Climatização e Saúde

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Climatização e Saúde

  1. 1. Climatização e Saúde Prof. Dr. Rinaldo Ferreira
  2. 2. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 Uma pessoa respira cerca de 10 mil litros de ar por dia e passa 85%dele dentro de ambientes fechados,
  3. 3. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 Ambientes climatizados, como hospitais, escritórios, academias, bancos, carros, residências,entre outros.
  4. 4. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 As pessoas nãosabem distinguirquando o ambiente está agradável e saudável,
  5. 5. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 ou quando o ar está poluído e que pode causar mal à saúde.
  6. 6. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 climatização do ar e ambiente confortável, a temperatura média utilizada deve ser de 24ºC, o que permite uma umidade relativa do ar em torno 55%,
  7. 7. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 Difusão do ar alta sente o vento tocando a pele, faz mal à saúde e não é agradável;
  8. 8. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 pouca difusão do ar ambiente não refrigera, pode ser sujeira; o cheiroestá ruim, pode ser falta de manutenção;
  9. 9. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 se não houver renovaçãodo ar interno e externo e filtragem adequadas, o ar tende a ficar poluído e a concentração de CO2 aumenta e, como consequência,
  10. 10. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 sonolência, fadiga, vírus, fungos e bactérias
  11. 11. http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d094d3004e5f8dee981ddcd762e8a5ec/Resolucao_RE_n_ 09.pdf?MOD=AJPERES Agentes biológicos Principais fontes em ambientes interiores Principais Medidas de correção em ambientes interiores Bactérias Reservatórios com água estagnada, torres de resfriamento, bandejas de condensado, desumificadores, umidificadores, serpentinas de condicionadores de ar e superfícies úmidas e quentes. Realizar a limpeza e a conservação das torres de resfriamento; higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar as infiltrações; higienizar as superfícies. Fungos Ambientes úmidos e demais fontes de multiplicação fúngica, como materiais porosos orgânicos úmidos, forros, paredes e isolamentos úmidos; ar externo, interior de condicionadores e dutos sem manutenção, vasos de terra com plantas. Corrigir a umidade ambiental; manter sob controle rígido vazamentos, infiltrações e condensação de água; higienizar os ambientes e componentes do sistema de climatização ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar materiais porosos contaminados; eliminar ou restringir vasos de plantas com cultivo em terra, ou substituir pelo cultivo em água (hidroponia); utilizar filtros G-1 na renovação do ar externo. Protozoários Reservatórios de água contaminada, bandejas e umidificadores de condicionadores sem manutenção. Higienizar o reservatório ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes. Vírus Hospedeiro humano. Adequar o número de ocupantes por m 2 de área com aumento da renovação de ar; evitar a presença de pessoas infectadas nos ambientes climatizados Algas Torres de resfriamento e bandejas de condensado. Higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes. Pólen Ar externo. Manter filtragem de acordo com NBR-6401 da ABNT Artrópodes Poeira caseira. Higienizar as superfícies fixas e mobiliário, especialmente os revestidos com tecidos e tapetes; restringir ou eliminar o uso desses revestimentos. Animais Roedores, morcegos e aves. Restringir o acesso, controlar os roedores, os morcegos, ninhos de aves e respectivos excrementos.
  12. 12. http://www.abrava.com.br/a-relacao-do-ar-condicionado-e-o-conforto-humano-1 saudalidade do ambiente 1) temperatura, 2) umidade, 3) difusão e 4) renovação do ar http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=Sistema+Respiratório&lang=3
  13. 13. O Paciente deve: -Usar medicação de resgate -Não interromper a medicação de Controle -Procurar Urgência Médica
  14. 14. MEDIDOR DE PICO EXPIRATÓRIO 17  Peak Flow Meter (Medicate)-acompanham fitas coloridas para demarcação das zonas de controle (zonas coloridas de conforto e risco). Ponteiras descartáveis (podem ser cobradas de cada paciente).
  15. 15. ZONA VERDE PFE 80% a 100% do "melhor PFE pessoal": SIGA – você dever estar relativamente livre de sintomas e pode manter seu regime médico atual. Se você está usando medicações cronicamente e o PFE está constantemente na zona verde, com mínima variação, seu médico pode considerar uma gradual diminuição da sua medicação diária. ZONA AMARELA PFE 50% a 80% do "melhor PFE pessoal": ATENÇÃO – A asma está piorando. Um aumento temporário na medicação para a asma é indicado. Se você usa medicação crônica, a terapia de manutenção irá provavelmente precisar ser aumentada. Entre em contato com seu médico para ajustar seu tratamento. ZONA VERMELHA PFE abaixo de 50% do "melhor PFE pessoal": PERIGO – O controle da asma está falhando. Use seu broncodilatador inalatório. Se o PFE não retornar a zona amarela, entre em contato com seu médico imediatamente, ou inicie terapia agressiva orientada MANEJO DA ASMA: SISTEMA DO SEMÁFORO
  16. 16. Inalação ou Nebulização Nebulização- transformação de um medicamento líquido em um medicamento inalável, realizado por meio de inalador onde pressão do oxigênio faz com que as moléculas se transformem em minúsculas gotas suspensas no ar, fazendo desse modo que cheguem aos pulmões.  Serviço de fácil acesso para pacientes, com preparo e monitoramento pelo farmacêutico. Indicações: DPOC, ASMA,BRONQUITE, PNEUMONIA, FIBROSE PULMONAR RESFRIADOS E OUTRAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS 19
  17. 17. Requisitos Básicos para este Serviço • Sala Ventilada, área mínima de 3 m2 ou de acordo com a VISA local. • Chãos com bordas arredondadas e de material epóxi para fácil limpeza e assepsia. • Pia (inóx), torneira com bancada de fácil assepsia, Cadeira e tomada. • A sala deve ter porta para separação da área comum da Farmácia • Aparelho de compressor de ar ou cilindros de oxigênio • Máscaras para adulto e criança, conectores e copo-medida (descartável) • Disponibilizar medicação e diluentes exclusivos para cada paciente. 20
  18. 18. Doenças Respiratórias Crônicas – CAB - 2010
  19. 19. A reclassificação dos fatores de risco da DPOC com o sistema de es para a melhoria dos resultados de saúde Contexto Não há um consenso universal quanto ao melhor sistema de est obstrutiva crônica (DPOC). Embora os documentos (por ex., a In pulmonar obstrutiva crônica [Global Initiative for Chronic Obstruc tenham tradicionalmente usado o volume expiratório forçado em foram adicionados parâmetros clínicos a algumas diretrizes (por ex., GOLD 2011) para melhorar o parte da iniciativa de Avaliação Internacional Colaborativa de Coortes para DPOC (COPD Cohorts Assessment, 3CIA), tivemos como objetivo investigar como pacientes individuais eram categorizad comparar a precisão dos prognósticos dos documentos de estadiamento quanto à mortalidade. Métodos Pesquisamos relatos publicados de 1.º de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2014. Usando dad em participar e tinham uma quantidade mínima de informações necessárias para a GOLD 2007 e 2 agrupada dos dados existentes com base nos pacientes. Com o uso de dados brutos, recalculamo participantes às classes I–IV da GOLD 2007, e estágios A–D da GOLD 2011. Usamos análise de s regressão não paramétrica para modelar os dados de tempo até a morte e comparar os sistemas d GOLD 2011 para prever a mortalidade. Achados Coletamos dados individuais de 15.632 pacientes de 22 coortes de DPOC de sete países, totalizan média dos pacientes era 63,9 anos (DP 10,1); 10.751 (69%) eram homens. Com base somente no A reclassificação dos fatores de risco da DPOC com o sistema de estadiamento GOLD 2011 foi insuficiente para a melhoria dos resultados de saúde .
  20. 20. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/1998/prt3523_28_08_1998.html Portaria 3523/1998 MS http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d094d3004e5f8dee981ddcd762e8a5ec/Resolucao_RE_n_ 09.pdf?MOD=AJPERES Resolução 09/2003 ANVISA RDC nº 50/2002 ANVISA http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/ca36b200474597459fc8df3fbc4c6735/RDC+Nº.+50,+DE+2 1+DE+FEVEREIRO+DE+2002.pdf?MOD=AJPERES

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