Anatomia comparada (evolução dos invertebrados)

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Slide que demontra a evolução dos sistemas para a realização do ciclo vital dos investebrados. Desde o sistema digestório até o excretor.

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Anatomia comparada (evolução dos invertebrados)

  1. 1. ANATOMIA COMPARADAEVOLUÇÃO DOS INVERTEBRADOS<br />ProfªRejaneCardoso<br />http://professorarejanebiologia.blogspot.com<br />
  2. 2. Existem dois grupos principais no reino animal: os vertebrados e os invertebrados. <br />A estrutura corporal varia bastante de um grupo para o outro. <br />O grupo dos invertebrados inclui 97% de toda a espécie animal.<br />Uma característica comum a todos os invertebrados é a ausência da espinha dorsal.<br />Além da ausência de espinha dorsal, há ainda outras características comuns a estes seres, como: <br />Reino Animalia ou Metazoa<br />
  3. 3. Formação multicelular (grupos diferentes de células compõem este organismo);<br /> Ausência de parede celular (pois são formados por célula animal);Com exceção das esponjas, possuem tecidos Como resultado de sua organização celular sua reprodução geralmente é sexuada (gametas masculinos e femininos se combinam para formar um novo organismo).De forma geral, podemos dizer que a grande maioria dos invertebrados é capaz de se locomover. <br /> Contudo, as esponjas somente realizam esta tarefa quando elas ainda são bem jovens e pequenas. Já as lagostas e os insetos são capazes de se movimentar durante toda sua existência.<br />
  4. 4. Desde que surgiu o primeiro ser vivo nos mares primitivos da Terra, teve início o processo de Evolução, com o progressivo aperfeiçoamento das estruturas orgânicas.<br />Em 1 bilhão de anos de sucessivas transformações, a anatomia e a fisiologia dos seres organizados atingiram esse elevado grau de complexidade que hoje assistimos dinâmica dos órgãos e sistemas dos animais superiores. E foi assim que a Natureza a conseguiu, a partir das bactérias, chegar à surpreendente funcionalidade do corpo humano digno de ser considerado a ‘máquina mais que perfeita do mundo”.<br />AS GRANDES FUNÇÕES VITAIS<br />
  5. 5. Uma característica dos seres vivos que serve para distingui-los dos seres brutos é a nutrição.<br />A nutrição é o meio pelo qual os sistemas vivos podem obter continuamente “combustíveis”, sua fonte energética, para proporcionar ao organismo, as diversas funções que tem que realizar durante seu ciclo vital.<br />No estudo da digestão, deve-se distinguir: Digestão intracelular, Digestão extracelular Digestão extracorpórea.<br />NUTRIÇÃO E DIGESTÃO<br />
  6. 6. PRODUÇÃO DE ENERGIA<br />
  7. 7. Os corpos brutos não realizam trabalho algum. Logo, não carecem de energia. E, por isso, também não precisam de alimentos, razão pela qual eles não se nutrem.<br />Entre os seres vivos, distinguimos dois tipos funda­mentais de nutrição: o autotrofismo e o heterotrofismo.<br />O autotrofismo, ou nutrição autótrofa, caracteriza os seres que têm a capacidade de produzir matéria orgânica a partir de compostos inorgânicos.<br />Assim, à custa de substâncias simples como a água e o dióxido de carbono (C02), eles produzem glicose, depois outros hidratos de carbono e, a partir destes, obtêm ácidos carboxílicos, ácidos graxos, aminoácidos, proteínas e lipídios, ácidos nucléicos.<br />No heterotrofismo, existe a necessidade da ingestão de substâncias produzidas por outros organismos, para a produção de carboidratos, ácidos carboxílicos, ácidos graxos, aminoácidos, proteínas e lipídios, ácidos nucléicos<br />AUTOTROFISMO E HETEROTROFISMO<br />
  8. 8. Afora os espongiários. OS CELENTERADOS (Cnidários) são os primeiros invertebrados a apresentar um sistema digestivo; a Hydra, que já tem um cavidade digestiva saculiforme.<br />Entre os Platelmintos (vermes achatados), não possuem tubo digestivo (nutrem-se por difusão), contudo as planárias, já possuem tubo digestivo ramificado; como não possuem ânus, o que não é aproveitado é expelido pela boca.<br />A Planária e Fascíola hepática possuem sistema digestivo incompleto.<br />SISTEMA DIGESTIVO NOS INVERTEBRADOS<br />
  9. 9. Evolução dos sistema digestivo<br />
  10. 10. Respiração é o fenômeno representado por uma cons­tante troca de gases entre os seres e o meio ambiente, com o consumo de oxigênio pelos organismos, na grande maioria das vezes, e eliminação de gás carbônico, a fim de suprir as necessidades celulares de obtenção do 02e expurgo do C02.<br />A respiração está intimamente relacionada com a nutrição, nas suas finalidades.<br />Todavia existem seres que promovem a respiração celular, com a queima metabólica dos materiais antes assimilados, porém não utilizam o O2 como aceptor dos íons H*.<br />A evolução dos sistemas respiratórios nos animais foi bem mais notável do que nos vegetais.<br />, os animais desenvolveram estruturas mais aperfeiçoadas que pudessem facilitar a ob­tenção do oxigênio e a eliminação do dióxido de carbono (gás carbônico).<br />Respiração<br />
  11. 11. É compreensível que nas espécies mais inferiores mesmo que haja um sistema especializado para esse fim. ele aparece e tem um grande desenvolvimento nas espécies.<br />Nas esponjas e celenterados, a respiração se faz por difusão direta.<br />Pode-se , então, distinguir os seguintes tipos de res­piração:<br /> Respiração por difusãoRespiração cutâneaRespiração traqueal<br />Respiração branquial<br />Respiração pulmonar<br />Tipos de respiração<br />
  12. 12. Em organismos inferiores, absorvem alimentos e oxigênio por difusão direta, <br />também eliminam os produtos finais do seu metabolismo, inclusive o gás carbônico. Assim, nutrição, respiração e excreção são fenômenos realizados dentro dos limites de uma notável simplicidade.<br />. O líquido circulante pode ser incolor, chamado de hemolinfa, presente nos insetos, ou colorido e neste caso recebe o nome de sangue. A cor é determinada pela existência de pigmentos, como é o caso da hemoglobina presente em muitos invertebrados e em todos os vertebrados, que contêm átomos de ferro responsáveis pela coloração avermelhada do sangue. <br />Circulação<br />
  13. 13. Circulação nos diferentes filos animais<br />
  14. 14. Nos espongiários e no cnidários, o intercâmbio de gases se faz diretamente tanto pelas células da camada externa do corpo quanto pelas células da camada interna em relação à água que banha essas células.<br />Respiração cutânea não é compatível com esses organismos, que não possuem "cútis" ou pele.<br />Planaria. 1. epiderme; 2. camada mus­cular; 3. tecidos mais profundos.<br />Abaixo da epiderme da minhoca (1), correm vasos sangüíneos (2) que cjduzemo 02 para a intimidade do corpo e descarregam o C02 para o irior. <br />
  15. 15. TIPOS DE CIRCULAÇÃO<br />- circulação aberta: tipo de circulação em que o sangue ou hemolinfa sai do interior dos vasos e entra em contato direto com as células. Ocorre em artrópodes e na maioria dos moluscos.- circulação fechada: tipo de circulação em que o sangue flui exclusivamente dentro dos vasos.Não há contato direto entre o sangue e as células. Ocorre em anelídeos, moluscos cefalópodes e vertebrados.- circulação simples: tipo de circulação em que o sangue passa uma única vez pelo coração em cada ciclo completo. Ocorre em vertebrados de respiração branquial.- circulação dupla: tipo de circulação em que o sangue passa duas vezes pelo coração em cada ciclo completo. Ocorre em vertebrados de respiração pulmonar.- circulação dupla incompleta: tipo de circulação em que ocorre mistura dos sangues venoso e arterial no coração ou na comunicação entre a artéria aorta e a pulmonar. Presente em anfíbios e répteis.- circulação dupla completa: tipo de circulação em que não ocorre mistura dos sangues venoso e arterial no coração. Presente em aves e mamíferos.- sangue venoso: sangue cuja taxa de gás carbônico é maior que a de oxigênio.- sangue arterial: sangue cuja taxa de oxigênio é maior que a de gás carbônico. <br />
  16. 16. Pigmentos sanguíneos nos invertebrados<br />
  17. 17. Nas esponjas (poríferos) e celenterados (cnidários) os excretas são eliminados na água por difusão simples e direta.<br />Órgãos especialmente desenvolvidos para a excreção nos vermes platelmintos. Nas planárias, por exemplo, já se encontram as células-flama, que se constituem em protonefrídias, isto é, estruturas fechadas (que não se abrem para o interior do organismo) que retiram os excretas por difusão simples a partir das células vizinhas.<br />A EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS EXCRETORES<br />Absorção (setas vermelhas) e excreção (setas- pretas) por difusão direta em ameba (A), esponja (B) e hidra (celente<br />
  18. 18. Excreção de anelídeos e Platelmintos<br />
  19. 19. Nos anelídeos, a presença de nefrídias, eliminam apenas os catabólitos “sugados” do celoma. Ao redor do longo ducto que possuem,são envolvidas por uma vasta rede que permite o intercâmbio do sangue com a corrente de eliminação que flui ao longo do canal.<br />Excreção nos anelídeos<br />
  20. 20. Nos animais multicelulares mais inferiores, como poriferosou espongiários, não existe nenhum rudimento de sistema nervoso. Começamos a ver neurônios, células que conduzem estímulos nervosos, em celenterados. Nos pólipos dos cnidários essas células aparecem espalhadas peto corpo, formando uma rede sem muita organização.<br />Nos vermes platelmintos (como as planária), os neurônios se associam formando fileiras; os gânglios nervosos ligados a algumas estruturas — os gânglios nervosos, estão situados na cabeça.<br />O sistema nervoso ganglionar começa a se aperfeiçoar nos anelídeos. Neles, há um conglomerado maior de neurônios na cabeça, formando os gânglios cerebróides que desempenham um papel de cérebro primitivo, no comando dos demais gânglios.<br />Os gânglios cerebróides mostram-se mais desenvolvidos ainda nos artrópodos, principalmente nos insetos.<br />A EVOLUÇÃO DO SISTEMA NERVOSO<br />
  21. 21. Evolução do Sistema nervoso<br />Anelídeo (minhoca) mostrando: 1. gânglios cerebróides; 2. gânglios periesofágicos; 3. rede ganglionar ventral; a. boca; b. faringe; c. grande vaso dorsal; d. nefrídias.<br />Diagrama de um inseto: 1. cérebro; 2. cadeia ganglionar ventral; a. cora­ção lacunoso; b. tubos de Malpighi<br />Sistema nervoso difuso de um pólipo<br />(celenterado).<br />Sistema nervoso ganglionar (mostrando os gânglios cerebrais subesofágicos<br />
  22. 22. Quadro comparativo com as principais classes de insetos<br />
  23. 23.
  24. 24. As diversas classes dos insetos<br />
  25. 25. Nos animais mais inferiores, como celenterados (águas-vivas ou corais, por exemplo), a gástrula só desenvolve os dois primeiros folhetos embrionários — o ectoderma e o endoderma. Não há a fase de gástrula tridérmica. Por essa razão, o corpo desses animais, mesmo nos adultos, tem apenas duas camadas fundamentais de células. Entre elas, ocorre uma camada mediana de substância gelatinosa, com células móveis; porém essa camada — a mesogléia— é de origem endodérmica.<br />Animais com essa organização tão elementar são classificados como diblásticos ou diploblásticos. Evidentemente, não poderiam revelar celoma, já que este nasce do mesoderma. São obviamente, animais acelomados.<br />Na sua grande maioria, os animais são triploblásticos e celomados, isto é, desenvolvem, durante a formação em­brionária, o terceiro folheto — o mesoderma —, e, depois, organizam as células mesodérmicas em folheto somático e folheto esplâncnico, delimitando o surgimento do celoma.<br />Celoma<br />
  26. 26. Figuras<br />Os celenterados ou cnidários são diploblásticos e, conseqüentemente, acelomados.<br />

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