Desencarnes Coletivos

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Desencarnes Coletivos

  1. 1. DESENCARNES COLETIVOS PA L E S T R A 0 7 / 0 9 / 2 0 1 6
  2. 2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS 2 • Ao longo da história do homem já ocorreram incontáveis situações de desencarne coletivos. • Ações da natureza: terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas. • Causas humanas: Naufrágios, acidentes aéreos, acidentes automobilísticos, incêndios, desabamentos.
  3. 3. 3 • Como explicar todos esses e muitíssimos outros factos dramáticos sob a ótica da Justiça Divina?
  4. 4. 4
  5. 5. 5 • Como conciliar a afirmativa de Jesus de que “a cada um será dado segundo as suas obras”, com as desencarnações coletivas? • Através da reencarnação, a Doutrina Espírita mostra que há lógica nas tragédias que chocam a todos nós.
  6. 6. 6 • “Encarando a vida sem a compreensão das leis da consciência e do processo da reencarnação não poderemos explicar a Justiça de Deus – principalmente nos casos brutais de mortes coletivas.” - As leis da Justiça Divina estão escritas na consciência humana. “Chico Xavier pede licença” – Item 19
  7. 7. RESPONSABILIDADE DO HOMEM 7 • Para melhor entendermos a questão das expiações coletivas, é preciso ver o homem sob três aspectos:
  8. 8. 8 • Sob cada um desses aspectos ele pode ser criminoso ou virtuoso. • Em razão disso, existem as faltas do indivíduo, as da família e as do cidadão. • Cada uma dessas faltas, qualquer que seja o aspecto, pode ser reparada pela aplicação da mesma lei. CAUSA EFEITO
  9. 9. 9 • A reparação dos erros praticados por uma família ou por um certo número de pessoas é também solidária, isto é, os mesmos espíritos que erraram juntos reúnem-se para reparar suas faltas. • A lei que age sobre o indivíduo é a mesma que age sobre a família, a nação, as raças, enfim, o conjunto de habitantes do mundo, que formam individualidades coletivas. CAUSA EFEITO
  10. 10. 10 • Tal reparação dá-se porque a alma, quando retorna ao Mundo Espiritual, conscientizada da responsabilidade própria, faz o levantamento dos seus débitos passados e, por isso mesmo, roga os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
  11. 11. CASTIGO? 11 • Não existem, entre nós, espíritos isentos de faltas no passado, de erros a serem reparados. A possibilidade de retornar a vida corpórea, e resgatar esses erros, não é um castigo, mas uma prova do amor de Deus, que nos oferece infinitas possibilidades de redenção.
  12. 12. MECANISMO 12 • “Na provação coletiva, verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona então espontaneamente, convocando os comparsas na dívida do pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais “doloroso acaso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico, ou as mais variadas mutilações, no quadro de seus compromissos individuais.” O CONSOLADOR
  13. 13. DELITOS PASSADOS 13 • Pode-se citar como exemplos de delitos as Cruzadas, os cristãos queimados e atirados às feras durante o Império Romano, a Inquisição, as Guerras, os atentados terroristas e outros similares, isto é, uma gama de violências, em que todos os participantes só se livram das dívidas quitando-as.
  14. 14. QUANDO? 14 • Mas por que só agora? • Somos Espíritos em aprendizado e, por este motivo, vamos adiando por várias encarnações a expiação necessária, até que haja o entendimento necessário a respeito da importância desse tipo de resgate. • Assim, quando há compreensão, muitas vezes o próprio Espírito errante pede permissão para cumprir o que é necessário para seu adiantamento.
  15. 15. 15 • “Às vezes empreendemos determinados movimentos destrutivos, em desfavor da comunidade ou do indivíduo. Às vezes operamos em grupo, às vezes, em vastíssimos grupos e, no tempo devido, os princípios cármicos amadurecem, e nós resgatamos as nossas dívidas, reunindo-nos uns com os outros, quando estamos acumpliciados nas mesmas culpas, porque a Lei de Deus é formada de justiça e de misericórdia.” Chico Xavier
  16. 16. • “É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla... Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as consequências...” “Chico Xavier pede licença” – Item 19 CULPA 16
  17. 17. LEIS DA CONSCIÊNCIA 17 • A resposta de Emmanuel acentua o aspecto terreno da autopunição dos encarnados, em virtude de um fator psicológico: o das leis da consciência. • Obedecendo a essas leis, as vítimas de mortes coletivas aparecem como as mais severas julgadoras de si mesmas. “Chico Xavier pede licença” – Item 19
  18. 18. • São almas que se autopunem em virtude de haverem crescido em amor e trazerem consigo a justiça imanente. • Se no passado erraram, agora surgem como heroínas do amor no sacrifício reparador. “Chico Xavier pede licença” – Item 1918
  19. 19. • Para a boa compreensão desse problema precisamos de uma visão clara do processo evolutivo do homem: • Como selvagem, ele ainda se sujeita mais aos instintos do que à consciência. • Por isso não é inteiramente responsável pelos seus atos. “Chico Xavier pede licença” – Item 19 19
  20. 20. • Como civilizado ele se investe do livre arbítrio que o torna responsável. • Mas o amor ainda não o ilumina com a devida intensidade. “Chico Xavier pede licença” – Item 19 20
  21. 21. 21 • As civilizações antigas (como o demonstra a própria Bíblia) são cenários de apavorantes crimes coletivos, porque o homem amava mais a si mesmo do que aos semelhantes e à Deus. • Nas civilizações modernas, tocadas pela luz do Cristianismo, os processos de autopunição se intensificam. “Chico Xavier pede licença” – Item 19
  22. 22. EQUIPAS DE SOCORRO 22 • Por estar relacionado a experiências evolutivas, o desencarne coletivo é previsto por entidades Benfeitoras Espirituais, que acolhem os desencarnantes imediatamente, muitas vezes em postos de socorro por eles montados através da vontade/pensamento, na própria região da catástrofe ou desastre. • Porém, mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, individualmente, a situação dos traumas e do despertar no outro plano dependerá da evolução de cada um.
  23. 23. MESMO DESASTRE, MORTES DIFERENTES 23 • Deste modo, a Providência Divina ampara tanto àqueles que assumiram tais resgates aflitivos e estarão prontos para a vida no reino dos Céus, quanto aqueles que ainda caminharão por estradas sinuosas ao longo da caminhada evolutiva.
  24. 24. 24 • “O socorro é distribuído indistintamente, contudo, não podemos esquecer que se o desastre é o mesmo para todos os que tombaram, a morte é diferente para cada um. No momento serão retirados da carne tão-somente aqueles cuja vida interior lhes outorga a imediata liberação. Quanto aos outros, cuja situação presente não lhes favorece o afastamento rápido da armadura física, permanecerão ligados, por mais tempo, aos despojos que lhes dizem respeito.” Francisco Cândido Xavier – Ação e Reação – pelo Espírito André Luiz
  25. 25. 25 • “Assim é que “morte física” não é o mesmo que “emancipação espiritual”. • Há ainda aqueles que escapam minutos antes dos acidentes coletivos, por não precisarem passar por essa situação. • É por isso que muitos perdem o avião, o comboio, o autocarro que se acidentaria dali a pouco, enquanto outros viajam nesses meios de locomoção inesperadamente.
  26. 26. SOFRIMENTO DE ENTES QUERIDOS 26 • “As entidades que necessitam de tais lutas expiatórias são encaminhadas aos corações que se acumpliciaram com elas em delitos lamentáveis, no pretérito distante ou recente ou, ainda, aos pais que faliram junto dos filhos, em outras épocas, a fim de que aprendam na saudade cruel e na angústia inominável o respeito e o devotamento, a honorabilidade e o carinho que todos devemos na Terra ao instituto da família. A dor coletiva é o remédio que nos corrige as falhas mútuas.” Francisco Cândido Xavier – Ação e Reação – pelo Espírito André Luiz
  27. 27. 27 • O importante para os mais diretamente envolvidos, para que tenham o progresso devido, é “não falir pela murmuração”, pois “as grandes provas são quase sempre um indício do fim de um sofrimento e do aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceites por amor a Deus”.
  28. 28. OBJETIVO DAS CALAMIDADES DESTRUIDORAS 28 • Questão 737 de “O Livro dos Espíritos”, colocada por Kardec: “Com que objetivo Deus castiga a Humanidade com calamidades destruidoras? Para que ela avance mais rápido. A destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos. Esses transtornos são frequentemente necessários para fazer com que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos”.
  29. 29. 29 • A resposta está na Lei do Progresso, que determina ao homem o progresso incessante, sendo que “se um povo não avança bastante rápido, Deus lhe provoca, de tempos em tempos, um abalo físico ou moral que o transforma” O Livro dos Espíritos, Q783 • O objetivo é levar-nos a cumprir a escala evolutiva, saindo de nossa condição de Espíritos moralmente imperfeitos para a de espíritos regenerados, até atingirmos a condição de Espíritos puros.
  30. 30. MISERICÓRDIA DIVINA 30 • Q.738 LE - Deus não poderia empregar, para melhorar a Humanidade, outros meios que não os flagelos destruidores? Sim, e diariamente os emprega, pois deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. É o homem que não os aproveita.
  31. 31. 31 • “Não desconhecemos que nós, consciências endividadas, podemos melhorar nossos créditos, todos os dias. Quantos romeiros terrenos, em cujos mapas de viagem constam surpresas terríveis, são amparados devidamente para que a morte forçada não lhes assalte o corpo, em razão dos atos louváveis a que se afeiçoam!... Assim é que, gerando novas causas com o bem, praticado hoje, podemos interferir nas causas do mal, praticado ontem, neutralizando-as e reconquistando, com isso, o nosso equilíbrio.” Francisco Cândido Xavier – Ação e Reação – pelo Espírito André Luiz
  32. 32. CASA EM REFORMA 32 • Calamidades, flagelos, conflitos, lutas, provas!... Apesar disto, os quadros do mundo moderno não expressam retorno ao primitivismo ou exaltação da animalidade. • Achamo-nos em plena via de burilamento e progresso. • Tudo ou quase tudo aparentemente desajustado para a justa rearmonização. “Chico Xavier pede licença” – Item 28
  33. 33. 33 • Evidentemente não temos a moradia planetária sob sentença de extermínio. • Continuamos todos resguardados pelo equilíbrio das leis universais. • O que existe presentemente na Terra é o chamamento cada vez mais vivo ao testemunho individual de compreensão e aperfeiçoamento, com multiplicadas oportunidades de trabalho em louvor de nossa própria renovação. “Chico Xavier pede licença” – Item 28
  34. 34. HOMENS EM REFORMA 34 • Na altura atual dos conhecimentos humanos não será recomendável uma revisão de valores por parte homem, considerando-se na sua condição de espírito imperecível? “Chico Xavier pede licença” – Item 28
  35. 35. 35 • Como forma de acelerar esse processo de modificação da disposição moral, a presente fase é marcada pela multiplicidade das causas de destruição, até como forma de estimular em nós o desenvolvimento de nossas potencialidades no bem, pois “o mal de hoje há de ser o bem de amanhã”.
  36. 36. 36 • Os flagelos são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar sua inteligência, mostrar sua paciência e sua resignação à vontade da Providência, e até mesmo multiplicam neles os sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se não for dominado pelo egoísmo.
  37. 37. CONCLUSÃO 37 • Assim, tocados pelas dores gerais, ajudemo-nos e oremos, formando a corrente da fraternidade e estaremos construindo a coletividade harmónica, sempre lembrando a advertência do Espírito Hammed: “a função da dor é ampliar horizontes para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio”.
  38. 38. 38 • Desse modo, estaremos utilizando nossos problemas como ferramenta evolutiva, não nos perdendo em murmurações, mas utilizando nosso livre-arbítrio como património.
  39. 39. 39 • E mais: Graças ao Espiritismo, compreende-se hoje a justiça das provações desde que as consideremos uma amortização de débitos do passado. • As faltas coletivas devem ser expiadas coletivamente pelos que juntos as praticaram, e os mentores estão sempre trabalhando, ajudando a todos nós, reunindo-nos em grupos de forma a favorecer a correção de rumo, amparando-nos e nos fortalecendo para darmos conta daquilo a que nos propomos, além de nos equilibrarem para podermos auxiliar o outro com nossos pensamentos positivos.
  40. 40. 40 • Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos. • Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença da Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça. Apesar de tudo o que já fizemos de errado... • o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós; • tudo se renova para o bem de todos; • Deus nos concede sempre o melhor. “Chico Xavier pede licença”
  41. 41. 41

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