Liberdade na rede – e em suas plataformas
<ul><li>Você usa o Twitter? </li></ul><ul><li>Você usa o Facebook? </li></ul><ul><li>Você usa o Orkut? </li></ul><ul><li>V...
Tempo para atingir 50 milhões de consumidores Internet: 4 anos TV: 13 anos iPod: 3 anos Facebook: 200 milhões em um ano. S...
<ul><li>Twitter: 200 milhões de cadastrados, com 100 milhões de usuários ativos </li></ul><ul><li>Orkut: 66 milhões de usu...
<ul><li>Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. </li></ul><ul><li>Poder de exercer...
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<ul><li>A sua empresa - ou universidade - permite que você acesse redes sociais do trabalho? </li></ul><ul><li>E a liberda...
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<ul><li>Estudo da Universidade Nacional de Singapura aponta que usar a internet aumenta a produtividade no trabalho. </li>...
<ul><li>Uma pesquisa conduzida pela Nucleus Research em 2009 afirma que as empresas que permitem que os funcionários naveg...
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Não devemos esquecer TUDO QUE VOCÊ FALA NAS REDES PODERIA SER DITO PUBLICAMENTE, NA FRENTE DE AMIGOS, COMPANHEIROS DE TRAB...
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<ul><li>Mark Zuckerberg, dono do Facebook, tem um “talento interessante”: reproduzir com novos recursos em seu ambiente (b...
<ul><li>Portanto, aos poucos, os usuários de internet começam a se preocupar com os dados públicos expostos na rede, uma v...
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Reflexão sobre a liberdade pessoal na rede - e em suas plataformas de redes sociais - ministrada em Mossoró-RN, durante o encontro de Liberdade realizado no dia 21 de setembro de 2011.

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Liberdade na rede - e em plataformas de redes sociais

  1. 1. Liberdade na rede – e em suas plataformas
  2. 2. <ul><li>Você usa o Twitter? </li></ul><ul><li>Você usa o Facebook? </li></ul><ul><li>Você usa o Orkut? </li></ul><ul><li>Você usa o Foursquare? </li></ul>Quem faz uso das redes sociais?
  3. 3. Tempo para atingir 50 milhões de consumidores Internet: 4 anos TV: 13 anos iPod: 3 anos Facebook: 200 milhões em um ano. Se o Facebook fosse um país, seria o 3º mais populoso do planeta Rádio: 50 anos
  4. 4. <ul><li>Twitter: 200 milhões de cadastrados, com 100 milhões de usuários ativos </li></ul><ul><li>Orkut: 66 milhões de usuários ativos </li></ul><ul><li>Facebook: 750 milhões de usuários cadastrados </li></ul><ul><li>Foursquare: 10 milhões de usuários cadastrados </li></ul>Importância
  5. 5. <ul><li>Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. </li></ul><ul><li>Poder de exercer livremente a sua vontade ( com um certo limite, digamos ) </li></ul><ul><li>Condição de não ser sujeito, como indivíduo ou comunidade, a controle ou arbitrariedades políticas estrangeiras. </li></ul><ul><li>Condição do ser que não vive em cativeiro. </li></ul><ul><li>Condição de pessoa não sujeita a escravidão ou servidão. </li></ul><ul><li>Isenção de todas as restrições, exceto as prescritas pelos direitos legais de outrem. </li></ul><ul><li>Independência, autonomia. </li></ul>O que é, de fato, Liberdade?
  6. 6. <ul><li>Em 1989, na época do Massacre da Paz Celestial, o fax era o email, blogs ou Twitter e Facebook da época: falava-se que tal ferramenta de comunicação revolucionou, driblando a censura. Cerca de 250 estudantes usaram tal artifício </li></ul>Liberdade pressupõe comunicação
  7. 7. <ul><li>Em 2005, e-mail e blogs eram tidos como ferramentas revolucionárias no Irã. </li></ul><ul><li>Em 2010, a Revolução Árabe: manifestantes contaram com a ajuda, em graus a serem precisados, de componentes cada vez mais comuns em situações desse tipo: a internet e o telefone celular. Na Tunísia, ativistas utilizaram Twitter e Facebook para organizar protestos. No Egito, blogs e também as redes sociais. </li></ul>Liberdade pressupõe comunicação
  8. 8. <ul><li>No último dia do primeiro mês de 2011, todos os provedores do Egito foram desconectados da rede, o que significa que o país estava sem internet. </li></ul><ul><li>Para driblar a censura, o Google anunciou a criação do serviço @speak2tweet (“fale para tuitar”), integrado à rede de microblog Twitter. O programa grava mensagens deixadas na caixa postal de um telefone internacional e posta o conteúdo no Twitter usando a hashtag “#egypt”, junto a um link para o arquivo de áudio. </li></ul>Liberdade pressupõe comunicação
  9. 9. <ul><li>A sua empresa - ou universidade - permite que você acesse redes sociais do trabalho? </li></ul><ul><li>E a liberdade, neste caso? </li></ul><ul><li>Segundo a 5ª Pesquisa sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil, de 2009, 48% das empresas em todo o país proíbe o uso das redes sociais no ambiente de trabalho </li></ul>O medo
  10. 10. <ul><li>Pesquisa americana da Robert Half Technology também de 2009 revela que 54% das empresas americanas proíbem funcionários de utilizar redes sociais </li></ul><ul><li>Maio de 2011: o Exército de Libertação Popular (PLA) da China, o maior do mundo, emitiu um decreto proibindo seus mais de dois milhões de soldados de “fazer amigos, ‘blogar’, procurar namoro ou trabalho na internet” </li></ul><ul><li>Agosto de 2011: Uma nova lei criada neste mês pelo Estado do Missouri, nos Estados Unidos, proíbe a amizade entre professores e alunos em redes sociais. A medida foi criada para limitar casos de abuso sexual infantil. </li></ul>Você pensa que é só no Brasil?
  11. 11. <ul><li>Estudo da Universidade Nacional de Singapura aponta que usar a internet aumenta a produtividade no trabalho. </li></ul><ul><li>Justificativa: a rede revigora mentalmente o funcionário após longos períodos de trabalho. É melhor, inclusive, do que conversar com alguém pessoalmente. </li></ul><ul><li>Mais uma informação para convencer seu chefe: ficar regulando o quanto os funcionários navegam, na verdade, produz o efeito contrário. “O monitoramento excessivo do uso da internet apenas incentiva os funcionários a usá-la ainda mais”, diz a pesquisa. </li></ul>Prós para a “liberdade nas redes sociais”
  12. 12. <ul><li>Uma pesquisa conduzida pela Nucleus Research em 2009 afirma que as empresas que permitem que os funcionários naveguem pelo Facebook em horário de trabalho perdem uma média de 1,5% na produtividade total de seus empregados. </li></ul><ul><li>Ainda de acordo com a pesquisa, alguns funcionários chegam a gastar duas horas de trabalho por dia no site de redes sociais. </li></ul>Contra a “liberdade nas redes sociais”
  13. 13. <ul><li>Nicholas Carr é um pesquisador de inteligência viva e penetrante. Formado em Literatura, com passagens no Dartmouth College e na Universidade Harvard, Carr já editou a Harvard Business Review e foi um dos colunistas do The Guardian </li></ul><ul><li>Hoje, Carr excluiu perfis no Twitter e Facebook. Em 2010, o pesquisador de 51 anos cutucou a internet com uma das melhores obras que já li sobre o tema. </li></ul>Uso – libertário – da web nos deixa menos inteligente
  14. 14. <ul><li>Em The Shallows – What the Internet is Doing to Our Brains (traduzindo, ao pé da letra: No Raso - O que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros), o americano é alarmista, mas coerente: “a praticidade para encontrar novas coisas na rede e, ao mesmo tempo, se distrair com elas estaria nos tornando, digamos, burros.” </li></ul><ul><li>“ O negócio do Google é vender distração” </li></ul>Uso – libertário – da web nos deixa menos inteligente
  15. 15. <ul><li>Em maio de 2010, Pac-Man, talvez o mais famoso game de todos os tempos, completou 30 anos. E para comemorar a data, o Google colocou uma versão executável do jogo em sua página principal de buscas </li></ul><ul><li>Estudo de monitoramento comprovou que 4.820 horas de trabalho foram desperdiçadas por causa do game </li></ul>Contra a “liberdade na web”
  16. 16. <ul><li>O usuário passou uma média de 36s a mais do que o habitual no Google.com no dia 21 de maio; </li></ul><ul><li>O “Google Pac-Man” consumiu precisamente 4.819.352 horas dentro do ambiente de trabalho; </li></ul><ul><li>O tempo dedicado ao jogo gerou perdas que totalizaram mais de 120 milhões de dólares; </li></ul><ul><li>Essa quantia é suficiente para pagar 19.835 funcionários do Google durante seis semanas </li></ul>Contra a “liberdade na web”
  17. 17. Mas... tome muito cuidado com o que é dito em rede! @rafaelsbarai Agosto/2011 &quot;Sou fã do Rogério Ceni. Se ele continuar assim, tá ótimo! Chupa Bambizada!&quot;Vamo [sic] Locaweb! Chupa Bambizada! Timão eooo!&quot;. GLIKAS, Alex: ex-diretor comercial da Locaweb: demitido “ Triste por saber da morte de Fadlallah... um dos gigantes do Hezbollah que respeito muito” NASR, Octavia: ex-diretora sênior da CNN: demitida “ Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado” Estudante paulista: demitida de seu estágio
  18. 18. Não devemos esquecer TUDO QUE VOCÊ FALA NAS REDES PODERIA SER DITO PUBLICAMENTE, NA FRENTE DE AMIGOS, COMPANHEIROS DE TRABALHO?
  19. 19. <ul><li>Já há empresas que vasculham seu passado nas redes sociais </li></ul><ul><li>Tudo que é disseminado em rede pode virar contra você </li></ul><ul><li>O que já foi propagado na rede virou um critério de avaliação para contratar pessoas nos Estados Unidos </li></ul>Antes da liberdade, existe o bom senso
  20. 20. <ul><li>Ao lado da atenção, serão - ou já são - duas das moedas mais valiosas na internet </li></ul><ul><li>Em junho, o Google apresentou sua mais nova proposta social – o Google+. A grande aposta é dar maior relevância a um assunto aparentemente relegado a segundo plano no Facebook: o controle da privacidade pelo usuário. No Google+, o usuário é convidado a escolher, a cada postagem, com quem vai compartilhar as informações. Cada grupo pode ser construído a partir de ‘Circles’ </li></ul>Futuro: Liberdade e Privacidade
  21. 21. <ul><li>Mark Zuckerberg, dono do Facebook, tem um “talento interessante”: reproduzir com novos recursos em seu ambiente (boas) ideias criadas em outros serviços. </li></ul><ul><li>Semana passada, apresentou “Smart Lists” (listas inteligentes) relaciona automaticamente contatos do usuário para o compartilhamento de informações com pequenos ou grandes grupos. É uma clara resposta aos Circles, do Google+. </li></ul>Futuro: Liberdade x Privacidade
  22. 22. <ul><li>Portanto, aos poucos, os usuários de internet começam a se preocupar com os dados públicos expostos na rede, uma vez que, disponíveis, as informações permitem mapear hábitos e preferências - uma mina de ouro para ações publicitárias nas páginas internas da rede. </li></ul><ul><li>Teremos um processo de adaptação: tudo é novidade. Paulatinamente, usuários de internet pensarão antes de publicar um conteúdo na rede </li></ul>Futuro
  23. 23. Obrigado! @rafaelsbarai http:// derepente.com.br http:// flavors.me/rafa http:// slideshare.com/rafaelsbarai

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