MANUAL DO VOLUNTÁRIO
Correr é uma atividade que as crianças fazem muito bem.
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Correr empurrando uma cadeira de rodas ou sozinho saõ coisas
completamente diferentes.
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Segurança
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participantes.
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Diversaõ
Junto com Segurança e Cortesia. Lembre-se que suas pernas são
voluntárias para propiciar a corrida e diversaõ p...
Cortesia
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muitos outros participantes e na maioria das vezes, todo...
Batedores
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Na largada
Estamos buscando juntos aos organizadores das provas, que
haja um espaço reservado para largarmos, diminuindo a...
Na largada
Durante os primeiros metros, onde a quantidade de pessoas é
maior, posicione-se pelo lado de fora do traçado d...
Ultrapassagem
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Ultrapassagem
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Nos pontos de aǵ ua
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Saia completamente do traçado e da tangente da curva.
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Troca de condutor
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Troca de condutor
Durante sua etapa de conduçaõ , seus braços poderaõ doer ou
cansar mais do que suas pernas.
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Obstáculos e tapetes de mediçaõ
de tempo
Nem sempre é um simples tapete. Há um degrau ou uma sequência
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Na chegada
Outra zona de possiv́ el trafí co intenso, corredores com
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Na chegada
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nossas crianças.
Elas tem que saber que estaraõ cruzand...
Na entrega da medalha
Outro ponto em que há um grande tumulto. Tentaremos ao
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Lembre-se, nosso grupo será
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pelas cadeiras, pelas buzinadas.
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1ª Corrida Pernas, pra que te quero
Dia: 21 de junho – Domingo
Horário: 8h30
Local: Parque Nautico - Curitiba/PR
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Manual do corredor voluntário - Corrida Pernas, pra que te quero!

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Manual para os corredores voluntários da Corrida Pernas, pra que te quero, a ser realizada no dia 21 de junho de 2015, no Parque Náutico, em Curitiba/PR.

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Manual do corredor voluntário - Corrida Pernas, pra que te quero!

  1. 1. MANUAL DO VOLUNTÁRIO
  2. 2. Correr é uma atividade que as crianças fazem muito bem. Imagine então uma corrida que ainda vai incluir crianças em cadeira de rodas. É diversão na certa! Na primeira edição do Pernas, pra que te quero / APR as crianças irão passar por diferentes percursos, variando de 300 a 4000 metros, de acordo com a faixa etária. Serão 8 largadas. Feito nos moldes das corridas profissionais, com kit contendo camiseta, chip e número de peito, o evento premiará todos os atletinhas com medalhas.
  3. 3. Correr empurrando uma cadeira de rodas ou sozinho saõ coisas completamente diferentes. Quando você corre sozinho, facilmente você desvia de cachorros, pessoas andando, corredores mais lentos, carros ou qualquer outro obstać ulo. Você tambeḿ é um pequeno obstać ulo aos que estaõ ao seu redor. Agora, quando estiver correndo com uma cadeira ou triciclo, você será um alvo maior e deve considerar algumas coisas:
  4. 4. Segurança Vem em primeiro lugar. A do cadeirante, a sua e a dos outros participantes. Seja visto, seja ouvido, seja notado, antecipe os movimentos seus e dos outros participantes. A cadeira de rodas com o sistema de encaixe da 3ª roda é comprida e nem sempre você enxergará a roda da frente. Mantenha uma distância segura do corredor à sua frente para naõ dar aquele "toto"́ no calcanhar do prox́ imo.
  5. 5. Diversaõ Junto com Segurança e Cortesia. Lembre-se que suas pernas são voluntárias para propiciar a corrida e diversaõ para as crianças ocupantes das cadeiras. Ou seja, voluntários corredores não tem que competir, pois a corrida é para crianças, e as nossas não tem nenhum recorde para bater. Garantindo a diversaõ da criança "receptora" das pernas voluntárias, é garantido que você irá se divertir tambeḿ .
  6. 6. Cortesia Tambeḿ é muito importante. Nosso grupo é diferente de muitos outros participantes e na maioria das vezes, todos iraõ respeitar, entender e apreciar a causa.
  7. 7. Batedores Saõ todos os Voluntários designados para correr com a determinada criança em sua cadeira que naõ estejam conduzindo a mesma. Sua funçaõ passa a ser de clarear o caminho para o companheiro condutor, avisar de sua chegada, pegar aǵ ua, enfim, preparar o tapete vermelho para o condutor e a criança na sua cadeira passarem.
  8. 8. Na largada Estamos buscando juntos aos organizadores das provas, que haja um espaço reservado para largarmos, diminuindo as chances de atrapalhar outros corredores, ou acertar o calcanhar de algueḿ durante o tumulto da largada. Naõ existindo uma aŕ ea especial, o melhor é largar no fundo, mas saiba que estará efetuando muito mais ultrapassagens do que se largasse na frente. Tambeḿ você será visto por mais gente que lhe parabenizará pela sua atitude/açaõ .
  9. 9. Na largada Durante os primeiros metros, onde a quantidade de pessoas é maior, posicione-se pelo lado de fora do traçado da prova, evitando assim os corredores de maiores velocidades e os aglomerados que caminham. Evite estar muito prox́ imo à guia, pois em caso de alguma manobra, ficaria impossibilitado de efetua-́ la.
  10. 10. Ultrapassagem Ao ultrapassar corredores ou pessoas caminhando, avise-os de sua aproximaçaõ e diga qual lado irá fazer a ultrapassagem. Dê bastante tempo para os que estaõ à sua frente de reagir ao aviso de ultrapassagem.
  11. 11. Ultrapassagem Chegar de surpresa naõ é uma boa ideia! Nessa hora a buzina da cadeira entra em açaõ . Uma boa forma de executar a ultrapassagem e:́ • Toque a buzina da cadeira para anunciar sua presença; • Diga o lado que estará passando pela pessoa à sua frente. Grite (polidamente) "Esquerda!"; • Diminua sua velocidade se for necessaŕ io e certifique-se que a pessoa entendeu o que está acontecendo permitindo sua passagem; • Sorria, agradeça, acene, diga "Bom dia!", "Boa Prova!" conforme ultrapassar um corredor.
  12. 12. Nos pontos de aǵ ua Você naõ estará sozinho, há uma forte tendência de aglomeraçaõ , com diminuiçaõ de velocidade da maioria e um grupo de corredores naõ querendo perder tempo em beber aǵ ua. Um dos batedores fará a gentileza de pegar aǵ ua para você e a criança ocupante da cadeira. Passe pelo corredor d'aǵ ua, saia do traçado e pare se necessaŕ io, sempre sinalizando. Devido as̀ condiçoẽ s fiś icas dos ocupantes, naõ é possiv́ el dar-lhes aǵ ua com a cadeira em movimento. Alguns copinhos d'aǵ ua poderaõ enroscar na base do apoio dos peś do triciclo. Como nosso objetivo naõ é varrer todos os copinhos da rua, dê uma empinada com o triciclo para que os mesmos fiquem para traś !
  13. 13. Nas curvas de 180° (retorno em "U") Saia completamente do traçado e da tangente da curva. A cadeira naõ é manobrav́ el como um carrinho de supermercado. Diminua sua velocidade, levante a roda da frente, e faça a curva com a max́ ima segurança possiv́ el para o ocupante, você e os outros participantes.
  14. 14. Troca de condutor Você naõ estará sozinho nessa jornada, haverá mais de um "Pernas, pra que te quero” por cadeira. Haverá a troca a cada quilometro, ou conforme combinado, ou caso um condutor canse, ou haja uma subida, ou a qualquer momento que o atual condutor solicite. Naõ é preciso parar de correr. Avise o prox́ imo corredor coloque- se de um dos lados da cadeira segurando-o com uma das maõ s. O prox́ imo condutor deve se posicionar em seu lugar e somente solte a cadeira na certeza que o outro condutor esteja de total controle do triciclo. A partir desse momento, sua funçaõ passa a ser de batedor!
  15. 15. Troca de condutor Durante sua etapa de conduçaõ , seus braços poderaõ doer ou cansar mais do que suas pernas. Aguente firme, observe um momento em que você pode segurar a cadeira com uma das maõ e solte o outro braço, agite-o para baixo, relaxe os muś culos e logo passara.́ Repita essa operaçaõ para o outro braço. Caso sinta que a dor está incomodando, avise um dos outros corredores e solicite o procedimento de troca de condutor.
  16. 16. Obstáculos e tapetes de mediçaõ de tempo Nem sempre é um simples tapete. Há um degrau ou uma sequência de degraus que poderá propiciar um belo tranco na roda da frente. Preste atençaõ , mantenha-se fora do traçado principal, diminua sua velocidade e alivie o peso da roda da frente, e passe pelos mini obstać ulos.
  17. 17. Na chegada Outra zona de possiv́ el trafí co intenso, corredores com paradas sub́ itas para tirar fotos, abraçar em grupo e vaŕ ias outras modalidades de cruzar a linha de chegada, torna a chegada um momento propić io para acidentes. Haverá os que querem um caminho livre para o sprint final, ou mesmos os que estaõ esgotados e caminham lentamente pela linha de chegada. Observe todas as reaçoẽ s dos corredores para evitar qualquer incômodo no final da prova.
  18. 18. Na chegada Tambeḿ faremos desse momento, um momento uń ico para nossas crianças. Elas tem que saber que estaraõ cruzando a linha de chegada. Toque a buzina, faça uma festa para elas, faça-os sentir verdadeiros campeoẽ s. Foi para isso que você se tornou um voluntário “Pernas, pra que te quero"! Sinta-se orgulhoso pois sua missaõ está quase chegando ao fim.
  19. 19. Na entrega da medalha Outro ponto em que há um grande tumulto. Tentaremos ao max́ imo fazer com o que a cadeira passe da mesma forma que qualquer participante passa para receber a medalha. Algum dos batedores pegará a medalha para você e para nosso campeaõ e esta deve ser colocada no pescoço do nosso atleta de forma especial tambeḿ , parabenizando-o muito, cuidando para que essa festa naõ atrapalhe o fluxo de corredores saindo da zona de medalhas.
  20. 20. Lembre-se, nosso grupo será destacado dos demais pela causa, pelas cadeiras, pelas buzinadas. Naõ cause problemas para evitar reclamaçoẽ s de corredores juntos aos organizadores do evento pois estaremos retornando em outras provas. Temos sempre que ser muito bem vistos. Obrigado!
  21. 21. 1ª Corrida Pernas, pra que te quero Dia: 21 de junho – Domingo Horário: 8h30 Local: Parque Nautico - Curitiba/PR Inscrições para voluntariado abertas até o dia 5 de junho através do site pernaspraquetequero.org Valor das inscrições: R$ 15,00
  22. 22. contato contato@pernaspraquetequero.org Rebeca 9856 2773 Ana Paula 9823 4493

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