Toxicologia Ambiental aula 5

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Toxicologia Ambiental aula 5

  1. 1. Ecotoxicologia
  2. 2.  Caracterização, entendimento e prognóstico dos efeitos deletérios de toxicantes de origem antropogênica (homem)  Estuda os efeitos tóxicos em uma população, comunidade e ecossistema, bem como medidas para conter ou tratar os danos
  3. 3.   Reconhecimento dos países à necessidade do desenvolvimento sustentável e de práticas de produção denominadas “VERDES” Resíduos
  4. 4. Toxicologia Ecologia Matemática Epidemiologia Farmacologia Bioquímica Química Analítica
  5. 5.  Distribuição;  Bioacumulação;  Biomagnificação de poluentes no ambiente
  6. 6.  Local onde se encontra determinado poluente, o que inclui organismos, ambiente externo (água, solo)
  7. 7.   Remete-se a absorção do agente tóxico Lipossolubilidade Absorção
  8. 8.  Acúmulo do toxicante em diferentes níveis, pela transferência de organismos menores para maiores
  9. 9.  Adaptabilidade ao toxicante – característica fisiológica, mas..... Exposição absorção/acumulo Processo patológico Danos ao tecido Doença Morte célula alvo Adaptação reprodução/crescimento efeitos na população
  10. 10.  A toxicidade varia de acordo com tempo de concentração, com efeitos: Efeitos Agudos Causados pela rápida exposição a altas concentrações  São os mais perigosos EX. exposição ao cianeto
  11. 11. Efeitos Crônicos Exposição prolongada  Concentrações baixas Resulta em acumulação Principais focos de estudo na ecotoxicologia
  12. 12. 1950 – baía de Minamata Fabricação de PVC com mercúrio Descarte na baía - contaminação dos peixes  Pesca – contaminação do homem( SNC) Milhares de morte
  13. 13.  Caracterizado por testes que fornecem dados científicos  Estabelece limites de segurança  Utiliza a avaliação da toxicidade  Baseia-se em mais de um modelo experimental
  14. 14.  Após a avaliação.........segue..... O gerenciamento do risco Estuda as soluções e elabora um plano para minimização do risco  No Brasil......
  15. 15.  IBAMA – Estabelece o PPA (Potencial de Periculosidade Ambiental) que avalia:  Características fisico-químicas Comportamento ambiental Toxicidade em organismos-modelo Genotoxicidade, embiofetotoxicidade, carcinogenicidade   
  16. 16.      Para avaliação da toxicidade no ambiente, são realizados testes com organismos vivos: Verificando... Parâmetros bioquímicos Mudanças reprodutivas Mudanças comportamentais Difícil extrapolação entre as espécies....
  17. 17.  Definidos como uma resposta biológica a um ou mais compostos químicos que fornecem dados sobre a exposição e aos efeitos tóxicos.  A escolha do Biomarcador deve levar em consideração: Organismo estudado Resposta em função da concentração poluente Facilidade de medida Especificidade da resposta    
  18. 18. Biomarcador Organismo Poluente Inibição da Colinesterase Peixes, moluscos Pesticidas Indução do P450 Peixes Dioxinas Inibição da ALA-D Peixes Chumbo Indução da vitelogenina Peixes jovens e machos Subs. Estrogênicas
  19. 19. Ecotoxicologia
  20. 20.  Substância ou preparação destinada a higienização ou desinfecção de ambientes coletivos ou públicos Fazem parte da lista  1 – Sabões e detergentes  2 - Desinfetantes  3 – Agentes de limpeza  4 – Inseticidas  5 – Raticidas domésticos  6 – Repelentes domésticos
  21. 21. Agente tóxico Número de casos % Medicamentos 18.824 28,27% Domissanitários 5.786 9% Animais peçonhentos 5.689 9% Produtos químicos industriais 4.744 7% Agrotóxicos 4.135 6% Total 66.584 100%
  22. 22.  Sabões são sais de ácidos graxos produzidos a partir de gorduras naturais ou óleos.  Em casos de ingestão pode ocorrer: Distúrbios digestivos Vômito Diarreia Cólicas    
  23. 23.  Produtos destinados a destruir microorganismos, quando aplicados em ambientes  A maioria são agentes liberadores de cloro       Podem apresentar: Irritação da pele Lesões na mucosa digestiva Disfagia Náuseas e vômitos Confusão mental e delírios – mais raros
  24. 24.  Finalidades bastantes variadas, por isso formulações diversas Ácidos Desentupidores - Ácido sulfúrico Higiene de piscinas - Hipoclorito de sódio Polidores de móveis – Ácido fosfórico  Dor após ingestão, sangue com restos de mucosa (borra de café), febre, inalação gera tosse, dispneia, edema pulmonar 
  25. 25. Álcalis Ao contrário dos ácido gera lesão profunda – necrose de liquefação  Limpadores de forno – hidróxido de sódio  Desentupidores – hidróxido de potássio  Soluções de limpeza – Carbonatos Lesões graves, edema e inflamação da boca, demais efeitos dos ácidos 
  26. 26.  Usado em plantas do jardim ou vaso Derivado de organofosforados Agentes colinérgicos  Síndrome muscarínica  
  27. 27. Raticidas de dose múltipla Mais usados, ingestão contínua, menor risco para o homem – Anticoagulantes  Raticidas de dose única Fluoroacetato de sódio – proibido para residências 
  28. 28.  Mais usado – Naftalina  Não representa riscos, a não ser utilizado em grande quantidades – náuseas, cólicas
  29. 29.  Vegetais Beladonados Aguadeira, trombeteira, manto-de-cristo, rainha-da-noite, erva-do-diabo, figueira-doinferno, dama-da-noite, tomatinho Ação anticolinérgica: midríase, rubor na face, taquicardia, agitação, xerostomia, alucinações
  30. 30.  Irritantes Comigo-ninguém-pode, imbé, tinhorão, filodendro, banana-de-macaco Ação mecânica irritativa, edema de lábios (ingestão), dor na língua e palato, afonia
  31. 31.  Distúrbios sistêmicos Espirradeira, loandro, loureiro-rosa, chapeu-denapoleão Todas as suas partes são tóxicas Presença de glicosídios cardíacos Diarreia muco-sanguinolenta Tontura, midríase
  32. 32. Ecotoxicologia
  33. 33.  Utópico imaginar a atmosfera livre de contaminantes  Dessa forma o objetivo da TA é conhecer os agentes tóxicos e realizar um controle eficaz prevenindo os danos a população
  34. 34.  O número de produtos de transformação é maior que seus originais, dificultando o estudo  Existe um grande número de populações expostas a produtos ainda não conhecidos
  35. 35. Naturais: Vulcânica, incendios florestais, maré vermelha,  Antropogênica: Doméstica e urbana: esgoto, lixo, veículos Industrial: efluentes Agropecuária: fertilizantes, praguicidas, queimada 
  36. 36.  1952 – Londres Baixa temperatura + emissões de veículo a diesel concentrações de SO2 3500 mortes
  37. 37.  Fixas Móveis     Ex. São Paulo – ocupa 0,1% do território nacional 1/6 do PIB 2000 indústrias Frota 7,3 milhões  Diesel > Gasolina > Álcool
  38. 38. Agudos Lacrimejamento, diminuição da capacidade física, dificuldade de respirar  Crônicos Alteração da acuidade visual, asma, enfisema e câncer pulmonar, doenças cardiovasculares  Crianças, idosos, gestantes – maior risco
  39. 39.  Monitorização recente – 1970  Verifica a qualidade do ar (decretos)  Papel de cada estado – SP(Cetesb)
  40. 40.  Bioindicadores do ar Líquens, musgos e folhas de vegetais São analisados aspectos comportamentais ou acumulo de substâncias
  41. 41.  Biomonitoramento humano Tem o objetivo de avaliar a exposição e o risco Caracterizado pela determinação do agente poluente em amostras biológicas

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