Varejo RegionalO e-Commerce e opoder das redesregionais de varejo                      As redes regionais têm em suas     ...
Índice       1. Introdução ao e-commerce       2. e-commerce no Brasil       3. Aquecimento econômico       4. A vez da cl...
1- Introdução ao e-commerce        De uma forma simples, ou simplista, o e-commerce(comércio eletrônico) é apenas transaci...
2- O e-commerce no Brasil        O caráter novidadeiro e globalizado do Brasil jogou o país naelite do e-commerce mundial....
3- Aquecimento econômico        Em 2007, o Brasil cresceu puxado pelo dinheiro no bolso dostrabalhadores, pelo crédito fác...
4- A vez da classe C         Um dos números mais importantes de 2007 é a chegada doe-commerce a outras camadas sociais. Os...
5- Como crescer em mercados Regionais        Vários estudos divulgados no primeiro trimestre de 2008comprovam as oportunid...
6- Dados comportamentais da compra pela web        Nos últimos anos, o estudo do comportamento doconsumidor no e-commerce ...
Mas, não é isso o que ocorre normalmente. Dados doAberdeen Group & RSAG, na pesquisa Channel Retail BenchmarkReport, mostr...
- Dificuldade com senha e acesso (30%).   - Informações insuficientes ou confusas (29%).   - Atualizações que atrapalham a...
7- Opções de ser assertivo e pronto ao varejo on-line         Com tantos detalhes a cuidar, é essencial que a escolha dafe...
8- Oportunidades Regionais        Esses resultados terão impacto direto no cenário do e-commerce brasileiro ainda em 2008....
9- O Varejo Regional de Olho no mercado        Lojas MM        A Rede Mercadomóveis, com 30 anos de existência, iniciou ao...
10- Facilidades do sistema Ikeda        O Ikeda e-COMMERCE é o primeiro software de comércioeletrônico que reúne as ferram...
11- Cases de sucesso       A seguir, alguns varejos regionais que estão crescendoapoiados pela estratégia de e-commerce:  ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Rakuten EC Service - 2009 Ikeda - White Paper - O E-commerce e o Poder das Redes Regionais de Varejo

716 visualizações

Publicada em

Publicada em: Negócios
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
716
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Rakuten EC Service - 2009 Ikeda - White Paper - O E-commerce e o Poder das Redes Regionais de Varejo

  1. 1. Varejo RegionalO e-Commerce e opoder das redesregionais de varejo As redes regionais têm em suas mãos o que há de mais precioso: O conhecimento do consumidor. Este documento foi elaborado pela Ikeda Internet Software Ltda e Via News Comunicação em Abril de 2008, justamente pensando nas oportunidades mais importantes para os varejistas regionais na exploração do comércio eletrônico.
  2. 2. Índice 1. Introdução ao e-commerce 2. e-commerce no Brasil 3. Aquecimento econômico 4. A vez da classe C 5. Como crescer em mercados regionais 6. Dados comportamentais da compra pela web 7. Opções de ser assertivo e pronto ao varejo on-line 8. Oportunidades Regionais 9. O Varejo Regional de Olho no mercado 10. Facilidades do sistema Ikeda 11. Cases de sucesso no varejo regional no e-commerceO e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  3. 3. 1- Introdução ao e-commerce De uma forma simples, ou simplista, o e-commerce(comércio eletrônico) é apenas transacionar um produto ou serviçopor meio eletrônico. Mas, isso não é tudo. A transformação não serestringe ao momento ou o local do negócio. Ela atravessa a culturade gestão, os processos/procedimentos, a infra-estruturatecnológica e abrange mais de um elo da cadeia produtiva – doconsumidor aos parceiros de negócio. Contudo, entrar no comércioeletrônico não é algo inatingível. O surgimento do e-commerce está atrelado à própriagarantia de que ele está longe de ser um modismo. Ele surgiu paraacompanhar a crescente globalização dos negócios e responder aodinamismo da sociedade, da busca por novos mercados e do foco noconsumidor. Grandes e pequenas companhias já desfrutam dessenovo mundo on-line e obtém seus lucros com essa nova fase dosnegócios. As vantagens mais claras do e-commerce são: Comodidade na compra – o consumidor pode adquirir o bem ou o serviço de casa e evita filas e tumultos. Abrangência de mercado – distâncias físicas são eliminadas e cria-se uma operação 24x7. Mix de produtos – a oferta pode se restringir ao que a empresa normalmente vende ou pode abrir um novo leque de produtos Velocidade – a compra e o pagamento ficam mais rápidos, o que também agiliza o faturamento da empresa. Modernização – marca e operação como um todo ganham aspecto mais adequado ao mundo atual dos negócios e isso se reflete, também, na modernização da gestão e cultura organizacionais. Foco no consumidor – a plataforma on-line dá mais condições de medir e antecipar o comportamento de consumo para a elaboração do mix e das ofertas. Publicidade on-line – assim como o PDV se tornou um canalde propaganda, uma loja virtual também traz essa possibilidade comvários modelos de anúncios de grande efetividade. Por outro lado,há alguns cuidados a serem verificados. Os principais são: Risco de fraudes – a dinâmica da web exige um cuidadoextremo com segurança e confiabilidade da transação. Amadorismo – o e-commerce não é um hobby ou umanovidade. Ele demanda equipe, parceiros e estratégiasespecializadas. Erro na linguagem – a web é feita de muita informação,fontes de conteúdo dispersas, comunidades e links. Isso precisaestar no e-commerce.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  4. 4. 2- O e-commerce no Brasil O caráter novidadeiro e globalizado do Brasil jogou o país naelite do e-commerce mundial. De um modo geral, as empresaspossuem operações para negócios on-line. O crescimento é na casados 35% ao ano. Em 2007, foram R$ 6,2 bilhões transacionados.Para se ter uma idéia, em 2004 foram R$ 1,7 bi. A média de compras ficou em R$ 302,00, sendo o Natal aépoca mais rentável, com média de R$ 308,00 por compra efaturamento de R$ 1,081 bilhão, um sexto do total. As cincocategorias de produtos que mais registraram compras foram,respectivamente, livros e assinaturas de revistas e jornais;informática; eletrônicos, saúde e beleza; e telefonia celular. O número de internautas residenciais ativos no País emjaneiro de 2008 ficou em 21,1 milhões. Na comparação com janeirodo ano passado, quando o universo de internautas atingiu a marcade 14 milhões, o incremento alcança os 50%. Há estudos ainda maisotimistas. Os números são bons, mas analistas alertam para arelatividade disso. Primeiro, a porcentagem da população conectadaainda é baixa. No Brasil, é cerca de 20%. Nos Estados Unidos écerca de 80%. O número é semelhante em países desenvolvidos. Outra questão é que o varejo brasileiro conectado é apenasuma elite. A maioria do setor sequer tem ERP e boa parte dessepúblico tem contato com a Internet somente para pagar tributos emandar e-mails. A tendência é que isso mude, impulsionado pelobom momento da economia. Outras ações podem promover uma maior inclusão no e-business brasileiro, como o Cartão BNDES e o Prosoft. O primeiro éum instrumento que fornece crédito rotativo de até R$ 250 mil paraque micro, pequenas e médias empresas possam realizarinvestimentos produtivos. Já o Prosoft é o Programa para oDesenvolvimento da Indústria de Software e Serviços de Tecnologiada Informação, destinado a fomentar a realização de investimentose planos de negócios de empresas produtoras e da cadeia produtivade softwares e fornecedoras de serviços de TI.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  5. 5. 3- Aquecimento econômico Em 2007, o Brasil cresceu puxado pelo dinheiro no bolso dostrabalhadores, pelo crédito fácil e pela apreciação do real frente aodólar. Os números do PIB (Produto Interno Bruto) mostram 5,4% decrescimento em relação ao ano anterior. A elevação do consumo dasfamílias foi de 6,5% e o aumento da massa salarial de 3,6% (emtermos reais). Já o sistema financeiro viu as operações de créditoengordarem 28,8%. O bom momento repercutiu em vários setores. O volume devendas do comércio varejista no Brasil cresceu 9,9% na comparaçãoentre 2007 e 2006. Uma expansão que não se via há sete anos.Todos são dados do IBGE. Para 2008, muitos analistas, como a MB Associados,acreditam que a atividade econômica continua forte. Porémcrescimento menor do que em 2007. O comércio virtual também aproveitou o aquecimento demercado de 2007 e cresceu 43% no ano, conforme estudoWebShoppers, da consultoria E-bit e da Câmara Brasileira deComércio Eletrônico (Câmara-e.net). As compras realizadas no e-commerce somaram R$ 6,3 bilhões e o volume de pedidoscontabilizados chegou a 20,4 milhões, aproximadamente 5,6 milhõesde pedidos a mais que em 2006. No ano, 9,5 milhões de brasileiroscompraram pela internet pelo menos uma vez. Números do Ibope, de abril, mostram a mesma coisa. Deacordo com o instituto de pesquisas, a entrada da classe C para ainternet deve alimentar o compasso de crescimento da webresidencial brasileira. Em um artigo no site IDG Now, o diretor-executivo doIBOPE Inteligência e professor da Fundação Cásper Líbero, MarceloCoutinho, alerta para o ganho nisso. ―Mais de 10,1 milhões decomputadores foram vendidos no Brasil em 2007, de acordo com aAssociação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).Segundo dados do Grupo Positivo, o maior fabricante do país, cercade 80% dos novos compradores de equipamentos da empresa sãoda classe C, composta de famílias com uma renda mensal ao redorde 2 mil reais.‖ ―Outro grande beneficiado deve ser o comércio eletrônico.De acordo com o Pyxis, indicador de potencial de consumo doIBOPE Inteligência, 23,6% dos gastos dos domicílios desta classeestão relacionados com produtos e serviços que podem seradquiridos via rede, ou nos quais a rede possui um razoável poderde influência. A grande questão aqui será o crédito‖O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  6. 6. 4- A vez da classe C Um dos números mais importantes de 2007 é a chegada doe-commerce a outras camadas sociais. Os consumidores da classe Csão apontados como os grandes responsáveis pelo aumentosignificativo das vendas pela Internet no Brasil. A edição 2054, de 2 de abril, da revista Veja, traz essedestaque. Nos dois últimos anos, mais de 20 milhões de brasileirossaíram das camadas sociais mais baixas — as chamadas classes D eE — e alcançaram a classe C, a porta de entrada da sociedade deconsumo. É o que revela uma ampla pesquisa do instituto Ipsos. Oequivalente a dois Chiles inteiros saíram da pobreza no Brasil. Em um fato inédito na história recente, a classe C é hoje oestrato social mais numeroso do país. São 86,2 milhões de pessoas,o equivalente a 46% da população brasileira (em 2005, aparticipação delas era de 34%). Já as faixas D e E, querepresentavam 51% da população em 2005, agora tiveram sua fatiadiminuída para 39%. De uma forma geral, a pesquisa mostra que obrasileiro da classe C teve aumento de renda e crédito fácil. Comisso, pretende comprar mais. Alguns dados interessantes: - Compra 4 de cada 10 computadores - De cada 10 celulares, possui 4 - 70% dos apartamentos e casas financiadas pela Caixa - 34% têm carro na garagem - 7 em cada 10 cartões de crédito O comércio eletrônico responde atualmente cerca de 3% dovarejo total no Brasil. Nos Estados Unidos, com penetração maior daInternet e uma tradição de venda por catálogo, essa participaçãoestá em 6%. Todos esses números podem sofrer alterações, se mantida atendência de entrada da base da pirâmide social no e-commercebrasileiro. O varejo virtual tem 3,185 milhões de usuários aptos autilizar o comércio eletrônico entre os consumidores com rendafamiliar de até R$ 2.836,00 reais, enquanto que este públicopotencial nas classes A e B é de 1,855 milhão.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  7. 7. 5- Como crescer em mercados Regionais Vários estudos divulgados no primeiro trimestre de 2008comprovam as oportunidades em mercados regionais. Ocrescimento do comércio é amplo e alcança várias regiões fora doeixo Rio-SP. Em um desses estudos, a MB Associados mostra que omercado nacional vai se beneficiar com um aporte extra de R$ 30,2bilhões na renda dos consumidores. O Nordeste terá a maior parcela de aumento, 12,1%. SerãoR$ 89,3 bilhões a mais na mão de quem esteve por muitos anosalijado do mercado. O Sudeste tem o segundo maior valor, de R$79,7 bilhões, enquanto o Norte apresenta o maior crescimento, de15,9%, mas fica com R$ 18,7 bilhões. A expansão regional tem íntima relação com o crescimentoda economia produtiva. Na reportagem ―O Brasil que acelera‖, demarço de 2008, a revista Exame mostra que várias fábricas estãogerando emprego e renda no interior do Brasil. ―no distrito industrialde Santa Cruz, subúrbio do Rio de Janeiro onde toma forma o maiorinvestimento privado em curso no Brasil. Lá, mais de 14 000operários trabalham 24 horas por dia para erguer a CSA, siderúrgicade 3 bilhões de euros do grupo alemão ThyssenKrupp. Montadorascomo GM, Fiat e Peugeot se sucedem no anúncio de novas fábricas.‖ Os dados PIB, divulgados pelo IBGE, trazem maisinformações sobre a expansão regional da economia que geraoportunidades para o varejo. A agricultura foi a atividade maiscresceu no País, Pesquisas que apontam o crescimento do varejo tambémdão dicas de quais regiões estão crescendo. Em termos deresultados acumulados no ano de 2007, os maiores acréscimos novolume de venda do varejo ocorreram em Alagoas (19,2%);Maranhão (14,3%); Mato Grosso do Sul (13,3%); São Paulo(12,5%); e Mato Grosso (12,3%). Somente o estado de Roraimaregistrou variação negativa de -0,1%.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  8. 8. 6- Dados comportamentais da compra pela web Nos últimos anos, o estudo do comportamento doconsumidor no e-commerce tem avançado rapidamente. Aplataforma tecnológica não só permite a facilidade nas vendas comotambém facilita a captura de dados para essas análises. CONSUMIDOR ATENTO - Já é consenso hoje que a coisamais importante, a saber, é que o consumidor buscaconstantemente informações sobre produtos e serviços em váriasfontes de conteúdo e isso é fundamental para a decisão de compra. VENDA MULTICANAL - Outra descoberta recente diz que oconsumidor utiliza de forma ambígua e simultânea o comércioeletrônico e a loja física. Uma loja virtual deve se aproveitar disso eoferecer o máximo de informações possíveis para facilitar o negócio,seja na plataforma virtual ou na loja física.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  9. 9. Mas, não é isso o que ocorre normalmente. Dados doAberdeen Group & RSAG, na pesquisa Channel Retail BenchmarkReport, mostram que a demanda e oferta não batem. De um lado63% dos consumidores pesquisados exigem um cross-channeladequado para a compra e pesquisa e 79% querem optar sobrecomo realizar a compra e solicitar a entrega. Enquanto isso, 50%das empresas vêm na integração de dados para operaçõesmulticanal um desafio. Outras 53% admitem que há problemas naintegração do inventário e dos pedidos quando se usa vários canaisde venda. MÉTRICAS E DADOS – O e-commerce é um meio dinâmicode conseguir dados sobre os clientes e seus desejos. Essasinformações podem basear estratégias de marketing e vendas commais impacto e acertos. Mas, os consumidores exigem que os sitestenham o que eles procuram. Uma pesquisa sobre hábitos do e-consumidor americano, realizada pela Tealeaf e pela HarrisInteractive detectou os maiores problemas enfrentados por eles emweb sites de compras: - Mensagens de erro (34%). - Navegação instável (37%).O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  10. 10. - Dificuldade com senha e acesso (30%). - Informações insuficientes ou confusas (29%). - Atualizações que atrapalham a compra (22%). - Serviços ineficazes de buscas (21%). - Fim inesperado do acesso (20%).O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  11. 11. 7- Opções de ser assertivo e pronto ao varejo on-line Com tantos detalhes a cuidar, é essencial que a escolha daferramenta de e-commerce seja adequada. Como vimos, ela precisapermitir a integração da operação off-line com a on-line. Aintegração com os dados existentes na empresa é de extremaimportância, assim como captar e usar as informações de clientesnovos. A venda no e-commerce é resultado de boas decisões eestratégias. E o retorno do cliente ao site é fruto de uma boaexperiência e uma boa política de relacionamento. A ferramentatecnológica deve apoiar esse cenário. Com dados, ferramenta e estratégia em mãos, fica mais fácilestabelecer o controle promocional visando à maior assertividade. Um exemplo famoso do uso dos dados para isso é o casedas fraldas e da cerveja. Um fez testes no cruzamento de dados devendas e descobriu que na quinta-feira a saída de fraldas e cervejaaumentava. Procurando a relação de quem comprava e porque,descobriu que eram jovens maridos que iam à loja nesse dia, amando da mulher compravam fraldas e aproveitavam para levar acerveja para o happy hour da sexta e final de semana.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  12. 12. 8- Oportunidades Regionais Esses resultados terão impacto direto no cenário do e-commerce brasileiro ainda em 2008. Os gigantes do varejo como,Wal-Mart, Carrefour e Casas Bahia devem lançar suas operaçõespara aproveitar o bom momento da economia. A entrada delesresulta em dois aspectos que afetará diretamente o varejo regional. Primeiro, os grandes varejos vão tentar educar maisconsumidores a usar o e-commerce, para isso devem usar muitapublicidade para equilibrar o jogo com o atual líder de mercado, ogrupo B2W (Submarino, Americanas.com e Shoptime.com). Essamovimentação vai forçar as redes regionais a estruturarem seuscomércios eletrônicos para atender esses clientes que estarãoansiosos para testarem o novo modelo. O varejo regional deverá seguir o exemplo de seus paresque já entraram nesse mundo virtual e apresentam bons resultadose lucros, como Magazine Luiza, Ricardo Eletro e Lojas MM (confiraalguns depoimentos e cases sobre isso a sequir).O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  13. 13. 9- O Varejo Regional de Olho no mercado Lojas MM A Rede Mercadomóveis, com 30 anos de existência, iniciou aoperação de E-Commerce como fase de testes em Dezembro/2005.A decisão surgiu da necessidade que a Rede tinha de atingir cadavez mais públicos e classes diferentes, pelo crescimento notado nomeio on-line e para se diferenciar da concorrência regional e buscarabrangência nacional. O nível de acesso se mantém constante na casa dos 500 milpage-views mensais com 110 mil visitantes únicos em média. Sãomais de 1.000 produtos distribuídos em diversos departamentos. Aoperação on-line responde por cerca de 4,5% do faturamento eprojeta meta de crescimento em mais de 100%. ―A principal vantagem para um varejista com a RedeMercadomóveis adotar o e-commerce é a diversificação de seuscanais de venda e pela possibilidade de atingir públicos cada vezmais distintos além de poder vender para além de suas fronteirasfísicas.‖, diz Sandro Alves, gerente de marketing, de mídia e internetda Loja MM. A rede MM utiliza o sistema Ikeda de e-commerce. Di Santinni A rede de calçados Di Santinni, a maior do ramo no Brasil,decidiu entrar na Internet há pouco tempo, atendendo umanecessidade dos clientes. Muitos deles viajavam até as localidadesnas quais havia lojas físicas para fazer suas compras. A operação dee-commerce surgiu como uma facilidade para atender cidades quenão dispunham de lojas físicas. A loja virtual ainda é modesta. O gerente de e-commere,Walter Jesus da Silva Filho, explica que a estratégia é crescer aospoucos para não gerar atritos ao mudar a cultura do consumidor.―No Brasil existe ainda um preconceito muito grande em comprarcalçados pela internet. Nossa estratégia no momento está maisfocada na quebra desse paradigma, conquistando a confiança doconsumidor através de uma prestação de serviços de pré e pósvenda que fidelize o cliente. Para ele, com o bom momento da economia, a tendência daoperação é crescer. Mas, ela só se sustenta se estiver baseada emuma boa plataforma, relacionamento com o consumidor, clareza nasinformações disponibilizadas, e um contato direto e permanente comquem compra. A Di Santinni também é parceira da Ikeda no e-commerce.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  14. 14. 10- Facilidades do sistema Ikeda O Ikeda e-COMMERCE é o primeiro software de comércioeletrônico que reúne as ferramentas de que a sua empresa precisapara cuidar dos seus clientes desde a pré-venda até a pós-venda eentre diferentes canais de comunicação e distribuição. Nos negócios de hoje o padrão de comportamento do clientenão é linear. Por isso, taxas de conversão de 10% em e-commercejá são consideradas muito boas. No entanto, esse índice podeaumentar ainda mais se a ferramenta proporcionar boas métricas efacilidades de gerenciamento para Controle Promocional, Índices deConversão, Controle Multicanal, etc. O IKEDA e-COMMERCE ofereceum painel de controle em tempo real muito simples de usar quecombina em uma única tela limpa e intuitiva informações sobrequem são os clientes, quais produtos e serviços querem comprar, aque preços, qual o canal de comunicação preferido, o ranking dosclientes mais lucrativos para a empresa. Para esses clientes, oIKEDA e-COMMERCE sugere um Plano de Ação de Retenção deCliente com atividades pré-formatadas e dicas de marketing evendas. O Painel de Controle do IKEDA e-COMMERCE dá acesso àsinformações realmente necessárias para você tomar as decisõesmais importantes da empresa.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda
  15. 15. 11- Cases de sucesso A seguir, alguns varejos regionais que estão crescendoapoiados pela estratégia de e-commerce: MAGAZINE LUIZA – Tem 50 anos de vida e foi fundada emFranca, interior de São Paulo. Em 1999, a rede criou uma operaçãona Internet, um avanço de um embrião de comércio eletrônicolevado desde 1992. Na época, era um pioneirismo, já que haviamais especulação do que informações sobre essa estratégia. Das350 lojas, 50 são lojas virtuais. A empresa conta com cerca de 10mil colaboradores e o faturamento previsto para este ano é de R$ 2bilhões. O lado virtual corresponde a pelo menos 15% do totalvendido. LOJAS COLOMBO – a rede atuava principalmente na regiãoSul e ingressou no e-commerce em 2000. O sucesso da iniciativa feza operação abrir para o Sudeste e outros Estados. Para isso,aprimorou todo o processo de controle eletrônico dos dados e alogística. A empresa adotou a estratégia de multicanal, a Internetfaz parte das franquias regionais e ajudam na cobertura do mercadoe os fornecedores têm acesso on-line ao seu estoque e que areposição do mesmo é baseada na venda. RICARDO ELETRO – fundada em Divinópolis MG, é uma dasredes que mais crescem no Brasil. A operação de e-commerce. Estána Internet desde 2005. O meio é uma maneira de vender emcidades onde não há lojas físicas. Algumas promoções são válidassomente no site e há frete grátis para algumas localidades do Brasil.O consumidor consegue fazer uma compra de forma fácil e rápidausando apenas o número do seu cartão de crédito.O e-Commerce e o poder das redes regionais de varejo Copyright Ikeda

×