Cemec projetos culturais - aula 2 - minom pinho - fontes de financiamento

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AULA 2 | Fontes de Financiamento | Minom Pinho | O funcionamento das leis de incentivo mais utilizadas no país: Lei Rouanet, ProAC, Leis municipais.

O projeto cultural ocupa um lugar central na produção cultural brasileira. As leis de incentivo, o patrocínio e até mesmo os empreendimentos criativos funcionam dentro dessa lógica. Jornada Projetos Culturais traz os elementos mais sensíveis para quem desenvolve, gere e comercializa projetos. Com presença de alguns dos mais renomados nomes da produção cultural brasileira, a Jornada pretende introduzir ferramentas e conhecimentos aplicados ao mercado de projetos, ampliando a performance de produtores e gestores que atuam com projetos.

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Cemec projetos culturais - aula 2 - minom pinho - fontes de financiamento

  1. 1. Curso: Jornada Projetos Culturais - janeiro de 2014 AULA 2 | Fontes de Financiamento | Minom Pinho | O funcionamento das leis de incentivo mais utilizadas no país: Lei Rouanet, ProAC, Leis municipais. 
  2. 2. cultura cul.tu.ra sf (lat cultura) 1 Ação, efeito, arte ou maneira de cultivar a terra ou certas plantas. 2 Terreno cultivado. 3 Biol Propagação de microrganismos ou cultivação de tecido vivo em um meio nutritivo preparado. 4 Biol Produto de tal cultivação. 5 Biol O meio junto com o material cultivado. 6 Utilização industrial de certas produções naturais. 7 Aplicação do espírito a uma coisa; estudo. 8 Desenvolvimento que, por cuidados assíduos, se dá às faculdades naturais. 9 Desenvolvimento intelectual. 10 Adiantamento, civilização. 11 Apuro, esmero, elegância. 12 V culteranismo. 13 Sociol Sistema de idéias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade. 14 Antrop Estado ou estágio do desenvolvimento cultural de um povo ou período, caracterizado pelo conjunto das obras, instalações e objetos criados pelo homem desse povo ou período; conteúdo social. 15 Arqueol Conjunto de remanescentes recorrentes, como artefatos, tipos de casas, métodos de sepultamento e outros testemunhos de um modo de vida que diferenciam um grupo de sítios arqueológicos.
  3. 3. criatividade A criatividade é a faculdade/habilidade de criar ou o potencial criativo. Consiste em encontrar métodos ou objectos para executar tarefas de uma maneira nova ou diferente do habitual, com a intenção de satisfazer um propósito. A criatividade permite cumprir os desejos de forma mais rápida, fácil, eficiente ou económica. À criação de novas ideias e conceitos também se dá o nome de inventividade, pensamento original, pensamento divergente ou imaginação construtiva. Trata-se de conceitos que implicam o ato de inventar algo novo, a capacidade de encontrar soluções originais e a vontade de mudar o mundo. Com base em diversos ramos e disciplinas, a ciência tem vindo a estudar a criatividade, em busca de objetivos e termos lógicos precisos. A inventividade pode ser considerada do ponto de vista técnico, como um processo, como uma característica da personalidade ou como um produto. Para a psicologia, o pensamento divergente é uma atividade contida pela imaginação, que consiste em realizar algo novo ou de forma diferente. Muitos especialistas têm analisado a relação entre a criatividade e a inteligência. Para a sociologia, no que lhe diz respeito, a imaginação construtiva surge a partir da intervenção de três variáveis: o campo (os grupos sociais), o domínio(a área ou a disciplina) e o indivíduo. Isto significa que uma pessoa realiza transformações num domínio, que são avaliadas pelos grupos sociais.
  4. 4. A CULTURA DE CADA UM, A CULTURA DE TODOS História, memória e legado A história pessoal x história coletiva Os empreendimentos expressam a cultura de cada um(ou de um grupo de artistas/empreendedores) e encontram sentidos/ propósitos) coletivos na cultura compartilhada
  5. 5. PANORAMA RECENTE 1991- Lei Rouanet, Lei do Audiovisual -> Patrocínio Empresarial Incentivado; Década de 90 - Crescimento do Terceiro Setor no Brasil -> Investimento Social Privado Início do Milênio - Incremento nos investimentos e políticas de Sustentabilidade 1995 - Barateamento do PCs e democratização do acesso à internet: Revolução Digital, Era do Conhecimento, Cidadania Digital, Cultura Livre 2003 - Programa Cultura Viva e Pontos de Cultura -> Brasil torna-se referência mundial em Política Cultural. Valorização, proteção e preservação da Diversidade. Direitos Culturais, Cidadania Cultural, Democratização e Acesso Cultural. 2006 – Convenção da UNESCO – Diversidade Cultural como Valor 2008 - Relatório Economia Criativa, UNCTAD. 2011 – Secretaria de Economia Criativa, MINC 2012 - PLANO NACIONAL DE CULTURAL
  6. 6. PATROCINIO INCENTIVADO
  7. 7. Patrocínio Sustentável ocorre quando a empresa investe recursos incentivados ou próprios buscando melhorar o futuro das comunidades onde atua. Os projetos patrocinados podem ser culturais, desportivos, sociais, educativos ou ambientais. Precisam ser relevantes nas comunidades e operados em contextos de colaboração entre áreas empresariais, poderes públicos e players socioculturais Os recursos aplicados podem ser financeiros, intelectuais, tecnológicos ou materiais. O investimento torna-se pertinente e estruturante dentro e fora da organização, permitindo que o investidor promova benefícios sociais efetivos, enquanto constrói uma sólida reputação como player socioeconômico.
  8. 8. Diretrizes implícitas ao modelo de patrocínio cultural planejado • CONCEITO E VISIBILIDADE – Integração entre as práticas, políticas e escolhas de patrocínio com o posicionamento da marca, traduzindo um posicionamento claro e o compromisso da empresa com seus stakeholders(parceiros) e sociedade; • REPUTAÇÃO – Patrocínio a projetos de alta legitimidade sociocultural. Obtenção de reconhecimento de compromisso social da empresa através da pertinência, consistência, relevância pública e idoneidade dos patrocínios realizados.
  9. 9. Diretrizes implícitas ao modelo de patrocínio cultural • RACIONALIDADE – Estruturação dos patrocínios visando a sustentabilidade, viabilidade das ações patrocinadas reguladas por mecanismos que delimitem períodos de seleção e procedimentos transparentes para a sociedade; • ESTRATÉGIA – Composição, dentro dos mercado de atuação da empresa, de cenários alinhados com as estratégias de expansão do negócio; • RELACIONAMENTO – Ações planejadas de patrocínio privado ampliam os potenciais articuladores da empresa junto ao mercado, clientes, funcionários, fornecedores, lideranças comunitárias, poderes públicos dos territórios de atuação da empresa.
  10. 10. Algumas fronteiras do PLANEJAMENTO/GESTÃO/ACOMPANHAMENTO do PATROCINIO CULTURAL: - alinhamento com valores da marca - alinhamento com políticas e agendas públicas - possibilidade de relacionamento (B2B / governos / públicos de interesse) - alinhamento com mercado/negócio - praças / públicos / produtos - geração de good-will - sustentabilidade, responsabilidade socioambiental, etc - convergência com políticas de comunicação da empresa e com agendas da sociedade - diferenciação, relevância, beneficios sociais, culturais, ambientais produzidos pelas ações patrocinadas - resultados sociais e ambientais e impactos socioeconomicos tangíveis - inovação e pesquisa
  11. 11. PATROCÍNIO INCENTIVADO LEIS DE INCENTIVO FISCAL
  12. 12. LEIS DE INCENTIVO À CULTURA PATROCÍNIO INCENTIVADO FEDERAL Lei Rouanet, Lei do Audiovisual www.cultura.gov.br ESTADUAL Proac / ICMS www.cultura.sp.gov.br MUNICIPAL Lei Mendonça www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/ cultura/lei_de_incentivo/
  13. 13. Investimento Social Privado É o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias, comunidades ou indivíduos. Os elementos fundamentais - intrínsecos ao conceito de investimento social privado – que diferenciam essa prática das ações assistencialistas são: • preocupação com planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos; • estratégia voltada para resultados sustentáveis de impacto e transformação social; • envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação. O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos fiscais concedidos pelo poder público e também pela alocação de recursos nãofinanceiros e intangíveis. Visite: www.gife.org.br
  14. 14. dicas importantes 1. Diversifique suas fontes de receita e de financiamento. 2. Participe de cursos, eventos, premios, editais, outros. 3. Cadastre-se em sites de interesse: editais, órgãos públicos, centros de informação, centros culturais, patrocinadores, redes colaborativas, associações, veículos de imprensa digital, etc. 4. Tenha sempre novos projetos, novas ideias, novas parcerias em curso. NÃO espere o recurso de um projeto acabar para criar/empreender outros projetos. 5. Não pense apenas na comunicação/viabilidade de um projeto. Pense na comunicação / viabilidade do seu empreendimento. 6. Não esqueça das cadeias produtivas/criativas do seu empreendimento. Colabore em rede.
  15. 15. Investimento Social Privado É o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias, comunidades ou indivíduos. Os elementos fundamentais - intrínsecos ao conceito de investimento social privado – que diferenciam essa prática das ações assistencialistas são: • preocupação com planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos; • estratégia voltada para resultados sustentáveis de impacto e transformação social; • envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação. O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos fiscais concedidos pelo poder público e também pela alocação de recursos nãofinanceiros e intangíveis. Visite: www.gife.org.br
  16. 16. LINKS Lei Rouanet http://www2.cultura.gov.br/site/acesso-a-informacao/projetos-incentivados/ Proac ICMS http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem. 555627669a24dd2547378d27ca60c1a0/? vgnextoid=6a33b23eb2a6b110VgnVCM100000ac061c0aRCRD Sociocultural em rede - Guia do Empreendedor Sociocultural http://www.socioculturalemrede.com.br Convenção Unesco http://www.cultura.gov.br/politicas5/-/asset_publisher/WORBGxCla6bB/ content/convencao-sobre-a-protecao-e-promocao-da-diversidade-dasexpressoes-culturais/10913 Relatório Unctad http://www2.cultura.gov.br/economiacriativa/relatorio-mundial-sobreeconomia-criativa-em-portugues-ja-esta-disponivel-para-consulta-edownload/
  17. 17. LINKS Plano da Secretaria de Economia Criativa - MINC http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/08/ livro_web2edicao.pdf Metas do Plano Nacional de Cultura http://pnc.culturadigital.br Pontos de cultura MinC http://www.cultura.gov.br/pontos-de-cultura1
  18. 18. OBRIGADA! Minom contato@casaredonda.com.br www.casaredonda.com.br

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