O CEGO E O PUBLICITÁRIO
Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco: “ Por f...
Um publicitário, da área de criação; que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné.  Sem pedir licenç...
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de nota...
O cego reconheceu as pisadas do publicitário e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo queren...
O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “ Hoje é primavera em Paris, e eu ... não posso vê-la”
Sempre é bom mudarmos de estratégia quando nada nos acontece.
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Uma anedota em Paris

  1. 1. O CEGO E O PUBLICITÁRIO
  2. 2. Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco: “ Por favor, ajude-me, sou cego”
  3. 3. Um publicitário, da área de criação; que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
  4. 4. Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas.
  5. 5. O cego reconheceu as pisadas do publicitário e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito. O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho.
  6. 6. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “ Hoje é primavera em Paris, e eu ... não posso vê-la”
  7. 7. Sempre é bom mudarmos de estratégia quando nada nos acontece.

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