O priolo

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O priolo

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Este género tem uma distribuição predominantemente asiática. O único representante europeu é a espécie Pyrrhula pyrrhula. De uma maneira geral, na Europa, o tamanho das aves e os tons de claro da sua plumagem aumentam de Leste para Oeste e de Sul para Norte, o que permite distinguir seis sub-espécies. Na Europa Ocidental e do Norte todas as sub-espécies apresentam marcado dimorfismo sexual: os machos apresentam peito vermelho e as fêmeas cinzento.<br />Relativamente às aves da Europa Ocidental, as aves dos Açores, Pyrrhula murina, apresentam três diferenças fundamentais: (1) São maiores. As asas de machos e de fêmeas de Priôlo medem 87 a 93 mm e 85 a 92 mm de comprimento, respectivamente. Em Espanha medições similares são da ordem de 79 a 84 e 76 a 81 mm (Noval, 1971) e na Grã-Bretanha 79 a 86 e 78 a 86 mm (Newton, 1966). O Priôlo pesa cerca de 30 gramas, enquanto o Dom-Fafe de Espanha e de Inglaterra pesa cerca de 25 a 26 gramas. (2) As coberturas sob as asas e a parte superior da cauda são acastanhadas e não brancas. (3) Em termos de plumagem os sexos não apresentam dimorfismo sexual evidente. O Priôlo macho não apresenta o peito vermelho tal como os seus parentes europeus. Exceptuando algumas penas do peito tingidas com um tom vermelho leve, presentes sobretudo nos adultos, a plumagem dos machos é praticamente igual à das fêmeas. Além disso, esta diferenciação só é evidente se as aves forem examinadas directamente.<br />ESPÉCIES NATIVAS ALIMENTARES PARA O PRIOLO <br />• Nome Científico: Ilex azorica <br />• Nome Comum: Azevinho<br />• Família: Aquifoliaceae <br />• Ecologia: Na floresta Laurissilva, arborescente mesófila e exposta, ravinas (250-750m).<br />• Estatuto: Endémica dos Açores (excepto Graciosa)<br />---------------------------------------------------------------<br />• Nome Científico: Vaccinium cylindraceum <br />• Nome Comum: Uva-da-serra<br />• Família: Ericaceae<br />•Ecologia: Floresta de louro e cedro. Colonizadora em substrato rochoso recente e não antropizado. Locais húmidos expostos, bosques, fendas, cavidades montanhosas abrigadas, cortes abruptos de areias, formações arborescentes naturais pouco expostas (>300m).<br />• Estatuto: Endémica dos Açores (excepto Graciosa)<br />---------------------------------------------------------------<br />• Nome Científico: Prunus azorica <br />• Nome Comum: Ginja, Ginjeira-do-mato<br />• Família: Rosaceae <br />• Ecologia: Planta quase extinta, existindo em ravinas sombreadas e crateras (500-600m). É também uma importante espécie para o habitat o Priolo, do ponto de vista estrutural.<br />• Estatuto: Endémica dos Açores (excepto Santa Maria, Graciosa e Corvo)<br />• Nome Científico: Luzula azorica<br />• Nome Comum: Sargasso <br />• Família: Juncaceae<br />• Ecologia: Muito resistente à secura. Pioneira em cortes abruptos de areias. Altitudes elevadas, Laurissilva de montanha, prados naturais húmidos com espessa camada de húmus ou tapete musgoso de Sphagnum e Polytrichum (200-1100m).<br />• Estatuto: Endémica dos Açores (excepto Santa Maria e Graciosa)<br />IMAGENS DO PRIOLO<br />Ver em: http://www.youtube.com/watch?v=B3T-rbuZx-Q<br /> <br />Trabalho realizado por: INÊS MATOS SAMPAIO<br />

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