REUNIÃO COORDENADORES      SME 2013
REFLEXÃO:Texto para reflexão: „Lembre-te que ésmortal‟ (CORTELLA, 2012, p. 138).Convite à Filosofia de Marilena Chaui Ed.Á...
QUESTÕES                    NORTEADORAS• “Lembre-te que és mortal “ – o que o título te fez  pensar ...• Líder importante ...
QUESTÕES                    NORTEADORAS• Nossas escolas são instituições éticas?• O conceito de ética é comum a todos? Que...
AÇÃO DO       COORDENADORAntes e/ou depois da ação        docente.
4 MOMENTOSAcompanhamento: como as atividades dos docentes ediscentes estão sendo desenvolvidas;Assistência: colaborar com ...
ESCOLAOrganização de alta  complexidade
Coordenação     pedagógicaDimensões    Competência
Dimensões                   Condicionantes  Política, humana, técnica: valores, crenças, princípios e               compro...
Efetividade: capacidadeadministrativa para satisfazer   Relevância: importância aosas demandas concretas feita      intere...
AS RELAÇÕES ENTRE EFICIÊNCIA                      E EFICÁCIAUm professor pode ser eficiente, mas ineficaz?O professor pode...
ANÁLISE DA AVALIAÇÃO   DIAGNÓSTICA        2013
POR QUE AVALIAMOS?A resposta a essa pergunta poderá estar relacionada às respostas abaixo:- Para saber o que o aluno apren...
IRANDÉ ANTUNES       Aponta caminhos concretos       para a mudança. Não perde de       vista que o problema da escola    ...
PRIMEIRO ANOClassificação do nível de escrita levando em consideração a palavra e aescrita de uma frase.                  ...
NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE                   ANOS, O PRIMEIRO ANO SE DESTINA À                            ALFABETIZAÇÃO...
O QUE ENSINAR?1.   O que ensinar as crianças de seis anos?2.   Que conhecimentos essas crianças precisam construir?3.   Qu...
ALGUMAS POSSIBILIDADES …Para desenvolver essas capacidades, algumas atividadesinteressantes podem ser propostas: visitas a...
SEGUNDO ANO• Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra; aescrita de uma frase e a escrita de um ...
ENTENDENDO O PACTOO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é umcompromisso formal assumido pelos governos federa...
OBJETIVO DO TRABALHO                       2º ano é refletir sobre:• a relação entre as informações dadas na situação inic...
A REESCRITA INIBE A                   CRIATIVIDADE DO ALUNO?Não.Ao reescrever a versão pessoal de uma história conhecida o...
TERCEIRO ANO• Classificação da escrita levando em consideração a escrita de um texto.• Produzir texto de autoria levando e...
QUARTO ANO• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;• O professor não deveria realizar pré-texto coleti...
QUINTO ANO• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;• O professor não deveria realizar pré-texto coleti...
PRODUÇÃO DE TEXTOSNo que se refere à escrita, é importante que, no fim do 5º ano, oaluno saiba:• Re-escrever e/ou produzir...
AVALIAÇÃO DE LEITURA?1. Leitura é para ser avaliada?2. Pensamos que sim. Mas não só isso. É, sobretudo, para serpraticada;...
COMO AVALIAR A                      COMPREENSÃO LEITORA?1. Explorar a intertextualidade;2. A síntese por meio da produção ...
PRIMEIRO ANO                         DESCRITORES1: Distingue números de outros símbolos gráficos.2: Identificar habilidade...
SEGUNDO ANO                             DESCRITORES1. Compreende o conceito de número através das operações lógicas declas...
SEGUNDO ANO6.    Classificar    objetos   do     cotidiano   pela    forma     etamanho, percebendo diferenças e semelhanç...
TERCEIRO ANO                       DESCRITORES1. Formar o conceito de número, através das operações lógicas(classificação ...
TERCEIRO ANO5. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da multiplicação(adição de parcelas iguais) utilizando de e...
QUARTO ANO                    DESCRITORES1. Ler e escrever números menores que 10002. Ordenar e comparar números menores q...
QUARTO ANO6. Resolver situação-problema envolvendo a subtração(comparar)7. Resolver situação-problema envolvendo a divisão...
QUINTO ANO                       DESCRITORES1. Ler, escrever, ordenar e decompor maiores que 1000.2. Resolver situações-pr...
QUINTO ANO6. Resolver situações-problemas utilizando o sistemamonetário.7. Resolver situações-problemas envolvendo medidas...
ORIENTAÇÕES GERAIS:Reunião de coordenador - 2013
EDUCAÇÃO FÍSICA                        ORIENTAÇÕES:O professor da classe não precisará acompanhar mais as aulas juntocom o...
GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE                       TODOS À EDUCAÇÃOAutor:Ministério Público do Estado de São Paulo / SORRI-B...
GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE    TODOS À EDUCAÇÃO
PACTO DO MEC   Prezados(as) Tutores(as),     Coordenadores(as) e Secretários(as) Municipais de           Educação,É com gr...
CONFIRA OS OBJETIVOS DO TRILHAS E                   AS PRÓXIMAS AÇÕES PREVISTAS:       Equipe TRILHASContinue realizando o...
EJA• O HEC da escola não contempla as necessidades dos professores da  EJA – verificar a possibilidade de realizar o HEC s...
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  1. 1. REUNIÃO COORDENADORES SME 2013
  2. 2. REFLEXÃO:Texto para reflexão: „Lembre-te que ésmortal‟ (CORTELLA, 2012, p. 138).Convite à Filosofia de Marilena Chaui Ed.Ática, São Paulo, 1995. Capítulo 4 “Aexistência da ética” – Senso moral econsciência moral.
  3. 3. QUESTÕES NORTEADORAS• “Lembre-te que és mortal “ – o que o título te fez pensar ...• Líder importante do ponto de vista de quem? Do líder ou do povo? Por que?• 1 jarda ---------- 0,91 metros (aproximadamente 500 metros)• Por que essa frase “Lembre-te que és mortal “ estava institucionalizada legalmente?• Qual a frase que mais lhe chamou atenção nesse texto?
  4. 4. QUESTÕES NORTEADORAS• Nossas escolas são instituições éticas?• O conceito de ética é comum a todos? Questões éticas são discutidas na escola? Com que frequência?• Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética. Todos concordam?• Qual das condições do sujeito ético é mais difícil de “construir”? 1. ser consciente de si e dos outros; 2. ser dotado de vontade; 3. ser responsável; ser livre;• Temos mais pessoas passivas ou ativas?
  5. 5. AÇÃO DO COORDENADORAntes e/ou depois da ação docente.
  6. 6. 4 MOMENTOSAcompanhamento: como as atividades dos docentes ediscentes estão sendo desenvolvidas;Assistência: colaborar com os problemas detectados;Orientação: podem ter a intenção de alterar a forma deatuação do docente em uma determinada situação;Articulação: unir grupos diferentes na organização desuas ações e na concretização de objetivos que devemser comuns.
  7. 7. ESCOLAOrganização de alta complexidade
  8. 8. Coordenação pedagógicaDimensões Competência
  9. 9. Dimensões Condicionantes Política, humana, técnica: valores, crenças, princípios e compromissos (fins e meios) CondicionadasDecorrente das condicionantes permitem operacionalizá-las
  10. 10. Efetividade: capacidadeadministrativa para satisfazer Relevância: importância aosas demandas concretas feita interesses e às conveniências pela comunidade externa dos alunos e família (sociedade) Competência Eficiência: meios a serem utilizados pelos Eficácia: capacidade das docentes, discentes e parte pessoas e instituiçõesadministrativa. Forma correta alcançarem os objetivos e as de utilização dos recursos metas – resultados alcançados disponíveis
  11. 11. AS RELAÇÕES ENTRE EFICIÊNCIA E EFICÁCIAUm professor pode ser eficiente, mas ineficaz?O professor pode ser eficaz ainda que ineficiente?Isso pode acontecer com diretores ecoordenadores?Verifica-se, pois, que “nem sempre a eficiência e aeficácia andam de mãos dadas”(CHIAVENATO, 1994)
  12. 12. ANÁLISE DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013
  13. 13. POR QUE AVALIAMOS?A resposta a essa pergunta poderá estar relacionada às respostas abaixo:- Para saber o que o aluno aprendeu (diagnóstico)- Para observar o avanço do aluno em relação a si mesmo- Para observar o avanço do grupo- Para ajudar a rever a prática em sala de aula (estratégias)- Para o aluno rever o seu caminho (auto-avaliação)- Para observar como os alunos se expressam- Para verificar se o aluno alcançou os objetivos para seguir para a etapaseguinte- Para mapear a sala de aula e verificar quais os alunos que precisam deajuda- Para conhecer melhor o aluno
  14. 14. IRANDÉ ANTUNES Aponta caminhos concretos para a mudança. Não perde de vista que o problema da escola transcende em muito a escola, mas acredita que seu enfrentamento também exige a escola, seja pela discussão crítica de suas próprias práticas, seja pelo envolvimento direto dos professores na construção de alternativas.
  15. 15. PRIMEIRO ANOClassificação do nível de escrita levando em consideração a palavra e aescrita de uma frase. ReflexãoNossos alunos dos primeiros anos vêm convivendo com duas situaçõesextremas: ou é um mero espaço para recreação ou é um local dealfabetização forçada. Aos poucos, alguns professores estão sefortalecendo de novas concepções que veem o primeiro ano como umambiente que deve permitir à criança o seu desenvolvimento global, istoé, físico-social, intelectual e emocional, mas tal mudança “ocorre a passosmuito lentos”.
  16. 16. NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS, O PRIMEIRO ANO SE DESTINA À ALFABETIZAÇÃO?Esse primeiro ano constitui uma possibilidade para qualificar o ensino e aaprendizagem dos conteúdos da alfabetização e do letramento. Mas, não sedeve restringir o desenvolvimento das crianças de seis anos de idadeexclusivamente à alfabetização. Por isso, é importante que o trabalhopedagógico assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreasdo conhecimento. Ressalte-se que a alfabetização não deve ocorrer apenasno segundo ano do Ensino Fundamental, uma vez que o acesso àlinguagem escrita é um direito de todas as crianças, que é trabalhoprecipuamente nos ambientes escolares. Os sistemas e todos osprofissionais envolvidos com a educação de crianças devem compreenderque a alfabetização de algumas crianças pode requerer mais de 200 diasletivos e que é importante acontecer junto com a aprendizagem de outrasáreas de conhecimento. O Ensino Fundamental de nove anos ampliou otempo dos anos iniciais, de quatro para cinco anos, para dar à criança umperíodo um período mais longo para as aprendizagens próprias
  17. 17. O QUE ENSINAR?1. O que ensinar as crianças de seis anos?2. Que conhecimentos essas crianças precisam construir?3. Que capacidades precisam desenvolver?4. Que atividades realizar na escola para que as crianças alcancem as capacidades desejadas? São cinco eixos fundamentais a serem considerados:1. compreensão e valorização da cultura escrita;2. apropriação do sistema de escrita;3. leitura;4. produção de textos;5. desenvolvimento da oralidade.
  18. 18. ALGUMAS POSSIBILIDADES …Para desenvolver essas capacidades, algumas atividadesinteressantes podem ser propostas: visitas a diferentes espaçosde circulação do texto escrito, como bancas dejornal, bibliotecas, livrarias; audição de textos de gênerosvariados como historias, noticias, cartas, propagandas emdiferentes suportes, como livros revistas, jornais, papel de carta;entrevistas com jornaleiros, bibliotecários, escritores; atividadesde manuseio e exploração de suportes e materiais de escrita quepossibilitem a criança aprender a lidar com o livro didático, como livro de historias, com as revistas, com jornais e suplementosinfantis; aprender a usar o caderno, o lápis, a borracha, a régua, ocomputador.
  19. 19. SEGUNDO ANO• Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra; aescrita de uma frase e a escrita de um bilhete; Reflexão:• Definir qual é a meta da SME a partir de 2013 para o segundo ano: ao final do segundo ano.• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.• Dominar a escrita alfabética, leitura e a escrita em letra cursiva.• Esclarecer melhor o “Pacto: Alfabetização na Idade Certa”
  20. 20. ENTENDENDO O PACTOO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é umcompromisso formal assumido pelos governos federal, do DistritoFederal, dos estados e municípios de assegurar que todas as criançasestejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano doensino fundamental. ( )Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a:• Alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática;• Realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo INEP, junto aosconcluintes do 3º ano do ensino fundamental;• No caso dos estados, apoiar os municípios que tenham aderido àsAções do Pacto, para sua efetiva implementação.
  21. 21. OBJETIVO DO TRABALHO 2º ano é refletir sobre:• a relação entre as informações dadas na situação inicial danarrativa, o problema, os acontecimentos e a solução. Os alunos precisam observar que as coisas queacontecem ao longo da história devem decorrer do problemaapresentado e preparar a solução final. Ao compreender essaspropriedades, eles poderiam estruturar de forma mais lógica eencadeada às ações em um texto. O objetivo é que os alunoscompreendam que essa relação pode estar a serviço da produçãode diferentes tons na narrativa: humor, seriedade, suspense, etc.
  22. 22. A REESCRITA INIBE A CRIATIVIDADE DO ALUNO?Não.Ao reescrever a versão pessoal de uma história conhecida oucom alterações solicitadas pelo professor, como a mudança decenário, de tempo ou de narrador, o aluno pode realizar umgrande esforço criativo para conseguir reconstruir a mesmahistória e não perder a coerência. Esse processo, baseado emdiferentes maneiras de reescrever um texto-fonte, é parteintegrante do percurso de autoria, que pode ser construída commuita prática e reflexão.No entanto, faz-se necessário trabalhar também com maisfrequência o texto de autoria com as crianças (mesmo que deuma forma simples)
  23. 23. TERCEIRO ANO• Classificação da escrita levando em consideração a escrita de um texto.• Produzir texto de autoria levando em conta o contexto de solução. Reflexão:• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.• Ao final do ano letivo os alunos deverão ser capazes de:• Escrever um texto de acordo com a sua estrutura• Ter noções de parágrafo (recuo, letra maiúscula, pontuação, separação deideias no texto (ainda que de forma rudimentar) e organização do discursodireto.• Ortografia e leitura
  24. 24. QUARTO ANO• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;• O professor não deveria realizar pré-texto coletivo;• Proposta: Continue a história. Reflexões:• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.• Retomar: noções de parágrafo (recuo, letramaiúscula, pontuação, separação de ideias no texto (ainda que de formarudimentar) e organização do discurso direto).• Sistematizar o trabalho com discurso direto e (iniciar) indireto• Iniciar o trabalho com coerência e coesão• Ortografia e leitura
  25. 25. QUINTO ANO• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;• O professor não deveria realizar pré-texto coletivo;• Proposta: Escreva um texto narrativo contando sobre essa amizade especial e umasituação na qual você precisou ajudá-lo. (criação) Reflexão:• Para produzir textos de qualidade, os alunos têm de saber o que queremdizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime essas ideias. Achave é ler muito e revisar continuamente;• Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas:planejar, escrever, revisar e re-escrever. Esses comportamentos escritores são osconteúdos fundamentais da produção escrita. A revisão não consiste em corrigirapenas erros ortográficos e gramaticais, como se fazia antes, mas cuidar para que otexto cumpra sua finalidade comunicativa.
  26. 26. PRODUÇÃO DE TEXTOSNo que se refere à escrita, é importante que, no fim do 5º ano, oaluno saiba:• Re-escrever e/ou produzir textos de autoria utilizandoprocedimentos de escritor: planejar o que vai escrever considerando aintencionalidade, o interlocutor, o portador e as características dogênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto paracontrolar a progressão temática como para melhorar outros aspectos -discursivos ou notacionais - do texto.• Revisar escritas (próprias e de outros), em parceria com oscolegas, assumindo o ponto de vista do leitor com intenção de evitarrepetições desnecessárias (por meio de substituição ou uso de recursosda pontuação); evitar ambiguidades, articular partes do texto, garantira concordância verbal e a nominal.• Revisar textos (próprios e de outros) do ponto de vista ortográfico.
  27. 27. AVALIAÇÃO DE LEITURA?1. Leitura é para ser avaliada?2. Pensamos que sim. Mas não só isso. É, sobretudo, para serpraticada; e também discutida, curtida, vivida. Viver leitura.3. No momento de selecionar material de leitura, o professor precisater propósitos pedagógicos claros, relevantes e também amplos.Submeter a prática da leitura na escola exclusivamente a atividadesdidáticas é um dos equívocos do ensino de português.4. A avaliação, como parte integrante do trabalhodocente, deve, sim, incluir a verificação da capacidade de leitura doaluno. Precisamos saber se o aluno compreende o que lê, porque isso érelevante para a vida em nossa sociedade letrada e porque, comoprofessores, temos a responsabilidade de promover o desenvolvimentoda competência leitora dos nossos alunos.
  28. 28. COMO AVALIAR A COMPREENSÃO LEITORA?1. Explorar a intertextualidade;2. A síntese por meio da produção de um pequeno texto expositivo;3. Fazer com que o aluno descubra os recursos coesivos de substituição;4. Mediante a exploração da inferência, levar o aluno a perceber a importânciadesses mesmos recursos para a linha argumentativa adotada pelo autor;5. Explorar os recursos coesivos do texto e levar o aluno a perceber relaçõesde interdependência entre marcadores temporais que contribuem para aconstrução de um dos sentidos do texto. O formato da questão deve exigirreleitura minuciosa do texto;5. Explorar os recursos semânticos, com a recuperação de sentido, com baseno contexto;6. Merecem comentário, ainda, as instruções dadas para as atividades. Emalguns dos exemplos, o modo como o aluno deve responder está indicado comações (escreva, complete, circule);
  29. 29. PRIMEIRO ANO DESCRITORES1: Distingue números de outros símbolos gráficos.2: Identificar habilidade de contagem até 9.3: Identificar a habilidade de seriação.4. Identificar a habilidade de inclusão de classe.5: Classificar objetos do cotidiano pela forma e tamanho, percebendodiferenças e semelhanças. compreendendo relações de posição noespaço.
  30. 30. SEGUNDO ANO DESCRITORES1. Compreende o conceito de número através das operações lógicas declassificação e seriação.2. Resolver situação-problema que envolva a ideia da adição (acrescentar)utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.3. Resolver situação-problema que envolva a ideia da subtração (tirar)utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.4. Resolver situação-problema que envolva a ideia da multiplicação (adição deparcelas iguais) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro dealgoritmo.5. Resolver situação-problema que envolva a ideia da divisão (repartir)utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.
  31. 31. SEGUNDO ANO6. Classificar objetos do cotidiano pela forma etamanho, percebendo diferenças e semelhanças.7. Observar objetos de seu cotidiano, identificando-os com figurasgeométricas.8. Explorar e desenvolver relações de direção e posição no espaço.9. Identificar os dias da semana e do mês, explorando o calendário.10. Organizar informações por meio de tabelas e gráficos simples.
  32. 32. TERCEIRO ANO DESCRITORES1. Formar o conceito de número, através das operações lógicas(classificação e seriação) e produzir escritas de seu cotidiano2. Leitura e escrita de números menores que 100, compreendendo aestrutura de sistema de numeração decimal, compondo edecompondo3. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da adição(juntar) utilizando de estratégias diversas.4. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da subtração(tirar) utilizando de estratégias diversas.
  33. 33. TERCEIRO ANO5. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da multiplicação(adição de parcelas iguais) utilizando de estratégias diversas.6. Resolver situações-problemas que envolvam a ideia da divisão(repartir) utilizando de estratégias diversas.7. Classificar os objetos do cotidiano, percebendo as diferenças esemelhanças, identificando-os como figuras geométricas8. Identificar noções de medida de tempo, explorando o calendário.9. Construir estratégias para medir comprimentos, massas e capacidadesde vasilhames, sem uso de medidas convencionais10. Resolver situações-problemas através da análise de gráficos
  34. 34. QUARTO ANO DESCRITORES1. Ler e escrever números menores que 10002. Ordenar e comparar números menores que 10003. Decompor números menores que 10004. Resolver situação-problema envolvendo a adição (juntar)5. Resolver situação-problema envolvendo a multiplicação(raciocínio combinatório).
  35. 35. QUARTO ANO6. Resolver situação-problema envolvendo a subtração(comparar)7. Resolver situação-problema envolvendo a divisão(repartir).8. Resolver situação-problema utilizando medidas de tempo9. Resolver situação-problema identificando figuras e/ousólidos geométricos.10. Resolver situação-problema a partir da análise de gráficose/ou tabela
  36. 36. QUINTO ANO DESCRITORES1. Ler, escrever, ordenar e decompor maiores que 1000.2. Resolver situações-problemas envolvendo a adição (juntar e/ouacrescentar).3. Resolver situações-problemas envolvendo a multiplicação(raciocínio combinatório).4. Resolver situações-problemas envolvendo a subtração (tirare/ou comparar e/ou completar).5. Resolver situações-problemas envolvendo a divisão (repartir oumedir).
  37. 37. QUINTO ANO6. Resolver situações-problemas utilizando o sistemamonetário.7. Resolver situações-problemas envolvendo medidas de tempo.8. Resolver situações-problemas utilizando representaçãofracionária.9. Planificar e comparar sólidos geométricos.10. Resolver situações-problemas a partir da análise de gráficose/ou tabela.
  38. 38. ORIENTAÇÕES GERAIS:Reunião de coordenador - 2013
  39. 39. EDUCAÇÃO FÍSICA ORIENTAÇÕES:O professor da classe não precisará acompanhar mais as aulas juntocom o professor de educação física;Esse horário “livre” deverá ser destinado exclusivamente para: correçãode caderno de alunos, organização das pastas de produção, leitura dostextos produzidos pelos alunos, preparação de atividades para aturma, organização de documentos da classe, organização de armáriodo professor, agendamento de conversas com os pais / coordenação /direção, entre outras relacionadas estritamente ao fazer pedagógico.No semanário do professor da classe não precisará constar mais oconteúdo de educação física que foi trabalhado com a turma. Só nosemanário do professor de educação física.Controle de frequência e notas serão registrados pelo professor deeducação física em documento específico.
  40. 40. GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE TODOS À EDUCAÇÃOAutor:Ministério Público do Estado de São Paulo / SORRI-BRASILResumo:O Guia Prático: O direito de todos à educação foi desenvolvido pormeio da parceria do Ministério Público do Estado de São Paulo e aSORRI-BRASIL. A presente cartilha apresenta um diálogo com osPromotores de Justiça do Estado de São Paulo, trabalhando as questõesdo direto de todos à educação.http://www.sorri.com.br/sites/default/files/Guia%20Pratico%20-%20O%20direito%20de%20todos%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf
  41. 41. GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE TODOS À EDUCAÇÃO
  42. 42. PACTO DO MEC Prezados(as) Tutores(as), Coordenadores(as) e Secretários(as) Municipais de Educação,É com grande satisfação quevenho através deste, informá-losque o PACTO terá início dia 04de abril de 2013 . Em breve,entraremos em contato para dardetalhes sobre a formação. Atenciosamente, Wagner
  43. 43. CONFIRA OS OBJETIVOS DO TRILHAS E AS PRÓXIMAS AÇÕES PREVISTAS: Equipe TRILHASContinue realizando os EncontrosLocais com os diretores ecoordenadores das escolas de seumunicípio. Os materiais de apoioque estão no Portal podem ajudá-lo a preparar as reuniões deformação com foco no estudo eaprofundamento do materialTRILHAS, assim como na suaorganização no espaço escolar..Responsável da SME - Heloísa
  44. 44. EJA• O HEC da escola não contempla as necessidades dos professores da EJA – verificar a possibilidade de realizar o HEC semanal desse grupo de professores na SME com estudo de bibliografia específica para a EJA. Ficamos de realizar um levantamento com os professores coordenadores dos horários de HEC e de reforço dos professores que lecionam na EJA;• Se possível o HEC da EJA na SME ser semanal, caso não seja possível, pelo menos quinzenal; FAREMOS MENSAL (INCLUINDO HORÁRIO DO REFORÇO E HEC – ÚLTIMA QUINTA-FEIRA DO MÊS)• Ver a possibilidade de abrir um horário de reforço para os alunos da EJA

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