A g r u p a me n t o  d e E s c ol as  Fe b o M on i z  A l me i r i m                         O N OSSO   Rua António   Sé...
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2012: ANO EUROPEU DO       Clube de                                                 ENVELHECIMENTO ATIVO E                ...
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  1. 1. A g r u p a me n t o d e E s c ol as Fe b o M on i z A l me i r i m O N OSSO Rua António Sérgio 2080-062 Almeirim JORNAL J unho A no 2 0 1 1 /2 0 1 2DESTAQUESNESTA EDIÇÃO: S A R AU C U LT U R A L U M A V I A G E M A O T E M P O D E D. M A N U E L IVisita de Estudo ao Monte 2Selvagem e a Évora No dia 8 de junho, realizou-se um sarauToldos para nos abrigarmos 3 cultural na Escola 4 Básica 2/3 ciclosVisita de Estudo a Espa-nha e França Febo Moniz. Professo- res do Departamento 5 de Ciências Sociais eFestival Internacional de Humanas convidaramFolclore do concelho de alunos, outros profes-Almeirim sores e encarregadosA Menina da Amizade 6 de educação a embar- carem numa viagem 7 ao tempo de D.Os jovens da Atualidade Manuel I. Vestidos à as lutas, os nobres, atividade, afirmandoUEEA 2 Conversas 10 época, viveram um dia os religiosos, os cam- que na atualidade,Ilustrações e 8Encontro a Escritora Mariacom Rui Castro ... em pleno, como se poneses e, claro, os como está o ensino,João Lopo de Carvalho estivessem no século bobos para anima- já não há muito quemAs mães regressam à escola 11 XVI, desempenhando rem a corte. Este tra- tenha determinação papéis e realizando balho exigiu muita para investir neste2012: Ano Europeu do Enve- 12 atividades típicas da dedicação e esforço tipo de iniciativas, porlhecimento Ativo e da Solidarie- época. Não faltou a por parte de quem odade entre Gerações isso os professores mesa do trono decora- organizou e por isso que a impulsionaramConcurso de Fotografia da a rigor, com obje- não podemos deixar estão de parabéns tos que revelavam a de reproduzir um pelo seu trabalho. riqueza da época. Não comentário feito nas Clube de Jornalismo faltaram as danças, redes sociais a esta
  2. 2. Pá g in a 2 J unhoEditorial Visita de Estudo do 5º anoO tempo passa...como um corredor incansável,como um ágil pássaro a voar sobre nós… e ao Monte Selvagem e a Évoradepressa chegámos ao final do 3º período...aofim de mais um ano letivo.Neste número de O Nosso Jornal, poderás lersobre atividades do Plano Anual de Atividadesrealizadas ao longo deste tempo. Os alunos doClube de Jornalismo também dedicaram algu-mas horas à pesquisa de informações sobredatas comemorativas, que se assinalaram nosúltimos meses. Resolvemos dar destaque nãosó aos dias de que sempre se fala, mas tambémàqueles de que normalmente se fala menos.Destacamos ainda um inquérito realizado a alu-nos da E/B 2, 3 Febo Moniz, sobre hábitos dosjovens da atualidade.Esperamos que gostes deste nosso jornal edesejamos-te umas ótimas férias de Verão. Professora Rute Loureiro No dia 20 de Março, os isso, muito agradável e alunos do 5º ano de sempre em contacto escolaridade realizaram com a natureza. uma visita de estudo ao Na segunda parte da Parque Temático do Visita, fomos a Évora, Monte Selvagem e à apreciámos a beleza da cidade de Évora. Sé Catedral, como À hora marcada,8.30 exemplo da arquitetura horas, partimos rumo ao românica em Portugal, e DIA INTERNACIONAL Alentejo, caras alegres, o Templo Romano teste- de sorriso pronto, visitá- munho do nosso passa- DO LIVRO INFANTIL mos os dois locais desti- do romanizado e da nos- nados. sa herança cultural. No Parque do Monte Regressámos a Almei- No dia 2 de abril comemora-se o Selvagem pudemos ver, rim por volta das 18 Dia Internacional do Livro Infan- de perto, muitos ani- horas, depois de um dia til, escolheu-se esta data por mais, alguns dos quais bem passado, em que que Hans Christian Andersen provenientes de outras tudo correu bem, inclu- nasceu nesse dia este foi o autor zonas da Terra ( boi da sive o tempo, pois este- de algumas das histórias que os Abissínia, emas, antílo- ve um sol magnífico. pes, zebras, jiboias, Por este ano já está, nossos pais nos contavam quan- etc ). Brincámos com do eramos pequenos, como por estamos prontos para o alguns desses animais, exemplo O Patinho Feio, O Solda- sobretudo na Quintinha próximo ano letivo!!! dinho de Chumbo, A Pequena Pedagógica, com as Sereia, A Princesa e a Ervilha e cabrinhas anãs, que são muitas mais. tão meigas. Foi também Professora Emília Pereira aqui que almoçámos, no espaço destinado a Beatriz Caniço -7º B
  3. 3. O Nosso Jornal Pá g in a 3T O L D O S PA R A N O S A B R I G A R M O S Durante o período de férias de Páscoa iniciou-se a construção de telheirospor várias partes da escola. No início do 3º período, o telheiro da entrada dos alunos já estava termina-do, o da entrada do bar estava em construção e o da entrada dos professores tam-bém. Na 2ª semana de aulas, o projeto ficou concluído Os toldos servem para quando chover os alunos se poderem abrigar. Miguel Valverde, Pedro Batista e Pedro Ferreira Os chamados profissionais da voz são: ial d a Voz Dia Dia Mund Cantores, Atores, Professores, Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de CRISTIANO LIMA– 6ºG telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Vendedores, etc. das vocais e pelos Conselhos para E qual a razão de ser Mas, afinal, o que é movimentos da boca desta data? Bem, tal a voz? Se consulta- cuidar da voz: e da língua do como as restantes res um dicionário homem" A voz é um DEVE-SE BEBER, EM MÉDIA DOIS efemérides, o seu encontrarás uma dos meios usados na (2) LITROS DE ÁGUA POR DIA, de preferência em temperatura objetivo é sensibili- definição parecida comunicação e na ambiente. zar para a importân- com a seguinte: é o socialização, ou DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE -SE BEBER ALGUNS GOLES DE cia de algo e, neste "conjunto dos sons seja, no estabeleci- ÁGUA, para humidificar a garganta. caso, claro que esta- produzidos pelas mento de relações A água deve estar em temperatura mos a falar da voz. vibrações das cor- com os outros. ambiente, para que não ocorra o choque térmico. TOMA NOTAD I A I N T E R N AC I O N A L D O S No dia Internacional dos Monu- mentos, os museus, por vezes,MONUMENTOS RODRIGO OLIVEIRA oferecem visitas guiadas aos turistas. Visitar museus também é uma oportunidade de conhe- cermos um pouco melhor da nossa própria historia.O Dia Internacional dos monumentos foi criado no dia18 de abril no ano de 1982 e foi aprovado pela assem-bleia geral de Unesco em 1983. O objetivo deste dia épromover a conscientização à cerca da diversidade decultura espalhada por todo o mundo. Monumento Romano
  4. 4. Pá g in a 4 J unhoV I S I TA D E E S T U D O A E S PA N H A E F R A N Ç AAlguns dos locais visitados pelos alunos e professores, durante uma viagem inesquecível, que decor-reu no final do 2º período. As imagens captadas pelo professor Jorge Santos falam por si! Não falam,mas se falassem seria, certamente, em espanhol… e em francês... A Revolução e a liberdade conquistada Liberdade teu caminho, teu ideal Caminho que faltava percorrer Abril Primavera em flor Para honrar Portugal Liberdade por conquistar E teu povo deixar de sofrer Teus filhos a sofrer em dor Portugal esperava o dia de te poder Os velhos puderam falar cantar As crianças correr pela cidade A Revolução dos Cravos refere-se a um perío-do da história de Portugal resultante de um Todos se puseram a cantargolpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril A liberdade é a palavra certade 1974, que depôs o regime ditatorial do Deram vivas à liberdadeEstado Novo, vigente desde 1933, e que Tão boa sentiriniciou um processo que viria a terminar com Ela é como uma flor abertaa implantação de um regime democrático, Em 74 o povo saiu à ruacom a entrada em vigor da nova Constituição Que não deixa de florira 25 de abril de 1976. Ouviu-se a canção que o Zeca cantouEste golpe, normalmente conhecido pelos Em Abril outro dia começouportugueses como 25 de Abril, foi conduzido Grândola que agora é tua Nessa manhã os cravos foram florespor um movimento militar, o Movimento das Na cidade que o soldado libertou.Forças Armadas (MFA), composto por oficiais Revolução onde o canhão não soouintermédios da hierarquia militar, na suamaior parte capitães que tinham participado Abriram as celas, soltaram os amores José Neves—7º Dna Guerra Colonial e que foram apoiados poroficiais milicianos, estudantes recrutados,muitos deles universitários. Este movimento Liberdade, Grândola a sua cançãonasceu por volta de 1973, baseado inicial-mente em reivindicações corporativistas Na madrugada à rua saiucomo a luta pelo prestígio das forças arma-das, acabando por se estender ao regime Portugal teu povo, tua naçãopolítico em vigor. Sem apoios militares, e com Nesse novo dia sorriua adesão em massa da população ao golpede estado, a resistência do regime foi pratica-mente inexistente, registando-se apenasquatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS Madrugada de abril(Direção-Geral de Segurança). Teus filhos puderam falar Tantas flores mais de mil Uma na espingarda foi pararPesquisa de Mónica Pacheco—7ºB
  5. 5. O Nosso Jornal Pá g in a 5D I A D O F E CH O Otto Fredrik Gideon Sundbäck ou simplesmenteZ ÍPER —24 D E ABR IL Gideon Sundback foi um engenheiro e inventor sueco que ficou conhecido por pesquisas deHÁ DIAS PARA TUDO... desenvolvimento do zíper. Nasceu em Jönköping no dia 24 de abril de 1880 e faleceu de problema cardíaco em Mead- ville no dia 21 de junho de 1954. A Invenção do zíper: No ano de 1893 W. Litcomb Judson patenteou um sistema de fecho com ganchos e fendas que se agarravam para abrir e fechar, mas Jud- son não continuou com seu projeto. Em 1913 Gideon Sundback deu vida a ideia de Judson, colocando no lugar dos ganchos, dentes de metal e criando o nosso tão conhecido e útil fecho zíper. João Monsanto Festival Internacional de Durante 6 dias e em representação Folclore do Concelho de de 7 países, mais de 300 artistas, Almeirim entre músicos, bailarinos e figuran- tes encheram o Concelho de Almeirim de uma alegria contagian- te, partilhando com a população a sua forma de sentir o folclore. No dia 24 de Abril os vários grupos de folclore visitaram as escolas do concelho. Á nossa esco- la veio o grupo Italiano mostrando-nos o folclo- re do seu país. João Pereira
  6. 6. Pá g in a 6 J unhoD I A D O T R A BA L H A D O R — 1 D E M A I O PEDRO FERREIRA Dia do Trabalhador em PortugalEm Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revoluçãodo 25 de abril) é que se voltou a comemorar livremente o Pri-meiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadurado Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pelapolícia.O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo opaís, sobretudo com manifestações, comícios e festas decarácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugue-ses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto,assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Traba-lhadores).No Algarve, é costume a população fazer picnics e são organi-zadas algumas festas na região.A M ENINA DAAMIZADE Este trabalho foi feito pelo 5.º A sobre o tema da dife-“A Menina da Amizade”, é uma história sobre diferenças, mudanças, sorrisos rença. O trabalho participae abertura a um mundo mais justo de direitos e deveres para com todos! no concurso "Escola Aler-Abordar as barreiras à integração é também falar de preconceitos, de sorri- ta" do Instituto Nacional desos e comentários de desdém que pairam em rostos alheios, é falar de pensa- Reabilitação. Este concursomentos e ações escusas à aceitação da diferença. pretende: Sensibilizar e mobilizar osCom “A Menina da Amizade” queremos contribuir para a reflexão sobre o alunos para a igualdade deque é ser diferente e as dificuldades que se interpõem, as barreiras que exis- oportunidades e para ostem a todos os níveis. Queremos também que se reflita sobre a aleatorieda- direitos humanos, em parti-de da diferença e sobre a possibilidade de cada um ter uma atitude proactiva cular os direitos das pes-na defesa e na adoção de atitudes integradoras. Queremos que cada um pos- soas com deficiência esa identificar-se com a Menina da Amizade e assim estender o braço em aju- mobilizá-los para a partici- pação na superação da dis-da de todos, pela amizade sem barreiras podemos tornar o mundo mais colo- criminação de que são alvorido! as pessoas em geral e em particular as pessoas com Podes ver o trabalho no seguinte endereço: deficiência. http://www.youtube.com/watch?v=q-OotYItOUI
  7. 7. O Nosso Jornal Pá g in a 7 O S J OVEN S D A A T UA LIDAD E Durante alguns dias, alunos do Clube de Jornalismo elabo- raram e aplicaram inquéritos feitos a várias turmas. O tema geral era ―Os Jovens da Atualidade‖. Os seus subtemas eram hábitos desportivos, hábitos de leitura e hábitos de estudo. Ao inquérito responderam 91 alunos, distribuídos de for- ma equilibrada pelos dois sexos. Quanta às idades, nota-se claramente que foram questio- nadas mais pessoas entre 13 e 15 anos, mais precisamen- te 64 pessoas. Quanto à prática de desporto, 73 dos alunos inquiridospraticam algum desporto. Os desportos preferidos dos alunos-são o futebol(14), o atletismo (10), o andebol (6) e a natação Não—Praticantes de desporto 1–Patinagem 8– Judo 15-– Judo 2– BTT 9-Golf 16– Futebol 3– Triatlo 10– Voleibol 7–Basquetebol 4– Futsal 11–Andebol 18– Ténis Praticantes de desporto 5– Ginásio 12– Hóquei 19– Karaté 6– Ténis 13-Atletismo 7—Karaté 14- Natação Em relação à leitura, 46 jovens afir-maram que gostam de ler e os restan-tes 45 que não gostam, no entanto amaioria dos alunos que não gosta deler acha esta atividade importante. Ape-nas 9 consideram que a leitura não éimportante.Os alunos que gostam de ler preferemlivros de aventura e grande parte deles(26) passa mais de 2 horas por mês aler. Quanto aos hábitos de estudo, há29 alunos que gostam de estudar e62 que não, mas apenas 4 alunosconsideram que o estudo não é umaatividade importante. A maioria dos Miguel Valverdealunos (48) estuda entre 30 a 120 Pedro Baptistaminutos por dia. Pedro Ferreira
  8. 8. Pá g in a 8 J unho Ilustrações e conversas com Rui Castro... O ilustrador Rui Castro veio ànossa escola, no dia 9 de maio, no âmbitode uma atividade do PAA, promovida pelaBE e Areal Editora, para demonstrar aosalunos do 6º ano, como se procede a umailustração. Começou por referir os mate-riais básicos usados ( palete de cores,pincéis, placas em acrílico...). Seguida-mente Rui Castro referiu que, quando lhe O sonho Quando o quarto está escurodão um texto ou um poema lê-os bem até Ouço muitos barulhosinteriorizar as ideias, depois é só passá- Que me metem medo,las para o papel, através de imagens. Mas nada se compara Com uma noite no arvoredo!Rui Castro utiliza nas ilustrações dese-nhos ou figuras feitas a partir dos mais Oh não! Oh não!variados materiais que tem à mão, como Estou tão assustada...por exemplo: palitos, papel, cartolina, Aquela sombrapaus de espetadas, rolos de papel, plasti- Deixa-me angustiada!cina... Estas figuras são fotografadas e Quando estou deitadainseridas depois nos livros. Vejo um padrão, Terminada a apresentação, o Mas penso Que é um ladrão!ilustrador deu oportunidade aos alunospara colocarem questões, às quais res- Estou tão confusa,pondeu prontamente. De seguida fez um Com tudo isto...desenho in loco e deixou aos alunos um Vejo fantasmas por todo o lado! Até o meu cabelodesafio: criar um bilhete de identidade Parece um gato assanhado!para o boneco ou a criação de uns versos. Seguidamente, alguns alunos Agora que penso bemdo 6ºI e 6ºD entregaram a Rui Castro Não passou de um pesadelo, Pois adormeci no sofáduas lembranças produzidas por eles, A olhar para o papá!nomeadamente, um poema e uma ilustra-ção, tendo por base o livro de poesia “ Ele mandou-me para a camaConversas com versos” tratado em Lín- E eu fui preocupada, Mas ele disse-me que no escurogua Portuguesa. Não havia nada! Por último, o ilustrador deu alguns autógrafos aos alunos. Alunas do 6I – Maria Leonor - Rita Almeida Professora Manuela Oliveira - Vitória Fernandes
  9. 9. O Nosso Jornal Pá g in a 9 A ida à Lua Indo eu, indo eu Subindo pelo sonho Para um ambiente medonho! A Lua parece uma banana E daqui vejo a minha cabana. A mãe natureza A Lua é escura, Mas tem ternura!Quem é a nossa amiga? A Lua deve ser pesadaQuem devemos ajudar? Para aguentar com a minha chega-É a mãe Natureza da.Que o planeta vem salvar! O volume do rádio da nave vou bai- xarEstá a ter um pesadelo Se não os ET vão me chatear!Fumo, lixo e poluição...Estas máscaras horrorosas Para a minha casa vou voltarTêm que ir para a prisão! Porque me esqueci de a trancar. Como é que eu vou lá chegar?O seu sonho preferido O meu amigo foguetão vou chamar.É ver o mundo a nascer.Folhas, flores e frutos Vou no meu foguetãoNas copas queria ver! A comer pão com chourição!Tudo isto é possível, A minha casa estou a chegar,Só basta acreditar! Para a ir trancar. Agora digo adeus, A Natureza SalvarCom um único pequeno gestoO Planeta vai mudar. Amigos meus! Para as árvores ajudar6º I 6º I Devemos plantar.- Francisco Capela – Pedro António No campo trabalhar- Margarida Fragoso - Tiago Para os animais salvar! Para o ambiente proteger Devemos eleger Um coelho gigante Para oferecer! Para o campo ajudar Devemos uma árvore plantar Para quatro vidas ajudar! Alunos do 6ºI – Eric - José - Maria David
  10. 10. Pá g in a 10 J unho No presente ano letivo o Agrupamento de Escolas Febo Moniz passou a dispor, na escola sede, da segunda Unidade de Ensino Estruturado. Criadas como recurso pedagógico das escolas, as UEEA integram uma resposta educativa específica para alunos com alterações no desenvolvimento. Têm como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida desses alunos, potenciando o seu desempenho, capacidades, autonomia e assim a sua inclusão. A todos os que colaboraram, a UEEA 2 agradece. Professora Isabel Reis E N C ON TRO CO M A E S CR ITO RA M A R IA J O ÃO L O PO D E C ARVA LH O No dia 25 de maio, a Biblioteca Escolar da Os alunos foram convidados a encar-E/B 2,3 Febo Moniz promoveu um encon- nar as personagens e a ler expressiva-tro entre os alunos de 7º ano e a escritora mente alguns excertos dos livros.Maria João Lopo de Carvalho. A conversa Durante toda a sessão, a escritoradescontraída com a escritora girou à volta manifestou um grande carinho pelada coleção 7 irmãos e em especial do pri- nossa cidade, uma vez que passoumeiro número - ―Maria, Os segredos da vários momentos da sua adolescênciairmã mais velha‖, por se tratar de um dos na Quinta da Alorna, pertencente àlivros trabalhados nas aulas de Língua Por- sua família. Contou mesmo algumastuguesa. A escritora contou como surgiu a das peripécias aí vividas.ideia de fazer esta coleção destinada a Falou também da sua mais recenteadolescentes e explicou como é ―escrever obra ― Marquesa de Alorna‖. Trata-sea duas mãos‖, pois a coleção é escrita por de um romance histórico que retrata asi e pela escritora Margarida Fonseca San- vida da Marquesa de Alorna, poetisatos, que também já visitou a nossa escola. também ligada à cidade de Almeirim. Prof. Rute Loureiro
  11. 11. O Nosso Jornal Pá g in a 11 A S M Ã ES R EG RESSA M À E SC O LA nesa, clavas, maracas, tamborim, guizeira, pan- deireta e ferrinhos) para As Mães regressam à acompanharem aEscola para contar uma His- Rainha da Noite e otória … Mozart! Papagueno. Mas maisNo dia de 23 de maio, três que acompanhar asmães de alunos da sala do músicas, descobriram os2ºBC da Escola dos Charcos sons, as intensidades, asvoltaram à Escola para contar vibrações, enfim, ummais uma história. Depois de novo mundo de sensa-―O Ponto‖ do ano letivo ante- ções.rior e que resultou em quatro E para terminar, garga-magníficas obras de arte, lan- lharam, gargalharamçamos outro desafio. muito, tal como JoannesLevados ao som da Flauta Chrysostomus Wolfgan-Mágica, os meninos descobri- gus Theophilus Mozartram sons, sensações e emo- gostava de fazer.ções que os levaram a novas Foi uma tarde diferente,experiências. Com a Dó e a mas reconfortante paraMi fizeram uma viagem no os meninos, para astempo até à Áustria do século mães e para a professo-XVIII, onde nasceu um dos ra. Até para o ano!maiores génios musicais de E como disse um diasempre, Amadeus. Percorre- Miguel Cervantes, “Onderam a Europa ao som das há música não podesuas principais obras…. haver coisa má”.Com os pés que os meninosimaginaram serem mãos,tocaram piano ao som daSonata nº 11. Produziram As Mãesmúsica com instrumentosmusicais variados (caixa chi-
  12. 12. 2012: ANO EUROPEU DO Clube de ENVELHECIMENTO ATIVO E DA SOLIDARIEDADE ENTRE Jornalismo GERAÇÕES O Parlamento Europeu aprovou 2012 como o Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidarie- dade entre Gerações. O Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Professora Rute Loureiro Gerações permitirá a todos pensar sobre a forma como os Europeus Adriana Zola - 6ºA estão a viver cada vez mais e as oportunidades que daí decorrem. Beatriz Caniço - 7ºB O envelhecimento ativo pode significar para as pessoas mais velhas a Cristiano Lima - 6ºG oportunidade de continuarem a trabalhar e partilharem as suas expe- João Monsanto - 6ºG riências, de continuarem a desempenhar um papel ativo na sociedade e João Pereira –6ºG de viverem as suas vidas de maneira saudável, independente e preen- chida. Miguel Valverde - 5ºI Mónica Pacheco - 7ºB Pedro Baptista Pedro Baptista - 5ºI Pedro Ferreira - 5ºI O Clube de Jornalismo agradece o contributo de todos os Rodrigo Santos - 5º H que participaram neste número, bem como a colaboração do Clube de Fotografia Digital. O Nosso Bloguehttp:onossojornalfebomoniz09.blogspot.comC O N C URS O DE FOT O GRA FIABE/CRE E CLUBE DE FOTOGRAFIA Este ano o tema do concurso de fotografia do nosso agrupamento de escolas foi portas e janelas e cerca de 17 pessoas participaram neste evento, organizado pelo a biblioteca escolar e pelo clube de fotografia da escola Febo Moniz.. Este ano, os prémios foram máquinas fotográficas para quem ganhou o primeiro lugar, o segundo lugar e o terceiro lugar. As fotografias foram muitas e super interessantes. A maioria das pessoas optou por fotografar portas e janelas velhas e a preto e branco. Este ano os grandes vencedores foram: 1º Lugar- Ruben Zola (2º ano) 2º Lugar-Inês Alexandra Baptista ( 8ºano) 3ª Lugar- Adriana Zola (6º ano) Artigo de: Adriana Zola Foto do Vencedor

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