Fundamentos de webdesing, tecnologia e ubiquidade - 8/4/15

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Aula da disciplina Fundamentos de webdesign, tecnologia e ubiquidade, do curso de Gestão da Comunicação em Mídias Digitais do Senac Lapa Scipião, em 8 de abril de 2015.

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Fundamentos de webdesing, tecnologia e ubiquidade - 8/4/15

  1. 1. Fundamentos de webdesign, tecnologia e ubiquidade 8 de abril de 2015
  2. 2. O que é usabilidade? Renato Cruz – Senac2 “A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado à facilidade de uso de algo. Mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. Se as pessoas não puderem ou não conseguirem utilizar um recurso, ele pode muito bem não existir.” Fonte: NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web: projetando web sites com qualidade. São Paulo: Saraiva, 2011
  3. 3. The Homer Renato Cruz – Senac3 Fonte: Os Simpsons, “Oh Brother, Where Art Thou?”, Temporada 2, Episódio 15, 16 fev. 1991.
  4. 4. Qual é a coisa mais importante? Renato Cruz – Senac4 “Não me faça pensar!” Fonte: KRUG, Steve. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso da usabilidade na web. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.
  5. 5. Google Renato Cruz – Senac5
  6. 6. Google Wave Renato Cruz – Senac6
  7. 7. Obviedades Renato Cruz – Senac7 Fonte: KRUG, Steve. Don't Make Me Think, Revisited: A Common Sense Approach to Web Usability. San Francisco: New Riders, 2013.
  8. 8. Perguntas a serem evitadas Renato Cruz – Senac8  Onde estou?  Onde devo começar?  Onde eles colocaram o ______?  Quais as coisas mais importantes nessa página?  Por que eles deram este nome a isto? Fonte: KRUG, Steve. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso da usabilidade na web. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.
  9. 9. As pessoas não leem as páginas Renato Cruz – Senac9 Fonte: KRUG, Steve. Don't Make Me Think, Revisited: A Common Sense Approach to Web Usability. San Francisco: New Riders, 2013.
  10. 10. Hierarquia visual clara Renato Cruz – Senac10 Muito importante Um pouco menos importante Nem um pouco importante Fonte: KRUG, Steve. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso da usabilidade na web. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.
  11. 11. Sem medo das convenções Renato Cruz – Senac11 Fonte: KRUG, Steve. Don't Make Me Think, Revisited: A Common Sense Approach to Web Usability. San Francisco: New Riders, 2013.
  12. 12. Pirâmide invertida Renato Cruz – Senac12 Fonte: Christopher Schwartz / Wikipédia
  13. 13. Palavras Renato Cruz – Senac13 “Toda vez que encontro uma palavra fora do lugar, ou seja, uma palavra que poderia ser usada pelos clássicos espanhóis ou uma palavra usada nas favelas de Buenos Aires, quer dizer, uma palavra que é diferente das outras, então eu a substituo, e uso uma palavra comum. Lembro que Stevenson escreveu que, numa página bem escrita, todas as palavras devem parecer iguais.” Fonte: Jorge Luis Borges, The Art of Fiction No. 39. In: The Paris Review, Winter-Spring 1967 No. 40.
  14. 14. Webwriting Renato Cruz – Senac14  É “o conjunto de técnicas que auxiliam na distribuição de conteúdo em ambientes digitais”.  É diferente de redação para a web ou jornalismo online.  Deve facilitar e incentivar a navegação do usuário por meio de conteúdo relevante e interessante. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  15. 15. Interação Renato Cruz – Senac15  O webwriter é mais do que um curador virtual.  Ele precisa saber participar de conversas ou como iniciar uma.  Além de interessante, o conteúdo deve incentivar a interação e o engajamento.  O usuário deve se sentir incentivado a compartilhar, comentar e curtir. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  16. 16. Notícia vira meme Renato Cruz – Senac16
  17. 17. A culpa é do estagiário Renato Cruz – Senac17
  18. 18. Seja breve e conciso Renato Cruz – Senac18 “Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá” – Augusto Monterroso (1959)
  19. 19. Mas há exceções Renato Cruz – Senac19 A biografia da presidente do Yahoo publicada pela Business Insider poderia ser um pequeno livro.
  20. 20. Leitura em F Renato Cruz – Senac20 Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  21. 21. Como fazer com os (não) leitores Renato Cruz – Senac21  Palavras-chave em destaque;  Intertítulos com significado;  Listas;  Uma ideia por parágrafo;  Estilo pirâmide invertida;  Metade do tamanho (ou menos). Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  22. 22. Antes Renato Cruz – Senac22 “Nebraska is filled with internationally recognized attractions that draw large crowds of people every year, without fail. In 1996, some of the most popular places were Fort Robinson State Park (355,000 visitors), Scotts Bluff National Monument (132,166), Arbor Lodge State Historical Park & Museum (100,000), Carhenge (86,598), Stuhr Museum of the Prairie Pioneer (60,002), and Buffalo Bill Ranch State Historical Park (28,446).” Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  23. 23. Depois Renato Cruz – Senac23 “In 1996, six of the most-visited places in Nebraska were: • Fort Robinson State Park • Scotts Bluff National Monument • Arbor Lodge State Historical Park & Museum • Carhenge • Stuhr Museum of the Prairie Pioneer • Buffalo Bill Ranch State Historical Park” Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  24. 24. Os formatos dos links Renato Cruz – Senac24  O leitor precisa ter uma ideia de onde vai parar quando clicar num texto ou imagem.  Links como “clique aqui”, “mais informações” e “veja também” são ruins.  Software para pessoas com deficiência visual fazem uma lista de links da página. Se os links forem “veja também”, a lista fica sem sentido. Fonte: Felder, Lynda. Writing for the web: creating compelling web content using words, pictures and sound. Berkeley: New Riders, 2012.
  25. 25. Alguns cuidados Renato Cruz – Senac25  Produzir material conciso, objetivo e sem duplo sentido, sem erros de português e com informações corretas.  Publicar informações completas numa mesma mensagem e que não gerem falsas expectativas.  Organizar o conteúdo de forma atraente e que facilite a navegação sempre considerando o comportamento do usuário e das plataformas. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.

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