Futebol total - técnio, tático, físico e admistrativo

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Curso de futebol ministrado pelo profissional de educação fisica graduado na Esef Ufrgs Renato Schmitt

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Futebol total - técnio, tático, físico e admistrativo

  1. 1. FFUUTTEEBBOOLL RREENNAATTOO SSCCHHMMIITTTT CCRREEFF 11996611
  2. 2. MONTAGEM DDEE MMÉÉTTOODDOOSS DDEE TTRREEIINNAAMMEENNTTOO 1 PLANEJAMENTO 2 ORGANIZAÇÃO 3 DESENVOLVIMENTO
  3. 3.  Periodização(relatório diário de treinamento)  Perfil do treinador, preparador e auxiliares  Padronização de trabalho e vocabulário  Características: pessoais, física, técnica e tática da faixa etária  Avaliações morfológicas e físicas periódicas  Testes técnicos e físicos  Objetivos e metas  Reuniões e pautas específicas (mensais)  Palestras para atletas, pais e corpo docente  Material e locais de treinamentos  Treinamentos(especiais, individuais e específicos)  Atividades( coordenativas, recreativas, físicas, técnicas e táticas)  Scouts das ações mais importantes  Confraternização bimestral(por categoria e geral)
  4. 4.  Apresentação do planejamento para Diretoria  Cinco cate’gorias=cinco preliminares por semestre;Cliente=torcedor e pais  Características de cada idade e psicologia do futebol  Cartilhas=pais,técnica,física,atletas,comissões  Planejamento técnico e físico padronizado(periodizado)de cada cat.  Alternativa de locais de treinamentos(dias de chuva)  Scout de treinos, jogos e de atletas  Planejamento para torneios: direitos e deveres  Reunião com pais  Relatórios e reuniões periódicas(cat.=quinzenal; todos=bimestral)  Jogos amistosos(participação de todos)  Visita ao museu  Treino de malandragem  Palestra de acordo com a faixa etária(arbitro,atletas e ex...)  Sessão de DVD  Perfil de profissionais  Provérbios e atividades (alojamento e vestiário)  Questionário e anamnese pessoal,física e técnica
  5. 5.  Desânimo  Euforia após vitória  Expectativas exageradas de si mesmo  Medo de perder(adversário)  Falta de persistência  Falta de vontade de treinar  Fixação de metas muitas baixas ou altas demais  Dependência do técnico  Papel do favorito  Pouca disposição frente a situações de risco  Transferência de responsabilidades
  6. 6.  Ambição exagerada  Fixação ao sucesso  Desequilíbrio emocional  Expectativas muito elevadas  Orientação ao fracasso  Estilo excessivo de imposições  Medo de adversários  Falta de personalidade  Egoísta  Falta de carisma  Fixação de metas ilusórias  Pressão de vitoria e sucesso  Problemas de comunicação  Centralizador  Não conquistar o respeito dos atletas
  7. 7.  Exercícios monótonos  Tarefas sem sentido  Falta de planejamento  Overtraining  Falta de criatividade  Treinos repetitivos  Falta de desafio  Conflitos entre comissão técnica e/ou atletas  Períodos para recuperação muito curtos
  8. 8.  Intimidação  Criticar em público  Sarcasmo e deboche  Overtraining para compensar derrotas  Transferencia da culpa  Desprezo e desinteresse no jogo
  9. 9.  Elogie e encoraje as ações corretas  Desenvolva ações realistas  Recompense o esforço  Ensinar e treinar as habilidades  Modifique e motive as atividades diárias  Altere as regras visando uma maior participação  Seja criativo e entusiástico  Converse, faça-o sentir-se útil  O prazer leva ao sucesso
  10. 10. Dados importantes no SCOUT ( informar por qual setor do campo) Bolas roubadas Chutes a gol Passes errados Oportunidade de gol Ganho de disputa na segunda bola
  11. 11. A importância das concentrações Scouts – quais os momentos mais importantes Palestras ( ordem , duração e interesse dos ouvintes) Cartazes dos familiares no vestiário Qual o fundamento mais importante O certo e errado ( gelo ou calor ) Ex atletas como treinadores nas escolinhas Como assistir a um jogo no estádio e na tv Como preparar- se para um peneirão Quais os critérios de escolha dos atletas em peneiras Porque tantos atletas NÃO chegam!!!! Interesse, pressão... Periodização em números de jogos, pré jogos, pós jogos ... Formar ou captar atletas O amadorismo de dirigentes Os poderes do treinador Futebol brasileiro atual: Contratação de atletas no final de carreira Atletas de base mandam no clube Treinador tem a chave do clube - culpa dos dirigentes amadores Compromisso fiscal ( diretoria faz conta e não paga quando sai) Como ganhamos e porque perdemos A contratação de profissionais de base (critério amador) Eu ganho e torço para você perder – pensamento de comissões técnicas da base O que chamamos de dom ou talento deveria ser nomeado de facilidade
  12. 12.  dar o meu melhor – alguém dá o seu pior?  na minha opinião – se é você quem está falando...  como o fulano disse – se ele já disse, diga algo novo  projeto e comprometimento – caiu em desuso e motivo de deboche  dar o algo a mais – então quando treina não é o limite? Estranho...  110 % - não existe 101 % ou seja...  vamo vamo vamo pegá.... – esse é o titular de quem não tem o que dizer  não tenho palavras – melhor então preparar-se melhor para ter o que dizer  ele nasceu com o dom? - Facilidade e treinamento sim  deixa tudo lá dentro – ficaria melhor: vá no seu limite!  Todos podemos nos preparar melhor, lendo mais, estudando mais e tendo com competência e segurança. Isto tudo vem da busca do conhecimento e do excelente relacionamento com as pessoas!
  13. 13. Identidade: clube formador, barriga de aluguel ou com metas e objetivos definidos Gestões: administrativa, jurídica, financeira, patrimonial, social, marketing Futebol profissional e de base: Amadorismo x profissional Metas com unificação de idéias e ideais entre dirigentes Cartilha para funcionários (valorização ) e profissionais do futebol Perfil de profissionais (comissões técnicas, funcionários e atletas) Compromisso fiscal (quem faz a conta, paga antes de entregar o cargo)
  14. 14. Contratação de profissionais Ex atletas Atletas de outros estados antes dos 16 anos Treinar em diversas posições Treinar bolas paradas Paredão Assistir jogos e treinos Nutrição Redes sociais Assistente social Pressão de todos os lados Campeão de tudo e aposentado no Junior Comissões técnicas e empresários Ratão de estacionamento Peneirão e critérios Atleta infiltrado Atleta exemplo Visita a museu Aprender idiomas Dirigentes querem atletas alienados Cargas de treino Punição por derrotas Gritaria na beira do campo Vaidade Salários Objetivos Pais e família Empresários
  15. 15.  Aquecimento variado e completo  Treinamento para os não relacionados  Treinamentos para atletas no D.M.  Treinamentos físicos sempre que possível com bola  Regenerativo e alongamentos  Testar os exercícios antes dos atletas  Avaliações e testes físicos periódicos  Reforço diário nas “borrachinhas”  Respeitar as cargas de trabalho  Alternativas para dia de chuva  Atividades coordenativas  Trabalhar bilateralmente  Atividades em dias de concentração
  16. 16. Atividades: · Situações de jogo · Setores do campo · Sistemas de marcação · Sistemas de jogo · Posicionamento · Bolas paradas · Saída de bola · Visão de jogo · Jogadas ensaiadas · Valorização do tempo e de posse de bola · Jogadas em e de velocidade · Fundamentos
  17. 17.  Mini jogos  Circuito nos cones  Circuito físico  Circuito técnico  Circuito de saltos  Circuito na musculação  Circuito na areia  Intervalados  Jogos de coordenação  Borrachas de tração  Prática de outros esportes  C.C.V.V.  Corridas de tempo  Velocidade de reação  Corridas em aclives  Sprints em grande volume  Técnica de corrida  Posse de bola com variações  Aulas em academias de ginástica  Regenerativo na piscina
  18. 18. INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO Conceito de sistemas; Explicar sua evolução em função do tempo. CONCLUSÃO
  19. 19. “SISTEMAS DE DESORGANIZAÇÃO”  Essencialmente ofensivo;  Só marcar gols;  Apenas o goleiro defendia;  10 atacantes + 1 defensor.
  20. 20. Primeiro sistema de jogo; 1 goleiro, 2 defensores e 8 atacantes; Excesso de individualismo; Jogo ofensivo, inicia a preocupação defensiva.
  21. 21. 1 goleiro, 1 defensor, 1 meio campo e 8 atacantes; Surgiram os três setores do campo; Manteve as Características anteriores.
  22. 22. Surgem 2 sistemas Primeiro: 1 goleiro, 1 defensor, 2 meio-campo e 7 atacantes. Segundo: Utilizado pela equipe escocesa “QUEENS PARK”, introduzindo a troca de passes; Ligação defesa e ataque.
  23. 23. Tendência natural de reforçar o sistema defensivo, recuando os atacantes. O objetivo principal: “ Buscar o equilíbrio” “Valorizou-se o passe que era apenas um recurso”. Escola escocesa
  24. 24. Criado em 1884 na Inglaterra; Sistema Clássico ou Piramidal; Equilíbrio numérico defesa – ataque; Atacantes não defendiam; Sistema do centromédio ofensivo; Regra impedimento: 3 jogadores ( até 1925).
  25. 25. Criado por Herbert Chapman, na Inglaterra ; Oriundo do 2 - 3 - 5 ; Surgiu devido a alteração do impedimento; Avanço de um atacante, entre os dois zagueiros; Resposta no sistema defensivo; Recuo do centromédio; Surgimento do zagueiro central; Defesa sem cobertura;
  26. 26. Austríaco Karl Rappan; Baseava-se: Sobra de um jogador de defesa; Congestionamento a frente da área de pênalti. Center-back - cobria os defensores; Surgiu o primeiro líbero ; Uruguai consagra o sistema em 1950.
  27. 27. Oriundo do WM, na década de 50 ; Surgimento do ponta-de-lança e 4º zagueiro; Polêmico, porque desfez a surpresa; Sobrecarregava jogadores do meio-campo; Variações: 4-3-3 e 4-4-2; Santos 1950.
  28. 28. Sistema adotado pelo Brasil em 1958 e 1962 Meio campo ataca com freqüência; Apoio alternado dos laterais.
  29. 29. Primeira vez futebol força - preparação física; Utilizado pela Inglaterra na Copa de 1966; Desequilíbrio defesa-ataque Facilita passagem da defesa para o ataque ; Brasil em 1970 - “La Mescla Detonante”(4-3-3 / 4-4-2 ).
  30. 30. Utilizado pela Holanda na Copa de 1974; Grande mobilidade com trocas de posição; Troca de passe em velocidade; Compactação três setores; Tática do impedimento utilizada c/ freqüência ; Bola jogada no espaço livre.
  31. 31. Argentina de Billardo na Copa de 1986; Um líbero e dois zagueiros; Boa transição Defesa-ataque; Na Copa de 1990 surge o 5-3-2 , sua variação. Copa 2002 – Brasil Penta
  32. 32. Alterar o sistema defensivo, após 1990 (Líbero); Forte proteção à frente da zaga (dupla); Apoio constante e simultâneo dos laterais Princípio tático da abertura era explorado; Copa dos EUA e Mundial Interclubes.
  33. 33. Valor Técnico e tático dos jogadores; Condicionamento físico em alta; “O conhecimento dos diversos sistemas de jogo nos permitirá criar soluções táticas para os problemas de qualquer equipe”
  34. 34. A marcação é bem definida; Maior facilidade de interceptar passes longos; Facilita coordenação; Facilita rápida retomada para o ataque; Concentra jogadores à frente do gol; Diminui possibilidade de cometer faltas.
  35. 35. Adversário tem espaço para mobilidade; Exige grande comunicação; Impossibilidade de marcação especial sobre determinado jogador; Zona dos defensores não são bem definidas; Defensor apresenta atitude passiva.
  36. 36. Defensor tem suas responsabilidades bem definidas; Facilita avaliação de cada defensor; Fácil de ensinar e aprender; Facilita a interceptação de passes; Facilita reorganizar a marcação; Adapta-se a qualquer tipo de ofensiva do adversário.
  37. 37. Desgaste físico e moral; Retarda o poder de ataque da equipe que realiza este tipo de marcação; Aumenta a probabilidade de cometer faltas; Facilita a ultrapassagem do adversário.
  38. 38. Os princípios táticos bem conhecidos e bem treinados irão proporcionar um equilíbrio adequado entre a ação de Defender e Atacar. No decorrer do jogo deve-se usar ambas as marcações (mista);
  39. 39. 1 2 2 3 5 3 4 4 5 6 7 8 8
  40. 40. AASS PPAARRTTEESS DDOO CCAAMMPPOO 1 - PERIGO E SIMPLICIDADE 2 - CHUTÃO PARA A FRENTE 3 - CRIATIVIDADE E PULMÃO 4 - INICIO DE BOAS JOGADAS 5 - AÇÕES OFENSIVAS 6 - CONCLUSÃO (CHUTE) 7 - CONCLUSÃO (CABECEIO) 8 - CRUZAMENTOS FONTE: REVISTA SPRINT
  41. 41. TÁTICA – Movimentação dos jogadores em um determinado sistema. SISTEMA TÁTICO – É a maneira de distribuir os jogadores em campo, seu posicionamento.
  42. 42. ESTRATÉGIA  Técnico  Antes do Jogo  Aspectos externos ao jogo  Pensamento  Inteligência  Regulamento da Competição TÁTICA - Jogador - Durante o Jogo - Aspectos do Jogo - Ação - Mecanização - Condução do Jogo
  43. 43. “SEJAM VOCÊS MESMOS, MAS NÃO SEJAM SEMPRE OS MESMOS” Muito Obrigado!!!

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