Roda de conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências Rodrigo Claudino Diogo
Licenciamento Licença Creative Commons O trabalho Roda de conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensin...
A Ciência e a opinião Caracterizada pela falta de garantia de sua validade. Conhecimento que inclua, em qualquer forma ou ...
O básico do texto científico <ul><li>Normalmente se constitui como a etapa final de uma pesquisa científica
Qual é a principal característica deste tipo de texto? </li><ul><li>Apresentar os resultados de um projeto de pesquisa </l...
Dicas para a redação do texto <ul><li>No que se refere à forma
No que se refere ao conteúdo, à essência </li></ul>
Sobre a forma <ul><li>Escrever o texto utilizando um único estilo, preferencialmente: </li><ul><li>Pessoal, com a primeira...
Sobre a forma <ul><li>Jamais utilizar as expressões: </li><ul><li>Eu acho / nós achamos;
Na minha opinião / na nossa opinião;
No meu modo de ver / no nosso modo de ver;
Do meu ponto de vista / do nosso ponto de vista; </li></ul></ul>
Sobre a forma <ul><li>Expressões preferenciais: </li><ul><li>Convém observar;
É bom lembrar;
É preciso considerar;
Não se pode esquecer;
É indispensável;
É importante, etc. </li></ul></ul>
Sobre a forma <ul><li>Dê preferência a frases curtas </li><ul><li>Frases longas dificultam a leitura e compreensão, cansam...
Sobre a forma <ul><li>Não dê vida aos inanimados </li><ul><li>Apenas pessoas são capazes de mostrar ou indicar </li><ul><l...
Os dados foram dispostos na Tabela 1 </li></ul></ul><li>Não repita </li><ul><li>Palavras em uma mesma frase ou parágrafo
Ideias e argumentações de formas diferentes </li></ul></ul>
Sobre a forma <ul><li>Faça citações e referências corretamente </li><ul><li>Conheça as normas da ABNT ou da entidade a que...
Não faça uso indevido do  apud  :
Outra dimensão da pesquisa-ação é indicada por Almeida (2010)
No  movimento  de  ir  além  da  mera  representação  da  realidade,  a  abordagem  hermenêutico-fenomenológico procura co...
Sobre a forma <ul><li>Em uma citação: </li><ul><li>O autor deve ser grafado em letras maiúsculas apenas quando estiver ent...
A data da obra sempre deve ser indicada;
Direta é obrigatório indicar o número da página;
Indireta é recomendável indicar o número da página; </li></ul></ul>
Sobre a forma <ul><li>As referências </li><ul><li>Podem ser organizadas pelo sistema numérico ou pelo sistema alfabético  ...
Alfabético: as referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabétic...
Sobre a essência: Plágio, coerência e lógica
Sobre a essência <ul><li>O plágio é prática inaceitável (Dai a César o que é de César!!!)
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Roda de Conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências

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Apresentação utilizada na aula pública do dia 17/11/11. Traz algumas dicas e recomendações úteis para os que estão escrevendo trabalhos acadêmicos.
O trabalho Roda de conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências de Rodrigo Claudino Diogo foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
Maiores informações em http://rdiogo.net/blog/ifg

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  • É possível, dependendo da postura filosófica do pesquisador fazer a ligação entre estas duas abordagens
  • Roda de Conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências

    1. 1. Roda de conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências Rodrigo Claudino Diogo
    2. 2. Licenciamento Licença Creative Commons O trabalho Roda de conversa sobre redação de textos científicos e pesquisa em ensino de Ciências de Rodrigo Claudino Diogo foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição – Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada.
    3. 3. A Ciência e a opinião Caracterizada pela falta de garantia de sua validade. Conhecimento que inclua, em qualquer forma ou medida, uma garantia da própria validade. Ciência Opinião X
    4. 4. O básico do texto científico <ul><li>Normalmente se constitui como a etapa final de uma pesquisa científica
    5. 5. Qual é a principal característica deste tipo de texto? </li><ul><li>Apresentar os resultados de um projeto de pesquisa </li></ul><li>Deve se adequar às normas e preceitos da academia </li></ul>
    6. 6. Dicas para a redação do texto <ul><li>No que se refere à forma
    7. 7. No que se refere ao conteúdo, à essência </li></ul>
    8. 8. Sobre a forma <ul><li>Escrever o texto utilizando um único estilo, preferencialmente: </li><ul><li>Pessoal, com a primeira pessoa do plural (nós) </li><ul><li>Para a análise dos dados coletados utilizamos o referencial teórico da análise de conteúdo (BARDIN, 2010); </li></ul><li>Impessoal, fazendo uso da indeterminação do sujeito </li><ul><li>Para a análise dos dados coletados foi utilizado o referencial teórico da análise de conteúdo (BARDIN, 2010); </li></ul></ul></ul>
    9. 9. Sobre a forma <ul><li>Jamais utilizar as expressões: </li><ul><li>Eu acho / nós achamos;
    10. 10. Na minha opinião / na nossa opinião;
    11. 11. No meu modo de ver / no nosso modo de ver;
    12. 12. Do meu ponto de vista / do nosso ponto de vista; </li></ul></ul>
    13. 13. Sobre a forma <ul><li>Expressões preferenciais: </li><ul><li>Convém observar;
    14. 14. É bom lembrar;
    15. 15. É preciso considerar;
    16. 16. Não se pode esquecer;
    17. 17. É indispensável;
    18. 18. É importante, etc. </li></ul></ul>
    19. 19. Sobre a forma <ul><li>Dê preferência a frases curtas </li><ul><li>Frases longas dificultam a leitura e compreensão, cansam o leitor e exigem maior domínio da língua portuguesa (Onde e quando colocar as vírgulas? Quem é o sujeito da oração? Este verbo deve concordar com quem?); </li></ul></ul>
    20. 20. Sobre a forma <ul><li>Não dê vida aos inanimados </li><ul><li>Apenas pessoas são capazes de mostrar ou indicar </li><ul><li>A Tabela 1 não exibe os dados;
    21. 21. Os dados foram dispostos na Tabela 1 </li></ul></ul><li>Não repita </li><ul><li>Palavras em uma mesma frase ou parágrafo
    22. 22. Ideias e argumentações de formas diferentes </li></ul></ul>
    23. 23. Sobre a forma <ul><li>Faça citações e referências corretamente </li><ul><li>Conheça as normas da ABNT ou da entidade a que se destina o seu texto
    24. 24. Não faça uso indevido do apud :
    25. 25. Outra dimensão da pesquisa-ação é indicada por Almeida (2010)
    26. 26. No movimento de ir além da mera representação da realidade, a abordagem hermenêutico-fenomenológico procura compreender e interpretar os fenômenos. Na pesquisa-ação, a busca é pela aproximação sujeito e objeto, assumindo a colaboração como essencial ao processo de intervenção para descobrir os sentidos da realidade. Nesse panorama, Grundy (apud FRANCO; LISITA, 2004) nos fala da pesquisa-ação prático-colaborativa. (ALMEIDA, 2010, p. 95). </li></ul></ul>
    27. 27. Sobre a forma <ul><li>Em uma citação: </li><ul><li>O autor deve ser grafado em letras maiúsculas apenas quando estiver entre parênteses;
    28. 28. A data da obra sempre deve ser indicada;
    29. 29. Direta é obrigatório indicar o número da página;
    30. 30. Indireta é recomendável indicar o número da página; </li></ul></ul>
    31. 31. Sobre a forma <ul><li>As referências </li><ul><li>Podem ser organizadas pelo sistema numérico ou pelo sistema alfabético (mais aceito na área das Ciências Humanas) </li><ul><li>Numérico: ordem de citação no texto
    32. 32. Alfabético: as referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabética </li></ul><li>Devem seguir as normas ABNT (6023) ou as normas da instituição </li></ul></ul>
    33. 33. Sobre a essência: Plágio, coerência e lógica
    34. 34. Sobre a essência <ul><li>O plágio é prática inaceitável (Dai a César o que é de César!!!)
    35. 35. Plágio é: </li><ul><li>Usar uma ideia, argumentação, produto, técnica ou artefato de outra pessoa como se você fosse o autor
    36. 36. Cópia fraudulenta </li></ul></ul>
    37. 37. Sobre a essência <ul><li>Exemplo de plágio
    38. 38. No que se refere à presença das tecnologias da informação e comunicação (TIC), temos que a educação sofre e se adequa às concepções paradigmáticas que vive a sociedade. Portanto, ela passa pelas mesmas transformações que outros segmentos da sociedade passam. No entanto, é impossível dialogarmos sobre tecnologia e educação, inclusive educação escolar, sem abordarmos a questão do processo de aprendizagem. Com efeito, a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem. </li></ul>(VALENTE, 2002, p. 35) (MASETTO, 2000, p. 139)
    39. 39. Sobre a essência <ul><li>Seja coerente e lógico </li><ul><li>Faça um planejamento antes de começar a escrever
    40. 40. Revise o texto e garanta que há uma sequência lógica
    41. 41. Agrupe as ideias semelhantes </li></ul><li>Não faça do texto uma colcha de retalhos </li><ul><li>As ideias de um parágrafo devem se relacionar com o parágrafo anterior e preparar para o próximo parágrafo </li></ul></ul>
    42. 42. Sobre a essência <ul><li>Exemplo de falta de lógica e coerência </li><ul><li>Concordando com a nova constituição, a Lei nº 9.394, artigo 4, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), estabelece que &quot;O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de ensino, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria&quot;. Já o artigo 37 da mesma lei, faz referência à educação de jovens e adultos determinando que &quot;A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.&quot;. O inciso 1º desta mesma lei, deixa clara a intenção de assegurar educação gratuita a esse segmento da população, respeitando a diversidade que nele se apresenta.
    43. 43. Segundo Tuani (2010) o Programa Brasil Alfabetizado, foi lançado com o objetivo de alcançar a meta de reduzir num tempo recorde a taxa de analfabetismo entre os adultos, mas a partir de 2004, o governo brasileiro percebeu que um programa de alfabetização seria muito limitado para garantir o direito constitucional, passando assim a investir na política da EJA. </li></ul></ul>
    44. 44. Sobre a essência <ul><li>O texto científico: </li><ul><li>Deve especificar quais as questões ou hipóteses de pesquisa
    45. 45. Descrever quais os objetivos da pesquisa
    46. 46. Deixar claro qual o tema de pesquisa e qual o seu objeto </li><ul><li>Tema: a formação de professores
    47. 47. Objeto: a formação inicial de professores de Física e a adequação desta formação às exigências impostas pela sociedade da informação à profissão docente. </li></ul></ul></ul>
    48. 48. Sobre a essência <ul><li>O texto científico deve: </li><ul><li>Apresentar os referenciais teórico-metodológicos adotados
    49. 49. Retomar, na conclusão, os objetivos propostos
    50. 50. Deixar claro aos leitores: </li><ul><li>Como a pesquisa foi desenvolvida
    51. 51. Como os dados foram reunidos e analisados </li></ul></ul></ul>
    52. 52. Sobre a essência <ul><li>Não faça uso de pensamentos do senso comum, de “verdades incontestáveis” ou de expressões “conhecidas na área”: </li><ul><li>Atualmente os alunos do ensino médio possuem diversas dificuldades de aprendizagem em Física. </li></ul></ul>Quais evidências você coletou e analisou para chegar a esta conclusão? Há alguma pesquisa que evidenciou esta afirmação? Qual? Qual é garantia de validade que você pode dar a esta afirmação?
    53. 53. Sobre a essência <ul><ul><li>Com a realização desta pesquisa esperamos contribuir para com que os alunos aprendam significativamente. </li></ul></ul>O que quer dizer aprender significativamente? Esta aprendizagem é a aprendizagem significativa de Ausubel? Há diferenças entre uma aprendizagem “normal” de uma significativa?
    54. 54. Sobre a pesquisa em Ensino de Ciências
    55. 55. Sobre a área: pesquisa em Ensino de Ciências <ul><li>Ocupa-se de investigações:
    56. 56. “ [...] relativas à aprendizagem, à epistemologia, à resolução de problemas, à história e filosofia da ciência, à modelagem, aos métodos de ensino, à avaliação.” (MOREIRA, 2007, p. 24).
    57. 57. Além de: </li><ul><li>Formação de professores
    58. 58. Análise de livros
    59. 59. Desenvolvimento e avaliação de recursos didáticos
    60. 60. Entre outros focos </li></ul></ul>
    61. 61. A questão do método <ul><li>Método da pesquisa (também conhecido como metodologia da pesquisa) não é o mesmo que método de coleta de dados
    62. 62. Métodos de pesquisa na área de ensino </li></ul>Pesquisa quantitativa Pesquisa qualitativa
    63. 63. Pesquisa qualitativa <ul><li>Dizer que a pesquisa é qualitativa não é suficiente
    64. 64. Alguns “tipos” de pesquisa qualitativa </li><ul><li>Etnografia
    65. 65. Pesquisa-ação
    66. 66. Estudo de Caso
    67. 67. Pesquisa colaborativa
    68. 68. Pesquisa documental
    69. 69. Pesquisa participante </li></ul></ul>
    70. 70. Métodos de coleta de dados <ul><li>Entrevista
    71. 71. Questionário
    72. 72. Grupo focal
    73. 73. Narrativas
    74. 74. Coleta de documentos
    75. 75. Observação participante </li></ul><ul><li>Gravações de áudio e vídeo
    76. 76. Fotografia
    77. 77. Diário de bordo
    78. 78. Blogs, e-mails e fóruns
    79. 79. Observação naturalística </li></ul>
    80. 80. Referenciais teóricos <ul><li>Os RT são necessários na: </li><ul><li>Análise dos dados coletados
    81. 81. Preparação e avaliação de materiais didáticos
    82. 82. Interpretação dos resultados
    83. 83. Elaboração de métodos de avaliação ou didáticos </li></ul></ul>
    84. 84. A revisão de literatura <ul><li>Ou revisão bibliográfica
    85. 85. É utilizada para: </li><ul><li>Justificar a realização da pesquisa </li><ul><li>Área pouco investigada
    86. 86. Nova forma de investigação da área </li></ul><li>Permitir ao pesquisador conhecer a sua área temática
    87. 87. Possibilitar o diálogo com outras pesquisas
    88. 88. Fornecer parâmetros para a condução da pesquisa </li></ul></ul>
    89. 89. A revisão de literatura <ul><li>É utilizada para: </li><ul><li>Auxiliar a análise dos resultados
    90. 90. Possibilitar o conhecimento de métodos, estratégias de coleta de dados e referenciais teóricos
    91. 91. Identificar os principais resultados já alcançados pela pesquisa na área </li></ul></ul>
    92. 92. Será que eu preciso fazer uma revisão bibliográfica no meu TCC? Sim!
    93. 93. Algumas palavras finais <ul><li>A realização de uma pesquisa não é tarefa fácil </li><ul><li>Exige: tempo, dedicação, esforço, reflexão, trabalho e capacidade de expressão </li></ul><li>O texto científico (relatório de pesquisa, artigo ou monografia) deve ter boa redação (forma e essência)
    94. 94. A pesquisa e os resultados devem ser divulgados </li></ul>
    95. 95. Referências ALMEIDA, Mariangela Lima de. De que pesquisa-ação estamos falando?: uma análise da produção acadêmica na perspectiva da inclusão escolar. Revista Facevv , Vila Velha, n. 4, p.90-99, 2010. Disponível em: <http://www.facevv.edu.br/Revista/04/DE%20QUE%20PESQUISA-A%C3%87%C3%83O%20ESTAMOS%20FALANDO%20UMA%20AN%C3%81LISE%20DA%20PRODU%C3%87%C3%83O%20ACAD%C3%8AMICA%20NA%20PERSPECTIVA%20DA%20INCLUS%C3%83O%20ESCOLAR%20-%20mariangela%20lima.pdf>. Acesso em: 16 ago. 2011. BARDIN, L. (2010). Análise de Conteúdo . Lisboa, Portugal: Edições 70. MASETTO, Marcos T. Mediação Pedagógica e o Uso da Tecnologia. In: MORAN, José M.; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda A.. Novas tecnologias e mediação pedagógica . Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 133-172. MOREIRA, Marco Antonio. A área de ensino de Ciências e Matemática na CAPES: em busca de qualidade e identidade. In: NARDI, Roberto. A pesquisa em ensino de Ciências no Brasil : alguns recortes. São Paulo: Escrituras, 2007. Cap. 1, p. 18-40. TUANI, Marcelo. A Educação de Jovens e Adultos do Ensino médio : Um Estudo Sobre as Condições do Trabalho Docente . 2010. 1 v. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestrado em Educação, Universidade Sorocaba, Sorocaba, 2010. Disponível em: <http://educacao.uniso.br/prod_cientifica/alunos/2010/Marcelo_Tuani.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2010.
    96. 96. Referências VALENTE, José Armando. Mudanças na sociedade, mudanças na educação: o fazer e o compreender. In: VALENTE, José Armando (org.). O computador na sociedade do conhecimento . Campinas: Nied, 2002. p. 29-48.

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