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6. A construção de Redes Sociais através da   concepção de “laços fortes” e “laços fracos” As   ferramentas utilizadas na ...
1. Conceituação e              características                        principaisSobre o conceitoDegenne (1999) define a An...
De acordo com Wellmann, alguns pesquisadores analisam redescompletas – todos os laços de um certo grupo entre todos osmemb...
   A característica fundamental da ARS é lidar com    dados relacionais (Wasserman e Faust, 1994;    Hanneman, 2000), ou ...
2. Redes Sociais: uma abordagem do        Individualismo metodológico ou do                 estruturalismo?   Nos estudos...
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“Alguns pesquisadores analisam as redescompletas – todos os laços de um certo grupoentre todos os membros de uma população...
Apesar do fato de que, na maioria das vezes, a análise de redessociais está associada à abordagem estruturalista, algunses...
“As relações primárias concretizadas nafamília, as secundárias proporcionadas pelasassociações, e as terciárias (caracterí...
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3. Vantagens e desvantagens da         metodologia de redesVantagens: apesar de não ter havido consenso, ainda, sobre seas...
4. Os principais índices trabalhados na          Análise de Redes Sociais 1. DENSIDADE É a proporção de laços efetivos e...
   4. INDEGREE   Número total de pontos que possui linhas    direcionadas para o ponto inicial (Scott 1998:72)   5. OUT...
   7. INTERMEDIAÇÃO   Mede o grau de intervenção de um ator sobre outros    da rede.   8. DISTÂNCIA GEODÉSICA   Mede o...
5. Como se constrói a amostra na     Análise de Redes Sociais?Nos estudos de redes sociais a amostra pode sercalculada de ...
Além dessa fórmula, os estudos de redessociais se utiliza do snowball como modeloamostral. O snowball é um tipo de amostra...
6. A construção de Redes Sociais através da    concepção de “laços fortes” e “laços fracos”   Fontes (2001) define Redes ...
Os vínculos sociais que ligam as pessoas a outraspodem ser caracterizados como laços sociais. Estessão constituídos, por u...
É através desses laços que se estabelecem e fortificamas relações de vizinhança, parentesco, etc. Por outrolado, os laços ...
Os laços sociais estabelecidos através das relaçõesfamiliares ou de parentesco são considerados porGranovetter (1983) como...
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8. Sobre as áreas onde se pode aplicar os        estudos de redes sociais   A Análise de Redes Sociais, tem sido    utili...
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Gráficos construídos a partir desses estudosGráfico 1: Centralidade das ONGs da RMRFonte: Pesquisa Redes Sociais e ONGs na...
Gráfico 2: Centralidade das ONGs da RMRFonte: Pesquisa Redes Sociais e ONGs na RMR 2000
Gráfico3; Sociograma das entidades citadas pelos ACSsFonte: Pesquisa Redes Sociais e Saúde 2006/2007
 Bibliografia   BARNES, J. A. Social networks. (An Addison-    Wesley Module in Anthropology) Module 26, 1972,    p. 1-2...
   HANNEMAN, R. (2000) Introduction to Social Network    Methods, Textbook, disponível on-line no site pessoal do    Prof...
 GRANOVETTER, Mark.        (1983) The strength of weak ties: a network theory revisited. In: R. W. (ed) Sociological Theo...
   SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de Movimentos Sociais.    São Paulo: Edições Loyola, 1993.   SHERER-WARREN Ilse. (2002) R...
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2007 10 03_17_02_29_2007_09_06_17_59_25_redes_sociais_apresentacao

  1. 1. Apresentação1. Conceituação e características principais2. Redes Sociais: uma abordagem do Individualismo metodológico ou do estruturalismo?3. Vantagens e desvantagens da metodologia de redes4. Os principais índices trabalhados na Análise de Redes Sociais5. Como se constrói a amostra na Análise de Redes Sociais?
  2. 2. 6. A construção de Redes Sociais através da concepção de “laços fortes” e “laços fracos” As ferramentas utilizadas na Análise de Redes Sociais7. As ferramentas utilizadas na Análise de Redes Sociais8. Sobre as áreas onde se pode aplicar os estudos de redes sociais9. Alguns exemplos de estudos com a ARS como metodologia.10. Gráficos construídos a partir desses estudos
  3. 3. 1. Conceituação e características principaisSobre o conceitoDegenne (1999) define a Análise de Redes Sociais (ARS) como “umrecente conjunto de métodos para o estudo sistemático de estruturassociais”.Wasserman (1998), por sua vez, apresenta alguns elementos essenciaispara a Análise de Redes Sociais:“a) o foco em relações e em padrões de relações, requer um conjunto demétodos e conceitos analíticos que são distintos dos métodos dasestatísticas tradicionais e análise de dados;b) a análise de redes sociais é baseada em uma assunção da importânciado relacionamento entre unidades de interação;c) as relações definidas por vínculos entre unidades são componentesfundamentais da teoria de redes;d) a unidade de análise em análise de redes não é o indivíduo, mas umaentidade consistindo de uma coleção de indivíduos e os vínculos entreeles”.
  4. 4. De acordo com Wellmann, alguns pesquisadores analisam redescompletas – todos os laços de um certo grupo entre todos osmembros de uma população – para estudar os padrõesestruturais (...) de vínculos entre grandes corporações. Outrosanalisam redes pessoais – definitivas do ponto de vista deindivíduos focais – para estudar como a composição, conteúdo econfigurações de laços afetam os fluxos de recursos dessaspessoas” (Wellman, 1983).A ARS pode ser considerada como uma metodologia que seaplica ao estudo das relações entre entidades e objetos dequalquer natureza. Originalmente, a Análise de Redes eraaplicada aos sistemas de telecomunicações e computação,circuitos eletro-magnéticos, sistemas de engenharia(transportes) e sistemas geográficos (estudos de baciashidrográficas, por exemplo). Adaptadas às relações sociais queconstituem os tijolos elementares de toda sociedade humana, aARS se mostrou relevante para a compreensão de problemascomplexos, como a integração entre estrutura social (macro) eação individual (micro) (Degenne e Forsé, 1999; Scott, 2000).
  5. 5.  A característica fundamental da ARS é lidar com dados relacionais (Wasserman e Faust, 1994; Hanneman, 2000), ou seja, dados que expressam relações (conexões ou laços) entre objetos (nós, indivíduos, grupos) diversos. Assim, o foco da análise é deslocado dos atributos individuais (abordagem tradicional nas ciências sociais) para as relações que esses indivíduos estabelecem com outros co- participantes em determinado contexto social.
  6. 6. 2. Redes Sociais: uma abordagem do Individualismo metodológico ou do estruturalismo? Nos estudos de redes sociais há um extenso debate acerca da questão: as redes sociais podem ser consideradas como teoria ou como instrumento metodológico? Não é nosso intuito responder a tal questionamento, mas dar uma contribuição mostrando que em determinadas situações, a Análise de Redes Sociais pode ser útil tanto numa abordagem estruturalista como racionalista. Alguns autores argumentam que as redes sociais se situam nas
  7. 7. abordagens estruturalistas, Wellman (1983), porexemplo, diz que os analistas de redes têm tido duasorientações distintas: uma formalista e outraestruturalista. Na primeira delas “eles concentram osestudos mais na forma dos padrões de redes do queno conteúdo dessas redes, mostrando umasensibilidade Simmeliana que formas similarespodem ter comportamentos similares em grandescontextos substantivos”. Na orientação estruturalista,o autor argumenta que estes analistas “usam umavariedade de conceitos analíticos de redes e técnicasendereçadas a questões de pesquisas substantivas quepreocupam muitos sociólogos”. Segundo este autor,
  8. 8. “Alguns pesquisadores analisam as redescompletas – todos os laços de um certo grupoentre todos os membros de uma população –para estudar os padrões estruturais (...) devínculos entre grandes corporações. Outrosanalisam redes pessoais – definitivas do pontode vista de indivíduos focais – para estudarcomo a composição, conteúdo e configuraçõesde laços afetam os fluxos de recursos dessaspessoas” (Wellman, 1983).
  9. 9. Apesar do fato de que, na maioria das vezes, a análise de redessociais está associada à abordagem estruturalista, algunsestudiosos recentemente tem tentado vincular a idéia de redessociais dentro da abordagem utilitarista, ou seja, noindividualismo metodológico. Principalmente, nos estudossobre a interação virtual (Interação construída a partir dainternet). Um exemplo disso é o artigo escrito por ManuelLopes da Silva (s.d.)[1], que com base nos estudos de Castells,argumenta que no seio da sociedade existe uma tendênciadominante na evolução das relações sociais para oindividualismo. Assim de acordo com essa perspectiva,[1] Texto encontrado no site: http://www.bocc.ubi.pt/pag/silva-lopes-perspectivas-webwrianas.pdf
  10. 10. “As relações primárias concretizadas nafamília, as secundárias proporcionadas pelasassociações, e as terciárias (características dacomunidade) tornam-se personalizadas,incarnadas em redes centradas no EU,surgindo, portanto um individualismo em rede.O indivíduo (que era um valor do capitalismonorte-americano) constrói hoje suas redes „on-line‟ e „off-line‟ na base de seus interesses,valores, afinidades e projetos”.
  11. 11. Além do mais, Weber Soares (2002) citando Degenneafirma que o individualismo metodológico pode serdividido em dois outros paradigmas: o individualismointencional e o individualismo estrutural. O primeiroestaria ligado à economia liberal e neoliberalutilitarista e sustentaria que o indivíduo racionalbusca o próprio interesse e toma decisões quepermitem elevar, ao máximo, a própria utilidade. Noindividualismo estrutural, continua Soares, os atoresnão se guiariam apenas pelo auto-interesse objetivo,mas também pelo auto-interesse subjetivo, cujaracionalidade absoluta cederia lugar à racionalidaderelativa, ou seja, o homo economicus seria, de certaforma altruísta.
  12. 12. Além do Individualismo Metodológico e do estruturalismopodemos também verificar a ARS na perspectiva da teoria dadádiva. De fato, de acordo com a perspectiva de Caillé (1998),o comportamento da sociedade não se pauta pelas formascomo a abordagem utilitarista costuma mostrar. Ele argumentaque“Entre os autores contemporâneos, aqueles com quem asafinidades deveriam ser mais pronunciadas são os que centramsua análise na utilização da noção de rede. (...) O que produz adescoberta científica não é a razão universal e impessoal emação, mas a capacidade dos especialistas de constituir alianças,tecer redes e obter apoio de colegas, administradores,financiadores e jornalistas. O que faz funcionar as empresas edá vida aos mercados econômicos não é a universal e abstratalei econômica da oferta e da procura, mas a cadeia de(inter)dependências e relações de confiança de que são feitasas redes. As sociologias da ciência e da economia convergem,assim para uma tipologia das redes”.
  13. 13. 3. Vantagens e desvantagens da metodologia de redesVantagens: apesar de não ter havido consenso, ainda, sobre seas redes sociais podem ou não ser consideradas como umparadigma para as análises sociológicas, como já foi enunciadoantes, não faz sentido deixar de lado as vantagens trazidas poresta temática, visto que a análise de redes sociais, pode serutilizada em qualquer abordagem, seja estruturalista,utilitarista ou na perspectiva da dádiva.Desvantagens: Nem sempre os estudos empreendidos atravésda Análise de Redes Sociais podem apresentar resultados quepossam ser generalizados para todas as sociedades em funçãodo tamanho da amostra ser, em muitos casos reduzidos.
  14. 14. 4. Os principais índices trabalhados na Análise de Redes Sociais 1. DENSIDADE É a proporção de laços efetivos entre laços possíveis. Uma medida do grau de inserção dos atores na rede. 2. CENTRALIDADE É a localização do ator em relação à rede total 3. PROXIMIDADE É o grau de proximidade em relação a outros atores da rede.
  15. 15.  4. INDEGREE Número total de pontos que possui linhas direcionadas para o ponto inicial (Scott 1998:72) 5. OUTDEGREE Número total de pontos para os quais o ponto inicial possui linhas direcionadas (Scott 1998:72) 6. HOMOFILIA Define-se a partir de uma certa homogeneidade nas relações, isto é, as pessoas geralmente se relacionam com outras pessoas que possuem características semelhantes, mesmo havendo liberdade de escolha
  16. 16.  7. INTERMEDIAÇÃO Mede o grau de intervenção de um ator sobre outros da rede. 8. DISTÂNCIA GEODÉSICA Mede o grau de afastamento de uma localização em relação a outros atores. 9. ALCANCE Mede a extensão do contato que um ator tem com outros na rede. 10. SUBGRUPOS (Cliques) Mede o grau de concentração e formação de subgrupos em uma rede.
  17. 17. 5. Como se constrói a amostra na Análise de Redes Sociais?Nos estudos de redes sociais a amostra pode sercalculada de diversas maneiras. Contudo, geralmente,os pesquisadores utilizam-se de uma fórmula que ébastante utilizada em pesquisas estatísticas, onde nãose utiliza a ARS. A fórmula é a seguinte: n = σ².p.qpara uma população infinita. e²Para uma população finita, temos:n = σ².p.q.N e²(N-1) + p.q. σ²
  18. 18. Além dessa fórmula, os estudos de redessociais se utiliza do snowball como modeloamostral. O snowball é um tipo de amostra naqual o primeiro ator vai citando outros atores eo tamanho da amostra vai aumentando até quese feche a rede. O snowball é definido como “onome dado para técnicas de construção de umalista numa amostra de uma população especialusando um jogo inicial de seus sócios comoinformadores” (Goodman apud Kish, 1995).
  19. 19. 6. A construção de Redes Sociais através da concepção de “laços fortes” e “laços fracos” Fontes (2001) define Redes Sociais como “as pontes que ligam os indivíduos às instituições sociais e estruturam suas biografias em inserções sociais que garantem suas identidades”. Weber Soares (2002) argumenta que “a rede social consiste no conjunto de pessoas, organizações ou instituições sociais que estão conectadas por algum tipo de relação”. De acordo com as perspectivas desses autores, a idéia de Redes Sociais pode ser vista a partir da concepção de laços fortes e fracos que explicaremos agora:
  20. 20. Os vínculos sociais que ligam as pessoas a outraspodem ser caracterizados como laços sociais. Estessão constituídos, por um lado, sem que estas pessoastenham participado do processo de construção dosmesmos, pois ao nascerem, os indivíduos jáencontram os laços formados. Estas sãocaracterísticas dos laços familiares que vão darsuporte aos indivíduos até que os mesmos possamcaminhar por suas próprias pernas, isto é, até que osmesmos possam decidir sobre seu futuro.
  21. 21. É através desses laços que se estabelecem e fortificamas relações de vizinhança, parentesco, etc. Por outrolado, os laços podem ser construídos pelos própriosindivíduos. Nesse sentido, os indivíduos estariamindependentes dos laços familiares e buscariam novasrelações, cujo estabelecimento se daria a partir desuas próprias iniciativas. Estas relações poderiam serestabelecidas em outros ambientes, tais como, oscentros educacionais (escolas, universidades, etc.), oslocais de trabalho, os ambientes de lazer (clubesesportivos, bares, etc.), no ambiente religioso.
  22. 22. Os laços sociais estabelecidos através das relaçõesfamiliares ou de parentesco são considerados porGranovetter (1983) como laços fortes. Os vínculossociais construídos pelo próprio indivíduo longe doambiente familiar – entendido aqui como a família, osparentes, os vizinhos e amigos – podem sercaracterizado como laços fracos. De acordo com oargumento deste autor, estes laços teriam umaimportância significativa para a integração destesindivíduos no sistema social moderno, pois atravésdos laços fracos as pessoas se apropriariam maisfacilmente das vantagens desse sistema.
  23. 23. “Indivíduos com poucos laços fracos estariamprivados de informação de partes distantes do sistemasocial e estariam confinados a novas províncias evisões de suas amizades fechadas. Isto não apenas osisolariam das últimas idéias e modas, mas também oscolocariam em posições desvantajosas no mercado detrabalho” (Granovetter, 1983 p. 106).Granovetter mostra ainda que os laços fortes sãocaracterísticos de comunidades pobres, onde ascondições sociais são precárias. Ele, inclusive,citando Eriksen e Yancey diz que
  24. 24. “a estrutura da sociedade moderna é tal que algumaspessoas tipicamente acham vantajoso manter redesfortes e nós temos mostrado que estas pessoas sãoprovavelmente, jovens sem boa educação e negras eque redes fortes parecem estar ligadas a ambos,insegurança econômica e uma deficiência de serviçossociais” (ibidem, p. 116).Larissa Lomnitz, desenvolve um trabalho sobre umbairro pobre na Cidade do México e argumenta,segundo Granovetter, que a estrutura econômica esocial básica nessa localidade é a rede dereciprocidade.
  25. 25. 7. As ferramentas utilizadas na Análise de Redes SociaisPara desenvolvermos uma análise do ponto de vistadas Redes Sociais usamos, geralmente, doissoftwares: O SPSS (Statistical Package for SocialScience) e o UCINET. O SPSS é um programa queutilizamos para tabulação e análise dos dadoscoletados através dos questionários. Esse programa,permite que sejam feitas correlações entre as diversasvariáveis.O UCINET é utilizado para a criação dos índicesenumerados anteriormente e também para aconfecção dos gráficos de redes.
  26. 26. 8. Sobre as áreas onde se pode aplicar os estudos de redes sociais A Análise de Redes Sociais, tem sido utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento dentre as quais destacamos: Na área da informação; Nos estudos sobre migração; Nos estudos sobre Movimentos Sociais; No âmbito do associativismo (ONGs); Na área da Saúde
  27. 27. 9. Alguns exemplos de estudos com a ARS como metodologia.Redes Sociais e ONGs na RMR(pesquisa sobre as organizações não governamentais naRegião Metropolitana do Recife)Redes Sociais e Saúde;(Pesquisa sobre a formação de redes a partir dosProgramas PSF – com ênfase nos Agentes de Saúde enas famílias atendidas por estes programas – e CAPs)
  28. 28. Gráficos construídos a partir desses estudosGráfico 1: Centralidade das ONGs da RMRFonte: Pesquisa Redes Sociais e ONGs na RMR
  29. 29. Gráfico 2: Centralidade das ONGs da RMRFonte: Pesquisa Redes Sociais e ONGs na RMR 2000
  30. 30. Gráfico3; Sociograma das entidades citadas pelos ACSsFonte: Pesquisa Redes Sociais e Saúde 2006/2007
  31. 31.  Bibliografia BARNES, J. A. Social networks. (An Addison- Wesley Module in Anthropology) Module 26, 1972, p. 1-29. DEGENNE, Alain ; FORSÉ, Michel. (1994) Les réseaux sociaux: une analyse structurale en sociologie. Paris : Armand Colin. EVERETT, Martin e BORGATTI, Steve (2000) UCINET V, Analytical Technology, Massachussetts, EUA. FONTES, Breno Augusto Souto-Maior. (1999) Redes dos movimentos de bairro da Zona Norte do recife. In: FONTES, Breno Augusto Souto-Maior (Org.) Movimentos Sociais:
  32. 32.  HANNEMAN, R. (2000) Introduction to Social Network Methods, Textbook, disponível on-line no site pessoal do Prof. Hanneman, Universidade da Califórina, Riverside. KNOKE, D. e KUKLINSKY, J. (1982) Network Analysis, Sage Publications, Series: Quantitative Applications in the Social Sciences, Newsbury. LOMNITZ, L. A. (1975). Cómo sobreviven los marginados. México: Siglo XXI Editores. LOMNITZ, Larissa A. „Redes informales de intercambio en sistemas formales: un modelo teórico‟ [1988]. In: Redes Sociales, Cultura y Poder: Ensayos de Antropología Latinoamericana. México: FLACSO - Porrúa, 1994.
  33. 33.  GRANOVETTER, Mark. (1983) The strength of weak ties: a network theory revisited. In: R. W. (ed) Sociological Theory. San Francisco, S 201-233. MARTELETO, Regina Maria. Análise das redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p.71- 81, jan./abr. 2001.
  34. 34.  SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de Movimentos Sociais. São Paulo: Edições Loyola, 1993. SHERER-WARREN Ilse. (2002) Redes e sociedade civil global. In: ONGs e universidades: desafios para a cooperação na América Latina. São Paulo: ABONG. SCOTT, J. (2000) Social Network Analysis, A Handbook, Sage Publications, London. WASSERMAN, S. e FAUST, K. (1994) Social Network Analysis, Methods and Applications, Cambridge University Press, Cambridge, UK. WELLMAN, B. (1999) “The Network Community”, in Barry Wellman (ed.) Networks in The Global Village, disponível on-line no site do Prof. Wellman, Sociology Department, University of Toronto, Canada.

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