Pedi obtereis

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  • Explicar o lado cientifico. Perder o carater místico.

    O alvo da prece não é mais a obtenção de uma graça, de um favor, mas sim da elevação da alma e o relacionamento desta com as potencias superiores.

    Vamos ver que a prece é o fio luminoso que liga os mundos.

    Ter mais noção do instrumento fabuloso que possuimos e muitas vezes usamos incorretamente, sem tirar partido de toda a sua força.
  • Suplica: pedido

    Louvar: não significa bajular a Deus, pois isso seria uma vaidade. E Deus não precisa disso. Louvar no sentido do reconhecimento da sua grandeza.

    Pedir: que somos eximios. Podemos pedir por nos ou pelos outros.

    Agradecer: de vital importancia. Agradecer pelas pequenas e grandes coisas
  • Com recolhimento. Não é preciso ser em igrejas, sinagogas, nas ruas para serem vistos pelos homens. Aquele que busca o reconhecimento do homem (âmbito social) está a ter sua recompensa agora e não vai ter o reconhecimento de Deus. Pois a sua adoração era apenas para se mostrar.
    Não quer dizer que precisamos estar reservados, isolados, para orar. Significa apenas sermos humildes (não nos coloccando em evidencia), sinceros.


    Há uma passagem no evangelho de mateus que Jesus nos ensina que quando formos orar e lembrarmos que temos alguma coisa contra um irmão ou vice-versa, devemos deixar o altar e ir renconciliar com o irmão e depois voltar.E nisso Jesus ensina que o sacrifício mais agradável a Deus é antes de pedir a Deus o perdão, o homem já tenha perdoado e pedido perdão aos seus irmãos. Só assim com o coração despurgad de todo pensamento mau, a sua prece será ouvida.
    No slide anterior, vimos que a questao 659 do LE diz que a prece é um ato de adoração. Como podemos adora-lo em verdade e em espirito, com magoa, ressentimento, se Jesus nos ensina que devemos amar ao proximo como a nos mesmos?



    -
  • Ainda somos espiritos imperfeitos.. Que erram... Ainda temos sentimentos menos bons.. Mas se na nossa prece estiver recheada de arrependimento e humildade, com certeza será ouvida por Deus.
  • Ainda somos espiritos imperfeitos.. Que erram... Ainda temos sentimentos menos bons.. Mas se na nossa prece estiver recheada de arrependimento e humildade, com certeza será ouvida por Deus.
  • Há quem conteste a eficácia da prece, com fundamento no princípio de que, conhecendo Deus as nossas necessidades, inútil se torna expor-lhas. E acrescentam os que assim pensam que, achando-se tudo no Universo encadeado por leis eternas, não podem as nossas súplicas mudar os decretos de Deus.

    Nos colocamos numa posição de submissão em relação a Deus Essa atitude de humildade dará condições ao nosso Espirito de receber as boas influencias provindas de Deus. Inspirações que nos levarão a vencer com mais tranquilidade e esperança as dificuldades.

    Sem dúvida alguma, há leis naturais e imutáveis que não podem ser ab-rogadas ao capricho de cada um; mas, daí a crer-se que todas as circunstâncias da vida estão submetidas à fatalidade, vai grande distância. Se assim fosse, nada mais seria o homem do que instrumento passivo, sem livre-arbítrio e sem iniciativa. Nessa hipótese, só lhe caberia curvar a cabeça ao jugo dos acontecimentos, sem cogitar de evitá-los; não devera ter procurado desviar o raio.
    Deus não lhe outorgou a razão e a inteligência, para que ele as deixasse sem serventia; a vontade, para não querer; a atividade, para ficar inativo. Sendo livre o homem de agir num sentido ou noutro, seus atos lhe acarretam, e aos demais, consequências subordinadas ao que ele faz ou não. Há, pois, devidos à sua iniciativa, sucessos que forçosamente escapam à fatalidade e que não quebram a harmonia das leis universais, do mesmo modo que o avanço ou o atraso do ponteiro de um relógio não anula a lei do movimento sobre a qual se funda o mecanismo. Possível é, portanto, que Deus aceda a certos pedidos, sem perturbar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, subordinada sempre essa anuência à sua vontade.
  • Como crianças mimadas, pedimos coisas que não serão concedidas, pois não é necessário para nós.

    Deus sempre nos atende os pedidos. Esse atendimento é conforme a nossa real necessidade e merecimento. E na medida que nossos pedidos não vivem à satisfação de meros caprichos ou futilidades.
  • O que Deus lhe concederá sempre, se pedir com confiança, é a coragem, a paciência, a resignação. Também lhe concederá os meios de se tirar por si mesmo das dificuldades, mediante idéias que fará lhe sugiram os bons Espíritos, deixando-lhe dessa forma o mérito da ação.

    Ele assiste os que se ajudam a si mesmos, de conformidade com esta máxima: "Ajuda-te, que o Céu te ajudará"; não assiste, porém, os que tudo esperam de um socorro estranho, sem fazer uso das faculdades que possui. Entretanto, as mais das vezes, o que o homem quer é ser socorrido por milagre, sem despender o mínimo esforço.

    Podemos pedir pela nossa saude do corpo, mas não adianta pedir saude se diariamente colocamos em risco, pelos vicios fisicos (alcoolismo, gula, drogas, vida sedentária) e pelos vicios morais (inveja, ciume, orgulho, vaidade). Não adianta pedir um emprego se não corremos realmente atrás, e continuarmos a sempre arranjar desculpas.
  • Demonstra bem o que a prece pode fazer por nós.

    Luz da serenidade
  • As preces feitas a Deus escutam-nas os Espiritos incumbidos da execução de suas vontades; as que se dirigem aos bons Espiritos são reportadas a Deus

    O Espiritismo nos faz compreender a ação da prece, ao explicar a forma de transmissão do pensamento, seja quando o ser a quem oramos atende ao nosso apelo, seja quando o nosso pensamento eleva-se a ele.
    Quando nos colocam em prece, nossas energias se elevam quanto mais elevado for a natureza dos sentimentos, nossa prece sera captada pelos Espiirtios encarregados das execucoes da vontade de Deus.

    Aqui vamos ver a importancia do teor da vibração, do sentimento e da sinceridade.

    Quando oramos e nos queixamos, com rancor, onde será que as nossas preces serao ouvidas?


  • Todos os seres, todos os mundos estão banhados nesse elemento, assim como nos o estamos na atmosfera terrestre.

    Para se compreender o que ocorre nesse caso, é necessário imaginar os seres, encarnados e desencarnados, mergulhados no fluido universal que preenche o espaço, assim como na Terra estamos envolvidos pela atmosfera.


  • Esse fluido é impulsionado pela vontade, pois é o veículo do pensamento, como o ar é o veículo do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, enquanto as do fluido universal se ampliam ao infinito.
    Quando a pedra fende as águas, vê-se as ondulações concêntricas. Assim também o fluido universal vibra pelas nossas preces e pelos nossos pensamentos.

    Quando, pois, o pensamento se dirige para algum ser, na terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.

    A mente que ora permanece em movimentação na esfera invisível.

    Desta forma, é assim que o Espiritos ouvem as nossas preces/pensamentos seja o lugar onde se encontrem; é assim que eles se comunicam entre si; e que nos transmitem suas inspirtações.
  • O nosso pensamento quando é atuado por grande força de impulsão, por uma vontade perseverante, vai impressionar as almas a distancias incalculáveis. Uma corrente fluídica se estabelece entre umas e outras e permite que os espiirtos elevados nos influenciem e respondam aos nossos chamados. Também sucede o mesmo com os espíritos sofredores. Atenuando suas magoas e tristezas. É flecha luminosa.

  • Um homem, por exemplo, sente a sua saúde arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta, até o fim dos seus dias, uma vida de sofrimento. Tem o direito de queixar-se, se não conseguir a cura? Não, porque poderia encontrar na prece a força para resistir às tentações.

    Precisamos de fé para não nos deixar levar pelos problemas, para ter/sentir esperança e motivação, acreditando que dias melhores virão e que Deus não nos abandona e não nos dá peso maior do que aquilo que conseguimos sustentar
  • Se dividirmos os males da vida em duas categorias, sendo uma a dos que o homem não pode evitar, e outra a das atribuições que ele mesmo provoca, por sua incúria e pelos seus excessos. (Ver cap. V, nº 4), veremos que esta última é muito mais numerosa que a primeira. Torna-se pois evidente que o homem é o autor da maioria das suas aflições, e que poderia poupar-se, se agisse sempre com sabedoria e prudência.

    É certo, também, que esses males resultam das nossas infrações às leis de Deus, e que, se as observássemos rigorosamente, seríamos perfeitamente felizes. Se não ultrapassássemos os limites do necessário, na satisfação das nossas exigências vitais, não sofreríamos as doenças que são provocadas pelos excessos, e as vicissitudes decorrentes dessas doenças. Se limitássemos as nossas ambições, não temeríamos a ruína. Se não quiséssemos subir mais alto do que podemos, não recearíamos a queda. Se fossemos humildes, não sofreríamos as decepções do orgulho abatido. Se praticássemos a lei de caridade, não seríamos maledicentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaríamos as querelas e as dissensões. Se não fizéssemos nenhum mal a ninguém, não teríamos de temer as vinganças, e assim por diante.
  • Admitamos que o homem nada pudesse fazer contra os outros males; que todas as preces fossem inúteis para livrar-se deles; já não seria muito, poder afastar todos os que decorrem da sua própria conduta? Pois bem: neste caso concebe-se facilmente a ação da prece, que tem por fim atrair a inspiração salutar dos Bons Espíritos, pedir-lhes a força necessária para resistirmos aos maus pensamentos, cuja execução pode nos ser funesta.

    homem se encontra então na posição de quem solicita bons conselhos e os segue, mas conservando a liberdade de segui-los ou não. Deus quer que assim seja, para que ele tenha a responsabilidade dos seus atos e para lhe deixar o mérito da escolha entre o bem e o mal. É isso o que o homem sempre receberá, se pedir com fervor, e ao que se podem sobretudo aplicar estas palavras: “Pedi e obtereis”.
  • Se a prece exerce uma espécie de ação magnética, podemos supor que o seu efeito estivesse subordinado à potência fluídica. Entretanto, não é assim. Desde que os Espíritos exercem esta ação sobre os homens, eles suprem, quando necessário, a insuficiência daquele que ora, seja através de uma ação direta em seu nome, seja ao lhe conferirem momentaneamente uma força excepcional, quando ele for julgado digno desse benefício ou quando isso possa ser útil.

    Deus ignora a prece do homem de má vida?
    Não, porque dEus ouve e acolhe a todos os seus fillhos, sem distinção.
    E se o homem estiver a pedir forças para lutar contra o que há de ruim nele? Deus ouvirá certamente,
  • Mas que importaria estarem reunidos em grande número, se cada qual agisse isoladamente e por sua própria conta? Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma aspiração comum, orarão como verdadeiros irmãos em Deus, e sua prece terá mais força do que a daquelas cem. (Ver cap. XXVIII, nº 4 e 5 )

    A prece feita em comum é um feixe de vontades, de pensamentos, de harmonia que se dirige mais poderosamente ao seu alvo. Pode adquirir uma força irresistível, abalando as massas fluídicas.

  • A prece só tem valor pelo pensamento que a informa. Ora, é impossível ligar um pensamento àquilo que não se compreende, pois o que não se compreende não pode tocar o coração. Para a grande maioria, as preces numa língua desconhecida não passam de mistura de palavras que nada dizem ao espírito. Para que a prece toque o coração, é necessário que cada palavra revele uma idéia, e se não a compreendermos, ela não pode revelar nenhuma. Podemos repeti-la como simples fórmula, cuja virtude estará apenas no menor ou maior número das repetições. Muitos oram por dever, alguns, mesmo, para seguir o costume; eis porque eles se julgam quites com o dever, depois de uma prece repetida por certo número de vezes e segundo determinada ordem. Mas Deus lê no íntimo dos corações; perscruta o nosso pensamento e a nossa sinceridade; e considerá-lo mais sensível à forma do que ao fundo seria rebaixá-lo. (Ver cap. XXVIII, nº 2)
  • Bordão de arrimo = protege/amparo
  • Incuria= desleixo
  • Prerrogativa indebita=vantagem sem razão
  • Outorga=aprovação
  • inextricável = de onde não se pode sair

  • Preces prontas
    Os Espíritos não prescrevem nenhuma fórmula absoluta de preces, e quando nos dão alguma, é para orientar as nossas idéias, e sobretudo para chamar a nossa atenção sobre certos princípios da doutrina espírita. Ou ainda com o fim de ajudar as pessoas que sentem
    dificuldades em exprimir suas idéias, pois estas não consideram haver realmente orado, se não formularam, bem os seus pensamentos
  • E somente assim pode atingir o seu objetivo, pois, de outro modo não passa de palavrório. Veja-se,
    entretanto, com que distração e volubilidade elas são proferidas, na maioria das vezes.
    Percebemos que os lábios se agitam mas, pela expressão fisionômica e pela própria voz,
    percebe-se que um ato maquinal, puramente exterior, de que a alma não participa.
  • Pedi obtereis

    1. 1. Rebelva, 24 de Fevereiro de 2016
    2. 2. ◦ Conceitos ◦ Qualidades da prece ◦ Eficácia da prece ◦ Ação da prece ◦ Transmissão do pensamento ◦ Preces inteligíveis ◦ À Luz da Oração ESE Cap. XXVII itens 1 a 17
    3. 3. ◦ Súplica dirigida a Deus; oração. "prece", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013 ◦ A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele. Há três coisas que podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir, agradecer.” O Livro dos Espíritos – Q. 659
    4. 4. ◦ A prece não é movimento mecânico de lábios, nem disco de fácil repetição no aparelho da mente. É vibração, energia, poder. A criatura que ora, mobilizando as próprias forças, realiza trabalhos de inexprimível significação. Missionários da Luz – André Luiz | Chico Xavier ◦ Recurso valioso para todo momento ou necessidade, a oração encontra-se ao alcance de quem deseja paz e realização, alterando para melhor os fatores que fomentam a vida e facultam o seu desenvolvimento. A oração é o instrumento pelo qual a criatura fala a Deus, e a inspiração lhe chega na condição de divina resposta. Momentos Enriquecedores – Joanna de Ângelis | Divaldo Franco
    5. 5. Quando orardes, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto. Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros, procurai o que há em vós de mau.
    6. 6. “A prece é sempre agradável a Deus, quando ditada pelo coração, pois, para Ele, a intenção é tudo. Assim, preferível-Lhe é a prece do íntimo à prece lida, por muito bela que seja, se for lida mais com os lábios do que com o coração. Agrada- Lhe a prece, quando dita com fé, com fervor e sinceridade. Mas, não creias que O toque a do homem fútil, orgulhoso e egoísta, a menos que signifique, de sua parte, um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.”
    7. 7. conhecendo Deus as nossas necessidades, inútil se torna expor-lhas achando-se tudo no Universo encadeado por leis eternas, não podem as nossas súplicas mudar os decretos de Deus
    8. 8. Seja o que for que peçais na prece, crede que o obtereis e concedido vos será o que pedirdes. (S. MARCOS, cap. XI, v. 24.) É ilógico deduzir que basta pedir para obter e fora injusto acusar a Providência se não acede a toda súplica que se lhe faça, uma vez que ela sabe, melhor do que nós, o que é para nosso bem. Em geral, o homem apenas vê o presente; ora, se o sofrimento é de utilidade para a sua felicidade futura, Deus o deixará sofrer, como o cirurgião deixa que o doente sofra as dores de uma operação que lhe trará a cura.
    9. 9. “AJUDA-TE, QUE O CÉU TE AJUDARÁ”MEIOS DE SE TIRAR POR SI MESMO DAS DIFICULDADES CORAGEM RESIGNAÇÃO PACIÊNCIA
    10. 10. “AJUDA-TE, QUE O CÉU TE AJUDARÁ” ESE – Cap. XXV; 5
    11. 11. Livro da Esperança - 88
    12. 12. A prece é uma invocação, mediante a qual o homem entra, pelo pensamento, em comunicação com o ser a quem se dirige. Pode ter por objeto um pedido, um agradecimento, ou uma glorificação. Podemos orar por nós mesmos ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos.
    13. 13. É assim que a prece é ouvida pelos Espíritos, onde quer que eles se encontrem, assim que os Espíritos se comunicam entre si, que nos transmitem as suas inspirações, e que as relações se estabelecem à distância entre os próprios encarnados. A energia da corrente está na razão direta da energia do pensamento e da vontade.
    14. 14. o homem atrai o concurso dos Bons Espíritos, que o vêm sustentar nas suas boas resoluções e inspirar- lhe bons pensamentos. Ele adquire assim a força moral necessária para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, quando dele se afastou; e assim também podem desviar de si os males que atrairia pelas suas próprias faltas.
    15. 15. O que [os bons Espíritos] fazem não é afastar de nós o mal, mas eles nos afastam o pensamento que nos pode causar o mal; não embaraçam em nada os desígnios de Deus, nem suspendem o curso das leis naturais, apenas evitam que infrinjamos as leis, ao nos orientarem o nosso livre arbítrio.
    16. 16. O poder da prece está no pensamento, e não depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que é feita. Pode-se, pois, orar em qualquer hora, a sós ou em conjunto. A influência do lugar ou do tempo depende das circunstâncias que possam favorecer o recolhimento. A prece em comum tem ação mais poderosa, quando todos os que a fazem se associam de coração num mesmo pensamento e têm a mesma finalidade, porque então é como se muitos clamassem juntos e em uníssono.
    17. 17. é impossível ligar um pensamento àquilo que não se compreende, pois o que não se compreende não pode tocar o coração. Para que a prece toque o coração, é necessário que cada palavra revele uma ideia, e se não a compreendermos, ela não pode revelar nenhuma. Deus lê no íntimo dos corações; perscruta o nosso pensamento e a nossa sinceridade.
    18. 18. À Luz da Oração – Emmanuel | Chico Xavier
    19. 19. "A forma não é nada, o pensamento é tudo. Faça cada qual a sua prece de acordo com as suas convicções, e de maneira que mais lhe agrade, pois um bom pensamento vale mais do que numerosas palavras que não tocam o coração."
    20. 20. A principal qualidade da prece é a clareza. Ela deve ser simples concisa, sem fraseologia inútil ou excesso de adjetivação, que não passam de meros ouropéis. Cada palavra deve ter o seu valor, exprimir uma ideia, tocar uma fibra da alma. Deve levar à reflexão.

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