JúlioMárciaMarleneRitaVandeliceVivianeXênia
1. Ativação de conhecimentos de mundo; antecipação oupredição; checagem de hipóteses.A) Previamente, o professor dialoga c...
C) A personagem citada, Beto Scliar, pelo sobrenome, podemosdeduzir que seja o filho do autor e, por essa razão, a situaçã...
2. Localização de informações; comparação de informações;generalizações.Agora, que já lemos o texto, podemos responder alg...
B) Na crônica, o autor cita Vinícius de Moraes através de um verso.Em que poema esse verso se encontra?4. Recuperação do c...
5. Percepção das relações de intertextualidade; percepção dasrelações de interdiscursividade.Você consegue identificar sem...
 Pais e FilhosLegião UrbanaEstátuas e cofres e paredes pintadasNinguém sabe o que aconteceu.Ela se jogou da janela do qui...
AS SEM-RAZÕES DO AMOREu te amo porque te amo.Não precisas ser amante,E nem sempre sabes sê-lo.Eu te amo porque te amo.Amor...
““A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala ea alma responde. "-André Maurois"O livro é uma extensão...
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A síndrome do ninho vazio

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A síndrome do ninho vazio

  1. 1. JúlioMárciaMarleneRitaVandeliceVivianeXênia
  2. 2. 1. Ativação de conhecimentos de mundo; antecipação oupredição; checagem de hipóteses.A) Previamente, o professor dialoga com os alunos sobre arealidade de cada um. Exemplo disso: se os pais trabalham e oaluno cuida de um irmão, se estuda sozinho ou se os pais ajudamna realização das tarefas.O intuito é mostrar se eles têm ou não autonomia para realizardeterminadas atividades.B) Ler o texto e levantar hipóteses a partir do título: o que ésíndrome? O que seria o “ninho vazio”?Síndrome, segundo o dicionário Aurélio: estado mórbidocaracterizado por um conjunto de sinais e sintomas e que podeser produzido por mais de uma causa.Síndrome, no dicionário, é definida como “problema”. Será umproblema na crônica?Ao longo da leitura, saberemos a resposta.
  3. 3. C) A personagem citada, Beto Scliar, pelo sobrenome, podemosdeduzir que seja o filho do autor e, por essa razão, a situaçãoexposta, seja real.No início do terceiro parágrafo, o autor relata “Em algum momentoos filhos têm de sair do reduto paterno-materno.” Qual é a relaçãoentre essa afirmação e o título?O autor faz uma comparação entre a realidade americana e arealidade brasileira em relação à independência dos jovens, emque momento isso ocorre, segundo o autor, nos Estados Unidos eno Brasil. Você acha que essa realidade mostrada em nosso país éo que acontece em todas as famílias?Nos Estados Unidos os jovens vão morar sozinhos quandocomeçam a estudar na Universidade, diferentemente da realidadebrasileira em que, na maioria, permanecem morando com seuspais.Questionar os alunos sobre a realidade deles, se eles pretendemou não fazer Faculdade.
  4. 4. 2. Localização de informações; comparação de informações;generalizações.Agora, que já lemos o texto, podemos responder algumas outrasquestões:A) Este texto é uma crônica. Observando de que maneira ele écomposto você pode responder, quais são as características de umacrônica?B) Qual é a temática desta crônica?C) Depois de toda a discussão feita no início da aula, o que seria aexpressão “ninho vazio”? É importante sabermos que é umametáfora, isto é, uma comparação subentendida. E o que ele querdizer com a expressão “ninhos múltiplos”?3. Produção de inferências locais; produção de inferências globais.A) Os jovens brasileiros tornam-se independentes como os jovensamericanos?
  5. 5. B) Na crônica, o autor cita Vinícius de Moraes através de um verso.Em que poema esse verso se encontra?4. Recuperação do contexto de produção; definição de finalidades emetas da leitura.A) O autor termina o texto dizendo que há pesquisas mostrando queos casais se tornam mais felizes quando os ninhos se multiplicam.Enquanto para muitos casais isso pode ser sinônimo de depressão,vemos, pela informação anterior, que para outros, não. Para essesque encaram o “ninho vazio” como algo positivo, o que eles levamem consideração?Compare o que entendemos do texto com sua realidade em relaçãoaos estudos. Leve em consideração que seus pais e seusprofessores não acompanharão você vida afora.O que significa autonomia e independência para você? Vocêacredita que precisa tê-las na vida?
  6. 6. 5. Percepção das relações de intertextualidade; percepção dasrelações de interdiscursividade.Você consegue identificar semelhanças entre a crônica e outrostextos? Quais e por quê?Faça uma pesquisa e encontre dois textos que tratem do mesmoassunto, podem ser textos de outro gênero como poema, notícia,filme.6. Percepção de outras linguagens; elaboração de apreciaçõesestéticas e/ ou políticos.Música: Pais e Filhos (Legião Urbana)ouvir a música na sala de aulaPoema: As sem-razões do amor (Carlos Drummond de Andrade)Após ouvir a música e ler o poema o aluno deverá estabelecerrelações com a crônica (Fazer a Intertextualidade).Produção textual escrita e individualParódia, dissertação, poema, outra crônica.
  7. 7.  Pais e FilhosLegião UrbanaEstátuas e cofres e paredes pintadasNinguém sabe o que aconteceu.Ela se jogou da janela do quinto andarNada é fácil de entender.Dorme agora,é só o vento lá fora.Quero colo! Vou fugir de casa!Posso dormir aqui com vocês?Estou com medo, tive um pesadeloSó vou voltar depois das três.Meu filho vai ter nome de santoQuero o nome mais bonito.É preciso amar as pessoasComo se não houvesse amanhãPorque se você parar pra pensarNa verdade não há.Me diz, por que que o céu é azul?Explica a grande fúria do mundoSão meus filhosQue tomam conta de mim.Eu moro com a minha mãeMas meu pai vem me visitarEu moro na rua, não tenho ninguémEu moro em qualquer lugar.Já morei em tanta casaQue nem me lembro maisEu moro com os meus pais.É preciso amar as pessoasComo se não houvesse amanhãPorque se você parar pra pensarNa verdade não há.Sou uma gota dágua,sou um grão de areiaVocê me diz que seus pais não teentendem,Mas você não entende seus pais.Você culpa seus pais por tudo, isso éabsurdoSão crianças como vocêO que você vai ser,Quando você crescer?
  8. 8. AS SEM-RAZÕES DO AMOREu te amo porque te amo.Não precisas ser amante,E nem sempre sabes sê-lo.Eu te amo porque te amo.Amor é estado de graçaE com amor não se paga.Amor é dado de graçaÉ semeado no vento,Na cachoeira, no eclipse.Amor foge a dicionáriosE a regulamentos vários.Eu te amo porque não amoBastante ou demais a mim.Porque amor não se troca,Não se conjuga nem se ama.Porque amor é amor a nada,Feliz e forte em si mesmo.Amor é primo da morte,E da morte vencedor,Por mais que o matem (e matam)
  9. 9. ““A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala ea alma responde. "-André Maurois"O livro é uma extensão da memória e da imaginação.“Jorge Luis BorgesSequência didática escrita e revisada por:Rita de Cássia Fiacadori

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