Processo de desencarne

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Processo de desencarne

  1. 1. DESENCARNADESENCARNAÇÇÃOÃO: Fluido Vital e Perispírito
  2. 2. + + corpocorpo perispíritoperispírito espíritoespírito Ser Humano- tríplice aspecto:Ser Humano- tríplice aspecto:
  3. 3. Fluido vitalFluido vital Durante oDurante o processoprocesso gestacional, ogestacional, o EspíritoEspírito reencarnantereencarnante irá seirá se impregnandoimpregnando dede determinadadeterminada quantidadequantidade deste fluido…deste fluido…
  4. 4. O Fluido VitalO Fluido Vital • É um fluido mais ou menos grosseiro, encontrado apenas nos seres orgânicos. É o responsável pela animalização da matéria nos seres vivos. • Forma-se, como todos os fluidos espirituais das transformações do FCU- Fluido Cósmico Universal
  5. 5. Condições onde o fluido vitalCondições onde o fluido vital terá uma participação ativa:terá uma participação ativa: • Animalização da Matéria:Animalização da Matéria: o fluido vital é a força motriz dos seres orgânicos, o elemento que dá impulsão aos órgãos, movimento e atividade à materia organizada; • Mediunidade de Efeitos físicos-Mediunidade de Efeitos físicos- ectoplasma • Curas Espirituais-Curas Espirituais- utilizadas energias dos encarnados..
  6. 6. A morte do corpo físicoA morte do corpo físico
  7. 7. A Causa da Morte Exaustão dos órgãos
  8. 8. Conceito científico atual Ausência de atividade elétrica cerebral
  9. 9. Em muitas oportunidades, estaEm muitas oportunidades, esta exaustão do corpo físico seráexaustão do corpo físico será precedida por uma deterioração doprecedida por uma deterioração do fluido vital que o animaliza.fluido vital que o animaliza.
  10. 10. Mecanismo daMecanismo da MorteMorte Deterioração do Fluido Vital Destruição do Corpo físico Exaustão do Corpo físico Desligamento do Espírito Destruição do Corpo físico Desligamento do Espírito
  11. 11. DeterioraçãoDeterioração do Fluido Vitaldo Fluido Vital Neste caso , o corpo enfermo não estariaNeste caso , o corpo enfermo não estaria em condições de participar da renovaçãoem condições de participar da renovação do fluido vital adulterado, o quedo fluido vital adulterado, o que completaria o circuito de forçascompletaria o circuito de forças enfermiças.enfermiças.
  12. 12. Neste caso, a morteNeste caso, a morte alcançaria os órgãosalcançaria os órgãos impregando-os de fluidosimpregando-os de fluidos vitais sadios, o quevitais sadios, o que poderia criar dificuldadespoderia criar dificuldades na readaptação dona readaptação do desencarnante à suadesencarnante à sua nova vida, já que o fluidonova vida, já que o fluido vital é exclusivo dosvital é exclusivo dos encarnados.encarnados. Mortes Trágicas
  13. 13. • sofrimento que acompanha osofrimento que acompanha o desencarnante: é diretamentedesencarnante: é diretamente proporcional à culpabilidade da vítimaproporcional à culpabilidade da vítima naquele acidente.naquele acidente. • Nos casos em que o Espírito não foi oNos casos em que o Espírito não foi o responsável (consciente ouresponsável (consciente ou inconsciente) pelo seu desencarne, oinconsciente) pelo seu desencarne, o fluido vital restante sofreria umafluido vital restante sofreria uma „queima rápida“, o que liberaria o„queima rápida“, o que liberaria o Espírito dessas energias imprópriasEspírito dessas energias impróprias para a vida espiritualpara a vida espiritual Mortes Trágicas
  14. 14. O DesligamentoO Desligamento MorrerMorrer DesligarDesligar ≠ A morte é física O desligamento é puramente espiritual
  15. 15. Desligamento espiritualDesligamento espiritual É o processo através do qual o EspíritoÉ o processo através do qual o Espírito desencarnante se afastadesencarnante se afasta definitivamente do corpo físico que odefinitivamente do corpo físico que o abrigava durante a vida na Terra.abrigava durante a vida na Terra.
  16. 16. O corpo espiritual e o corpo físicoO corpo espiritual e o corpo físico estão aderidos um ao outro doestão aderidos um ao outro do ponto de vista magnético, átomo aponto de vista magnético, átomo a átomo e molécula a molécula.átomo e molécula a molécula. A.Kardec
  17. 17. E Q M. Experiência Quase Morte
  18. 18. Segundo André Luiz, o desligamento,Segundo André Luiz, o desligamento, via de regra, inicia-se na porçãovia de regra, inicia-se na porção caudal do corpo, e, em sentidocaudal do corpo, e, em sentido ascendente, atinge a região cefálica.ascendente, atinge a região cefálica. Quando não existir mais nenhumQuando não existir mais nenhum ponto de contato entre perispírito eponto de contato entre perispírito e corpo físico, o desencarnante estácorpo físico, o desencarnante está completamente liberto da matéria.completamente liberto da matéria.
  19. 19. • Com a morte, o corpo vital sofreráCom a morte, o corpo vital sofrerá um processo de desintegração, qualum processo de desintegração, qual ocorre com o corpo fisico.ocorre com o corpo fisico.
  20. 20. Os três corpos: Físico, Astral e mental.
  21. 21. O Estado de Perturbação Neste instante a alma experimentaNeste instante a alma experimenta um torpor que paralisaum torpor que paralisa momentaneamente suas faculdades,momentaneamente suas faculdades, neutralizando, ao menos em parte,neutralizando, ao menos em parte, as sensações,de modo que quaseas sensações,de modo que quase nunca testemunha conscientementenunca testemunha conscientemente o derradeiro momento.o derradeiro momento.
  22. 22. • Em algumas pessoas ela é deEm algumas pessoas ela é de curtíssima duração, quasecurtíssima duração, quase imperceptível, e nada tem de dolorosa -imperceptível, e nada tem de dolorosa - poderia ser comparada como um levepoderia ser comparada como um leve despertar.despertar. • Em outras, o estado de perturbaçãoEm outras, o estado de perturbação pode durar muitos anos, até séculos, epode durar muitos anos, até séculos, e pode configurar um quadro depode configurar um quadro de sofrimento severo, com angústia esofrimento severo, com angústia e temores acerbos.temores acerbos.
  23. 23. Balanço ExistencialBalanço Existencial • Os principais fatos da vida doOs principais fatos da vida do desencarnante deslizam diante de suadesencarnante deslizam diante de sua mente, numa velocidade espantosa, e elemente, numa velocidade espantosa, e ele revê a si mesmo em quase todos osrevê a si mesmo em quase todos os grandes lances de sua encarnaçãograndes lances de sua encarnação.
  24. 24. O conhecimento que nos tiver sido possível adquirir das condições da vida futura exerce grande influência em nossos últimos momentos; dá-nos mais segurança; abrevia a separação da alma“.
  25. 25. IdadeIdade Os extremos da vida são os períodos da existência em que a desencarnação se processa geralmente com maior facilidade.
  26. 26. Tipo de morteTipo de morte • As mortes súbitas, traumáticasAs mortes súbitas, traumáticas acompanham-se geralmente de umacompanham-se geralmente de um estado de perturbação maior. A doençaestado de perturbação maior. A doença crônica, arrastada, facilita ocrônica, arrastada, facilita o desligamento do Espírito e suadesligamento do Espírito e sua identifição com a vida pós-túmulo.identifição com a vida pós-túmulo. • Nas desencarnações violentasNas desencarnações violentas ≡≡ responsabilidaderesponsabilidade • Acidentes que o desencarnante não temAcidentes que o desencarnante não tem culpa atual, passando o brusco choque,culpa atual, passando o brusco choque, o periodo perturbardor tem curtao periodo perturbardor tem curta duração.duração.
  27. 27. Atitude da famíliaAtitude da família Léon Denis diz: • „No estado de perturbação, a alma temNo estado de perturbação, a alma tem consciência dos pensamentos que se lheconsciência dos pensamentos que se lhe dirigem. Os pensamentos de amor edirigem. Os pensamentos de amor e caridade, as vibrações dos coraçõescaridade, as vibrações dos corações afetuosos brilham para ela como raios naafetuosos brilham para ela como raios na névoa que a envolve: ajudam-na a soltar-névoa que a envolve: ajudam-na a soltar- se dos últimos laços que a acorrentam àse dos últimos laços que a acorrentam à Terra, a sair da sombra em que estáTerra, a sair da sombra em que está imersa.“imersa.“
  28. 28. VelórioVelório Conceito: „„Ato de velar com outros um morto; deAto de velar com outros um morto; de passar a noite em claro onde se encontrapassar a noite em claro onde se encontra exposto um morto.“exposto um morto.“
  29. 29. Representa horas que sucedem aoRepresenta horas que sucedem ao desencarne e que são importantesdesencarne e que são importantes para o recém liberto.para o recém liberto.
  30. 30. • As preces pelos Espíritos que acabamAs preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra têm por fim, nãode deixar a Terra têm por fim, não apenas proporcionar-lhes uma prova deapenas proporcionar-lhes uma prova de simpatia, mas também ajudá-los a sesimpatia, mas também ajudá-los a se libertarem das ligações terrenas,libertarem das ligações terrenas, abreviando a perturbação que segueabreviando a perturbação que segue sempre à separação do corpo, esempre à separação do corpo, e tornando mais calmo o seu despertar.tornando mais calmo o seu despertar. (ESE-capXXVIII,it 59)
  31. 31. A Condição MoralA Condição Moral • „„A causa principal da maior ou menorA causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estadofacilidade de desprendimento é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpomoral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é proporcional ao apego àe o perispírito é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo nomatéria, que atinge o seu máximo no homem cujas preocupaçãos dizemhomem cujas preocupaçãos dizem respeito exclusiva e unicamente à vida erespeito exclusiva e unicamente à vida e gozos materiais.“gozos materiais.“ A.Kardec
  32. 32. Atitudes perante a Morte ou oAtitudes perante a Morte ou o MortoMorto • Uso de velas-Uso de velas- Não tem nenhumNão tem nenhum significado para o espírita.significado para o espírita. • Cremação de cadáveres-Cremação de cadáveres- EmmanuelEmmanuel aconselha esperar-se 72 horas paraaconselha esperar-se 72 horas para efeturar-se a cremação, pois morrer nãoefeturar-se a cremação, pois morrer não é libertar-se, a cessação dosé libertar-se, a cessação dos movimentos do corpo nem sempre é omovimentos do corpo nem sempre é o fim do transe.fim do transe.
  33. 33. • Choro na hora da morte- „As lágrimas aliviam, entretanto, a atitude do espírita deve ser de compreensão e oração“ … resignação • O sepultamento – „Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência terrena“ (André Luiz)
  34. 34. Visita ao cemitérioVisita ao cemitério • „A visita ao túmulo proporciona maisA visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao Espírito do que umasatisfação ao Espírito do que uma prece feita em sua intenção?“prece feita em sua intenção?“ • - a visita ao túmulo é uma maneira de- a visita ao túmulo é uma maneira de se manifestar que se pensa no Espíritose manifestar que se pensa no Espírito ausente, é a exteriorização desse fato.ausente, é a exteriorização desse fato. Eu já vos disse que é a prece queEu já vos disse que é a prece que santifica o ato de lembrar; poucosantifica o ato de lembrar; pouco importa o lugar, se a lembrança éimporta o lugar, se a lembrança é ditada pelo coração.“ditada pelo coração.“ • LE q 323LE q 323
  35. 35. „ A saudade somente constróiA saudade somente constrói quando associada ao labor doquando associada ao labor do bem.“bem.“ André Luiz
  36. 36. BibliografiaBibliografia • Apostila – Curso Básico de Espiritismo (CVDEE): • Livro dos Espiritos- Allan Kardec • O Céu e o Inferno- Allan Kardec • A Gênese- Allan Kardec • Obreiros da Vida Eterna-André Luiz/Chico Xavier • Painéis da Obsessão- Manoel P.Miranda/Divaldo Franco • Correlações Espírito-Matéria - Jorge Andréa • Entrevistas- Chico Xavier • Evolução em Dois Mundos – André Luiz/Chico Xavier, Waldo Vieira • Palestra de Carlos Parchen: A morte do Corpo Físico e a volta ao mundo espiritual www.carlosparchen.net Pesquisa e edit.gráfica: Arlete Länzlinger

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