Medidas da Saúde Coletiva aula 6

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Medidas da Saúde Coletiva aula 6

  1. 1. MEDIDAS DA SAÚDE COLETIVA Prof. Eloi Lago
  2. 2. Por que realizar medidas da saúde?   Saúde expressa qualidade de vida Assim... mensurar a saúde significa promover qualidade de vida
  3. 3. Importância   A quantificação de variáveis populacionais é uma importante etapa da promoção da saúde. Segundo a Constituição Federal 1988: Art 3° - (...), a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer, o acesso aos bens e serviços essenciais.“ São as causas do binômio saúde-doença, assim A Epidemiologia surge como o instrumental científico capaz de analisar os diversos componentes desta rede causal.
  4. 4. Histórico - Ontem  As estatísticas de saúde surgiram primeiramente como uma forma de registrar e identificar os problemas de saúde das comunidades, visando controlar as doenças e os doentes, controle que melhoraria a organização das cidades, a produção econômica e o resguardo das classes sociais mais abastadas. As estatísticas apontavam grupos e áreas de risco, levando à exclusão social aqueles que se encontrassem doentes
  5. 5. Hoje  Com a evolução do conceito de saúde e a compreensão de promoção da saúde, as estatísticas de saúde passaram a estar lado a lado com a discussão social e clínica. Tomou-se claro que os números não valeriam de nada sem a compreensão de que a saúde depende de condições sociais.
  6. 6. Tendo em vista estes pressupostos...      Os indicadores de saúde se tornam construções estatísticas que permitem: 1 - Avaliar o estado de saúde das populações 2 - Propor ações destinadas a melhorá-Ia, mantê-Ia e/ou prevenir as doenças e suas complicações 3 - Planejar, administrar e avaliar as ações de saúde; 4 - São um instrumento indispensável na concepção do Sistema Único de Saúde no Brasil e, portanto, na promoção do bem-estar de toda a população.
  7. 7. Como funciona....   Medir saúde é uma tarefa complicada, tendo em vista as dificuldades de conceituá-la, de acompanhá-Ia e de sistematizar parâmetros para estas definições. Por esta razão a Epidemiologia opta por medir a saúde de forma indireta, pela não-saúde, ou seja, pela ocorrência de doenças e de mortes
  8. 8. Formas de medidas  Valores absolutos  Valores relativos
  9. 9. Valores absolutos   São indicadores de saúde construídos estatisticamente com valores numéricos absolutos. Por exemplo, número de casos de AIDS, número de gestantes, etc. Estado Casos de Dengue Roraima 562 Amazonas 296 São Paulo 3697 Pará 482 Espírito Santo 11427
  10. 10. Valores Relativos     São indicadores de saúde construídos estatisticamente a partir da relação entre dois fatos ou eventos. Sua maior importância reside em permitir comparações e levantamento de prioridades Se dividirmos o numero de casos pela população temos: Pará – 7,3 para 100.000 Roraima – 157,3 para 100.000
  11. 11. Principais indicadores  Taxa de Mortalidade  Taxa de Prevalência  Taxa de Incidência  Taxa de Letalidade  Taxa de Morbidade
  12. 12. Taxa de Mortalidade  Os coeficientes de mortalidade medem a probabilidade que qualquer pessoa da população tem de morrer, em determinado local e ano Numero de obitos totais no tempo X e lugar Y População total Taxas elevadas podem estar associadas a baixas condições socioeconômicas ou refletir elevada proporção de pessoas idosas na população total.
  13. 13. Taxa de Mortalidade  È utilizado para avaliar o estado sanitário de áreas determinadas
  14. 14. Coeficiente de Mortalidade por Causas   É o risco que uma pessoa de determinada população tem de morrer por uma determinada doença (sarampo, diabetes...), ou por agrupamentos de causas (doenças do aparelho digestivo, neoplasias...). No total de mortos por uma causa População na mesma área
  15. 15. Taxa de Prevalência  Índica a relação entre o número de casos existentes de uma dada doença e a população, num determinado período de tempo, independente de serem casos novos ou antigos. No Casos conhecidos de uma doença x 10n População
  16. 16. Taxa de Prevalência  No Brasil, no ano de 1996, foram registrados 17.775 novos casos de AIDS e já estavam em tratamento 109.168. Com uma população estimada em 157 milhões qual a prevalência da AIDS em 1996?
  17. 17. Taxa de Incidência  Mede a frequência de casos novos de tal doença em determinado local e tempo. No de casos de uma doença em determinada comunidade em certo período de tempo No de pessoas expostas ao risco de adquirir a doença no referido período
  18. 18. Taxa de Incidência  Qual é a taxa de Incidência de AIDS em 1996 no Brasil?
  19. 19. Taxa de Incidência
  20. 20. Resolução
  21. 21. Tente de novo!!
  22. 22. Taxa de Incidência
  23. 23. Taxa de Letalidade   Mede o risco de morrer nas pessoas doentes; avalia a capacidade que uma determinada doença possui, de provocar a morte em indivíduos acometidos por ela - mede, em outras palavras, a gravidade da doença. Dos 120 casos de cólera na região norte do Brasil 63 morreram, qual a taxa de letalidade?
  24. 24. Taxa de Letalidade
  25. 25. FIM

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