INFORME MENSAL Zai Gezunt
Ano 2 Outubro de 2.015 No
19
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Há 3.300 anos, um grupo de escravos foi libertado
e começou aquilo que Nelson Mandela chama de
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Zai Gezunt - Edição 19

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Leia a edição 19 de ZAI GEZUNT, informativo em português sobre a lingua idish.

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Zai Gezunt - Edição 19

  1. 1. INFORME MENSAL Zai Gezunt Ano 2 Outubro de 2.015 No 19 Editores- Rio de Janeiro: Genni Blank / São Paulo: Samuel Belk Barbra Streisand Nasceu na cidade de New York em abril de 1942. Ficou famosa como cantora, atriz e compositora tendo também atuado em muitos shows musicais. Apareceu ao lado de Judy Garlant fazendo duetos. Cantou na Casa Branca para o presidente Kennedy e atuou em Funy Girl na Broadway cantando People. Em 1968 entrou em contato com a obra de Isaac Bashevis Singer e comprou dele os direitos autorais da História de Yentl. Na década de 80 ela atua, dirige, canta, participa do script e produz o filme Yentl. Foi algo inédito para uma mulher na história do cinema daquela época. Interessante notar que Barbra, por não ter conhecido seu pai, pois o perdera quando tinha somente pouco mais de um ano de idade, encontra sua grande oportunidade no filme de trazer o pai de volta para sua vida, uma obsessão que carregava há muito tempo. No filme, o pai de Yentl dá secretamente aulas de Talmud para sua filha, pois era estudo proibido para as mulheres. No filme Barbra vê no pai de Yentl, que foi um intelectual e judeu religioso, o seu próprio pai e assim ela consegue se envolver espiritualmente com seu falecido progenitor. Para Barbra foi como uma espécie de memorial que ela lhe dedicava e dizia: Yentl deu-me a oportunidade e a chance de criar o pai que eu nunca tive. No filme ela teve a orientação de um rabino, que se recusou a receber seus honorários pelo trabalho, tendo afirmado que se sentiria feliz se pudesse preparar o filho dela para Bar Mitzvá. Gratificada por este gesto do rabino ela deu suporte financeiro a uma Escola Judaica que leva o nome de seu pai: Emmanuel Streisand School. x Filme clássico: Tevie Adaptação de uma história familiar de Sholem Aleichem. O personagem principal Tevie o leiteiro,, estrelado e dirigido por Maurice Schwartz, vê sua filha Chava se apaixonar pelo filho intelectual de um camponês russo. O namoro e o casamento coloca Tevie em conflito entre o afeto à filha e a sua profunda fidelidade à tradição. Entre as cenas pode-se ver sua filha Chava mostrando ao pai o livro de Gorki que ganhou de seu namorado, o casamento ucraniano e o lamento de Tevie. O ator interpretando Tevie nos mostra cenas simples desenvolvendo com cenários meio realistas a figura do pai zangado, porem justo. Ele é o oposto da mãe, dócil e sofredora da tradição judaica. (DVD da filmoteca do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro) x Mensagem do Rav Lord Jonathan Sacks 1
  2. 2. Há 3.300 anos, um grupo de escravos foi libertado e começou aquilo que Nelson Mandela chama de "A Longa Caminhada até a Liberdade". E desde então, nesta época do ano, nós revivemos a história deles pelo que chamamos de Pessach, a Páscoa, a festa judaica do êxodo, e vamos comemorá-la em breve. Se pudéssemos voltar no tempo e conhecer o grande faraó em pessoa, Ramsés II. Eu sei o que eu diria: "Ramsés, tenho boas e más notícias. A boa notícia é que um povo que existe hoje ainda existirá daqui a milhares de anos. A má notícia é que não será o seu. Será aquele grupo de escravos lá fora, trabalhando na construção de teus grandes templos, o povo que você chama de habiru ou hebreus, os filhos de Israel". Os egípcios deram uma resposta: construir grandes monumentos de pedra - templos, pirâmides - que resistirão aos ventos e areias do tempo. E assim fizeram. O que eles construíram continua em pé. Mas apenas os edifícios, e não a civilização que um dia lhes deu vida. Os israelitas deram uma resposta diferente. Vocês não precisam criar monumentos. Tudo o que precisam fazer é contar a história de geração após geração. Vocês precisam gravar seus valores nos corações dos seus filhos e eles nos dos filhos deles, de modo que vocês vivam dentro deles, e assim por diante, até o fim dos tempos. Vocês precisam construir uma civilização centrada no lar, na escola e na educação, como uma conversa entre gerações. Vocês precisam colocar as crianças em primeiro lugar. É isso que os judeus têm feito por milhões de anos, e é por isso que estamos aqui hoje. Nota: Trata-se de um trecho da referida mensagem. Humor judaico Um antissemita entra num bar com amigos e permanece um longo tempo bebendo cerveja e contando piadas. De repente ele vê um judeu com barba e costeletas e seu animo muda imediatamente . Ele chama o garçom e pede para distribuir copos de cerveja, por sua conta, para todos que se encontram no local menos para o judeu. O garçom distribui a cerveja para todos e o judeu olha e sorri. O antissemita fica com mais raiva pede ao garçom para repetir a dose para todos que se encontravam no bar, menos para o judeu. O garçom atende e o judeu sorri novamente. O antissemita fica fora de si e pergunta ao garçom porque ele sorri.?. Responde o garçom: Ele é o dono do bar... As canções do gueto No século XVI, um grande número de judeus do Médio Reno, da Alemanha, se estabeleceu na Polônia Lituânia e Rússia, em cidades e aldeias. Eles trouxeram de lá a língua que falavam, o ídiche e toda sua bagagem intelectual e seu modo de vida. A Polônia se tornou a partir do século XVIII, a principal concentração de judeus da Europa e o seu centro de cultura e aprendizado. As primeiras canções de que se tem conhecimento desta época têm características marcadamente religiosas. Em seguida foram se diversificando aos poucos. Assim as canções que surgiram no século XVIII, século XIX e começo do século XX começaram a abordar os seguintes temas: Canções de amor, pobreza, dramas pessoais, tragédias, emancipação da mulher, canções de ninar e outras. Entretanto as canções produzidas nos guetos, no século XX, foram de temática mais restrita, uma vez que refletiam a vida limitada que os judeus aí levavam, descrevendo assuntos como: superpopulação, falta de alimentos, anormalidades, humilhações, mortes bem como de esperança por dias melhores. ( No próximo número uma canção do gueto) As Canções do Povo Judeu 2
  3. 3. Programa de Música Judaica patrocinado pelo Clube A Hebraica. Será realizado no dia 1 de novembro no Teatro Arthur Rubinstein, domingo ao meio dia. Espetáculo gratuito aberto ao público em geral. .Entrada pela Rua Hungria, 1000. Zai Gezunt-Edição do Grupo Amigos do Ídiche Site: www.facebook.com/groups/amigosdoidiche Email: amigos@amigosdoidiche.com.br --- belk@uol.com.br 3

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