Exercício 6.2

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Exercício 6.2

  1. 1. GEPITGerenciamento eExecução de projetosde InovaçãotecnológicaExercício 6.2
  2. 2. Plano de negócios: ConceitoNum planejamento empresarial e de modelo de negócios, a empresa visaestruturar seu produto, reduzir custos, aprimorar processos, diminuir riscos e estarpreparado para detectar oportunidades.Ao pé da letra, “modelo de negócios” define o que a empresa pretendefazer, por quê fazer e como fazer.No contexto de empreendedorismo, o modelo têm a pretensão de definir eespecificar como funcionará, o que será comercializado, distribuído e como sesustentará. Ou seja, é simplesmente a forma de entregar valor ao cliente.O conceito de modelo de negócios abre uma ampla avenida para gestorespensarem em inovações sem a necessidade de alteração do produto, levando otema para fora do escopo da ciência, tecnologia e expondo as escalas de negóciose um novo desafio: Repensar de forma criativa a forma de negociar.
  3. 3. Modelo de negócios: ConceitoÉ simplesmente a forma de entregar valor ao cliente.O conceito de modelo de negócios abre uma ampla avenida para gestores denegócios pensarem em inovar sem a necessidade de mexer no produto , levando o temapara fora do escopo da ciência e tecnologia, expondo as escalas de negócios a um novodesafio: Repensar de forma criativa a forma de realizar negócios.Confundir estratégia com modelo de negócios é um erro comum. A estratégia épontual e imediata; se adapta com as circunstâncias vigentes e deve ser constantementerevisada. Já o modelo de negócios é mais constante e leva tempo para construir e não érapidamente adaptado. Podemos dizer que a estratégia é a forma como se explora omodelo de negócios para obter uma vantagem competitiva.
  4. 4. Painel de modelo de negócios1. Clientes2. Proposta de valor3. Relações com os clientes4. Fontes de receitas5. Recursos principais6. Atividades7. Parceiros8. Estrutura de custos
  5. 5. Projetos de inovação para ospróximos 02 anosBaixo Risco• Aplicação de Ozônio nachaminés das cabines depintura;• Dispositivo rebarbador decalotas;• Posicionador deembalagens;• Seladora de calotas;• Batedor.Médio Risco• Calota Ultra leve;• Autorama para calotas;• Aplicador de primer.Alto Risco• Robô para retirar calotasdo transportador eposicionar no autorama;• Robô entre a seladora eembaladora final.
  6. 6. 1) Aplicação de Ozônio na chaminés dascabines de pintura (B.R.)• Objetivo Principal: Eliminação do odor gerado no ambiente que circunda a planta fabril.• Objetivo secundário: Eliminação do risco de aplicação de penalizações de responsabilidadeatravés dos órgãos competentes (Cetesb, Polícia Civil Ambiental, Ministério público, etc.).• Escopo do problema e da solução proposta: Emissão de odores proveniente da utilização desolventes (hidrocarbonetos) no processo de pintura automotiva, gerando desconfortorespiratório à população que circunda a planta. Solução proposta: Utilização da molécula deozônio para promover ligações iônicas com as moléculas do hidrocarboneto transformando osubproduto da linha de peças pintadas em material inodoro.• Análise de risco e plano de contingência: Na inviabilidade deste projeto, será necessário autilização de oxidadores (queimadores a gás) já utilizados no mercado mundial, porém comcustos até dez vezes superior à solução inovadora.
  7. 7. 2) Dispositivo rebarbador de calotas (B.R.)• Objetivo Principal: Redução de mão de obra.• Objetivo secundário: Eliminação de funções que não agregam valor que utilizamesforços repetitivos através do homem, ocasionando problemas como LER (lesão poresforços repetitivo).• Escopo do problema e da solução proposta: O produto final deve estar isento derebarbas de contorno. Solução proposta: Rebarbador automático.• Análise de risco e plano de contingência: Dentro da análise de risco torna-se necessárioo treinamento de operadores para executar de maneira contingencial o trabalhomecanizado.
  8. 8. 3) Posicionador de emblemas (B.R.)• Objetivo Principal: Redução de mão de obra.• Objetivo secundário: Repitibilidade qualitativa, eliminação de esforço repetitivo.• Escopo do problema e da solução proposta: Alto custo para a execução de trabalhode baixo valor agregado. Solução Proposta: Aplicação automática do emblema noalojamento central de cada calota.• Análise de risco e plano de contingência: Falha do sistema automático, comocontingência, aplicação manual do emblema.
  9. 9. 4) Seladora de calotas (B.R)• Objetivo Principal: Redução de custos por eliminação de mão de obra.• Objetivo secundário: Eliminação dos esforços repetitivos.• Escopo do problema e da solução proposta: Uso da mão de obra para baixo valoragregado. Solução proposta: Automação da embalagem e possibilidade de reduçãona espessura do plástico por ser mecanizado.• Análise de risco e plano de contingência: Parada do equipamentoembalador, utilização de embalagem manual através de sacos plásticos pré soldados.
  10. 10. 5) Batedor (B.R.)• Objetivo Principal: Garantir adesão entre emblema e calota através de fita dupla face.• Objetivo secundário: Eliminação do esforço humano repetitivo.• Escopo do problema e da solução proposta: Aderência insuficiente entre as partesadesivadas por falta de pressão necessária ao processo. Solução proposta: Batedorautomático que proporciona carga distribuída sobre o emblema transferindo a pressãodesejada para adesão.• Análise de risco e plano de contingência: Falta de ar do sistema pneumático, comocontingência a aplicação manual de carga sobre o conjunto adesivado.
  11. 11. 6) Calota Ultra leve (M.R.)• Objetivo Principal: Redução do uso de matéria prima.• Objetivo secundário: Aumento da resistência mecânica.• Escopo do problema e da solução proposta: Baixa margem de lucratividade noproduto. Solução proposta: Redução do peso do produto através de estruturação doproduto possibilitando redução das espessuras especificadas.• Análise de risco e plano de contingência: Fragilidade do produto. Como contingênciaarredondamento de todos os pontos de interface da estrutura.
  12. 12. 7) Autorama para calotas (M.R.)• Objetivo Principal: Redução do custo de fabricação.• Objetivo secundário: Redução do esforço repetitivo, cadenciamento da produção.• Escopo do problema e da solução proposta: Produto de baixo valoragregado, necessitando alta produtividade com baixa mão de obra. Solução proposta:Linha automática de produção.• Análise de risco e plano de contingência: Redução significativa do número de mão deobra , e, no caso de quebra, necessidade de contratação de equipe para executartrabalho manualmente.
  13. 13. 8) Aplicador de primer (M.R.)• Objetivo Principal: Redução do custo de fabricação.• Objetivo secundário: Melhor aproveitamento do primer utilizado.• Escopo do problema e da solução proposta: Operação de baixo valor agregado.Solução proposta: Aplicação automática de primer promotor de adesão.• Análise de risco e plano de contingência: Dificuldade de equacionar perfeitadistribuição da camada de primer versus secagem rápida do produto. Contingência:Utilização de aplicação manual através de bisnagas dosadoras
  14. 14. 9) Robô para retirar calotas do transportadore posicionar no autorama (A.R.)• Objetivo Principal: Redução do custo de operação.• Objetivo secundário: Eliminação do esforço repetitivo.• Escopo do problema e da solução proposta: Retirada de calotas do bastidor depintura, uma a uma em 0,7 segundos. Solução proposta: Retirada através de robô deseis eixos dez em dez.• Análise de risco e plano de contingência: Dificuldade do perfeito posicionamento doproduto para a retirada, plano de contingência: Viabilizar alteração da fixação dacalota no bastidor através de velcro
  15. 15. 10) Robô entre a seladora e embaladora final(A.R)• Objetivo Principal: Redução do custo de operação.• Objetivo secundário: Eliminação do esforço repetitivo.• Escopo do problema e da solução proposta: Transferência do produto da linhaautomática (autorama) para embaladoras automáticas. Solução proposta:Manipulador de dois eixos para a retirada e transferência da peça.• Análise de risco e plano de contingência: Sincronização entre movimentos domanipulador de dois eixos e linha automática de produção. Plano de contingência: Usode mão de obra para transferência.
  16. 16. A equipe de InovaçãoFormada pelos profissionais:• Luíz Henrique Duarte(exclusivo);• Luíz Henrique Alves (exclusivo);• Nelson Sete (coordenação/parcial);• Paulo Franchi(Gestor/parcial);• Renata Ferreira (exclusivo).
  17. 17. Atribuição de funções dentro dosetor de InovaçãoLuíz Henrique Alves: Responsabilidade técnica na implementaçãooperacional, consolidação e acompanhamento dos projetos;Luíz Henrique Duarte: Responsabilidade técnica na implementaçãooperacional, consolidação e acompanhamento dos projetos;Nelson Sete: Responsável pela destinação de recursos e treinamentos com foco eminovação e na empresa incubadora (Recursos Gerenciais);Paulo Franchi: Responsável pela destinação de recursos e treinamentos com foco eminovação e na empresa incubadora (Recursos Gerenciais);Renata Ferreira: Responsabilidades administrativas, consolidação do setor em normas eliberações.
  18. 18. Projeto escolhido: Aplicação de Ozônionas chaminés das cabines de pinturaDentre os vários projetos apresentados em reunião com a equipe de inovação e osníveis hierárquicos necessários, houve a escolha do primeiro projeto a ser desenvolvido poresta equipe: Aplicação de ozônio nas chaminés das cabines de pintura.A seguir, uma breve descrição do modelo de negócio adotado para o projeto deinovação a ser aplicado.1) Cliente: Vizinhança que circunda a planta fabril;2) Proposta de valor: Respeito e responsabilidade para com o meio ambiente;3) Canal: A não perturbação das condições ambientais perceptíveis pelo olfato;4) Relacionamento com o cliente: Divulgação à comunidade da utilização de sistema queprevilegia as condições ideais do meio ambiente, destacando as qualidades daempresa através dos investimentos executados;5) Fontes de receita: No caso em questão, esta inovação não gera receitas à empresa. Noentanto, reduz os custos de operação atual dos equipamentos produtivos e garante anão aplicação de penalizações, multas. Etc. pelo desrespeito às normas ambientaisvigentes
  19. 19. 6) Recursos - Os principais recursos exigidos para este empreendimento serão:• Construção de mezanino para instalação dos equipamentos, tubulações de transportedo ozônio e instalações elétricas de baixa voltagem.• Treinamento das equipes de operação, treinamento sobre legislações ambientais.• Não há necessidade de recursos humanos especializados para a operação.• Investimento através de financiamento do BNDES na faixa de 1,3 milhão.7) Atividades chave: Para o funcionamento deste empreendimento não são necessáriasações que interfiram na produção, nos canais de distribuição. Porém, o uso desteempreendimento proporcionará um melhor relacionamento com os clientes em função danão perturbação ambiental. Deve-se monitorar o desempenho através de pesquisa desatisfação sobre a comunidade.8) Parceiros principais: Para o pleno funcionamento deste empreendimento, é de sumaimportância a utilização de parceiros no meio acadêmico (PEX: USP) para afundamentação da teoria apresentada.9) Estrutura de custos: A estrutura de custos utilizada levou em consideração a princípio, ocusto da solução e o valor adquirido como resultado. Além de encontrado o menorcusto, também a solução apresentou o melhor valor de retorno (qualidade do ar após oprocesso).
  20. 20. Escopo do problemaNossa planta está inserida no mercado automobilístico através da produção deprodutos (auto partes) injetados e pintados. O processo de pintura utilizado nesta unidade éconstituído de aplicação de resinas poliméricas (tintas) à base de solventes, as quais em seuprocesso de utilização não têm absorção total pelo produto a ser revestido, resultandodeste processo de acabamento a geração de névoa a base de hidrocarbonetos (overspray) que não conseguem ser totalmente captados pelo sistema de lavagem degases, permitindo o descarte para a atmosfera de gases perceptíveis ao olfato, que por suavez, geram perturbação na rotina das comunidades limítrofes à nossa planta.As legislações vigentes são plenamente atendidas pelos limites de emissão de nossasinstalações, não gerando qualquer risco à saúde da população. No entanto, existe umanormativa dentro da regulamentação da Cetesb a qual menciona que independente damaleficência do produto lançado ao ambiente, o odor do mesmo não pode perturbar avizinhança, transformando esta situação em um problema a ser tratado sob o risco daaplicação de multas ou a interdição das operações do negócio.
  21. 21. Solução PropostaDentre várias propostas apresentadas já existentes no mercado, observamos váriospontos negativos, desde os alto custos de operação até a solução incompleta doproblema. No entanto, uma proposta inovadora surgiu a partir do nosso grupo de trabalhoque obteve êxito em todos os aspectos estudados: menor custo de investimento, baixíssimocusto de operação e eliminação total do odor, gerando um novo sub produtocompletamente inerte ao meio ambiente à partir da geração de ozônio (O³) que reagecom as moléculas geradoras do odor, oxidando no processo de mistura. Estes equipamentosde geração de ozônio são de simples operação e grande durabilidade, permitindo aindasua utilização nos tempos ociosos para a descontaminação das águas de reuso eprovenientes das estações de tratamentos de fluentes.Vale destacar que esta aplicação de ozônio para eliminação de odores dehidrocarbonetos nunca havia sido aplicada anteriormente.
  22. 22. Análises de risco e plano decontingênciaNa inviabilidade deste projeto:• Será necessário a utilização de oxidadores (queimadores a gás) já utilizados nomercado mundial, porém com custos até dez vezes superior à solução inovadora;• Alteração de toda instalação de pintura para a utilização de tintas a base deágua, sendo necessário grande investimento e importação de todos os insumosnecessários para a pintura a base de água;• Alteração no processo de aplicação para pintura eletrostática onde reduz-se o overspray, porém, não garante totalmente a condição inodora;• Fechamento da instalação nesta localidade e transferência para local sem presençade vizinhos num raio aproximadamente de dois quilômetros.
  23. 23. TestesForam realizados testes rápidos e felizmente conclusivos de eliminação total sobrequaisquer circunstâncias operativas
  24. 24. Elaborado por:Paulo Franchi – nº 167.813Nelson Sete – nº 167.737

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