Cobam aula 01 (03 de agosto 2015)

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Cobam aula 01 (03 de agosto 2015)

  1. 1. PATROCINADOPELA ORDEMDE PASTORES BATISTAS MISSIONÁRIOS (ORPABAM) “Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo” (Pv.3:27) Curso de Capelania Hospitalar – Módulo AvançadoCurso de Capelania Hospitalar – Módulo Avançado
  2. 2. Atividades complementares para 20hs aulasAtividades complementares para 20hs aulas 1. Visitar um ou mais enfermos (em casa ou hospitalizado) e apresentar relatório em até 04 folhas - individual ou em dupla (à dispor o De Ávila nas segundas às 11hs, e quintas 16:30 na UTI) 2. Escolher um ou mais temas abordados no livro “UM OMBRO AMIGO” e escrever seu comentário em que será positivo a prática no contexto de solidariedade
  3. 3. 1ª aula: A Solidariedade, Seriedade e Profissionalismo na visita ao doente “.... Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo... Estava doente, e cuidaram de mim... Quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram” (Mt.25:34-40 – NTLH) Perguntaserespostas... Fiquem avontade quando desejar
  4. 4. SSolidariedade, SSeriedade e PProfissionalismo? Definições: Apreciações e opiniões
  5. 5. O que é Capelania Hospitalar Cristã?O que é Capelania Hospitalar Cristã? O apoio espiritual ao enfermo e família
  6. 6. O que é Entendemos que o apoio espiritual deve ser aquele que põe o paciente em harmonia com Deus e consigo mesmo Entendemos que há diferenças entre apoio: 1.1. ReligiosoReligioso 2.2. EspiritualEspiritual 3.3. ClínicoClínico 4.4. FamiliarFamiliar 5.5. EmocionalEmocional
  7. 7. O que é Entendemos também que há diferença: 1. O apoio do pastor 2. E o apoio do capelão O pastor cuida de um rebanho, o capelão não tem rebanho (ou seja, seu rebanho está fora do templo – (Jô 10:16)
  8. 8. O que é Existem conhecimentos que, qualquer pessoa que pretenda fazer visitação hospitalar precisa ter, para efetuar essa visitação com eficiência. Sem esses conhecimentos, a visita poderá não alcançar o objetivo desejado, e poderá, até mesmo, se tornar prejudicial para o doente.
  9. 9. A Capelania Hospitalar é o “Exercício doA Capelania Hospitalar é o “Exercício do Ministério da MisericórdiaMinistério da Misericórdia •Ovelhas fora do rebanho: Uma missão da Igreja é ir buscar •Todos são chamados e responsabilizados a fazer algo que lhe toque no Reino de Deus •Vejamos estes textos: (Pv. 24:11; Ecl. 4:1; Sl.94:6; Is.58:6-11; Jô 10:16; 27-29) •São ovelhas fora do pastoreio e do rebanho Fé sem atitudes é morta (Tg 2: 14-26)
  10. 10. 1. Causas:1. Causas: endógenas (hereditárias)endógenas (hereditárias) exógenas: (comportamentais e acidentais)exógenas: (comportamentais e acidentais) 2. Consequências:2. Consequências: Pessoais e coletivasPessoais e coletivas 3. O que fazer?3. O que fazer? Imediato e constanteImediato e constante
  11. 11. A recompensa...A recompensa... ““Na tua cumprida viagem teNa tua cumprida viagem te cansaste; contudo não disseste:cansaste; contudo não disseste: não há esperança, achaste comnão há esperança, achaste com que renovar as tuas forças por issoque renovar as tuas forças por isso não enfraqueceste”não enfraqueceste” (Is.57:10)
  12. 12. O procedimento doO procedimento do visitadorvisitador
  13. 13. A pessoa do visitador 1. Ao visitar o paciente, as mãos devem estar limpas e não se deve deixar impressionar por sua situação ou enfermidade. 2. Deve estar bem fisicamente. Se o visitador estiver doente pode contaminar o paciente. também estar bem emocionalmente. Se estiver estressado, deprimido ou alterado psicologicamente irá a afetar o paciente
  14. 14. A pessoa do visitador 1. Procurar visitar em horários adequados ao doente, respeitando as limitações dele. Posicionar-se adequadamente ao paciente, e ter o cuidado para não tropeçar nos instrumentos. 2. Evitar falar com ele muito próximo, para não salivar. Com a aproximação da equipe de saúde, para procedimentos, deverá o visitador deixar o local. Evitar fazer visitas longas, o paciente cansa facilmente.
  15. 15. A pessoa do visitador 1. É mister a simplicidade e delicadeza. Não esquecer que a dor torna a pessoa mais sensível. No momento oportuno, a ocasião certamente aparecerá; amando o paciente, ele, se desejar, contará sua história. Por isso, não deve fazer tantas perguntas, mas saber escutar. 2. Não cobrar do paciente que ele tenha fé para ser curado, ou, prometer a cura divina, para não provocar sentimentos de culpa nele, ou até alguma reação mais forte... Seja feito segundo...
  16. 16. A pessoa do visitador 1. Evitar levar crianças. Não levar flores, por que também são agentes transmissores de doenças. Não fazer perguntas com relação a sua doença e não dá seu parecer pessoal. 2. Converse num tom natural e não cochiche com outras pessoas.
  17. 17. A pessoa do visitador 1. Nada de visitas protocolares, formais, rígidas. É melhor não ir visitar os pacientes se não se é capaz de estender a mão, de sorrir largamente, de abrir de par em par as portas do coração. 2. Alguém pode interrogar: “Que posso dizer a ele?” Procurar o bom senso. Há momentos que o mais recomendável é saber sorrir. É tão fácil: sorria, por favor. Pode existir uma ponte mais segura que o sorrir?
  18. 18. A pessoa do visitador 1. Quando se tornarem confidentes, preocupar-se com problemas do enfermo, evitando dizer: “Mas eu também tive isso ou aquilo”. 1. Se o paciente concordar que se faça uma prece, não elevar muito a voz, não ser prolixo, e lembrar que você está no hospital e não numa igreja.
  19. 19. A pessoa do visitador 1. O visitador hospitalar tem uma responsabilidade muito grande ao manter contato com os pacientes, pois são vidas que estão abertas para receber o que ele tem para dar. 2. O mais importante é a sua doação de AMOR. Como bem está na Bíbçlia: “Ainda que eu fale a língua dos anjos e dos homens, se não tiver amor, nada serei”. (1Cor.13)
  20. 20. A pessoa do visitadorA pessoa do visitador 1. Lembre-se que o Hospital é uma empresa diferenciada de qualquer outra. 2. Os erros cometidos podem trazer sequelas irreparáveis.
  21. 21. Assistência espiritual Considere dois tipos de pacientes-alvo 1. O que já é crente evangélico: Consolo e fortificação espiritual na Palavra de Deus, sem questionar aspectos doutrinários 2. O que ainda não é crente evangélico: Consolo, empatia sem esquecer que ele necessita conhecer o “Dom” de Deus
  22. 22. Assistência espiritual Considere dois tipos de visitador: 1. O que é um capelão, pastor ou profissional de saúde. Destes se esperam postura e atitudes mais exigentes, conhecer os direitos do paciente 1. O que é um voluntário com um chamado no coração. Deste se espera flexibilidade com o coração sensível à escuta Ambos os grupos necessitam utilizar a Solidariedade, a Seriedade e o Profissionalismo com fim de manter a porta aberta
  23. 23. Três tipos de abordagens evangelística 1. Conheça a potencialidade religiosa da pessoa: Suas crenças, seus mitos, suas dúvidas devem ser respeitados. Respeite o enfermo 2. Conheça-se a si mesmo: Não massageie seu ego, seja amoroso, comece sempre concordando ou compreendendo. Recuse tirar vantagem para si 3. Singularidade na exposição da palavra: Utilize textos que falam do amor de Deus em Cristo, mas seja sensível ao estado físico e emocional do doente
  24. 24. Seja gentil Deixe as portas abertas para outras pessoas 1. Utilize literatura específica e própria para a visitação 2. Seria bom deixar um cartão de visita, no qual contenha uma mensagem de conforto 3. Não dê parecer médico ao enfermo
  25. 25. Estratégias em níveis diferentes 1. Uma é a estratégia para visitação de adultos, outra é para crianças, outra para idosos, outra para portadores de deficiência, etc. 2. São dois os tipos de hospitais: públicos e privados, com suas especializações
  26. 26. A fé é fundamental no processo da cura Questionário de Eleny Vassão, revela que quando ficou doente pensou: 1. No médico – 9% 2. Em Deus – 73% 3. Em si, negócios e família -13% 4. Noutras coisas – 5%
  27. 27. A fé é fundamental no processo da cura Quando se viu doente e internado: 1. Sentiu mais necessidade de orar – 80% 2. Não sentiu necessidade de orar – 19% 3. Ficou indiferente – 1%
  28. 28. A fé é fundamental no processo da cura Durante sua doença: 1. Sentiu necessidade de assistência espiritual – 70% 2. Não sentiu necessidade – 19% 3. Ficou indiferente – 11%
  29. 29. A fé é fundamental no processo da cura Para você quem cura a doença é: 1. O médico com a medicina – 6% 2. Deus, pela oração do paciente – 17% 3. O médico com ajuda de Deus – 77%
  30. 30. Obrigado! A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra (Pv.12:25)
  31. 31. Consultas bibliográficas sugeridas 1. ADAMS, Jay E. Conselheiro Capaz. São Paulo. Editora Fiel Ltda, 1977. 2. BALDESSIM, Anísio. Como Fazer Pastoral da Saúde. São Paulo. Edições Loyola, 2000. 3. PAEGLE, Pr. Ademar. Apostila do Curso de Capelania. 4. RUDIO, Franz Victor. Orientação Não-Diretiva na Educação, no Aconselhamento e na Psicoterapia. Rio de Janeiro. Editora Vozes, 13ª Edição, 1999. 5. YOUNG, Jack.Cuidados Pastorais em Hora de Crise. São Paulo. Juerp, 1988. 6. ROCHA, P. Alberto. Manual da Comunicação com os Doentes. Petrópolis, 1983.
  32. 32. Consultas bibliográficas sugeridas 1. AITKEN, Eleny Vassão de Paula. No Leito da Enfermidade. São Paulo. 3a Edição, 1977. 2. AITKEN, Eleny Vassão de Paula. No Leito da Enfermidade. São Paulo, 2a edição. 3. WHITE, John e Ken Blue, Restaurando o Ferido. São Paulo, Editora Vida. 4. KUSHNER, Harold. Quando coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas. São Paulo, Nobel. 5. FERREIRA, Damy e ZITI, Lizwaldo Mário – Capelania Hospitalar Cristã. São Paulo, SOCEP, 2002. 6. Coleção de Pensamentos de Sabedoria – A Essência do: “Riso”, da: “Vitória”, da: “Vida”, do: “Otimismo” da: “Palavra”, do: “Pensamento”. Editora Martin Claret Ltda., São Paulo
  33. 33. Aulas e consultas no site:Aulas e consultas no site: www.psicologialinaldo.com.br e-mail: j.Linaldo@uol.com.br F: 99841.5265 (Tim) / 99172.880 (Oi) 3327.5629 (Res)

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