Tecnologia e Negócios de Rádio e TV - 6/10/2014

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Aula da disciplina Tecnologia e Negócios de Rádio e TV, do curso de Audiovisual do Centro Universitário Senac, em 6 de outubro de 2014.

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Tecnologia e Negócios de Rádio e TV - 6/10/2014

  1. 1. Tecnologia e negócios de rádio e TV 10 de outubro de 2014
  2. 2. Meios quentes e frios “Um meio quente é aquele que prolonga um único de nossos sentidos e em alta definição. Alta definição se refere a um estado de alta saturação de dados. (...) Um meio quente envolve menos participação do que um frio: uma conferência envolve menos do que um seminário, e um livro menos que um diálogo.” - Marshall McLuhan (1964) 2 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  3. 3. O aquecimento da televisão “Tecnicamente, a TV tende a ser um meio de primeiros-planos. No cinema, o close-up dá ênfase; na TV, é coisa normal. Uma foto brilhante do tamanho do vídeo pode mostrar uma dúzia de caras com muitos pormenores, mas uma dúzia de caras no vídeo forma apenas uma mancha ” - Marshall McLuhan (1964) 3 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  4. 4. Multiprogramação e mobilidade 4 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  5. 5. O problema da interatividade “Não existe outro lado. Isto é televisão, e não telefone. A diferença é grande” - Willy Wonka 5 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  6. 6. Teles vs. TVs Fonte: Accenture/Guerreiro Teleconsult 6 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  7. 7. Os níveis de interatividade • Nível 1 – O espectador navega nos dados armazenados no terminal, sem canal de retorno • Nível 2 – O espectador usa um canal de retorno, mas não necessariamente em tempo real • Nível 3 – O espectador envia e recebe mensagens em tempo real, pelo canal de retorno 7 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  8. 8. Carrossel de dados Fonte: UFPB 8 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  9. 9. Os desafios da radiodifusão  TV conectada  Gravador digital de vídeo  Vídeo via internet (YouTube/BitTorrent/ Netflix)  IPTV (TV via banda larga)  TV paga móvel 9 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  10. 10. O mercado da TV paga (em milhões de assinantes) 0.3 0.4 1.0 1.8 2.5 2.6 2.8 3.4 3.6 3.6 3.6 3.9 4.2 4.6 * Até 7/2014 / Fonte: Telebrasil e Teleco 10 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014 5.3 6.3 7.5 9.8 16.2 12.7 19.1 18.0
  11. 11. Participação de mercado (em %) 53.3 3.7 4.2 4.8 29.4 4.6 11 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014 Embratel/Net Sky Oi GVT Vivo Outros Fonte: Teleco
  12. 12. Divisão por tecnologia (em %) 37.7 61.8 0.1 0.4 12 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014 Cabo Satélite MMDS Fibra Fonte: Teleco
  13. 13. A legislação do setor  1962 – Código Brasileiro de Telecomunicações – Lei N.º 4.117  1995 – Lei do Cabo – N.º 8.977  1996 – Lei Mínima – N.º 9.295  1997 – Lei Geral de Telecomunicações – N.º 9.472  2011 – Lei de TV Paga – N.º 12.485 13 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  14. 14. Definições da nova lei Espaço Qualificado Espaço total do canal de programação, excluindo-se conteúdos religiosos ou políticos, manifestações e eventos esportivos, concursos, publicidade, televendas, infomerciais, jogos eletrônicos, propaganda política obrigatória, conteúdo audiovisual veiculado em horário eleitoral gratuito, conteúdos jornalísticos e programas de auditório ancorados por apresentador Canal de Espaço Qualificado Canal de programação que, no horário nobre, veicule majoritariamente conteúdos audiovisuais que constituam espaço qualificado 14 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  15. 15. Definições da nova lei Canal Brasileiro de Espaço Qualificado Canal de espaço qualificado que cumpra os seguintes requisitos, cumulativamente:  ser programado por programadora brasileira;  veicular majoritariamente, no horário nobre, conteúdos audiovisuais brasileiros que constituam espaço qualificado, sendo metade desses conteúdos produzidos por produtora brasileira independente;  não ser objeto de acordo de exclusividade que impeça sua programadora de comercializar, para qualquer empacotadora interessada, os direitos de sua exibição ou veiculação;. 15 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  16. 16. As cotas de conteúdo nacional  Nos canais de espaço qualificado, no mínimo 3h30 semanais dos conteúdos veiculados no horário nobre deverão ser brasileiros e integrar espaço qualificado, e metade deverá ser produzida por produtora brasileira independente.  Em todos os pacotes ofertados ao assinante, a cada 3 canais de espaço qualificado existentes no pacote, ao menos 1 deverá ser canal brasileiro de espaço qualificado.  Nos pacotes em que houver canal de programação gerado por programadora brasileira que possua majoritariamente conteúdos jornalísticos no horário nobre, deverá ser ofertado pelo menos um canal adicional de programação com as mesmas características no mesmo pacote ou na modalidade avulsa de programação. 16 Renato Cruz – Senac – 22/9/2014
  17. 17. Não valem para cumprimento de cotas  Canais de distribuição obrigatória, ainda que veiculados em localidade distinta daquela em que é distribuído o pacote;  Canais que retransmitirem canais de geradoras detentoras de outorga de radiodifusão de sons e imagens em qualquer localidade;  Canais operados sob a responsabilidade do poder público;  Canais cuja grade de programação não tenha passado por qualquer modificação para se adaptar ao público brasileiro;  Canais dedicados precipuamente à veiculação de conteúdos de cunho erótico;  Canais ofertados na modalidade avulsa de programação;  Canais ofertados em modalidade avulsa de conteúdo programado. 17 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  18. 18. As regras da Ancine Horário Nobre  Nos canais para crianças e adolescentes: as 7 horas diárias, das 11h às 14h e das 17h às 21h;  Nos demais canais, 6 horas diárias, das 18h às 24h. Espaço qualificado  Obras audiovisuais seriadas ou não seriadas dos tipos ficção, documentário, animação, reality show, videomusical e de variedades. 18 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014
  19. 19. Canais ‘superbrasileiros’  Dos canais brasileiros, ao menos dois devem veicular no mínimo 12 horas diárias de produção independente, sendo três no horário nobre, e que pelo menos um desses canais não pode ser programado por empresa coligada, controlada ou controladora de concessionária de TV.  CineBrasilTV, da distribuidora Conceito A, de Tereza Trautmann; Prime Box Brazil (e sua versão HD), da Box Brazil, de Cícero Aragon; e Curta! O Canal Independente, da distribuidora carioca Synapse, de Julio Worcman.  Está de acordo no que diz respeito à programação, mas pertence à Globosat: Canal Brasil. 19 Renato Cruz – Senac – 06/10/2014

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