Exercicios de teoria musical com audio

698 visualizações

Publicada em

link para o audio
http://1drv.ms/1LUhoQQ
http://www.4shared.com/file/eH4uZQtvce/Exerccios_de_Teoria_Musical_-_.html

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
698
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
63
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Exercicios de teoria musical com audio

  1. 1. . ¡Jah ¡u ¿.1 . .» n‘. ‘_ f- Q / 4 L Á “J - ‘. í. W ‘ W ,1 . ; ‘ ¡ ‘e t‘ ‘ Í 4 f. .4 ‘ " ’ ‘Í-I ¿{Í ‘[4 X L a" -_- , x « 1L“ ‘f 1 1 “ fi v" Ï 4:‘ ‘ ¿Ituoihmolo : cum . _. . . n , ¿,2 ' b» —, -v A‘ E! ’ U rr. .1 - 7.‘ a . t i? 4. ¡La Romo: ojl- ‘A ÉÍIÏÏFÉÏÉTmn. IÏÏa ïkmsflfiuïiüí ‘ _ " ‘.31. ‘l ‘ VT " Y‘ O l ¡ú ÏÁ vrr, r-t-»-«-t«---, u»: ‘ ¿y l - , u. ,. . .. . -»_é_
  2. 2. ÍNDICE Prefacio a primeira edigóa Aos {eitores Sobre os amores Agradecimenlos xn xiii xv Primeíro Parte Propriedades do Sam 3 Altura 3 Duragüo 5 Invensidade 7 Timbre 7 Elemenlos de notagóo musícaï 10 Figuras musicaís 12 Novas musicaís 17 Claves 25 Tipos de claves 27 Dísposigóo dos claves no pentagrama 27 Compasso 39 Fórmula de campasso 39 Compasso simples 40 Ligadura de valor 50 Poma de aumemo 52 Compassa composva 59 Aufo-avaliagüo 63 Segunda Pan‘e Tam a semilom 67 Acídenfes 68 Semiiam diaíómco e crovnólico 71 Enarmanilaqño de noms 74
  3. 3. 76 ¿”es lemdos 76 55ml“ m - (es 60'“ sus clave dos osrulns Escala glam mulas e as armaduras de 77 Círculo a Com suslení os / maío 7 remdos Ordem dosas 5mm bemo 79 scalasánar n’ s e a5 armaduras de clave dos cscalos Clrculü r- 80 marores C07‘ bemms 80 0mm dos bemors l 92 rva os _ lnleClassrlicagóa de rnílervalos lnversáo de rnrenro OS h _ 96 Cansonóncro e drssonanclü l O8 Escalas menores , v d — r- Crrcula de qurnlas e as armaduras de clave os esm us rnoiores com susrenídos e suas escalas menores. relallvas l 08 Círculo de qurnlas e as armaduras de clave dos escalas maiores com bemórs e suas escalas menores relalrvas l O9 As vrés lam-as da escala menor {O9 Escala menor amiga roo Escala menar harmónrca 1 lo Escala menor melódico v r v r r r Mudanga de ranahdade r 24 Tronsposrqáo . 26 Trlode; A l l W146i em eslado lundamenlul 1 3,3 nades e suas mversóes 17 Modos l . l x15 0mm’ "P05 de escala r Aula-mulas“ l r7 Blbllogralig l ‘3/ APÉndrcr: l ‘u’? l (m l Nvda Faixa Faíxa Faixo Faixa Farxo Faixo Faixu Faixa Falxa Faixa Faixa 10 Faixa l l Foixa 12 Faixa 13 Faixo H Faixa l5 Faixa ló Faixa 17 Foixa l8 Faixa l9 Faixa 20 Faixa 21 Faixa 22 Faixa 23 Faixa 24 Faixo 25 Faixa 26 Faixa 27 Faixa 28 Faixcl 29 Faixa 30 Fcixa 3l Faixa 32 Faixa 33 Faixa 34 Faixa 35 Faixo 36 Faixn 37 Farm 3B 0mI0»LnJ>L. >rx)——- lNDlCE do ca Assu nio Altura Allura e durocóo Invensidode Lerlura rítmico Leilura rítmico Leilura rítmica Sollero comodo Leilura rítmica Leílura rítmica Leilura rllmica Sallep camado Solleio camada Fórmula de camposso Leiiura rílmica Solleio cantado Leilura rítmica Solleio cantado Leirura rítmica Solleio cantado Leilura rílmíco Compassa composlo Cornpasso composto Tons e semilons Escalas maiares Escalas maiares Escalas rnaiores Intervalos Inlervalos lnlervalos Intervalos Escala menor amigo Escala menor lrarmónico Escala menor melódico Escalas menores Escalas menores Escalas marores e menores Tanalidades mniores e menores Mudanga de Ionalidade Páginas 4 5 7 15 ló 21 35,36 37 44 45 46 47 48 54 54 55 55 56 56 57 60,61 62 72,73 84,8536 86 B7 9B 99 100 lO5,l0ó, l07 109,110 110,111 lll 116 H8 H9 120,121 l24,l25 vil
  4. 4. viii Nvda EIIÍXU Faixa 39 Faixa 40 Faixa 4] Faixa 42 Fabra 43 Fuixa 44 Faixa 45 Faixa 46 Faixa 47 Faixa 43 Faíxa 49 Fuixa 50 Faixa Sl Faíxa 52 Faixa 53 Faíxa 54 Faíxa 55 Faixa 56 Fníxa 57 Faixo 58 Faixu 59 Faixa 60 Faixu 61 Faixc 62 Faixo 63 Faixa 64 Foixa 65 Faim 66 Faixn 67 Foixa 68 Faixo 69 Faixa 70 Faixa 71 Faixo 72 Foixa 73 Nsunto TransP°’¡9ü° Tríaclei Tríades Tríades Tríades Modos Modos Modos Outros tipos de escalas Outras tipos de escalas Apéndice l Apéndice 2 Apéndice 3 Apéndice 4 Apéndice 5 Apéndice 6 Apéndice 7 Apéndice 8 Apéndice 9 Apéndice lO Apéndice l l Apéndice l? Apéndice 13 Apéndice l4 Apéndice 15 Apéndice ló Apéndice l7 Apéndice IB Apéndice 19 Apéndice 20 Apéndice 21 Afiéndice 22 Apéndice 23 Apéndice 24 Abéndice 25 Páginas 30 32 37 38 l43,l 44 45 47 50 52 56 63 63 163 63 63 64 64 164 64 164 65 165 65 65 66 66 66 66 166 167 67 67 67 l67 167
  5. 5. PRIMEIRA PARTE Os exercícios propostos nesta primeira porte relererwvse o conteúdos lundamentois paro o oprendizodo de música. Vórios elementos teóricos e prótrcos, como notas e liguros musicois, lórmulo de composso, claves, dentre outros, estóo apresentados de forma que o estudante possa praticar os diferentes assuntos escrevendo, cantando, lendo e Criando. As possibilidades de aplicacóo dos conceitos teóricos no prótica musical sob o ótico (lo percepcóo musical sóo apresentodas cm SUGESTÓES. Os assuntos abordados nóo esgotam os questóes (¡presentadas nesta primeiro porte, e OUltOS lontes de pesquisa e leitura sóo sempre recomendóveis.
  6. 6. Propriedades do Som Altu ra Aguda Medio Grave Para que se possa ouvir conscientemente, é preciso, antes de mais nada, que se tenha em mente a direcóa tomada pelo som. Temos a seguir, diversas grólicos demonstrativos da direcionalidode sonara, preciso estabelecer primeiramente a relagóo grave-médrowagudo, Ao ouvir dais sons sucessivos, estabelega qual é o rnais grave e o mais agudo. Se houver varios sans, estruture mentalmente a movimentcgóo deles. É importante que vocé compreenda o esquema grdlica para que o som esteio relacionada a ele. Procure estabelecer um panto de partido cómodo, que permito o realizagóo vocal clara do trecho sugerido. Para issa, é preciso estar prevenido com relacfia a direcño tomada pelo som: por exemplo, se vacé porte de um som muito grave e a linlia do grólico é descendente, nao lnaveró possibilidade de realizagao clara do esquema grdlico, tomando a movimentocüo sonora imprecisn. Por isso, antes de executar a Iinlia grafica, vocé deveró pensar nela como um todo.
  7. 7. S) EXERCÍCIO l tocando: alrcos cantando OU interprete DS 9’ al e peflnanem Sem modiliuigñr; de qU ' e resenta urn sam Note que esse gratico r P altura, bl ot, ‘mento ascendente e descendente, ou seiür 0 50'“ 5° ¿“Se P0“? 0 SEWE C mOVt aguda e volta para a mesmo ponto de Pmllda‘ Observe o movimento descendente e ascendente, ou seta, o som se dirige para o grave e volta para a mesmo panto de partida. dl Neste f ' S“! "10, 0 movimento dq a“ . UÍC e t . SOHS ascendentes e descendentes mms "¡W140, comiendo comhrnrtcrarss rlv que Im , , « porto neste exercrcro , ZWPIUO rltlnrnncris nn mir-r Iitjltt O r r r ' J ”‘l"’. ‘10 grnvr-rmrvlto nqnrlrr Duragóo Nos grólicos (¡presentados anteriormente lUl enlattzoda a vanacao da altura. A seguir, seroo apresentadas graficas em que a vartacóo da duracao dos sans seré também abordada. EXERCÍCIO 2 lnterprete os próximos grúiicos cantando au tocando. Nesse grúlico nóo ha variacao de altura, mas esta sugerida a variacao da durocoo rlo som através de tracos longos e curtos. ' (i) Neste grafico e nos seguintes, existe também a variacóo da altura. b) Oltsnivr: que nem a altura e item (I duracúo laram previamente tixodas lsto quer rli/ (‘t (¡un tanto n altura quanto n duragüo dos sans deveni ser entendidas sab n “mu, (to Vtgtn d“ rdgnvidudc, O que deve prevalecer ó o relacóo entre os sans riinvns, medios e agudos (altura) e entre sons longos e curtos (duracüol.
  8. 8. EXERCÍCIO 3 ». tn. » sitgorwtt “¿tn nu t “t. W .3 .3.‘ n x3 q, : s ynx‘ sw- trilflclt‘ nui» ik” t it xrttiirlr! n» pulsugao, i i l ï l l l t’ ' _ ' w 4 r 'r‘<>‘t“t s n 1_ x LN lniH-rnl r ttilltm“, l l l r I I Í — r- — fi t-t fi . —- —— t r l r . T a T1. ' l ' Ï 1 ' ' ', l i i—t r l r I—I I I I t t-_| 1 m t —t lntensidade todos u» sans ¡aosstrem rntensidade, mi sera, eles atingent nossn audrgün lttUtOl rltvttnl tam. Nu axarnpltr n segun os rlescnttos dr» grÓltCO sugerem vonacño de Htlhitñtrlrtrl? Exmnplo . Timbre o velero ¿ts diterentes lontes de podem ser realizados com variando n lttttbií‘ Use o timbre n, urna titnprierlrjdo, «lo sorn quc s producñr» sonoro Todos ns groliros (¡presentadas «lrlerrntns timlums Realizo es oxarcicrnas mrtertorcs instrumentos o vw, utensilios diversos, sons (orpoinis e ninbrentais EXERCÍCIO 4 sans que icpiescntem ns srnnis do grúlico OCÍ‘ lizei tinto esuwllm sobre a som n de t‘ trnrlwiv. Consrrentizarsu Usr- ’»l’l rnrrttnrirtrtr» l‘ «rsrmlltti r-«nvttnrtr» i) Khlttttt Ropmt- (¡no snnipto (¡U0 v rltttflLÍt“, intmwdtr tnturmnsrtr» gls‘ vrirtos (Elctttcttlos nin w ttltltltillr‘ urrnttirit ltruvlil ulrtttu, ti: tu tttrrtrttrtiltlrlr < 4,, . . ttttpntltlitlfi mu. .. m in mi tu‘. nun gritan tnltitlrtiltvk ti?
  9. 9. lr r Smuus zumo estes (¡presentados nos grólrcos também tém srdo uhluzodos por composllores de vnüsíco desde o rnício do século XX pero o escrito musical. propriedodes do som cfruvés do uudigóo de ExemPlo Lindembergue Cordoso—Agnus Dei op. 31 ‘menfoda e procure . - Pare, or exemplo numo ruo movr dvversos ambnenves sonoros. P ms vom/ é nonflá que ¡"Unos dos Sons que o l ' 9 hemos sono _ exgolr alguns do: acon 9:0 meflgác Todos os sons percebrdos possuem altura, ro eiom nunco werom - , . _ . . . - aro esle eXefCJClO e nole durugoo, ¡mensrdade e lumbre. Procure lugares dnleremes p o quunlidade de lonles sonoros exlsvenles. > Vocé poderó exercilüf 05 ‘r Escolha congóes ou melodías que vocé ouve freqüentemente e lente representó-las através de gráficos. Em seguida, inlerprete os gráficos observando cuídadosamenle se esiáo de acorde com os melodias que originoram os sinoís gralodos. Todos os meloduas que vocé conhece podem ser grofados e, quanto mois puder grafá-las, mois vocé esloró se exercitando. Exemplo » Marcha Soldado — Folclore brasileiro — ‘ — — >v Procure conhecer mais porfiluros de músico do século XX e sempre que possível ougo exemplos desle tipo de produgóo ‘sonoro. u» m 3 ‘Z m .0 c m ‘D O m z: «í críe melodias conlond . 0 ou locondo um ¡nslrumento . olém do al! ‘ - . Observe omnmmerfle esse; eIemlgra; o 50m possuu durocoo, ¡nrensidode e lumbre nos ¡nerentes ao som e " r 5" PUÚGD grole-os
  10. 10. ¿’Ennio du gym" m f ‘ - — ‘¡al 11 Elemenfos de nolagoo muslcul como sua execugóol . nleriormefller bem V . “Mmm , ¿. Sapmsenoa ° rd "mudo o 599W» Oce deve O5 gmlco a o assunlo qUe se . ada em nenhum dos e le’ como pmllmlnaresllzï; do som nóo lol delelmrllles de mois nodo velonxerclüc‘ . ’ l °bsewado qu? c a b‘ vivo dos 9mm“ emÏa rreu também rom In”? " ameríores, pois e 0 le _ ‘ c900 95° ’ ’9 Üqao Ó diregóo dos sous. Uma ‘relollv M s demrmmadg; eventos sonoros necesswgm de durogúo lmensvdode e hmbre- ° gsslms ¡mprecisos de um grolïco - do ueape" _. -v uma prECISQO murro mavo’ ‘aq lmdltloflül lOI WCWPOFGHdO elementos Hnsloflcomenle a no G (¡o YHUSICO sos evenlos so úl cos a pnmr da nec os Cllvef “(N05 A Ollura gr r . l OT essldade desees”: ero indicado otrovés de deseh u , or exemP r . , ¡’V 03 dos sons na ldode Me 1:53am aproximadamenteo perfil melodlco chamados neumas que exP’ Exemplo: Alguns típos de neumflí Vírga í 1 Pc! Z g Clivís X’ p. Clímacus X Torculus (Í ‘q. Graduclmr-n v l‘: lnrqm San], . r ; ‘rrgqq/ l,” _ Prrrm/ - ¿mw l l. .. . ‘-‘ I 1‘: l] , J 4m. dr: mir fmmq g l WI “la, rlv r» x «lu/ I: vlvum 61m7,; t, ” o n l"ï"l'Jqrfl'r"1 m, “ N, ‘ ' v m1’ a t‘ ’l‘73”I ‘. '/’; lurór¡ h l l ‘”’ W" M I ‘ul u. r u m" ‘A ”ol’w- l? v ” Www 1 I. ¡>’lr’¡. !lf: l’yr¡‘¡¿ * Jl: v Wrql , rm, ¡VL W ¡‘Mm, _,. ‘. EXERCÍCIO 5 m ¡»guru m“ muy, ., ,,, ¡,l mrludus ¡”mp3 1 nm onde wm», qmlrzdos s nal: mms pvc-usos num rclu 7 , , _ l _ m, J JlluYU. Como V/ Jzs u: zmms qHlwIrJrJUs sao nguars, (onsntczrc u tluvucuo dos sous «mms “JW, — _ 1 (‘mm- (mln um dos exercí - - v — una Ubservnvvlr, ,, 1, , - « ' l ‘sr omndode dos son: ul n 3 EL W l} E 4341-91 E_T_L__E_[1_ 6- ‘—1:1___ 55-5775338- EE! - a QB ll
  11. 11. a vez, Fi uras - g Musmüis C (u. mu. “ Hmsvcul [mmm um número covrespondenle esse. por S“ (l . » ¡cm n IGlKIQKÍK A scmíhrevu s. A mínimo i: representodo pelo número 2 ; ¿lu pvoporcxonulvdode entre as lvgufClS. úmeros ó rcpresenladu Com o número 1 no Iabela dos f‘ uvmlev porque s60 nezessólics 2 °l l‘ 055,9,“ de escnla musucal adora vano? sínals que loram dSSEHVOlVÍdQS (¡o onde, “ d “npo As figuras musícons, cmo lunqao é mdrcar o propriedode do s com! ” am lormur 1 scmlbreve A Semlñlmü e’ representado pelo número 4 c e y , _ - 0m v as P ’ rïïfntedduvngño, lambém lorom ‘moduflcados g-radahvomenle. l ‘ mmm‘ o necessúryus 4 Semímmus para ¡mmm sem'breve_ E msm po, dmme. ; Alualmenle as figuras musrcfius adolodos sao: semnbreve, mummc, semhmu F T S mu“ l [chela luscl e semi usa. ’ Samlbreve Mímmu l Semínima Colchena liemnmkheua usa e colcheva, semrco , _ _ r ¡ma , a lon a El e a breve ¡Dll sao figuras enconlrudg . . s s E r r A máx 9 s no grolxu n , , ¡r r , _ . l de música anlíga e pouco ulilizados aluolmenfe. l 1 _ _ 1 2 4 a u: 32 °‘ l 0 quadro u seguur apresenla o nome da cada figura, sua represemogag l J l" gráfica, sua pausa correspondenle e sua relagóo de proporcionalidade. l l EXERCÍCIO 6 oïs. ¡"N"- S-mibmva Mínimo l Semlnimu Calcheíu Samícalchaiul rm 59mm, “ ¡guru! murioai! ° "l ‘l ‘ll fi fi Complete os nguoldcdes obaixo respeilando o proporqóo entre as liguras musrc Pam: _ l l l 3 :7 Exemplos: o : 2 A Em «(me ¿Mm melode do mevude do o d d v I‘ Www ya“? ¿a m“ da rïïïfivzao "rígido meiade do mevade do J Á 2 “M” semlbreve mínimo wm m a valor do valor da a colchem semicolch v f ¡m "me do“ evo lusa 1 4 a ligan w do dobm do debio d d vol01 da valor da valor a: dom do ¿Ohm ¿o ¿amm ‘Wwe semínxmo calcheia semicalchena wlwdl’ ""°’ d“ 52mm r J 3 J Z o o) J : __ ‘l ‘J b ï, r r flhdïh l M -3 WKJÉÏÉ AJ , r m“ 1e, ¡J=4J h d) l; mmlofi w e ° y o) ¿N í, fi Il 12 13
  12. 12. no“! 7a fifa Í ÍÍÍÏJo dñfï" Ji‘ a Jb-Ïa K ¡ yñvg ¡v ’ 742))‘ i 5'37: M; ‘ L5
  13. 13. Notas Musicois reahze cs exercícros Njnfcnndo m pu’; ' ‘¡Uvas Lermra rrmca parsnseses wvhcndc ehh. . ¿[ J ‘ l r í a 5 g J a ‘ . ¡ , ‘ D A , ' v ¡ 4 _ d ‘ ‘ gm o l reno no seculo X1 exhum os names dos notas musucmï o pomr dos ¡ ' . r svinhns mmm < v. rado verso (lo Hmo de Sóo Joóo Buhslo W ,1 a a . , a g n 0 f . , a 7 , - . a n d? f j ‘ " a a , . a g y d‘ o 5 o ‘ 7 c A sílaba U9 ¡oy subsmuído postenormeme peu sílaba Dó. A noia Si é o reunióo dos pnmeírus lemas de Sonda Johannes. re’, mi, Íd, sol, [ó e sx, nesiu ordem, repeiem-se, As Sete notas musicuís dÓ, ave quunáo para o agudo. lomo para o gr us lmhns s‘ espnqos do pentagrama o a . ‘ wm“uuumvn‘. Ïv(H. rN(1(l(9lV 7 a u ' w. u u “ l‘ , , u
  14. 14. 7. , acsncícxo ¡o Leia as seqüéncias ubayxo, ccnscienhzondorse da reíogóo de h VIUn names dos notas musicas a? m ¡f ‘ D17 b) ‘¡É no no i‘ C) D3 Do 3' m ¡B FA m DC LA SQL m ¡E no uf) ul nó FA MI RL no 0Q lA ¡A SOL FÁ SOL FA ¡Á M! FE vr no mr, M H LA f" nru ¡A (“Q0 envre o s MI RÉ w ¡A ¡A SOL V k FA MI (A Vu VA ‘A m w EXERCÍCIO H Use suo crí obietivo pnnopc possív cnvldcde para realizar as seqüéncios que esnio escritos l é desenvolver o hobihdode de ¡olor nomes de noves. Sempre que el, comece o comer estas seqüéncios. o seguir. O Sl m so. 50k SOL m FA m nu M! NH M! Mi M‘ l“ RÉ RE Rt RE RE ‘DOJ DoJ Do no kmo DO sv sv m LA 50x SOL {A FA + (M, M‘ L w w “f J Rt V jífll r “av. ” W nhxmh‘ ¡9
  15. 15. u ñ ¿J L 20 HL acencícvo 72 . . dos notas. .. s ¡donde os names Esrude as sequencna , a7 22 3 no u no 5: u, ‘í vé D”) SL mv e (wm avé chegur em FA m‘ m SOL mm. me. w957 rm orbmue a! !! (ma. ww m w no MJ DO DO EXERCÍCIO 13 Leimm ríámxca. (flmJ 21
  16. 16. EXERCÍCIO 14 Reahze as Séqüéncxos de notas musíccns respenfondo os duragóes esíubeL ‘d ecn ¿,5 "u ¡mm mnucu ‘LT-LJ-ÏJ 73 ¡Í * ¡es w H H ‘ ' ‘L FA SCL m b} g ¡fi ¿ m J J m u 5 DO 5 L" 5' LA SOL LA 3m FA SOL JÏJÏJ "'“ ‘fi w g: ‘ ML LA sm ¡A M‘ dfiïjfi, ¡fi J L‘ “A m q” ' IA DO ML 22 SUGESTÓES Crie OUWJS Seqüéncios de notas muslcois utilizando notas vlzinhos (gruus r comumos). y Cne Oombém seqüéncícs uühzundo saltos de 3“ , 4" , ou mois notas, ExempLo: SoUos de 3" JJJJJ no Mi Ré Fó Mi Sol Fú Lú son sa Exemplo: Saltos de 4° NJ DJ N; ÑJ N: NJ Dó Fú Dó Ré Sol Ré MiLó Mi Fú Si Fó Sol Dó Sol Ld Ré Ld uindo, por exemplo, o s nome dos notes seg denia Leia no senhd o oscen esvüo em diregóo descen nos recursos gráficos: ‘r Fale o nome dos noms no direqó e cs noíos musxcoís diler qu rfir de ou nome dns notas a po senhdo horório, ou sem, o o onh-hcrórío, o que quer dente. Vocé pode esludcr o 23
  17. 17. 24 , ' ¿ya "www manso giálico pode auxiliar na hobilídode de ¡e e, “ a; noias ml/ SICKJIS Vocvé pode lei uma nova, pulor a noto s próxima nota, e assim por dianie, Voce pode ie: uma nofc, pular os duo sggumias, La: a [JYÓXHWO noia, puLcr as cunas duas noias, ler a seguínie e S_ “ono; dame Vane as possibi/ idcdes para ganhor fluencia ao ¡olor os nome 353W" Por mL/ SLCGVS s as notas r e falg, Sa" eguinie, ¡er r Enquanro vocé (ala os nomes das notas musi diregáo do movimemo sonoro [ascendeme ou desc (grau comunica ou salio). “¡S Procure ideníiíí cc endenie) r sempre ° e ° ‘¡P0 de movimem 0 "r Todos esies exercícios sáo , imrod t’ ' necessam e muito ímponarfle para ' u anos oo solfe , L0 musical odo musico. ’ Íerramemq C| aves A cLoves s60 ' . . . s slncis colocados no micro de cado peniogroma que Íixom o altura dos sons esiabelecendo um referencial o porfir do qual o seqüéncio dos notas musicuis se processa. A5 sae "mas mua-Ca“ dÓr fé. mi, Íá, soL, Lé e si, nesio ordem, repeterwse, tanto P070 0 9m“? quanto pero o agudo, no esiruluragüo do noioqfio dos ohuros denlro do Pemügïoma, ksim, cada noia e sua vizinho ¡medium (gruu Comumo) e’ representado groíicomente no peniagrumc por seu posucioncmentc no hnhc e sua vizinho no espogo e vice-verso. Por example, sempre imediciameme antes do nom soL ïemos a no10 fé e imediatcmenie depois do novo sol ¡emos o noia Ió. Ao iniciar umo Ieifum deve-se odoïar uma referencia, ¡slo é, nomeor uma noto. Este procedimemo corresponde Cl odotor uma deve. O exemplo a seguir iluslrc uma seqüéncia (¡dotando diferentes notas como ponlo de podido. vino‘, RÉ Mi FA sm LA si DO RE ¡PAL SOL LA Si Do RE ML FA 50'. {su no RÉ ML FÁ sol uk si DÓ . . u u Observe que no exemplo unierxor, oo chumur o pnrneira de se esiabelece um ponia de referencia que determina os noltus segumveslíüfiieq“e"c: °« re’, mi, Íó, sol, Ió, si, dó, ré. Jó oo chamar c’ erimeiro noia de á‘, oisr nrtïoií: seguínies s60: sol, L6, si, dó ré, mi, fó, sol. For ultimo, ae noImÉor u ¡entre of c" como "sw, a5 nom; seguínfes sóo: dó, vé, mi, LGA, sei, lá, ‘SI, do. possive con mu adoiando Quiros noios como pomo de referencia P°'5r “°| _“°l_q"_e'ó"°'°' a? s‘? iomoda como pomo inicial, n60 altera o erdem dahfsequencir, s 0 D000 e podido muda. Esse processo e adotado nu Lenura em CLI flames C ‘W95- 25
  18. 18. EXERCÍCIO 75 s exercíoos, feremas seqüénuas de notas em graus corqumos . ¡ , 15 o é Nospïómm . b d d quenctas, a servan o os iferenles - - Pontes ¡mcim s de "¿o ¡mera saÍfos. Leva as se releténoa oo n m ¡A ‘í ‘ FA SOL b! 1 »”° n - m, » » x o n e 7 d: , K. w RE Do o - ¡E oo S‘ m C) —o n a 1:7 » > _ Sol . 9 .1!» _ >A» o“ FA M! ¡É ‘e “n-» L" SOL H M‘ d Ï Jr e— ¿m 9 Í n o. Ñ " SOL [Á S Do HE M! e) '* «¡rs F - 4B’ LA W S‘ D0 SI som ‘A SOL m. 26 Tipos de Claves Exisiem ïrés tipos diferentes de claves que 55o Uhuzodos c r Í ‘ . - , Ó (en er" n cl 9mm mmm)" o Clave de 5°‘. 0 cklve de dó e u clave de (ó. e e para ‘É? IB 9: clave de sol clave de dó dave de (f; Disposigüa das Claves no Pentagrama As trés claves podem se posicionar em diferenves linhas da pentagrama. mmm que a nova localizada Clave de sol 2° | inha o» « m, 2° 1mm, é soL a undma que a nota lacahzada a na 1" Ivnha é DÓ mdlca que a nova locahzada Clave de dó 2° Iinha g‘ "a 2a mm é DÓ Clave de dó 1“ Iinha mdxca que a nom locallzada na 3° hnha e DO Clave de dó 3° linha mdnca que a naáa localizada Clave de dó 4° Iinha na 4" lmha é DO mdxca que a nala Iocaluada na 3- hnha é FA Cïave de fa 3° linha mdlca que a nata localimda na 4v- hnha e’: FA Cïove de ¡o 4" Iinha 27
  19. 19. Obw“. ramo hcn a ¡OCCÜIZGCOO dos nolas no pentagrama empregqndo (¡S Mwmivin Juvus DO RE Mi FA son LA sr no RÉ MI FÁ sar ¡A y DÓÉ R SI nó RÉ m ¡Á SOL . M s1 Em sínI ESE Q5 CI 90' exem ' Gves Sl nií‘ 4 . PIO DÓ’ se’ Qfaíad g ¡Cam ° p°sSlblíidade de uma me Smo nova musical 05 noias musi ‘ ° 9m qual ¡amb cars também - (¡Ver lunha ou es ém Se" Pïïssibilidadessg: sue’ hüveró sele I pu“ d‘) pentagrama Coma 28 rxuuph, A num Do , 4 ' 3m adn em mas M! rurmsprirulenitzs "5 mm‘ ‘WM e “S dm“ . _ As claves indicam cam precisüa a ahura dos sons. Algumas daves sao mais indicadas para a noiagóo de sans graves, ouvras para sans médios e agudos. Emprega-se com muila íreqüéncia a dave de (a na 4“ hnha para a representagóo das sans graves e a clave de sol para os sans agudas Issa pode ser ¡Vusirado da seguinie maneira: íÉJ A noia DÓ representada no exemplo anteriar é chamada de DÓ CENTRAL. Para efeila de comparagüa repare a posigóo do DO Ceniral em todas as daves. Sons agudos Sons graves Sgrhda de emm dos sans agudas VT —+ Claves cpropuudax pum n gvaha a. sans agudos Sentido de escmn dox m; graves Claves upropriuda: pala a graÍia a. sans 9mm 6o do DÓ Central nas diferenies claves. A seguir, oulra visualiza; 29
  20. 20. de soi‘ e de ía no 4' tinha serem o; m0 is 9m nregud G: As claves também podem auxiliar no Dfocesso de leitura e ' i escrita musical de Apesm dns ctaves mmm-gane m as amas amda sác yl‘ii‘iladas Para‘ ‘si: wnaiessas consevnardc as claves oríginans ' ‘°”‘p°s'w'es vam; edlcóes de múma “m”! "mmém 05 day U-Mfmdgs Del instrumentos chamad soprano UHIIÜASÉC csaieae dc’: na prrmeiro tinha, para o me es °"9'nais. Pfirqos ¿“emma duque“ e o? "°"5P°S¡t0res. Para mas ¡ns¡rumen. Jo .10 segunda ima, para o cantralto, da na cerca“, ¡ hzlo-soprano Q dave o mamar o ‘rcbalho dscnia ‘no parfitura, e q "cm de Cl os a nota que soa é quam; int-ia, para o bJrPcFO a dave de ¡a da ter - _ m “í PGR‘: a tenor d de A ’ ’ É) muslcq aves para a ‘amm pode dato do quem! ¡rnhu te” ‘mm’: e Para o baíxo a S)! nu mais amïíïwfinsqïgïco que d°"‘¡“° Os diferentes claves t ave ange a leitura e escrita musicais 9'“ “Cesso o um universo Exekcicuo 16 O exempi" abaixo HUStrO a V “MVÜCÓO de a! 9Umas destas ctuv E5, Exa/ rpm Bach — Cantata n ' .4 Christ La 9 '" Todesbanden Reescreva as seqüéncias dq s notas nas ctaves indicad GS, Ïembrando de manler a mesmo altura dos sans, /
  21. 21. EXERCÍC/ O 77 o nome das notas nas drterentes claves propostas neste exerQz . r I A prrmeira pauta e sempre escrita com graus coniuntos, ou sem noïlo" . _ segunda paula apresenia pequenos saltos ¡unfo Corn os graus Corr Ds vIzIn paula oterece mais saltos para exercitar o name das notas lunleï A l Lena os names das notas procurando adquirir iluéncia no e . lentamente e depois apresse. Se possível utilize um metrónomglegucao. Comece ara auxiliar ha regularídude da Ieítura. Exercrte has. A ¿’Cena al
  22. 22. EXERCÍCIO 18 4 un mugurveq, “ ‘ nscen ‘ eremes ÜÜÜUCÍQS deme e "in: m. rF r pro . ¿sun s 0'11 dríerengos ‘¿mes “mada 0 ° n n u’ o u . , o o u 0 o 0 ° n 2’ n 0 o " o v, 0 1| I’) i x r , ' “ n u n n n n “ l) r h’; ' ’ ‘Ï n " B" v; u. u n o. n B: EXERCÍCIO 19 Desenhe a clave correspondeme; EXERCÍCIO 2o Solíem (amado. cante as seguinves linhas meïódicas lembranda que as (¡aves csmbcloccm nao só o name das notas mas Oambém uma altura delerminada. A clave de FÁ na quaria hnha, por exemplo, é ufihzada para representar sans graves de um modo geral, Por Isso, torna-se necessória uma acomodaqóo de Iessilura para us vol05 íeminmas que ¡orem realímr esta Ieitura. Assim também ocorre cam a rhwv de DÓ na pnmeira linha, que é ufilizada para sans agudos em geral, Sendo nm mmm uma acomodncóo das vozes masculinas. Conmdmnlwdo os ncomodagóes necessórias c‘: sua V01, came as Imhas nwlórlrrus r1 segun, Vocñ ¡mode can| ar com o nome de cada nota, ou ainda entoar us uhnrux ¡mundo uma úmm vogal (por example a, a, a, 0., ), como também emihr da (borra clnúsa) ou entüo ufihzar oulros fonemas (lá, Ió, Ió. .. u"; mms rin han n Íorha o com um instrumento un M, In, In ) Sr-mpm quv possivel caniiva a aíinagfi musu ul u o n o p, “¡a _, .. u n '. . n . ¿
  23. 23. Jr g‘; u . , 4k o» n a _ , ,>» ¡a 7 - L ° u o o o (r 0») , , > n o ¡v v—‘í”'a» , , J a} > ° nío”t o _cr_ 0 > . ,,_ n. " «B- EXERCÍCIO 21 fl , - ¡ e , . Lulura rhmvcn realí parélfleses O5 ¿"eN-‘ÜOS Obolxo cam as pulsagóes indicados entre Example: J J n; o n [D] MUWWWWWWWWWDÉDMW mÜJzJDJu ; mg: Wo JïJ JJJlJ [f] CWJ ¡Jo J ¿JJJ [f] d)JJÏJJ_J3JJÏJ‘IJ“JJJ"’ [D] e)J JJJ ¡JJ JJ‘ o [f] nJñJJñ*ñ‘* J“J JW [Ü] MJJHJ [E] ¿thai?
  24. 24. Compasso EXERClC/ O 22 a rlimrca estabeiega pulsagóes dllevcntes e realize os próximos exe ’ fCiClos term: Compasso é o a m g pamento dos tempos de uma composigao ou fragmento Erempl) nnusvcal. No escrita musical a se a ' VG - . p 9°° d°5 Compossos é lenta por uma llnha vertical J-J. ¡JÍÏÏJTJNJ J que atravessa todo o pentagrama, chamada de barra de compasso. a l lou barra de campasso lil alo J . ¡'h_ n determinada pela quantidode de tempas. Os s sóo Classificados como binarios; com trés aternórios; com cinco, e mais A duragóo dos compossos é compassps que contém deis tempo tempos, como temarios; com quatro tempos, como qu b) J J¿ Í 7 ¡ñ ñ ° J J JT g m . l Jl J quinórios e assim por diante. O primeiro tempo do compasso é usualment forte que os demais. Fórmula de Compasso “JÜWWJ ñïïfï: o ‘¡Jn A lórmula de compasso é escrita no inicia da partitura (depois da clave) e dl ' N ' J , J’? F53 J a 3 J l indica: a) a quantidode de fempos do compasso, e; er adotada como unidode de tempo, aquela que Valera um b) a luguro musical a s e) h 4 * x ’ 4 ñïïJ 553 n tempo no compasso, e de tempos l) ¿l f7 n , a n ‘i ¡y ' ïz¡ indicaaquantidad ‘ indica a ligura que nos c g) ñ J n J n _ n umdade de tempo de um compasso binario que tem l Jt J l) J ‘7 Jx Dv arordo (om o exemplo acima. "Um-Se cada compasso teró sempre duos m unulndo de tempo a scmínima. Portamo, (‘s rnrrnspondentes a essa quantidade de tempos. ompassos simples se torna (un wrnlnnnus un vnlol 38 39
  25. 25. ‘Ma, a “¿mew que indico a umdade de tempo, podeis de se c0 Á». uwes dente. i ti ura COVESPW‘ , ¿amantes 9 t mimi u“ fxemvl“ Ï W fi DU a 3 r 4 3 u Composso Simples Um compasso e’ classitícado como simples quando sua unídode de tempo tem uma subdivisáo binória, ¡sto é, a figura de nota que vale um tempo no compasso pode ser desdobrada em duas líguros de menor valor. Por exemplo: se a unidade de tempo lor a mínimo, ela pode ser subdividída em duos semínirnas; se lor a semínima, ela pode ser subdividída em duos colcheias; se lor a colcheia, elo pode ser subdividida em duos semicolcheias e assim por diante. ' Veia abaixo, alguns exemplos de compassos simples expressos pelas órmulas: Ï "’ Compasso ternório simples, Unidade de tempo: semíníma. ¡J J JIJ Dim; Jl -> Com - - . 3 P0550 tevnúno simples. Umdade de tempo‘ mlnimq M4414 urmr, a 40 g _y Compasso ternóruo simples. Unidade de lemPO colcha“ gp b t ¡ññruv ñ c —> Compasso quaternana simples. Unudade de tempo: semimmü- lo c —> Compasso binório simples. Unidade de temP°ï mlmmu’ _ , . « d y o: colchein. É ‘5 ComPusso QU”‘°"° 5'"‘Pl95-U"'d°de e amp ¡MMM J Mm n‘ - heia. , . ‘d d de tempo. C0lC 3 ‘5 Compasso setenóno simPles- Um u e zjjxjllllllññlJ ermos. . ' dilerentes de escrev go manenrus c o Ü Os simbolo o ¡e a mulas (le Composs | (‘S']'>CLlIVHI'V(‘IÏÍCr "5 ló’ 41
  26. 26. EXERCÍCIO 23 ¿wm ¿,5 kxrmulffi de (OWOÜSSO 594mb J d o) I? 2 JÏÏ: t) J .7 fi J‘ b) «l? 7 o a a gl o a I J r JK 3;‘ J -J‘J‘rñll ¿l c‘ ‘ d h) el‘ 5-74“ u zfifiJ Dt EXERCÍCIO 24 Cfimplele °5 lómw“ ¿e “mousse lHÓiCÜndO a quantidade de tempos 2 Exemplo: o! , 4 ¿ o ' D’ ll J r F‘ ‘l g» I Ü ñfiu <1 f l) t z . d a)_ . f}, u __¡ LJ“ , , JJ J; ¿ u L _ 4‘¡-¿ . 47 EXERCÍCIO 25 Complete os compassos com pausas e luguras. z ' s. Complete 05 (ompassos com pausas e ligum l ll i 1 l ll
  27. 27. ïelïJlJ Ñuïfifiïmmmmïn“ EXERCÍCIO 27 Coloque os bmms (le (Museu ñ» F145: f5” m3., J J a 5T: a a JÏÜÏÑ; u “¿ñ-J ¡l fiñt f. “ ñJ H “li. a a J o 3 - J ¡l EXERCÍCIO 28 Leitura rítmica atïa JJ J l; g ¡J flujnu I bli; ‘l ll ‘l ‘HH J J ¡JWJW JHlJ J I Gli; DJ lÜÜJ Jlvlo ¿ J dlzJJ-JJÜHJJ ¡nJnJ_Í I ltÏJlJ l glgfijfiñfi l JÜÜUÏJÏÏJÏÏ! l! ÑÏJ ¡ 44 ExERCÍC| O 29 , . f) Esrvevo os pulsagóes de acordo com a lórmula de composso solicitado e realize os próximos exercicios. Exemplo, a N111: J a EN; . . . ‘tp f f f lo a o a (n33 JJJÏÜ¡J—JÜS. ‘J¿Ñ á H 45
  28. 28. sanitaria-sn»
  29. 29. SUGESTÓES Existem varios livros que . . podem ser utilizados " i - para auxiliar na Ieitura musical. ixtozaii y Alguns destes livros encantramse listados na bibliografia desta publicogaa “¿sume as ‘sr L . c sara piano tx‘. ‘89ti y VOCÉ lümbém pode estudar solleio selecionond t ‘ h d ‘ musical em 98ml, Como no exercício 32 (loixa 13). o lec OS o ‘epeflono » Folclore brasileiro ol MuCGFWD Bcn to Além d“ l¡‘"°5 de 5°llel0 e do repertorio musical as solleios podem ser a linhas melódicas, cante-as, varie ritmicarnente, ranse da intensidade enquanto reali1o os , l .7 criados por vocé mesmo. Escrev e claves e fórmulas de compasso diferentes. Procure lemb xemplo, vorie a intensidade (tone, tracol linhas melódicas em instrumentos diterentes (timbre). u a‘ ’ UllllZ e do timbre: por e solleios; execute as : Coqúrrte da Suite n: i , Bad, 3 9x—z. ._a*, . ¡ d) Estomoie » Anónimo ; “ K m» » , , ÉL‘*C"L¿ i‘ 3:41“: 7:’ el Folclore Wo s mentalmente paro que se desenvolva também sua audigüo interior. Vocé pode exercitar isto a partir dos exercícios ¡a realizados Por exemplo, cante sonoramente um compasso, pense nos sons do segundo rnando sempre os sons “ J i C i t compasso, cante sonoramente o terceiro compasso, alte externos e internos. Vorie esta proposta e acostume-se a pensar nos sons e sua "r Experimente cantar os solleio posslvel gralia. ero possível a realizagóo de Se vocé puder estudar ¡unto cam outras pessoas s canta ou toca um pequena lragmenta ou linha melódico e o ouvidos. Comece com exemplos simples. lntorme ‘l Preiinho de An 9°l° ’ FOlClOre brasileir C u clave a ser utililada e a nota inicial do exercicio. Quando lor o caso, inlorme de compossa. Os exercícios 30 e 31 também podem ser ”F¡‘: :1 ' l, ‘ 2" - — ¡ também n lórmula ‘LL 7 ‘nl a l-d _Ï ' realizados sob a lorma de ditados musicais, utilizando os exemplos grax/ ados no CD (laixas ll e l2). El Fui possa n ° VW’- > Folclore hfÜSilg-ip) ht Tiés Cant“; ¿P Am ' ' 00‘ "r ditodos inusicais: urn outro identilica e escreve os sons Almeida Pra/ to 48 49
  30. 30. Ligadura de Valor adura de valor une notas de mesmo altura, somando os suas durogóes r r= r? ?? ° A llg Exemplo: Exemplo no pentagrama: EXERCÍCIO 33 Nos trecho: abaixo, indique as ligaduras de valor at Folio de Reis - Folclore brasileiro a i «Tr-r; r , —: —»—, : , ‘xr ¿y ¿H c) Sinlonia n° 27 _ How” E»: ÏXÉRCÍCIO 34 Colo que as liggdum S de valor em todos os lgc a s _ . l Onda WS! ) l. possivel EXERClClO 35 O obletivo deste exer ' ’ ’ ' ’ y. _ Ocio e treinar elementos de gratia musical, O mesmo elemen o n mico pode ser escrito de varias rnaneiras de acorde m dt rentes r C0 | e lormUlGS de compusso, Para ¡sto sao necessórias as Iigadurus de valor os desd°bl°menl°s d°5 V°l°TeS de pausas e de liguras musicais e a acom d ga ‘dos 0 G 0 barras de compasso. Exemplo l Modelo: n e iii- un mai em outra lórmula de compasso. breve é empregada no lugar da crever a pausa de independentemente Exemplo 2 — O mesmo modelo pode ser reescrita Note que no quarto compasso, a pausa de semi pausa de minimo. ao de gralia musical es E uma conveng semibreve para representar um compasso inteiro em pausa, da lormulo de compasso ltJl' lWJlJñÏÍl o dado reescreva o linlia com o gralia correta nas lórmulas i- ti; ñ= ñ Sem alterar o model pedidos Modelo n ll Miurlvlii o A 5|
  31. 31. Ponfo de aumento pomo de oumenvo é um smol usado para oumemur memde do valor de hguygg ou pausas e e’ sempve grohïndo oo ¡odo dueno da figura ou pausa. Exemplos. F ’— -' — r a ou s- ¿v a : a9 w = W ou -' : - 3 ‘h ‘i EXERCÍCIO 36 Reescrevu o Hecho dudo subsmuundo onde ¡or ’ ' » , os Í, I pan“) de aumerflo‘ P srve o ¡gadura de valor pelo 0] Quofleío de cordcs opus 18 — Beethoven 52 EXERCÍC| O 37 Nesïe exerclcto o modelo apresenvudo possui ligadurcs de valor e pomos de aumento para serem reescritos odequodumenle de acorde com o fórmula de compasso. Exemp| o Modelo: g‘. 1 fi qñg b -. : o d-- . a i; U a m JJ-= UV¿= , a _/ .í, Sem alterar o seqüénciu de valores upresemados no modelo, reescrevo o linho com a grafía corren: respeitondo os fórmulas de compasso solvcitodus. Modelo: 3 j ‘ÏJïJ y u‘ 7a‘ Modeïo: J. ¿ J‘ 7JU j 7 l" ‘u 53
  32. 32. 3” t J ¡J Du ¿{la ÜIDDU u blïJ mu Hd 3 u_/ u ma; a u ciulfififiifivfifiMJvfifilJ m. “ 1| "¡ÏJJÑHJVÜÚÜJHFJJH NJ NJ J UVDÜIDJ LLÜVJ J U1} Il “la Judnnu JDM xau ExEkcícIo39 f? Solís‘ - ‘ - IO- uhluze us lmhcs rívmi cos do exercícxo amet‘ 10V, me melodxus com graus conium°s e depols conle. Exemplo; ïJ H J u n“ L; ¿E11 ¿ 54 ¿LA x ü Ülïlñu ll ¿J 1715,74 u EXERCÍCIO 4o Lcívum rínnícu “¡J J ‘J JÏ ‘J. y a “¿J 3 HI4 u“; i; z ‘ï ÏNJ 5-3 1.a 4* u u’? N U. ll dïïJ J ÜlÜjÏJ u WÜU. M | MJ FJÜJ. Jñwvñïñis. M | “c; 4 J u. M N1D; ring‘); | EXERCÍCIO u t 7 Solíeio. uhluze ns linhus rímucos do exexcício anterior, crie melodias com graus coniunlos e depous came. Exomplo‘ ¡J J ¡J 17H. 13117.57“ ¿su J u 55
  33. 33. b)“ y ‘a _. ¿Ju , ‘ J J . J A Íl c) ‘K j _ _u j ij‘ * I‘ 7 J‘ J‘ JJ. d13,uu, JuJ1JHJJa¿‘H °)áiu*ih‘ïwiw*w¿. M M UU“ NJ. 1| ‘le; “q. A‘ JÏÜWHJMÜWJHI EXERCÍCIO 43 f ‘I Soïfep: uhhze cs hnhos rífmxcos do exercícro anvenor, cric meïodms com graus comunlos e depois cante. Exempb: Him m» mTVmmm-l u u 4u_¿m. >m* u n EXERCÍCIO 44 As, ¡mhus (¡humo possuem vóríos grupos rílmicos ulflizondo combmogóes de * * ’ l‘ . e os linhos sunucokhexrxs Exerme codo grupo ¡ndependenoememe e depous reo n rmmcus. ¿fññïrï-u-ï. m. (ÜÏJ rfifilrï; xñïrïl-ñlñïü | Mm Fñuï fïñuñfiñï ¡ÑÏJ | dz; nñfil: ÜÜÜU nmu NJ | Mm mm mm Fñm. J u e) Mmmm: a ummmufn x 1| Mmm m. J ¡mmm J " m mmm HWÜWW” mnnmïu I mimnm‘mnj " 57
  34. 34. SUGESTÓES ma pam e esvudo de ¡llmrcu que pode scr mn pero o Existe lrterauva espe Alguns desles lílulos lozem pork; ¿o r leuuro musvccl ¿m? bvblsogrc cramenrc de xuzv ¡ya deslo pub cucác. Lembre-se que voce pode sempre extraw exemplos do reperlóno musical em ‘r udar o lerluro vllmrco. geral para es? Cue seus próprïos exercíclos enlaflzando elementos que deseru Gprimoror P Olmo exercícro rmporionle é o veconheclmento de elementos rllmucos e melódrcos no repenóno musrcol que vocé ouve. Procure reconhecer esfruluros rílmícas e melódícas rc’: opresenlcdas cnlenormenle o pomr do cudigóo de músico 59m9’? QUE Possível ídemllrque o composso utilizado, os células rhmicg; gïdommonles e os elemenlos melódncos formados por graus conyumos e saltos serve ue olém d I v - . , ' mlocionodqos ü ‘measydzzeeljegegolïw: szïdáceosijmeorulmucdcys hcr oulros osPMlos opmsenmdc peb repenóno musical-r gran e vcnedade de llmbres l’ V095 9045€ reolrzor dwudos Yllml ’ cos - exerdmcs 38 a 44 ouvmdo os lmxos do CD releremes G05 58 Composso Composlo N . . _ 4 _ OF mmpms“ mmposlos o subdwrsao da umdade de tempo é sempre lemórm’ lslo é’ md“ “MP0 PfeVÉ uma subdivisño em ¡vés figuras ¡gucis e de menor valor. Exemplo. _¡ umdude / l Jl ‘F subdivisüo em lrés colcheios P070 ¡SW Se’ POSSÑGL 0 unidude de tempo no compusso composto seré sempre uma figura pontuadu (valor composvo). equivale o vrés semínimos; uma sem diante. Exemplos: : J J J l = DM‘ J‘. —. Ma“ Assim, uma mínimo ponluadu ínimc ponluudu, u lrés colcheius, e ossim por 051o pelo fórmula, basta nolor que o Para reconhecer um compusso comp (lodos múltiplos de 3). Jó o número sempre ó, 9, 12,15.. . unidode de lempo mus sim, u liguro em que número superior é inlerior do fórmula nao indico o unidcde se subdivlde. Veio o exemplo seguinle. gl, J. ¡mmq Exemplo: No lórmulu de compusso g o número SUP slo. Para chegor o esta conc trato de um compusso binúrio compo dividir o número superior da fórmula por 3 (¡slo porque‘ l pero obler como resultado o número 2 (composso bunóno). A umdude de desle composso é u semínimo ponluadu e 9°’ 59’ ‘J i semínimas pomuudcs ou figuras equivalentes por compusso. Jó 0 nu (número inferior do lórmulo) indico o figura ncfiWl 0 U (semínimn ponluodo) enconlro-se subdivididu (colcheros). essa erior é 6. lsto indico que se lusóo basic o subdivisüo é ternório) tempo m binório, cubem duos mero 8 nidade de tempo 59
  35. 35. .. 4,. muypnsso smmuu v» l Z l 7 ' 2 ÑÉJTJl. Iñïfiïa. Vega abolxo e ou ¿ompassos composfos expressos pelas lórmulos: ga na lmxo 21 do CD alguns exemplos do repenóno (le g —-> Compasso bmdrvo composlo Umdode de lempo- semínlmc: ponlumlt) u; Sonola para pmno K 300K - Mozon g “ comí/ OSS? » bmúno compost’) Umrlode de lempo mlmmn po l d Ñ UG Ü b‘ C un a r l ‘W’ ° P“ WW» m Fe menor, opus 15 A Brahma n- gl? ” Pe —> c. , ’ “P” * umfirv» "vr umlqm. n. lcmím “l, c; A nda rlgvseq gh”, _ F, 1,: r t, ‘ u — 0 '- mm mu, llírlfl yurríllll’nlr¡ g -> ( nmpmso lernóno composvo. Unvdode de lempo: Semlnimo ponloudc ' d) Preludio una, vol 2, do Cravo bem lempercdo . Bach Í semínima 1g “5 Composso quaterndruo composlo Unidade de tempo: ponlucdo c) Sonora para llculu e conlínuo em F6 Mcior - Hoendel '—H. t F 1% —* Composso quulerndno composlo. Unidude de tempo: colcheio ponvuodc l) Gugo da Suile Francesc em Sol Maior » Bach gslfisllfiïtlïflltfirïgfifi: ó]
  36. 36. SUGESTÓES 4 literatura de sellers musical sempre lnClUi compassos compastos e deve onsullada e esludada para ampliar a habilidade de lertura e escrita musicals. ser r ; Vocé também pode criar seus exercícios envolvendo compassos compostos, -, Os ccmpassos compostos também podem ser realizados sob a lormo de dítados musicaís. ‘r Além da leítura e escrita é muito importante reconhecer auditivamente os compussos compostos no repertorio musical. Os exemplos abaixo estao gravados na laixo 22 do CD e podem ser usados para o reconhecimento auditivo de campassas campostos. a) Canto dos Pastores — Folclore brasileiro ¿i ¿‘ese i Í v u c) Canto da Borboleta e Folclore brasilera, 62 Auto Avaliagüo N990 Wlmelm Püne loram abordadas os segurntes lÓplCOS. J Propriedades do Som 0 Altura o Duragüo o lntensidade o Timbre J Elementos de notagfio musical o ligurcs musicais, pausas e números correspondentes o notas musicais J Claves J Compasso a lórmulo de camposso n composso simples v/ Ligadura de valor i/ Ponto de aumento v/ Leituras ritmicas v’ Solleias lalados e cantadas J Compasso composto 63
  37. 37. SEGUNDA PARTE Na segunda parte deste trabalho serao apresentados varios assuntos que se referem a teoria musical. Cada um dos assuntos é diretamente relacionado com o outro. Desta forma é preciso que todos os conceitos apresentados na primeira parte esteiam bem assimilados e treinados. Os exercícios desta segunda parte podem ser também utilizados para o treinamento do solfeio, Além disso vocé pode exercitar o solfeio selecionando trechos do repertorio, recorrendo a bibliografia específica da area de leitura musical ou ainda criando seus próprios solteios. Da mesmo forma as sugestóes de trabalho de percepgóo musical nao pretendem esgotar o assunto: é sempre importante investigar mais a respeito através de pesquisa na bibliografia especializada. Procure também criar seus próprios exercícios visando sempre o aprimoramento na compreensóo dos canceitos estudados, 65
  38. 38. Tom e Semitom Tom u semitoin sóo Intervalos ou seio nnttr: os notas tttusicaisi O semitom ( musical temperado. O tom é equivale unidades de medida das distancias ou meio tam] é a menor unidade no sistema nte n dois semitons. Repate estas medidas num instrumento de teclado como o piano o órgóo e outros. l A dtílüflíid entre uma tecla blanca Ou pteln e sua Viliflltü iivtezlialu ¿v de um semitum Observe estas a guitarra, e Outros A disiencia entre uma mtda solia e o prlmetla casa e de um xemiiom 1 A iiiiianziu em. » tHHl rtiiu n (UU tIHtlVt iinnclintn o (lfl mt SDVIHVUYVI 67
  39. 39. tie as nata A‘ tervatas e" Cmstaie estes in 5 iitusicais: l Tom lfl Liïií l Semitom Mi Fa’ 1Tom Fa’ Sol l Tom Sol La l Tom Ló Si l Semitom Si Dó Acídentes Acidentes sóo sinais que modilicam as distancias entre os notas musicais. Também chomados sinais de alteracüa, os acidentes podem ser gralados de cinco mcneiras dilerentes: e _, . Dabrado Sustenido Dobrado Bemol ‘v; Bequadro 68 í, Nome Gratia V Fungfio Suglgmdo 3 Altura a altura da nota um " semitom acima Bemol , Altern a altura (la nota um semitom abaixo Alteru ri rillura da nata um tam acima Altniii «i iiltiiiri 'l() iiiiiii um tom abaixo Anula ti r-lr-itvi rlm alteraqóes [HVH/ Viftlíltlfl , ,.. ii, , , ¡,, ,,¡, “_V ririili-iiii-v. EXERCÍCIO 45 Marque T para os tons e ST para os semitons. EXERCÍC| O 46 Mantendo as notas dadas, Ufillle 0 seinitnm ncimo. Exeinplos: d. o s acidentes necessarios Pm“ dlelólos Um 69
  40. 40. EXERCÍCIO 47 Mantendfi as Holas dadas, utilize us ilíwletttes HECCSSUIIOS pata ulletÓ-lus iiii, 59mm, “ abaixo Exemplos: (a gl’ I} EXERCÍCIO 4a Mantenda os no; ' 55 ¿W305, utilize os - v como ocidentes necessarios para altera-las um to, “ Exemplas. *VÉ»Lí> H 70 EXERCÍC| O 49 Muntenrlo as notas dadas utilize os acid ' I entes necessarios aro Ii . t gbmxm P a era las um am Exemplos: 4,, Semitom diatónico e cromático Semítom diatónico: envolve notas com names clilerentes. Exemplos: olve notas com o mesmo nome. Semitom cromático: env Exem plos: EXERClC|0 so l Classiliquc os semitons em diatónicos (d) ou cromático: (c
  41. 41. SUGESTÓES 6a O5 exefltplos sonaios destas sugcstóes estao gravarlos na taixn 23 do CD -, Toque e cante tons e semitofls- a) toque um semitom no seu instrumento e depois repita o intervalo cantando. toque conte toque cante c] identifique auditivamente tons e semitons na laixa 23, letra c, do CD. Em seguida conlira os intervalos ouvidos com a Iinho abaixo. st T d) toque a primeira nota de um semitgm e, em se uida, cante nota do intervalo. g o Segundo M” ¿v 5.. u. l n lo, l loque cante toque cante toque cante toque came el lGCG o mesmo exercícia utilizando intervalos de um tomr Vu 1 ‘ l", “que “me l°que conte toque cante r. taq ue cante ll Ouca e conte os intervalos da lam] 23 lctrr l l (‘D , J , ro _ como tons e sem't irlentilirimrtn N, lens‘ Em Segulda conliru os intciv fllí1"¡ltvitlt)<i(llttt (l linhflflluyixri ‘st r a, i. .. , , i72 , Tenliii soitipra tniiitn cuidado com a alinagfio ao contaros intervalos, ‘, Crie seqiiéncias de tons e semitons mantendo urna nota comum entre os intervalos Elobore movimentos ascendentes e descendentes (laixo 23, letras g e ti). ‘y Repore que seqüéncios de tons e semitons podem resultar em melodias. Perceba tons e semitons nas melodias que tazem porte do repertorio musical. i) Atirei o pau no gato — Folclore brasileiro (taixa 23, letra i) i) O Rei Manda - Folclore brasileiro llaixa 23, letra i) . . ' ' ons, Os tons r Habituese a cantar melodias e perceba as distancias entre as s "tons estao presentes em muitas melodias Procure identilicar estas distancias (‘, 59ml « l'1 m scal. O inlclo do sempre que estivcr ouvindo, ‘OCGWÏO 0° C"“'°”d° “m "EC ° “y . m sui varios tons e semitons racure ouvir u o | ‘ro, tai exem lo, pos Aqumelü Bmsl el l P tente identilicor tons e . - os sons e iiiavncao desta mUSICfl, toque ou cante os P’”“9" scmilons 73
  42. 42. Enormontzagoo de Notas EXE"C'C'° 5‘ 4 ¡m v m mmm du "' r _ Á r‘ wn h «n . » rmulvurv ‘mmm V amm» ¡Mzzrmvhw Ïz“ ‘_"[ ‘ "‘“”“ ‘“"‘ 5”“ P°“‘*>"“°“F-S enmmomcns presemes "n um». momux n-vnpuuuím, «nuvo pon nmnplu x 2 m Mm . am d. ) gmhn depende do ¿‘oufioxro omic u> nome numulua K I serca ¡Armadas Noms no Teclado EXERCÍCIO 52 Escreva dxÍevenles possubflldodes snovmónícos pero as noios dados Exevnplos‘ No Penvngrama- ’ "I" - .3'%n 9., ‘a. .. s. .. 5.. a. .. -, ., a". 1.. a. .. h, r9’ . n , , 1m y ¿ — a . , H“ u, " ‘ ' o .5 n v: u . ,. 5? En I» . i. a-ï- un y}. su m pa. .. .. ; .. , ... 74 / b
  43. 43. Escalas Moiores ¡ «Ag o, 4 uma escala de seu: sons, composlo por cmco Ions e doxs Escaa y x t. - 3,, ¿u , Cnne o 7" B“ ¡ocahzam-se entre a c a no as e o u . Os dors scmnons senmcns T f nara; da escala T T s‘ T T 5 Dó Mmor í , , o Escalas Maíores com Sustenidos Para ímcíar o processo de consnugáo das escalas maiores com suslenidos, dwvdfl o escala de dó moxor em dous grupos de quatro norus (fielrucordes): 1° tetracorde 2° Oefiacorde O próximo passa é consrvuvr uma escala ¡que comego com os notas do segundo vevrocorde do escolo anterior. I’ Oelrocorde 2° vevracorde R990’? que para que se monlenhc a mesmo seqüéncia de tons e semilons que coracterizum a esccfla maior é preciso alterar meno vom ocimu o séiima nofa da “o , . , , v0 esctfla. Esta sehmo no90 e chumodu de SGHSNeÍ. Esto escala receberú o nome de Sol rumor. P - I . ara se Consllrulr u proxxmo escch: procede-se do mesmo manana 1 ’ tenacorde 2" tetracorde Esta é u escala de R ' é - r esmh unyerioreodó ’ JmGVN, que possuu o Íó susionxdo que ¡u pengngq y] Es"! pmcpd’ sïs emr oldecorrcnle da alvcraqóo (Ju sólunn nom . . ¡men o s4: a - Com suflemdos‘ DW! Pura u conslmgun de lodos m. zrsrnlm mmorus o Cüniunro de o Cldennzs m9.: K . - Chumwse armadura de a s5 ¡nos a mrmulnuqrsr; du 1', annmm, (¡un m: (¡Im clave que A gruíudz; ¡Innrlwrnrlmrrrvïn up/ y. y. (mu, 76 Círculo de Quintas e os Armadurcs de Clave dos Escalas Maioïes Do com Sustenidos Ordem dos Susienidos . - d dos olterqgóes que A order: dos jusklamdcïflse Zuorijrcficïsmesculos mciores. Esto regem es arma uros e cuve L“; Mi# e SW) decena de ordem (Fó#, Dóíf’ 50W‘ Ré-íh d l escalas muiores COT" prmeduvnenío de Coiastrugïo os sustenidos citado antenormen e. ' s com . ,0 ¿gs escalas mouore , o de reconhecumen Para aguhzur o pf0C€55 eiros: . _ A ' r elo menos duos mon _ su‘, susvenvdos voce Poda Uhhw pda escala e quer saber quanto: sustemdos ek) pos A e o) se voce (em 0 "Om ndente ‘o séfimu Irur o ucndenïe corresP° o rudos oíé encon permrm o Ordem dos sus 9 » colo de Mi los susíemdos Oem o es lo, oro saber QUO” _ m dos nova du escala Por efegpg ¡Eolo de mi e ré, e depons Percorro o oïdï! d s ITV ’ A D . mmm, |cmbve que n s I m ¡é Podomo g escala de MI mouoráerú 4 sus em . I HD snslunvdus (¡lo oncomror n f” A ¡“(nin zu M‘ mmm m. mu, uowsovx n RMI 77
  44. 44. ¡ww VIÍN‘! .» Humo «lo ¿«(una mmm Escalas Maiores com Bemóis , r;yrr‘arÍrm: xlk Hum‘ N» out» r 419.1‘ vrdnnfr, r"yvkrp w que o mmm urjrdvrïrt‘ du Jnrrmríxrlrl mrresporvk- r, ¿“mama ¿a séfimu no", da escala, x vrmomn, msm wlan um cmmrorvr para o. GW, o nome da 95mm 4 m . . “m, m. Pain Trcáurdo processo de conslrugüo dos escalas maiores com bemóisr u rr » r. w . . . drvrdn u cscu o o o moror em dois grupos de quatro nolos (Ielracordes) 1 ieírocorde 2“ Ielrocorde n «.1 72’ " f A rabeia o segurr opresenro as escalas maíores com sostenidos o Sung respecrrvas armaduras. O proxrmdc: Sasso é construur uma escolo que rermína com os notas do 7 , wrmrtrirtï Iehacor e a escolo (¡Menor r Nome da escala Numero de Armadura de clave ‘ acídenies _ 1 Ietrocorde 2“ reíracorde Dó maior 0 ï » w i n —_ 1 3o moroy r v 1 ‘ Ré mmm 2 Repore que para que se montenha a mesmo seqüéncio de tons e semüons que coroctcruzom o escala maior é preciso alterar meïo ¡om abaixo a quanu nota du ¡ nova escaïo. Esfla quano nova também é chamada de sensíveï. Esto esca| a receberó g La maror 3 o nome de Fo mouor. r L . ‘ '* Paro se consrrurr o próxrma escolo procede-se da mesmo moneuro. M. mmm 4 I“ Iehocorde 2“ revrocorde r h l I i Jr mdror 5 ‘ n o : %» __ _ V >_&7 u o "' r 1V ‘ Fx 1 > >77 k’ 7 1/! moror ó E p? “ r r ' r , _ . ,. r r 1 ¡y fl > “a [sm ó n ¡‘srnln de Srh rumor, que possur o sr bemol que 1o perrenuu o esm u mw" / tg‘! I}; ‘ rnrrmlrxr v u Im lmmul dnmrrorxlo dn nlveroqóo da quañn nom. r r . rphrn pnru n rornhncrïu dr‘ rodns us («colas ¡numuw (w ¡mu rwhmhrrhv w. m hmnkrr‘ x. m Lx.
  45. 45. Cr “¡o de Quintas e as Armaduras de Clave dos Escalas Maiores ¡rc com Bemóis Ordem dos Bemóis A ardem dos hñmmï n, rx rrrrír-n» dos rrhupxgrïrvr. q-rr» regem as armaduras de dave rin prmo rin: nïccflrla mqrmn». Es’? crdem (Síb, Mib, Lób, Réb, Solb, Dób n, Fób) dMurrtr rin pvoced-menvo de corwsiruqña das MCHHS mmorr-s mm bemóls creado amerrormenu- _ Pm" '19""? °' 0 W0C 2d‘! rwonherrrwnmo rlna mmm; Vfiflrqu-g m”. ¡mm roce pode uMrzrJr pelo mrflv); 4m; mqnmvq’, 3) SE ‘rocé lam o nome, da nvrflru : - qrmr g/ ¡hm Íluqmlr); ppm/ Mz, ph p, g‘ ganga a oídem dos bamos avé "ncnnvclr u «¡r wir-run rqrrhnptvrxrfinpvr. , quam, ' o a esca a. Para saber quam/ v, bnmórg k-ry v. “mu, 4p p’, "www p, ” Mpmpr. fxmï“? qu‘: 0 quam; nom dr: M n’, s, a donar». pnrmm, r1 rrfllnm 4m mr”; . m, 43" W d "o": v P0W'I"Y': ,'1=*<>r¡r¡ 4.. F5, ynqwrhrn] r ¡WW ÉfiEÏTÏ . ÏÏ h) su VOCé tem o armadura de clave e quer saber a nome da escala molar (nrrespovrdenle, ‘Cmbmfe que a último acidenle da armadura corresponde a aherngóo da quana noia da escala. á LM! é o (¡Hime acïdenle ¿a armadura g e a quana nora du excala de Ma, manov. A tebeo o seguir apresenra as escalas maiores com bemóis e suas ¡espechvas armaduras. Nome da escala Número de Armadura da clave acidemes Do maior o 7 Í _ J F6 rnaror Ï H "7 Srh maror Mrb manor Lúb maior Réb FYIGIOÍ " " 7 7 7 — ¡w 'o| b maior Ó 4 , ,, , ‘az’- W Dób maior 7 fi ' Í__; í¿ _________, __4.__. —— BIBLI0TECA 8‘ v1.4 . . Ma. ‘
  46. 46. EXERCÍCIO 53 ¡dentrfïque as escalas maíores que uhíízam as segurníes armaduras de clave; EXERCÍCIO 54 Consvrua as escalas marores uhhzando as armaduras de í r c ave. Exemplo: Mib M EXERCÍClO 55 y Comp| elez Armadura Tonalidade Exemplo: ‘¡b Lób M a) Hi b) 5h c) ___ SibM d) 3# e) ___ Dó#M q) ? ___ RéM 3h a; n b i) 4* 1) {a DóM 83
  47. 47. SUGESTÓES ‘l’ ‘, Toque e canre todas as escalas maiores do exercícro 54 com o n «mas Ome dÜS P R990” q“? delflmmüdos sons das escalas maiores adquírew - - . r caracie ' ‘ ESDECVGlS. Por exemplo, as notas mICKJl e linal — que podem ser chomadas de ask“ possuem um senndo de repouso, de resolugáo, ou seia elos Cumprem onlco V lermmagoo, de frnalrzagáo. Ja a sétima nota da escala rlnaior oler Um papel de de rensao que solrcira uma conrínuogag Es“, séfimu n , h ece Uma 5e"5°€'50 _ - o , SOllCllU a resolucao na oivava nova da escala al C amada de senswel‘ Cante uma escala mar l or presrando rn r - . relaxamenlo. V‘ 0 ÜlEHCUO nos sensagoes de tensüo e Exemplos: — o o u n n snnswrzl ram“, o o n ¡a gn o "ww? !" rr ‘nmmnnrr, " Cne rrwlrj , ari/ JS ulrlqqndo m sons dr; fis/ mln « mmm flflñflrl * WPlr-ronrrrr (mr, QVOuS canwrro; y - r ace md» urrlrm, r * w lunrbpm - f)E‘(]IQH(JS{)V( n. — , f1 wm rnfilr)dr((l" q“, 55a SÉQUÉHQGS d v E) HOlGS (r n o . lconlrrq , “' °‘« “Belem Pm r lr r 'uvrnd0 a l ' 1 ‘WK *'lllE? V(7nQg. m": 24, laura n (lo co; * m» lnngu m, "mmm, Eremplo a: a l, Paquetes sanos podem "mel ¡“M9555 para as melodias Procure inclui las gmdahvamen e em seus exerclcros. Ouga o exemplo abaixo na laixo 24 letra b do CD_ .4 ExemPl°' mfi. ki ¿x ï; “¿¿'¡. ¡ t} y Esleja alenro para criar melodias que vacé possa execular conlonavelmente Estcbeleíü Um Pl°"0 Para criar as melodias escolhendo a clave e a fórmula de C0mP°55°r Wgünïlflndo a maierial rítmico que pode ser enlafimdo no exercício olém do contorno melódico desejado. l Nik ‘y Toque as melodias no seu mslrumenlo e came sempre o mais alinado passlvel ‘r Todos as melodias que voce criar podem ser ulilizadus para o exercício do diiado musrcal com outras pessoas. No Irabalho em grupo uma pessoa pode dilar melodias tocando ou canlando para aulras pessoas escreverem. A eliciéncia desres exercícios de dilado também depende de sislemalizagóo. organize claramente os elementos que serao percebidos através dos melodias diladas, procurando graduar as drliculdades, s nas ‘r No reperiorio musical exislem muilos exemplos de escalas maiore a laixa 24, lelras c e d. melodias. Conlrra, ouvunda Exemplos‘ L. V. Beethoven “ l para piano e orqueslra — c) Conceno n d) Gradual de Sao Sebaslióa — Pe. José Mauricio Nunes Garcia 85
  48. 48. xowsewrcm as ¿asuma www a. ‘ ‘ P/ esemes "s "WW ÏN-"WÜÚ A ocbre e 0 “:0 'FOC‘o(e brasuewo ‘CD wn 21 . r r — n- n; ,. ‘ ufienhhque ns fionuhdudes muiores en ' A e nos exempios obcxxo Uncmdus Chaves d“ esmhs '“°¡°’95 UÜHIGÜÜS a o n; snwomo n" 3 Brahms u b) Homo Mogncq Momn ¿“scLÏíf F 1 ï-‘g’ r7 ' H5” JU? CWos escnh rr» » e . ,. ‘ s 1‘ r x m mu. “ , Eye : - ‘awhéw h» Mmm, redzrdo :1 Irehd a J. “ mn“), ‘m _ gmagóc] e vocé memonm m; “n; ‘ « , : n: ‘mm ‘Mfl , 1. . 4 , ‘. ï Ou o e e . h bc g SU? ” G‘ “Mm memadwcns Ü! ’ a Auro Depo‘: config r7 qu, mu; “N” fi _ apewdxce deste www ' ‘ ‘ r ’ :1“ f ¿N? 15.71‘? rra? :, ÍH/ {on (05,58 mmm . " " "WM ” "Wi Üvhrvr! " Lw. . ¡] Quruwr» rir‘ (rudos, opus 3, n" 5, Huydn (Munueto) I! ) Bm luunlm Fuidme brosnleun 3} Fm Cossa" ng 07m‘: Ffilrhm ‘r W f’ ¡m! 5 nfiíïifi-ÁÏÏÉ n) f rumwrfl Rumano BMW») ¿‘EJ r f ir l LIÏDÏJ ", Hgm XXIII l) (¡mn Bom Tmnprvndn, vol Il — Bach 86 9Ï”: "°I_. _c*, , o r 5. _; f‘ ïfïïrrrïflr Hu HI
  49. 49. EXERCÍC| O 58 Relociona us colunus Escola enormónicc de FÁ# M so“) M o) i . : “s, , y _ «. b)’ Py4» ' — . ésuuffnofu ésuoflnotu é suu 3“ noia 2° novo du escala de SOL M é sua 7“ novo 5“ nota du escala de Slb M RÉb M gHÁbM EXERCÍCIO 57 EXERCÍCK) 59 dicudu pe| o Dado o tonclidode Maíor, escrevu no penlogrumu u noto du escala in Compïeoe. número. ‘ " N 9» , a ' í ‘ E l - ‘“‘ o} O nome desta escch r3 xemp OS ' , b) A v . ercewa nota dem; exo“) é * DÓM ó RébM 5 5M 3 u. b u a" noia du Lab s u 5- nom du m s u a" nom du rvrflu de m Mmm uculn a. m, MW ¡mula a. s. Mau ‘ p 1 J A sév . i «mo non; ¿Wu emm) é ‘JJ A 5“gUndg n ‘ 09o des», ¿“Uh ¿_ , _ L a} A seno no», ¿No 23ml” l‘ _ V ' " ' ' SoIM e RébM 4 sum a Fó#M 4 89 m m
  50. 50. "¿muy MMM ¡mmm ‘ mamas ¡ny/ amm mama (muy: trans. ‘ ¡MMM 74M» e‘ Hai/ im Ji mnzymm axazutrnuo-an‘ : .,. r. . .m. ... ; . n. nlÏu-¿(ïh ¡[n . e. ‘ un aman mamar. ¡aunq-Human anciana m w-rwu-nu¡ayu. -¡ rama u"¡H-Ill! Ïo-udïïÍálllfax-¡XRII «¡slim
  51. 51. l l lnfervmos Em música, Intervalo pode ser delinído como a díslóncía entre d musícais. “Q5 "Olas Exemplos de intervalos: Várias aspectos d ' Po em ser consnderados ara - ¡nlervalos musicois. FJ o reconhecumenlo dos Quanlo ü diregüo os ínlervolos podem ser ascendentes ou descende nfes. e Exemplo: Intervalo ascendente Intervalo descendente soom simultaneamente. Exemplo; Intervalo melódico I 1 . f‘ ervalo hormónrco 92 Qucmlu ao ümbilo do lnleNCJlD, ele pode ser simples Ou composlo. O intervalo snrnples é oquele conhdo denlro da oilava e o composio é quando n intervalo ullrapassa a ollava, E><9mPl°5ï l"’°"’°l°5 Sïmples e seus correspandemes Composlos Intervalo SimPles Intervalo Composlo ‘ “r : , r Inlervalo de 2”‘ í J Intervalo de 9“ Intervalo de 3" É lnlervalo de l l“ Intervalo de 5° É lmervala de 13“ lnlervalo de 14“ lnlervolo de l 0“ 7 lnlervolo de 4° Intervalo de IT Intervalo de ó" Intervalo de 7° Intervalo de 15“ lnlervolo de 8° poderlo ser chamado de 2° composla; a intervalo de lO“ é O inlervalo de 9° A por diante. Iambém uma 3“ C0mP°5l° e “Sim 93
  52. 52. 94 denominagóes: Classíficagóo de ¡ntervqt os Para a classilicaqáo dos intervalos seroo aplicadas a s Segulflte s Maior (M) e menor (m) — para os intervalos de 2° 3o 6.. e 7,, Justo (I) - para os intervalos de uníssono, 4" 5°e Bu I Aurnentada (A) e diminuto (d) — PUIG qualquer intervalo Estas denomina ' - . goes se aplicam nos rnterval ’ os simples e com Postos. FWD 2", 3" , 6° e 7" temes; Para unissono v 4° 5’ e 8" tem ' ÓSÏ CM” degrau corresponde a l semrtom lnversüo de Intervalos A inversüo de intervalos consiste » - em . intervalo ortava ocurrio ou a nata mais aguda oitlransplïnur o nom mms grave do ava a oixo, No exemplo acima , o intervalo ori ¡nal D‘ ' o transportar a noto mois grave (Dé) oitova aÏimo sle 26st? “ e “m: 15 ¡“mi A° . . _ em ° _ ' que corïrespande‘ a inversao do intervalo inicial. uma Usb lso Dol ara con irmar se a inve a ' » intervalos (0 original e sua inversrcïtoïed: mlewulo es“ Cïnela boya 50mm os dais Y P070! que o resu tado é sem 9 pre . A Iabela GbOIXO ilustra os intervalos simples e suas ínvefgóes; Intervalo original 1 l Intervalo invertido torna»se l° 5° torna-se 7“ torna-se 6“ torna-se 5“ torno-seï 4" tomarse 3“ torna-se 'Z“ ‘u torno-se Ja (to ponta de vista qualitativa, um intervalo Justa ao ser invertida resulta em outro intervalo Justo; um intervalo Maior, aa ser invertido, resulto em um intervalo menor e vice-verso; e um intervalo Aumentado, ao ser invertido, torna-se um IHILIVOIO diminuto c: vice-versa, Conlrra na tabela abarxo. l ¡ngewulo granel Intervalo invertido Justo torna-se J Justo Mota» torna-se n ; ¿nenor *_ tornase AUIYIGHIOdO _ torna-se‘ ykdiuiuintti y L tmcge<_ 95
  53. 53. Consonancio e dissonanqq Deniro da coniexio do música ional a consonancia 90d? eslur vinculado Q ressaes de esfabilidade ou repouso, enqu0m° ‘¡"9 ‘f _d'“°"°”c‘_° ‘Users ¡mr bilidade ou movímenfo. Pedagogicomenie torna-se Ulll a adocao desyg gzsïwdnm, país iais conceiios de consonancia e díssonancio podem ser aplicados a uma grande variedade de reperiório de música ional. Esie enlüqUe "00 é Unico "e". pode ser aplicada a todos os tipos de música. Os ¡men/ alos harmónícos consonantes sao: i I“! 1 3"! " Os iriiervalos harmanicos díssonanies sao: ¡rm 2°M 4"J’ [_7°m I 7"M l e ¡odos os intervalos aumeniodos e díminuios 3°M I 4°J’ su ó"m ó"M 8“J i ' A «¡nana iusio pode ossumil o papel de iniewalo consonnnie m. d-ssonnnir rln (lLuVrlH mu. n caniexto. De iamia gelal, podeúe adolor que quando elo eco/ le como in/ ersúo de uma Quifll‘! imei, . clasificada como consonancia Jú quando o quafla esliver no lugar da larga slo wm conxirloriirlzi . dsmnancia bie insumo Iequer um esludo mois especilico que envol/ e quesióos liislóiicri: n Ilfilrliliiirli’. y. ,, bibliografia de relevancia desia publicocóa pode olerzcer subsidio: para inl esludo As consonancias podem ainda ser _ eiias. Os iniervalos de unissono ll" J), oiiavo ¡usia, quinin iuslo a quoriri lliïlq sao consonancia; perleiias pois qualquer gllgyaqfio m, sua dmmnwln m iranslormam em dissonancias s I: gtc‘ xempo “Jl a uníssono 8° J Classificados em consonancia; pellrnirfl o Quando se altera a dimensóg de um iniervalo de quinia “sin i a como . _ 1 i , pm ¡‘X/ ‘Hïn n, nancia se ironslorma em dissononcin o lo rlissonñnriri consonancia dissanancin 96 Sao consideradas como consonancias imperíeiias, os iniervalos hormonicos ¿e ¿me maior, ierga menor, sexia maior e sexta menor. Nesie coso, a alieragao em UD ¿hnensúo nao modilica necessariamenie suo qualidade como consononle. S ierga maior ierga menor e sexto maior sexto menor Fade-se observar no exempla ocimo que o olieragao na dimensao (lo intervalo de iergo maior para ¡ergo menor nao altera a quolidade, ¡sia é. ambas 5°° c assilicados como consonanies. > > _ Aquilo que dilerencia urna consonancia perleiia de umo imperleiio ¡usiilicao cenominogao dos intervalos e uníssono, quana, quinio e oiiuvu como Jusios e nao Maiores ou menores. _ _ , , . A iabela o seguir iro1 o classilicacao usual dos iniervalos melodicüs e harmónicos como consonancia e dissonancia. 7 Intervalos Melódicos Harmanicos fl , - consonancia Unlssono consonancia 1 ” W‘ - - dissonancia 4 2v- m consonancia ’ ’ - ' onancia 2a M consonancia d“ f s ' ’ y ancia ancio conson 3.. m cansan ‘i e ‘ ’” . ancia consonancia “mw” " K i sonancia/ dissonancio consonancia C°" .7; - ' * . consonancia consonanclü e s’ ” consonancia onsonancio ó" m f C . e ' . consonancia onsonancio — ó" M c ‘fl . , ’ " . dissonancia i 7" V" dmsgnunfilfl 7 * W e cs“ ’ , . nancio l 7o M dissonancia ke n dlsso "” ’ i fl e, ek- ; 7 consonancia y . consonancia _ y _ l ' f f dmonanrm dissonanrm l Oiinlqiioi iiilrrvnlc) ‘ ‘ mmwnnuii, ¿iii ilKHHIHilH 9/
  54. 54. 98 EXERCÍCIO 61 e os iniervolos melódicos simples Classifiqu Exempios EXERCÍC| O 62 Relocione us colunos de acardo com os iniervalos melódicos compost os. Miésua W“) if“ _i i i" A Mib é sea 9" m T‘ M composia Faésua13"m EXERClCIO 63 Classilique os intervalos harmanicos, c , ._-<¿F; __. Exemplos: É dl; 5° J M. “ Ml. 99
  55. 55. EXERClCIO 66 C nslruci os iniervalos harmanicos o . ExemplOS EXERCÍCIO 65 Consiruo os iniervalos pedidos a pamr dos noios dados. As seios relerem-se a direcao do iniervalo: ascendente ou descendente. Exemplos: rm} 7am; fi 0143i? 12:1: a ¡O0 101
  56. 56. EXERCÍCIO 67 notas Cumplele com o nome dos hempios; A 9m ascendente da nota Ré é ‘ A óm descendente do nota Mi é . Sol# A nota Dó é o 3“ M descendente da nota} Mi A nota Sib é a 4° J ascendente da nota ‘fal ¿“Pdascendente da nota Dó# é. .. . ., .. btAnotaSoléa5°ldescendente da nota . . . . , . c) A nota Fall é a 2° A ascendente da nota . . . . . . . . . . , . . . . . , . . , , . . . . . , , d) A 3" M descendente do nota Fa é . e) A ITA ascendente da noto Sib é l]A5"J descendente da nota La é . g) A 9° M ascendente da noto Mi é , . . . . h) A 5" d ascendente da nota Réb é i) A nota Si é a ó" M ascendente da nota . . , . . .. Il A flota Mi# é a 7" M ascendente da nota , . ll A 7° m descendente da nota Dó é . .. m) A 3’ M descendente da noto Sol é "l A2" A ascendente do noto Fú e _ . _ o) A nota lab é a 4°J descendente da nota p) A nota Fóít é a 6° M ascendente da nota IOZ EXERCÍCIO 63 Marque "c” para os intervalos consonantes e "d” para os intervalos dissonontes. EXERCÍClO 69 Inverta e clossitique os intervalos o) 2“ m ¡omwse e) ó“ M torna-se b) 4" A torno-se ll 2° A lommse n) 3" m torno»se gl 5“ d loma-Se l) 7" M torna se h) 8a J lomo-Se ( , EXERCÍCIO 7o Inverta e clossilique os intervalos Exemplos l03
  57. 57. dl ei li 9) 104 EXERCÍCIO 7 i Reiacione as coluncs indicando, dentro dos parénteses a letra Correspoyd , ’ i en e q i’ colima A nota Fa e’ sua 9“ m fi Sua inversas; ¿ 7. m 4" A campos“ intervalo enarmónica de ' intervalo de 2" M mlewülo melódico de 7" ri o sua inversóo é ¡l 1 SUGESTÓES y Partindo de uma seqüencio de notas utilize acidentes ocorrentes poro alterar os intervalos. Conte e compare cada um deles (CD, laixo 30, letras a e b), Exemplos °l%e7"°e94vu—tvu°°g—im° L; eimwo b) > Fago este tipo de treinamento empregando outros intervalos. ‘r Para que voce possa realizar os saltos com seguronga cante mentalmente as notas intermediarios dos intervalos. Exempla ar cada tipo de intervalo percebendo suas características pode ser um ponto de ‘r Procure identilic sonoras. A visualtzagóo dos notas escritas no pentagrama partida para a lixagao dos intervalos. . por exemplo, estarao sempre escritos em uma linha. Os intervalos de segunda, linha e um espago, ou em um espago e uma Exemplo: , "V 105
  58. 58. (ga estarao sempre gralodos em duos linhas Ou dels aro treinar os intervalos. Na literatura existem varios livros de o; intervalos de te Crie solleios p y “en que ¡ncluem exercicios de intervalos. Consulte este material além de criar SSZUSlpYÓpfIOS exerclcios Exemplos; Curso Elementar de solleio - Edgar Willems (CD, laixa 30, letra gl Os intervalos de quarta serao sem re rolados em uma linho e um es u P 9 D co, au em um espogo e uma Iinlia. gl Exemplo i’ Choral Method - Zoltan Kodaly (CD, laixa 30, letra ti) hi ¡v Estas distancias visuais podem contribuir para a percepgao auditiva de todos o ‘ t I . F - . . disslalníríaaieO; teïrgnaoslrd: Értdïiï, Ïilnszilcïmcïïnsodïdjaflïïitoï mllewoïs pero Venllcm o d rt'rio musical em gerol. ldentilique pen¡ag¡uma_ ' 9 V“ ° P0 9 Se’ Q’0l0<l0 "0 y Os intervalos lalem Porte o rige 0‘ dias serüo mmm rópidos’ és vezes’ intervalos em diversos exemplos sonoros. me o h Ode exemüm es“) escmo dos intervalos. Mas voce P o que diliculto a clossilicocaa ‘ewolos do ¡“me de Codo t’ identiticor os in 5 Além das ¿mandas ‘¿Sms é "¡Uno m n ' A em alguns treclios selecionadas, ou en ao auditívomente todos os intervalos em dilerent po un e que- Voce leconhego exemplo Sonoro" es contextos melodicos e harmónicos Para ¡sto é lund amentol que vocé sem ' * pre ouga musica atentamente procurando 0s. _ ascendentes au licando dilerentes ospecl identilicar elementos sonoro ' ' s. A l'1 l ' ' - . - mmm pfmicuv obi idade de identificar intervalos depende (le ‘y Fago ditodos de intervalo; identi t melódicos ou hurmónicos; smdes o“ . es. descendentes, consonantes ou ISSOW“ i d. . m5 Vocé pode gravar . mentados ou iminu . l Composlosl mulores’ menolesl lusloslcïuexercilar se Estudar com Outros pessoas ‘ - . .. , . - r ' - >' Amplie sempre as lormas de estud r ' _ varias sequencias de interva OSAPD a os intervalos Voce pode, por pxpmpio mmbém pode se; bastante pIOÓUWÜ- “Winrar intervalos P . erceba a dileren - qa sonora e t xis ente entre a ¡pgundo mmm I, ü segundo menm. t entre a terga maior e a i i r _ er o m ainda "¿me SUD oudlcac pam esmbelecer d? enor, n nssim por Cllflfllí) Ou 05 Ierengos sonoras entre um intervalo ‘ Utilize os exercicios ól 63 e 64 e . , , i de se - Qufldu maior e uma te ' . . _ r9“ W900’; Ou entre ¡usta, e assim por diante. Uma quam] “m” ° “"‘" ‘WWW ditados de intervalos us ¡Chus ¿o CD '27, 28 e 29 para estudar 106 tOI .4‘
  59. 59. Escalas menore s r d eoe notas, dis 050o . EscaÍa menors uma sequence e s d p l em vons e Semlfons Para codo escwa mmor corrsspon e uma esco a menor reía; wnsgwa a mesmo armadura de clave. O nome da escala menor relohvu e em: nova da escala maior. M’ que nconím‘ se na s Escala de Dó Maiore o sua menor relanva A sexta nom da escüh de . Dé Maior é ló. Ponamo, o nome de escala menor relahvo de D6 Mmm é La menor. Assim como o círculo dos quintas foi (¡presentado para us esmhs mororeg . . , , r1 rnesma relaqóo pode ser utilizada para os escalas menores. Círculo de Quintas: Armaduras de Clave das Escalas Moiores 108 com Susiemdos e suas Escalas Menores Relativos SOL M Cficub de Quinïcs: Armodurus de Clave dos Escalas Muiores com Bemóis e suas Escalas Menores Relufivcs E á 51h M ' Solm MH) M Dóm LAB M Fam Z SOLb mb, “ Mibm 600V As Trés Formas do Esccflo M - 4 - ¡o és formas dtshntus. SECO de ser opvesenloda em Ir . Todo escala meno! P° “¿Km ' escala menor me mmmr amiga, 955°“ menor harmómcu e y Escala menor unh9° ' tiva u escok: ¡neflof | meno, Hanna] ou pnmu I, Tnmhém Conheadu romoiïgflszqüénciu de Ions U) e semnlons (si). OnCfi o nnhgn ñ nvgnnuznda com n segu CD, Íruxn 31, ¡mm n Ï T “ T o 1 ï sl « T se T T *' T T 7 u) nonou, wunu“n¡ n ¿e n , , . . Í’ 109
  60. 60. f/ Ousene que a escala no lormo menor ontigo n60 possur nonhum < ¿un de clave Ásslm, se compurannos c550 escala com a ¡W ' "ma la nor d a, Constataremos que s60 as mesmas notas a qu“ Notas de Sol Maror e de sua relolrvo menor Mi menor ant g , , , o ¿’n n, " . . _, « -- «- . , . _ h . - u n 9 n Constate o uso dc escala men or ant M "Deímyo (CD! ¡mm 3]’ ¡em b) rga ( m? ) no exemplo nbovxo extraído do Exemplo Romanc - e de S | , Ivonrnhc Folclore brasrlerro ,4, Escala menor harmónica A escala m enor Krrn sw, r arma harmómc a Wltlhinptq Veldgág ,3 , «m: ,. ,, r SÉWOHHCD ‘¡duro d. A4,, ‘ nprnsnnnmm , _ r , ,, ,4,“ "¡y m” ' m") 32, loma n‘, l Mmm“ Www w r s, ., (¡DIA i S’ T T 2° r . .. ñ r a? ‘ V» v u (‘Á É. í T , v f) , n o a o ‘¿n 4) ' v n n " n n A ‘lllnr ‘ . Hgm Cnnghtm m) q“ J «to r_ mln msnm MW. ’ , ‘. V]CÓQ m, , u m»! .. un, ‘ T semnrm p" ' "WN-rr r wm u tunin, r . er» a gsm M” ‘ñ mmm "l 1 rr v ‘r r. . 4 . rm e r . . 1 ‘venal/ nl r. ' ' " «Smlur. .. , , - Im m. mp r ‘» r m. ‘ , .,‘, 1 4,1 amm‘, de r r Po’ m». m, , _ , l‘ ¡, m, ’ ,1’ V” h r Jr "W ‘u-‘mn. n ¡ v: nrwr- r mw, 4,‘ r1 r, ,¡‘¡_ nm, “ V, ‘ , - Constate o uso du escala menor harmónica (Mim) no exemplo abaixo (CD “¡xa 32, letra c). l Exemplo do repertorio: Nesta rua — Folclore brasileiro a *‘É'P: í3**“ ¿"qm- L. c-—»— Escala menor melódico Os tons e semitons da escala menor melódico sóo distribuidos da segulnle maneira (CD, Íoixa 33, letra a): ná descida. No subida alteram-se as sexta e sétimo notas um s armadura de clave Na descrda, todos notas voltam conforme a armadura. Conlira dico ouvindo o CD, laixa 33, letra b. . . TstTTTTstTTstTTstT a subida da escala menor melódico é diferente de sua emitom acima da Como pode ser visto, a escala menor meló Exemplo: Escala de Ml menor melódico. rn semitom acima da armadura Na Sulïldüi ó" e 7“ notas u nu ill‘ tus voltam conforme a arma dura Na descida: ó“ e 7“ no o sua 6" nata evita o intervalo dissonante harmónica entre as 6“ e 7“ notas, Maior. Esse lalo, por sua besse o nome de menor o alterar, na subido, na escala menor ntervalo consonante de 2“ presentogúo escalar rece Essa escala o ¡lo 2' aumentada, presente grrnvwdo, nm cm: lugar, um r nnlurrvrr, lo: mm que essa a uwlúflvtn Covmale o uso d lmxr! 33, letra c. ) a escala menor melódico (Mim) na exemplo aboixo (CD. Suite para olaúde Fxmnpln ¡lo vvpvvlórro‘ Bach ¿"eu r m- ecnncrrrtrrrrrr HI
  61. 61. r: z lr ¿xekcícro 72 Rebgore as escalas Marcres da l COluWC com o nutrir: rw wm‘ üxrnltrs me relglyVÜs da 2 ccluna g%_ mmm) 51m Fa m Re rn Solv 17* La m Dr» m EXERCÍCIO 73 elacrone a5 colunos Mvm é sua escala relatrva l Mrbm '—. ... .,u»= "¿¡"r"¡‘: n.. ,,__ ¿Mm Escala men or relat wa de SolbM Escala men. ” m, »l/ >rl lr rr ¡ntervalo de 2. A entre o ¿y F. y. _ 7 notas da escala Escala men . or com 2 bem órs {zmlvr mmm, LH, ” N, H2 EXERClClO 74 d tilique m armaduras de clave das lonalidades menores. l en jgilïïl’; í Complete. Armadura Tonalidade M'b Exemplo. él‘ ‘ m rrlófl í’ m me (Tur 7 vn a) , ___ _, _,_ ‘J H’ Sal#m í} 3b ill Sim ‘l mm ‘l "J Salm ¡l _——— mw/ ¿ff “T3” Fam H3
  62. 62. r J EXERCÍCIO 76 Consta/ a as escalas menores, utilizando o armadura de c] aaa/ entes ocorrenres necessános. five CmWSDQndenÍ Bempb: Dómlunmónma ee 0 Dómn vnelódlccr r) Mrlnn nrclórlrcar Ummmmm r l v) xxl Nslódico r l H5
  63. 63. EXERCÍCIO 77 ¡xgkclclo 78 rrne 05 SWÜÉMIGS dadas nos escalas menores solicitadas utilizando Identifique as escalas menores utilizadas no _ s exemplos > SW ¡‘WW lOntIgO, harmóníca ou melódico). Obmm‘ dmïdo seu n Tycnslo ("De e Oddemes ocorrentes a) Lua Branca — Chíquínha Gonzaga Exemvld- Seqüéncic e i? l) Juliana e D . Jorge - pomo’ e brasileiro H6 c) seqüencio ÉÁSÉT? r melódico Escala meno i J J ¿‘T , H7
  64. 64. SUGESTÓES } Cante as escalas menores que voce conslruiu lembrando sem r notas podem tersuslenidos, bemóís, bequadros e acidentes dobrados p e que as ‘r Críe melodías utilizando as escalas menores e exercite as ó ' f . _ v rias or apresentagao do escala (menor antiga, menor harmónica e menor l? “ de Ouca os exemplos abaixo, na laíxa 35 clo CD. me °d'C°l Exemplos: Escala menor melócficg al — , ‘fina: ¿:5 Escola menor hülmónicq L; ¿"J-JJ usando excmplos que ' O re Penórro m idem; icarest “Slcul está rr-plelr j as escalas g - 2 rr. - r-xrgmplos d, ‘ M, ¡ ‘ ¿o CDI como ¿"a udmvumentr: Unlrn. M01,” I 1 u rm rrrnnrnn, ‘ p, ” M‘ Hpn. m, ,. ,,, .,, ,, w 7¡ ¡ , ' , ,uw¡ ¿,1 . , CQmPGVG‘ 05 50'15 de uma escala aos de outro pode ser bastante útil. Experimente translormflr Os melodias que vocé conhece que estao no modo maior em menor, e vice-versa, seguindo sempre os principios de construgao dos escalas. Acompcnhe 05 examples obaïxo gravodos na laixa 36 do CD, lelras a, b, c e d respectivamente. Exemplos: Escravos de Jó — Folclore brasileiro Modo Maior e ‘" b) Modo Me nor a) Teresinha de Jesus — Folclore brasileiro c] Modo Me nor d) Modo Maior H9
  65. 65. e) Quaneto de curdas opus 76, “s5 _ HOW n EXERC/ CIO 79 pgrermíne as lonalídades maiores ou menores dos trechos Clboixo; a) Trio sonata para flauta, oboé e contínuo — Telemgnn ña b} Quarteto de cerdas opus T35 _ seeghoven g) Sinfonia n° 40 — Mozan ¿q? :l: _l‘%"ï'ï-’: _Ï¿; vï_—u«—á! í‘. c) Sonata para piang no 5 _ Hoydn h) Passacaglia para órgao -r Bach Fil ‘ a _ l E r l “; : * ¡sean i - . wget» e— _; .1;: Tr Waá: ‘¿_#>’lá>’lÏ: , ‘ i” — I l i) Valso opus 69, n dl Sonata para ' P ¡ano opus 49' no 2 Ñ Beemoven ° ‘2 » Chopin Folclore brasileiro i) Lavadeiras fiï: —ïfiíïrï; f;v 120 l'2l
  66. 66. arme/ cio 80 {Joniríique a escala utilizada na Iinlw melódico (Maior, menor amiga, han“ Namco} Ulllllüfldo acidentes ocorrentes, transforme-a rias outras Irés esc Exemplo Alegria de Natal — Folclore Goulés e? ónica m, alas, Escala Maior ífizrïfifiifiïï ’íT-ï Translormando a linha melódico nos demois escalas‘ Escala menor antiga Escala: c) Sapo Jururu -- Fo l ‘Z Íl
  67. 67. Mudonga de tonalidqde ¡os do ¡epemjno musical apresenlarn mudangas de lonalidade que iVll/ YÏOS exemz mvés do; escalas e suas respectivas armaduras de clave. a r . . , 9"‘ Selmconhïzl gémxo a pega inicia na tonalidade de Sol NlGlOY (la/ f como Novexemïn Segwdc Com a presenga da dó f? como alleracaa ocoirente acidenie llX0lr, e.aru mm de mnahdade para Ré MMO, as cons a h . ' ° T para violoncelo e BOC Exemplo. Suite n Sol M podem e? i“ se’ r r cgi: EXERCÍCIO 81 Baseado nas alteragóos lixas r; ocorrentna rljriflflltíïgfl ri: lflllflll(l’l’l"’v provocadas por tais alteragóes m, r-K/ Hlrm °l Eine Kleinc ¡‘Jachlmiisii - Mozart , F“ _’__ y _ 1 , ?l>=9—'L. ’Ï_uÏE-'Ï3Ér"‘ Hui: f F l‘ ' ‘ ' 5"’ s’ , E I I 124 p) Suite Francesa n°3 ‘ 50d‘ ¿"ig , ¡ ¡s brasileiro rll Uisulmri lolr m ¿iv-¿Dinflipng ¿U4 b Bm M i i Üllrll». W" i ggl-llflilrlg — ¿_ i Jjjjyhpflllejgllïljl; in‘ , ‘i , 'I ¿uff 1 ¿”al Lvl-Em. ’ Jl! UlllplUfllJ L” a, “ fiiqflli iii
  68. 68. 000m para piano KV 545 » Mozart r Tra nsposígao b) 5 orte implica ria mudanga de altura da músico sem, A iransposigóo ou rrGHSP l _ > onto alterar sua eslrutura original, isto e, urna peca em lonalidade maior o ent . , v — fl COHHHUOÏO senda maior, pois todos os notas serao alterada; quandü transpcrffldü la mesmo intervalo. _ _ Na nansposigao escrita teremos o trecho musical reescrito passando todos as was notas para um intervalo acima ou aboixo. As alterocóes decorrentes da "Dnsposrgaa poderóo ser expressas por acidentes‘ ocorrentes (ver eremplo do ¿‘em-oo 32) ou através de mudanca de clave (conferir exerriplo do exercicio 83), Ja a transposigáo lrda é realizada por troca de clave e é especialmente útil na leituro dos lrnhas dos instrumentos transpositores. la-Lobos EXERCÍCIO a2 _— l: _ ""l: ï’* fi V Transporiha as melodias utilizando apenas acidentes ocorrenles Q7 : ’J* Q Exemplo Sexteto opus lB — Brahms L. V27 12s ' UEMG , . M cerïflLADE MuslcA DA
  69. 69. sxsnciclo 83 o nova armadura de clave e ufilizg d V‘ o fmnspnnhfl us melodvas escrevendo ncrdenfes ocorrenfss só quando necessóno. Exemplo: Sonata - LoueHer L. 4L f» » 3'm abaixo o) Sínbniu n° 1 — Beeahoven 2° M aboixo á iï b] Sinfonia n° 40 _ Mola” d) Tuïú Murambó » Folcïore brasileiro Ébïeïwl ' - ¡:4 ‘M151 ü T“ ‘x L. V . ó" M ocimo a: A e) Lied — Schubert m9 y _. . “m: emAnAUFMG
  70. 70. SUGESTÓES Tríodes 24283 Came e roque os eXeVOOOS 8 Trhde é um term " . . V , o ”""’°d° Para mducar trés sons diíe y gmultaneamenïe. No susiemu renal os lríades ' f ren es que soom 5°“ °"""°d°5 Por umewalos de iergas , Fago fransposvgóes de hnhas melódncos do repenóuo e de 50H‘ elos e quimcs. Exisïem quatro tipos de iríodes; esvudados. Como vocé dave estar Iembrudo, nos exercícíos anvenores de Solís ‘ sugerida a adequagóo do tessnuro vocal de acorde com a clave unhzodo Trmïo o‘ uma melodaa e tambem uma formo de odequcr um regrsiro vocaï Se vocé 5pm ‘ Possu‘ uma voz aguda, por exempío, e possuí uma pormura cuyo meíodm ’ desconícnóvel para o sua voz, a Ironsposlgóo e’ o recurso ¡dem para (Km: 31mm - o m 0 13o. m j 3° M v . su su 9A 3M W ]3"‘ ]3“M 1 M ' M mor ( ) menor (m) Aumentcda (A) X diminuta (d) melodua deseiada com a Oessívura da sua voz Exemplo: Cai, cai, boíño . Folc ore broswlexra (CD ma 39 eo ¡ r , ras o e )] 3“ m 13° M 13° rn 35km: Ï b) c) Uma Iríude pode comer suas nolas em diÓerenIes disposigóes. Exemplo n i d) Tombém pode ser representado horizonmlmenle ou sucessivcmenke, o que é i chumado de orpe¡o. Exempbs : Í , ¿ o o . Z to S" L1 y . o 1 ameno x i ‘ 130 3
  71. 71. 132 C/ assrlïque as Vríodes em Mayores (M), menores (m), Aumenmdcs (A) e dimunm (d us )_ 419, EXERCÍCIO a5 Conslruu as triades pedrdas na Íormo de orp ' ero. EXempÍOS: Ló m Fú# A Ré d Lúb d MI m Réb M Sol A Dó m Lúb M I y. M m. m Mrb A 51h M LH
  72. 72. EXERCÍCIO B6 Canslfufl as Oríodes pedidas em forma svmuírónec. e Tríodes em Esfqdo Fundament | 0 Uma Mode se encomro em es, d ¡ d u ° U" Omemol quando sua novo mu’ ns grave Exemplo: — _& g’ a fundamental, Exemplo: Tríode de Dc Maior em Esíodo Fundomenlol ‘Ïr . N°‘° mms grave é o Dó Uundumenïol du tríude). ’" d A M d 5o r , á ‘0 n 9 " e‘ 4, ¿i EXERCIClO 87 M m ' ‘ ' * ¿»o ' -' M Complef I b h d A dossïrvcoegfi: dïudea? EÏLÏÏnÏGÍZdaÏA-COE es nom‘; qu? ‘dmm’ de °°°'d° °°'“ ° y E? noms ‘m ° ° dÜSÑhCÜCOO dos lrícdes e uma de suas k“ Ï>& 1 k ' A w. y 1 M m d Exemph, FTríode: Fundamento]. Ïergu Quinto d Maior Dó | (Mf r ser _ Tríode- Fundamental Tero Quinto Menor FM dxmunulu Re menor Si fi menor Mi ¿l Aumenludo FM‘ Mmor T T Réb w Aumemodo Mi Manor L D693‘ _ menor S01 _ drminuío Sib menor LÓb ; Mayor Mi » Aumenlodo Ré 134 M‘)
  73. 73. EXERCÍCIO 8B q; , [ans/ NU Oríades Moínres (M), menoïes (m), Aumenfadas (A) e diminutas Tnades e SUCIS Inversóes pgsygáo fundamenta). A nora dada ocupará o lugar da íundamentul, du ‘WQSÜ. no qumro em cada uma das modes. Observe que a nota dada nüo pode ser che s da o esmdo da "¡ade e de sua _ "3 o s Inversóes é determinado - A ‘ PEÏO posrcuonamenvo dg nota mais grave, Como ió foi apr , asentado . {undamemal esto made encomro-se em ’ quufldo a nora mars grave é a esíado fundamenlai (EF). Exemplo — Nora dada: Dó EXempb: (falxa 41, Ierro a) "'——— ‘ t r Quando o noia mais ra , _ 1“ l 9 Ve é a terga esta made encontra-se em primeira rnversao( . nv. ). Maior menor Aumemada diminuta Exemplo: (faixo 41, letra b) Terga Quima í Quando o nora mais grave é a quinla esta tríade encontra-se em segunda inversóo (T. ima). Exemplo: (faixa 41, letra c) Nota dada: L6 É importante frisar que o pasicionamenvo das demois notas da Iríade nño imedere no delerminagüo do estado fundamemal ou nnversoes. AUrnenQada diminuta EXEWPÏOSÍ Í Estado fundamental (¡aixa 41, Ielro d) n l" ‘rnversño ‘n n (foixo 41, letra e) 1 2" rnversño ; 136 (Íarxn AH, Ieiro f) 37
  74. 74. exencicro 9o , — 4 o d M , A o i) - d r — , ¿my rque as na es (y , m r e m rom se csvoo cm Esvado Fundflmenqn; (EF) Consqmo as tnodes nc pqmsfim ¡nversüo em ‘o d ’ ‘m0 earpqos. amena (I ‘ mv] ou segundo rnversóo (T mv) Exemplos: Exempíos- Bo o v K) ‘ ser 43- ‘E ¡ 1o ‘L 0 r‘ i“ n ' ío’ un :0 n Ü ’ÍÏ , , o i ‘. ’ — — ‘ f » y L"! {vr n m; Lób d M. m Réb M Sol A Dó# a , no ¿no , e ¿u w» «e w we» — » . . I’, ‘ 4" “ ‘ n ‘¿x H Dó m Sol m Mib M 77 ¿“la E .5’: . , í d} ï ‘m 33g ¿"a 1 7 ' , m M W , ,, su) M La M V1” ‘m A’)
  75. 75. ‘ “¡Ramo 9] EXERCÍCIO 92 J” Cgflwua os vríades na prímeíra ínversüo, considerando a nota dado como ¡emo d . o es Mad“ m] Seg d _ made n Cons I“ un u Inversño sob a í orma de Orpeías Exemplo. ’ ou fl, Exemplos. o“ _— Ma: ‘—n>%— — N“ m Ld m 5| A Réb d Fó M n L’ : '">>-, ;, t _—_% 1 ' So¡# d Sib m FM A Do# m Sd d ' Lab M ‘ni h? » 17., M 1g e e M d . i k Dó m Sol? m Reb A Sol m Mlb m , __ n n y , y , l, M m A 1.. ; r ¡ r1 / ¡ m” M RM m M¡bA Srb M La M H0 H1
  76. 76. ' O 93 _ “"‘"°' SUGESTOES V’ f? rrslrua os tríodes pedidos na segundo tnversao considerando a noto dada Cümo Co qumta da tríade - A partir de uma nota tu d , , _ n amen! l, Exemplo %fi->: n. (CD: ¡GW 43, Ïetras a, b, c, d, ¿of ecgrfh e mque es quam’ "mdes POSSÍVeÍS La Maior c) ’ ’ o’ m _ . :; , . —n A‘ p. ¿tv : diminuta Aumentada "r Escolha diferentes tríades, cante e toque as inversóes_ 7, o t b) Manor: E. Fundamental l“ Inversüo 2“ Inversüo ‘ P Cne melodias com as notas de urna tríade escolhrda. t ‘ Exemplos: Sol M010! < ) t 1 i t 142 43 í-«TT:
  77. 77. Lua/ qe no repertono metodras que sóo construídos com ¡Hades ExemPÏNJ Stntonia n°3 - Beethoven ‘t s» Noturno n°4 e Atmetda Prado w *‘Ï y 0090 as trtades d ' Cbssrtrque-osaudrtrïarïgïïeoo 84’ lemjs o! b’ C a d (Íorxo 40 (to CD, n Ouga as tríades do nxercícto 89 {nt b ‘ ‘ , .ras a, y t 4 c’css"'que’üs ‘JUÓW/ omente recmnhecenr} r q d (‘mm 42 d“ CD) “ ” ° ‘W’ ‘ fl ‘Wvrsñr; Hhltïrjdn Modos sao orgonizagóes sonoras em distintas de tons e semíton; a) Jónio b) Dórico c) Frtgto d) UdtO e) Mtxntidro t) EÓltO S! ) Lomo ' ' ' dter nte O< modos possuem nomes gregos emboro sua orgamzagao seta I e drlqrmta mtotada pelos nwodelos gregOS 7,7, t . _ n o— [xvmplza modo dónro grngo fi , a s Íorom sistematizados pela Igreia n os como modos eclesrústrcas ou gregananos o dcsignnr os modos Por oxemplo, (1 Protus, a modo de mi oro Deuterus, e ossim Na Idodv Médm os modo ° ‘mmm htmgu-u, n tambén» 56m (ontwecid Nrmwn lnttnrws tnmm (ILÍOKKÍOS Pa’ tlfitthlnttttlgrïh Iflttflfl río modo ¿le ré era ¡un «human 14‘)
  78. 78. EXERC/ CIO 94 ¿‘gnstrua os modos pedidos l4¿ ldenfifique os modos nos trechos abaixo; l) Contigo de Cego (Bom Jesus da Lupa si) Mnmrrrriri fulr lore brnsrleno ¿xgacicto 95 a) Prosa — Adam de St. Victor amy : —- b) Dango Norueguesa — Grieg r ' 1 Y c) Cantiga de Cego (Santa Fé) — Folclore brasileiro d) Quarleto de cerdas opus lO - Debussy e) Moteto — Escola de Notre Dame o , _¿L; É, z ÉQLïÏÉF l l » Folclore brasileiro ¿gn g JJJWIJJJIHJJÏÜÏJJSJJLQZÜÏÏÏWÜ ïÏ l47 cm m ESCOLA DEM m. .. m1
  79. 79. M EXERCÍCIO 96 {utilizando somente ocidentes ocorrentes) pum qu e reragóes necessarios Fuga as al presentem nos modos indicados. gs melodias dadas se a Exemplo: Melodia dada » Modo Jónlo A melodia transtormado nos modos: Dónco , “L 3.. Mrxolïdio _ —¿ . Lídro a) Modo Dórica Der Tag mit seinem Lichte - Bach Modo Flíglo fi l Modo Lídvy 14g b) Modo Jónio: Bicho Papüo — Folclore brasileiro Modo Dórico É Moda Mixalídio Modo Frígio 1% Modo 16m0 é -. ... mrcms m. amm A m: MÚSICA DAU FMG
  80. 80. SUGESTOES i; > Came O5 diferemes tipos de modos procurando estabelecer suas prindpms caracteristicas. > Lembrese que a cornparagño sempre é uma boa maneira de lixor ha’ modos que sao semelhantes a escala maior em gw odos que se assemelham a escala menor em termos de lhangas entre o modo mixolídio e a escala mmm conferidas. Por exemplo, construgao. Há outras rn organizagño. Repara nas seme (CD, (una 46, letras a e b): Exemplo: Míxolídio Escala Maior cñmPflffïlíVümeflle Pédem“ dll? ’ que um modo mixolídío é como se tosse uma esca a maior com a sétima nota ubaixada de meia tam. > A9070 Verilique os semelhangas entre a escala m . I enor natural e o modo dónco (CD. laixa 46, letras c e d). Exemplo: Escala menor natural r c°mmratívu meme Podemos dizer v ‘ escala menor natural com a sexta n l | ‘¡Ue o modo dórica é como se losse uma o a a terada mero tom acima. 150 pago compüfücoes de todos os modos com as escalas maiores e menores Memome gs dilerengas e semelhangus Procure ouvir ¡“ÚSÏCG d° Periodo medieval e renascentista Esta música Y . . ' d ' - . ultlllOU 0 5579"” "_l° °_l' e VÚ"°5 50° 05 exemplos que podem ilustrar a utilizagüa ¿este “po de organizagao sonora. . No século XX varios compositores também utilimram modos em suas obras. Banók, Kodóly, Ravel, Siravinsky, lacerda, sao alguns destes compositores. Procure ouvir obras deste período identificando os modos utilizados. ca folclórica e a música popular brasileiro também se valem de alguns A músi y s de modos modos. Procure exemplos dessos músicas Ientando identificar que tipo estao presentes. . . r < - ' d Utilize os exemplos musicais do exercicia 95 (laixa 45 do CD) como dita o "i a reconhecimento auditivo dos modos. par
  81. 81. Outros Tipos de Escalas ‘f? a sucessüo de doze semírons que preenchem o ómbrlo de ¡gala Cromófica: e’ oífava fusía. Escala Bachíanu: recebe esiu denomínagóo por 1er sido largamente ulílizada por J_ 5_ Bach. Assemelha-se a escala menor melódico, parém cam as mesmas oíreragóes tanto na subida quanïo na descida. b)%eloukfifl°finkuy, m , %—u— Escala Peníafónicu: É a organizagóo sonora de cinco sons. Exisfem muivos Iipas de escalas penfafónícas. O exemplo abaixo apresenío uma escala pemurónica diatónicc. Escalas de Tons lnfeiros (Hexafónica): é uma escala íormado por seus noves separados sempre por imervalo de um vom. d) Escala Oceano - v - . _ suofllcfl (Sméinca! Escola de ono sans que se caracrenza pela símema de ; 99mm” (semHom/ vom ou ïom/ semirom). Ü 1 152 EX Wa a5 escalas a partir das nokns dadas. e05 ¿Rcqao 97 C u) Cmmófica É“ b) Pentatónïm c] Tons | n1eiros d) Bochiana i‘ e] Cigona l) Octorónico / ’ ¿a g) Pentuvónico 153
  82. 82. EXERCÍCIO 99 Rg/ gcvorve as cohmas Compleñe: , .5.1.- , u o 0 gun-fo 1, o H ‘ : ,1, Escala Cromútica '. ,,n, o,"1‘, ’ “ svTsvTsvTsvT Escala Esca la Peníaáóníco Escala Enarmóníca de Réb M Escala Relavwa de Sa! Manor Escala de Tons Imeiros Escala Simémca Escala Ocvavónico Escala Ciga no Escala Escola Maior f TsrTTsvT+svsr ) Escala de Ré m harmónnca Escoh Bachiana Escala de So| # menor melódico 55 154
  83. 83. Mrnhhqut‘ r {uns ynvevms, penvalónrcu, c al nssvnuiu us oscnlns ¡mín/ n Suite mglesn n“ 2 — Bach dns nos excmpïos (cromóhca hadnmvu ¡ ' . (Ir ¡gana ou ocmíónuca). b) Ma Mére L'oye » Ravel 1* : d) Prelúdio n° 2 — Debussy 156 AM0 Avaliagüo Nesta segunda — pone ¡ommt v m M“ “3 Wammes assunvm V Tom e semnom v/ Acldenves v/ Enarmonizagüo de notas v/ Escalas maiores v/ lniervalos o Consonónico e dissonónmo o Inversüo de lníewalos / Escalas menores v/ Mudangas de ïonohdade v/ Transposigüo / Trludes Í Modos v“ Outros tipos de eSCUÍGS IBUOÏECA DA ESC om DE MÚSICADAUFMG 157
  84. 84. Bibhografia Aidweii, E. & Schachier C 1975 York: Harcoun Brace Jíavanlyicïsrmofly and voice leading. New Appeh W» iEd. ) (s/ d). H d D. « . Belknop Press oi Hzzaïrd Unlscleïsrisïrsgslhliuslc. Cambridge: The B ' ‘ . Tu ' . enlumg? ‘oncrïaww 8‘ N°|5°"r R- Ü979i- ïeChnlques and moieriais USIC. oston: Houghion Mifilin Company‘ C°°Pe’r P- 0974i Pefspectives in music iheory: An hisiorical-analyiical approach. New York: Dadd, Mead & Company. Gfcmoni, J. E. (i 992). Rítmica. Sño Paulo: Editora Perspectiva. Gramani, J. E. (i996). Ríimica viva; A consciéncia musical do riimo. Compinas: Editora do UNiCAMP. Hindemiih, P. (1975). Treinamenio elemeniar para músicos. S60 Paulo: Ricordi. Tradugfio de M. Camargo Guamieri. Kosika, S. & Payne, D. (2004). Tonal harmony. New York: Alfred A. Knopi. Lloyd, R. (1975). Creative keyboard musicianship. New York: Dodd, Mead & Company. Lacerda, O. (i 967). Compéndio de teoria eiementar. Sao Paulo: Ricordi. [amm-jul o. (s/ d), Curso preparatorio de solfeio e diiado musical. Sao Paulo: Ricordi. * ‘ ' 1 ' Lacerdg, O. (i 974). Regras de grafia musical. Sao Pauio Ricor i Mad, g, (1954). Ritmo. ‘ Brasilia: Musimed. Mad, B_ (1986). Soiieio. Brasilia: Musimed. Med, B_ (1980). Teoria do músico. Brasilia: Musimed. 159
  85. 85. "T '- Iianza. 32) Aflgs de musico, i Madri A twin-beis, u U9 (a 4 raw H A Meichev, R A. 8. Worch, W F (i985). Music tor study i‘. v r ' New Jersey: PFQFWCE Hai! paz E, A_ (i989) 500 cancóes Brasiieiras. Rio de Janeiro: Luis Bogo Edivor Persichetti, V. (i985). Armonia dei sigio XX. Madriz Real Musicai. (agan, W (i987). Harmony London‘ Victor GoHoncz. Pozzoiii (i977). Guia teorico-prótico para o ensino do ditado musical. 56o Paulo: Musicaiia. Shanet, H (i983) Metodo de iecturo musical. Madriz Taurus Schoenberg, A. (i974) Tratado de armonia Modri. Reai Musicai. Vliiiems, E, (i 979). Curso eiementar de solíep, Sao PQuIo; Fermgyg Zamacois, J (i986). Teoria dela musica, Barcelona. Labor 160 APÉNDiCE Neste apéndice estao contidos trechos do repertorio musical que apresentam varios aspectos abordados durante a primeira e segunda partes deste livro. Anaiise os trechos musicais, reconhecendo escalas, intervalos, triades, compassos, etc. Sempre que possívei, cante as melodias, toca transposigóes, mude os claves e o veiocidade de execucüo. 4 l l ' s Certomerite existem muitos outras exempios para treindar os vanos e ervlien: - - * ' ' m em os o estudcidos nesta pubiicagao. Elabore voce mesmo ¡‘im apezsicïnxïzcu Ïe diïererfles , . r - ’ ' v , seu repertorio‘ Incluo musico P°P“| °’r mwc“ e °“' m5 p° estilos música de todo o tipo, ' I ' ' ' o sonoro e todo 0 Lemblerse sempre que a mmm el (um ‘ïosrereitlïdo quando trubalhado . . ¡ trcinamento sobre elementos dda teorigmusicowuzmflrïsicc e perceba memümerfle Os _ . . U também do ponto de vista au itivo. uga mui o 1 “"0 Com . . t v ' ' te elementos estudodos, con e t sonoridades identifique auditivamen . .d “mm no _ ’ » tos sonoros que voce i e I gyuvoqoes, tente graiar musicalmente eiemen repertorio, e assim por diante. ¡h Ode ser sempre , . de um traba o que P Eye Upendlce é só Um comïo cos escoihidos a I ' ampliado por voce de acordohcom os d p o CD (do ‘(me 49 a 73). Todos os exemplos estao 9mm °5 n tót

×