Of formação_be_web20_mod2_intro

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Introdução à temática web 2.0 e Bibliotecas escolares.

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Of formação_be_web20_mod2_intro

  1. 1. © Teresa Pombo, 2011 Oficina de Formação: Bibliotecas escolares e web 2.0
  2. 3. TIC e novos contextos e dispositivos digitais.
  3. 4. Biblioteca escolar.
  4. 5. Exploração de recursos físicos e digitais (existentes na BE, no Portal da Escola, na web …).
  5. 6. Utilização integradora de dispositivos ou equipamentos que permitam o acesso e produção de informação. Literacias implicadas. Definição de conceitos.
  6. 7. Processos de pesquisa de conhecimento.
  7. 8. Construção de uma escola promotora de literacias e competente no uso dos recursos de informação.
  8. 9. Avaliação. Ferramentas para o processo formativo.
  9. 11. 1. Conhecimento profissional O professor bibliotecário....    1.1. conhece os princípios da aprendizagem ao longo da vida ;    1.2.   tem conhecimentos sobre ensino e aprendizagem em diversas áreas do currículo níveis de desenvolvimento ;    1.3. tem um conhecimento profundo da comunidade escolar e do currículo ;    1.4. tem um conhecimento especializado da informação, recursos, tecnologia e gestão de biblioteca . (traduzido do documento "Standards of professional excellence for teacher librarians" disponível em http://www.asla.org.au/docs/TLstandards.pdf Consultado a 24 de Maio de 2010)
  10. 12. 2. Prática profissional    2.1. envolve e desafia os alunos num ambiente de aprendizagem apoiante e rico em informação ;     2.2. colaborativamente planifica e reúne recursos para programas curriculares que incorporam resultados em termos de literacia da  leitura e de informação ;    2.3. disponibiliza serviços de informação e biblioteca exemplares de acordo com os padrões nacionais ;    2.4. avalia a aprendizagem dos alunos, serviços e programas de biblioteca que informem sobre práticas profissionais .
  11. 13. 3. Compromisso profissional    3.1. modela e promove a aprendizagem ao longo da vida ;    3.2. compromete-se com os princípios da aprendizagem e da biblioteca ;     3.3. demonstra liderança no seio da comunidade educativa ;    3.4. p articipa activamente nas redes de educação e profissionais .”
  12. 15. Em pleno século XXI, o que torna o ensino e a aprendizagem diferentes?
  13. 16. novas formas de aprender?
  14. 17. Mas que novas formas de aprender são essas? O que é que muda na Educação? Qual o papel do Professor? Do livro? Do responsável pela Biblioteca? Na era digital haverá ainda lugar para as formas de ensinar e aprender que foram válidas para as gerações anteriores?
  15. 18. Antes…
  16. 19. Agora…
  17. 20. proporciona uma enorme diversidade de formas de apropriação de conhecimento Espaço virtual = mais rico, mais vasto que o de qualquer escola Inúmeras possibilidades… … simular a realidade … interagir com pessoas em muitas partes do globo … aceder a múltiplas formas de texto, som, imagem e vídeo… A mplia-s e o espaço do individuo dando-lhe a oportunidade de interagir com o m aio r número de pessoas em situações diferentes.
  18. 21. Ensinar a pensar… Ensinar a escrever… Ensinar a dominar a linguagem oral… Ensinar a inovar e ser criativo… Ensinar a trabalhar em equipa. Ajudar o aluno a relacionar os conhecimentos e aplicá-los em situações reais. Hoje em dia, para isso, o professor dispõe de variadíssimos recursos que estão disponíveis em qualquer lugar.
  19. 23. Conclusões do 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (via Blogue " Entre Estantes " ) - O reconhecimento da informação como recurso estratégico para a educação, a cidadania, a coesão social e o desenvolvimento económico;
  20. 24. - A necessidade premente de definição e implementação de uma política nacional de informação que, à semelhança do que sucede na generalidade dos países desenvolvidos, se constitua como instrumento fundamental para o progresso do país;
  21. 25. - A urgência da aprovação, antecedida de consulta a entidades e organizações representativas, de um quadro legislativo coerente que suporte a política nacional de informação e o desenvolvimento dos sistemas que a materializam;
  22. 26. - A constatação de que as bibliotecas públicas, escolares e académicas são importantes veículos de acesso à informação, de promoção da literacia de informação e podem desempenhar um papel fundamental no âmbito das políticas de aprendizagem ao longo da vida, sendo assim de extrema importância o investimento em programas de promoção de literacia da informação;
  23. 27. - O reforço dos sinais positivos já referidos implica que os profissionais e as instituições interiorizem uma cultura de mudança, que incorporem meios, tecnologias, serviços web emergentes e ferramentas de web social, e que se estabeleçam políticas e incentivos que premeiem a inovação e as boas práticas.
  24. 28. À medida que cada vez mais recursos estão presentes na web , quer alunos quer professores precisam de novas competências ao nível da literacia digital. in Guia para ambientes de aprendizagem digitais ( http://guide2digitallearning.com/tools_technologies/tips_web_literacy )
  25. 29. Segundo o “ Guia para ambientes de aprendizagem digitais” 1 , quer alunos, quer professores, precisam de novas competências ao nível da literacia digital à medida que cada vez mais recursos estão presentes na web.
  26. 30. 1. Ler os endereços de url para obter informação; 2. Procurar informação sobre o autor; 3. A secção "Sobre" de um sítio web; 4. Ler cuidadosamente os sítios web; 5. Ler cuidadosamente as mensagens de correio electrónico; 6. Reconhecer publicidade; 7. Procurar datas; 8. Fazer triangulação; 9. Ser céptico.
  27. 31. plataformas marcadores sociais blogues e wikis narrativas digitais e podcasting partilha pesquisa online aplicações Google catalogação social Quadros interactivos multimedia redes sociais Google Earth Organização de fontes Edição de imagem e animação Produção de livros electrónicos
  28. 32. Pesquisa online O Google é um dos motores de pesquisa mais poderosos. O domínio de algumas estratégias de pesquisa, bem como o recurso a guiões potenciam a produtividade. Ver também iniciativa Microsoft “ Critical Thinking in the Classroom ”. Para saber mais …
  29. 33. Plataformas De uma forma geral, têm-se generalizado, quer no Ensino Superior, quer no Básico, plataformas de gestão da aprendizagem que permitem, de forma mais ou menos acessível, a disponibilização de conteúdos e actividades aos alunos e, frequentemente, a colaboração. Ver exemplo . Para saber mais …
  30. 34. Blogues e wikis Os blogues são páginas web de fácil edição que adoptam um conceito cronológico. As wikis são ferramentas de edição colaborativa, rápida e fácil de documentos. Para saber mais …
  31. 35. Marcadores sociais Trata-se da possibilidade de criar e gerir um sistema de marcadores ou favoritos disponíveis online de forma gratuita, pública ou privada,. Os favoritos podem – e devem – ser classificados através de um sistema de etiquetas. Ver exemplo . Para saber mais …
  32. 36. Aplicações Google As aplicações Google dizem não apenas respeito aos Google Docs (edição de texto, folhas de cálculo/formulários e apresentações) mas também ao Calendário, Google Talk , Google Sites , entre várias outras que permitem desenvolver trabalho colaborativo de forma fácil a quem tiver uma conta Gmail . Para saber mais …
  33. 37. Narrativas digitais e podcasting Podemos dizer que a narrativa digital é uma evolução natural da arte de contar histórias que recorre às ferramentas tecnológicas da idade digital. O podcasting é uma forma de publicação de arquivos de media digital (áudio, vídeo, foto, PPS, etc…) pela Internet, através de um  feed RSS, que permite aos utilizadores acompanhar a sua actualização. Exemplo ( 1 ) Para saber mais …
  34. 38. Partilha Há diversas ferramentas que permitem disponibilizar apresentações powerpoint de forma automática ou, em alternativa, realizar apresentações bastante criativas. Ver estas apresentações ( 1 ) e ( 2 ). Para saber mais …
  35. 39. Catalogação social Este tipo de serviços ( LibraryThing , Shelfari , …) permite construir uma rede social em torno de livros e de leitura. Constrói-se uma prateleira virtual onde dispomos e apresentamos as nossas leituras, trocamos impressões de leitura, etc. Ver exemplo . Para saber mais …
  36. 40. Redes sociais Nos últimos anos, redes sociais como o Twitter e o Facebook têm-se afirmado como verdadeiros espaços de interacção, colaboração e partilha podendo ser usados com fins diversos. Ver exemplos ( 1 ) e ( 2 ). Exemplo de wiki agregando experiências (em Espanha). Para saber mais …
  37. 41. Quadro Interactivo Multimédia (e software ActivInspire ) Nos últimos anos, as nossas escolas têm sido dotadas de diversos equipamentos, nomeadamente QIM. A marca que ganhou o mais recente concurso do ME disponibiliza não apenas uma excelente rede de conhecimento e partilha ( www.prometheanplanet.com ) como um dos mais completos softwares de produção de recursos. Exemplo ( 1 ) Para saber mais …
  38. 42. Google Earth O Google Earth é, sem dúvida, uma das aplicações Google mais poderosas. Permite sobrevoar qualquer parte da Terra para visualizar imagens de satélite, mapas, relevo, edifícios 3D, desde as galáxias no espaço até aos vales submarinos. Podemos ainda explorar conteúdo geográfico complexo, guardar os locais visitados e partilhá-los. Exemplo ( 1 ) Para saber mais …
  39. 43. Edição de Imagem e Animação Para saber mais … Hoje em dia é possível também recorrer a uma série de ferramentas online ou de software livre quer para realizar edição de imagem, quer para fazer banda desenhada e animação 3d. Exemplos ( 1 ) ( 2 )
  40. 44. Organização de fontes Para saber mais … O Zotero é uma das ferramentas mais poderosas para a organização de fontes e citações. Funciona como uma extensão do Firefox e permite a criação automáticas de bibliografias, por exemplo.
  41. 45. Produção de livros electrónicos Para saber mais … Além de ferramentas como o issuu , o yudu , o myebook e o calameo que permitem o carregamento e armazenamento de ficheiros em pdf e a criação de códigos html incorporado, o Calibre dá-n s a possibilidade de gerar ficheiros . epub . Exemplos ( 1 ) e ( 2 )
  42. 46. <ul><li>Ausência de espírito crítico </li></ul><ul><li>Redução da imaginação e criatividade </li></ul><ul><li>Alterações nas relações pessoais </li></ul><ul><li>Plágio </li></ul><ul><li>Questões éticas </li></ul><ul><li>Dificuldades de acesso à web </li></ul><ul><li>... </li></ul><ul><li>Conhecer: Projecto SeguraNet. </li></ul>
  43. 47. Como pode a BE desenvolver a sua acção para o desenvolvi-mento destas três literacias? Literacia tecnológica literacia da informação Literacia digital
  44. 48. Trata-se da capacidade de cada indivíduo compreender e usar a informação escrita contida em vários materiais impressos, de modo a atingir os seus objectivos, a desenvolver os seus próprios conhecimentos e potencialidades e a participar activamente na sociedade. Literacia da Informação
  45. 49. Esta expressão pretende designar o uso eficaz dos computadores, redes, telemóveis, etc e com a informação assim disponibilizada. Literacia digital
  46. 50. Literacia tecnológica Este tipo de literacia dirá respeito aos conhecimentos e competências básicas (bem como atitudes positivas) relativamente às tecnologias que levam as pessoas a lidar com elas de modo confiante no dia-a-dia.
  47. 51. Literacia e TIC Pensamento crítico e criativo Ética e responsabilidade Literacia tecnológica
  48. 52. <ul><li>O desenvolvimento de competências nesta área permite: </li></ul><ul><li>- Planear uma pesquisa sistemática e exaustiva/abrangente; </li></ul><ul><li>- Utilizar técnicas de pesquisa avançada para encontrar as informações mais relevantes; </li></ul><ul><li>Desenvolver estratégias para se manter actualizado na sua área temática; </li></ul><ul><li>(…) </li></ul>
  49. 53. - Avaliar criticamente as informações utilizando uma abordagem estruturada ; - Gerir o grande volume de informação encontrada ao longo da sua investigação ; - Apresentar a informação de forma eficaz ; - Compreender as questões jurídicas e éticas relacionadas com a recolha e utilização da informação.
  50. 54. A literacia da informação é um processo de aprendizagem pelo qual… … . se identifica uma necessidade ou se define um problema; … . se procuram recursos eficazes; … se reúne e consome informação; … se analisa e interpreta a informação; … se sintetiza e comunica com eficácia a informação e … se avalia o processo. 1
  51. 55. As competências da informação constituem ferramentas de aprendizagem ao longo da vida, induzindo o desenvolvimento cognitivo do aluno. A literacia da informação deve ser integrada transversalmente no currículo. As aprendizagens tornam-se mais significativas quando operacionalizadas de forma interdisciplinar e/ou ligadas a necessidades ou problemas da vida real. in CTAP Information Literacy Guidelines K-12 http://www.ctap4.org/infolit/
  52. 56. Neste domínio, acredita-se que o conhecimento que se tem do funcionamento de determinados equipamentos como o computador, o telemóvel, etc., bem como a sua utilização eficaz na procura e gestão de informação podem trazer ganhos enormes para a aprendizagem. Logo, também cabe à escola em geral e à BE em particular a promoção dessas competências. Iniciativas como o PTE têm procurado responder a este desafio.
  53. 57. À escola, aos educadores, à BE também cabe o papel de ajudar a compreender a tecnologia e avaliá-la de modo a que do seu uso se possam tirar os maiores benefícios. Pressupõe não só habilidades mas pensamento crítico na selecção daqueles que serão os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento das restantes literacias.
  54. 58. O conceito de Open Educational Resources (Recursos Educativos Abertos – REA ), surge pela primeira vez em 2002 (UNESCO). Trata-se de recursos orientados para o ensino, que se encontram ao abrigo de licenças que podem permitir a sua adaptação, utilização e partilha, como por exemplo Creative Commons License .
  55. 59. A diversidade de abordagens pedagógicas e perspectivas culturais diversas é um dos aspectos fundamentais dos REA, pelo que eles permitem novas formas de trabalhar em ambientes educacionais. Por outro lado, a expansão de ferramentas web 2.0 ( wikis , blogues, redes sociais,…) tem contribuído para o desenvolvimento dos REA, criando uma grande comunidade de partilha e entreajuda entre educadores, dos mais diversos pontos do Planeta. (Ver exemplo ). Para saber mais …
  56. 60. De que modo são estas questões importantes no contexto do processo de auto-avaliação da BE? - Coordenação da BE com as diferentes estruturas curriculares (A.1.1.) - ligação da BE ao PTE e outros programas e projectos de inovação pedagógica e formação (A.1.4.) - Colaboração da BE com os docentes na concretização de actividades curriculares desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos (A.1.6.)
  57. 61. - Promoção de ensino em contexto de competências de informação (A.2.2.) - Promoção de ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais (A.2.3.) - Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos (A.2.4.)
  58. 62. Recomenda-se a visualização da apresentação em diferentes tempos (primeiro uma parte, depois outra e outra, ao sabor do vosso tempo e curiosidade): Face ao apresentado e a todas as reflexões que esta apresentação suscitar, propõe-se que procurem encontrar respostas ás diversas questões colocadas e que, organizando essas respostas, produzam um texto de reflexão individual. Haverá uma segunda tarefa voltar ao Moodle para consultar.

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