Plano de Mídia - 29/10/2014

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Aula da disciplina Plano de Mídia, do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Senac, em 29 de outubro de 2014.

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Plano de Mídia - 29/10/2014

  1. 1. Plano de Mídia 29 de outubro de 2014
  2. 2. Público-alvo  Deve ser o mesmo definido para a criação da campanha;  Definir o primário e o secundário;  Deve levar em consideração aspectos demográficos (sexo, idade, classe social e escolaridade) e psicográficos (relacionamento psicológico com a marca; hábitos, crenças e costumes; perfil de comportamento). Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 2 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  3. 3. Agente de compra  Iniciador: detecta a necessidade que pode ser atendida pelo produto;  Influenciador: influencia na decisão de compra. Pode ser o vendedor, amigo, parente ou qualquer pessoa cuja opinião cause forte interferência no processo de compra;  Decisor: tem o poder de decidir pela compra e, normalmente, comanda ou autoriza outra pessoa a adquirir o produto;  Comprador: quem efetivamente faz a compra;  Usuário: quem usa produto. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 3 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  4. 4. Momentos do produto  Fase de crescimento: a propaganda funciona como uma alavanca, um acelerador de decisões. Nesta fase, o consumidor estará predisposto a comprar, bastando um incentivo para a ação.  Predisposição fraca ou decrescente: caso o ciclo de vida do produto esteja em fase declinante ou em queda de vendas, há necessidade de maiores esforços para trazer resultados mais significativos. Nesse caso, a promoção de vendas é o mais indicado. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 4 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  5. 5. Fatores sazonais  Estações do ano: as variáveis climáticas exercem grande influência no consumo de determinados produtos, como alimentos e vestuário. Também podem afetar a decisão do cliente, como maior volume de vendas de veículos equipados com ar-condicionado no verão;  Datas Comemorativas: Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia das Crianças são as melhores datas para o varejo. Pode-se considerar também outras datas, como dias santos, datas comemorativas profissionais (Dia da Secretária) ou significativas (Dia Internacional da Mulher). Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 5 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  6. 6. Polices  Obrigatoriedades ou limitações impostas pelo cliente em relação à veiculação da campanha (não criação);  Itens relacionados à legislação (como proibição de propaganda de cigarros e limitações e recomendações sobre propaganda direcionada ao público infantil). Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 6 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  7. 7. Verba de campanha - I  Estágio de ciclo de vida do produto: Em geral, novos produtos necessitam de maiores investimentos em propaganda para gerar experimentação e conhecimento. Já marcas amadurecidas exigem investimentos mais baixos, proporcionais às vendas.  Participação no Mercado: Marcas líderes devem ter gastos mais elevados para manter sua condição frente aos concorrentes. Por outro lado, tirar a participação do concorrente ou construir um mercado requer mais investimentos do que manter a participação atual. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 7 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  8. 8. Verba de campanha - II  Concorrência e Saturação: A existência de muitos concorrentes requer mais investimento para que a mensagem sobressaia frente ao ruído formado pela concorrência.  Diferenciação do Produto: Quando existe pouca diferenciação de uma marca para outra, é necessária mais propaganda para causar a distinção em relação às demais. Quando há boa clara diferenciação, o esforço pode ser menor, sendo que a propaganda utilizada para reforçar essas diferenças. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 8 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  9. 9. Retorno sobre investimento - I Vendas: É um critério bastante objetivo. Se o aumento de vendas for igual ou superior à verba investida, trata-se de uma boa estratégia.  Imagem: Embora pareça um critério subjetivo, é possível medir a melhora da imagem do produto por meio de pesquisas mercadológicos. No entanto, o impacto nas vendas muitas vezes é de longo prazo. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 9 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  10. 10. Retorno sobre investimento - II  Lançamento: Produtos inovadores podem criar um novo mercado ou ampliar o existente a partir de um novo conceito. Posicionar-se como preparação para ganhos futuros é plenamente justificável;  Manutenção: O investimento para manter posição de mercado evita perdas financeiras. É possível analisar quanto se perderia sem um esforço de campanha. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 10 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  11. 11. Flowchart 11 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014
  12. 12. Cashflow 12 Renato Cruz – Senac – 29/10/2014

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