Toyotismo - Primeira Parte

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Toyotismo - Primeira Parte

  1. 1. Toyotismo
  2. 2. Nas aulas anteriores vimos...
  3. 3. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial) </li></ul>Artesanal Manufatureiro Fabril
  4. 4. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial) </li></ul><ul><li>Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica </li></ul>Artesanal Manufatureiro Fabril
  5. 5. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial) </li></ul><ul><li>Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica </li></ul><ul><li>Manufatureiro: há grande número de trabalhadores reunidos, especializados por função, mas SEM MÁQUINAS </li></ul>Artesanal Manufatureiro Fabril
  6. 6. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial) </li></ul>Fabril <ul><li>Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica </li></ul><ul><li>Manufatureiro: há grande número de trabalhadores reunidos, especializados por função, mas SEM MÁQUINAS </li></ul><ul><li>Fabril: UTILIZAÇÃO DAS MÁQUINAS EM SUBSTITUÍÇÃO AO TRABALHO HUMANO </li></ul>Artesanal Manufatureiro
  7. 7. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>
  8. 8. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  9. 9. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  10. 10. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  11. 11. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  12. 12. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  13. 13. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  14. 14. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  15. 15. Nas aulas anteriores vimos... <ul><li>Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo) </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  16. 16. Toyotismo
  17. 17. Toyotismo <ul><li>O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa </li></ul>
  18. 18. Toyotismo <ul><li>O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  19. 19. Toyotismo <ul><li>O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  20. 20. Toyotismo <ul><li>O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa </li></ul>Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  21. 21. Toyotismo A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  22. 22. Toyotismo <ul><li>1926: Sakichi Toyoda funda a Toyoda Spinning & Weaving e a Toyoda Automatic Loom Works Ltda. </li></ul><ul><li>1937: Kiichiro Toyoda (filho de Sakichi) funda a Toyota Motor Co. </li></ul><ul><ul><li>Caminhões de guerra </li></ul></ul><ul><ul><li>Propósito: produção em larga escala de carros de passeio e caminhões comerciais </li></ul></ul><ul><li>1942: a Toyoda Spinning & Weaving foi dissolvida. </li></ul><ul><li>1943: Taiichi Ohno foi transferido para a Toyota Motor Company. </li></ul><ul><li>1945: a produtividade dos trabalhadores americanos era cerca de 10 vezes superior à produtividade dos japoneses. </li></ul>A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  23. 23. Toyotismo <ul><li>A Toyota Motor Co. tentou por vários anos, sem sucesso, reproduzir a organização e os resultados da Ford. </li></ul><ul><li>Pressionada pela depressão do pós-guerra, demitiu 25% de sua força de trabalho, gerando uma enorme crise. </li></ul><ul><ul><li>Pedido de demissão do presidente, Toyoda Kiichiro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Novo modelo de relação capital-trabalho (emprego vitalício, promoções por antigüidade e participação nos lucros). </li></ul></ul><ul><li>1950: Eiji Toyoda (primo de Kiichiro) e Taiichi Ohno passaram 3 meses na fábrica Rouge da Ford. </li></ul><ul><ul><li>7.000 veículos/dia (Rouge) X 2.685 veículos/ano (Toyota) </li></ul></ul><ul><li>De volta ao Japão, concluíram: “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”. </li></ul>A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  24. 24. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>
  25. 25. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  26. 26. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  27. 27. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa <ul><li>Limitado (volume relativamente baixo) </li></ul><ul><li>Demandas variadas (alta variedade de produtos) </li></ul><ul><ul><li>Carros de luxo: autoridades </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes caminhões: transporte de mercadorias </li></ul></ul><ul><ul><li>Pequenos caminhões: pequenos agricultores </li></ul></ul><ul><ul><li>Carros pequenos: baixo consumo de combustível p/ as cidades populosas </li></ul></ul>
  28. 28. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  29. 29. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa <ul><li>Os japoneses não estava mais dispostos a ser tratados como peça intercambiável. </li></ul><ul><li>Plano Marshall: novas leis trabalhistas </li></ul><ul><ul><li>O poder de barganha dos sindicatos foi grandemente reforçado. </li></ul></ul><ul><ul><li>O direito à demissão foi rigidamente restrito. </li></ul></ul><ul><li>Ausência de imigrantes temporários, dispostos a enfrentar condições de trabalho precárias. </li></ul>
  30. 30. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  31. 31. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho <ul><li>Devastada pela guerra. </li></ul><ul><li>Impossibilidade de compra das tecnologias de produção ocidentais mais recentes. </li></ul>Economia japonesa
  32. 32. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  33. 33. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho <ul><li>As “3 Grandes”: Ford, GM e Chrysler (95% das vendas em 1955) </li></ul><ul><li>Difusão da produção em massa na Europa: Citroen, Renault e Fiat. </li></ul><ul><li>Ansiosos por operar no Japão. </li></ul><ul><li>Dispostos a defender seus mercados contra as exportações japonesas. </li></ul>Economia japonesa
  34. 34. Toyotismo <ul><li>“ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ” </li></ul>Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho <ul><li>Reação do governo japonês: </li></ul><ul><ul><li>Proibiu investimentos externos diretos na indústria automobilística. </li></ul></ul><ul><ul><li>Impôs elevadas tarifas alfandegárias. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tentou estimular o modo de produção em massa, dividindo o mercado entre as empresas, mas foi desafiado. </li></ul></ul>Economia japonesa
  35. 35. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>
  36. 36. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Taiichi Ohno (1912-90)
  37. 37. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Taiichi Ohno (1912-90) <ul><li>1912: nascido na Manchuria, China. </li></ul><ul><li>1935: g raduou-se na Nagoya Technical High School e c omeçou a trabalhar na Toyota. </li></ul><ul><li>1943: Gerente de produção da Toyota Motors. </li></ul><ul><li>1955: início da parceria com Shigeo Shingo (consultor). </li></ul>
  38. 38. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Taiichi Ohno (1912-90) <ul><li>1975: tornou-se Vice Presidente Executivo da Toyota </li></ul><ul><li>início da década de 1980: aposentou-se da Toyota e tornou-se presidente de uma subsidiária e fornecedora (Toyota Gosei). </li></ul><ul><li>1990: faleceu na Toyota City. </li></ul>
  39. 39. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Shigeo Shingo (1909-90)
  40. 40. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Shigeo Shingo (1909-90) <ul><li>1909: Nascido em Saga, Japão. </li></ul><ul><li>1930: formou-se Engenheiro de Produção e foi trabalhar na Taipei Railway Company. </li></ul><ul><li>1943: Gerente de produção da Amano Manufacturing Plant – aumentou a produtividade em 100%. </li></ul>
  41. 41. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Shigeo Shingo (1909-90) <ul><li>1946: tornou-se consultor da Japanese Management Association (JMA). </li></ul><ul><li>1955: início da parceria com a Toyota. </li></ul><ul><li>1959: abriu sua própria empresa de consultoria. </li></ul><ul><li>1990: trabalhou até o final de sua vida. </li></ul>
  42. 42. Toyotismo <ul><li>A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas. </li></ul><ul><li>O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos. </li></ul>Shigeo Shingo (1909-90) <ul><li>Escreveu 14 livros e centenas de artigos importantes sobre produção. </li></ul><ul><li>Em sua homenagem foi criado o Shingo Prize, concedido a empresas por excelência operacional. </li></ul><ul><li>Juntamente com Taiichi Ohno, é considerado o pai do Toyotismo. </li></ul>
  43. 43. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>
  44. 44. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  45. 45. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  46. 46. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação <ul><li>PREÇO = CUSTO + LUCRO </li></ul><ul><li>LUCRO = PREÇO – CUSTO </li></ul>Fixado pelo mercado
  47. 47. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul><ul><li>PREÇO = CUSTO + LUCRO </li></ul><ul><li>LUCRO = PREÇO – CUSTO </li></ul>Fixado pelo mercado Reduzir CUSTO Maximizar LUCRO Eliminar PERDAS TUDO QUE GERA CUSTO, MAS NÃO ADICIONA VALOR Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação O verdadeiro objetivo da Produção Enxuta é aumentar os lucros através da eliminação das perdas.
  48. 48. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  49. 49. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul><ul><li>Técnica de gestão utilizada para alcance do objetivo da Produção Enxuta: aumentar os lucros através da eliminação das perdas. </li></ul><ul><li>Cada processo deve ser suprido com os itens certos, no momento certo, na quantidade certa e no local certo. </li></ul><ul><li>Shingo: </li></ul><ul><ul><li>Just-in-time (senso de urgência) </li></ul></ul><ul><ul><li>Just-on-time (sem atropelos) </li></ul></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  50. 50. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  51. 51. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul><ul><li>Jidoka = automação </li></ul><ul><li>A máquina pára automaticamente quando: </li></ul><ul><ul><li>atinge a quantidade programada </li></ul></ul><ul><ul><li>ocorre alguma anomalia </li></ul></ul><ul><li>Permite que um operador supervisione mais de uma máquina. </li></ul><ul><li>O conceito estende-se às operações manuais. </li></ul><ul><li>Shingo: prefere chamar de pré-automação, pois a correção é deixada a cargo do operador. </li></ul><ul><li>Juntamente com o JIT , compõe os 2 pilares da Produção Enxuta. </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  52. 52. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  53. 53. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul><ul><li>Emprego vitalício (até a aposentadoria) </li></ul><ul><li>Remuneração por tempo de serviço </li></ul><ul><li>Participação nos lucros </li></ul><ul><li>Treinamento e desenvolvimento dos funcionários </li></ul><ul><li>Multifuncionalidade </li></ul><ul><li>Certo grau de autonomia </li></ul><ul><li>Envolvimento e comprometimento com os resultados </li></ul><ul><li>Trabalho em equipe </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  54. 54. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação Taylorismo-fordismo Toyotismo
  55. 55. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  56. 56. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul><ul><li>A produção é uma rede de processos e operações. </li></ul><ul><li>Processo </li></ul><ul><ul><li>Caminho pelo qual a matéria-prima é transformada em produto. </li></ul></ul><ul><ul><li>Composto por operações. </li></ul></ul><ul><li>Operações </li></ul><ul><ul><li>Ações efetuadas sobre o material pelos trabalhadores e máquinas. </li></ul></ul><ul><ul><li>4 tipos: Processamento, Inspeção, Transporte, Estocagem </li></ul></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  57. 57. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  58. 58. Toyotismo <ul><li>Bases da Produção Enxuta </li></ul>Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação “ Para maximizar a eficiência da produção, analise profundamente e melhore o processo antes de tentar melhorar as operações. ” Shigeo Shingo
  59. 59. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Considerada a categoria de desperdício mais grave, pois gera estoque e esconde as demais. </li></ul><ul><ul><li>Produzir demais (superprodução por quantidade) </li></ul></ul><ul><li>Produzir antes que o cliente necessite (superprodução por antecipação) </li></ul>
  60. 60. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário A função básica dos estoques é equilibrar fornecimento e consumo
  61. 61. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Desperdício financeiro, uma vez que prejudica a taxa de giro de capital. </li></ul><ul><li>No entanto, os estoques têm a capacidade de “aliviar” os problemas de sincronia entre os processos. </li></ul><ul><li>Redução gradativa dos estoques com o intuito de expor os problemas que geram a necessidade de se manter estoques. Assim, pode combater a fonte de sua necessidade. </li></ul>
  62. 62. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Espera do homem: por exemplo quando o operador tem que permanecer junto à máquina acompanhando o processamento. </li></ul><ul><li>Espera da máquina: quando a máquina pára por atraso no suprimento de materiais ou por desbalanceamento do processo. </li></ul><ul><li>No Japão a espera do homem é considerada mais grave devido ao custo/hora da mão-de-obra (3 a 5 vezes superior ao custo/hora das máquinas). </li></ul>
  63. 63. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Buscar eliminar a necessidade ( layout) </li></ul><ul><li>Esgotadas as possibilidades desta natureza, implementar melhorias na operação de transporte em si </li></ul><ul><ul><li>Ex: aplicação de esteiras rolantes, transpor-tadores suspensos, braços mecânicos, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Atenção: automação nem sempre é o mais indicado. Dispositivos simples e que, por exemplo, utilizam a gravidade também devem ser considerados. </li></ul></ul>
  64. 64. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário Orientação por tecnologia (orientação funcional) Orientação por produto (orientação por processo) A B C D A B C D A B C D A D C B
  65. 65. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Referem-se aos movimentos desnecessários realizados pelos operadores. </li></ul><ul><li>A otimização pode ser obtida a partir de: </li></ul><ul><ul><li>Estudo dos métodos (Tempos e Movimentos). </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecanização. No entanto, só é recomendada após o primeiro estudo ter sido realizado. </li></ul></ul>
  66. 66. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  67. 67. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  68. 68. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  69. 69. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  70. 70. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  71. 71. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Refere-se à geração de produtos ou serviços que não atendem à sua especificação e que, portanto, geram retrabalho ou sucateamento. </li></ul><ul><li>A geração de defeitos pode atingir: </li></ul><ul><ul><li>O preço de venda </li></ul></ul><ul><ul><li>A capacidade de atendimento </li></ul></ul><ul><ul><li>O prazo de entrega </li></ul></ul><ul><ul><li>O cliente externo </li></ul></ul>
  72. 72. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Poka Yoke </li></ul><ul><li>Poka (erros inadvertidos) + Yokeru (evitar) </li></ul><ul><li>Dispositivo a prova de erros destinado a evitar a ocorrência de defeitos </li></ul>
  73. 73. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  74. 74. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Uma bandeja de instrumentos cirúrgicos com depressões que sinalizam a ausência dos instrumentos. O médico só fechará uma incisão quando todas as depressões estiverem preenchidas. </li></ul><ul><li>Tiras de papel envolvendo as toalhas limpas e vasos higienizados em hotéis, evitando que o funcionário saia dos quartos sem que o serviço tenha sido efetuado. </li></ul><ul><li>Em um formulário eletrônico em que o cliente deve preencher seus dados cadastrais, os campos possuem quantidade e tipo de caractere pré-determinados (ex: número de CPF: 11 caracteres numéricos). </li></ul>Poka-Yoke em serviços
  75. 75. Toyotismo <ul><li>As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA) </li></ul>Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário <ul><li>Refere-se a etapas do processo que poderiam ser eliminadas sem prejuízos para as características e funções do produto ou serviço. </li></ul><ul><li>Melhorias estão associadas à análise do que é “valor” para o cliente. </li></ul>
  76. 76. Toyotismo Críticas ao Toyotismo
  77. 77. Toyotismo

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