UHE – FOZ DO CHAPECÓ
BARRAGEM DE ENROCAMENTO
COM NÚCLEO ASFÁLTICO
Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Histórico
 1930 – Alemanha: construídas as 1ª barragens com face de
concret...
Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Histórico
 1978:construída na Noruega a 1ª Barragem com núcleo de
concreto ...
Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Processos Construtivos
Método do Concreto Asfáltico Ciclópico:
 Hoeg (1993)...
Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Método Russo
 Mistura rica de CBUQ em asfalto (10 a 14%) é aplicada em
form...
Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Método Mecânico
 Método adotado em Foz do Chapecó.
 Utiliza uma máquina pa...
UHE – FOZ DO CHAPECÓ
O Empreendimento
CPFL Geração de Energia S.A. - 51%
FURNAS Centrais Elétricas S.A. - 40%
Cia Estadual de Energia Elétrica - 9%
CONSÓRCIO...
CONSÓRCIO FORNECEDOR
CVG
Consórcio Volta Grande
Obras Civis
Montagem Eletromecânica
Líder do Consórcio
Fornecimento de...
LOCALIZAÇÃO
Santa Catarina
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
LOCALIZAÇÃO
Vista Aérea do Empreendimento
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
Rio Uruguai
Lay-out do Empreendimento
Principais Características do Empreendimento
Vertedouro: 15 Vãos de Comportas Segmento (18,7mx20,6m)
Vazão Máxima: 62.190 ...
Barragem Principal – Histórico
Estudo de Viabilidade
Barragem de Concreto Compactado a Rolo (CCR)
Otimização Econômica
Pro...
Barragem Principal – Histórico
Projeto Básico
Barragem de Enrocamento com Núcleo Argiloso
Otimização do
Cronograma
Projeto...
Barragem Principal – Características
Tipo: Enrocamento com Núcleo Asfáltico
Cota do coroamento (no eixo): El.268,93 m
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Barragem Principal – Especificação do Núcleo
Composição do CBUQ: cimento asfáltico+agregado+finos
Cimento Asfáltico de Pet...
BARRAGEM PRINCIPAL
Barragem
1 - Núcleo Asfáltico.
2 - Transição Fina
3 - Transição Grossa
4 – Enrocamento Fino
5 – Enrocam...
BARRAGEM PRINCIPAL
Seção do Plinto
Barragem
1 - Núcleo Asfáltico.
2 - Transição Fina
3 - Transição Grossa
Barragem Principal – Comparações
Volume total da Barragem, incluindo as ensecadeiras
incorporadas - 1.800.000 m3
• O volum...
Equipamentos envolvidos na execução do Núcleo
1 Máquina acabadora para execução do Núcleo (Kolo Veidekke )
1Trator – aplic...
Barragem Principal – Mão-de-obra
Mão-de-obra envolvida na construção da Barragem Principal
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1ª Fase de Desvio do Rio
Etapa I – Ensecadeira do Vertedouro
Etapa II – Ensecadeira de Tratamento da Fundação Margem
Esque...
1a Fase do Desvio do Rio
Etapa I
- Construção da Ensecadeira do
Vertedouro junto a Margem Direita
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1ª Fase do Desvio do Rio
Outubro/2007
1a Fase do Desvio do Rio
Etapa II
- Conclusão dos serviços da etapa 1;
- Início da Concretagem do Vertedouro;
- Lançamento...
Tratamento de Fundação - Plinto ME
Fevereiro/2008
Tratamento de Fundação - Plinto ME
Fevereiro/2008
1a Fase do Desvio do Rio
Etapa III
-Lançamento da Ensecadeira para
tratamento de fundação da Barragem
Principal no leito d...
Tratamento de Fundação - Plinto MD
Janeiro/2009
Agosto/2009
Conclusão das atividades no Vertedouro
2a Fase do Desvio do Rio
Etapa IV
- Remoção da Ensecadeira do Vertedouro;
- Escoamento do Rio pelas Adufas
- Construção da...
Remoção da Ensecadeira do Vertedouro
27/10/2009
Fechamento do Rio e Desvio pelas Adufas
02/11/2009
Construção das Ensecadeiras
22/11/2009
2a Fase do Desvio do Rio
Etapa V
- Alteamento da Barragem Principal
BARRAGEM PRINCIPAL
Pista Experimental
Pista de Testes com comprimento de 25m fora da região da Barragem para confirmação d...
BARRAGEM PRINCIPAL
Usina de Asfalto
Usina Gravimétrica
Modelo - Ciber UAB 18E Advanced.
Capacidade de produção: 77 – 80 t/...
BARRAGEM PRINCIPAL
Início da Execução do Núcleo Asfáltico
BARRAGEM PRINCIPAL
Execução do trecho manual do Núcleo Asfáltico
BARRAGEM PRINCIPAL
Execução do trecho manual do Núcleo Asfáltico
BARRAGEM PRINCIPAL
Abastecimento com massa asfáltica
BARRAGEM PRINCIPAL
Abastecimento da Máquina Acabadora
Núcleo Asfáltico
Transição Fina
BARRAGEM PRINCIPAL
Lançamento de Transição Grossa
BARRAGEM PRINCIPAL
Execução do Núcleo Asfáltico
Compactação da Transição Fina
BARRAGEM PRINCIPAL
Compactação do Núcleo
BARRAGEM PRINCIPAL
Retomada após as chuvas e ensaios
BARRAGEM PRINCIPAL
Dispositivo para aquecimento e secagem da camada inferior
BARRAGEM PRINCIPAL
BARRAGEM PRINCIPAL
Vista Geral
Ponte de Travessia
de Equipamentos
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Direita
Junta de Cobre
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Direita - Aplicação de Mástique
Junta de Cobre
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Direita – Execução do Núcleo
Junta de Cobre
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Esquerda
Plinto
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Esquerda – Limpeza do Plinto
BARRAGEM PRINCIPAL
Ombreira Esquerda – Execução do Núcleo
Barragem Principal
Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico
Freqüência – Diária
• Verificação da espessura das camadas (20...
BARRAGEM PRINCIPAL
Data Número Nº
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Ensaio Registro Ensaio 15,9 11,2 9,5 7,9 4,8 2,8 2,0 1,2 0,6 0,3 0,15 0,075
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Data Número Nº
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BARRAGEM PRINCIPAL
Controle de Temperatura
Barragem Principal
Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico
Freqüência – Mensal
Para extração dos corpos de prova ocorre a...
BARRAGEM PRINCIPAL
Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico
Data da construção: 24/02/2010 (camada Nº 115 com 22 cm e Cama...
BARRAGEM PRINCIPAL
Extração de Corpos de Prova
BARRAGEM PRINCIPAL
Corpos de Prova
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO DA CONSTRUÇÃO
EL. 232,00
EL. 229,40
NÚCLEO ASFÁLTICO ENROCAMENTO COMPACTADO
DEZEMBRO/09:...
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 02/12/2009
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 16/12/2009
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 30/12/2009
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 28/01/2010
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 28/02/2010
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 31/03/2010
BARRAGEM PRINCIPAL
ACOMPANHAMENTO - 30/04/2010
BARRAGEM PRINCIPAL
VISTA AÉREA - JUSANTE - 31/08/2010
BARRAGEM PRINCIPAL
VISTA AÉREA - MONTANTE - 31/08/2010
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Barragem de enrocamento com núcleo asfáltico

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A Barragem Principal da UHE Foz do Chapecó é a primeira no Brasil a utilizar a metodologia de enrocamento com impermeabilização em núcleo de concreto betuminoso usinado a quente. A apresentação contempla os motivos que justificaram tal metodologia, o desenvolvimento do projeto, detalhes de aplicação e resultados obtidos.

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Barragem de enrocamento com núcleo asfáltico

  1. 1. UHE – FOZ DO CHAPECÓ BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM NÚCLEO ASFÁLTICO
  2. 2. Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico Histórico  1930 – Alemanha: construídas as 1ª barragens com face de concreto betuminoso. A eficiência destas lajes serviu como incentivo para projeto e construção de diversas barragens na Alemanha e no mundo.  1950: foram construídas as 1ª barragens com Núcleo de Concreto Asfáltico, porém apenas uma como medida adicional de segurança nas BFCB.  A partir de 1970: devido à escassez de argilas tiveram início estudos mais aprofundados na Noruega.  1970 – China: construída a 1ª barragem NCA
  3. 3. Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico Histórico  1978:construída na Noruega a 1ª Barragem com núcleo de concreto asfáltico.  1978 – 1993: Cinco de seis grandes barragens construídas na Noruega foram com Núcleo de Concreto Asfáltico, sendo a maior delas com 125 m de altura.  A maior construída no mundo é de Fiesterntal na Austrália com 150 m, porém seu núcleo tem apenas 98 m.  Até 2002 foram construídas 13 na China e mais de 80 no mundo.
  4. 4. Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico Processos Construtivos Método do Concreto Asfáltico Ciclópico:  Hoeg (1993) – o método se assemelha ao processo de execução por penetração direta tipo macadame.  Visser (1970) – Neste processo, o concreto asfáltico ciclópico é produzido através de penetração inversa.
  5. 5. Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico Método Russo  Mistura rica de CBUQ em asfalto (10 a 14%) é aplicada em formas de aço com 1 m de altura no topo da camada anterior.  Formas retiradas assim que haja resfriamento da mistura betuminosa (45º C) e as camadas de transição são então colocadas e compactadas em ambos os lados do núcleo.  Utilizado em clima frio e exige grande ductilidade.  Vantagem: não requer compactação e nenhum tipo de equipamento especial;  Desvantagem: menos atrativo pelo aumento considerável de custo devido ao grande percentual de betume utilizado.
  6. 6. Barragens de Enrocamento com Núcleo Asfáltico Método Mecânico  Método adotado em Foz do Chapecó.  Utiliza uma máquina pavimentadora que permite a colocação das transições simultaneamente ao núcleo betuminoso.  Rolos para transições: 1500-2500 kg  Rolos para núcleo: 700-1000 kg.
  7. 7. UHE – FOZ DO CHAPECÓ O Empreendimento
  8. 8. CPFL Geração de Energia S.A. - 51% FURNAS Centrais Elétricas S.A. - 40% Cia Estadual de Energia Elétrica - 9% CONSÓRCIO INVESTIDOR FCE FOZ DO CHAPECÓ ENERGIA S.A COMPANHIA ESTADUAL DE ENERGIA ELÉTRICA COMPANHIA ESTADUAL DE ENERGIA ELÉTRICA
  9. 9. CONSÓRCIO FORNECEDOR CVG Consórcio Volta Grande Obras Civis Montagem Eletromecânica Líder do Consórcio Fornecimento de Equipamentos Eletromecânicos Fornecimento de Auxiliares Mecânicos e Elétricos Projeto Executivo Integração de Projetos
  10. 10. LOCALIZAÇÃO Santa Catarina
  11. 11. Santa Catarina Rio Grande do Sul LOCALIZAÇÃO
  12. 12. Vista Aérea do Empreendimento Santa Catarina Rio Grande do Sul Rio Uruguai
  13. 13. Lay-out do Empreendimento
  14. 14. Principais Características do Empreendimento Vertedouro: 15 Vãos de Comportas Segmento (18,7mx20,6m) Vazão Máxima: 62.190 m³/s Túneis de Adução: Seção Arco Retângulo de 18x18m Turbina Tipo: Francis, de eixo vertical Potência Instalada: 855 MW Nº de Unidades Geradoras: 4 Fator de Potência: 0,95 Potência Unitária Nominal: 217,40MW Queda Líquida Nominal: 49,80m
  15. 15. Barragem Principal – Histórico Estudo de Viabilidade Barragem de Concreto Compactado a Rolo (CCR) Otimização Econômica Projeto Básico Barragem de Enrocamento com Núcleo Argiloso Alto Custo
  16. 16. Barragem Principal – Histórico Projeto Básico Barragem de Enrocamento com Núcleo Argiloso Otimização do Cronograma Projeto Básico Consolidado Barragem de Enrocamento com Núcleo Asfáltico - Exploração de Jazida de Argila - Demora na retomada após as chuvas - Risco de comprometer o Cronograma
  17. 17. Barragem Principal – Características Tipo: Enrocamento com Núcleo Asfáltico Cota do coroamento (no eixo): El.268,93 m Borda Livre: 3,40 m Largura do coroamento (sem passarela de pedestre): 7,00 m Altura (média): 48,00 m Comprimento na crista: 548,00 m Volume total (com ensecadeiras incorporadas): 1.800.000 m3
  18. 18. Barragem Principal – Especificação do Núcleo Composição do CBUQ: cimento asfáltico+agregado+finos Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP) tipo 85/100 Agregados com índice de forma superior a 0,5; Material Fino (Filler) – representa no mínimo 30% em peso do total de finos;
  19. 19. BARRAGEM PRINCIPAL Barragem 1 - Núcleo Asfáltico. 2 - Transição Fina 3 - Transição Grossa 4 – Enrocamento Fino 5 – Enrocamento Grosso Ensecadeiras Incorporadas E1 - Enrocamento E2L - Enrocamento lançado T1 - Transição Filtro T2 - Transição Fina T3 - Transição Grossa T3L - Transição Lançada SL - Solo Lançado SC - Solo Compactado RR - Rip-Rap Seção Típica
  20. 20. BARRAGEM PRINCIPAL Seção do Plinto Barragem 1 - Núcleo Asfáltico. 2 - Transição Fina 3 - Transição Grossa
  21. 21. Barragem Principal – Comparações Volume total da Barragem, incluindo as ensecadeiras incorporadas - 1.800.000 m3 • O volume da Barragem Principal equivale ao volume de concreto necessário para a construção de 23 Estádios do Maracanã; • Enfileirando os 112.500 caminhões (Basculantes Mercedes Benz modelo Axor 4144 - com capacidade para 16m³ ) necessários para transportar o material dos aterros de uma só vez, estes cobririam a extensão entre Chapecó/SC e São Paulo/SP ( 866Km );
  22. 22. Equipamentos envolvidos na execução do Núcleo 1 Máquina acabadora para execução do Núcleo (Kolo Veidekke ) 1Trator – aplicação do Mastique 3 Rolos Compactadores 1 Escavadeira 1 Carregadeira com caçamba (Núcleo) 3 Caminhões Tibecrete Equipamentos envolvidos na construção da Barragem Principal 1 Escavadeira (Rip-Rap) 5 Escavadeiras (Basculantes) 42 Caminhões Basculante 3 Rolos Compactadores CA600 4 Tratores D8 Barragem Principal – Equipamentos Acompanhando a Acabadora
  23. 23. Barragem Principal – Mão-de-obra Mão-de-obra envolvida na construção da Barragem Principal Supervisão Operadores - 122 pessoas Colaboradores - 40 pessoas Total de 176 pessoas envolvidas diretamente no processo de construção Kolo Veidekke – 4 pessoas Camargo Correa – 10 pessoas
  24. 24. 1ª Fase de Desvio do Rio Etapa I – Ensecadeira do Vertedouro Etapa II – Ensecadeira de Tratamento da Fundação Margem Esquerda Etapa III - Ensecadeira de Tratamento da Fundação Margem Direita 2ª Fase de Desvio do Rio Etapa IV – Desvio do Rio pelas Adufas Etapa V – Alteamento da Barragem Principal Seqüência de Atividades
  25. 25. 1a Fase do Desvio do Rio Etapa I - Construção da Ensecadeira do Vertedouro junto a Margem Direita (período seco do 1o. ano de Obra); - Escavação do Canal de Aproximação do Vertedouro, Bacia de Dissipação e Canal de Restituição; - Escavação e tratamento da Fundação do Vertedouro - Início das Escavações do Circuito Adutor.
  26. 26. 1ª Fase do Desvio do Rio Outubro/2007
  27. 27. 1a Fase do Desvio do Rio Etapa II - Conclusão dos serviços da etapa 1; - Início da Concretagem do Vertedouro; - Lançamento da Ensecadeira para tratamento de fundação da Barragem Principal no leito do Rio junto a margem esquerda (período seco do 2o. ano de Obra); - Tratamento da Fundação da Barragem da Área Ensecada; - Remoção da ensecadeira de tratamento da Fundação.
  28. 28. Tratamento de Fundação - Plinto ME Fevereiro/2008
  29. 29. Tratamento de Fundação - Plinto ME Fevereiro/2008
  30. 30. 1a Fase do Desvio do Rio Etapa III -Lançamento da Ensecadeira para tratamento de fundação da Barragem Principal no leito do Rio junto a Margem Direita (período seco do 3o. ano de Obra); - Tratamento da Fundação da Barragem da Área Ensecada; - Remoção da ensecadeira de tratamento da Fundação; - Tratamento da Fundação da Barragem entre Muro Esquerdo e Ensecadeira de 1a. Fase. -Conclusão da implantação do Vertedouro (Obras Civis e Montagem) das adufas e dos muros de encontro com a Barragem Principal e com a Barragem de Fechamento da ombreira Direita; -Alteamento da Barragem de Fechamento da Ombreira Direita.
  31. 31. Tratamento de Fundação - Plinto MD Janeiro/2009
  32. 32. Agosto/2009 Conclusão das atividades no Vertedouro
  33. 33. 2a Fase do Desvio do Rio Etapa IV - Remoção da Ensecadeira do Vertedouro; - Escoamento do Rio pelas Adufas - Construção das Ensecadeiras no Leito do Rio (Período Seco do 4o. ano de Obra); -Tratamento da Fundação da Barragem na faixa sob a Ensecadeira de 1a. Fase.
  34. 34. Remoção da Ensecadeira do Vertedouro 27/10/2009
  35. 35. Fechamento do Rio e Desvio pelas Adufas 02/11/2009
  36. 36. Construção das Ensecadeiras 22/11/2009
  37. 37. 2a Fase do Desvio do Rio Etapa V - Alteamento da Barragem Principal
  38. 38. BARRAGEM PRINCIPAL Pista Experimental Pista de Testes com comprimento de 25m fora da região da Barragem para confirmação das características dos materiais e dos procedimentos em atendimento a Especificação Técnica.
  39. 39. BARRAGEM PRINCIPAL Usina de Asfalto Usina Gravimétrica Modelo - Ciber UAB 18E Advanced. Capacidade de produção: 77 – 80 t/h.
  40. 40. BARRAGEM PRINCIPAL Início da Execução do Núcleo Asfáltico
  41. 41. BARRAGEM PRINCIPAL Execução do trecho manual do Núcleo Asfáltico
  42. 42. BARRAGEM PRINCIPAL Execução do trecho manual do Núcleo Asfáltico
  43. 43. BARRAGEM PRINCIPAL Abastecimento com massa asfáltica
  44. 44. BARRAGEM PRINCIPAL Abastecimento da Máquina Acabadora Núcleo Asfáltico Transição Fina
  45. 45. BARRAGEM PRINCIPAL Lançamento de Transição Grossa
  46. 46. BARRAGEM PRINCIPAL Execução do Núcleo Asfáltico
  47. 47. Compactação da Transição Fina BARRAGEM PRINCIPAL
  48. 48. Compactação do Núcleo BARRAGEM PRINCIPAL
  49. 49. Retomada após as chuvas e ensaios BARRAGEM PRINCIPAL
  50. 50. Dispositivo para aquecimento e secagem da camada inferior BARRAGEM PRINCIPAL
  51. 51. BARRAGEM PRINCIPAL Vista Geral Ponte de Travessia de Equipamentos
  52. 52. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Direita Junta de Cobre
  53. 53. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Direita - Aplicação de Mástique Junta de Cobre
  54. 54. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Direita – Execução do Núcleo Junta de Cobre
  55. 55. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Esquerda Plinto
  56. 56. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Esquerda – Limpeza do Plinto
  57. 57. BARRAGEM PRINCIPAL Ombreira Esquerda – Execução do Núcleo
  58. 58. Barragem Principal Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico Freqüência – Diária • Verificação da espessura das camadas (20 a 25cm após compactação) • Controle da temperatura : * na Usina ≤ 177ºC * no silo da carregadeira ≥ 150ºC * na compactação 140ºC ≤ T ≤ 173ºC • Ensaios da massa asfáltica para determinação: * Teor de asfalto 6,0%≤ CAP ≤6,6% * Granulometria da mistura * Índice de vazios≤ 3,0%
  59. 59. BARRAGEM PRINCIPAL Data Número Nº do de do Ensaio Registro Ensaio 15,9 11,2 9,5 7,9 4,8 2,8 2,0 1,2 0,6 0,3 0,15 0,075 438 438 438 438 438 438 438 438 438 438 438 438 438 100,0 90,5 83,5 75,5 61,2 52,4 41,9 30,0 23,0 19,1 16,5 13,8 6,22 0,06 1,80 1,91 2,02 2,89 2,30 2,01 1,82 1,65 1,36 1,10 0,93 0,36 0,06 1,99 2,29 2,68 4,72 4,39 4,80 6,06 7,17 7,14 6,67 6,70 5,81 15,9 11,2 9,5 7,9 4,8 2,8 2,0 1,2 0,6 0,3 0,15 0,075 100,0 84,7 78,7 68,3 53,4 43,8 35,8 27,2 19,8 17,1 14,4 12,1 100,0 96,7 90,7 80,3 65,4 55,8 47,8 35,2 27,8 25,1 20,4 16,1 %CAP % CAP UHE FOZ DO CHAPECÓ - Núcleo Asfáltico Percentagem PASSA CBUQ Coef. de Variação (%) Estatística Acumulada: Nº de Amostras Média Abertura das Peneiras (mm) Camada Nº 6,0 a 6,6 Desvio Padrão Peneiras Especificação - Dosagem CBUQ 06 Resumo Granulometria Núcleo - % Passa FURNAS Estatístico Controle CBUQ Núcleo Asfáltico CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. Controle Tecnológico Foz do Chapecó Curva Granulométrica Núcleo Asfáltico 200 100 50 30 16 10 7 4 5/16" ? 7/16 5/8 3/4 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 0,01 0,10 1,00 10,00 100,00 Diâmetro das Partículas (mm) Porcentagemquepassa(%) Média Acumulada Limites Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico
  60. 60. Data Número Nº do de do Ensaio Registro Ensaio 438 437 428 428 428 427 6,24 13,8 2,577 2,608 1,3 160,6 0,25 0,93 0,01 0,05 0,26 5,38 Máximo 6,6 16,1 175,0 Mínimo 6,0 12,1 150,0 Desvio Padrão Gmb médio (g/cm3 ) Nº de Amostras % CAP Elevação do Topo Estatística Acumulada: Média UHE FOZ DO CHAPECÓ - Núcleo Asfáltico Camada Nº % Filler Temperatura Usina (ºC) Estaca Gmm (g/cm3 ) Vv (%) Especificação - - < 2,5 FURNAS Estatístico Controle CBUQ - Resumo CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. Controle Tecnológico Foz do Chapecó Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico BARRAGEM PRINCIPAL
  61. 61. BARRAGEM PRINCIPAL Controle de Temperatura
  62. 62. Barragem Principal Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico Freqüência – Mensal Para extração dos corpos de prova ocorre a paralisação de 3 dias para resfriamento do Núcleo. Temperatura na extração dos corpos de prova inferior a 40ºC •Verificação da visual das juntas entre camadas e integridade do Núcleo •Teor de asfalto 6,0%≤CAP ≤ 6,6% • Índice de vazios≤ 3,0% •Compressão axial e triaxial •Permeabilidade
  63. 63. BARRAGEM PRINCIPAL Controle Tecnológico do Núcleo Asfáltico Data da construção: 24/02/2010 (camada Nº 115 com 22 cm e Camada Nº 116 com 25 cm) Extração dos corpos-de-prova: 28/02/2010 (período noturno). Cota do Topo: 246,50 246,50 Estaca: 38+4,10 46+3,5 Corpo-de-prova: B 26 B 28 Camada 116 Camada 115 Vv (%) Laboratório A B C D E F G Média B-23 0514/10 34+7,2 6,08 13,7 162,0 2,579 2,620 1,6 1,33 1,45 1,64 1,49 - - - 1,48 B-26 0517/10 38+4,1 - - - - - - 0,89 0,96 1,36 1,32 - - - 1,13 B-28 0519/10 46+3,5 6,26 14,3 160,0 2,577 2,607 1,2 1,29 1,91 1,26 1,04 - - - 1,38 B-23 0514/10 34+7,2 6,28 12,8 173,0 2,593 2,612 0,7 - - - - 1,17 0,64 1,48 1,10 B-26 0517/10 38+4,1 - - - - - - - - - - 1,49 0,70 1,55 1,25 B-28 0519/10 46+3,5 6,18 14,9 162,0 2,582 2,617 1,3 - - - - 1,04 1,30 1,18 1,17 Obs: A=topo e D=base (camada 116) E=topo e G=base (camada 115) 115 BARRAGEM PRINCIPAL - 4ª Parada Registro Estaca coleta CAP (%) Filler (%) Temperatura Lançamento Volume de vaziosGmm (g/cm3 ) Resultados das amostras extraídas na barragem 116 246,50 34+7,2 B 23 Camada CP Resultados das amostras compactadas no laboratório - Lançamento Gmb (g/cm3 ) FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. Controle Tecnológico Foz do Chapecó
  64. 64. BARRAGEM PRINCIPAL Extração de Corpos de Prova
  65. 65. BARRAGEM PRINCIPAL Corpos de Prova
  66. 66. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO DA CONSTRUÇÃO EL. 232,00 EL. 229,40 NÚCLEO ASFÁLTICO ENROCAMENTO COMPACTADO DEZEMBRO/09: 28 CAMADAS (altura da camada: 25cm) DEZEMBRO/09: 252.838 m³ JANEIRO/10: 42 CAMADAS JANEIRO/10: 413.028 m³ FEVEREIRO/10: 40 CAMADAS FEVEREIRO/10: 420.897 m³ MARÇO/10: 60 CAMADAS MARÇO/10: 321.685 m³ ABRIL/10: 26 CAMADAS ABRIL/10: 36.948 m³ TOTAL: 196 CAMADAS – MÉDIA 2,2 camadas/dia TOTAL: 1.445.396 m³ - MÉDIA 12.569 m³/dia SEÇÃO TRANSVERSAL ENSECADEIRA MONTANTE ENSECADEIRA JUSANTE EL. 226,05 DEZ/09 EL. 236,45 JAN/10 EL. 246,49 FEV/10 EL. 261,42 MAR/10 EL. 268,00 ABR/10
  67. 67. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 02/12/2009
  68. 68. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 16/12/2009
  69. 69. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 30/12/2009
  70. 70. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 28/01/2010
  71. 71. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 28/02/2010
  72. 72. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 31/03/2010
  73. 73. BARRAGEM PRINCIPAL ACOMPANHAMENTO - 30/04/2010
  74. 74. BARRAGEM PRINCIPAL VISTA AÉREA - JUSANTE - 31/08/2010
  75. 75. BARRAGEM PRINCIPAL VISTA AÉREA - MONTANTE - 31/08/2010

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