Slide cirurgia

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Um enfoque sobre Cirurgia

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  1. 1.  CirurgiaCirurgia é a parte do processoé a parte do processo terapêutico em que o cirurgiãoterapêutico em que o cirurgião realiza uma intervenção manualrealiza uma intervenção manual ou instrumental no corpo doou instrumental no corpo do paciente;paciente;
  2. 2.  cirurgião geralcirurgião geral realiza a maior parte dasrealiza a maior parte das cirurgias e assume o comando do pacientecirurgias e assume o comando do paciente politraumatizado grave, indicando se epolitraumatizado grave, indicando se e onde cada especialista precisa atuar. Aonde cada especialista precisa atuar. A cirurgia do trauma(entendendo-se aquicirurgia do trauma(entendendo-se aqui trauma como toda lesão corporal causadatrauma como toda lesão corporal causada por queda, capotagem, colisão oupor queda, capotagem, colisão ou ferimentos por armas brancas ou de fogo)ferimentos por armas brancas ou de fogo) é uma das áreas de atuação do cirurgiãoé uma das áreas de atuação do cirurgião geralgeral
  3. 3.  HIPÓCRATES(460 A 377 A.C) introduziu asHIPÓCRATES(460 A 377 A.C) introduziu as praticas da medicina cirúrgica , por isso elepraticas da medicina cirúrgica , por isso ele é considerado o “pai da medicina”é considerado o “pai da medicina”  O GREGO GALENO(131-210D.C)era umO GREGO GALENO(131-210D.C)era um romano cirurgião dos gladiadores e dosromano cirurgião dos gladiadores e dos imperadores se destacou por que teveimperadores se destacou por que teve influências como um dos primeirosinfluências como um dos primeiros cirurgião, observando que já se existia ocirurgião, observando que já se existia o método da desinfecção ;método da desinfecção ;
  4. 4.  Em 1846 , surge a anestesia ;Em 1846 , surge a anestesia ;  Em 1850, Pasteur dar a hipótese de micro-Em 1850, Pasteur dar a hipótese de micro- organismos que contaminam cirurgias ;organismos que contaminam cirurgias ;  Em 1890 ,William Halstead introduz asEm 1890 ,William Halstead introduz as formas antissépticas para não contaminarformas antissépticas para não contaminar o paciente como o uso de luvas naso paciente como o uso de luvas nas cirurgias e de substâncias como éter paracirurgias e de substâncias como éter para limpeza;limpeza;
  5. 5.  FLORENCE (1820 a 1910) também desempenhouFLORENCE (1820 a 1910) também desempenhou papel importante na enfermagem cirúrgica ,papel importante na enfermagem cirúrgica , dando enfâse a enfermagem para limpeza edando enfâse a enfermagem para limpeza e desinfecção junto a medicina para o realizaçãodesinfecção junto a medicina para o realização dos procedimentos , tinha que haver umdos procedimentos , tinha que haver um responsável para realizar os trabalhos de limpeza ,responsável para realizar os trabalhos de limpeza , organização e desinfecção no bloco ou centroorganização e desinfecção no bloco ou centro cirúrgico;cirúrgico;
  6. 6.  A enfermagem cirúrgica também éA enfermagem cirúrgica também é conhecida como enfermagemconhecida como enfermagem perioperatória;perioperatória;  A SOBECC é sociedade brasileira deA SOBECC é sociedade brasileira de enfermeiros de centro cirúrgico ,enfermeiros de centro cirúrgico , recuperação anestésica e centro derecuperação anestésica e centro de material e esterilização;material e esterilização;  A enfermagem está presente nos períodosA enfermagem está presente nos períodos que compreendem a cirurgia momentoque compreendem a cirurgia momento :pré,trans e pós-operatório:pré,trans e pós-operatório
  7. 7.  A unidade de clinica cirúrgica(ucc) que é onde o pacienteA unidade de clinica cirúrgica(ucc) que é onde o paciente tem sua estádia e fica alojado ela vai compreender:tem sua estádia e fica alojado ela vai compreender:  quartosquartos  Posto de enfermagem;Posto de enfermagem;  Sala de serviço;Sala de serviço;  Sala de prescrição médicaSala de prescrição médica  Sala de utilidades;Sala de utilidades;  ExpurgoExpurgo  Sala pra material de limpeza;Sala pra material de limpeza;  SanitáriosSanitários  Rouparia;Rouparia;
  8. 8.  Equipe médica:Equipe médica:  Médicos cirurgiões;Médicos cirurgiões;  AnestesiologistasAnestesiologistas  Médicos clinicos;Médicos clinicos;  Equipe de nutrição:Equipe de nutrição:  CozinheirosCozinheiros  CopeirosCopeiros  Auxiliar de cozinhaAuxiliar de cozinha  NutricionisistasNutricionisistas
  9. 9.  FisioterapeutasFisioterapeutas  Equipe de limpezaEquipe de limpeza  Equipe de enfermagemEquipe de enfermagem  Enfermeiro chefe da unidadeEnfermeiro chefe da unidade  Enfermeiro do turnoEnfermeiro do turno  Técnico em enfermagemTécnico em enfermagem  Secretário da unidadeSecretário da unidade  Auxiliar de enfermagemAuxiliar de enfermagem
  10. 10.  Todos os procedimentos anestésicos-Todos os procedimentos anestésicos- cirúrgicos e de recuperação pós-cirúrgicos e de recuperação pós- anestésicas ocorrem no centro cirúrgico .anestésicas ocorrem no centro cirúrgico .  Essa estrutura vai compreender todos osEssa estrutura vai compreender todos os espaços fisicos para que a cirurgia ocorra ;espaços fisicos para que a cirurgia ocorra ;
  11. 11.  Estrutura fisica:Estrutura fisica:  Vestuário masculino e feminino;Vestuário masculino e feminino;  SecretariaSecretaria  Posto de enfermagem ;Posto de enfermagem ;  Area de recepção :Area de recepção :  Lavabos;Lavabos;  Corredores;Corredores;  Sala de medicamentos ;Sala de medicamentos ;  FarmáciaFarmácia  CME(centro de material esterilizado)CME(centro de material esterilizado)  SRPA(sala de recuperação pós-anestésica);SRPA(sala de recuperação pós-anestésica);  Salas dos tipos de cirurgias;Salas dos tipos de cirurgias;
  12. 12.  Areas de apoio:Areas de apoio:  Sala de guardar cilindros de o2 e gases;Sala de guardar cilindros de o2 e gases;  Sala de guarda material para anestesia;Sala de guarda material para anestesia;  Sala de equipamentos ;Sala de equipamentos ;  Sala de material descartáveisSala de material descartáveis  Sala de material de limpezaSala de material de limpeza  Sala de espera de acompanhantes;Sala de espera de acompanhantes;  Expurgo;Expurgo;
  13. 13.  Área restrita:usada pelos profissionaisÁrea restrita:usada pelos profissionais transitarem nela se encontra os lavabos etransitarem nela se encontra os lavabos e as salas de cirurgias;as salas de cirurgias;  Áreas semi-restritas:são os corredores,Áreas semi-restritas:são os corredores, recepção dos pacientes e também sala derecepção dos pacientes e também sala de materiais , só podem serem usadas pormateriais , só podem serem usadas por profissionais com uniforme;profissionais com uniforme;  Áreas não restritas:permitida a livreÁreas não restritas:permitida a livre circulação de pessoas sem uniformecirculação de pessoas sem uniforme;;
  14. 14.  Responsável pela função de limpeza emResponsável pela função de limpeza em geral dos materiais utilizados no centrogeral dos materiais utilizados no centro cirúrgico e também quando vem materialcirúrgico e também quando vem material de outras áreas do bloco cirúrgico, assimde outras áreas do bloco cirúrgico, assim tem por obrigação fornecer produtostem por obrigação fornecer produtos adequado cada tipo de cirurgia;adequado cada tipo de cirurgia;
  15. 15.  O CME compreende:O CME compreende:  Área para recepção ,separação e limpezas de artigos;Área para recepção ,separação e limpezas de artigos;  Areas fundamentais :Areas fundamentais :  Aréa para recepção de roupas limpas;Aréa para recepção de roupas limpas;  Área para o preparo de artigos e roupas limpas;Área para o preparo de artigos e roupas limpas;  Área para esterilização e desinfecção;Área para esterilização e desinfecção;  Sala de armazenamento e distribuição de artigos desinfectados e esterilizados ;Sala de armazenamento e distribuição de artigos desinfectados e esterilizados ; o Ambientes de apoio como:Ambientes de apoio como:  Sala administrativa;Sala administrativa;  AlmoxarifadoAlmoxarifado  Vestiário masculino e feminino;Vestiário masculino e feminino;  Sala de estarSala de estar  Depósito de material de limpeza;Depósito de material de limpeza;
  16. 16.  A equipe de enfermagem é formada por:A equipe de enfermagem é formada por:  EnfermeirosEnfermeiros  Técnicos de enfermagemTécnicos de enfermagem  Auxiliar de enfermagemAuxiliar de enfermagem
  17. 17.  É o local onde o paciente éÉ o local onde o paciente é projetado e colocado logo emprojetado e colocado logo em seguida ao ato ciirúrgico .seguida ao ato ciirúrgico .  O paciente fica em observaçãoO paciente fica em observação durante no mínimo de 24 horas ;durante no mínimo de 24 horas ;  A srpa diminuio a mortalidade eA srpa diminuio a mortalidade e morbidade de pacientes submetidosmorbidade de pacientes submetidos aos procedimentos anestésicos-aos procedimentos anestésicos- cirúrgicos ;cirúrgicos ;
  18. 18.  Oxímetro de pulso;Oxímetro de pulso;  Estetoscópio;Estetoscópio;  Esfigmomanômetro;Esfigmomanômetro;  Monitor cardíaco;Monitor cardíaco;  Foco de luz;Foco de luz;  Fonte de aspriaçãoFonte de aspriação  Saídas de ar comprimidoSaídas de ar comprimido  Saídas de oxigênioSaídas de oxigênio  Tomadas;Tomadas;
  19. 19.  Suporte respiratório;Suporte respiratório;  Ventiladores mecânicos;Ventiladores mecânicos;  capnógrafo;capnógrafo;  Mascara e cateter para oxigenação;Mascara e cateter para oxigenação;  SondasSondas  CilindrosCilindros  Aspiradores eletricosAspiradores eletricos  Carrinho de intubação;Carrinho de intubação;
  20. 20.  Suporte cardiovascular;Suporte cardiovascular;  Eletrocardiógrafo;Eletrocardiógrafo;  Desfibrilador;Desfibrilador;  Bomba de infusão;Bomba de infusão;  Equipos de soro;Equipos de soro;  Aparelho para fazer a PVC;Aparelho para fazer a PVC;  Cateteres;Cateteres;  Soluções venosas;Soluções venosas;  Medicamentos de PCR ;Medicamentos de PCR ;  Materiais de enfermagemMateriais de enfermagem
  21. 21.  As cirurgias podem se classificadas deAs cirurgias podem se classificadas de acordo com o momento em que estãoacordo com o momento em que estão sendo realizadas ,conforme a :sendo realizadas ,conforme a : 1.1. Finalidade;Finalidade; 2.2. Tempo de realização;Tempo de realização; 3.3. Potencial de contaminação;Potencial de contaminação; 4.4. Tempos cirúrgicos ;Tempos cirúrgicos ; 5.5. Tempos em que ocorre a cirurgiaTempos em que ocorre a cirurgia propriamente dita;propriamente dita;
  22. 22.  Diagnóstica:consiste em dar hipóteseDiagnóstica:consiste em dar hipótese de diagnóstico visando a atuação dade diagnóstico visando a atuação da ciência microscópica para o eventualciência microscópica para o eventual diagnostico exemplo:as biópsias ;diagnostico exemplo:as biópsias ;  Curativas:quando o objetivo é retirarCurativas:quando o objetivo é retirar algum órgão estranho que éalgum órgão estranho que é desnecessário ao corpo podendodesnecessário ao corpo podendo causar desfunções fisiológicas aocausar desfunções fisiológicas ao paciente ,exemplo:apendicectomiapaciente ,exemplo:apendicectomia
  23. 23.  Paliativas:ela não cura a doença masPaliativas:ela não cura a doença mas dar um alivio por um certo tempo adar um alivio por um certo tempo a patologia e retira parte do mal que elapatologia e retira parte do mal que ela causou , exemplo :colostomia;causou , exemplo :colostomia;
  24. 24.  Plásticas:a cirurgia plástica se dividiPlásticas:a cirurgia plástica se dividi em :estética :melhoração do nívelem :estética :melhoração do nível estético em que se encontra algumaestético em que se encontra alguma parta do corpo como por exemplo aparta do corpo como por exemplo a rinoplastia e a reparadora que tem porrinoplastia e a reparadora que tem por objetivo reconstituir alguma parte doobjetivo reconstituir alguma parte do corpo através da reparação como porcorpo através da reparação como por exemplo a mastectomia que éexemplo a mastectomia que é necessário reparar as mamas que foramnecessário reparar as mamas que foram retiradas;retiradas;
  25. 25.  A cirurgia pode ser de caráter :A cirurgia pode ser de caráter :  Eletiva :quando pode ser programada e emEletiva :quando pode ser programada e em estadia de espera marcando uma data peloestadia de espera marcando uma data pelo médico para ser realizadamédico para ser realizada  Urgência:quando precisa ser realizadaUrgência:quando precisa ser realizada rapidamente , porém pode se preparar orapidamente , porém pode se preparar o paciente o adequando ao tipo de cirurgia;paciente o adequando ao tipo de cirurgia;  Emergência:quando tem que ser realizadaEmergência:quando tem que ser realizada imediatamente por que o paciente corre riscoimediatamente por que o paciente corre risco fatal de morte/óbito;fatal de morte/óbito;
  26. 26.  Nesse ramo temos como foco principalNesse ramo temos como foco principal o grau de contaminação provocadao grau de contaminação provocada pelos microorganismos que podem serpelos microorganismos que podem ser eenor ou maior as infecçõeseenor ou maior as infecções provocadas por micróbios podemosprovocadas por micróbios podemos classifica-las como:classifica-las como:  Cirurgias limpas;Cirurgias limpas;  Cirurgias potencialmente contaminadasCirurgias potencialmente contaminadas  Cirurgias contaminadasCirurgias contaminadas  Cirurgias infectadasCirurgias infectadas
  27. 27.  Procedimento em condições ideais,Procedimento em condições ideais, com fechamento primario sem dreno oucom fechamento primario sem dreno ou com drenagem fechada, semcom drenagem fechada, sem penetrante, sem inflamação, sempenetrante, sem inflamação, sem quebra de assepsia, não envolvendo osquebra de assepsia, não envolvendo os tratos alimentar, genitourinário ou viastratos alimentar, genitourinário ou vias aéreas.aéreas.
  28. 28.  Exemplos:Exemplos:  Cirurgias cardíacas: Inserção de Marca-passo definitivo;Cirurgias cardíacas: Inserção de Marca-passo definitivo;  Cirurgia Vascular;Cirurgia Vascular;  Neurocirurgias: acesso através da pele (craniotomia);Neurocirurgias: acesso através da pele (craniotomia);  Cirurgia de mediastino;Cirurgia de mediastino;  Cirurgia PlásticaCirurgia Plástica  Cirurgia Ortopédicas;Cirurgia Ortopédicas;  Cirurgias de cabeça e pescoço;Cirurgias de cabeça e pescoço;  Herniorrafia: Cirurgia de mama;Herniorrafia: Cirurgia de mama;  Cirurgias Urológicas.Cirurgias Urológicas.
  29. 29.  Procedimentos sem trauma penetrante,Procedimentos sem trauma penetrante, sem inflamação, com drenagemsem inflamação, com drenagem aberta; procedimentos limpos comaberta; procedimentos limpos com pequenas quebras de assepsia; cirurgiaspequenas quebras de assepsia; cirurgias envolvendo os tratos: urinário, comenvolvendo os tratos: urinário, com urinocultura negativa, digestivo alto,urinocultura negativa, digestivo alto, biliar com bilecultura negativa.biliar com bilecultura negativa. respiratório e genital, reoperação emrespiratório e genital, reoperação em cirurgias limpas.cirurgias limpas.
  30. 30.  Exemplos:Exemplos:  Cirurgia Cardiaca: quando houver sistema de drenagemCirurgia Cardiaca: quando houver sistema de drenagem aberta.aberta.  Neurocirurgias: acesso atraves da nasofaringe ou seios daNeurocirurgias: acesso atraves da nasofaringe ou seios da face;face;  Cirurgias da arvore traqueobronquica;Cirurgias da arvore traqueobronquica;  Cirurgia plastica;Cirurgia plastica;  Cirurgias Ortopédicas: reoperações no pós operatório;Cirurgias Ortopédicas: reoperações no pós operatório;  Cirurgias Oftalmicas e da ORL; Cirurgia de caeça e pescoço;Cirurgias Oftalmicas e da ORL; Cirurgia de caeça e pescoço;  Cirurgia de Vias Biliares, esofago;Cirurgia de Vias Biliares, esofago;  Cirurgias Urológicas; Histerectomia; Cesareana.Cirurgias Urológicas; Histerectomia; Cesareana.
  31. 31.  Cirurgia com grande quebra de assepsia; tratoCirurgia com grande quebra de assepsia; trato biliar com bilecultura positiva, trato urinário combiliar com bilecultura positiva, trato urinário com urinocultura positiva; cirurgias colorretais; presençaurinocultura positiva; cirurgias colorretais; presença de inflamação sem pusde inflamação sem pus  Exemplos:Exemplos:  Cirurgias de vias biliares, estomago e duodeno,Cirurgias de vias biliares, estomago e duodeno, jejuno, íleo, colon e reto, Apendicectomia;jejuno, íleo, colon e reto, Apendicectomia;  Cirurgias Urológicas.Cirurgias Urológicas.
  32. 32.  Procedimentos envolvendo traumaProcedimentos envolvendo trauma penetrante, recente ou tardio;penetrante, recente ou tardio; procedimentos que envolvam feridasprocedimentos que envolvam feridas contaminadas, feridas contaminadas,contaminadas, feridas contaminadas, feridas traumaticas de abordagemferidas traumaticas de abordagem tardia, tecido isquemico, presença detardia, tecido isquemico, presença de pus, de corpo estranho ou vicerapus, de corpo estranho ou vicera perfurada.perfurada.  Exemplo:Exemplo:  Cirurgias Ortopédicas: Fraturas expostas.Cirurgias Ortopédicas: Fraturas expostas.
  33. 33.  dieresedierese: divisão dos tecidos que possibilita o: divisão dos tecidos que possibilita o acesso à região a ser operadaacesso à região a ser operada  hemostasiahemostasia: parada do sangramento: parada do sangramento  exerese:exerese: remoção de tecidos. Cirurgiaremoção de tecidos. Cirurgia propriamente dita.propriamente dita.  síntesesíntese : fechamento dos tecidos: fechamento dos tecidos
  34. 34.  Tempo pré-operatório;Tempo pré-operatório;  Tempo transoperatório;Tempo transoperatório;  Tempo pós-operatório;Tempo pós-operatório;
  35. 35.  Esta fase tem início quando aEsta fase tem início quando a intervençãointervenção cirúrgicacirúrgica é decidida e termina quando oé decidida e termina quando o cliente estiver na mesa de cirurgia. É nestacliente estiver na mesa de cirurgia. É nesta fase que se iniciam as orientações de umfase que se iniciam as orientações de um cuidadoso preparo decuidadoso preparo de acordo comacordo com cadacada tipo de cirurgia.tipo de cirurgia.  O objetivo da assistência é promover oO objetivo da assistência é promover o melhor estado físico e psicológico domelhor estado físico e psicológico do cliente, visando evitar complicações nocliente, visando evitar complicações no período pós-operatório.período pós-operatório.
  36. 36.  Nome do pacienteNome do paciente  QUARTO/LEITO:QUARTO/LEITO:  REGISTROREGISTRO  CIRURGIA PREVISTA:CIRURGIA PREVISTA:  Informada o tipo e hora da cirurgiaInformada o tipo e hora da cirurgia  AssinarAssinar termo de responsabilidadetermo de responsabilidade   
  37. 37.  AÇÕES DE ENFERMAGEM:AÇÕES DE ENFERMAGEM:  Preparada a região operatóriaPreparada a região operatória  Lavagem intestinal com bom efeitoLavagem intestinal com bom efeito    0505  Está sem esmalte e/ou jóiaEstá sem esmalte e/ou jóia      RealizadaRealizada higiene oralhigiene oral e corporale corporal      Jejum operatórioJejum operatório      Esvaziamento vesicalEsvaziamento vesical  
  38. 38.    Próteses e ou jóias identificadas e guardadas    Camisola aberta    Visita da anestesista realizado    Administração de medicação pré-anestésica    Ausência de reações após o pré-anestésico. Se houver tipo:     Rx e exames no prontuário    Em Rx punção de subclávia    Peso: KG:    Altura: Cm:     Sinais vitais:  Antes do pré-anestésico PA:___ P:___ R:___ T:___    após o pré-anestésico PA:___ P:___ R:___ T:___
  39. 39.  Esta fase tem início quando o cliente entra naEsta fase tem início quando o cliente entra na unidade do Centro Cirúrgico até sua admissão naunidade do Centro Cirúrgico até sua admissão na sala de recuperaçãosala de recuperação pós-anestésica (SRPA). Epós-anestésica (SRPA). E nesta fase que ocorre o ato cirúrgico e toda anesta fase que ocorre o ato cirúrgico e toda a preparação que ele envolve.preparação que ele envolve. Para a realização de uma cirurgia é necessáriaPara a realização de uma cirurgia é necessária uma série de preparos e rituais que irão auxiliar euma série de preparos e rituais que irão auxiliar e facilitar nos procedimentos, assim evitandofacilitar nos procedimentos, assim evitando possível infecçãopossível infecção
  40. 40.  O pós-operatório imediato tem seu início naO pós-operatório imediato tem seu início na salasala de recuperaçãode recuperação pós-anestésica (SRPA), parapós-anestésica (SRPA), para onde é levado o cliente pós-operado, ainda sobonde é levado o cliente pós-operado, ainda sob efeito da anestesia. Lá, ele recebeefeito da anestesia. Lá, ele recebe acompanhamento direto, e depois daacompanhamento direto, e depois da estabilização de seu estado, tem alta dessaestabilização de seu estado, tem alta dessa unidade e é levado para o seu leito de origem.unidade e é levado para o seu leito de origem. A recuperação pós-anestésica tem como objetivoA recuperação pós-anestésica tem como objetivo principal prestar ao cliente todos os cuidadosprincipal prestar ao cliente todos os cuidados necessários até a recuperação de seus reflexos enecessários até a recuperação de seus reflexos e estabilização dosestabilização dos sinais vitaissinais vitais..
  41. 41.  Oxigenioterapia;Oxigenioterapia;  Monitorização clínicaMonitorização clínica  Observar cor da pele e mucosasObservar cor da pele e mucosas  padrão respiratóriopadrão respiratório  SangramentosSangramentos  Nível de bloqueio sensitivoNível de bloqueio sensitivo  Globo vesicalGlobo vesical  Força muscularForça muscular  Escala de ALDRETTEEscala de ALDRETTE
  42. 42.  Recuperação completa da consciênciaRecuperação completa da consciência  Estabilidade cardiovascularEstabilidade cardiovascular  Função respiratória normalFunção respiratória normal  Função motora e recuperadaFunção motora e recuperada  Nível sensitivo de bloqueios espinhaisNível sensitivo de bloqueios espinhais  regredidos a segmentos lombares baixos ou sacraisregredidos a segmentos lombares baixos ou sacrais  Ausência de globo vesicalAusência de globo vesical  Curativos limpos -ausência de sangramento ativoCurativos limpos -ausência de sangramento ativo  Dor operatória controladaDor operatória controlada  Mais de 30 minutos após opióidesMais de 30 minutos após opióides  Ausência de náuseas ou vômitosAusência de náuseas ou vômitos  Alimentação, deambulação, micçãoAlimentação, deambulação, micção
  43. 43.  Risco Cardiológico –Risco Cardiológico – probabilidade de perda deprobabilidade de perda de fluídos e sangue numa cirurgia:fluídos e sangue numa cirurgia: › Grande Porte:Grande Porte: risco grande de perdas. Ex. cirurgias derisco grande de perdas. Ex. cirurgias de emergência.emergência. › Médio Porte:Médio Porte: risco médio de perdas. Ex. cirurgiarisco médio de perdas. Ex. cirurgia vascular.vascular. › Pequeno Porte:Pequeno Porte: risco pequeno de perdas. Ex. cirurgiarisco pequeno de perdas. Ex. cirurgia plastica.plastica.
  44. 44.  Tempo de duração:Tempo de duração: › Porte I:Porte I: de 0 a 2 horas. Ex. Timpanolastia.de 0 a 2 horas. Ex. Timpanolastia. › Porte II:Porte II: de 2 a 4 horas. Ex. Colecistectomia.de 2 a 4 horas. Ex. Colecistectomia. › Porte III:Porte III: de 4 a 6 horas. Ex. Gastrectomia.de 4 a 6 horas. Ex. Gastrectomia. › Porte IV:Porte IV: acima de 6 horas. Ex. Transplante de Fígadoacima de 6 horas. Ex. Transplante de Fígado
  45. 45.  Anestesia geral:Anestesia geral:Compreende numCompreende num estado inconsciente reversívelestado inconsciente reversível caracterizado por amnésia (sono,caracterizado por amnésia (sono, hipnose), analgesia (ausência de dor) ehipnose), analgesia (ausência de dor) e bloqueio dos reflexos autônomos,bloqueio dos reflexos autônomos, obtidos pela inalação, ou viaobtidos pela inalação, ou via endovenosa;endovenosa;
  46. 46.  Anestesia local:Esta anestesia éAnestesia local:Esta anestesia é empregada para procedimentosempregada para procedimentos menores nos quais o local cirúrgico émenores nos quais o local cirúrgico é infiltrado com um anestésico local comoinfiltrado com um anestésico local como lidocaína ou bupivacaína. Este tipo delidocaína ou bupivacaína. Este tipo de anestesia não envolve perda daanestesia não envolve perda da consciência e depressão das funçõesconsciência e depressão das funções vitais, produzindo perda da sensibilidadevitais, produzindo perda da sensibilidade temporária, causada pela inibição datemporária, causada pela inibição da condução nervosa.condução nervosa.
  47. 47.  Anestesia epidural:O anestésico éAnestesia epidural:O anestésico é administradoadministrado nono espaço peridural. Neste caso não há perfuraçãoespaço peridural. Neste caso não há perfuração da duramater e nem perda liquórica. O bloqueioda duramater e nem perda liquórica. O bloqueio segmentar é produzido nas fibras sensoriais,segmentar é produzido nas fibras sensoriais, espinhais e também nas fibras nervosas, podendoespinhais e também nas fibras nervosas, podendo ser parcialmente bloqueadas.ser parcialmente bloqueadas.  Anestesia raquidiana:Geralmente administrada aoAnestesia raquidiana:Geralmente administrada ao nível da coluna lombar, obtida pelo bloqueio dosnível da coluna lombar, obtida pelo bloqueio dos nervos espinhais do espaço subaracnóide. Onervos espinhais do espaço subaracnóide. O anestésico é depositado junto ao líquor, ocorrendoanestésico é depositado junto ao líquor, ocorrendo perfuração da duramater.perfuração da duramater.
  48. 48. ProcedimentoProcedimento (1) O anestesiologista instala soro-fisiológico e injeta medicamentos que(1) O anestesiologista instala soro-fisiológico e injeta medicamentos que induzem o sono na veia da pessoa.induzem o sono na veia da pessoa. (2) Através de um tubo na laringe ou uma máscara, a pessoa passa(2) Através de um tubo na laringe ou uma máscara, a pessoa passa aa receberreceber oxigênio.oxigênio. (3a) O anestésico pode ser aplicado junto com o oxigênio (anestesia(3a) O anestésico pode ser aplicado junto com o oxigênio (anestesia inalatória), na forma gasosa. Ao chegar ao pulmão, é absorvido e entra nainalatória), na forma gasosa. Ao chegar ao pulmão, é absorvido e entra na corrente sangüínea.corrente sangüínea. (3b) Outra maneira é aplicá-lo em(3b) Outra maneira é aplicá-lo em forma líquidaforma líquida, por meio de doses, por meio de doses repetidas na veia da pessoa (anestesia venosa).repetidas na veia da pessoa (anestesia venosa).
  49. 49. ProcedimentoProcedimento (1) A aplicação é feita na região onde a(1) A aplicação é feita na região onde a pequena cirurgia será efetuada.pequena cirurgia será efetuada. (2) A agulha penetra na pele, indo até a(2) A agulha penetra na pele, indo até a camada sub-cutânea.camada sub-cutânea. (3) O anestésico não atinge o nervo(3) O anestésico não atinge o nervo propriamente dito, mas terminações nervosaspropriamente dito, mas terminações nervosas da peleda pele
  50. 50. 1) É dada uma anestesia1) É dada uma anestesia local.local. 2) A agulha penetra na pele,2) A agulha penetra na pele, no tecido subcutâneo e nosno tecido subcutâneo e nos ligamentos espinhososligamentos espinhosos 3) O anestésico é injetado no3) O anestésico é injetado no espaço peridural (camada deespaço peridural (camada de gordura anterior à duramáter-gordura anterior à duramáter- membrana que envolve a medulamembrana que envolve a medula vertebral).vertebral). RaquianestesiaRaquianestesia
  51. 51.  As feridas operatórias são exemplos de incisões,As feridas operatórias são exemplos de incisões, cortes ou aberturas cutâneas intencionais.cortes ou aberturas cutâneas intencionais.  Por regra as incisões cirúrgicas são notadas naPor regra as incisões cirúrgicas são notadas na pele (epiderme) mas sua profundidade avança nopele (epiderme) mas sua profundidade avança no mínimo pelas três camadas cutâneas, mas podemmínimo pelas três camadas cutâneas, mas podem ainda seguir pelas estruturas das cavidadesainda seguir pelas estruturas das cavidades internas (toráxica ouinternas (toráxica ou abdominalabdominal), e pelas estruturas), e pelas estruturas dos órgãos internos.dos órgãos internos.
  52. 52.  Nosso organismo é freqüentemente lesado porNosso organismo é freqüentemente lesado por agentes agressores.agentes agressores.  Traumatismos mais ou menos graves,Traumatismos mais ou menos graves, desencadeados de diferentes maneiras, destroemdesencadeados de diferentes maneiras, destroem zonas do corpo, que a partir desse momentozonas do corpo, que a partir desse momento necessitam reparação.necessitam reparação.  A pele, sendo a região mais periférica e superficial,A pele, sendo a região mais periférica e superficial, é a mais freqüentemente lesada. Como envoltórioé a mais freqüentemente lesada. Como envoltório de estruturas internamente situadas, apresentade estruturas internamente situadas, apresenta uma resistência maior que os órgãos envolvidos.uma resistência maior que os órgãos envolvidos.
  53. 53.  Cicatrização por primeira intenção:quandoCicatrização por primeira intenção:quando consiste na união de duas bordas sem que hajaconsiste na união de duas bordas sem que haja infecção podendo ser com ou sem sutura ;infecção podendo ser com ou sem sutura ;  Cicatrização por segunda intenção:ocorre naCicatrização por segunda intenção:ocorre na união indireta das bordas por que existe aunião indireta das bordas por que existe a presença de infecção nos tecidos , se tornandopresença de infecção nos tecidos , se tornando mais longa pra se curar;mais longa pra se curar;  Cicatrização por terceira intenção :é um tipo deCicatrização por terceira intenção :é um tipo de cicatrização que une os dois tipos primeiros decicatrização que une os dois tipos primeiros de cicatrização em virtude do grande grau decicatrização em virtude do grande grau de infecção , deixada aberta a ferida cirúrgicainfecção , deixada aberta a ferida cirúrgica ,sendo mais profunda que os outros tipos ;,sendo mais profunda que os outros tipos ;
  54. 54.  Genética;Genética;  Nutrição;Nutrição;  Patologia;Patologia;
  55. 55.  esterilização:conjunto de exterminação total deesterilização:conjunto de exterminação total de microorganismos;microorganismos;  Assepsia:conjunto de técnicas e práticas que se utiliza paraAssepsia:conjunto de técnicas e práticas que se utiliza para evitar a penetração de microorganismosevitar a penetração de microorganismos  Antissepsia:conjuntos de meios utilizados para impedir aAntissepsia:conjuntos de meios utilizados para impedir a proliferação e reprodução de microorganismo por curtoproliferação e reprodução de microorganismo por curto periodo de tempo;periodo de tempo;  Desinfecção:conjunto utilizado para destruir osDesinfecção:conjunto utilizado para destruir os microorganismos na forma vegetativa , mas não destróimicroorganismos na forma vegetativa , mas não destrói totalmente a ação bacterianatotalmente a ação bacteriana
  56. 56.  Artigos criticos:quando entra em contato diretoArtigos criticos:quando entra em contato direto com paciente e com as mucosas do pacientecom paciente e com as mucosas do paciente .ex:instrumentos cirúrgicos,gelcos.ex:instrumentos cirúrgicos,gelcos  Artigos semi-criticos:quando entra me contatoArtigos semi-criticos:quando entra me contato apenas com o meio externo do paciente .ex:vasosapenas com o meio externo do paciente .ex:vasos sanitários, termômetrossanitários, termômetros  Artigos não criticos:quando não entram emArtigos não criticos:quando não entram em contato de forma nenhuma com o pacientecontato de forma nenhuma com o paciente .ex:canetas,prontuários.ex:canetas,prontuários
  57. 57.  é a total eliminação da vida microbiológica destesé a total eliminação da vida microbiológica destes materiais. É diferente de limpeza e diferente demateriais. É diferente de limpeza e diferente de assepsia. Como exemplo, uma tesoura cirúrgicaassepsia. Como exemplo, uma tesoura cirúrgica pode ser lavada, e ela estará apenas limpa. Parapode ser lavada, e ela estará apenas limpa. Para ser esterilizada é necessário que seja submetida aoser esterilizada é necessário que seja submetida ao calor durante um determinado tempo, destruindocalor durante um determinado tempo, destruindo todas as bactérias, seus esporos, vírus e fungos.todas as bactérias, seus esporos, vírus e fungos. Existem várias técnicas de esterilização, queExistem várias técnicas de esterilização, que apresentam vantagens e desvantagens; contudo,apresentam vantagens e desvantagens; contudo, a técnica usada mais regularmente é aa técnica usada mais regularmente é a autoclavagemautoclavagem.
  58. 58.  A flambagem é a colocação doA flambagem é a colocação do material sobre o fogo até que o metalmaterial sobre o fogo até que o metal fique vermelho.fique vermelho.  Vantagem: fácil execuçãoVantagem: fácil execução  Desvantagem: Não é seguro, pode nãoDesvantagem: Não é seguro, pode não esterilizar alguns tipos de bactérias peloesterilizar alguns tipos de bactérias pelo baixo tempo de exposição. O materialbaixo tempo de exposição. O material fica com uma cor preta, e com cheirofica com uma cor preta, e com cheiro forteforte
  59. 59.  Fever o material por 15 minutos (contarFever o material por 15 minutos (contar o tempo após o início da fervura). Apóso tempo após o início da fervura). Após a fervura, escorrer a água e deixar maisa fervura, escorrer a água e deixar mais um pouco dentro da vasilha para secar;um pouco dentro da vasilha para secar; pegar o material sempre pelo cabo epegar o material sempre pelo cabo e com as mãos bem lavadascom as mãos bem lavadas
  60. 60.  Atua sobre os microorganismosAtua sobre os microorganismos provocando a oxidação dosprovocando a oxidação dos constituintes celulares orgânicos e aconstituintes celulares orgânicos e a desnaturação e coagulação dasdesnaturação e coagulação das proteínas. Penetra nas substâncias deproteínas. Penetra nas substâncias de uma forma mais lenta que o calor úmidouma forma mais lenta que o calor úmido e por isso exige temperaturas maise por isso exige temperaturas mais elevadas e tempos mais longos, paraelevadas e tempos mais longos, para que haja uma eficaz esterilização.que haja uma eficaz esterilização.
  61. 61.  São utilizadas as estufas. Conforme o calor geradoSão utilizadas as estufas. Conforme o calor gerado recomenda-se um certo tempo: a 170 Graus Celsius, sãorecomenda-se um certo tempo: a 170 Graus Celsius, são necessários 120 minutos. A 140 Graus Celsius são necessáriosnecessários 120 minutos. A 140 Graus Celsius são necessários 220 minutos. A 120 Graus Celsius são necessários 12 horas.220 minutos. A 120 Graus Celsius são necessários 12 horas.  Vantagens: não forma ferrugem, não danifica materiais deVantagens: não forma ferrugem, não danifica materiais de corte. É o ideal para vidros, metais, algumas gorduras ecorte. É o ideal para vidros, metais, algumas gorduras e substâncias em pó.substâncias em pó.  Desvantagens: O material deve ser resistente a variação daDesvantagens: O material deve ser resistente a variação da temperatura. Não esteriliza líquidostemperatura. Não esteriliza líquidos
  62. 62.  Atua também desnaturando eAtua também desnaturando e coagulando as proteínas das célulascoagulando as proteínas das células microbianas, mas a água vai influenciarmicrobianas, mas a água vai influenciar a destruição das membranas e enzimasa destruição das membranas e enzimas pois pode induzir a destruição daspois pode induzir a destruição das ligações de hidrogénio, o que vai tornarligações de hidrogénio, o que vai tornar estes processos mais eficazes e diminuirestes processos mais eficazes e diminuir o tempo de exposiçãoo tempo de exposição
  63. 63.  AutoclavagemAutoclavagem: é a exposição do: é a exposição do material a vapor de água sob pressão, amaterial a vapor de água sob pressão, a 121 °C durante 15min. É o processo mais121 °C durante 15min. É o processo mais usado e os materiais devem serusado e os materiais devem ser embalados de forma a permitirem oembalados de forma a permitirem o contacto total do material com o vaporcontacto total do material com o vapor de água;de água;
  64. 64.  EbuliçãoEbulição: Não é um verdadeiro método,: Não é um verdadeiro método, pois não elimina formas resistentes. A suapois não elimina formas resistentes. A sua condição mínima é a fervura a 100 °Ccondição mínima é a fervura a 100 °C durante 15 mindurante 15 min
  65. 65.  TindalizaçãoTindalização: o material é submetido a 3: o material é submetido a 3 sessões de exposição a vapor de águasessões de exposição a vapor de água a 100 °C, durante 20-45min, 45min e 20-a 100 °C, durante 20-45min, 45min e 20- 45min, com um tempo de repouso entre45min, com um tempo de repouso entre elas de 24h. Consegue-se aelas de 24h. Consegue-se a esterilização, visto que permite aesterilização, visto que permite a germinação dos esporos entre duasgerminação dos esporos entre duas sessões e sua posterior destruição. Ésessões e sua posterior destruição. É usada para soluções açucaradas ouusada para soluções açucaradas ou que contenham gelatina.que contenham gelatina.
  66. 66.  Gás Óxido de EtilenoGás Óxido de Etileno:O gás óxido de:O gás óxido de etileno é um produto altamente tóxicoetileno é um produto altamente tóxico usado para esterilizar materiais..usado para esterilizar materiais..  Glutaraldeído: Fornecido na forma deGlutaraldeído: Fornecido na forma de líquido a 25 ou 50%, são pouco voláteislíquido a 25 ou 50%, são pouco voláteis a frio e utilizados para a desinfecção dea frio e utilizados para a desinfecção de instrumentos médicos. Irritante dasinstrumentos médicos. Irritante das mucosas e tóxico, necessita demucosas e tóxico, necessita de cuidados especiaiscuidados especiais
  67. 67.  FormaldeídoFormaldeído: Atualmente utilizado em processos: Atualmente utilizado em processos fechados com autoclave especial. A esterilizaçãofechados com autoclave especial. A esterilização é eficiente mas depende de umidade localé eficiente mas depende de umidade local controlada.controlada.  Ácido peracéticoÁcido peracético: Líquido que esteriliza materiais: Líquido que esteriliza materiais por imersão.por imersão.  Plasma de Peróxido de HidrogênioPlasma de Peróxido de Hidrogênio: Sistema à gás: Sistema à gás que utiliza equipamento complexo composto deque utiliza equipamento complexo composto de alto vácuo e gerador eletrico de plasma. Processoalto vácuo e gerador eletrico de plasma. Processo químico eficiente e de baixa temperaturaquímico eficiente e de baixa temperatura (35~40 °C).(35~40 °C).
  68. 68.  Terminações cirúrgicas: prefixo significado adeno Glândula angio Vaso Arterio Artérias Artro Articulação blefaro Pálpebra cardio Coração cisto Bexiga colecisto Vesícula colo colón prefixo Significado Cefalo Cabeça colpo Vagina entero Intestino espleno Baço flebo Veia gastro Estômago Hepato Fígado Histero Útero laparo Cavidade abdominal
  69. 69. prefixo significado Laringo Laringe Masto Mamas Meningo Meninges Nefro Rim Neuro Nervo Oftalmo Olhos Ooforo Ovário Orquio Testiculo osteo osso prefixo significado oto Ouvido procto Reto rino Nariz salpingo Trompa traqueo Traqueia
  70. 70. prefixo Significado Algia/algo Dor Cele Tumor;hernia Centese Punção/orificio Ectomia Remoção Pexia Fixação de um órgão Ite Inflamação Plastia Reconstituição de uma parte do corpo Rafia Sutura Scopia Ato de ver/observar Stomia Comunicação entre dois órgãos oco; Tomia Corte
  71. 71.  A classificação é feita de acordo com sua função ou usoA classificação é feita de acordo com sua função ou uso principal, visto que muitos instrumentos têm mais de umaprincipal, visto que muitos instrumentos têm mais de uma utilidade. Basicamente, um procedimento cirúrgico segue 3utilidade. Basicamente, um procedimento cirúrgico segue 3 etapas principais: diérese, hemostasia e síntese. Aetapas principais: diérese, hemostasia e síntese. A classificação do material cirúrgico e do instrumento cirúrgicoclassificação do material cirúrgico e do instrumento cirúrgico segue, portanto, nessa mesma ordem:segue, portanto, nessa mesma ordem:  diéresediérese  preensãopreensão  hemostasiahemostasia  exposiçãoexposição  especialespecial  síntese.síntese.
  72. 72.  O bisturi é constituído por um a caboO bisturi é constituído por um a cabo reto com um encaixe em uma dasreto com um encaixe em uma das extremidades para uma lâminaextremidades para uma lâmina desmontável e descartável. Existem osdesmontável e descartável. Existem os cabos número 3 (para lâminascabos número 3 (para lâminas pequenas, em cirurgias delicadas) e 4pequenas, em cirurgias delicadas) e 4 (mais usado, para lâminas maiores).(mais usado, para lâminas maiores).
  73. 73.  PreensãoPreensão  São instrumentos destinados a agarrar tecidos -São instrumentos destinados a agarrar tecidos - pinças de dissecção. Auxiliares, geralmente sãopinças de dissecção. Auxiliares, geralmente são usadas pelausadas pela mãomão esquerda, empunhadas comoesquerda, empunhadas como se fossem um lápis. O modelo "dentes de rato" ése fossem um lápis. O modelo "dentes de rato" é usado para procedimentos na pele ou parausado para procedimentos na pele ou para agarrar materiais como campo e borrachas. Oagarrar materiais como campo e borrachas. O outro modelo, anatômico, possui estriasoutro modelo, anatômico, possui estrias transversais nas faces internas das pontas, e étransversais nas faces internas das pontas, e é usado em procedimentos diversosusado em procedimentos diversos
  74. 74.  HemostasiaHemostasia  Os instrumentos de hemostasia são as pinçasOs instrumentos de hemostasia são as pinças hemostáticas, destinadas ao pinçamento dehemostáticas, destinadas ao pinçamento de pequenos vasos sangrantes de ligadura e tambémpequenos vasos sangrantes de ligadura e também para pinçar fios de sutura e tecidos orgânicospara pinçar fios de sutura e tecidos orgânicos como aponeurose etc. São empunhados dacomo aponeurose etc. São empunhados da mesma maneira que as tesouras e fecham-se emmesma maneira que as tesouras e fecham-se em vários graus de pressão. Têm algumas variações,vários graus de pressão. Têm algumas variações, no tamanho do cabo e da ponta, na forma dano tamanho do cabo e da ponta, na forma da ponta (curva/reta) etc.ponta (curva/reta) etc.
  75. 75.  ExposiçãoExposição  Compõem-se de instrumentos afastadores, elementos mecânicosCompõem-se de instrumentos afastadores, elementos mecânicos para afastar os tecidos seccionados ou separados. Facilitam,para afastar os tecidos seccionados ou separados. Facilitam, portanto, a operação. Compreendem dois tipos principais:portanto, a operação. Compreendem dois tipos principais: dinâmicos e auto-estáticos. O primeiro inclui o afastador dedinâmicos e auto-estáticos. O primeiro inclui o afastador de Farabeuf, usado para o afastamento de pele, subcutâneo eFarabeuf, usado para o afastamento de pele, subcutâneo e músculos, em plano superficial. Tais afastadores exigem traçãomúsculos, em plano superficial. Tais afastadores exigem tração manual contínua. Já os auto-estáticos são compostos de peçasmanual contínua. Já os auto-estáticos são compostos de peças acopladas entre si, de tal modo que uma vez colocados e abertosacopladas entre si, de tal modo que uma vez colocados e abertos eles se mantêm estáveiseles se mantêm estáveis
  76. 76.  SínteseSíntese  São os instrumentos destinados a fazer a reunião dos tecidos.São os instrumentos destinados a fazer a reunião dos tecidos. São compostos basicamente de porta-agulhas e agulhas. OSão compostos basicamente de porta-agulhas e agulhas. O primeiro apresenta uma ponta destinada à apreensão daprimeiro apresenta uma ponta destinada à apreensão da agulha e um cabo que gradua o fechamento doagulha e um cabo que gradua o fechamento do instrumento. Pode ter ponta reta, curva ou angulada.instrumento. Pode ter ponta reta, curva ou angulada.  A agulha cirúrgica é uma pequena e fina haste de açoA agulha cirúrgica é uma pequena e fina haste de aço polido, aguçada numa das extremidades e com um orifíciopolido, aguçada numa das extremidades e com um orifício por onde se enfia ou se fixa o fio de sutura.por onde se enfia ou se fixa o fio de sutura.
  77. 77.  Posição decúbito dorsalPosição decúbito dorsal: É aquela em que o paciente se: É aquela em que o paciente se encontra deitado de costas, com as pernas estendidas e osencontra deitado de costas, com as pernas estendidas e os braços estendidos e apoiados em talas. O dorso dobraços estendidos e apoiados em talas. O dorso do paciente e a coluna vertebral estão repousando napaciente e a coluna vertebral estão repousando na superfície do colchão da mesa cirúrgica. Ex. Cesarianasuperfície do colchão da mesa cirúrgica. Ex. Cesariana.
  78. 78.  Posição decúbito ventralPosição decúbito ventral:: O paciente fica deitado deO paciente fica deitado de abdômen para baixo, com os braços estendidos para frenteabdômen para baixo, com os braços estendidos para frente e apoiados em talas. O sistema respiratório fica maise apoiados em talas. O sistema respiratório fica mais vulnerável na posição de decúbito ventral. Ex. Cirurgiasvulnerável na posição de decúbito ventral. Ex. Cirurgias da coluna, Hérnia de disco.da coluna, Hérnia de disco.
  79. 79.  Posição fowler ou sentadaPosição fowler ou sentada:: O paciente permanece semi-O paciente permanece semi- sentado na mesa de operação. Posição utilizada parasentado na mesa de operação. Posição utilizada para conforto do paciente quando há dispnéia. Ex. Dreno deconforto do paciente quando há dispnéia. Ex. Dreno de TóraxTórax
  80. 80.  Posição de litotômia ou GinecológicaPosição de litotômia ou Ginecológica: O paciente: O paciente permanece em decúbito dorsal, com as pernaspermanece em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, afastadas e apoiadas em perneirasflexionadas, afastadas e apoiadas em perneiras acolchoadas, e os braços estendidos e apoiados. Ex.acolchoadas, e os braços estendidos e apoiados. Ex. Histerectomia vaginal.Histerectomia vaginal.
  81. 81.  Posição de canivete (kraske)Posição de canivete (kraske): O paciente se encontra em: O paciente se encontra em decúbito ventral, com as coxas e pernas para fora da mesadecúbito ventral, com as coxas e pernas para fora da mesa e o tórax sobre a mesa, a qual está levemente inclinada noe o tórax sobre a mesa, a qual está levemente inclinada no sentido oposto das pernas, e os braços estendidos esentido oposto das pernas, e os braços estendidos e apoiados em talas. Ex. Hemorroidectomia.apoiados em talas. Ex. Hemorroidectomia.
  82. 82.  Posição lateral ou simsPosição lateral ou sims:: O paciente permanece emO paciente permanece em decúbito lateral, esquerdo ou direito, com a perna quedecúbito lateral, esquerdo ou direito, com a perna que está do lado de cima flexionada, afastada e apoiada naestá do lado de cima flexionada, afastada e apoiada na superfície de repouso. Ex. Cirurgias renaissuperfície de repouso. Ex. Cirurgias renais.
  83. 83.  Posição trendelenburgPosição trendelenburg:: É uma variação da posição deÉ uma variação da posição de decúbito dorsal onde a parte superior do dorso édecúbito dorsal onde a parte superior do dorso é abaixada e os pés são elevados. Ex. Posição utilizadaabaixada e os pés são elevados. Ex. Posição utilizada para cirurgias de órgãos pélvicos, Laparotomia depara cirurgias de órgãos pélvicos, Laparotomia de abdomên inferior.abdomên inferior.

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