Exercícios/Experimentações artes plásticas

15.943 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
6 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
15.943
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
215
Comentários
0
Gostaram
6
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Exercícios/Experimentações artes plásticas

  1. 1. COMPILAÇÃO EXERCÍCIOS ARTES PLÁSTICAS ½º CICLO ENS. BÁSICOTÉCNICAS/EXPERIMENTAÇÕES Explorar os diferentes materiais (lápis de grafite, lápis de cor, carvão, giz,lápis de cera, pastéis, barras de cores, marcadores, penas, pincéis) paradesenhar em diferentes tipos de papel (cavalinho, cenário, manteiga, açúcar,etc.). Experimentar diferentes posições e diferentes pressões. Inventar novasformas de desenhar com estes materiais, procurando novos efeitos e novostons.RECTAS E CURVAS Com caneta ponta de feltro fina, desenhar livremente segmentos de recta,curvas e «esses» sobre o papel. Usar a seguir marcadores de ponta grossa paracolorir as superfícies em branco.DESENHO COM O DEDO Molha-se o dedo indicador na cor desejada (guache, aguarela, ou outratinta de água) e desenha-se livremente sobre o papel: rápido, lento,levemente, com força, saltitantemente, «com soluços», disparatadamente, etc.Cada vez que se desejar mudar de cor, lava-se o dedo num recipiente comágua e seca-se com um pano, antes de molhar na nova cor.DESENHO LAVADO Molhar o dedo em guache e desenhar livremente e rapidamente, para quea tinta não seque, traços não figurativos, sobre uma cartolina. Coloca-se emseguida a cartolina sob um fio de água corrente, durante brevíssimos instantes,para que a água dilua partes do desenho, criando diferentes formas esbatidas.BERLINDES Coloca-se a folha de papel a desenhar no fundo de um tabuleirorectangular. Dispondo-se de vários berlindes, molha-se cada um numa cordiferente e colocam-se dentro do tabuleiro. Abanando o tabuleiro os berlindesdeslizam, efectuando diferentes desenhos coloridos.DESENHO SOPRADO Escolher um papel acetinado, resistente e pouco poroso. Deitar sobre opapel vários pingos de guache bem líquido. Com uma «palhinha» das usadaspara beber refrigerantes, soprar sobre os pingos de tinta, primeiro devagar edepois com força, fazendo deslizar a tinta para se obter diferentes traçados.LÁPIS ATADOS
  2. 2. Atar dois ou três lápis de cor diferentes com fita gomada e desenhar comeles de modo a que todos desenhem ao mesmo tempo sobre a folha depapeL Obtém-se deste modo um desenho em duplicado ou triplicado, muitointeressante... Canetas esferográficas, de ponta de feltro ou marcadores, são tambémbastante indicados para esta técnica.DESENHO A PONTEADO Desenhar livremente, mas fazendo pontos sobre o papel e não traçoscontínuos. Marcadores e canetas são os instrumentos que produzem melhoresefeitos.DESENHO A TRAÇO INTERROMPIDO Como o anterior, mas com pequenos traços interrompidos, como hífenes.DESENHO COM PINCEL Molha-se um pincel cónico e fino na tinta, seca-se levemente na borda dofrasco, para evitar que escorram pingos e desenha-se com ele ao de leve sobreo papel. O pincel deve manter-se na vertical, a mão não deve estar apoiada,para poder deslizar livremente.DESENHO COM PENA Aparar uma pena de pato, grossa, ou uma cana, do modo que já foidescrito atrás. Molhar este aparo em tinta (a mais aconselhável é a tinta dachina, que há em várias cores, mas pode ser até qualquer outra tinta deescrever) e desenhar livremente traços levados pela inspiração do momento,evitando quaisquer figurações. A construção de várias penas com diferentes larguras da ponta: permiteefectuar desenhos traçados de diferentes espessuras.DESENHO COM APAROS A mesma técnica que a anterior, mas usando-se canetas com aparometálico. Há à venda no mercado grande número de aparos de diferentesformas e tamanhos, permitindo as mais variadas formas de traçados.DESENHO COM ESFEROGRÁFICAS As esferográficas de diferentes cores permitem excelentes criações livresdesenhadas, apresentando cores muito brilhantes. Como por vezes as criançascarregam demasiado com elas sobre o papel, é conveniente usar canetas demetal ou plástico forte, para que não se parta, bem como papel que não serasgue facilmente.GIZ E LEITE Desenho livre, sobre cartolina ou papel forte (escolhendo uma cor diferentede cada vez), usando giz que se vai molhando em leite antes de efectuarcada traçado. O leite evita o esboroar do giz, servindo de fixador e permitetraçados mais densos e brilhantes. Pode-se usar o giz na vertical ou deitado na horizontal.
  3. 3. DESENHO SOBRE LIXA A lixa constitui um suporte que oferece diferentes texturas, desde as maisfinas às mais grossas, bem como cores de fundo pretas, vermelhas, verdes, etc. A criança poderá desenhar livremente sobre a lixa, usando lápis de cor, lápisde cera, pastel, barras de cores, giz embebido em leite, etc. Não é aconselhável o giz seco porque produz muito pó, que pode chegar àvista da criança. O próprio acto de passar o giz sobre a lixa é irritante.DESENHO EM PAPEL SOBRE LIXA OU OUTRAS TEXTURAS Coloca-se uma folha de papel normal sobre uma folha de lixa (com ogranulado voltado para cima) e desenha-se livremente sobre ele. Para quenão deslize, pode-se prender a folha de papel à lixa com clipes. Podem-se usar lápis de grafite, lápis de cor, carvão, lápis de cera, barras decores e outros materiais semelhantes, desde que não sejam demasiado molesou líquidos. Utilizar outros materiais, para além da lixa: cartão canelado, papéisamachucados, folhas de árvore, moedas, tecidos, rendas, bordados, etc.COLA E AREIA Desenhar directamente, com um tubo de cola-tudo, sobre uma cartolina.Deitar depois por cima areia (serradura, limalha de ferro ou qualquer outromaterial semelhante) e deixar secar. Sacudindo-se a cartolina para que a areiaem excesso caia, fica um desenho em «alto-relevo». Podem-se utilizar diferentes tipos de areia (da praia, do campo, tijolo ou vidrotriturados, etc.) ou pós de cores que se podem obter lixando paus de giz, carvão,lápis de cor, lápis de cera ou outros materiais coloridos.PENTE Espalha-se cola branca sobre toda a superfície do papel. Deixam-se cair, emseguida, alguns pingos grossos de tinta de guache em cima e espalha-se com umpente.DESENHO COM SAL Pinta-se uma folha de papel com guache. Espalha-se sal por cima, enquantoa tinta ainda estiver molhada, criando-se diferentes desenhos. Os grãos de salabsorvem o pigmento, provocando manchas interessantes. Depois de secarretira-se o sal que não se dissolveu.MANCHAS Pega-se num pincel embebido em tinta bastante aguada e, com os olhosfechados, desenha-se uma mancha sobre o papel. Observa-se então a manchadesenhada tomando-a como o motivo central de um desenho e completa-se odesenho, com canetas ponta de feltro e marcadores.CERA E GUACHE Efectua-se um desenho, livre e não figurativo, com lápis de cera. Cobre-se em
  4. 4. seguida com uma camada de guache aguado. Como a tinta não adere à cera,só as superfícies não desenhadas recebem a tinta.DESENHO BRANCO Com a ponta de uma vela branca (das usadas para iluminação quando sefundem os fusíveis), desenha-se livremente sobre uma folha de papel. Pinta-sedepois, por cima, com tinta de guache. Como a tinta não adere à cera, ostraços do desenho aparecem através da pintura.DESENHO RASPADO Pinta-se uma folha de papel com lápis de cera de várias cores.Cobre-se em seguida toda a folha com tinta-da-china preta. Para que o pinceldeslize facilmente sobre a cera, passa-se previamente por sabão. Deixa-se secara tinta-da-china e fazem-se desenhos, raspando com um prego ou canivete,aparecendo deste modo a cor dos lápis de cera.CERA SOBRE CERA Cobre-se o papel com lápis de cera de cores claras. Seguidamente cobrem-se estas cores com cores mais escuras. Raspando-se com um prego ou canivete,a cera mais clara aparecerá por baixo da escura.DESENHO A LIXÍVIA Usar um papel forte, de cor. Molhar um cotonete em lixívia e desenhar sobre opapel. A lixívia descolorará o papel, deixando interessantes traçados por ondepassa. Pode-se também usar um papel forte pintado com tinta-da-china (preta ou deoutra cor escura).SOMBREADOS Efectua-se um desenho, livre e não figurativo, com um lápis de grafite. Comum cotonete embebido em água pintam-se os traços que se deseja «sombrear».Em seguida molha-se um palito em tinta-da-china e passa-se com ele sobre ostraços deixados pelo lápis. Nas zonas que foram molhadas a tinta-da-china dilui-se, produzindo o sombreado.DESENHO COM FITA ADESIVA Em papel de grandes dimensões, efectuar diferentes desenhos, livres e nãofigurativos, colando pedaços de fita adesiva. Pintar depois a superfície do papelcom diferentes cores. Quando a pintura estiver seca, retirar com cuidado a fita,ficando em branco as partes que ela protegeu. É conveniente que o papel sejasuficientemente forte para que se não rasgue quando se retirar a fita adesiva.DESENHO DE UMA MÚSICA Põe-se um CD a tocar, pedindo-se à criança para fechar os olhos eembebendo-se na audição da música. Quando, com os olhos fechados,imaginar ver cores e formas provocados pela música, pode abri-los e desenhar oque viu.
  5. 5. SABORES Pede-se à criança para se lembrar do sabor de algo que gosta e paraescolher os materiais que melhor possam ser usados para exprimir esse sabor. Fechar os olhos, sentir o prazer desse sabor... e desenhá-lo, sem serfigurativamente.EMOÇÕES Pedir à criança para se lembrar de uma situação em que se tivesse sentido:zangado, furioso, alegre, triste, com medo, apaixonado, etc. Escolher os materiais (instrumentos de desenhar e superfície onde desenhar)que achar mais adequados para expressar essa emoção. Fechar os olhos, sentir essa emoção invadi-lo de novo, descendo ao braço, àmão... passando para o papel, sob a forma de qualquer desenho que não sejafigurativo.SENTIMENTOS A mesma técnica que para as emoções, mas agora com sentimentos: ódio,felicidade, depressão, fobia, amor, etc.DESENHO EM GRUPOFUNDO DO MAR Desenhar numa folha de papel de cenário um fundo do mar, podendocada criança desenhar o que imaginar o que poderá haver no fundo do mar.ÁRVORE GIGANTE Desenhar urna árvore grande em papel cenário e pedir às crianças paradesenharem nela tudo o que poderá existir numa árvore.PAISAGEM DE UM PLANETA DESCONHECIDO Pedir às crianças para, numa folha grande de papel cenário, desenharemurna paisagem imaginária de um planeta distante e desconhecido.DESENHO DOBRADO Para ser efectuado em grupos de 4 crianças. Dobra-se urna folha de papel ao meio e pede-se a duas das crianças paradesenharem numa das metades, sem que as outras duas vejam o que estasestão a desenhar. A seguir, com a parte desenhada voltada para baixo,pede-se às outras duas crianças para desenhar na superfície livre. Terminado o desenho, desdobra-se o papel e vê-se o desenho que ficou nasua totalidade, podendo-se efectuar retoques para se ligarem os desenhosdas duas faces.DISPARATES
  6. 6. Com as crianças colocadas à volta de um papel grande, pedir-lhes paraque cada urna crie um pincel fora do usual (com papel, «vassoura» decartolina, algodão, esponja, pau de gelado, etc.) e desenhar «disparates»com ele, escolhendo as cores que quiser.SONHO ESTRANHO Com um grupo de três ou quatro crianças à volta do mesmo papel, pedirpara que cada uma desenhe um sonho. Se não se lembrar, pode inventar. Têminteira liberdade para a escolha dos materiais a utilizar.MEDOS Todas as pessoas têm medo. Pedir a um pequeno grupo de crianças paraque cada uma desenhe os seus medos, sobre o mesmo papel.DESEJOS Igual ao anterior, mas expressando agora os seus maiores desejos, em modonão figurativo.
  7. 7. OUTRAS ACTIVIDADES DE DESENHO E CONSTRUÇÃO DO CONHECIME NTO COMCRIANÇAS1. Desenho Espontâneo – Sem proposta temáticaObjectivo: O desenho espontâneo propicia conhecer o universo simbólico, temático econceptual da criança.As atividades de desenho espontâneo são realizadas com uma dupla finalidade:a) Para que a criança experimente de modo criativo a linguagem expressiva sem aintervenção do adulto.b) Para que o professor observe, acompanhe e estimule o desenvolvimento gráficodos seus alunos.2. História do desenhoAcompanhar a criação de um desenho espontâneo pela criança e depois incentivá-la a contar a história do seu desenho.Objectivo: Investigar as relações que a criança estabelece entre os símbolos gráficos eos seus significados, a sua interpretação dos grafismos, e os vínculos que ela cria entreas formas desenhadas.3. Desenho da históriaSelecionar histórias pequenas, com a temática do interesse das crianças, na sua faixaetária e relacionada com as suas vivências, permitindo a identificação.Objectivo: Reconstruir, através do desenho, a história contada, estabelecer relaçõesentre suas vivências, o referente (a história lida) e a sua representação no desenho. Aodesenhar, cada criança faz um recorte da história de acordo com seus interesses.4. Desenho de vivênciasO desenho como registo de experiência é uma actividade que possibilita documentarexperiências, pensamentos, alegrias, perdas, enfim, tudo o que é significativo. Éenriquecedor do repertório gráfico, por se referir às mais diversas situações.Objectivo: Estabelecer relações entre a leitura real com o desenho e registar asexperiências.5. Jogo dos rabiscosEste jogo é realizado entre duas crianças em idades semelhantes. Um jogador faz umafigura e o outro faz outra, de modo que na cena desenhada, haja uma interacçãoentre as formas. Pode ser chamado assim diálogo gráfico.Requer invenção e fantasia, e durante a criação das formas cada um vai dizendo oque acontece e o que acontecerá no desenho.O jogo dos rabiscos consiste em dialogar graficamente, sendo que a criança faz umtraço e a outra completa-o dando sentido ao rabisco, assim sucessivamente.Objectivo: Criar um espaço de relações, de comunicação e de experiência deinteracção entre as crianças e as formas.6. Desenho de observaçãoO desenho de observação é realizado na presença de objectos significativos para ascrianças (brinquedos...) ou imagens, elementos da natureza ou cenas escolhidas pelacriança em livros de histórias, em revistas, em jornais, desenhos de TV, etc.Objectivo: Transformar a imagem observada em registo desenhado, fazer atransposição de objectos tridimensionais ou bidimensionais para uma linguagemgráfica. Desenvolver a interpretação.
  8. 8. 7. Reunião das partesCriar uma cena com recortes geométricos de formas simples.A criança brinca com o material, explorando-o e depois é convidada a registar emdesenho a cena criada.Objectivo: Observar as correspondências e as transformações, a interpretação emdesenho e estabelecer um diálogo com a criança, incentivando-a a comentar o quepercebe.8. Jogo gráficoDesenhar diferentes tipos de figuras, animais e objectos. Escolher o objecto que acriança já conhece e experimentou.Objectivo: Ampliar número e variedade de objectos desenhados, formas e cenas doquotidiano que aparecem pouco trabalhados, expressando assim as suasconcepções acerca da relação objecto-símbolo gráfico.9. Leitura da sua produçãoRealizar a leitura de maneira informal e flexível, formulando perguntas acerca doconjunto de seus desenhos.1. Mostra quais os desenhos que fizeste quando nos começamos a reunir e quais fizestepor último. É esta a ordem? Por quê?2. O que desenhaste? (Levar a criança a descrever o que observa.)3. Esses desenhos são iguais? (Comparar alguns desenhos iniciais com os últimos feitos.)4. O que muda de um desenho para outro? Por que será que o desenho muda?5. Como se aprende a desenhar?Estas são sugestões de perguntas.Basicamente deve-se conduzir a conversa pedindo que a criança fale sobre os seusdesenhos, explicando o que desenha, quem aparece no desenho e o que acontecena cena gráfica do desenho.10. Leituras de Obras de ArteEscolher reproduções de obras de arte significativas e que possuem similaridade devocabulário e do repertório com a linguagem gráfica das crianças. O vocabulário dizrespeito ao tipo de linha, texturas, pontos, planos de que o sujeito se vale para criar assuas formas. O repertório relaciona-se ao tema e às categorias de objectos que sãodesenhados.Organizar as imagens em conjuntos segundo as suas similaridades ou diferençastemáticas, de tratamento e expressividade.Objectivo: Ampliar o universo visual e estético, a observação, a percepção desemelhanças e diferenças, desenvolver o vocabulário, associar, relacionar edesvendar ideias.Questões propostas:1. O que se pode ver neste trabalho?2. Que cores ele tem?3. Ele lembra algo bom, triste, divertido? Por quê?4. Gostas deste trabalho? Por quê?11. Por onde vai?Objectivo: Noções de espaço, deslocamento, direcção, representação gráfica.Material: Caixas, folhas de jornal, papel para desenhar, lápis.Actividades:Colocar os obstáculos alinhados, simulando quarteirões de uma cidade.Uma criança percorre as ruas, dobrando, seguindo em frente, enquanto as outrascolocam-se no chão, diante das folhas, traçam o percurso que observaram.Cada criança desenvolve, por sua vez, o caminho que preferir.
  9. 9. 12. Abrindo caminhosObjectivos: Noção de espaço, coordenação, representação gráfica, superfície plana.Material: Corda, barbante grossa, folhas de papel, giz de cera.Actividade: Com a corda, todos juntos formam um pequeno caminho.Desenhar nas folhas o caminho feito.13. SinaleiroObjectivo: Identificação das cores, regras, coordenação.Actividade: Verde: As crianças avançam e movimentam-se se livremente, imitando osom de carros, motas e autocarros.Vermelho: Parando, desligam o motor (silêncio).Amarelo: Arrancam e movem-se no mesmo lugar.14. Brincadeira dos opostosObjectivo: Representação mental, indicação de diferenças, vocabulárioActividade: Elencar contrastes, montar uma história onde cada participanteacrescenta um novo elemento, exactamente oposto ao anterior.15. Rios abertosObjectivo: Noções de espaço, representação gráfica.Material: Folhas de jornal ou outro papel, giz de cera.Actividade: As crianças desenham rios fazendo diferentes traçados. Recortar,separando em duas partes. Desenhar a paisagem em ambos os lados do rio.Após navegar pelo meio, juntam-se todos os rios abertos.16. Desenho com obstáculosObjectivo: Noção de figura/fundo, eliminar traços estereotipados, limites.Material: Bloquinhos de madeira, papelão, tampas, etc... Papel de formatos variados etamanho grande, lápis de cera ou giz colorido molhado no leite ou em água comaçúcar.Actividade: Os bloquinhos podem ser ligados com fita crepe dobrada (para serretirada depois). Escolher o local para colocar os objectos na área do papel que acriança menos usa. Cobrir a superfície do papel com cores variadas. Retirar o(s)objecto(s). A (s) área (s) em branco poderá ser reestruturada (s), criando figuras nasuperfície.17. Exploração básica: Qualidades de SuperfícieObjectivo: Conhecer texturas, consistência física e térmica dos objectos, conhecer omundo pelos receptores primários: olfacto, gustação e tacto, e secundários: meiossimbólicos da visão, audição e fala.Materiais: Lápis de cera, papel, objetos do meio.Actividades:Explorar com as mãos os diferentes materiais e suas características, nomeando-as, emseguida deslocá-las no papel com lápis de cera deitado.O papel pode ser preso com fita para ficar firme.As texturas podem ser variadas, com cores diferentes, sobrepostas, comparadas comas dos colegas. Podem ser trabalhadas posteriormente formas recortadas irregularesou geométricas de papel grosso, para tirar a impressão. Também podem ser deplástico que adere à superfície da classe. O resultado pode ser usado em cartões,molduras, colagens para completar desenhos.
  10. 10. 18. Rabiscos e formasObjectivo: Perceber as diferenças entre as linhas e o seu uso para representarsimbolicamente, fazer associações.Materiais: Corpo, corda ou fita crepe, lápis de cera, papel.Actividades:- Trabalhar no espaço, com os movimentos da criança, o seu corpo e finalmente nopapel.- Esticar a corda que define a linha no espaço. Todos fazem uma fila ao lado. A filareduz e transforma-se em roda, demarcada pela corda.- A fita crepe é estendida no chão, inventar formas diferentes de andar sobre a linharecta. Fazer igual com a linha curva.- Sensibilização táctil: adivinhar o sinal que foi traçado nas costas. A criança adivinhatraçando com o seu dedo sobre a turma. Usar fichas com traços para os alunosrealizarem desenhos nos colegas.- Completar o traço: as crianças recebem folhas com traços e imaginam o resto dodesenho, considerando a figura e o fundo. Podem realizar o jogo em grupos de dois.19. Esquema Corporal (1) - ContornoObjectivo: Representar a figura humana graficamente.Material: Folhas grandes de papel Kraft, giz ou lápis de cera.Actividades:Antes de desenhar é preciso conhecer o próprio corpo pelo tacto, visão, no espelho.Trabalhar em grupos de dois, para o contorno. As posições podem ser variadas, combraços e pernas dobradas, com movimento.Colar um limite concreto na linha de contorno. Pintar, colar detalhes para o rosto,roupas. Esta actividade pode ser feita usando o sistema de silhueta com retroprojector.20.Esquema Corporal (2) – Completando as FigurasObjectivo: Domínio do todo e das partes, figura/fundo. SimetriaMateriais: Recortes incompletos de figuras humanas, cola, tesoura, lápis ou tintas,papel.Actividades: Perguntar o que falta. Para crianças menores as figuras devem sersimples, de frente. Completar as partes que faltam. Pensar com as crianças nocontexto, no fundo. Perguntas como onde está, o que faz, do que gosta, quem é oseu amigo, ajudam a completar as ideias. As figuras podem ser de animais, meios detransporte, casas, paisagens.21. Impressão Digital – CarimboObjectivo: Imaginação, marcas expressivas, criação colectiva.Materiais: Dedos, tintas, papel, lápis colorido.Actividade:Tirar a impressão dos dedos e colocar detalhes para criar personagens, com lápiscolorido.As crianças podem criar em pequenos grupos, pensando em montar as suas própriashistórias que serão contadas para todas as colegas. Existem múltiplas formas quepodem ser dadas pela impressão dos dedos, sobretudo o polegar.22. Figuras com canudinhosObjectivo: Representação simbólica, noção de espaçoMaterial: Latas de refrigerantesActividades:
  11. 11. Explorar todas as possibilidades de montar figuras no chão. Podem-se sugerir objectos,conduzindo a uma maior complexidade. Registar em desenho as figuras obtidas.23. Fantoches diferentesObjectivos: Pensamento simbólico, construção de personagens,comunicação.Materiais: Palitos, cartolinas 15x15, figura coloridas: humanas, animais ou imaginárias.Actividade: Montar cenas breves imaginadas, de histórias...24. Quebra-cabeça – CorpoObjectivo: Espaço, representação da figura humana.Materiais: Recortes de revista com figuras humanasActividade: Cortes simples horizontal/vertical.25. Sair e voltar para casaObjectivo: Coordenação, noção espacial, representação gráfica.Material: giz colorido, pisoActividade: Desenhar no chão a própria casa.Sair a passeio, traçando o percurso no chão.Respeitar a casa dos outros quando passar por elas.Podem-se fazer visitas, entrando nas outras casas e retornando à sua. I - LÁPIS DE CERAI.1 Leveza:Material necessário:Lápis de cera, papel tipo cavalinho.Execução:Faz-se o trabalho que se quiser, figurativo ou não, utilizando os lápis de cera comleveza. A superfície do papel deve ser totalmente colorida em movimentos cruzados.O trabalho final deve assemelhar-se a lápis de cor.Obs: não contornar as figuras a preto.I.2 Generosidade:Material necessário:Lápis de cera , papel tipo cavalinho.Execução:Faz-se o trabalho que se quiser, figurativo ou não, utilizando os lápis de cera com muitagenerosidade.A superfície do papel deve ser totalmente colorida.O trabalho final deve assemelhar-se a guache.
  12. 12. II- RASGAR1–Realizar exercícios com papel rasgado linear, em linhas que não se cruzem.Uma vez o papel rasgado em vários pedaços, colocá-los um pouco separados eobservar o efeito plástico que produzem.É recomendável utilizar papel preto ou de cor muito escura.2–Após escolher o melhor efeito plástico, colam-se os vários pedaços, respeitandosempre a ordem do rasgado.Continua-se agora com linhas que se cruzem.3–De cada figura geométrica – quadrado, rectângulo, triângulo, círculo – devem fazer-se, em princípio, cinco trabalhos de recorte:1º Trabalho:Linhas rectilíneas na vertical.2º Trabalho:Linhas rectilíneas na horizontal.3º Trabalho:Linhas rectilíneas paralelas à diagonal do quadrado.4º Trabalho:Linhas rectilíneas que se cruzam.5º Trabalho:Linhas rectilíneas que se cruzam, perpendiculares entre si.Em todos os trabalhos realizados podemos sempre “jogar” com o afastamento entre osvários pedaços rasgados, contudo, os espaços entre estes nunca devem ser iguais oumaiores do que os próprios pedaços de papel rasgado. COMPOSIÇÕES GEOMÉTRICAS:Rasgar quadrados de papel de lustro de forma idêntica: conseguem-se peçastriangulares de vários tamanhos, sempre equivalentes.Formar composições geométricas utilizando papéis de várias cores.Estas composições podem também fazer-se a partir de rectângulos e triângulos.
  13. 13. I.4Esbatidos:Material necessário:Papel tipo cavalinho, tesoura, lápis de cera.Execução:Dobra-se a folha de papel ao meio e vinca-se.Com a tesoura faz-se do lado dobrado a forma que se quiser.Abre-se, ficamos com uma forma e um fundo.Com os lápis de cera pinta-se com uma ou mais cores, com muita generosidade, umaorla (à volta).A)Para obter a forma coloca-se o fundo sobre a folha de papel e esborrata-se paradentro com o auxílio do dedo.B)Para obter o fundo, coloca-se sobre o papel a forma e com o dedo esbate-se parafora. Rasgar e virar as peças rasgadas:Utilizar papel da mesma cor dos dois lados.Rasgar segundo o traçado desenhado junto a um dos lados da superfície escolhida.Virar e colar o rasgado junto ao lugar que ocupava anteriormente.Numa primeira fase realizar os trabalhos com um único elemento rasgado e virado.Realizar numa segunda fase trabalhos que tenham um mínimo de três elementosrasgados e virados.I.5Lápis de cera e anilinas.A água não dissolve os lápis de cera.I.5.1Material necessário:Lápis de cera, papel tipo cavalinho ou outro rugoso, anilinas de água, recipientes,pincel.Execução:Com os lápis de cera faz-se o trabalho que se quiser, utilizando-os alternadamentecom generosidade e leveza.Deixam-se espaços em branco.Com a anilina da cor escolhida dissolvida na água, passa-se todo o trabalho com atrincha, sempre na mesma direcção.
  14. 14. Esta técnica é muito utilizada quando se querem pintar trabalhos grandes, como porexemplo cartazes.I.5.2Velas de estearina com anilinas:Material necessário:Vela, anilinas de água, papel cavalinho.Execução:Faz-se o trabalho que se quiser, utilizando o couto da vela de estearina directamenteno papel.Com a trincha molhada na anilina escolhida, passa-se toda a superfície do papel.O trabalho vai aparecendo à medida que se passa a anilina. I.6 Lápis de cera com terbentina. (A terbentina dissolve os lápis de cera.) I.6.1 Material necessário: Lápis de cera, papel tipo cavalinho, terbentina, trincha, tesoura. Execução: Dobra-se a folha de papel ao meio, abre-se, e do lado direito faz-se o trabalho quese quiser utilizando os lápis de cera com muita generosidade, preenchendo todo oespaço com desenhos livres. Fecha-se, e com a trincha molhada na terbentina passa-se toda a folha embranco. De imediato, ao ficar translúcido o papel molhado, deixa de se ver o trabalho jáfeito. Com a argola de uma tesoura, faz-se pressão cor por cor, da mais clara para amais escura. Observação: o original a lápis de cera - matriz, pode ser feito em lixa de água. Com este processo conseguem-se várias cópias. I.6.2 Lápis de cera transformam-se em pintura. Material necessário: Lápis de era, papel tipo cavalinho, terbentina, recipiente, pincel, trapo de limpeza.
  15. 15. Execução: Faz-se O trabalho que se quiser utilizando os lápis de cera com leveza. Podemfazer-se alguns sombreados. Com o pincel molhado na terbentina “pinta-se” cor por cor e sempre das maisclaras para as mais escuras. I.6.3 Pintar com lápis de cera. Material necessário: Papel tipo cavalinho, lápis de cera, terbentina, recipiente, pincel, trapo de limpeza. Execução: Preparam-se as tintas dissolvendo na terbentina os restinhos do lápis de cera. Com o pincel pinta-se directamente no papel o trabalho previamente estudado. O trabalho final tem o aspecto de uma pintura: - Aguarela se se tiver dissolvido com o lápis - Guache se se tiver dissolvido mais lápis I.7 Texturas Material necessário: Lápis de cera, papel cavalinho máquina fino, texturas várias (folhas, moedas,rendas, bordados.) Execução: Colocam-se as texturas sobre uma superfície mais ou menos rugosa. Coloca-se a folha de papel fina em cima, e com os lápis de cera, com certaleveza e em movimentos cruzados, passa-se toda a superfície do papel. A textura deverá ficar evidente. Nota: é necessário “apanha a mão” relativamente aos lápis de cera e ás váriascores. I.8Tecnicolor Material necessário: Lixa de água P 320, lápis de cera, papel de máquina fino. Execução: Preenche-se toda a lixa de água com várias cores de lápis de cera com muitagenerosidade, não deixando espaços por pintar. Colocam-se duas folhas de máquina sobre a lixa pintada e com uma caneta bicpreta na folha que está ao de cima, faz-se com certa firmeza o trabalho que se quiser.
  16. 16. Ao levantar a segunda folha, deve aparecer o trabalho simétrico em relação aoprimeiro, mas em tecnicolor. Nota: para aproveitar tanto trabalho que tiveram a preencher a lixa devem, com acaneta bic, preencher bem a folha A4. I.9 Lápis de cera sobre lixa de água. Material necessário: Lápis de cera, lixa de água. Execução: Os lápis de cera aplicados directamente sobre a lixa de água ganham uma maiorluminosidade. Nota: - os lápis de cera da cor clara (especialmente o branco) devem seraplicados nesta técnica. - tendo superfícies pretas, estas devem ser pintadas de preto. As sombras das coresclaras podem ser feitas com roxo, especialmente com o branco e amarelo. I.10.1 Aparas derretidas Material necessário: Lápis de cera, canivete, papel tipo cavalinho, papelautocolante transparente, pano do pó ou de flanela, ferro de engomar. Execução: Coloca-se sobre o papel cavalinho as aparas de lápis de cera commuito cuidado. Coloca-se sobre estas aparas o papel autocolante. Sobre o trabalho coloca-se o pano de flanela, e sobre este, o ferro de engomar. Nota: Querendo, pode-se orientar as aparas. I.10.2 Lápis derretido à chama de vela Material necessário: lápis de cera, papel tipo cavalinho, vela de estearina. Execução: Leva-se o lápis directamente À chama e começa-se a trabalhar com olápis amolecido. Continua-se a trabalhar com o lápis à temperatura normal até o levarmosnovamente à chama.
  17. 17. Lãs sobre lixa de madeira. Material necessário: Bocados de lã de várias cores, espessuras e tamanhos; lixa de madeira. Execução: Estas são colocadas sobre a lixa de madeira em trabalhos figurativos ou não. No final da actividade, o material volta para o recipiente. Nota: - neste trabalho que fiz (foi obrigado) a colocar as lãs. - com as crianças podem-se fazer trabalhos semelhantes, mas colocados empapel forte ou cartolina. A Educadora deve auxiliar na colagem. IIILatinha (gravura na latinha) Material necessário: caneta que não escreve (tipo Bic), pano do pó, tek demadeira, cotonete..... Vela de estearina, fita cola, pomada dos sapatos auto-brilhante. Execução: 1- 1- com a esferográfica trabalha-se a latinha que está colocada sobre o pano.Os motivos devem ser muito simples para depois se poder trabalhar bastante o fundo. 2- 2- querendo dar relevo a alguns dos desenhos feitos com o trabalho virado doavesso e com o objecto apropriado, vai bolear-se, fazendo com que a latinha ganheformas. Estes espaços devem ser preenchidos com a estearina derretida. Quando está sólida, convém prender com pedaços de fita cola. 3- 3- Para acabamento do trabalho pode-se: a) a) passar do lado do direito com pomada auto-brilhante, deixar secar um pouco, limpar com um papel fininho a superfície. Só deverá aparecer a patine nas partes gravadas. b) b) Pode-se também pintar algumas partes do trabalho com tinta de esmalte (miniaturas). Muitas vezes com as crianças substituímos a tinta de esmalte por guache espesso que depois de seco é passado com verniz transparente. IVGuache – Rosa das Cores IV.I Dedadas desordenadas Material necessário: guache, pincéis, recipientes, trapo de limpeza, papel(máquina, pintado).
  18. 18. Execução: uma vez preparadas as cores, começamos por pintar com o pincel acabeça do dedo, e aplica-mo-lo sobre o papel. Passamos a outros dedos e a outras cores. As manchas das cores estarão sempre, em termos de tamanho, dependentes: dotamanho dos dedos ou a maneira de como se aplicam os dedos. Dedadas ordenadas Dedadas a branco sobre papel preto. Dedadas pretas sobre papel branco. IV.2 Mão Material necessário: idêntico ao anterior. Execução: neste trabalho começamos por pintar com pincel ou trincha, a mão,que é aplicada no papel. Em seguida, pode-se completar o trabalho, dando vida à mão (ave, planta) IV.3. Papel amachucado Material necessário: papel tipo máquina, guache, recipiente, papel deexperiência, trapo de limpeza. Execução: começa por fazer-se o carimbo amachucando um pedaço de papel. Em seguida, molha-se o carimbo de papel amachucado no guache e carimba-seo trabalho que se quiser. Esta técnica presta-se muito para preencher espaços, se bem que algumas vezes ocarimbo possa ser associado a uma figura (flor, animal...). IV.4. Carimbos Material necessário: batata média, canivete, trapo de limpeza, guache, papel demáquina, papel de experiência, pincel, recipiente. Execução: 1º - Corta-se a batata de modo a obter uma superfície bem lisa. Nessa superfície “desenha-se” com lápis uma forma muito simples. Com o canivete na vertical e a batata na horizontal, contorna-se toda a formadesenhada, enterrando o canivete o máximo 5 milímetros. Transversalmente retira-se o contorno da forma.
  19. 19. 2º - Com o pincel molhado no guache, sem água, pinta-se o carimbo,experimenta-se, faz-se a composição que se desejar utilizando um ou mais carimbosdiferentes. Obs: os carimbos devem ser simples e devemos aproveitá-los para as mais diversasformas compostas. IV.5 Outros carimbos vários Material necessário: folhas, frutos, cortiça, etc, guaches, papel tipo cavalinho,pincel, recipiente, trapo de limpeza, papel de experiência. Execução: o material a carimbar deve ser pintado como em IV.4, e os trabalhosfeitos de modo organizado ou não. IV.6 Carimbos em superfície linear Material necessário: carimbos sem superfície (batata.....), carimbos lineares (cartãodo papel higiénico, pedaços de cartão, curvas abertas ou ângulos), guache, pincel,papel tipo máquina ou cavalinho, trapo de limpeza, papel de experiência. Execução: os carimbos a utilizar devem ser preparados e pintados como em IV.4.Os trabalhos podem ser organizados ou não. IV.7 Estampagem com pouchoir Material necessário: cartão fino ou cartolina grossa, tesoura, guache, papel tipocavalinho, recipientes, trapo de limpeza, boneca (tecido, algodão, linha). Execução: 1 – Pouchoir: desenha-se no cartão o trabalho que se quiser estampar. Com atesoura, recorta-se a forma, obtendo-se assim o pouchoir. 2 – Boneca: dentro do pedaço de tecido coloca-se um pedaço de algodão.Aperta-se, enrolando com uma linha grossa. A boneca deve ficar bem firme. 3 – Prepara-se o guache num recipiente raso, molha-se a boneca e vai-seexperimentando até chegar à cor desejada. Coloca-se o pouchoir sobre o papel, e com a boneca em movimentos verticais decima para baixo, preenche-se toda a superfície. Nota 1: O guache não deve estar muito liquido. Nota 2: A superfície estampada não fica muito uniforme. Nota 3: Utilizando mais do que uma cor, fazem-se tantos pouchoirs quantos ascores desejadas. Nota 4: Para estampar em tecido é necessário utilizar tintas laváveis próprias paratecidos – há tintas próprias para cores escuras e também sedas.
  20. 20. V Papel com água Material necessário: Papel cera com cor forte, pincel, trapo de limpeza, recipientes com água. Execução: Coloca-se a folha de papel de seda com o lado não brilhante para cima. Com o pincel molhado na água começa-se a pintar figurativamente ou não. Ao secar, aparece num tom mais claro o trabalho realizado. O pincel deve ser muitas vezes limpo em água, de modo que nunca vá “sujo” dacor do papel. V.1. Borrão simétrico Material necessário: guache, papel cavalinho. Execução: dobra-se a folha de papel ao meio, abre-se, e num dos lados coloca-sebocadinhos de guache directamente dos tubos. Não esquecer os brancos e os pretos. Dobra-se novamente a folha, e com a unha do dedo polegar, orienta-se nadirecção que se quer. Abre-se de imediato. V.2 Pintar com cola celulósica Material necessário: cola celulósica, papel tipo cavalinho, anilina de água, trincha,recipiente, trapo de limpeza. Execução: directamente com o tubo de cola, faz-se o trabalho que se quiser. Deixa-se secar bem. Em seguida, passa-se com a trincha molhada na anilina. O trabalho feito com a cola fica semelhante a tinta de esmalte branco. V.3 Pintar com areia Material necessário: Cola celulósica, papel de cor ou pintado, areia fina, tabuleirotamanho A4. Execução: com o tubo de cola faz-se directamente no papel o trabalho que sequiser. De imediato, cobre-se todo o trabalho com areia. Deixa-se secar bem (30 minutos),sacode-se, e verifica-se uma pintura com areia.
  21. 21. Nota: com as crianças, a folha de papel deve ser colocada num tabuleiro. IX Pintura soprada Material necessário: guache ou tinta da china, esferográfica vazia, pincel, papeltipo cavalinho, recipiente, trapo de limpeza. Execução: com o pincel molhado no guache ou tinta da china, sacodem-sepingos para a superfície do papel. Com a esferográfica: - Estreladinho: coloca-se a esferográfica na vertical, muito próximo do borrão, e dá-se um sopro rápido. - Corridinho: coloca-se a esferográfica na obliqua, e vai-se soprando nas direcçõesdesejadas. X Giz de cor molhado em leite Material necessário: giz de cor, leite gordo, papel rugoso (cenário) ou cavalinho,recipiente, trapo de limpeza. Execução: molha-se o giz no leite gordo, espera-se um bocadinho, sacode-se,experimenta-se, e a seguir faz-se o trabalho que se quiser. Deve-se pintar em toda a superfície do papel. I.10.3 Material Necessário : lápis de cera, papel tipo cavalinho, papel autocolantetransparente, placa térmica, secador de cabelo ou tabuleiro aquecido. Execução : Fixa-se o papel (à mesa) com o secador de cabelo na mão esquerda,e aquece-se o papel. Apaga-se, e com os lápis de cera faz-se o trabalho que se quiser em cima dopapel aquecido, figurativo ou não.MARMORIZAÇÃOMATERIAIS: Papel cavalinho ou outro (espesso), tinta de óleo, terebentina e água;UTENSÍLIOS: Pincéis, godés, trapo de limpeza, plástico, tabuleiro, luvas de borracha,espátula ou garfo;PROCEDIMENTOS TÉCNICOS:1º - Protege a tua mesa de trabalho com um papel ou plástico e as mãos com umasluvas de borracha, dado que a tinta de óleo é difícil de tirar das mãos;2º - Tenta manter a mesa arrumada;
  22. 22. 3º - Coloca em cada godé algumas gotas de tinta de uma só cor (não utilizes maisque três cores);4º - Coloca algumas gotas de trebentina em cada godé para diluir a tinta;5º - Mexe as misturas assim obtidas com um pincel (utiliza um pincel diferente paracada cor);6º - Deixa cair algumas gotas de tinta sobre a superfície da água que está notabuleiro;7º - Com um pincel separa bem as pastas que a tinta tende a formar;8º - Estende lentamente a folha de papel sobre a preparação do tabuleiro (não deixesque a folha ou parte desta mergulhe na água);9º - Retira a folha com as duas mãos e coloca-a a secar;10º- Com o garfo ou a espátula podes criar outros motivos na superfície da água erepetir o processo com outras folhas. DOCUMENTO EM CONSTRUÇÃO PERMANENTE RICARDO REIS PEREIRA 2006-2009

×