Sensação de suicídioVulto que no vago sobreviveraLegado da dor, violência do marPoeta de coração ao peito, de alma vazia,S...
Pergunto-te porquê…Negras, sombrias, barulhentas,Revoltadas sacodem e levam tudo,No teu corpo imenso deslizam descontentes...
O marO mar é poesia,E cantigas de embalar,Sons de encantar,Cores de espantar.Animais sem parar,Marinheiros a navegar,Gaivo...
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Poemas concurso 2012 2013

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Poemas concurso 2012 2013

  1. 1. Sensação de suicídioVulto que no vago sobreviveraLegado da dor, violência do marPoeta de coração ao peito, de alma vazia,Sensação de suicídio que o obscuro lhe decidiu mostrar.Amante do vento, de sonhos ostracizadosAmante da briza melancólica do mar,Entre recônditos e paixões pesarosasSonhos de poeta que no mar se tornaram chorar.Sinto-lhe na pele a mágoa angustiante,Abandonou seu velho barco sem a razão compreender,O mundo morreu-lhe, sentiu um naufragar desesperanteE a vida pelas ondas deixou morrer.No fundo sombrio do oceano onde viveraO macabro passou a venerar,De coração partido morreraPoeta genuíno, de mente invulgar.Corpo frio que te escreveAlma destroçada, sentimento incomum,O vazio entrelaçou-se no ódio que o consomeE o poeta fugiu, para lado nenhum.João Diogo Matias – 8º A – nº12
  2. 2. Pergunto-te porquê…Negras, sombrias, barulhentas,Revoltadas sacodem e levam tudo,No teu corpo imenso deslizam descontentes,Como grandes tormentas.És enorme e obscuramente assustadorQuem em ti navega, de ti teme a dorQue vem a sofrer se, por ti, for esmagadoNos rochedos a redor.Não tens desgosto das vidas que levaste,Dos barcos que naufragaste,Das belas donzelas que choraram,E para ti, achas que não amarguraram?!Tu que guiaste em tão famosa vitória lusitana,Lusos de alma e mente sana,Em tempos para terras orientais,Que graças a ti, foram considerados imortais!Deixai de ser malvado, assim tão desalmado,E sê clemente para aquela simples genteQue se atreve a aventurar nas ondas imponentes,Oh! Que gente tão inocente!A ti não querem mal algum,Apenas marear, navegar…Alexandra Martins – 9ºB –nº 21
  3. 3. O marO mar é poesia,E cantigas de embalar,Sons de encantar,Cores de espantar.Animais sem parar,Marinheiros a navegar,Gaivotas a voar,E barcos a varar.Pescadores estão no mar,Com barcos a pescar,No mar estão peixes,Que os vão sustentar.O mar não se deixa enganar,Os que lá estão temem, têm de se cuidar,Pois à terra,Muitos não irão regressarAzul e amarelo,Estas duas cores se encontram,Num sítio muito especial, a praia.Azul é o mar, amarelo é a areia.O mar é vasto,É grande, imenso,É beleza e tristeza,Como todos os outros lugares.Ana Isabel Lopes – 9ºA –nº 3

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