BioGeo11-argumentos evolucao

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BioGeo11-argumentos evolucao

  1. 1. Argumentos a favor da Evolução Prof. Ana Rita Rainho
  2. 2. Dados da embriologiaQuanto mais aparentados são os seres entre si, mais tardiamente surgem as diferenças no desenvolvimento embrionário
  3. 3. Dados da anatomia comparada
  4. 4. Estruturas homólogas
  5. 5. Estruturas homólogaso A mesma estrutura está adaptada para desempenhar funções diferentes.o Mesmo plano estrutural, aspecto morfológico diferente.o Indicativo de adaptação a meios diferentes -> evolução divergente.
  6. 6. Evolução divergenteo Ancestral comum, por adaptação a meios diferentes, origina vários grupos distintos.
  7. 7. Séries Filogenéticaso São formas de organizar os organismos, de maneira a reflectir a forma como estes evoluíram ao longo do tempo.o Podem ser progressivas ou regressivas.
  8. 8. Séries FilogenéticasProgressivas Regressivaso Quando os órgãos o A partir de um órgão homólogos ancestral mais apresentam uma complexo foram complexidade surgindo órgãos mais crescente rudimentares o Ex: sistema circulatório o Ex: membros dos vertebrados cavalos, perda de membros nas serpentes
  9. 9. Séries Filogenéticas Progressivaso Quando os órgãos homólogos apresentam uma complexidade crescente o Ex: sistema circulatório vertebrados
  10. 10. Séries Filogenéticas Regressivas o A partir de um órgão ancestral mais complexo foram surgindo órgãos mais rudimentares o Ex: membros dos cavalos, perda de membros nas serpentes, redução das asas nas aves corredoras
  11. 11. Estruturas vestigiaiso São estruturas sem significado ou função aparente em algumas espécies, mas com função bem determinada noutras espécies. o Ex: osso do fémur das baleias, apêndice no ser humano.
  12. 12. Estruturas vestigiais Indicam a existência de um ancestral comum com características morfológicas diferentes das actuais.
  13. 13. Estruturas análogas Asas de vertebrados – estruturas ósseas revestidasAsas de insectos – Prolongamento do exoesqueleto de quitina Ambas estão adaptadas para o voo.
  14. 14. Estruturas análogas Cactos (América) e Eufórbias (Ásia e África). Presença de folhas transformadas em espinhos e caules quearmazenam água, apesar de fazerem parte de grupos muito distintos. Ambos estão adaptados a um clima quente e seco.
  15. 15. Estruturas Análogaso Estruturas anatomicamente diferentes encontram-se adaptadas para a mesma função.o Mesmo aspecto morfológico externo, mas a organização interna é diferente.o Indicativo de adaptação a meios semelhantes -> evolução convergente.
  16. 16. Evolução convergenteo Ancestrais distintos, por adaptação a meios semelhantes, originam seres aparentados morfologicamente.
  17. 17. Dados da Paleontologia
  18. 18. Paleontologiao Indicam-nos que no passado os organismos eram muito diferentes dos actuais -> evoluíramo Espécies sintéticas (fósseis de transição): fósseis de espécies com características semelhantes a dois grupos actuais o Os organismos não tiveram uma origem independente
  19. 19. Fósseis de transiçãoArchaeopteryx – antepassado comum às aves e répteis actuais
  20. 20. Formas de transição Ambulocetus natans, teria sido a forma de transição entre o ancestral terrestre e as orcas actuais
  21. 21. Ichthyostega – antepassado comum a peixes e répteis
  22. 22. Dados da Biogeografiao Biogeografia – analisa a distribuição geográfica dos seres vivos.o Quanto maior é a proximidade física, mais aparentadas são as espécies; quanto maior a distância, mais distintas, mesmo com condições ambientais semelhantes.
  23. 23. Dados da Biogeografia Gralhas. Distribuição geográfica próxima, grande semelhança anatómica.Mamíferos e marsupiais. Diferentes formas, grandes distâncias.
  24. 24. Dados da BiogeografiaExplica-se a grande diversidade de formas de organismos em zonas geograficamente próximas por adaptação a meios diferentes (evolução divergente).
  25. 25. Dados da Biogeografia Onça (América do Sul) Leopardo (África)Formas semelhantes em zonas geograficamente distintas explicam-se por no passado os continentes terem estado juntos na altura em que houve a formação da espécie, que permaneceu pouco alterada até aos dias de hoje.
  26. 26. Dados da Biologia Molecular
  27. 27. Análise de proteínas o Quanto mais aparentados são os organismos, maior é a sua semelhança a nível molecular.Se o ADN codifica asproteínas, quantomais semelhantesforem as proteínasdos organismos, maissemelhante será oseu ADN e o seugrau de parentescoevolutivo. Estrutura da molécula de hemoglobina em alguns vertebrados
  28. 28. Hibridação de DNADNA espécie A DNA espécie B o Mede-se o grau de emparelhamento entre cadeias Aplicação de calor permite a separação das cadeias de DNA de espécies diferentes. o Quanto mais próximas, maior o emparelhamento. Colocam-se as cadeias seleccionadas no mesmo tubo de o Mede-se a quantidade de calorensaio e arrefece-se para que haja emparelhamento necessária para separar a cadeia híbrida. o Quanto mais calor necessário, Quanto maior for maior é o número de ligações o grau de emparelhamento, mais semelhantes estabelecidas. são as cadeias e mais próximas as espécies.
  29. 29. Dados sorológicosO sistema imunitário de um qualquer indivíduo reconhececomo estranhas proteínas diferentes das suas, respondendocom a produção de anticorpos específicos (presentes no soroextraído do plasma sanguíneo).o Mede-se a extensão da resposta imunitária. o Quanto mais afastada evolutivamente uma espécie se encontra de outra, maior o número de proteínas diferentes e, há mais produção de anticorpos. o Como os anticorpos são específicos, quanto maior a complementaridade entre os anticorpos e as proteínas, maior a aglutinação obtida (e o grau de parentesco)
  30. 30. Dados sorológicosA injecção de soro humano no coelho permiteobter anti-corpos anti-proteínas humanas. Quanto maior a complementaridade entre as proteínas nos soros em análise e os anticorpos anti-humano, O soro contendo anticorpos maior a reacção de aglutinação. anti-humano é adicionado a soros obtidos de outros animais e mede-se a aglutinação. Maior o grau de parentesco entre o animal do soro em análise e o homem.
  31. 31. Mais material disponível em www.biogeolearning.com

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