UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA  DISCIPLINA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA NEUROPATOLOGIA Prof. Ass...
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS E HISTOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO Central Periférico Medula espinhal Encéfalo e...
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS E HISTOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Prolongamento dos neurônios Células d...
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
 
 
 
Componentes celulares do SNC Neurônio Micróglia Oligodendrócitos Astrócitos Células do epêndima Células do plexo coróide (...
 
TECIDO NERVOSO CENTRAL Neurópilo
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Ventrículos Plexo coróide - produção e circulação   do liquor
Plexo coróide
Vulnerabilidade dos componentes do SNC células a injúria <ul><li>Neurônios  > oligodendróglia > astrócitos> micróglia > va...
Alterações pós mortais AUTOLISE
Bolhas de gás da putrefação (microscopia)
NÃO-LESÕES Melanose MELANOSE
Componentes do sistema nervoso central e suas reações aos insultos
Substância cinzenta – neurônio
Neurônios córtex cerebelar
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Reação à agressão Neurônio -  Cromatólise (2º lesão  axonal/isquemia)
 
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão </li></ul><ul><li>Neurônio </li></ul><ul><li>-  Necrose neu...
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES Neurônios vermelhos
Reação à agressão <ul><li>Neuroniofagia </li></ul>
Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal C.I. intracitopl/nuclear
Neurônios – lipofuscina Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal
Neurônios – vacuolização - BSE Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Células gliais Astrócitos (GFAP) Reação à agressão Astrocitose  – aumento no número d...
CICATRIZAÇÃO SNC ASTROCITOSE
Cortesia Dr. MD McGavin, Coloração de Ramon y Cajal.  NORMAL  ASTROCITOSE
NORMAL  ASTROGLIOSE IHQ, Marcador para GFAP
Gemistócitos (  GFAP) Células gliais Astrócitos Reação à agressão cinomose
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão </li></ul><ul><li>Céls microgliais </li></ul><ul><li>Micróg...
TECIDO NERVOSO CENTRAL
Microgliose focal - GLIOSE Infecções virais
“ células Gitter” “ gitter cels”
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Células gliais Oligodendrócitos Reação à agressão Desmielinização
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS
Oligodendrócitos satélites OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
Oligodendrócitos interfasciculares OLIGODENDRÓCITOS
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão  </li></ul><ul><li>Axônio </li></ul><ul><li>Periférico – aç...
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES <ul><li>Degeneração waleriana – Waler – autor  </li></ul><ul><li>Degeneração anterógrada (do corpo pa...
Degeneração waleriana – subst branca Neurônio Reação à agressão
Balão axonal na subst cinza Reação à agressão CÂMARA DE DIGESTÃO
Regeneração axonal  Neurônio Reação à agressão
Aspectos a serem avaliados no exame macroscópico <ul><li>COR </li></ul><ul><li>DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES </li></ul><ul><li>...
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR Palidez - Anemia
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Congestão
CÉREBRO DE CEREJA BABESIOSE CEREBRAL -  B. Bovis
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR Malácea
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>CONSISTÊNCIA </li></ul><ul><li>Diminuída – perda tecidual, edema </l...
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL CONSISTÊNCIA Hipomielinogenese
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Coenurus   cerebralis Taenia  Multiceps multiceps
NEOPLASIA - Astrocitoma
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA Enterotoxemia – Toxima epsilon – Cl. perfringes
EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA
DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES Necrose cérebrocortical - cinza Necrose da medula- branca
DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES
DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES CONSISTÊNCIA
DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES Coenurus cerebralis
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS CEGUEIRA
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS DEPRESSÃO
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS HIPERMETRIA HIPERMETRIA
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS OPISTÓTONO  ATAXIA
LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS MEDULA ESPINHAL
Alterações Congênitas
Anomalias e malformações cerebrais gerais ANENCEFALIA  Quase nunca completa - Causa: desenvolv. anormal tubo neuronal Deno...
Anomalias cerebrais gerais ANENCEFALIA  Quase nunca completo Causa: desenvolv. anormal tubo neuronal Denominação + correta...
Anomalias cerebrais gerais Cranium bifidum -  Meningocele <ul><li>-Defeito na linha dorsal media </li></ul><ul><li>Causas:...
Anomalias cerebrais gerais Cranium bifidum –  Meningocele e agenesia
DIENCEFALIA
Lisensefalia X Paquigiria  - Cuidado pode ser normal
Alterações Congênitas Infecções Virais como causa de anomalias do desenvolvimento: Diarréia Viral Bovina (B.V.D.) – Pestiv...
Contato com o Pestivirus durante a prenhez* *variante BVD não-citopático Morte embrionária Aborto Natimorto Mumificação At...
 
 
Hipermetria - BVD
Anomalias cerebrais gerais <ul><li>HIDROCEFALIA </li></ul><ul><li>Acúmulo LIQUOR nas  cavidades intracraniais </li></ul><u...
Circulação do liquor
HIDROCEFALIA  não comunicante
Anomalias cerebrais gerais <ul><li>HIDROCEFALIA </li></ul><ul><li>Há 2 formas: </li></ul><ul><li>Não comunicante/obstrutiv...
Anomalias cerebrais gerais HIDROCÉFALO interno/obstrutivo Causas:  - Forma congênita Estenose aqueduto   (anormalidade cro...
Anomalias cerebrais gerais
HIDROCEFALIA não comunicante Consequências: Separação suturas ósseas – aumento do crânio Raças “toy” e braquicefálicas
Outras Condições Doenças do Armazenamento Lisossômico Lipofucsinose ceróide Gangliosidose GM1 e GM2 Leucodistrofia das Cél...
Doenças do Armazenamento Lisossômico Doenças de  armazenamento lisossomal Inibição ou deficiência genética de  enzimas lis...
Ipomea fistulosa  (canudo, mata-cabra) Região nordeste Toxinas de plantas Subst retidas no citoplasma
Sida carpinifolia ( Guanxuma) Região sul
REAÇÕES ÀS AGRESSÕES
Distúrbios Hidrodinâmicos
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC EDEMA DO SNC Excesso de liquido intersticial (extracelular) ou intracelular No t...
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC EDEMA DO SNC TIPOS: Citotóxico –  intracelular (deg. Hidropica) Ex. Isquemia Vas...
EDEMA VASOGÊNICO <ul><li>EDEMA VASOGÊNICO </li></ul>
MACROSCOPIA EDEMA DO SNC TIPOS: - Vasogênico - Citotóxico - Hidrostático - Osmótico
Conificação cerebelar
<ul><li>STATUS SPONGIOSUS –  Citotoxico e vasogênico – Lesão Hepática crônica </li></ul>
Senecio spp (flor das almas)
Distúrbios Hemodinâmicos Lesões hemorrágicas Lesões Microcirculatórias
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC <ul><li>HEMORRAGIAS   parenquimatosas </li></ul><ul><li>Objetos </li></ul><ul><l...
HEMORRAGIAS NEOPLASIAS - HEMANGIOSSARCOMA
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL HEMORRAGIAS  submeningeais–  Subdural e leptomeningeana: - cães ...
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL HEMORRAGIAS –  Subdural e leptomeningeana cães a gatos atropelad...
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL CONTUSÃO  –  Agressão focal - De golpe e contragolpe
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC
Lesões Traumáticas no Cérebro <ul><li>   Laceração </li></ul><ul><li>Lesões estruturais graves acompanhada de exposição d...
 
Alterações microcirculatórias a) Diateses hemorragicas b) Septicemias c) Migração larvas de strongilideos
DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA MEDULA ESPINHAL Laceração, transecção
TRAUMA MEDULA ESPINHAL Laceração
TRAUMA MEDULA ESPINHAL Transcecção Transecção
COMPRESSÃO MEDULA ESPINHAL Compressão – abscesso
Leucose enzootica bovina
COMPRESSÃO MEDULA ESPINHAL Compressão – abscesso
Abscesso medula espinhal Compressão – abscesso
DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração e colagenização do disco intervertebral Prolapso disco intervertebral Espondilose
DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Prolapso disco intervertebral
DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
 
Lesões Traumáticas da Medula Espinhal Compressão Mielopatia Estenótica Cervical – Síndrome de Wobbler É caracterizada por ...
Extensão dorsal Flexão ventral Borda caudodorsal do corpo vertebral Extremidade cranial do arco deformado
 
 
DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS BSE – Doenças da Vaca Louca
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS CONCEITO Complexo de doenças neurodegenerativas que afetam pessoas e animais; ...
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS ETIOLOGIA  Histórico 1936 – Scrapie – agente biológico não convencional
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Histórico 1982- proteína fibrilar – placas amilóide - > componente 1985 (Prusi...
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Etiologia Normal – PrP c  ( proteína associada superfície cel – sinapse) Anorm...
<ul><li>Características comuns das  </li></ul><ul><li>encefalopatias transmissíveis: </li></ul><ul><li>Extrem te  resisten...
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS <ul><li>Scrapie (ov e caprinos) </li></ul><ul><li>Encefalopatia espongiforme b...
Característica comum das  encefalopatias transmissíveis: 4. PI longo (2 a 8 a) e curso fatal 5. Manifestação SNC (idêntica...
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS  -  BSE/EEB Epidemiologia Década de 70 - 80 Inglaterra 1º teoria:  Interrupção...
  ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS -  BSE Epidemiologia Ração c/ farinha de carne e ossos de bov c/ proteína in...
PATOGENIA PrP sc  captado do intestino –  replicação baço e linfonodos e transportado ao longo do axônio até o neurônio na...
Patogênese e Progressão dos Príons no Encéfalo Príon tem a estrutura normal alterada
ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Epidemiologia VO efetiva ingestão altos títulos (cérebro e medula) Hambúrger c...
Achados de necropsia Negativos Histopatologia
T Á L A M O  C O L I C U  L  O R O S T R A L C A U D A L P E D Ú N C U L O IV
B.S.E.
Patologias do SNC associadas à distúrbios Nutricionais
A tiamina import metabolismo da glicose no SNC - Bomba Na e K
Ovinos: 2 – 7 meses
 
 
 
 
 
 
 
INTOXICAÇÃO POR SAL Mais comum nos suínos Origem : privação hídrica prolongada Característica : Polioencefalomalacia Menin...
 
INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>ETIOLOGIA GERAL  - Viral (Não supurativa) </li></ul><ul><li>  - Bacteriana (Supurativa) </li></u...
INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>VIAS DE INFECÇÃO  </li></ul><ul><li>  -  Hematógena </li></ul><ul><ul><li>- Axoplasma  </li></ul...
INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Meningite </li></ul><ul><li>Paquimeningite </li></ul><ul><li>Lept...
INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>Ganglioneurite </li></ul>
<ul><li>MENINGOENCEFALITES VIRAIS </li></ul><ul><ul><li>Não supurativa </li></ul></ul><ul><li>MENINGOENCEFALITES BACTERIAN...
Lesões nas Encefalites Virais
ENCEFALITES VIRAIS
CINOMOSE Etiologia  Fam. Paramyxoviridae (RNA) Gên . Morbillivirus Esp. Suscetíveis - Cães domésticos (reservatórios), sel...
CINOMOSE Patogenia   Entrada – faringe, laringe Tonsilas e linf bronquiais (linfócitos – macrófagos)
CINOMOSE -  patogenia   Primeira replicação circulação linfática sanguínea Viremia (monócitos, linf.) Replicação adicional...
CINOMOSE <ul><li>Quatro formas neurológicas: </li></ul><ul><li>- Encefalomielite dos cães jovens (até 2 a) </li></ul><ul><...
CINOMOSE Encefalomielite dos cães jovens: Manifestações neurológicas e sistêmicas ou extra-neurais
CINOMOSE Alterações patológicas SNC  Inclusões virais intranucleares
CINOMOSE Alterações patológicas SNC  Inclusões virais intranucleares
CINOMOSE <ul><li>Alterações patológicas SNC  </li></ul><ul><li>Macro não.  </li></ul><ul><li>Alterações relacionadas a out...
 
CINOMOSE Desmielinização
Gemistócitos Astrocitose,astrogliose
CINOMOSE Alterações patológicas SNC  Inclusões virais basofilicas intranucleares
RAIVA <ul><li>Etiologia </li></ul><ul><ul><li>Rhabdiviridae – RNA </li></ul></ul><ul><ul><li>Lyssavirus  (Gr . Lyssa  - ra...
Epizootiologia da Raiva dos Herbívoros no Brasil Morcego Hematófago Herbívoros Cão Cão Morcego Hematófago Homem
RAIVA - Patogenia <ul><ul><li>Mordida/lesão </li></ul></ul><ul><ul><li>penetração miócitos  </li></ul></ul><ul><ul><li>Rep...
RAIVA – Patogenia <ul><ul><li>medula espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>encéfalo </li></ul></ul><ul><ul><li>replicação ne...
Patogenia da Raiva cérebro medula espinhal saliva infectante vírus replicando músculo nervo motor vírus replicando
 
 
 
RAIVA - sinais
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HVB-1 (Rinotraqueite infeciosa)  Balanopostite/Aborto
 
MENINGOENCEFALITE  POR  HVB  TIPO 5 <ul><li>Patogenia </li></ul><ul><li>Replicação epitélio mucosa nasal, faringe e tonsil...
 
 
 
 
 
 
 
<ul><li>   Agente etiológico:   Alphavirus Tipo Leste (EEE) –  Culiseto melanura Mortalidade 90% Tipo Oeste (WEE) –  Cule...
<ul><li>   Encefalites e Meningites Não Supurativas </li></ul><ul><li>Em Eqüinos: </li></ul><ul><li>   Herpesvirus Eqüin...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Etiologia </li></ul><ul><li>Alphaherpesvirinae </li></ul><ul><li>Herpesvirus suis ...
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Meningoencefalite não purulenta ou panencefalite e ganglioneurite </li></ul>
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Patogenia   </li></ul><ul><li>Inalação (Aerossol) – replicação trato respiratório ...
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Inclusões  intranucleares  cla da glia e neurônios </li></ul>Leitões: pedalagem, t...
Doença de Aujeszky
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Sinais clínicos </li></ul>
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY Coleta encéfalo e vários órgãos para histopatologia Parte do encéfalo para virologia Notif...
PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Diagnóstico </li></ul>
Artrite Encefalite Caprina <ul><li>Encefalites e Meningites Não Supurativas </li></ul><ul><li>   Em Pequenos Ruminantes: ...
Encefalites Bacterianas
ENCEFALITES BACTERIANAS ETIOLOGIA Listeria monocytogenes ( G+) Espécies suscetíveis Ovinos, caprinos e bovinos Três formas...
LISTERIOSE PATOGENIA: Ingestão bactéria ou inalação Lesões boca, cavidade nasal e conjuntiva Nervos cranianos V e VII Diss...
LISTERIOSE SINAIS CLÍNICOS E DIAGNÓSTICO - Andar propulsivo e em círculos - Paresia dos masséteres   queda lateral da cabe...
 
LISTERIOSE
LISTERIOSE
LISTERIOSE Alterações patológicas Micro:   Gânglio trigêmio – ganglionite
ENCEFALITES BACTERIANAS MENINGITE ESTREPTOCÓCICA ETIOLOGIA Streptococcus suis  tipo 2, .... Ocorrência Ans creche, crescim...
Streptococcus suis ETIOLOGIA Streptococcus suis  tipo 2, ....
Streptococcus suis
Streptococcus suis
Streptococcus suis
Streptococcus suis
Streptococcus suis hiperagudo ETIOLOGIA Streptococcus suis  tipo 2, ....
Streptococcus suis hiperagudo ETIOLOGIA Streptococcus suis  tipo 2, ....
Diagnóstico Sinais neurológicos  Necropsia  Coleta de encéfalo   - formol - histopatologia - refrigerado - bacteriologia
Outras infecções bacterianas no SNC <ul><li>Escherichia coli </li></ul><ul><li>Arcanobacterium (Actinomyces)  pyogenes </l...
Meningoencefalite supurativa aguda
Meningoencefalite supurativa aguda
Poliartrite fibrinosa
Panoftalmite fibrinosa
Panoftalmite
Abscessos cerebrais  Via Hematogena e extensão (otites)
Abscessos cerebrais
 
Abscessos cerebrais  SINUSITES
ABSCESSOS PITUITÁRIA ASSOCIADAS AO USO TABULETA DE DESMAME
ABSCESSOS PITUITÁRIA ASSOCIADAS AO USO TABULETA DE DESMAME
Meningite granulomatosa tuberculosa
Neuropatologias Provocadas por Toxinas Bacterianas
<ul><li>Botulismo </li></ul><ul><li> Clostridium botulinum </li></ul><ul><ul><li>Toxinas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>d...
Nervo Motor Sinal de contração do S.N.C. Fibras Musculares A A A A A A A A Acetilcolina (A) induz a contração das fibras m...
BOTULISMO <ul><li>EPIDEMIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>Esporos resistentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Germinação e produção...
BOTULISMO <ul><li>SINAIS CLÍNICOS </li></ul><ul><ul><li>incubação 24 horas a 7 dias </li></ul></ul><ul><ul><li>fatal </li>...
Não observa-se alterações macroscópicas
TÉTANO
TÉTANO <ul><li>ETIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>Clostridium tetani </li></ul></ul><ul><ul><li>esporo terminal (palito de fó...
TÉTANO <ul><li>EPIDEMIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>ocorrência individual </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>eqüinos </li></ul>...
TÉTANO <ul><li>PATOGENIA </li></ul><ul><ul><li>introdução de esporos em ferimento </li></ul></ul><ul><ul><li>queda teor O ...
Nervo Motor Sinal de relaxamento do S.N.C. Fibras Musculares Toxina tetanica (  ) bloqueia a secreçào de glicina inibindo ...
TÉTANO <ul><li>SINAIS CLÍNICOS </li></ul><ul><ul><li>incubação variável (2 sem a 1 mês) </li></ul></ul><ul><ul><li>postura...
 
 
Doenças causadas por Micotoxinas
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Etiologia: Fusarium moniliforme Fumonisina B1 Fonte:   milho, ração
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Patogenia: Toxina interfere com estruturas da membrana das células endoteliais
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
Infecções Parasitárias
MIELOENCEFALITE EQUINA POR PROTOZOÁRIO (MEP) SARCOCISTOSE EM EQÜINOS Etiologia Sarcocystis neurona
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H. D. – predador EUA – gambá ( Didelphis virginiana ) Brasil-  gambá ( D. albiventris ) H.I. – des...
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS PATOGENIA - Ingestão esporocistos - Penetração epitélio intestinal - Equizontes (com merozoítos) a...
 
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
INFESTAÇÕES PARASITÁRIAS <ul><li>Encefalite Protozoária em Bovinos </li></ul><ul><li>Babesia bovis </li></ul>
 
INFESTAÇÕES PARASITÁRIAS <ul><li>   Encefalites Parasitárias </li></ul><ul><li>-   Toxoplasmose ( Toxoplasma gondii ) - N...
Neoplasias do SNC MENINGEOMA Tumores primários
Neoplasias do SNC ASTROCITOMA Tumores primários
Neoplasias do SNC Tumores primários OLIGODENDROGLIOMA
Tumores secundários Hemangiossarcoma Tumores de mama
NEOPLASIAS <ul><li>   Tumores Derivados das Céls de Schwann </li></ul><ul><li>   Schwannoma   Neurofibroma </li></ul>
Schwanomma
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Aula de neuropatologia veterinária; Graduação em Medicina Veterinária - UFPR - Campus Palotina; Profa. Aline de Marco Viott

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  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA NEUROPATOLOGIA Prof. Ass. Dra. Aline de Marco Viott
  2. 2. CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS E HISTOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO Central Periférico Medula espinhal Encéfalo envolto pelas meninges Nervos Gânglios S.N. Simpático
  3. 3. CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS E HISTOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Prolongamento dos neurônios Células da glia Corpos dos neurônios Células da glia Prolongamentos de neurônios Substância Branca Substância Cinzenta
  4. 4. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
  5. 5. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
  6. 6. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Anatomia
  7. 10. Componentes celulares do SNC Neurônio Micróglia Oligodendrócitos Astrócitos Células do epêndima Células do plexo coróide (Zachary J.F. 2007. Nervous system, p. 833-971. In: McGavin M.D. & Zachary J.F. (ed.) Pathologic Basis of Veterinary Disease. 4th ed. Mosby Elsevier, St. Louis. 1476p.) Endotélio e meninges
  8. 12. TECIDO NERVOSO CENTRAL Neurópilo
  9. 13. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Ventrículos Plexo coróide - produção e circulação do liquor
  10. 14. Plexo coróide
  11. 15. Vulnerabilidade dos componentes do SNC células a injúria <ul><li>Neurônios > oligodendróglia > astrócitos> micróglia > vasos sangüíneos </li></ul>
  12. 16. Alterações pós mortais AUTOLISE
  13. 17. Bolhas de gás da putrefação (microscopia)
  14. 18. NÃO-LESÕES Melanose MELANOSE
  15. 19. Componentes do sistema nervoso central e suas reações aos insultos
  16. 20. Substância cinzenta – neurônio
  17. 21. Neurônios córtex cerebelar
  18. 22. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Reação à agressão Neurônio - Cromatólise (2º lesão axonal/isquemia)
  19. 24. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão </li></ul><ul><li>Neurônio </li></ul><ul><li>- Necrose neuronal (Isquemia, toxinas bacterianas, mediadores inflamatórios, trauma, hipoglicemia) </li></ul><ul><li>OBS – prod de glutamato e aspartato </li></ul>
  20. 25. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES Neurônios vermelhos
  21. 26. Reação à agressão <ul><li>Neuroniofagia </li></ul>
  22. 27. Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal C.I. intracitopl/nuclear
  23. 28. Neurônios – lipofuscina Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal
  24. 29. Neurônios – vacuolização - BSE Outras Alterações microscópicas que ocorrem no corpo celular Neuronal
  25. 30. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Células gliais Astrócitos (GFAP) Reação à agressão Astrocitose – aumento no número de astrócitos Astrogliose – aumento no comprimento das ramificações e complexidade dos processos dos astrócitos
  26. 31. CICATRIZAÇÃO SNC ASTROCITOSE
  27. 32. Cortesia Dr. MD McGavin, Coloração de Ramon y Cajal. NORMAL ASTROCITOSE
  28. 33. NORMAL ASTROGLIOSE IHQ, Marcador para GFAP
  29. 34. Gemistócitos ( GFAP) Células gliais Astrócitos Reação à agressão cinomose
  30. 35. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão </li></ul><ul><li>Céls microgliais </li></ul><ul><li>Micróglia </li></ul><ul><li> microgliose </li></ul><ul><li>“ Gitter cels” </li></ul>
  31. 36. TECIDO NERVOSO CENTRAL
  32. 37. Microgliose focal - GLIOSE Infecções virais
  33. 38. “ células Gitter” “ gitter cels”
  34. 39. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Células gliais Oligodendrócitos Reação à agressão Desmielinização
  35. 40. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS
  36. 41. Oligodendrócitos satélites OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
  37. 42. Oligodendrócitos interfasciculares OLIGODENDRÓCITOS
  38. 43. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
  39. 44. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS Degeneração: Consequência- Desmielinização
  40. 45. PATOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>Reação à agressão </li></ul><ul><li>Axônio </li></ul><ul><li>Periférico – ação rápida </li></ul><ul><li>Central – ação lenta </li></ul>
  41. 46. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES OLIGODENDRÓCITOS
  42. 47. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES <ul><li>Degeneração waleriana – Waler – autor </li></ul><ul><li>Degeneração anterógrada (do corpo para a periferia) Ex: vírus </li></ul><ul><li>Degeneração posterior a lesão; </li></ul>
  43. 48. Degeneração waleriana – subst branca Neurônio Reação à agressão
  44. 49. Balão axonal na subst cinza Reação à agressão CÂMARA DE DIGESTÃO
  45. 50. Regeneração axonal Neurônio Reação à agressão
  46. 51. Aspectos a serem avaliados no exame macroscópico <ul><li>COR </li></ul><ul><li>DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES </li></ul><ul><li> CONSISTÊNCIA </li></ul><ul><li> SIMETRIA </li></ul>
  47. 52. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR
  48. 53. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR Palidez - Anemia
  49. 54. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Congestão
  50. 55. CÉREBRO DE CEREJA BABESIOSE CEREBRAL - B. Bovis
  51. 56. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL COR Malácea
  52. 57. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL <ul><li>CONSISTÊNCIA </li></ul><ul><li>Diminuída – perda tecidual, edema </li></ul><ul><li>Aumentada – neoplasma, granulomas </li></ul>
  53. 58. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL CONSISTÊNCIA Hipomielinogenese
  54. 59. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Coenurus cerebralis Taenia Multiceps multiceps
  55. 60. NEOPLASIA - Astrocitoma
  56. 61. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA
  57. 62. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA Enterotoxemia – Toxima epsilon – Cl. perfringes
  58. 63. EXAME MACROSCÓPICO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SIMETRIA
  59. 64. DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES Necrose cérebrocortical - cinza Necrose da medula- branca
  60. 65. DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES
  61. 66. DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES CONSISTÊNCIA
  62. 67. DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES Coenurus cerebralis
  63. 68. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS DISTRIBUIÇÃO DAS LESÕES
  64. 69. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS CEGUEIRA
  65. 70. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS DEPRESSÃO
  66. 71. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS HIPERMETRIA HIPERMETRIA
  67. 72. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS OPISTÓTONO ATAXIA
  68. 73. LOCAIS X SINAIS CLÍNICOS MEDULA ESPINHAL
  69. 74. Alterações Congênitas
  70. 75. Anomalias e malformações cerebrais gerais ANENCEFALIA Quase nunca completa - Causa: desenvolv. anormal tubo neuronal Denominação + correta: Hipoplasia prosencéfala
  71. 76. Anomalias cerebrais gerais ANENCEFALIA Quase nunca completo Causa: desenvolv. anormal tubo neuronal Denominação + correta: Hipoplasia prosencéfala
  72. 77. Anomalias cerebrais gerais Cranium bifidum - Meningocele <ul><li>-Defeito na linha dorsal media </li></ul><ul><li>Causas: hereditárias, griseofulvina </li></ul><ul><li>Espinha bífida </li></ul>
  73. 78. Anomalias cerebrais gerais Cranium bifidum – Meningocele e agenesia
  74. 79. DIENCEFALIA
  75. 80. Lisensefalia X Paquigiria - Cuidado pode ser normal
  76. 81. Alterações Congênitas Infecções Virais como causa de anomalias do desenvolvimento: Diarréia Viral Bovina (B.V.D.) – Pestivírus Lesões: Atrofia/hipoplasia cerebelar como lesões primárias podendo apresentar também porencefalia-hidranencefalia Peste Suína Clássica - Pestivírus Lesões: Hipomielinogênese, hipoplasia cerebelar Panleucopenia Felina - Parvovírus Lesões: hipoplasia cerebelar
  77. 82. Contato com o Pestivirus durante a prenhez* *variante BVD não-citopático Morte embrionária Aborto Natimorto Mumificação Até 120 dias Anormalidades congênitas do SNC e olhos; De forma irregular ocorre viremia persistente ou Ac neutralizantes de vírus pré-colostrais De 125 a 180 dias Geralmente nenhum efeito, exceto produção de Ac específicos ao pestivírus Após 180 dias Portadores com infecção viral persistente e imunotolerância, fracos ou clinicamente normais ao nascimento, normais ou pouco viáveis na vida pós-natal, sem Ac pré-colostrais. Alguns desenvolvem doença das mucosas fatal dos 8 aos 24 meses, outros vivem mais tempo e podem parir animais persistentemente infectados
  78. 85. Hipermetria - BVD
  79. 86. Anomalias cerebrais gerais <ul><li>HIDROCEFALIA </li></ul><ul><li>Acúmulo LIQUOR nas cavidades intracraniais </li></ul><ul><li>Obstrução fluxo </li></ul>
  80. 87. Circulação do liquor
  81. 88. HIDROCEFALIA não comunicante
  82. 89. Anomalias cerebrais gerais <ul><li>HIDROCEFALIA </li></ul><ul><li>Há 2 formas: </li></ul><ul><li>Não comunicante/obstrutivo ou hidrocéfalo interno </li></ul><ul><li>Hidrocéfalo externo/comunicante - raro </li></ul>
  83. 90. Anomalias cerebrais gerais HIDROCÉFALO interno/obstrutivo Causas: - Forma congênita Estenose aqueduto (anormalidade cromossômica) - Forma adquirida Neoplasias, cinomose (infl epêndima), reovirus, parainfluenza I e II
  84. 91. Anomalias cerebrais gerais
  85. 92. HIDROCEFALIA não comunicante Consequências: Separação suturas ósseas – aumento do crânio Raças “toy” e braquicefálicas
  86. 93. Outras Condições Doenças do Armazenamento Lisossômico Lipofucsinose ceróide Gangliosidose GM1 e GM2 Leucodistrofia das Células Globóides Glicogenose Manosidose
  87. 94. Doenças do Armazenamento Lisossômico Doenças de armazenamento lisossomal Inibição ou deficiência genética de enzimas lisossomais (glicosidase) - Glicogenose (defic.  - glicosidase) - CONGêNITO - Toxinas de plantas inibem enzimas do metabolismo neuronal Subst retidas no citoplasma (glicolipideos)
  88. 95. Ipomea fistulosa (canudo, mata-cabra) Região nordeste Toxinas de plantas Subst retidas no citoplasma
  89. 96. Sida carpinifolia ( Guanxuma) Região sul
  90. 97. REAÇÕES ÀS AGRESSÕES
  91. 98. Distúrbios Hidrodinâmicos
  92. 99. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC EDEMA DO SNC Excesso de liquido intersticial (extracelular) ou intracelular No tecido nervoso não há capilares linfáticos
  93. 100. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC EDEMA DO SNC TIPOS: Citotóxico – intracelular (deg. Hidropica) Ex. Isquemia Vasogênico - dano capilar (lesão diretado vaso Ex. Enterotoxemia, Leucoencefalomalacea Osmótico – Intoxicação por sal (intracelular e extracelular) Normalmente a conseqüência é mais séria do que a lesão inicial
  94. 101. EDEMA VASOGÊNICO <ul><li>EDEMA VASOGÊNICO </li></ul>
  95. 102. MACROSCOPIA EDEMA DO SNC TIPOS: - Vasogênico - Citotóxico - Hidrostático - Osmótico
  96. 103. Conificação cerebelar
  97. 104. <ul><li>STATUS SPONGIOSUS – Citotoxico e vasogênico – Lesão Hepática crônica </li></ul>
  98. 105. Senecio spp (flor das almas)
  99. 106. Distúrbios Hemodinâmicos Lesões hemorrágicas Lesões Microcirculatórias
  100. 107. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC <ul><li>HEMORRAGIAS parenquimatosas </li></ul><ul><li>Objetos </li></ul><ul><li>Penetrantes </li></ul><ul><li>Neoplasias </li></ul>
  101. 108. HEMORRAGIAS NEOPLASIAS - HEMANGIOSSARCOMA
  102. 109. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL HEMORRAGIAS submeningeais– Subdural e leptomeningeana: - cães e gatos atropelados - quedas bov - Eqüinos Extensão e morfologia variáveis
  103. 110. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL HEMORRAGIAS – Subdural e leptomeningeana cães a gatos atropelados Grandes ans - quedas
  104. 111. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA CEREBRAL CONTUSÃO – Agressão focal - De golpe e contragolpe
  105. 112. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC
  106. 113. Lesões Traumáticas no Cérebro <ul><li> Laceração </li></ul><ul><li>Lesões estruturais graves acompanhada de exposição de tecido e perda imediata da consciência. </li></ul>
  107. 115. Alterações microcirculatórias a) Diateses hemorragicas b) Septicemias c) Migração larvas de strongilideos
  108. 116. DISTÚRBIOS CIRCULATÓRIOS E FÍSICOS AO SNC TRAUMA MEDULA ESPINHAL Laceração, transecção
  109. 117. TRAUMA MEDULA ESPINHAL Laceração
  110. 118. TRAUMA MEDULA ESPINHAL Transcecção Transecção
  111. 119. COMPRESSÃO MEDULA ESPINHAL Compressão – abscesso
  112. 120. Leucose enzootica bovina
  113. 121. COMPRESSÃO MEDULA ESPINHAL Compressão – abscesso
  114. 122. Abscesso medula espinhal Compressão – abscesso
  115. 123. DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração e colagenização do disco intervertebral Prolapso disco intervertebral Espondilose
  116. 124. DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Prolapso disco intervertebral
  117. 125. DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
  118. 126. DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
  119. 127. DISTÚRBIOS FÍSICOS NO SNC Degeneração disco intervertebral
  120. 129. Lesões Traumáticas da Medula Espinhal Compressão Mielopatia Estenótica Cervical – Síndrome de Wobbler É caracterizada por estenose do canal vertebral cervical causando trauma compressivo sobre a medula espinhal cervical. <ul><li>Estenose Estática cervical </li></ul><ul><ul><li>Animais de 1 a 4 anos – afeta C5- C7 </li></ul></ul><ul><li>Instabilidade Cervical Vertebral </li></ul><ul><ul><li>Animais de 8 a 18 meses – afetando C3-C5 </li></ul></ul>Comum em Eqüinos
  121. 130. Extensão dorsal Flexão ventral Borda caudodorsal do corpo vertebral Extremidade cranial do arco deformado
  122. 133. DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS BSE – Doenças da Vaca Louca
  123. 134. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS CONCEITO Complexo de doenças neurodegenerativas que afetam pessoas e animais; Causa – agente transmissível desprovível de ác nucléicos
  124. 135. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS ETIOLOGIA Histórico 1936 – Scrapie – agente biológico não convencional
  125. 136. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Histórico 1982- proteína fibrilar – placas amilóide - > componente 1985 (Prusiner) – PrP (proteína resistente protease) ou príon ( pro teinaceus in fectious particle )
  126. 137. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Etiologia Normal – PrP c ( proteína associada superfície cel – sinapse) Anormal – PrP sc (proteína príon do tipo scrapie) Proteína infectante FAZ-SE A DIFERENCIAÇÃO UMA DA OUTRA PELA DIGESTÃO DA PROTEÍNA PELA PROTEINASE K
  127. 138. <ul><li>Características comuns das </li></ul><ul><li>encefalopatias transmissíveis: </li></ul><ul><li>Extrem te resistente ao calor </li></ul><ul><li>Resistente aos processos convencionais de esterilização </li></ul><ul><li>Não induz resposta imune ou inflamatória </li></ul>
  128. 139. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS <ul><li>Scrapie (ov e caprinos) </li></ul><ul><li>Encefalopatia espongiforme bovina (BSE, Doença vaca louca) </li></ul><ul><li>Encefalopatia espongiforme felina </li></ul><ul><li>Encefalopatia transmissível dos cervos </li></ul>
  129. 140. Característica comum das encefalopatias transmissíveis: 4. PI longo (2 a 8 a) e curso fatal 5. Manifestação SNC (idênticas) 6. Proteínas específicas modificadas PrP sc
  130. 141. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS - BSE/EEB Epidemiologia Década de 70 - 80 Inglaterra 1º teoria: Interrupção utilização de solventes hidrocarbonetos e do calor úmido 2º teoria - mutação
  131. 142. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS - BSE Epidemiologia Ração c/ farinha de carne e ossos de bov c/ proteína infecciosa Início surtos BSE (1992)
  132. 143. PATOGENIA PrP sc captado do intestino – replicação baço e linfonodos e transportado ao longo do axônio até o neurônio na medula – cérebro (1mm/d) Após – distribuição periférica centrífuga
  133. 144. Patogênese e Progressão dos Príons no Encéfalo Príon tem a estrutura normal alterada
  134. 145. ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS Epidemiologia VO efetiva ingestão altos títulos (cérebro e medula) Hambúrger contendo tecido nervoso??? vCJB
  135. 146. Achados de necropsia Negativos Histopatologia
  136. 147. T Á L A M O C O L I C U L O R O S T R A L C A U D A L P E D Ú N C U L O IV
  137. 148. B.S.E.
  138. 149. Patologias do SNC associadas à distúrbios Nutricionais
  139. 150. A tiamina import metabolismo da glicose no SNC - Bomba Na e K
  140. 151. Ovinos: 2 – 7 meses
  141. 159. INTOXICAÇÃO POR SAL Mais comum nos suínos Origem : privação hídrica prolongada Característica : Polioencefalomalacia Meningoencefalite eosinofílica
  142. 161. INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>ETIOLOGIA GERAL - Viral (Não supurativa) </li></ul><ul><li> - Bacteriana (Supurativa) </li></ul><ul><li> - Protozoária </li></ul><ul><li> - Parasitária </li></ul><ul><ul><li>- Micótica </li></ul></ul>
  143. 162. INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>VIAS DE INFECÇÃO </li></ul><ul><li> - Hematógena </li></ul><ul><ul><li>- Axoplasma </li></ul></ul><ul><ul><li>- Mucosa olfativa </li></ul></ul><ul><ul><li>- Infecções diretas/trauma </li></ul></ul><ul><ul><li>- Extensão </li></ul></ul><ul><ul><li>- Ouvido interno </li></ul></ul><ul><ul><li>- Sinusite, nasofaringe </li></ul></ul>
  144. 163. INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Meningite </li></ul><ul><li>Paquimeningite </li></ul><ul><li>Leptomeningite </li></ul><ul><li>Encefalite </li></ul><ul><li>Mielite </li></ul><ul><li>Enfefalomielite </li></ul><ul><li>Leucoencefalite </li></ul><ul><li>Polioencefalite </li></ul><ul><li>Leuco e Polioencefalomielite </li></ul>
  145. 164. INFLAMAÇÃO DO SNC <ul><li>Ganglioneurite </li></ul>
  146. 165. <ul><li>MENINGOENCEFALITES VIRAIS </li></ul><ul><ul><li>Não supurativa </li></ul></ul><ul><li>MENINGOENCEFALITES BACTERIANAS </li></ul><ul><ul><li>Supurativa/purulenta </li></ul></ul><ul><ul><li>Fibrinosa ou fibrinosupurativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Granulomatosa </li></ul></ul>
  147. 166. Lesões nas Encefalites Virais
  148. 167. ENCEFALITES VIRAIS
  149. 168. CINOMOSE Etiologia Fam. Paramyxoviridae (RNA) Gên . Morbillivirus Esp. Suscetíveis - Cães domésticos (reservatórios), selvagens, raposas, furões, leopardos, guepardos e tigres Vírus tropismo epitélios, tecido linfóide e nervoso
  150. 169. CINOMOSE Patogenia Entrada – faringe, laringe Tonsilas e linf bronquiais (linfócitos – macrófagos)
  151. 170. CINOMOSE - patogenia Primeira replicação circulação linfática sanguínea Viremia (monócitos, linf.) Replicação adicional (baço, MO, linfonodos) Disseminação (epitélios vários órgãos - SNC) Manifestação clínico-patológica depende da virulência da cepa, da idade e do estado imunológico
  152. 171. CINOMOSE <ul><li>Quatro formas neurológicas: </li></ul><ul><li>- Encefalomielite dos cães jovens (até 2 a) </li></ul><ul><li>Encefalomielite multifocal dos cães adultos </li></ul><ul><li>Encefalite dos cães idosos </li></ul><ul><li>Encefalite pós-vacinal (vírus vivo atenuado – manifestação e 1 a 2 sem após; malácia no tronco e numerosos CI) </li></ul>
  153. 172. CINOMOSE Encefalomielite dos cães jovens: Manifestações neurológicas e sistêmicas ou extra-neurais
  154. 173. CINOMOSE Alterações patológicas SNC Inclusões virais intranucleares
  155. 174. CINOMOSE Alterações patológicas SNC Inclusões virais intranucleares
  156. 175. CINOMOSE <ul><li>Alterações patológicas SNC </li></ul><ul><li>Macro não. </li></ul><ul><li>Alterações relacionadas a outros órgãos (Pneumonias, enterites catarrais e conjuntivites) </li></ul><ul><li>- Desmielinização - status spongiosis </li></ul><ul><li>- Necrose glial e neuronal </li></ul><ul><li>- Cls “gi tter ” </li></ul>
  157. 177. CINOMOSE Desmielinização
  158. 178. Gemistócitos Astrocitose,astrogliose
  159. 179. CINOMOSE Alterações patológicas SNC Inclusões virais basofilicas intranucleares
  160. 180. RAIVA <ul><li>Etiologia </li></ul><ul><ul><li>Rhabdiviridae – RNA </li></ul></ul><ul><ul><li>Lyssavirus (Gr . Lyssa - raiva, fúria) </li></ul></ul>A Raiva causa cerca de 35.000 mortes humanas por ano no mundo LUVAS - VACINA
  161. 181. Epizootiologia da Raiva dos Herbívoros no Brasil Morcego Hematófago Herbívoros Cão Cão Morcego Hematófago Homem
  162. 182. RAIVA - Patogenia <ul><ul><li>Mordida/lesão </li></ul></ul><ul><ul><li>penetração miócitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Replicação </li></ul></ul><ul><ul><li>fluxo axoplasmático </li></ul></ul><ul><ul><li>(200 – 300 mm/d) </li></ul></ul><ul><ul><li>gânglio espinhal </li></ul></ul>
  163. 183. RAIVA – Patogenia <ul><ul><li>medula espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>encéfalo </li></ul></ul><ul><ul><li>replicação neurônios </li></ul></ul><ul><ul><li>fluxo axoplasmático </li></ul></ul><ul><ul><li>vários tecidos (gl salivar) </li></ul></ul><ul><ul><li>P.I.: 2 a 12 sem </li></ul></ul>
  164. 184. Patogenia da Raiva cérebro medula espinhal saliva infectante vírus replicando músculo nervo motor vírus replicando
  165. 188. RAIVA - sinais
  166. 198. HVB-1 (Rinotraqueite infeciosa) Balanopostite/Aborto
  167. 200. MENINGOENCEFALITE POR HVB TIPO 5 <ul><li>Patogenia </li></ul><ul><li>Replicação epitélio mucosa nasal, faringe e tonsilas </li></ul><ul><li>Via axoplasma... </li></ul><ul><li>Viremia? </li></ul><ul><li>Epidemiologia </li></ul><ul><li>Disseminação aerossóis e secreções </li></ul><ul><li>Latência gânglios trigeminais </li></ul>Curso clinico: 4 a 15 dias
  168. 208. <ul><li> Agente etiológico: Alphavirus Tipo Leste (EEE) – Culiseto melanura Mortalidade 90% Tipo Oeste (WEE) – Culex tarsalis Mortalidade 50% Tipo Venezuela (VEE) – Mansonia titilans Mortalidade 50 a 80% </li></ul>Encefalomielite Equina
  169. 209. <ul><li> Encefalites e Meningites Não Supurativas </li></ul><ul><li>Em Eqüinos: </li></ul><ul><li> Herpesvirus Eqüino (EHV-1) </li></ul>HVE-1 abortos, problemas respiratórios,  encefalite   HVE-2 pouco significativo; eventualmente faringite crônica HVE-3 exantema coital (pouco significativo). vesículas nos genitais. HVE-4 doenças respiratórias.
  170. 228. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Etiologia </li></ul><ul><li>Alphaherpesvirinae </li></ul><ul><li>Herpesvirus suis </li></ul><ul><li>“ Peste do Coçar” </li></ul><ul><li>Adultos portadores </li></ul><ul><li>Aborto, morte embrionária (PORCAS) </li></ul>
  171. 229. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Meningoencefalite não purulenta ou panencefalite e ganglioneurite </li></ul>
  172. 230. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Patogenia </li></ul><ul><li>Inalação (Aerossol) – replicação trato respiratório superior – via linfática - tonsilas e linfonodos: </li></ul><ul><li>Neurônios bipolares e outras terminações nervosas – axoplasma – encéfalo </li></ul><ul><li>Hematógena </li></ul>
  173. 231. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Inclusões intranucleares cla da glia e neurônios </li></ul>Leitões: pedalagem, tremores, convulsões, nistagmo, paralisia da deglutição - FEBRE
  174. 232. Doença de Aujeszky
  175. 233. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Sinais clínicos </li></ul>
  176. 234. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY Coleta encéfalo e vários órgãos para histopatologia Parte do encéfalo para virologia Notificação
  177. 235. PSEUDO-RAIVA/DOENÇA DE AUJESZKY <ul><li>Diagnóstico </li></ul>
  178. 236. Artrite Encefalite Caprina <ul><li>Encefalites e Meningites Não Supurativas </li></ul><ul><li> Em Pequenos Ruminantes: </li></ul><ul><li> Artrite-Encefalite dos Caprinos </li></ul><ul><li>(Lentivirus) </li></ul><ul><li>Complexo Maedi/Visna nos Ovinos </li></ul><ul><li>Pneumonia X encefalite </li></ul><ul><li>(Lentivirus) </li></ul>
  179. 237. Encefalites Bacterianas
  180. 238. ENCEFALITES BACTERIANAS ETIOLOGIA Listeria monocytogenes ( G+) Espécies suscetíveis Ovinos, caprinos e bovinos Três formas: Neurológica, septicemia e aborto
  181. 239. LISTERIOSE PATOGENIA: Ingestão bactéria ou inalação Lesões boca, cavidade nasal e conjuntiva Nervos cranianos V e VII Disseminação centrípeta
  182. 240. LISTERIOSE SINAIS CLÍNICOS E DIAGNÓSTICO - Andar propulsivo e em círculos - Paresia dos masséteres queda lateral da cabeça, torcicolo e nistagmo - Queda da orelha, pálpebra, do tono dos lábios e disfagia - Ataxia, paresia e morte Depressão e opistotomo
  183. 242. LISTERIOSE
  184. 243. LISTERIOSE
  185. 244. LISTERIOSE Alterações patológicas Micro: Gânglio trigêmio – ganglionite
  186. 245. ENCEFALITES BACTERIANAS MENINGITE ESTREPTOCÓCICA ETIOLOGIA Streptococcus suis tipo 2, .... Ocorrência Ans creche, crescimento Fatores risco - surtos
  187. 246. Streptococcus suis ETIOLOGIA Streptococcus suis tipo 2, ....
  188. 247. Streptococcus suis
  189. 248. Streptococcus suis
  190. 249. Streptococcus suis
  191. 250. Streptococcus suis
  192. 251. Streptococcus suis hiperagudo ETIOLOGIA Streptococcus suis tipo 2, ....
  193. 252. Streptococcus suis hiperagudo ETIOLOGIA Streptococcus suis tipo 2, ....
  194. 253. Diagnóstico Sinais neurológicos Necropsia Coleta de encéfalo - formol - histopatologia - refrigerado - bacteriologia
  195. 254. Outras infecções bacterianas no SNC <ul><li>Escherichia coli </li></ul><ul><li>Arcanobacterium (Actinomyces) pyogenes </li></ul><ul><li>Streptococcus spp </li></ul><ul><li>Staphylococcus spp. </li></ul><ul><ul><li>Neonatos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Infecção umbilical – bacteremias (onfaloflebites) </li></ul></ul></ul>
  196. 255. Meningoencefalite supurativa aguda
  197. 256. Meningoencefalite supurativa aguda
  198. 257. Poliartrite fibrinosa
  199. 258. Panoftalmite fibrinosa
  200. 259. Panoftalmite
  201. 260. Abscessos cerebrais Via Hematogena e extensão (otites)
  202. 261. Abscessos cerebrais
  203. 263. Abscessos cerebrais SINUSITES
  204. 264. ABSCESSOS PITUITÁRIA ASSOCIADAS AO USO TABULETA DE DESMAME
  205. 265. ABSCESSOS PITUITÁRIA ASSOCIADAS AO USO TABULETA DE DESMAME
  206. 266. Meningite granulomatosa tuberculosa
  207. 267. Neuropatologias Provocadas por Toxinas Bacterianas
  208. 268. <ul><li>Botulismo </li></ul><ul><li> Clostridium botulinum </li></ul><ul><ul><li>Toxinas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>destruídas a 100°C, 20 min. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Oito tipos: A, B, Ca, Cb, D, E, F, G </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>bovinos - B, C e D </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>ovinos - C </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>cavalos - B e C </li></ul></ul></ul></ul>
  209. 269. Nervo Motor Sinal de contração do S.N.C. Fibras Musculares A A A A A A A A Acetilcolina (A) induz a contração das fibras musculares Toxina botulínica( ) bloqueia a liberação de A, inibindo a contração
  210. 270. BOTULISMO <ul><li>EPIDEMIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>Esporos resistentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Germinação e produção de toxina em anaerobiose </li></ul></ul><ul><ul><li>carne, peixe, vegetais, carcaças e silagem </li></ul></ul><ul><ul><li>propriedades com deficiência mineral </li></ul></ul><ul><ul><li>aves aquáticas, ruminantes, cavalos e frangos </li></ul></ul><ul><ul><li>carnívoros relativamente resistentes </li></ul></ul><ul><ul><li>quase sempre é fatal </li></ul></ul>
  211. 271. BOTULISMO <ul><li>SINAIS CLÍNICOS </li></ul><ul><ul><li>incubação 24 horas a 7 dias </li></ul></ul><ul><ul><li>fatal </li></ul></ul><ul><ul><li>hipotonia de musculatura esquelética </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>debilidade generalizada progressiva e ataxia </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>progressão rápida </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>paralisia de língua </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>atonia vesical </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>paralisia respiratória </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>megaesôfago secundário (carnívoros) </li></ul></ul></ul>
  212. 272. Não observa-se alterações macroscópicas
  213. 273. TÉTANO
  214. 274. TÉTANO <ul><li>ETIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>Clostridium tetani </li></ul></ul><ul><ul><li>esporo terminal (palito de fósforo) </li></ul></ul>
  215. 275. TÉTANO <ul><li>EPIDEMIOLOGIA </li></ul><ul><ul><li>ocorrência individual </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>eqüinos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>suínos, ovinos caprinos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>bovinos e carnívoros </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>pássaros são refratários </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>feridas; parto (bovinos); castração (suínos); castração tosa e amputação cauda (carneiros) </li></ul></ul>Surto, 2002
  216. 276. TÉTANO <ul><li>PATOGENIA </li></ul><ul><ul><li>introdução de esporos em ferimento </li></ul></ul><ul><ul><li>queda teor O 2 (contaminação) </li></ul></ul><ul><ul><li>germinação esporos </li></ul></ul><ul><ul><li>produção toxinas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>tetanolisina: diminui O 2 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>tetanospasmina: via nervos periféricos e sangue </li></ul></ul></ul>
  217. 277. Nervo Motor Sinal de relaxamento do S.N.C. Fibras Musculares Toxina tetanica ( ) bloqueia a secreçào de glicina inibindo o relaxamento Glicina (G) induz o relaxamento e o alongamento das fibras musculares
  218. 278. TÉTANO <ul><li>SINAIS CLÍNICOS </li></ul><ul><ul><li>incubação variável (2 sem a 1 mês) </li></ul></ul><ul><ul><li>postura de cavalete , orelhas em tesoura, protrusão de terceira pálpebra , trismo mandibular e cauda em bandeira </li></ul></ul><ul><ul><li>hipertermia, sudorese e acidose metabólica </li></ul></ul>
  219. 281. Doenças causadas por Micotoxinas
  220. 282. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Etiologia: Fusarium moniliforme Fumonisina B1 Fonte: milho, ração
  221. 283. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Patogenia: Toxina interfere com estruturas da membrana das células endoteliais
  222. 284. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
  223. 285. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
  224. 286. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
  225. 287. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
  226. 288. LEUCOENCEFALOMALACIA DOS EQUINOS Macro:
  227. 289. Infecções Parasitárias
  228. 290. MIELOENCEFALITE EQUINA POR PROTOZOÁRIO (MEP) SARCOCISTOSE EM EQÜINOS Etiologia Sarcocystis neurona
  229. 291. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H. D. – predador EUA – gambá ( Didelphis virginiana ) Brasil- gambá ( D. albiventris ) H.I. – desconhecido (pássaros..) EQÜINOS - hosp aberrante e H.I.
  230. 292. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS PATOGENIA - Ingestão esporocistos - Penetração epitélio intestinal - Equizontes (com merozoítos) aberrantes no SNC - citoplasma dos neurônios
  231. 294. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
  232. 295. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
  233. 296. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
  234. 297. SARCOCISTOSE EM EQÜINOS H.I. - eqüinos
  235. 298. INFESTAÇÕES PARASITÁRIAS <ul><li>Encefalite Protozoária em Bovinos </li></ul><ul><li>Babesia bovis </li></ul>
  236. 300. INFESTAÇÕES PARASITÁRIAS <ul><li> Encefalites Parasitárias </li></ul><ul><li>- Toxoplasmose ( Toxoplasma gondii ) - Neosporose ( Neospora caninum ) </li></ul><ul><li>ABORTOS </li></ul>
  237. 301. Neoplasias do SNC MENINGEOMA Tumores primários
  238. 302. Neoplasias do SNC ASTROCITOMA Tumores primários
  239. 303. Neoplasias do SNC Tumores primários OLIGODENDROGLIOMA
  240. 304. Tumores secundários Hemangiossarcoma Tumores de mama
  241. 305. NEOPLASIAS <ul><li> Tumores Derivados das Céls de Schwann </li></ul><ul><li> Schwannoma  Neurofibroma </li></ul>
  242. 306. Schwanomma

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