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  1. 1. Candeia Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” ANO II N° 12 Mongaguá-SP Julho/Agosto de 2011 PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS NESTA EDIÇÃO: EXISTÊNCIA DE DEUS ATRIBUTOS DA DIVINDADE -O Problema da Ido- 02C D latria entre espíritas onta-se que um velho árabe eus é eterno. Se tivesse analfabeto orava com tanto tido princípio, teria saído -A Evolução anímica 03 fervor e com tanto carinho, do nada, ou, então, tam- cada noite, que, certa vez, o bém teria sido criado por -O que representa a 04rico chefe de grande caravana chamou-o à um ser anterior. ação espírita em nos- sa realização pessoalsua presença e lhe perguntou: É imutável. Se estivesse sujeito a - Por que oras com tanta fé? Como sa- mudanças, as leis que regem o Universo -A Lei de Cooperação 05bes que Deus existe, quando nem ao me- nenhuma estabilidade teriam.nos sabes ler? É imaterial. Quer isto dizer que a -A Vida no Mundo 06 O servo humilde explicou-se: sua natureza difere de tudo o que cha- Espiritual - Quando o senhor recebe uma carta de mamos matéria. -Problemas do Amorpessoa ausente, como reconhece quem a É único. Se muitos deuses houves- -A Mediunidade de 07escreveu? se, não haveria unidade de vistas, nem Jesus - Pela letra. unidade de poder na ordenação do Uni- - Quando o senhor recebe uma jóia, co- verso. -O Mundo em suas 08mo é que se informa quanto ao autor dela? É onipotente. Ele o é, porque é úni- mãos - Pela marca do ourives. co. Se não dispusesse do soberano po- -Examinando o sofri- 09 O empregado sorriu e acrescentou: der, algo haveria mais poderoso ou tão mento - Quando ouve passos de animais, ao poderoso quanto ele, que então não te- -Lição de uma Jovem 10redor da tenda, como sabe, depois, se foi ria feito todas as coisas. Enfermeiraum carneiro, um cavalo ou um boi? É soberanamente justo e bom. A - Pelos rastros _respondeu o chefe, sur- sabedoria providencial das leis divinaspreendido. se revela, assim nas mais pequeninas coi- -Eventos Espíritas 11 Então, o velho crente convidou-o para sas, como nas maiores, e essa sabedoriafora da barraca e, mostrando-lhe o céu não permite se duvide nem da justiça INTERESSES ESPECIAISonde a lua brilhava, cercada por multidões nem da bondade de Deus. - O PROBLEMA DA IDOLARIAde estrelas, exclamou, respeitoso: Para acreditar em Deus, basta ao ho- ENTRE OS ESPÍRITAS:-Não - Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não mem lançar os olhos sobre as obras da devemos transformar nossas atividades em veículo de desta-podem ser dos homens! criação.Duvidar da existência de Deus que e adoração de nossos com- Nesse momento, o orgulhoso caravanei- seria negar que todo efeito tem uma panheiros espíritas.ro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na causa e admitir que o nada pode fazer - O QUE REPRESENTA Aareia e começou a orar também. alguma coisa. AÇÃO ESPÍRITA EM NOSSA Francisco C .Xavier – Pelo Espírito Meimei Allan Kardec: O Livro dos Espíritos REALIZAÇÃO PESSOAL? - Nunca,em todas as épocas da Livraria Espírita “Léon Denis” Humanidade, se teve tanto aces- so ao entendimento de nossos VISITE NOSSA LIVRARIA - NOVOS LANÇAMENTOS - PREÇOS PROMOCIONAIS anseios. - A LEI DE COOPERAÇÃO:- A vida em sociedade nem sempre é fácil. Há muitas divergências entre as pessoas. - EXAMINANDO O SOFRIMEN- TO:- O sofrimento é alta conces- são divina. Sem eles ignoraría- mos a paz, desconsideraríamos a alegria, maldiríamos a saúde.
  2. 2. 2 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 2 ANO II N° 12 Mongaguá-SP - Julho /Agosto de 2011 O PROBLEMA DA IDOLATRIA ENTRE OS ESPÍRITAS honrarias fantasiosas. É necessário reco- diz o seguinte: : “As faculdades nhecer que aí temos um perigo sutil, de que gozam os médiuns lhes através do qual, inúmeros trabalhadores atraem os elogios dos homens, têm resvalado para o despenhadeiro da os cumprimentos e as adulações: inutilidade”. eis o seu tropeço”. As emoções da admiração Assim sendo a“adoração” abusiva, voltadas a médiuns, líderes e consciente ou inconsciente dirigi- oradores bri- da a pessoas lhantes não dei- xam de ser belas ...não devemos transfor- que se desta- cam no aben- e emocionantes. mar nossas atividades doutriná- çoado Movi-J Repletas de re- rias, sessões mediúnicas, reuni- mento Espíri- conhecimento e ta (dirigentes, muito entusias- ões de estudo, semanas espírita, facilitadores, á é de nosso conhecimento madas, agradam confraternizações, etc., em veí- médiuns, es- que a idolatria a seres huma- a todos os que culo para o destaque e a adora- critores, ex- as recebem em ção de nossos companheiros positores,nos é mais prejudicial espiritualmente, todos os setores evangelizado-do que a adoração a ídolos de barro, de nosso Movi- espíritas!pedra, madeira, ouro, etc.. A cristaliza- res, etc.) im- mento Espírita. pede o cresci-ção mental acaba por mediar o cresci- No entanto, essas manifestações me- mento moral, pois paralisa, alge-mento aberrante de energias psíquicas recem muito cuidado no que diz res- ma e entorpece as nossas energi-viciadas, voltadas para o terreno panta- peito a disciplina, prudência e ao e- as salutares na prática da verda-noso, viscoso e hipnotizador de ilusão quilíbrio. deira caridade e verdadeira fra-e fantasia, fascinação e fanatismo, baju- Sem darmos conta dos riscos, ternidade cristã.lação e vaidade, exaltação e elogios, vamos introduzindo as exposições Sob este aspecto, nãoenvolvimento hipnótico e deslumbra- descabidas de sentimentalismo exalta- devemos transformar nossas ati-mento. do, endeusamento obstinado, elogios vidades doutrinárias, sessões me- infindáveis,destaque desregrado, baju- diúnicas, reuniões de estudo, se- Emmanuel faz menção a este lação sistemática, visando à competi- manas espírita, confraternizações,nocivo hábito no livro Pão Nosso, cap. ção silenciosa de dominação para sus- etc., em veículo para o destaque52, sob o título “Perigos Sutis”: “Aqui e tentar a supremacia ideológica e sim- e a adoração de nossos compa-acolá, surgem pruridos de adoração que patia por determinada interpretação nheiros espíritas!se faz imprescindível combater.Não mais doutrinária nas diversas regiões daimagens dos círculos humanos, nem ins- J. RIVERAtrumentos físicos supostamente santifica- grandiosa seara espírita.dos para cerimônias convencionais, mas Em o Livros dos Médiuns, noentidades amigas e médiuns terrenos que seu cap. XXXI, item XII, vamos en-a inconsciência alheia vai entronizan- contrar uma importante mensagem,do,inadvertidamente, no altar frágil de ditada pelo espírito Joana D’Arc, que I A SABEDORIA ESTÁ EM NÃO PENSARES QUE SABES AQUILO QUE NÃO SABES. sto vai endereçado àqueles que criticam as coisas de que, frequentemente, nada sa- bem. Platão completa este pensamento de Sócrates, ao dizer;_” Tentamos, primeiro torná-los, se possível, mais honestos nas palavras; se não conseguirmos, não nos ocupemos deles, e não busquemos mais do que a verdade. Tratemos de nos instruir, mas não nos abor- reçamos.” É assim que devem agir os espíritas, com relação aos seus contraditores de boa ou má fé. Se Platão revivesse hoje, encontraria as coisas mais ou menos como no seu tempo , e poderia usar a mesma linguagem. Sócrates também encontraria quem zombasse de sua crença nos Espíritos e o tratasse de louco, assim como ao seu discípulo Platão.Por haver professado esses princípios, Sócrates foi primeiro ridicularizado, depois acusado de impiedade e conde-nado a beber a cicuta. Tanto é certo que as grandes verdades novas, levantando contra elas os interesses e os pre-conceitos que ferem, não podem ser estabelecidas sem lutas e sem mártires. ( n° 11 cap IV )VISITE NOSSO SITE: www.geeld.blogspot.com FALE CONOSCO:- geeld@yahoo.com.br
  3. 3. 3 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “ Leon Denis” Página 3 3 Página ANO II N° 12 Mongaguá-SP - Julho/Agosto de 2011 A EVOLUÇÃO ANÍMICA aperfeiçoamento, uma transformação da espécie CELSO MARTINS imediatamente inferior.‖A Na Austrália existe o ornitorrinco. Ele é um mamífero Biologia ensina-nos que houve os naturalistas ao qual não deixam de faltar caracteres de ave. Por e- fixistas, ou seja os cientistas que defendiam a xemplo: é um mamífero porque tem pêlos e mamas, tese segundo a qual as espécies atualmente tem glândulas mamárias. Todavia, como as aves ele põe existentes, tanto animais como vegetais, seri- ovos, tem bico e patas parecidas como as de um palmí-am exatamente as mesmas colocadas por Deus na Terra pede para poder nadar. Vemos ser uma transição entrequando da criação do mundo. Assim pensavam e prega- as aves e os mamíferos. Há um vegetal também chama-vam Aristóteles, Linneu, Cuvier, Agassiz e outros. De do de Selaginela que é transição entre pteridófitas (asigual modo assim admitem os católicos, os protestantes, samambaias) e as ginospermas (árvores de Natal, se-aferrando-se ao texto bíblico. Se bem que, entre os quóia,pinheiro do Paraná).católicos, já houve quem pensasse diferentemente co- Ainda com base em Kardec, vamos ler O Livro dosmo o padre e o paleontólogo Telhard de Chardin, cujas Espíritos, na questão n° 607 – a esta explicação dos Es-idéias levaram a Igreja a admitir a evolução das espécies, píritos Superiores:-reservando à alma sua natureza e origem diretamente “É nesses seres que o princípio inteligente se ela-da parte de Deus. bora, se individualiza pouco a pouco e ensaia para E a mesma Biologia ensina-nos que houve naturalistas a vida. É de certa forma um trabalho preparativo,evolucionistas, ou seja, os cientistas que defendem a como o da germinação, em seguida ao qual o prin-tese de que os seres vivos que hoje conhecemos são o cípio inteligente sofre transformação e se torna Es-resultado de um lento mas progressivo processo, que se pírito. É então que começa para ele o período dadeu no passado e ainda se dá no presente. Como evolu- humanidade e com este passa a tomar consciênciacionistas temos o francês Lamark e o inglês Carlos Dar- de seu futuro, a fazer a distinção entre o Bem e owin, o mais importante biólogo transformista, famoso Mal e se torna responsável por seus atos.‖por ter lançado, depois de viajar pelo mundo, em 1859,o polêmico livro “A Origem das Espécies”. Bem, consultando Kardec, sobretudo no livro A Gê-nese, lançada em 1868, no capítulo X, vamos encontrarestas palavras do Codificador do Espiritismo: ―Por pouco que se observe a escala dos seres vi-vos, do ponto de vista do organismo, é-se forçadoreconhecer que, desde o líquen à árvore, e desde ozoófito até o homem, há uma cadeia que se elevagradativamente, sem solução de continuidade e cu-jos anéis todos têm um ponto de contacto com oanel precedente. Acompanhando-se passo a passo asérie dos seres, dir-se-ia que cada espécie é um PERISPÍRITO E DESLOCAMENTOO s bons Espíritos vão a qualquer parte. Na Colônia, porém, é evitado o seu uso para não humilhar a A maneira como se deslocam os Espírito, varia grande maioria dos que ali habitam e que não têm condições de acordo com o grau de progresso já alcançado. de praticá-la. Do mesmo modo que na Terra se usa como No Mundo Espiritual, gozam também os Espíritos de perfei-meio de deslocamento o “caminhar”, também na Espiritualida- to serviço de tráfego. É natural que ali ninguém goze dode se faz o mesmo, e isto acontece com a maioria dos recém “privilégio” do carro particular, pois na Espiritualidade todosdesencarnados. os patrimônios são de ordem coletiva. Porém, os Espíritos que se emancipam através da espiritua- André Luiz nos fala de alguns desses veículos ali usados: olização gozam da possibilidade de “volitação.” “aeróbus”, por exemplo, espécie de coletivo percorrendo A “volitação” é uma espécie de vôo deslizante, com capaci- itinerários comuns. Também nos revela a existência de veícu-dade de deslocamento vertiginoso. Ela atende com perfeição los de tração animal utilizados durante trabalhos de socorroas necessidades dos Espíritos evoluídos, quando estes necessi- nas regiões umbralinas, quando aborda o problema do corpotam cobrir longos percursos para a execução de suas tarefas. espiritual nos animais.Foi André Luiz quem vulgarizou o tempo “volitação”. Diz-nosele que, fora dos muros da Colônia Espiritual “Nosso Lar”, ela JOÃO SÉRGIO SELLé comumente usada.
  4. 4. 4 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 4 ANO II N° 12 Mongaguá-SP - Julho/Agosto de 2011 O QUE REPRESENTA A AÇÃO ESPÍRITA EM NOSSA REALIZAÇÃO PESSOAL? ―O verdadeiro O conforto que temos à Voltamos assim ao início des- homem de mão, a Ciência e suas conquistas se artigo, em que enumeramos tama- bem (...) estu- maravilhosas,a Tecnologia a serviço nhos desafios que precisamos e deve- da as suas da comunidade, as Leis que permi- mos encarar face a face, pois quanto próprias im- tem-nos uma convivência mais civi- mais se limpa nossa casa íntima de perfeições e lizada, a Engenharia, a Arquitetura, tralhas que representam as dificulda- trabalha sem as geniais descobertas da Medicina des que sempre tivemos de sobrevi- cessar em e da Biologia, e a enxurrada de fa- ver em uma sociedade muito injusta e combatê-las. cilidades criadas por tamanho de- desigual, mais os buracos da parede Todos os seus senvolvimento do conhecimento estão sendo expostos, os defeitos na esforços ten- humano são atestados do quanto pintura aparecem, as manchas no tetodem a permitir-lhe dizer, ama- nos projetamos na arte de tornar a são percebidas, as telhas quebradasnhã, que traz em si alguma coisa vida mais descomplicada. são apontadas facilmente,os cupinsmelhor do que na véspera‖. Allan nos tacos e nas tábuas do piso sãoKardec “O Evangelho Segundo o Espiritis- Contudo, todos esses as- vistos, o perigo dos fios e cabos elé-mo”, cap.XVII –item 3, “O Homem de pectos representam acessórios que tricos espalhados desorganizadamen-JBem”. propiciam à criatura humana a o- te é claramente sentido, enfim, nos portunidade de caminhar na dire- damos conta da profunda reforma ção do principal, que é o próprio pela qual precisa passar nossa casa á estamos avançando e pro- ser humano e sua capacidade de interior. fundamente adentrando na interagir com seus semelhantes. movimentação deste século Basta de maquiar tais defici- Tantos confortos expuse- ências! Chega de fugirmos de nóse deste milênio. ram as chagas que ainda trazemos próprios,como vimos fazendo há sé- A realidade está a nos des- em nosso mundo íntimo: o egoís- culos! É chegada a hora de nos autopertar para os modernos desafios mo, o orgulho, a vaidade, o perso- descobrirmos e trabalharmos o ricoda sociedade atual, não mais apenas nalismo, a egolatria,o narcisismo, a acervo de nossas emoções, desejos econvidando, mas conclamando e ambição, o desejo de supremacia, entre tantas neuroses e transtor- conquistas.gritando, para o homem e a mulherdo século XXI encararem o desafio nos de auto-paixão. A civilização humana alcançoude frente e aplicarem soluções ur- um momento crucial: ou aprendemos Nunca, em todas as épocas a nos comportar como civilizados, ougentes para solucioná-los. da Humanidade, se teve tanto aces- nossa abençoada escola chamada Ter- O meio ambiente, as desi- so ao atendimento de nossos an- ra não poderá servir-nos de educan-gualdades sociais, a frágil linha de seios materiais; no entanto, nunca dário nobre e especial, pois que ofuncionamento da Economia Mundi- tiveram homens e mulheres tantos gongo do Novo Milênio já soou, eal, a violência, a explosão da liberti- e complexos conflitos íntimos, já não mais haverá espaço para posturasnagem sexual, a juventude perdida sendo nomeado este primeiro sé- culo do novo Milênio como o sé- medievais de seus educandos.entre tantos prazeres desequilibran-tes, as drogas, a corrupção, a crise culo da depressão. Assim, o motivo da série demoral sem precedentes, a escalada transtornos do sentimento, do com- Tem causado tristeza e portamento e do psiquismo está nada depressão e da angústia nos se- preocupação a quantidade de ho-res humanos, a falta de identidade fuga ao convite de trabalharmos todo mens, mulheres,ricos, pobres, eu- o material íntimo que trazemos emda criatura para com o Criador, etc. ropeus, americanos, africanos, asiá- nós, convite esse para que nos trans- Caramba! Só tem coisa ruim ticos, idosos, jovens e até crianças formemos interiormente, modifican- de 13, 14 anos frequentando assi- do hábitos, alijando ví-acontecendo? duamente consultórios de terapeu- cios,conquistando virtudes, conhecen- Assim será a reação de mui- tas,psicólogos, psiquiatras, e outros do mais nossas reações, aquilatandotos tendo lido até aqui nossas consi- profissionais do gênero pedindo os bons valores que já trazemos ederações... socorro para suas crises de incapa- vencendo as imperfeições, obstáculos Logicamente que não estão cidade de lidar com seu mundo e deficiências de fundo moral e espiri- interior, apesar de tantas conquis-tão somente ocorrendo coisas ruins tual. tas do mundo exterior.e catastróficas. É a hora de substituirmos o Tal incapacidade de lidar A relação de coisas boas “homem velho” pelo “homem novo”. conosco mesmos se acentuou jus-que temos acesso no mundo dehoje é bastante extensa, refletindo tamente porque as dificuldades JoamarZanolini Nazareté enfrentadas pelas gerações anterio-o avanço social que o Homem (e a Advogado, professor universitário, jornalista, res absorviam esforços e energias, radialista, escritor), orador e conferencista, ÉMulher, é claro!)conseguiu imprimir escondendo (de nós mesmos) um dos diretores do Centro Espírita "Aurélioem nossa escola planetária. grande parte de nossas necessida- Agostinho", com atuação em serviços sociais e O conforto que temos à des morais e espirituais. coordenador de eventos
  5. 5. 5 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 5 ANO II N° 12 Mongaguá-SP Julho/Agosto de 2011 A LEI DE COOPERAÇÃO Dotado de extrema sabedoria e pureza, ainda assim buscou companheiros para auxiliá-lo na tarefa. Escolheu doze apóstolos, aos quais ministrou os mais variados ensinamentos Orientou-os, burilou-os e amparou-os para que no tempo devido sustentassem a vivência do Evangelho no mundo. Os Apóstolos eram diferentes entre si. Havia os reflexivos, os exaltados, os emotivos e os práticos. Jesus a nenhum desprezou. Antes, soube aproveitar A suas diferentes habilidades para o sucesso da empreitada evangélica. Certamente, ao assim agir, o Mestre Divino sinalizou Espiritualidade Superior ensina que o a importância da cooperação e da tolerância. isolamento é contrário à Dotado de poderes magné-natureza humana. A vida em sociedade nem ticos desconhecidos e de ex- Segundo ela, o homem é instintiva- sempre é fácil. traordinária sabedoria, nemmente gregário por motivos providenci- Entre pessoas de visões e por isso quis fazer tudo sozi-ais. Ele precisa progredir e o progresso habilidades diversas, por ve- nho. Soube dividir o peso da ta-é sempre fruto da colaboração de muitos. zes surgem discussões e de- refa com homens rudes e que Em regra, o homem busca a vida em sentendimentos. não o compreendiam bem.sociedade por razões pessoais. Esse eloqüente exemplo Ocorre que as criaturas possuem diferentes ha- demanda detida reflexão.bilidades e caracteres. A vida em sociedade nem sempre é fácil. Mediante o convívio, elas se aproveitam dos ta- Entre pessoas de visões e habilidades diversas, porlentos recíprocos e aprendem umas com as outras. vezes surgem discussões e desentendimentos. Justamente por isso, a força de uma sociedade Ocorre que o bem pujante nunca é obra de um ho-advem da diversidade de seus integrantes. mem só. Quando a diversidade é valorizada, tem-se um Toda realização de importância é sempre fruto doorganismo social dinâmico e eficiente. esforço de incontáveis envolvidos. Ao contrário, toda tentativa de uniformização, Apenas é preciso ser tolerante para conviver com ocom intolerância ao diferente, implica enfraquecimen- diferente.to. A fim de que o melhor resultado surja,, importa a- Pode-se entender que vigora no âmbito humano prender a admirar opiniões divergentes.uma Lei geral de Cooperação. Não apenas tolerá-las, mas valorizá-las, no que apre- Ela se apresenta nos mais variados contextos, sentem de positivo.dos triviais aos sublimes. Sem dúvida, é possível agir sozinho na luta por um Por exemplo, Jesus encarnou na Terra para ensi- ideal.nar e exemplificar a vivência do bem, na conformidade Ocorre que, quando várias mãos se juntam, o bem sedos desígnios Divinos. multiplica e expande. Pense nisso. Mundo Espírita – FEP‘”O ser humano que venceu na vida é aquele que viveu bem, riu muitas vezes e amou mui-to; que conquistou o respeito das pessoas inteligentes e o amor das crianças; que preen-cheu um lugar e cumpriu uma missão; que deixou o mundo melhor do que o encontrou, se-ja com uma flor, um poema perfeito ou com o salvamento de uma alma; que procurou omelhor de nós e deu o melhor de si.” .” ROBERT L. STEVENSON
  6. 6. 6 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Página 6 ANO II N° 12 Mongaguá-SP - Julho/Agosto de 2011 A VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL A VIDA ESPIRITUAL A VIDA ESPIRITUAL DO HOMEM PRIMITIVO DO HOMEM NÃO PRIMITIVO O O s Espíritos primitivos, ao desencarnar, voltam-se para s desencarnados, a grei donde pertenceram, não primitivos, re- buscando uma espécie de presentam uma segurança, devido às saudades do lar. É gama de seres em bem possível que as repetições desse diversos graus evolutivos. Quan- processo forjassem, o nascimento do to menos evoluídos o ser, me- culto aos antepassados, observado em nores serão as percepções na dimensão onde se encon-determinadas civilizações. O homem selvagem (...) desper- tra. Encetando, pois, a sua iniciação no plano espiritual,ta, fora do corpo denso, qual menino aterrado, que em se de consciência desperta e responsável, o homem come-sentindo incapaz da separação para arrostar o desconheci- ça a penetrar na essência da lei de causa e efeito, encon-do, permanece, tímido, ao pé dos seus, em cuja companhi- trando em si mesmo os resultados enobrecedores oua passa a viver, noutras condições vibratórias, em proces- deprimentes das próprias ações. Quando dilacerado esos multifários de simbiose, ansioso por retornar à vida desditoso, grita a própria aflição, ao longo dos largosfísica que lhe surge à imaginação como sendo a única abor- continentes do Espaço Cósmico, reunindo-se a outrosdável à própria mente. Não dispõe, nessa fase, de supri- culpados do mesmo jaez, com os quais permuta os qua-mento espiritual que o ajude a pensar em termos diferen- dros inquietantes da imaginação em desvarios, tecendo,tes da vida tribal em que se apóia.(...) O homem primitivo com o plasma sutil do pensamento contínuo e atormen-que desencarnou (...) não tem outro pensamento senão tado, as telas infernais em que as conseqüências de suasvoltar – voltar ao convívio revitalizante daqueles que lhe faltas se desenvolvem, mediante as profundas e estranhasusam a linguagem e lhe comungam os interesses. Ressurgir fecundações de loucura e sofrimento que antecedem asna própria taba e renascer na carne (...) constituem aspira- reencarnações reparadoras.ção incessante do selvagem desencarnado. FUNDAMENTAÇÃO ESPÍRITA – FEB PROBLEMAS DO AMOR ―...que vosso amor cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento.‖ Paulo.Filipenses, 1:9. O amor é força divina do Universo. É imprescindível, porém, muita vigilância para que não a desviemos na justa aplica- ção. Quando um homem se devota, de maneira absoluta, aos seus cofres perecíveis, essa energia, no coração dele, denomina-se “avareza”; quando se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se nele em “egoísmo”; quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente e o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se “inveja”. Paulo, escrevendo à amorosa comunidade filipense, formula indicação de elevado alcance. Asse- gura que “ o amor deve crescer, cada vez mais, no conhecimento e no discernimento, a fim deque o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes”. Instruamo-nos, pois, para conhecer. Eduquemo-nos para discernir. Cultura intelectual e aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor, noimpério da sublimação que nos aproxima de Deus. Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque muitas vezes, onosso amor é simplesmente querer e tão-somente com o “querer” é possível desfigurar, impensadamente, os maisbelos quadros da vida. Fonte Viva – Francisco C Xavier – pelo Espírito Emmanuel.
  7. 7. 7Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita „Leon Denis” Página 7 ANO II N° 12 – Mongaguá– SP - Julho/Agosto de 2011 MEDIUNIDADE A MEDIUNIDADE E JESUS A mediunidade é em si mesma, uma facul- mitivas embrutecem-na; as ambições vulgares conspur- dade que possibilita o intercâmbio consci- cam-na; os interesses egoístas ensoberbecem-na, con- ente ou não com os espíritos, quer estes denando-a a distonias físicas e psíquicas irrecuperáveis. se encontrem domiciliados no corpo físi- Não pode ser aplicada como meio de vida, porémco ou fora dele, além da morte orgânica. como instrumento de relevantes valores para a vida. Neutra, do ponto de vista filosófico e religioso, Nos últimos tempos, poderemos identificá-la emtem sido utilizada através da história para os fins que situações diferentes, ora constrangedoras, ora grandio-lhe destinam os grupos sociais nos quais se apresenta. sas, conforme a finalidade a que a destinaram os seus Inata à natureza humana, contribui para demons- portadores.trar com segurança a transitoriedade da organização A relação daqueles que se fizeram missionários dobiológica, ao mesmo tempo em que favorece a indiscu- bem em favor do seu próximo é longa, entregando-se àtível realidade da vida imortal. atividade mediúnica sob rígido controle moral e cristão. A sua utilização assinala-a com bênçãos ou desali- Iluminando a consciência do médium e aplainandonhos, de acordo com a conduta do medianeiro, bem -lhe o caráter, a doutrina espírita propõe o exercício dacomo daqueles entre os quais este se movimenta. faculdade em favor de metas relevantes, nas quais o Expressa-se, automaticamente, despertando curio- sacrifício, a abnegação e a caridade do servidor se tor-sidade, chamando a atenção, impondo, no entanto, um nam indispensáveis para o êxito do empreendimento.comportamento saudável, a fim de oferecer resultados Esta conduta é a da mediunidade com Jesus – Pro-proveitosos. tótipo do intercâmbio superior com Deus em favor da Descuidada, torna-se veículo de sofrimento; utili- humanidade – através cujo exercício adquire as caracte-zada em espetáculos, concorre para o desequilíbrio e o rísticas essenciais para o seu superior desiderato, auxi-ridículo; vendida, tomba nos perigosos meandros da liando os homens, encarnados ou desencarnados, a tri-mentira a serviço da irresponsabilidade; posta em favor lharem pela senda renovadora.do bem, converte-se em portal de luz, abrindo espaços Considerando-se a multidão de inditosos a pulula-libertadores para os homens e os espíritos. rem na erraticidade inferior, o médium consciente e De acordo com a conduta moral do médium, atrai responsável deve brindar-se à tarefa da enfermagementidades equivalentes que a manipulam, dando curso espiritual, em favor do seu próximo, contribuindo paraao caráter que possuem, tornando-a fator de alegria ou que este seja esclarecido e guiado ao reequilíbrio, dan-de tormento. do curso ao impositivo da caridade, desta forma evitan- Essencialmente, deve destinar-se à obra de conso- do-se as quedas desastrosas no abismo em que tom-lação das criaturas, demonstrando-lhes a sobrevivência bam os insensatos, os presunçosos, os irrequietos eao túmulo e reconfortando, também, aqueles que o invigilantes que, em se utilizando da mediunidade ematravessaram com desaviso, tormento e loucura. favor da ambição, recebem o efeito da própria escolha. Os desvios morais entorpecem-na; as paixões pri- Divaldo P Franco – pelo Espírito Vianna de Carvalho – Mé- diuns e Mediunidades APTIDÕESA cada ingresso na esfera carnal, trazes contigo compromissos que te permitirão desenvolver novas apti- dões. Acumulando valiosas experiências, vais crescendo como alma, que busca incessantemente a perfeição. O caminho é longo e cada trecho percorrido deve ser preenchido com devotamento e amor. O corpo físico, cadinho de experiências por vezes dolorosa, é imenso santuário do Espírito que deve ser cui-dado com extrema dedicação e responsabilidade. Não queiras abarcar grandes conquistas numa única vida, mas dá-te a oportunidade de amadurecer lentamente,assentando um terreno seguro onde possas trilhar futuramente para novas investidas no campo da evolução. Reserva-te o direito de errar, sem excluíres o dever de vencer a ti mesmo, refazendo teus atos com amor, es-perança e fé. Ergue-te dos próprios tropeços e lembra-te de que, adiante, tu mesmo irás usufruir das conquistas de agora. Se grato por esta vida porque esta representa oportunidade reprisada de vencer as tuas limitações. , descobrindo que és um universo inexplorado, onde tesouros incalculáveis se encontram enterrados, sob a su-cata da ignorância, e aguardam o momento de brilhar. E assim, ante cada etapa vencida com êxito, pelo menos mais uma aptidão resplandecerá como adorno eternode tua alma. SUPERANDO A ANSIEDADE—EULÁLIA BUENO - MENSAGENS DE MARIA DO ROSÁRIO DEL PILAR
  8. 8. 8 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 8 ANO II N° 12 – Mongaguá– SP - Julho/Agosto de 2011 O MUNDO EM SUAS MÃOS Richard simonetti N o esforço de manter-se ocupado, há Nesse momento, enquanto lê estas linhas, você algo muito importante: não está na prisão. Em pensamento, livre como um Não deixe passar um só dia sem o em- pássaro, viaja comigo no maravilhoso país das idéias. prenho de aprender. Nossa mente, se assim posso dizer, tem proprieda- ----oooo0000oooo -- -- des elásticas. Quanto mais coisas botamos dentro dela, mais cresce, mais poderosa fica, mais capaz. Talvez você não goste de ler. Não está sozinho. E quanto mais aprendemos, melhor compreende- Muitas pessoas jamais abriram um livro. Não sa- mos a vida, mais equilibrados ficamos, mais felizes vive- bem o que estão perdendo... mos. Mas não é tão difícil cultivar a leitura. Basta criar o Sócrates, que foi um grande sábio da Antiguidade hábito. dizia : Hábito é aquilo que a gente está acostumado a Só ha um mal - a ignorância. fazer. Só há um bem - o conhecimento. Fazemos automaticamente, com facilidade, sem Ele queria dizer que os males em que nos envolve- esforço... mos nascem sempre de não sabermos como lidar com Por exemplo: a Vida. Falar mal da vida alheia. Mais exatamente, nascem de nossa ignorância. Muita gente gosta disso. Basta se reunirem duas ou Analisando friamente a questão você fatalmente re- mais pessoas e dali a pouco estão fofocando. conhecerá que se conhecesse melhor as coisas, se ti- É um mau hábito. vesse uma visão mais clara sobre a Vida, certamente Não traz nenhum proveito. Ao contrário, só gera não estaria numa prisão. confusão, desentendimento, discórdia, brigas... Por isso Sócrates afirma que o único bem é o co- Ler é um bom hábito. nhecimento. No começo é meio enjoado, cansativo. A gente Quem adquire conhecimento fica sabendo o que é não consegue prestar atenção, tem dificuldade para realmente importante em favor de sua felicidade. entender. Mas se insistirmos, lendo todo dia um pouco, aca- ---oooo0000 oooo ---- baremos gostando, e leremos cada vez mais, e enten- deremos cada vez melhor. Nessa busca de conhecimento há um amigo muito Experimente. especial, disposto a nos acompanhar onde estivermos, Em princípio faça como um dever. até na prisão. Está sempre pronto a nos atender e ensi- Assuma perante você mesmo um compromisso: nar, a qualquer momento. Ler, todos os dias, algumas páginas de um bom Nunca se cansa. Nunca se aborrece. Nunca se re- livro, aquele que lhe ofereça conhecimento. cusa. Aos poucos você começará a ler mais páginas e Esse amigo de todas as horas é o livro. haverá de gostar. Com ele aprendemos as coisas mais interessantes, Verá que é muito bom. aumentamos a nossa capacidade de pensar, viajamos...Q uando o Sublime Governador da Terra se corporificou entre os homens, considerou o trabalho atendendo aos im- positivos da ação na comunidade; respeitou a indumentária, submeteu-se às contingências da época; manteve ami- gos em círculos de afeição, atento à vida em sociedade; aceitou problemas comuns, compreendendo as limitações mentais dos que o cercavam; mas, sobretudo, preparou-se para o serviço de salvação dos espíritos, entregando-se,Ele mesmo, às maiores renúncias, às mais pungentes dores, às mais graves aflições para, através da cruz, em morte imerecida,atestar que as fronteiras do reino da alegria perfeita começam com as primeiras tintas da madrugada, que brilha na esfera ex-celsa da imortalidade, depois de todas as preocupações, vencida a morte... Divaldo P. Franco – Pelo Espírito Joanna de Ângelis
  9. 9. 9 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 9 ANO II N° 12 – Mongaguá– SP Julho/Agosto de 2011 EXAMINANDO O SOFRIMENTO Fugir da aflição! Libertar-se da dor! para vencer a dor, enfrentando-a com nobreza e fé E Sócrates, o maior filósofo da Humanidade,encarcerado pela squecer...Esquecer que se sofre! _ Exclamam os intolerância do ignóbil julgamento Heliastas preceituava, mesmo simplistas que pensam em solucionar o magno e da prisão, o culto da moral e da virtude para vencer o sofrimen- palpitante problema do sofrimento não o consi- to, suportando com estoicismo a injusta imposição. derando, como se, ignorando a enfermidade e a Francisco de Assis, o pobrezinho, desdenhando todas asdor, a dor e a enfermidade ignorassem o homem. coisas da Terra, experimentou a zombaria e sofreu aflições sem Muitos dos que se filiaram às diversas correntes religio- nome, mantendo a força do amor no exercício das virtudessas do Cristianismo procuram, por processo de transferência, cristãs, como chave do enigma angustiante do sofrimento. Ben-oscilar acima das águas tumultuadas do sofrer, orando, e na dizia a dor!prece, a libertação gratuita, como se o papel da Divindade Joana d’Arc encarcerada por circunstâncias óbvias procu-fosse o de incluir solicitações aos títulos característicos do rou escutar suas Vozes e, animada pelos Amigos Espirituais quemérito ou do demérito. a norteavam, suportou o cárcere, a humilhação, o vexame Alguns, vinculados às cor- quando queimada, após infamante e arbitráriorentes do materialismo filosófi- O sofrimento é alta con- julgamento, chamando por Jesus e superando aco ou científico, fogem em bus- cessão divina. própria dor...ca do prazer como se este, en- O sofrimento é alta concessão divina.torpecendo o caráter, pudesse Aflição é exercício para Aflição é exercício para fixação do bem.anular a sede dos registros do fixação do bem. Sem eles ignoraríamos a paz, desconsideraría-passado culposo, libertando os Sem eles ignoraríamos a mos a alegria, maldiríamos a saúde.infratores sem a regularização Aquele que sofre está sendo aquinhoado comdos seus débitos. E como o paz, desconsideraríamos a a- os exercícios de fixação do bem nas telas men-prazer não consegue atender a legria, maldiríamos a saúde. tais.sede de gozo e o gozo da fuga, No leito de dor, na cadeira de rodas, nas amar-fogem, desvairados, para os labirintos das drogas estupefaci- ras ortopédicas; sob os ferrões morais, nos tormentos familia-entes, procurando, na consciência em desalinho e em exalta- res, nos cipós limitativos das aspirações; no corpo, na mente, nação, uma felicidade a que não fazem jus, uma paz que não me- alma; na família, em sociedade, no trabalho; onde esteja a arderrecem. e queimar brasas do sofrimento, agradece a Deus a oportunida- E o sofrimento – esse desconhecido servidor da alma – de de aprender e reparar.continua, imperturbável no afã de sacudir e despertar mentes, Mesmo que o teu céu esteja carregado de cúmulos emrealizando o impositivo divino de reequilíbrio da Lei. forma de dores e preocupações, e aparentemente te encontres Reponta aquí e surge adiante, de mil formas, falando amesquinhado por angústias, caminhando em terrível tristeza,vigorosa linguagem que somente raros conseguem escutar e levanta a cabeça, descripa as mãos e torna-as de amor para comentender. elas louvar ao Senhor no trabalho e no bem com os quais alça- Zenão de Cítio, o filósofo grego do século IV antes de rás vôo às Regiões da liberdade após o resgate que o sofrimen-Cristo, contemplando o panorama de dor que se apresentava to te enseja.afligente em todo lugar, elaborou a atitude inabalável diante Recebe-o, pois, com amor e não desvaries.da alegria e da tristeza, através do qual o desdém às coisas DIVALDO PEREIRA FRANCOmateriais e o culto às virtudes seriam os meios únicos de pelo Espírito Joanna de Ângelispromover o equilíbrio no homem, desse modo valorizando Dimensões da Verdade O SONO E OS SONHOS QUESTÃO 404 – O QUE PENSAR DA SIGNIFICAÇÃO ATRIBUIDA AOS SONHOS ? O s sonhos não tem o significado que certos adivinhos lhe atribuem. É um absurdo a- creditar que sonhar com isso significa aquilo. São verdadeiros no sentido de que apresentam imagens real ao Espírito, mas muitas vezes não tem relação com que se passa na vida corporal; são também como dissemos, uma lembrança. Algumas vezes, podem ser um pressentimento do futuro, se Deus o permite, ou a visão do que se passa nesse momento em outro lugar para onde a alma se transporta. Não tendes numerosos exemplos de pessoas que aparecem em sonho e vem advertir seus parentes ou amigos do que lhes está acon- tecendo ? O que são essas aparições, senão a alma ou Espírito dessas pessoas que vem se comu- nicar com o vosso? Quando estais certos de que o que vistes realmente aconteceu, não é umaprova de que a imaginação não tomou parte em nada, principalmente se as ocorrências do sonho não estavam demodo algum e vosso pensamento enquanto acordados ?
  10. 10. 10 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” Página 10 ANO II N° 12 Mongaguá -SP Julho /Agosto de 2011 LIÇÃO DE UMA JOVEM ENFERMEIRA ―Dizeis que o amor e a caridade são virtudes dos An-jos e que os Anjos estão no céu. No entanto,não te esqueças de quepodes encontrá-los nos hospitais, em forma humana aqui na Terra mesmo.‖ GUILHERME VICTOR Candeia U ma jovem enfermeira escreveu um artigo sobre sua luta para aprender a enxergar em um paciente a imagem Av Emb.PEDRO DE TOLEDO,382 de Deus sob um “doloroso disfarce.” Jd. AGUAPEÚ Aconteceu algumas semanas antes do Natal. 11730-000 MONGAGUÁ -SP Joana foi uma das primeiras pacientes, um caso completamente sem esperanças. “Um aneuris-ma cerebral (rompimento de veias do cérebro) “, escreve a enfer- Tel: (013) 3448- 3218 (013) 3448-3973meira, “impedia que ela tivesse consciência do que ocorria em todo www.geeld.blosgspot.como seu corpo”. Logo os médicos concluiriam que Joana estava total- geeld@yahoo.com.brmente inconsciente, incapaz de sentir dor e alheia a tudo o que sepassava a seu redor. A equipe de enfermagem do hospital tinha res-ponsabilidade desvirá-la no leito a cada hora para evitar a formaçãode escaras e de alimentá-la duas vezes por dia “ com uma espécie GRUPO DE ESTUDOSde mingau ralo que passava por um tubo até chegar ao estômago”, ESPÍRITA “LÉON DENIS”Cuidar dela era uma tarefa ingrata. - Em estados tão graves como esse – dissera-lhe uma enfermeiramais antiga do hospital – você precisa desligar-se emocionalmente CONHEÇA O ESPIRITISMO, ESTUDE Oda situação. ESPIRITISMO, COMPREENDA O Em conseqüência disso, Joana começou a ser tratada cada vez ESPIRITISMO, VIVENCIE Omais como objeto, um vegetal... ESPIRITISMO A jovem enfermeira, porém, decidiu que não trataria aquela paci- DIRETORIAente assim. Ela conversava com Joana, cantava para ela, incentivava-a Presidentee chegou até presenteá-la com algumas lembranças. VERA LÚCIA S.N PEREIRA Vice Presidente Certo dia, quando a situação ficou realmente muito complicada, DIONÍCIA MENDEZ RIVERAsendo ocasião ideal para a jovem enfermeira descarregar toda sua 1º Secretáriofrustração sobre a paciente, ela, pelo contrário, agiu com extrema PARAGUASSU NUNES PEREIRA 2º Secretáriobondade. Era dia de Natal, e a enfermeira disse à paciente: MARCIA SINIGAGLIA N. PEREIRA - Eu estava muito mal humorada esta manhã, Joana, porque hoje 1ºTesoureiroseria o meu dia de folga. Mas , agora que estou aqui, sinto-me feliz. JOSÉ ALVAREZ RIVERA 2º TesoureiroEu não poderia deixar de vê-la no dia de Natal. Voce sabia que ho- DURVALINO BARRETOje é dia de Natal? Conselho Fiscal MARIA ISABEL MACEDO, ADIRSON PEREIRA Nesse exato momento, o telefone tocou. Enquanto se virava pa- GOMES e RAMATHIS MACEDO DA ROCHAra atendê-lo, a enfermeira olhou de relance para a paciente. Ela rela- —-oooOOOooo—-tou: “- Joana estava olhando para mim, chorando. Grandes lágrimas Responsáveis pelo CANDEIA PARAGUASSU N PEREIRA e VERA LÚCIA S.Ncaíram sobre o travesseiro,e seu corpo inteiro tremia.” PEREIRA Aquela única manifestação de emoção que Joana deixou trans- Revisãoparecer foi suficiente para mudar a atitude de todos os funcionários JOSÉ A.RIVERA, PARAGUASSU N. PEREIRA e VERA LÚCIA S.N. PEREIRAdo hospital em relação a ela. Pouco tempo depois, Joana faleceu. A Diagramaçãojovem enfermeira encerra seu depoimento dizendo: PARAGUASSU NUNES PEREIRA Impressão - Continuo a pensar nela.... Ocorreu-me que devo muito a ela. GRÁFICA ITANHAÉMSe não fosse Joana, eu jamais saberia o que significa dedicar-se a (013) 34222-2077 - ITANHAÉM-SPalguém que não pode oferecer nada em troca. Podemos viver do que recebemos, mas nossa vida é feita daquilo É fundamental que todos nós tenha-que damos. Lembremo-nos do que diz a carta aos Gálatas. mos um objetivo na vida. Cada dia estamos ―Carreguem os fardos uns dos outros, e assim vocês estarão construindo nosso futuro. Não se podecumprindo a lei de Cristo.‖ construir sem plano. A meditação e a pre- ce auxiliam-nos a ter uma noção de nosso HISTÓRIAS QUE TOCAM O CORAÇÃO– Guilherme Victor M. Cordeiro. objetivo espiritual. RODRIGUES CAMARGO
  11. 11. 11 Página 11 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” ANO II N° 12 Mongaguá -SP Julho /Agosto de 2011 EVENTOS ESPÍRITAO Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis”, esteve em festa no mês de junho passado, aocompletar seu quarto ano de existência no dia 29. O carinho de seus trabalhadores, colaboradores efreqüentadores, vem consolidando cada vez mais essacaminhada de luz. Fortalecidos por esse ideal maior, todos parabeniza-ram O Grupo de Estudos Espírita “Léon Denis” pe-las vitórias conseguidas durante os primeiros anos nadoutrinação e divulgação do Espiritismo. Ensejamos que continue sempre por essa causa queengrandece a todos.
  12. 12. 12 Página 12 Boletim Informativo do Grupo de Estudos Espírita “Leon Denis” ANO II N° 12 Mongaguá -SP Julho/Agosto de 2011 BAZAR BANEFICENTE “ LÉON DENIS” ROUPAS CALÇADOS UTENSÍLIOS DOMÉSTICO ELETRÔNICOSABERTO:- NAS SEGUNDAS—TERÇAS E NAS QUINTAS FEIRA - DAS 14H00 ÀS 17H00
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