.com/achievements-businesslines-public-transportation-50.html Todas as demais imagens são de autoria de Pedro Geaquinto e/ou Rodrigo Sampaio e fazem parte do projeto QueroMetrô. Todas estão licenciadas sob a Licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Brasil da Creative Commons nos termos BY-SA. Esta licença permite que outros remixem, adaptem, e criem obras derivadas ainda que para fins comerciais, contanto que o crédito seja atribuído ao autor e que essas obras sejam licenciadas sob os mesmos termos. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/ Creative Commons Brasil (CTS FGV Direito Rio) / CC BY-SA 3.0 Este trabalho está licenciado sob a Licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Brasil da Creative Commons nos termos BY-SA. Esta licença permite que outros remixem, adaptem, e criem obras derivadas ainda que para fins comerciais, contanto que o crédito seja atribuído ao autor e que essas obras sejam licenciadas sob os mesmos termos. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/ Creative Commons Brasil (CTS FGV Direito Rio) / CC BY-SA 3.0
  33. 33. querometro.wordpress.com

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