Espiritualidade em perspectiva wesleyana

447 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
447
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
0
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
15
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Espiritualidade em perspectiva wesleyana

  1. 1. 1 Espiritualidade em perspectiva wesleyana Rev. Eber Borges da Costa De modo geral, quando falamos de espiritualidade, logo pensamos numa dimensão mais abstrata da vida humana que está em oposição a uma mais concreta: espírito X matéria. A partir deste dualismo, compreende-se a matéria como essencialmente má e o espírito, bom. Com essa compreensão, justificou-se, ao longo do tempo, muitos equívocos e omissões da igreja. Afinal, espiritualidade tem a ver somente com as coisas da alma e não com as do corpo. Deve-se pensar nas coisas do céu e não envolver-se com as coisas da terra. Esse tipo de espiritualidade nos afasta dos problemas concretos que afetam a vida de todos, tais como a injustiça social, a desmoralização da política, a destruição do meio-ambiente e muitos outros. Espírito é vida! Portanto, tudo que a ameaça deve ser combatido. Um engajamento em favor da vida é uma ação espiritual. Pretende-se, aqui, pensar em espiritualidade numa perspectiva wesleyana. Ao recorrer a nossas raízes doutrinárias, trazendo a reflexão e a atuação de Wesley para nossos dias, descobriremos elementos que nos inspiram ao cultivo de uma espiritualidade integral: ligada a Deus pelos atos de piedade e preocupada com o que está à sua volta, no cultivo de obras de misericórdia. O metodismo foi, essencialmente, um movimento de renovação espiritual e, a partir dele, surge então uma nova espiritualidade. Espiritualidade que pode ser entendida como “um modo concreto, historicamente definido, de ser cristão, isto é, de caminhar com Deus, seguir a Cristo e viver segundo o Espírito.” 1 I – ALDERSGATE E A ÊNFASE NA EXPERIÊNCIA A- Aldersgate Um dos momentos da vida de John Wesley mais enfatizados na igreja metodista hoje é o que o ocorreu no dia 24 de maio de 1738 na rua Aldersgate. Isso nos faz pensar no lugar que a experiência ocupou na espiritualidade metodista. Há, em nossos dias, uma discussão sobre a importância que esta experiência teve na vida de Wesley. Há os que defendem que ela ocupa um lugar secundário na sua caminhada cristã. Ele próprio refere-se a ela poucas vezes depois de 24 de maio de 1738, argumenta-se. Por outro lado, há os que defendem que a falta de referências constantes a ela não serve de base para desmerecê-la. A descrição do que ocorreu naquela noite, feita por Wesley em seu diário, é um sinal claro de que ali houve uma conversão. 1 José Carlos de SOUZA, Fazendo Teologia numa perspectiva metodista, p. 131 Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, n. 12
  2. 2. 2 De qualquer forma, a Igreja Metodista hoje enfatiza este momento. É um dado que não pode ser desconsiderado. Quando olhamos o nosso passado e fazemos referência a nossas raízes, o fazemos a partir de nossa experiência atual, com uma pré concepção daquilo que achamos importante. Ou seja, em determinado momento, por alguma razão, o povo metodista julgou que “O coração aquecido” é uma experiência marcante. De fato, é um marco para o metodismo o que ocorreu em Aldersgate. Põe em evidência um dos fundamentos do movimento: a ênfase na experiência. B- A influência do Pietismo Em sua pregação, os primeiros metodistas não apresentam nenhum doutrina nova, apenas insistem na necessidade de experimentar as verdades já conhecidas. Essas deveriam não apenas ser conhecidas e aceitas pela razão, mas, sobretudo, deveriam levar a um envolvimento existencial. A salvação trazida por Cristo era algo que não deveria apenas ser racionalmente compreendido, mas que precisava, acima de tudo, de um testemunho interior dado pelo Espírito Santo. É o que ocorre com Wesley. De repente, toda a verdade que há muito conhecera e aceitara como princípio de vida e de fé sai do mero assentimento intelectual e transforma-se em convicção interna, em confiança. É uma experiência que põe fim a uma longa busca existencial! Às verdades que demandam aceitação consciente e racional ele conseguiu somar o envolvimento existencial, do coração.2 Esta é, talvez, a mais importante contribuição do metodismo ao cristianismo de seu tempo, acrescentando-lhe vitalidade. Ao tríplice fundamento doutrinário anglicano – Bíblia, Tradição e Razão – acrescentou a Experiência. Neste aspecto é evidente a influência do movimento pietista sobre Wesley, movimento que enfatizava que o cristianismo é mais do que sã doutrina, mais do que a aceitação intelectual de princípios doutrinários. Cristianismo é vida, uma religião que tem que passar pelo coração. Sofre também a influência dos filósofos empiristas ingleses, como Locke, que priorizavam o conhecimento experimental. “Em acordo com esses princípios, João Wesley entendia que o significado pleno da fé em Cristo não poderia ser compreendido unicamente através da apropriação intelectual das fontes teológicas, isto é, sem o concurso do testemunho interno do Espírito Santo.” 3 C- A contribuição wesleyana Wesley avança na compreensão do valor da experiência para a vida cristã. Compreende os limites desta experiência pietista e a aprofunda: a experiência cristã não pode ser intimista, individualista e obscura. Torna-se 2 Levy da Costa BARROS, Para além de Aldersgate: considerações para uma teologia da experiência em John Wesley. p. 66 Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, n. 12 3 VVAA, Teologia em perspectiva wesleyana: marcas metodistas, p. 16. Caminhando: Revista Teológica da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, n. 6.
  3. 3. 3 avesso às correntes pietistas que defendiam o anti-intelectualismo e fugiam da reflexão teológica. Enfatiza, então, uma religião do coração, mas que se exterioriza e alcança o outro e a sociedade. Santidade é santidade de coração e de vida; é, também, santidade social.Além disso, não despreza a razão. Ao contrário, a razão deve iluminar a piedade. “Na verdade, Wesley não pretendia desqualificar o esforço de compreensão teológica, antes, empenhava-se em situá-lo em seu devido lugar: como instrumento a serviço de fé e da vida cristã e não como seu substituto.” 4 João Wesley foi muito influenciado pelo pietismo que pregava uma religiosidade mais voltada para o coração do que para a mente. Entretanto, “é necessário afirmar que John Wesley conseguiu se descolar deste movimento. Ele desenvolveu uma trilha própria procurando conciliar coração e cabeça, piedade e ciência”.5 Esse passo importante ele só consegue dar porque há outras experiências marcantes em sua vida, das quais não falamos tanto quanto de Aldersgate. A experiência de Wesley naquela noite tem, de fato, uma relevância grande na sua caminhada. Todavia, só o tem porque está relacionada com outras, anteriores e posteriores. O fato de Wesley referir-se ao “Coração Aquecido” poucas vezes em seus escritos e, também, o destaque que ele próprio dá a outros momentos de sua caminhada aponta para isso. Ao contar sobre o nascimento do metodismo, ele fala de três inícios: Oxford, Geórgia e Londres. II – A Razão ilumina a piedade: o valor da educação Reconhecidamente, o metodismo deu especial destaque à educação. As razões dessa ênfase devem ser buscadas na espiritualidade do movimento. O Bispo Mortimer Arias na aula inaugural do primeiro semestre de 2003 na Faculdade de Teologia desafiou os estudantes ao lembrar, com muita propriedade, que tanto Wesley como Lutero iniciaram a sua busca espiritual no ambiente universitário6. Wesley em Oxford e Lutero em Wittenberg. Este já é um indicativo importante de que uma coisa não exclui a outra e de que o ambiente universitário pode ser propício para o exercício da espiritualidade. O que ocorreu na inauguração da escola Kingswood revela esta proposta de conciliar razão e piedade. “No hino que escreveu para as crianças desta escola, Charles Wesley retrata com perfeição o anseio do metodismo, que é o 4 Idem p. 14. José Carlos BARBOSA, O caminho para a cabeça precisa ser aberto pelo coração, p. 96 Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, n. 12 5 6 Mortimer ARIAS, De Lutero a Wesley e de Wesley a nós, p. 36 Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, n. 12
  4. 4. 4 de unir conhecimento e piedade, educação e santidade, verdade e amor, separados há muito tempo.” 7 Wesley, mesmo depois de sair da Universidade de Oxford, onde servia como “fellow”, com freqüência volta à Universidade para não perder o vínculo. Ele acredita que a teologia tem a tarefa de iluminar a piedade. Um fator que levou os metodistas a assumirem a tarefa educativa como prioridade foi a concepção de Santificação. Desde cedo, a vida religiosa e a ação educativa caminharam juntas no Movimento Metodista: constrõem-se escolas que são capelas e capelas que são escolas. As doutrinas da Santificação e Perfeição Cristã eram incompatíveis com o analfabetismo. A Santificação, vista como um processo, exige o estudo das Escrituras Sagradas e dos sermões e escritos de Wesley. Desta forma, a educação ocupa lugar de destaque na estratégia missionária de Wesley; o que o levou, além de abrir escolas para crianças e jovens, a ocupar-se com a instrução dos pregadores leigos e da educação de adultos, de modo geral. “Podemos acompanhar com segurança o caminho de um pobre ignorante que fosse alcançado pela mensagem metodista Ele começava com a leitura da Bíblia, se soubesse ler; caso contrário, tinha de aprender a ler, e a Bíblia era o seu livro-texto; depois vinham os sermões de Wesley, os hinos de Charles e, então, os tratados sobre os mais diversos assuntos; depois mais, ele se confrontaria com a ‘Biblioteca cristã’, organizada por Wesley, e que devia fazer parte de cada sociedade, contendo uma seleção de livros, visando a um aprimoramento intelectual sistematizado. Essa tremenda pressão sobre as faculdades mentais do povo comum colaborou decisivamente na demanda, mais tarde parcialmente e formalmente satisfeita, por escolas públicas gratuitas que se espalharam pela Inglaterra”.8 Percebemos, então, que na raiz de sua preocupação com a educação está sua visão teológica. A doutrina da Santificação como um processo aponta para a necessidade e possibilidade de crescimento do ser humano, em todas as esferas de sua vida. A educação, para Wesley, não tem a intenção apenas de preparar as pessoas para o mercado de trabalho e conseqüente ascensão social. Ela é uma ação divina na vida humana, obra da graça de Deus que possibilita o seu desenvolvimento. “Essa compreensão do lugar da educação na economia de Deus é que nos ajuda a entender o intenso amor de Wesley pela educação, especialmente a educação continuada”.9 A visão de Wesley de que a Igreja tem uma tarefa educativa como parte intrínseca de sua missão levou-o, também, a incentivar a leitura entre todos os metodistas, principalmente, entre os pregadores – de quem exigia cinco horas diárias de estudos dos mais diversos assuntos. Para isso, editou e publicou muitos livros que ele mesmo traduziu, de vários autores e línguas, e os textos que escreveu. 7 José Carlos BARBOSA, op. cit. p. 96. Clory Trindade de OLIVEIRA, Aspectos da filosofia educacional de John Wesley , p. p.. 86-87 9 Idem p. 87 8
  5. 5. 5 “Estabeleceu salões de leitura. Criou pontos de distribuição de livros. Criou pequenas bibliotecas. Pediu aos seus seguidores que fossem ‘mordomos de livros’. Criou a Christian Lybrary, com 50 volumes que escolheu entre livros clássicos (que traduzia do latim e do grego e condensava para facilitar a leitura), livros de mística (racional), livros devocionais e livros de Teologia. Escreveu cerca de uma dezena de livros didáticos. Exigia de seus pregadores conhecimento de grego e hebraico e cinco horas de leitura por dia”.10 Os livros que publicou eram vendidos a preços populares para que o povo tivesse acesso a eles. Completando este trabalho, exigia que os pregadores metodistas falassem sobre educação e, junto com Hanna Ball e Sophia Bradburn, criou as escolas dominicais, para tirar das ruas e livrar dos vícios e da ignorância crianças e jovens que, nos outros dias da semana, trabalhavam nas fábricas – o que foi depois difundido pelo jornalista Robert Raikes. Sua ênfase na educação foi fruto de sua convicção de que ela era um meio de se livrar da miséria e alcançar uma vida melhor. Mais do que isso, estava convencido de que uma sólida educação cristã (confessional, portanto) levaria crianças e jovens para longe da vida do crime e dos vícios e os tornariam promotores da paz. Desta forma, o Movimento Metodista contribuiu de maneira decisiva para diminuir o analfabetismo entre os pobres da Inglaterra do século XVIII; influenciando, inclusive, os rumos da educação na Inglaterra, nos Estados Unidos e em outros países onde chegou posteriormente.11 III – ESPIRITUALIDADE E SANTIDADE SOCIAL O Metodismo primitivo demonstrou sempre uma grande preocupação com as pessoas empobrecidas. Revelou, desde o início do movimento, uma forte preocupação com a sociedade de um modo geral. Isso se deve a vários fatores. Dentre eles, dois principais se destacam em João Wesley: a doutrina da santificação que desenvolveu e a sua caminhada de vida em contato direto com a pobreza e a miséria de grande parte do povo inglês de seu tempo. São duas coisas que se entrelaçam na vivência de Wesley. Uma coisa leva à outra e não se pode afirmar o que vem primeiro: a doutrina ou a prática; o pensamento ou a vivência. Esta preocupação surge antes mesmo que o movimento tome forma e se organize. Já na década de 1730, João e Carlos Wesley, juntamente com outros jovens que pertenciam ao chamado “Clube Santo”, vivem, com considerável equilíbrio a prática da piedade e o exercício da misericórdia. Reúnem-se, com regularidade e disciplina, para oração, estudo das Escrituras e jejuns; sem 10 Rui JOSGRILBERG, Notas para uma filosofia da educação de inspiração wesleyana, Revista de Educação do COGEIME nº 23, p. 69. 11 José Luís Corrêa NOVAES, Escola, Liberalismo e educação metodista no Brasil - Revista do COGEIME nº 22 p. 113
  6. 6. 6 descuidarem-se do envolvimento com o próximo, através de ações que pretendiam minimizar o sofrimento. Santificação é um tema recorrente nos escritos e sermões de Wesley. É, segundo, Klayber e Marquardt, o centro da teologia metodista. “Não somente a doutrina sobre a santificação, mas a pregação e a vida de santificação se constituem, conforme Wesley, na justificativa para a existência mesma do movimento metodista”.12 Duas coisas são importantes considerar. A primeira é a idéia do processo. A santificação não acontece num momento. É inaugurada com a justificação/regeneração e dura a vida toda. Acontece enquanto se caminha. A segunda é o seu caráter comunitário e social. Santificação, para Wesley, não é algo que se conquista no mero exercício da religiosidade, nem é simplesmente uma experiência mística e individualista. Principalmente nos seus sermões baseados no “Sermão da Montanha”, observamos uma compreensão de santificação que se alcança no exercício do amor. “João Wesley falou insistentemente de perfeição cristã, não no sentido de que se devesse ficar compungido em mera contemplação divina, em isolamento, porém, insistiu, uma e outra vez, em pregações, escritos e cartas, que a perfeição se alcança no exercício prático do amor: do amor que se recebe de Deus e que deve ser exercido no contato com o próximo”.13 É um caminho que não se faz solitariamente. Inclui, evidentemente, os atos de piedade, mas não se reduz a eles. Não se pode pensar um conceito, em Wesley, de “santo” como “separado”, tão comum no meio evangélico brasileiro atual. Santificação é santidade em amor e amor se vive no contato; faz-se no encontro com Deus, com os outros e com a criação. Santidade é santidade social. “O horizonte da santificação sempre é o da comunidade; o esforço para a comunhão perfeita com Deus inclui o reto relacionamento com os outros homens”.14 Ele descreve a santificação com duas dimensões, uma negativa que seria a superação do pecado e a outra positiva que é a vivência do amor. Santificação não define, portanto, com uma lista de ações que se deve evitar, mas com ações que se devem realizar, motivadas pelo amor. A salvação não é apenas reconciliação com Deus, mas, antes, a restauração da imagem de Deus no ser humano.15 É claro que o elemento espiritual está presente e é ele que impulsiona os metodistas à ação. A busca por santificação abrange tanto uma vida de piedade (orações, reuniões de crescimento espiritual, leitura da Bíblia, jejuns) quanto as obras de misericórdia. É no equilíbrio entre estes dois elementos que compreendemos o sentido de santificação para Wesley. “A obrigação do metodista era a de se abster do mal e ser fator de renovação moral e espiritual na sociedade, compartilhando e eliminando a dor, combatendo a perversão dos 12 Walter KLAIBER & Manfred MARQUARDT, Viver a Graça de Deus, p.296 Sante Uberto BARBIERI, Aspectos do Metodismo Histórico, p. 9 14 KLAIBER & MARQUARDT, op. cit. p. 302 15 Theodore RUNYON, A Nova Criação – A teologia de João Wesley hoje, p. 113. 13
  7. 7. 7 valores morais, sentindo-se, também, responsável por promover o bem estar geral”. 16 CONCLUSÃO Em nosso passado enxergamos um profundo sentimento de devoção a Deus expresso em orações, jejuns, meditação nas Escrituras, etc. Ao mesmo tempo, um profundo interesse pelo que está à sua volta, o que faz nascer uma espiritualidade comprometida com o bem estar social, com a educação e com o avanço missionário. É uma espiritualidade missionária. Há uma clara ênfase na experiência hoje em nossas comunidades. Não podemos deixar de perceber, no entanto, que, não poucas vezes, tem sido uma experiência desvinculada da vida como um todo. Uma experiência que diz respeito apenas ao contato com Deus e que se dá no ambiente religioso. A experiência que Wesley destaca, ao contrário, é também o contato com o outro. Se Aldersgate parece ser uma experiência individual e intimista, as outras não o foram. Wesley é fortemente influenciado pelo pietismo, mas consegue romper com ele naquilo que ele tem de redutor para a vida cristã autêntica. Hoje, recebemos muitas influências. Algumas semelhantes aos princípios do pietismo que Wesley rejeitou: negação do conhecimento, experiências intimistas e individualistas, etc. O quanto temos conseguido avançar? BIBLIOGRAFIA 1. Livros BARBIERI, Sante Uberto. Aspectos do Metodismo Histórico, Piracicaba: Editora UNIMEP, 1983. KLAIBER, Walter & MARQUARDT, Manfred. Viver a Graça de Deus: um compêndio de teologia metodista. Tradução: Helmuth Alfredo Simon. São Bernardo do Campo: Editeo,1999. RUNYON, Theodore. A Nova Criação: A teologia de João Wesley hoje.Tradução: Cristina Paixão Lopes. São Bernardo do Campo: Editeo, 2002. VVAA, Teologia em perspectiva wesleyana: marcas metodistas.Caminhando: Revista Teológica da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, São Bernardo do Campo, EDITEO. Nº 6, ano IV, 1993. 16 BARBIERI, op. cit. p. 10
  8. 8. 8 2. Periódicos ARIAS, Mortimer. De Lutero a Wesley e de Wesley a nós .Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. São Bernardo do Campo, Editeo/UMESP, nº 12 , 2º semestre de 2003. BARBOSA, José Carlos. O caminho para a cabeça precisa ser aberto pelo coração.. Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. São Bernardo do Campo, Editeo/UMESP, nº 12 , 2º semestre de 2003. BARROS, Levy da Costa. Para além de Aldersgate: considerações para uma teologia da experiência em John Wesley. Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. São Bernardo do Campo, Editeo/UMESP, nº 12 , 2º semestre de 2003. JOSGRILBERG, Rui de Souza. Notas para uma filosofia da educação de inspiração wesleyana. Revista de Educação do COGEIME, nº 23, dezembro de 2003. NOVAES, José Luís Corrêa. Escola, Liberalismo e educação metodista no Brasil. Revista Educação do COGEIME. Piracicaba, nº 22, junho de 2003. OLIVEIRA, Clory Trindade de. Aspectos da filosofia educacional de John Wesley. Revista Educação do COGEIME. Piracicaba, nº 22, junho de 2003. SOUZA, José Carlos de. Fazendo Teologia numa perspectiva metodista. Caminhando: Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. São Bernardo do Campo, Editeo/UMESP, nº 12 , 2º semestre de 2003.

×