ISABEL DE ARAGÃO
Luísa Cristina
25 de maio de 2016
Rainha,
Amparadora
e Modelo Evolutivo
AGRADECIMENTO
MENSAGEM
“ Deus deu-me um trono para eu fazer a
caridade…”
Isabel de Aragão, rainha de Portugal
DADOS BIOGRÁFICOS
Isabel de Aragão ou Isabel de Portugal
(1271-1336)
Ficou para a história com a fama de santa, tendo sido...
NOBRE ESTIPRE
Mãe: D. Constança (filha de Manfredo, rei de Sicília)
Pai: D. Pedro (infante Herdeiro do reino de Aragão)
Av...
NOME
 Foi em memória e devoção à sua tia-avó que
recebeu o nome de Isabel, que em hebreu quer
dizer “cheia de Deus”. Marc...
EDUCAÇÃO NA CORTE DE ARAGÃO
• No palácio de Barcelona junto ao seu avô (D. Jaime I).
• O Conquistador esmerou-se para que ...
MORTE DE D. JAIME I
 Devido à doença de D. Jaime I a Casa real mudou-se para Valência.
 Isabel tinha 5 anos quando o avô...
• Médium: Valter Turini
Espírito: Monsenhor Eusébio Sintra
RAINHA DE PORTUGAL
• Aos 12 anos teve pretendentes de diversas
Cortes da Europa.
• Como era devota de São Francisco de
Ass...
D. DINIS
• O escolhido foi D. Dinis, jovem rei de
Portugal, que contava com 20 anos de
idade e era neto do rei de Castela,...
CASAMENTO DE ISABEL DE ARAGÃO
• Isabel tinha três pretendentes, porém é
D. Dinis quem a vai ter a seu lado no
trono portug...
• A rainha acompanha o marido em várias áreas da governação, nomeadamente nas
deslocações pelo país e estrangeiro. Chega a...
• D. Dinis morreu em 1325 e, pouco depois
da sua morte, Isabel terá peregrinado
ao santuário de Santiago
de Compostela na ...
• Quando fica viúva, em 1336, retira-
se para o convento das Clarissas,
em Coimbra. O seu espírito
conciliador leva-a a in...
RETRATO FÍSICO E PSICOLÓGICO
 Dona Isabel de Aragão “era bastante formosa; seu
rosto, de uma beleza suave e simpática; se...
“ANJO DA PAZ E DA CARIDADE”
Os necessitados de todo o tipo viram como ela
se dedicava a visitar e a dar ajuda aos pobres e...
RENÚNCIA
• É dentro deste quadro mental e religioso que deveremos entender a adopção, no
jacente da rainha, do hábito de c...
ABNEGAÇÃO
• No entanto, se esta atitude compreende em si uma intenção clara de afirmar uma
certa capacidade de abnegação, ...
INTELECTUALIDADE
• Por outro lado, se tivermos em conta a magnificência das peças que pertenceram ao
tesouro da rainha e a...
INTERDEPENDENTE
LUGAR DESTACADO NALGUNS DOS
ACONTECIMENTOS RELEVANTES QUE PORTUGAL
(E MESMO A PENÍNSULA) VIVEU NESTA ÉPOCA
A união de Dona...
PACIFICADORA, DIPLOMATA E
AGENTE POLÍTICA
• Para além de garante e interveniente ativa na preservação de uma posição
favor...
CARÁTER FIRME E APAZIGUADOR
• Procura de equilíbrio e de justiça
• Virtudes: mãe atenta (aos interesses de Dona Constança ...
O Milagre das Rosas
Isabel ocupava todo o tempo que tinha a fazer bem a quantos a rodeavam, visitando e
tratando doentes e...
EXEMPLO EVOLUTIVO
• Médium assistencial,
• Culta,
• Sensível,
• Sabia perdoar e era uma pacificadora,
• Ativa e Proativa (...
ISABEL DE ARAGÃO E O ESPIRITISMO
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Isabel de Aragão - Rainha, Amparadora e Modelo Evolutivo

28 visualizações

Publicada em

Ponte de Luz ASEC

Poderá conferir também no nosso canal no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=v7OKkZVDtR8

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
28
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Isabel de Aragão - Rainha, Amparadora e Modelo Evolutivo

  1. 1. ISABEL DE ARAGÃO Luísa Cristina 25 de maio de 2016 Rainha, Amparadora e Modelo Evolutivo
  2. 2. AGRADECIMENTO
  3. 3. MENSAGEM “ Deus deu-me um trono para eu fazer a caridade…” Isabel de Aragão, rainha de Portugal
  4. 4. DADOS BIOGRÁFICOS Isabel de Aragão ou Isabel de Portugal (1271-1336) Ficou para a história com a fama de santa, tendo sido beatificada (15 de abril de 1516, a pedido de D. Manuel I, pelo Papa Leão X) e, posteriormente, canonizada (25 de maio de 1625, a pedido de Filipe II, pelo Papa Urbano VIII). Nascimento: 4 de janeiro de 1271, Saragoça, Castelo de Aljaferia, Espanha Falecimento: 4 de julho de 1336, Estremoz Cônjuge: Dinis I de Portugal (desde 1282) Filhos: Afonso IV de Portugal, Constança de Portugal, Rainha de Castela Neto / Neta: Pedro I de Portugal, Afonso XI de Castela
  5. 5. NOBRE ESTIPRE Mãe: D. Constança (filha de Manfredo, rei de Sicília) Pai: D. Pedro (infante Herdeiro do reino de Aragão) Avô Paterno: Jaime I (O Conquistador) Avô Materno: Frederico II (Imperador da Alemanha) Tia Avó: Rainha Santa Isabel da Hungria Irmãos: D. Alonso, D. Jaime, D. Fadrique, D.Pedro e D. Violante Rainha: de 1282 até 1325 (durante 43 anos)
  6. 6. NOME  Foi em memória e devoção à sua tia-avó que recebeu o nome de Isabel, que em hebreu quer dizer “cheia de Deus”. Marcou intensamente a alma infantil de Isabel de Portugal. SIMILITUDE DE VIDA  Cristã, amável, doce, caridosa, ideal franciscano, boa esposa e boa mãe, utilizou bens do reino para ajudar os necessitados, fundadora de hospitais, milagre das rosas. RAINHA SANTA ISABEL DA HUNGRIA  Jovem duquesa de Turíngia, nasceu em 1207 e morreu em 1231, aos 24 anos de idade.  Em 1235 foi elevada aos altares pelo Papa Gregório IX.
  7. 7. EDUCAÇÃO NA CORTE DE ARAGÃO • No palácio de Barcelona junto ao seu avô (D. Jaime I). • O Conquistador esmerou-se para que a sua neta, por quem nutria uma especial predileção, se formasse nos princípios da religião cristã. • A sua educação foi muito cuidada: recebeu instrução em todas as disciplinas e aprendeu diversas línguas. • Disse D. Jaime: “Será a mais nobre e honrada mulher que alguma vez saiu ou sairá da Real Casa de Aragão”.
  8. 8. MORTE DE D. JAIME I  Devido à doença de D. Jaime I a Casa real mudou-se para Valência.  Isabel tinha 5 anos quando o avô morreu (1276).  Meses depois, a Corte voltou para Saragoça, já entre os preparativos para a coroação de D. Pedro.  Admirada e curiosa, a menina contemplou a coroação do seu pai, D. Pedro III, o Grande. No dia seguinte celebrou-se a coroação da sua mãe, D. Constança da Sicília.  A infanta voltou para Barcelona e ali continuou a receber uma esmerada educação.
  9. 9. • Médium: Valter Turini Espírito: Monsenhor Eusébio Sintra
  10. 10. RAINHA DE PORTUGAL • Aos 12 anos teve pretendentes de diversas Cortes da Europa. • Como era devota de São Francisco de Assis, a jovem princesa teria desejado ingressar e viver para sempre entre as pobres e humildes filhas de Santa Clara. • Mas Isabel viu a vontade de Deus nas disposições dos seus pais e aceitou com obediência o compromisso de contrair matrimónio.
  11. 11. D. DINIS • O escolhido foi D. Dinis, jovem rei de Portugal, que contava com 20 anos de idade e era neto do rei de Castela, Afonso X, o Sábio. • Carisma de paz: no seu nascimento fez com que o pai e o avô se reconciliassem, agora, a sua condição era que cessasse a guerra que D. Dinis movia contra a sua mãe e o seu irmão. O rei acedeu e Portugal começou a gozar de paz e tranquilidade.
  12. 12. CASAMENTO DE ISABEL DE ARAGÃO • Isabel tinha três pretendentes, porém é D. Dinis quem a vai ter a seu lado no trono português. As bases do contrato nupcial ficam assinadas a 24 de abril de 1281. • A nova Rainha recebe do marido significativa doação: Óbidos, Porto de Mós, Abrantes e mais 12 castelos. O casamento realiza-se em Barcelona, por procuração, e só dois meses depois os noivos se encontram, pela primeira vez, em terras portuguesas.
  13. 13. • A rainha acompanha o marido em várias áreas da governação, nomeadamente nas deslocações pelo país e estrangeiro. Chega a ter um papel importante na mediação dos conflitos entre o rei e o irmão D. Afonso, e entre o rei e o príncipe herdeiro. • Eram como uma dupla evolutiva.
  14. 14. • D. Dinis morreu em 1325 e, pouco depois da sua morte, Isabel terá peregrinado ao santuário de Santiago de Compostela na Galiza, fazendo-o montada num burro, e a última etapa a pé, onde ofertou muitos dos seus bens pessoais. Há historiadores que defendem a ideia que lá se terá deslocado duas vezes.
  15. 15. • Quando fica viúva, em 1336, retira- se para o convento das Clarissas, em Coimbra. O seu espírito conciliador leva-a a intervir na luta que opõe o filho, o rei Afonso IV, a Afonso XI, rei de Castela. • Morre na viagem, em Estremoz.
  16. 16. RETRATO FÍSICO E PSICOLÓGICO  Dona Isabel de Aragão “era bastante formosa; seu rosto, de uma beleza suave e simpática; seu coração, um tesouro de virtudes; sua caridade, inesgotável. Durante o longo reinado de seu esposo, em muitas e diversas ocasiões manifestou as superiores qualidades que adornavam a sua alma”.  Imagem tipificada de uma rainha que entende a sua excepcionalidade social como indissociável de uma igual singularidade na relação com Deus. Francisco da Fonseca Benevides – Rainhas de Portugal. Lisboa: Livros Horizonte, 2007, p. 163 (do original publicado pela Typographia Castro Irmão, 1878)
  17. 17. “ANJO DA PAZ E DA CARIDADE” Os necessitados de todo o tipo viram como ela se dedicava a visitar e a dar ajuda aos pobres e doentes, ao mesmo tempo em que criava instituições em que pudessem ser atendidos: um hospital para doentes pobres, uma casa de acolhimento para mulheres, um orfanato para crianças sem família, etc.
  18. 18. RENÚNCIA • É dentro deste quadro mental e religioso que deveremos entender a adopção, no jacente da rainha, do hábito de clarissa, para além de toda a simbólica de renúncia que uma tal assunção acarretava.
  19. 19. ABNEGAÇÃO • No entanto, se esta atitude compreende em si uma intenção clara de afirmar uma certa capacidade de abnegação, a verdade é que de despojado e pobre este túmulo tem pouco (ou nada).
  20. 20. INTELECTUALIDADE • Por outro lado, se tivermos em conta a magnificência das peças que pertenceram ao tesouro da rainha e ainda hoje se conservam (no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra) e a própria ressalva que a mesma faz questão de deixar por escrito de nunca se comprometer, em vida, com o uso permanente do hábito nem de abdicar da gestão dos seus bens, entenderemos que esta atitude que a Rainha Santa Isabel plasma na adoção do hábito de clarissa é fundamentalmente uma atitude intelectual – e a imagem visível de um conceito. • Ainda que, num primeiro entendimento, esta convergência de atitudes (a adoção da imagem de clarissa e a acumulação de riquezas) nos possa parecer, à luz dos valores da contemporaneidade, uma contradição, ela é, na verdade, o sinal de um ideal de pobreza, que nos séculos XIV e XV não corresponde já tanto, entre os leigos, a um despojamento dos bens materiais, mas se relaciona sobretudo com um estado de espírito que disponibiliza o Homem para uma aproximação aos pobres.
  21. 21. INTERDEPENDENTE
  22. 22. LUGAR DESTACADO NALGUNS DOS ACONTECIMENTOS RELEVANTES QUE PORTUGAL (E MESMO A PENÍNSULA) VIVEU NESTA ÉPOCA A união de Dona Isabel de Aragão com Dom Dinis significa a primeira demonstração do êxito da política peninsular que o rei não descurou por um segundo durante toda a sua liderança e que foi, de facto, uma das características preponderantes da sua longa governação. Tratava-se de uma aliança valiosa, porque Aragão acabava então de adquirir uma importância fundamental na economia e na política mediterrânicas e porque Pedro III (1276-1285) e sobretudo seu filho, e irmão de Isabel, Jaime II (1391-1327), exerceram um papel de primeiro plano na diplomacia peninsular.
  23. 23. PACIFICADORA, DIPLOMATA E AGENTE POLÍTICA • Para além de garante e interveniente ativa na preservação de uma posição favorável do nosso país relativamente a Aragão, assim como a Castela (relação na qual atuava na condição de mãe da monarca deste reino). • Dona Isabel de Aragão foi agente política, não só no modo como atendeu aos interesses de aragoneses instalados em Portugal e, reciprocamente, aos de portugueses fixados em terras de Aragão, mas também, e sobretudo, no modo como parece ter intervindo na pacificação, por duas vezes, da contenda, desenrolada em vários episódios, entre Dom Dinis e o filho primogénito de ambos, Dom Afonso.
  24. 24. CARÁTER FIRME E APAZIGUADOR • Procura de equilíbrio e de justiça • Virtudes: mãe atenta (aos interesses de Dona Constança e de Dom Afonso), diplomata hábil, rainha piedosa e cristã devota (comportamento de que faz parte a beneficiação de uma série de obras religiosas e de instituições de assistência aos mais desfavorecidos). • Devoção que tende a centrar-se em mulheres santas. Espiritualidade orientada para o feminino. • Virtudes que, por si só, seriam suficientes para que fosse lembrada como personagem excelsa, mas não para que figurasse entre os santos reconhecidos pela Igreja Católica. Este privilégio só lhe poderia advir, entre outros, do facto de lhe serem reconhecidos verdadeiros milagres.
  25. 25. O Milagre das Rosas Isabel ocupava todo o tempo que tinha a fazer bem a quantos a rodeavam, visitando e tratando doentes e distribuindo esmolas pelos pobres. Conta a lenda que o rei, que tinha muito mau génio, apesar de ser também bondoso, se irritou por ver a rainha sempre misturada com mendigos, e proibiu-a de dar mais esmolas. Certo dia, viu-a sair do palácio às escondidas, foi atrás dela e perguntou-lhe o que levava escondido por baixo do manto. Era pão para distribuir pelos pobres. Mas ela, aflita por ter desobedecido ao rei, disse: - São rosas, Senhor! - Rosas? Rosas em janeiro? - duvidou ele - Deixai-me ver! De olhos baixos, a rainha Santa Isabel abriu o regaço e o pão tinha-se transformado em rosas, tão lindas como jamais se viu.
  26. 26. EXEMPLO EVOLUTIVO • Médium assistencial, • Culta, • Sensível, • Sabia perdoar e era uma pacificadora, • Ativa e Proativa (não delegava nos outros e tratava diretamente dos assuntos), • Corajosa, • Tutora/Educadora, • Madura, humilde e equilibrada, • Exercia o seu poder com amor (poderosa), • Universalista.
  27. 27. ISABEL DE ARAGÃO E O ESPIRITISMO

×