Uso responsável da internet

3.707 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.707
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
87
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Uso responsável da internet

  1. 1. Índice Introdução........................................................... 03 1.0 Web 2.0.......................................................... 04 2.0 Redes Sociais................................................. 08 3.0 Netiqueta....................................................... 10 4.0 Crimes Virtuais............................................... 12 5.0 Pedofilia......................................................... 14 6.0 Endereço IP.................................................... 16 7.0 Lixo Tecnológico............................................. 18 8.0 Lista de Sites Legais....................................... 20 9.0 CDI................................................................. 21 10.0 GVT.............................................................. 22 Histórias em Quadrinhos...................................... 24 Expediente...........................................................34 Rede de Apoio......................................................35
  2. 2. Introdução A internet revolucionou a co- recomendados continuam sendo ética, municação ao tornar acessível a muitos respeito, integridade, honestidade. Mas o conteúdo antes restrito a poucos, ao é preciso entender melhor o nível da in- acabar com as barreiras geográficas teração, colaboração e o alcance dos e ao facilitar a manifestação pública relacionamentos na web. dos indivíduos. A web 2.0 possibilita a Esse é o objetivo do Guia de todos – independente da idade, classe Navegação para o Uso Responsável social ou nível intelectual – exercer um da internet. Esclarecer sobre as poten- papel relevante nas mídias sociais. cialidades e riscos da web. Construído No entanto, a liberdade de ex- de forma colaborativa, o material tem a pressão e de opinião, o grau de expo- participação da iniciativa privada, orga- sição e de influência da web demanda nizações, entidades e profissionais de uma responsabilidade muitas vezes novas tecnologias. Na segunda edição desconsiderada. Pais, professores e do Guia, a intenção é regar a semente responsáveis têm a missão de orientar plantada quando a operadora de tele- e definir limites na formação e educa- fonia e internet GVT e seu parceiro em ção de quem nasceu plugado, a partir responsabilidade social CDI – Paraná da década de 90 – a chamada geração C começaram a discutir o tema na primei- (Conteúdo, Colaboração e Conexão). ra metade dos anos 2000. Para ter voz ativa nesse mun- A meta final é que a responsa- do que parece pertencer aos jovens, bilidade sobre o uso da internet entre é preciso encará-lo apenas como uma no diálogo das famílias, escolas e da nova plataforma de comunicação e so- sociedade até ser incorporada por to- cialização similar aos antigos grêmios dos porque o mundo atual é o mundo estudantis, clubes, turmas ou tribos. conectado. Os valores, comportamentos e atitudes Os Autores 3
  3. 3. 1.0 Web 2.0 O termo Web 2.0 começou a ser utilizado nos Estados Unidos em Conheça alguns termos de 2004 como referência à segunda ge- sites da era 2.0 ração de serviços na web. Mais do que Tags: Similar a uma lista de sites prefe- novas ferramentas e aplicativos, o ter- ridos, em que o internauta define pala- mo indica a forma como a internet é vras-chave para determinado assunto utilizada. O conceito 2.0 envolve uma ou imagem e organiza o conteúdo por dinâmica de troca de informações, meio das tags ou nuvem de termos. construção e edição de conteúdo por meio da constante colaboração entre Socialcast: indica a produção e trans- os internautas. missão de conteúdo a partir de mui- tas pessoas para muitas pessoas na Novas interfaces da rede base- internet. adas em programas abertos e platafor- mas de compartilhamento de arquivos CGM: Consumer Generated Media in- cada vez mais acessíveis viabilizam dica o conteúdo e opinião produzidos esse novo comportamento. Com a fa- pelos internautas em blogs, fotologs, cilidade de interação e publicação de comunidades, grupos de discussão, conteúdos, a web é um dos canais mais sites participativos como o Youtube e fortes de exercício dos direitos do con- a Wikipedia. sumidor, pesquisas de opinião, consul- tas escolares, organização de comuni- AdSense: Plano de publicidade do Goo- dades e realização de campanhas para gle que remunera o site de acordo com mobilização social. o número de acessos obtidos a partir do buscador que exibe anúncios rele- vantes para determinado conteúdo. Ajax: Pacote de tecnologias que possi- bilita a criação de aplicativos interati- vos na internet muito usado por criado- res de sites e serviços. Mash-ups: Serviços criados a partir da combinação de dois aplicativos. RSS: É a abreviação de “Really Simple Syndication”, que significa distribui- ção realmente simples. Possibilita que os internautas selecionem sites e rece- bam suas atualizações através de um programa conhecido como agregador ou pelo email. Esse processo é conhe- cido como assinatura de um feed. 4
  4. 4. XML: Abreviação de “extensible markup dor. Alguns kits multimídia já oferecem language”. Linguagem de programação este recurso. Outra forma é por meio de de páginas web que permite maior per- programas gratuitos oferecidos na web sonalização na forma de organizar e que permitem capturar sons, editá-los e apresentar as informações. exportar em formato MP3. Wikis: São páginas na web em que o Youtube conteúdo é comunitário, podendo ser http://youtube.com alterado por qualquer pessoa. Um dos exemplos mais conhecidos é a enciclo- O YouTube combina as palavras you = pédia on-line Wikipedia. você e tube = tubo, que é a gíria ameri- cana utilizada para televisão. No portu- Grupos de Discussão guês, poderia ser traduzido literalmen- te por “Você TV” ou “TV Você”. É um site que permite aos usuários publicar, Os grupos de discussão, conhecidos assistir e compartilhar vídeos. Esses como “newsgroups”, são destinados vídeos podem ser produzidos por meio à postagem de perguntas e respostas de câmeras caseiras e até webcams. O sobre um determinado tema de forma tamanho é limitado a 1GB e a duração organizada. A limitação do serviço está no prazo das respostas. Para partici- par, é preciso configurar o programa de recebimento de emails, encontrar grupos de interesse e cadastrá-los. Podcasting A palavra “podcasting” vem da junção do aparelho de mídia digital – Ipod, de onde saíram os primeiros scripts de podcasting, – e broadcasting que siginfica transmissão de rádio ou tevê. Podcasting é uma for- ma de publicação de arqui- vos de áudio, vídeo, imagem e outros pela web, através do RSS. As atualizações rece- bidas automaticamente pelo RSS permitem que o usuário ouça sua programação preferida onde e quando quiser e essa é a gran- de diferença entre podcasting e os au- dioblogs, videoblogs e fotologs. Para produzir seu próprio podcast, é preciso ter um kit multimídia completo, com placa de som, microfone e caixas de som (ou fones de ouvido). Além disso, é necessário ter um pro- grama de gravação e edi- ção de áudio no computa- 5
  5. 5. máxima é de 10 minutos, para evitar exi- do Twitter podem postar mensagens de bições de programas e conteúdos não até 140 caracteres, que são enviadas autorizados. O site organiza o conteú- aos seus amigos, conhecidos como se- do em rankings de acordo com as se- guidores ou “followers”. guintes categorias: Destaques, Vídeos Ascendentes, Mais Comentados, Mais Wikipédia Vistos e Mais Adotados como favoritos. http://www.wikepedia.org MySpace É uma plataforma de conhecimento co- http://myspace.com/brasil letivo em que pessoas de diversas re- giões do mundo colaboram e atualizam Rede social voltada à troca de informa- informações formando uma enciclopé- ções sobre preferências musicais. Fo- dia online colaborativa e livre. O fato de menta o lançamento de artistas e ban- ser livre significa que todo o conteúdo das ainda desconhecidos do grande pode ser modificado, alterado e amplia- público ao oferecer ferramentas aces- do, desde que os direitos sejam preser- síveis para produzir e publicar arquivos vados. A Wikipédia está disponível em de áudio e vídeo. Incentiva os integran- aproximadamente 260 idiomas e é uma tes a divulgar opiniões e fazer a avalia- das principais fontes de consulta nos ção das músicas. maiores países do mundo. Flickr http://www.flickr.com É um site de armazenamento de ima- Dicas gens que existe desde 2004 e também disponibiliza vídeos e plataformas de • No YouTube e no Flickr mantenha pri- discussão semelhantes às redes so- vados vídeos e fotos que contenham ciais. As ferramentas para organização informações pessoais como imagens das imagens permitem que o usuário de sua casa, trabalho, família, amigos. autorize outros usuários a adicionarem Desta forma somente quem você auto- marcações, as chamadas tags, em suas rizar terá acesso. imagens, auxiliando na organização do conteúdo. Além disso, os uploads de • Bloqueie usuários que enviam mensa- fotos podem ser feitos a partir da área gens indesejadas no YouTube. de trabalho do computador, por email e ou por um celular com câmera. O Fli- • Respeite os direitos autorais. ckr possui uma ferramenta de edição de imagem e uma de georeferência, • Publique imagens e informações pela qual os usuários podem identifi- de outras pessoas somente com car o local da imagem e encontrar fotos autorização. semelhantes. • Menores de 13 anos não são autori- zados a se cadastrar no YouTube e sua Twitter navegação deve ser supervisionada pe- http://twitter.com los responsáveis. É uma rede social baseada na idéia • O YouTube possui um centro de dicas das mensagens pessoais do MSN, nas e denúncias para usuários, no qual está quais as pessoas dizem o que estão fa- publicado o guia de conduta com infor- zendo, o que estão lendo, o que querem mações sobre segurança de crianças e fazer, entre outras coisas. Os usuários 6
  6. 6. adolescentes, pedofilia, suicídio, plá- • Utilize nomes de usuário simples no gios, spam, bullying, apologia a crimes, Twitter para facilitar sua localização violência e preconceito. Nessa área entre amigos e “seguidores”. pode se para fazer denúncias anôni- mas de crimes virtuais cometidos no • Cuidado ao postar mensagens no Twit- portal. ter, pois elas não podem ser editadas e ficam salvas no arquivo de sua página • Se encontrar vídeos que violem as pessoal no site. regras do YouTube, procure entrar em contato com a pessoa responsável pela • Mantenha a privacidade de determina- publicação do vídeo, pois ela pode não dos assuntos no Twitter enviando suas saber que está violando as regras de mensagens somente para pessoas se- conduta e então denunicie. lecionadas por você. Basta incluir o en- dereço da página pessoal do destinatá- • Lembre-se que em Grupos de Dis- rio no final do texto: @nomedapessoa. cussão e sites colaborativos como a Wikipédia, nem toda informação é de autoria de especialistas, portanto é ne- cessário filtrar e checar os conteúdos. • Tome cuidado com os arquivos anexos às mensagens dos Gru- pos de Discussão, pois po- dem conter vírus. Fonte: GVT 7
  7. 7. 2.0 Redes Sociais Redes de relacionamento pes- sional, concentradas em preferências, soal são um dos pilares da vida em so- fãs clubes, aconselhamento etc – e mui- ciedade. Em geral, quanto maior a rede tas têm grande participação de adoles- do indivíduo, mais chances de sucesso centes e crianças. A função dessas re- em empreendimentos pessoais. Nossas des é agrupar pessoas com interesses primeiras redes surgem na infância a comuns. partir dos contatos estabelecidos com familiares, vizinhos e na escola. Um exemplo são os grupos de discussão, fóruns e as comunidades de Com o advento da internet, a blogueiros, que fazem um boca a boca extensão das redes foi potencializada virtual estabelecendo contatos entre porque a conexão permite a comunica- pessoas com as mesmas afinidades. Na ção de muitas pessoas para muitas pes- web, capital social é a medida do pres- soas ao mesmo tempo. Há todo o tipo tígio que uma pessoa tem em sua co- de comunidade estruturada na internet munidade – quanto mais participantes, – voltadas ao desenvolvimento profis- quanto mais links apontando para seu Fique to Aten o número Para verificar ontam para de links que ap te, acesse determinado si es confi den- o google e digite link: e o Informaçõ não te (ex.: link: que você endereço do si ciais ou difun- .br) e clique sejam www.gvt.com quer que devem ser barra re- didas não em pesquisar. Na em qualq uer erá o nú- inseridas sultados, aparec onados de, mas sim mero de links di reci comunida tegidas. para o site. pro O ditado “Dig a-me com quem andas que te direi Divida a quem és” vale informaçã também na você não o que internet. As co irá usar munidades qual já fe ou da das quais faze z u mos parte net ela é a so – na inter- revelam noss os hábitos fo riar conexõ rma de anga- e preferências es. Ao ofe . Seja mui- informaçã recer to criterioso ao o gratuita in a pessoa mente, em uma comun gressar colhe repu idade. prestígio e taç relacionam ão, ento. 8
  8. 8. blog ou página pessoal, e quanto mais fazem parte, procurar entender os moti- comentários postados, maior é a popu- vos que os levaram a fazer determinada laridade do internauta. escolha, navegar com eles para verifi- car qual o perfil dos demais integrantes As redes sociais já interferem, e acompanhar suas redes de relaciona- e podem ser definitivas, em processos mento permanentemente. eleitorais. Também por meio delas, é possível promover a solidariedade e Existem ambientes virtuais que mobilizar um grande número de pesso- oportunizam a participação de crianças as para atuar em prol de causas dignas com segurança, promovendo a sociabi- como ajudar vítimas de catástrofes. lidade, o desenvolvimento cognitivo e motor. Porém, mesmo sendo ambien- Mas também existem pessoas tes considerados seguros, a supervisão que utilizam a ferramenta para prejudi- dos pais e a adoção de cuidados para car os outros. Não há como garantir um não expor dados pessoais são essen- ambiente virtual totalmente seguro. Por ciais. Veja sugestões no capítulo “Sites isso, é preciso conhecer as comunida- Legais”. des das quais crianças e adolescentes O Orkut é mente pa permitido so- ra maiore 18 anos. s de Se a cria adolescen nça ou te quiser um perfil, criar oriente a desenhos utlizar ou foto de de estimaç bicho ão uso deve s . Além disso o er acompa pelos pais nhado , p responsáve rofessores ou a rele- is. ntificar Para ide m blog ou co- eu vância d e www. e, acess .c o m . munidad a g d ebu s c m a rke ti n clua o pagera nk e in br/ o sis- do site – endereço ará qual a re- str tema mo scala m uma e levância e . de 0 a 10 Fonte: CDI Paraná e GVT 9
  9. 9. 3.0 Netiqueta O termo netiqueta tem origem na fusão das palavras net (em inglês • Respeite o direito – rede) e etiqueta (conjunto de regras autoral. Ao copiar textos para comportamento em sociedade). A e outros conteúdos protegi- expressão traduz um conceito de bom dos cite fonte ou referência uso da internet. São sugestões e reco- bibliográfica. mendações para usar as ferramentas emails, blogs, MSN, sites de relaciona- mento e demais ambientes virtuais, in- cluindo dicas de segurança na rede. A boa convivência na rede exige bom sen- • Se enviar mensagem para so, educação e boas maneiras. Afinal, várias pessoas utilize o campo milhões de pessoas estão formando “CCO” – com cópia oculta. Desse opinião sobre você e vice-versa. modo, você preserva os endereços dos seus amigos de robôs que capturam emails Algumas netiquetas: para enviar spams e vírus. Isso também evita as intermináveis respostas em cascata – quando todos respondem a todos sem necessidade. • A comunicação escrita depende da interpretação do outro. Seja claro, objetivo e direto evitando margem a mal-entendidos. Para melhorar a leitura de textos, procure separá- los em parágrafos e, em emails, lembre sempre de preencher o campo • Ao escrever mensagens vir- assunto. tuais procure combinar letras maiús- culas e minúsculas da mesma forma que na escrita comum. Na internet escrever com letras maiúsculas é o mesmo que GRITAR! • A cada dia surgem novas regras de netiqueta. Na dúvida, transponha a situação da web para a vida real e reflita sobre como agir. • É muito bacana ter uma “coleção” de amigos virtuais, mas como nem sem- pre conhecemos quem está teclando “do outro lado” e quais são suas reais inten- ções, use com moderação. 10
  10. 10. • Use a internet de modo positivo. Divulgue boas idéias, dissemine conhecimentos e colabore com outros internautas. • Em sites de re- lacionamento cuidado com fakes (perfis falsos). Eles podem ser uma brincadeira divertida, mas geralmente viram dor de cabeça. • Trate o outro como gostaria de ser tratado. Respeito é essencial. Converse, dialogue, compartilhe. Xingar e utilizar palavras de baixo calão são para pessoas que não têm como contribuir. • É fundamental preservar a segurança na internet. Evite ex- posição exagerada. Pense bem antes de publicar fotos e participar de comuni- dades – algumas podem levar as pessoas a fazer um julgamento errado sobre você, como a “Eu odeio...”. Não divulgue dados pessoais como nome completo, ende- reço, lugares que freqüenta. Fonte: Danielle Lourenço, Consultora em Tecnologias Responsáveis 11 9
  11. 11. 4.0 Crimes Virtuais em relação à vítima, invadindo sua pri- Com as novas tecnologias, cri- vacidade e repetindo a ação de diver- mes tradicionais passaram a ser come- sas maneiras. tidos na rede e surgiram novos delitos. • Cyber-bullying: humilhação e ofen- O preocupante é que cresce cada vez sa constante que uma pessoa faz mais o número de crianças e adolescen- à outra usando a rede mundial de tes envolvidos. Muitas vezes, a pessoa computadores. pode cometer ou ser alvo de infração • Happy Slapping: evolução do cyber- na internet sem ter consciência disso. bullying em que o autor transfere para Por isso, é muito importante conhecer o mundo real as agressões. O autor fo- as práticas mais comuns e ficar muito tografa ou filma as cenas de agressão atento na web. para depois hospedá-las na internet. Principais crimes e delitos na web As práticas criminosas contra Crimes tradicionais crianças e adolescentes mais comuns • Furto qualificado mediante fraude: são pedofilia, falsa identidade, atribui- quando realizado na web é conheci- ção de atividades ilícitas ou imorais, do por “Phishing Scam” e consiste na ofensas mediante montagens de fotos/ captura de informações particulares imagens, captura de senhas para utili- ou sigilosas da vítima para mais tarde zação de email’s pessoais, captura de cometer roubo ou fraude. diálogos ou imagens comprometedo- • Estelionato: principalmente em si- ras, cyber-bullying, happy slapping. tes de leilões contra compradores e vendedores. Por outro lado, muitos adoles- • Crimes contra a honra (difamação, in- centes são autores de infrações como júria e calúnia). falsa identidade, incitação a crimes, • Ameaça. calúnia, injúria e difamação, criação de • Falsa identidade. espaços virtuais do tipo: “Eu odeio...”. Crimes desenvolvidos na web Conseqüências legais • Keylogger: programa de computador que captura informações digitadas Quando o autor tem mais pelo usuário, inclusive senhas e infor- de 18 anos: mações pessoais. • Stalking Behavior: o autor • Reclusão ou detenção em estabeleci- demonstra um compor- mentos prisionais. tamento de perseguição • Penas restritivas de direito. • Prestação pecuniária: pagamento em dinheiro para a vítima, seus dependen- tes, ou para destinação social. • Perda de bens ou valores obtidos pela prática do crime. • Prestação de serviços à comunidade. • Interdição temporária de direitos. 12
  12. 12. • Limitação de fim de semana. Como denunciar • Pena de multa. • Caso seja vítima de um crime eletrô- Quando o autor tem menos de 18 nico, reúna provas – imprima o cabe- anos: çalho da mensagem, o código fonte, ou a página da comunidade, blog ou • Advertência verbal: assinada pelo internet. adolescente, responsável, Promotor e • Assim que a prática for identificada, a Juiz. vítima deve ir até a delegacia mais pró- • Obrigação de reparar o dano: quando xima. Na internet, quanto mais o início o ato infracional implica em dano moral das investigações demorar, menor as ou patrimonial para a vítima. chances de identificar o autor. • Liberdade assistida: o adolescente é • Caso exista disponibilidade, leve as acompanhado por profissional capa- provas até o cartório de notas mais citado a auxiliá-lo e orientá-lo por seis próximo para registrar uma ata notarial meses, período que pode ser prorroga- do conteúdo hospedado na internet. do por mais seis meses. • Procure a polícia para formalizar de- • Prestação de serviços à comunidade: núncia e não realize qualquer inves- oito horas semanais de tarefas gratui- tigação sem autorização judicial – a tas em entidades assistenciais como coleta de informações na web sem res- hospitais e creches por até seis meses. paldo configura crime. • Semiliberdade: o adolescente é enca- • A vítima também pode buscar repara- minhado para local onde permanece ção moral e material nos Juizados Es- durante a semana e aos fins de semana peciais Cíveis (sozinha ou assistida por visita a família. um advogado, dependendo do valor • Internação: o adolescente é privado pretendido) ou ainda postular (quando de sua liberdade em uma instituição. o dano for superior a 40 salários mínimos) junto Cuidados às Varas Cíveis da Jus- tiça Estadual (neste • Verifique sempre o remetente do email caso sempre assistida e só abra se conhecer a fonte. por um advogado). • Não baixe e nem execute arquivos não solicitados, mesmo que seja de um re- metente conhecido – pode ter sido en- Fonte: Comissão de viado por alguém mal intencionado que Tecnologia da Infor- mação e Comuni- invadiu o computador de seu amigo ou cação – OAB/PR familiar. com a colabora- • Utilize antivírus e firewall mantendo- ção do Núcleo de combate os sempre atualizados. aos Ciber- • Nunca participe de desafios ou jogos crimes da que envolvem derrubar servidores ou Polícia Civil do Paraná invadir ambientes privados – há crimi- – Nuciber nosos usando adolescentes curiosos e com alto conhecimento em internet Vara de para a prática de delitos. Adelescen- tes Infra- • Desconfie se a página de seu banco tores de na internet funcionar de forma ‘estra- Curitiba nha’ e solicitar muitos dados – ela pode (PR) ter sido copiada. 13
  13. 13. 5.0 Pedofilia A pedofilia é um desvio ou vio- O Estatuto da Criança e do lência sexual que leva o indivíduo adul- Adolescente (ECA) define como crime: to a se sentir sexualmente atraído de “produzir ou dirigir representação tea- modo compulsivo por crianças e ado- tral, televisiva ou película cinematográ- lescentes. Esse comportamento existe fica, utilizando-se de criança ou ado- historicamente na humanidade, inde- lescente em cena de sexo explícito ou pendente da internet, mas as tecnolo- pornográfica (art. 240) e também “foto- gias criam novas formas para que os grafar ou publicar cena de sexo explíci- criminosos cheguem até as vítimas. to ou pornografia envolvendo criança ou adolescente” (art.241). A pena pre- Assim como em qualquer lugar vista nesses casos é de reclusão de um público, na internet existem pessoas a quatro anos, e multa, no caso do art. que procuram enganar, seduzir ou in- 240. citar crianças e adolescentes a aces- sar conteúdos inadequados. Também Para denunciar, disque 100 é comum a tentativa de convencê-los (discagem gratuita de todo o território a enviar fotos e informações pesso- nacional) – Sistema Nacional de Com- ais para gerar material de pornografia bate à Exploração Sexual Infanto-Juve- infantil. Em geral, essas pessoas fin- nil – Ministério da Justiça – Secretaria gem ter a mesma idade da vítima para de Direitos Humanos. Também é pos- atrair seu interesse com assuntos que a sível procurar os Conselhos Tutelares, agradam. as Varas da Infância e Juventude, além das Delegacias de Proteção à Criança e Buscam conhecer seus pontos ao Adolescente e as Delegacias da Mu- fracos e, a partir de informações sobre lher. O Ministério da Justiça aceita de- seus gostos e preferências, criam uma núncia via site www.mj.gov.br, clicando conversa atraente. O agressor atua em fale conosco e enviando formulário tentando anular o poder de decisão da preenchido ou pelo email crime.inter- criança, sugerindo um pacto de silên- net@dpf.gov.br. cio que pode se transformar em amea- ça. Quando ocorre uma situação ame- açadora ou constrangedora, a criança reage pela paralisia e tende a ceder aos pedidos do abusador. Mensagens enviadas por chat e email contendo apelo para que crian- ças e adolescentes participem de jogos on-line ou de encontros secretos devem ser monitoradas. Elas podem escon- der intenções de abuso e exploração 14
  14. 14. Fique atento se a criança ou adolescente: • Fica on-line a maior parte do tempo e dispensa qualquer outra atividade com a família e os amigos. • Procura esconder ou fechar rapida- mente a tela do computador quando alguém se aproxima. • Demonstra que conheceu alguém on- line de quem não pode falar muito, ou sobre quem não revela toda a verdade. • Apresenta comportamento arredio, nervoso e melancólico se recusando a conversar sobre seu dia-a-dia. Fonte: GVT com a colaboração Campa- nha Nacional de Combate à Pedofilia na internet. 15
  15. 15. 6.0 Endereço IP Muitos imaginam que a web é Quebra do IP um espaço sem controle em que é pos- sível ser anônimo ou se esconder atrás • A partir do IP, é possível chegar até de identidades falsas, porém a realida- o computador que gerou determina- de é bastante diferente. A única forma do conteúdo e, por meio desse com- de navegar na rede é por meio de uma putador, descobrir a identidade do autenticação – realizada por provedores proprietário. de internet ou operadoras de telecomu- nicações autorizadas. A autenticação é • O processo de quebra de IP é similar como o endereço de uma casa – só que ao processo de quebra de sigilo bancá- o endereço é do computador na rede. rio e telefônico e só pode ser feito com É por meio desse endereço, conhecido base em autorização judicial. por IP (internet Protocol), que é organi- zado o envio e o recebimento de dados • Durante a investigação de uma de- na internet. núncia, a autoridade policial faz um pri- meiro rastreamento que revela a qual O IP permite a comunicação operadora de telecomunicações ou pro- padronizada entre computadores, mes- vedor de internet o IP está relacionado. mo que usem sistemas operacionais di- ferentes, identificando-os de forma úni- ca na rede. Ele faz parte de um padrão – uma espécie de “idioma” que permite a todas as máquinas se entenderem. Para que esse entendimento aconte- ça, um código de números é atribuído ao computador – o endereço IP. Dessa forma, as máquinas conseguem reco- nhecer umas às outras e encaminhar os dados corretamente, conforme coman- do do usuário. No uso residencial, o IP é di- nâmico, o que significa que a cada conexão é atribuído um IP diferente ao usuário. Por isso, é importante ter informações a respeito da data e hora da conexão no caso de necessidade de identificar o autor de uma atividade es- pecífica na web. 16
  16. 16. • Com esta informação, a polícia solici- Cuidados ta a quebra do IP via Ministério Público. • Os softwares licenciados ou de uso • O promotor do Ministério Público le- livre solicitam informações do proprie- vanta informações e repassa seu pare- tário no momento da configuração tais cer ao poder Judiciário, que decide se como nome completo, organização aciona ou não a operadora ou provedor etc. Estas informações devem estar de internet. sempre atualizadas. • Quando acionada pelo Judiciário, a operadora ou provedor de internet • Nas redes abertas, a identificação do deve apresentar informações sobre o endereço IP é de responsabilidade do assinante associado àquele IP dentro administrador. Para evitar implicações do prazo determinado pelo juiz. em atividades realizadas por terceiros, o administrador deve adotar sistema • Identificada a pessoa, a investigação de usuário e senha. prossegue com tomada de depoimen- tos e eventual apreensão da máquina • No caso de telecentros e lan houses, para verificações. usuário e senha também devem ser adotados como forma de registro das atividades realizadas na rede pelos diferentes internautas que compartilham o espaço. Fonte: GVT com a colaboração do Núcleo de combate aos Ci- bercrimes da Polícia Civil do Paraná – Nuciber 17
  17. 17. 7.0 Lixo Tecnológico Aproximadamente 11 milhões tadores em no máximo três anos. Isso de computadores, quatro milhões de associado à falta de uma política de notebooks e 78 milhões de aparelhos administração de resíduos e legislação celulares foram produzidos até o final específica sobre o tema gera milhares de 2008 no Brasil segundo estatísticas de toneladas de lixo tecnológico. oficiais. Isso sem falar dos aparelhos de DVD, televisores impressoras, MP3, Segundo a Envolverde–Comci- máquinas fotográficas. ência, se as 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico produzidas anualmen- São inúmeras as vantagens do te ao redor do planeta fossem dispos- avanço da ciência e disseminação das tas em containers de trem, os vagões tecnologias da informação e comunica- abarrotados dariam uma volta ao redor ção como o acesso a produtos e servi- do mundo. Carregado de produtos quí- ços inovadores. Mas o destino final des- micos e metais pesados, como chumbo ses equipamentos precisa ser levado e mercúrio, esse material pode gerar em conta. doenças, contaminar o lençol freático expondo o meio ambiente e a popula- A sociedade de consumo deter- ção a situações de risco. mina a rápida substituição dos apare- Confira as dicas difundidas pelo Comitê lhos. No Brasil, a vida útil dos celulares para a Democratização da Informática é estimada em dois anos e dos compu- (CDI): Potencialize Doe Mantenha uma relação utilitária e não Em caso de mudança de equipamento, consumista com a tecnologia. Antes de destine o antigo para quem vá usá-lo ou pensar numa nova compra, cogite re- para instituições sociais que trabalham condicionar seu computador ou equipa- com inclusão digital. O que se tornou mento eletrônico. Descarte-o somente inútil para você pode fazer diferença se ele não atender mais as suas neces- para milhões de pessoas, em projetos sidades ou não puder ser adaptado. específicos com o Fábrica da Cidada- nia da Rede CDI, que prevê a formação 18
  18. 18. em cursos de hardware e montagem de Economize computadores, além de projetos de me- tareciclagem – produção de artesanato, Sempre que se ausentar de casa ou robótica, geração de renda, grafitagem, não for usar o computador, mantenha-o produção cultural. desligado. E reduza a impressão sem- pre que puder, evitando gastar tinta e Informe-se papel. Procure saber se o fabricante de quem Mobilize você deseja comprar possui alguma certificação da série ISO 14.000. Isso Ajude a disseminar os benefícios do indica que a empresa tem um sistema consumo equilibrado e do descarte de gestão ambiental, garantindo a res- apropriado para a qualidade de vida e ponsabilidade ambiental de seus pro- do meio ambiente. Afinal, o que você dutos e serviços. retira de sua casa ou do seu escritó- rio e joga fora não desaparece, apenas muda de lugar prejudicando a todos, num efeito cascata. Fonte: CDI Paraná 19
  19. 19. 8.0 Lista de Sites Legais http://internetresponsavel.com.br comunicando sobre o cadastro da Traz informações e dicas sobre o uso criança. da internet de maneira segura, com his- tórias em quadrinhos, reportagens, http://www.andi.org.br downloads e um filme sobre o assunto. Agência Nacional de Notícias dos Di- reitos da Infância e da Adolescência. http://www.postdobem.com.br Reúne reportagens publicadas sobre Blog que discute o uso da internet, o tema e mobiliza profissionais de im- mantido pela GVT com diversos cola- prensa em torno da causa. boradores como o Edu, a Central de Notícias dos Direitos da Infância e Ado- http://www.cedeca.org.br lescência, o CDI, a Fundação Xuxa e a Centro de Defesa da Criança e do Ado- especialista em tecnologias responsá- lescente. Combate todas as formas de veis, Danielle Lourenço. violência contra crianças e adolescen- tes, sobretudo contra a vida e integrida- http://br.answers.yahoo.com de física e psicológica. Grupo de discussão do Yahoo em que o internauta pode lançar uma pergunta http://www.internetsegura.org sobre qualquer tema e receber a res- Espaço do Movimento internet Segura posta de várias pessoas. (MIS), que reúne informações para uma navegação mais segura e com maior http://www.webkinz.com/br_pr confiança pela rede com ênfase espe- Permite ter um mascote virtual que ga- cial nas transações eletrônicas. nha um cômodo onde é possível incluir móveis e alimentar o animal. O cuidado http://www.censura.com.br é medido por níveis de felicidade e nu- Campanha Nacional de Combate à Pe- trição do bichinho. dofilia na internet. Atua no combate ao crime, recebendo e repassando denún- http://toontown.terra.com.br cias, com o auxílio de internautas que Permite criar um desenho animado, ou encontraram sites ou imagens com por- “toon”, que o caracterize na comunida- nografia infantil ou pedofilia. de. Dessa forma pode interagir e jogar com personagens da Disney. http://www.akatu.org.br Organização voltada à propagação do http://www.neopets.com consumo consciente que é o ato de A comunidade gira em torno dos cuida- consumir levando em consideração os dos com bichinhos de estimação. Além impactos provocados. Traz dicas, notí- disso, há games, notícias e fóruns de in- cias e fóruns a respeito do tema. teração entre os usuários. http://lixotecnologico.blogspot.com http://nick.com/nicktropolis/gama Mostra o perigo ambiental causado A criança cria um perfil a partir do qual pelo avanço tecnológico e orienta as pode interagir e fazer compras no mun- pessoas a como evitar os problemas do virtual. Os pais recebem um email decorrentes do descarte incorreto do lixo tecnológico. 20
  20. 20. 9.0 CDI www.cdi.org.br Criado em 1995, o Comitê para Democratização da Informática (CDI) nasceu com a missão de promover a inclusão digital como uma ponte entre educação, tecnologia, cidadania e empreendedorismo. Com o conhecimento tecnológico despontando como condição de desenvolvimen- to econômico e de oportunidades de inserção social, restringir o uso das novas tecnologias a um pequeno círculo da população sinalizava o perigo de aprofundar, ainda mais, as desigualdades crô- nicas. Assim, a identidade do CDI começou a se moldar como fruto de três processos: a velocidade de implantação das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação), a violência resultante da exclusão social e as possibilidades de atuação da sociedade civil organizada como agente de mudanças. O CDI executa sua missão através das Escolas de Informática e Ci- dadania (EICs), espaços onde os educandos são estimulados a se apropriar da tecnologia, utilizando-a como instrumento de reflexão, ação e transformação de vidas – a partir de uma proposta político- pedagógica inspirada em conceitos de Paulo Freire. São 753 EICs no Brasil e em nove países, que formaram quase 70 mil pessoas em 2007. Atuando junto a diferentes públicos, o CDI é uma referência em inclusão digital, tendo con- quistado diversos títulos e prêmios nacionais e internacionais de renome ao longo de sua história. 21
  21. 21. 10.0 GVT www.gvt.com.br A GVT é a operadora de teleco- convergentes, comunicação de dados municações brasileira que atua como e internet para o mercado corporativo. prestadora de soluções completas em comunicação. Oferece telefonia local e A responsabilidade social faz longa distância(25), banda larga, tele- parte dos seus fundamentos desde o fonia via internet com VONO, provedor início das operações, em 2001. As de internet discada e de banda larga práticas adotadas na gestão de POP, além de pessoas, no respeito às diver- s e rv i ç o s sidades, no relacionamento transparente com seus públi- cos, na excelência em aten- dimento ao consumidor, na oferta de preços justos com alto padrão de qua- lidade em serviços e no apoio a questões sociais relevantes para a comu- nidade refletem o papel socialmente responsável da companhia. 22
  22. 22. A visão de “Ser líder em ser- viços de próxima gera- ção nos mercados-chave do país”, guia a empresa para desenvolver serviços inovadores baseados em internet. Em vista dis- so, a atuação social é voltada a incenti- var o Uso Responsável da internet com a produção de materiais como histórias em qua- drinhos, promoção de campanhas, manuten- ção do site www.inter- netresponsavel.com. br e do blog www. postdobem.com.br, além da realização de seminá- rios e palestras por funcionários volun- tários. Assim, a empresa assume o papel de incentivar o uso das tecnologias em favor de um mundo melhor. Para isso, tem alianças estratégicas com parceiros socialmente responsáveis como o CDI, a Ciranda, o Coletivo Digital e a Fundação Xuxa, entre outros. 23
  23. 23. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.alemdaimagem.com www.gvt.com.br 24
  24. 24. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.cvv.org.br www.gvt.com.br 25
  25. 25. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.linkedin.com www.gvt.com.br 26
  26. 26. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.myspace.com/brasil www.gvt.com.br 27
  27. 27. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.safernet.org.br www.gvt.com.br 28
  28. 28. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.webkinz.com/br_pr www.gvt.com.br 29
  29. 29. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.wikipedia.com www.gvt.com.br 30
  30. 30. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.censura.com.br www.gvt.com.br 31
  31. 31. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: www.meuenderecoip.com www.gvt.com.br 32
  32. 32. O Projeto Educando GVT é uma iniciativa da operadora nacional de telefonia fixa GVT em par- ceria com o CDI e a Ciranda que visa promover uma reflexão relevante na sociedade sobre o Uso Responsável da Internet. Sugestão de site: http://lixotecnologico.blogspot.com www.gvt.com.br 33
  33. 33. Expediente: Uso Responsável da internet Licenciado sob o Creative Commons Demetrius Gonzaga Oliveira, Dele- Atribution-Noncommercial 2.5 Brazil gado Titular do Núcleo de Combate License para a GVT e para o Comitê aos Crimes Cibernéticos da Polícia para Democratização da Informática Civil do Paraná do Paraná Edgard Spitz Pinel e Eliane Abel de Todos os direitos reservados. Pode Oliveira, do Comitê para Democra- ser reproduzido com autorização tização da Informática (CDI), Regio- dos autores. nal Paraná Março de 2009 Maria Roseli Guiessmann, Juíza Titular da Vara de Adolescentes In- Elaboração fratores de Curitiba - Paraná GVT Roseane e Anderson Miranda, da Redação, Supervisão e Aprovação Campanha Nacional de Combate à Camilla Martins e Tatiana Weinheber, Pedofilia na Internet da gerência de Comunicação Corpo- rativa da GVT Projeto Gráfico e Editoração Cuca Estúdio Gráfico Com a Colaboração de www.cucaestudio.com.br Ana Luisa Stellfeld Cavalcanti de Al- buquerque, presidente, e equipe da Ilustrações Comissão de Tecnologia da Informa- Sampaio ção e Comunicação - OAB/PR www.cdi.org.br Danielle Lourenço, consultora em www.gvt.com.br Tecnologias Responsáveis 34
  34. 34. Rede de Apoio: Comissão de Tecnologia da Informação e Comunicação. 35

×