25.01 Os Aparelhos e Instrumentos 20 jan 2015

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25.01 Os Aparelhos e Instrumentos 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Os Aparelhos e Instrume Vamos falar aqui sobre os Aparelhos e Instrumentos Espirituais.
  2. 2. Capítulo 9 Problema de Alimentação (...) pela primeira vez na sua administração (do Governador de Nosso Lar), mandou ligar as baterias elétricas das muralhas da cidade, para emissão de dardos magnéticos a serviço da defesa comum. Não houve combate, nem ofensiva da colônia, mas resistência resoluta. FIM
  3. 3. Capítulo 10 No Bosque das Águas Chegados a extenso ângulo da praça, o generoso amigo acrescentou: – Esperemos o aeróbus. (1) (1) Carro aéreo, que seria na Terra um grande funicular. Mal me refazia da surpresa, quando surgiu grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros. Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Cons- tituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, pare- cendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte. A velocidade era tanta que não permitia fixar os detalhes das construções escalonadas no exten- so percurso. FIM
  4. 4. Capítulo 6. Logo depois, concentrou-se fortemente e começou a irradiar uma energia especial, que se tornou visível, passando a envolver-nos em um globo protetor, que se transformou em um campo vibratório, unindo-nos a todos e fazendo-nos flutuar em pleno ar sob a sua ação mental. Utilizando-se da vontade bem direcionada, movimentou a esfera luminosa, que volitou, arrastando-nos velozmente pelo espaço na direção do objetivo assinalado. Em circunspecção (cautela, moderação, prudência, reserva), avançamos no rumo do ponto oriental extremo do continente sul-americano e logo estávamos pousando em uma área ampla, onde se erguia o acampamento que nos hospedaria durante o período em que estivéssemos envolvidos com o programa libertador. FIM
  5. 5. Capítulo 17. As equipes encarregadas de conduzir os pacientes para outro espaço movimentaram-se com agilidade, mas sem precipitação e, em brevís- simo tempo especialistas em assepsia psíquica utilizaram-se de apa- relhagem adequada para a limpeza da psicosfera e consequente eli- minação de vibriões mentais, de ideoplastias mórbidas, restituindo ao recinto a saudável harmonia necessária para a execução do servi- ço que logo teve lugar. Limpeza no plano espiritual... FIM
  6. 6. Capítulo 17. (...) o Mentor propôs, em um transe superficial hipnótico, que ele (o espírito obsessor) recuasse. A palavra doce e profunda penetrou-lhe nos arquivos do inconsciente, direcionando-o a determinado período próximo, e ele exclamou: – Vejo-me em uma furna sombria, iluminada por archotes (tochas, fachos) vermelhos, sob vigilância de figuras satânicas... Estou deitado e deverei passar por um tratamento cirúrgico... Adormeço.... Sinto dores ao despertar... "Fizemos-lhe um implante – afirmou um dos cirurgiões, verdadeiro monstro espiritual – para ser comandado a distância por nós. A par- tir de agora você fará exatamente o que desejarmos. O nosso inimigo é o Crucificado nazareno, a Quem detestamos. Na impossibilidade momentânea de atingi-lO, iremos desestimular o trabalho de Almé- rio Carlos (médium trabalhador), Seu subalterno e cupincha (amigo, companheiro), objetivando retirá-lo do corpo. Você é nosso robô... Agora vá e encontre lugar para a desincumbência do seu trabalho." – Iremos operá-lo, a fim de libertá-lo do comando do Mal. Não tenha qualquer receio, e se possível, seja como for que você ame a Deus, chame-O com ardor, deixando de lado o res- sentimento e a revolta. CONTINUA
  7. 7. Assessorado pelos nossos Ângelo e Germano, o nobre esculápio (médico), utilizando-se de instrumentos que me faziam recordar aqueles que eram usados nos tratamentos cirúrgicos da Terra, porém mais sofisticados, um dos quais emitia um finíssimo jato de luz, semelhante ao laser, retirou a célula fotoelétrica, que se lhe encon-trava implantada no lobo temporal esquerdo. Capítulo 17. Transcorridos alguns minutos em que se realizara a cirurgia repara- dora, o paciente espiritual foi transferido para uma sala contígua on- de se recuperaria, iniciando nova etapa do seu processo evolutivo. – Tivemos um exemplo de obsessão por telecomando entre Espíritos desencarnados. É isso comum ou trata-se de uma experiência inusual? CONTINUA
  8. 8. Capítulo 17. – O que vimos – respondeu, ponderando, o amigo – é pequena parte de uma ocorrência que se torna comum, em face das habilidades que possuem os Espíritos perversos, que deambularam por acade- mias terrestres e trouxeram o conhecimento que ora aplicam desvairadamente. "O conhecimento, como não podemos esquecer, parte do nosso Mundo para a Terra, que materializa as conquistas que são realizadas na Esfera causal. No entanto, providências infelizes e técnicas afli- gentes são trazidas da Terra, já que esses comensais do desespero não dispõem de mecanismos para assimilar as inspirações superiores que promovem o progresso. Vivenciando recursos que aplicaram equivocadamente, ao despertarem além do corpo, recuperando a memória, utilizam-nas para os fins que lhes parecem próprios. É o caso do implante que foi retirado pela habilidade do nosso Benfei- tor.” FIM
  9. 9. O uso de aparelhos na limpeza do ambiente espiritual... Capítulo 20 Incursão ao Passado As atividades e cuidados para o cometimento já haviam sido ini- ciados. Aparelhagem especializada para a assepsia psíquica do ambiente fora posta a funcionar, fazendo-nos lembrar os aquece- dores terrestres à base de resistências elétricas, que produziam ondas especiais de calor e simultaneamente lâmpadas de emissão infravermelha e ultravioleta diluíam as construções mentais imperantes, vibriões resultantes das ideoplastias habituais de alguns dos membros tanto do círculo como da enferma. CONTINUA Imagens para simples comparação.
  10. 10. Percebi delicada aparelhagem de som e imagem que era utilizada nos dias de trabalhos normais de socorro aos desencarnados que se encarregava de projetar os diálogos e as atividades fora dos muros de defesa da Casa, por meio de projetores sonoros, com objetivo de despertar alguns transeuntes da artéria em que se localizava a Sociedade. À porta, atraídos pelo labor mediante os eficazes comentários, reuniam-se perturbadores e enfermos desencarnados, alguns dos quais não obstante a bulha reinante e os doestos dos mais empedernidos, se sensibilizavam, passando a meditar e ensejando possibilidades de serem recolhidos ao recinto para posterior tratamento. Capítulo 20 Outros aparelhos... O aparelho receptor de imagem dava conta de preciosas informações do diretor espiritual, não apenas dos acontecimentos de imediata importância como de valioso recurso utilizado para a diagnose de muitas enfermidades dos candidatos que solicitavam orientações particulares para a saúde. Concomitantemente, ensejava maior percepção da aura dos consulentes, de cujo estudo decorriam as orientações para o comportamento moral e as atividades mais compatíveis a desdobrar. CONTINUA
  11. 11. Capítulo 20 Incursão ao Passado Engrenagens que faziam lembrar os secadores para cabelos, eram aplicados em operações de hipnose mais profunda, criando condicionamentos subliminais com a fixação de imagens positivas no inconsciente atormentado dos comunicantes em sofrimento, de modo a se transformarem essas induções ideoplásticas em vindouras edificações mentais, conseguidas com o esforço dos próprios pacientes, de verdadeiras sementes de vida, nas paisagens turbilhonadas das mentes em tratamento. Na Esfera Espiritual procede-se à criação de sutis, delicadas e mui complexas elaborações para os elevados fins de progresso, e que muitos Missionários da evolução trazem à Terra, transformando em utilidades para os impulsos da técnica da civilização e do desen- volvimento das criaturas humanas. E uma informação importante... FIM Imagens para simples comparação. Outros aparelhos...
  12. 12. Capítulo 21 (...) o Mentor providenciou a colocação de um aparelho muito parecido aos receptores de televisão da Terra, com aproximada- mente quinze polegadas por dez, na face do vídeo, que de imediato, qual se estivesse acionado por desconhecida energia, passou a apresentar formosa cidade, colorida e movimentada. Em um tratamento desobsessivo, no Plano Espiritual... Então é revisto cenas de uma cidade em uma época do passado... FIM À força da ideia plasmadora, a transmutação se fez presente em todos os detalhes. Sentando-se (o Espírito que estava tentando relembrar), apoiou a cabeça nas mãos e, concentrando-se, mergulhou em profundo transe. As imagens mentais evocadas reviviam no receptor com a pujança de vida e cor da realidade.
  13. 13. Capítulo 15 Companheiros responsáveis pela sala de reuniões especiais começa- ram a prepará-la para o evento, movimentando singulares aparelhos que foram colocados em diferentes lugares, como que para oportuna utilização, de modo a serem evitados quaisquer prejuízos em relação ao cometimento significativo. Enfermeiros e padioleiros espirituais postaram-se juntos à parede do recinto, formando um grupo de apoio preparado para socorros espe- cíficos que se fizessem necessários. Logo depois, do teto desceu um aparelho reluzente, no qual se en- contrava uma lâmpada de amplas proporções que irradiava suave claridade bem diferente daquela que eu conhecia até o momento. Ante a minha muda interrogação ao Benfeitor, esse explicou-me tratar-se de um equipa- mento de energia especial, que seria utilizado caso a rebeldia do marquês (espírito), e de alguns dos seus asseclas que seriam recebidos, apresentasse algum perigo em relação aos aguardados resultados superiores do empreendimento em pauta. Percebi que o referido aparelho era acionado por uma espécie de controle remoto mental e a sua exteriorização luminosa obedecia ao mesmo recurso. FIM
  14. 14. Capítulo 20 Transcorreram poucas horas, quando fomos despertados para rui- dosa e intempestiva manifestação espiritual que se situava nas ime- diações da Casa Espírita. Dirigimo-nos à entrada, e fomos colhidos pela estranha presença de alguns milhares de Entidades grosseiras, mascaradas umas, outras apresentando aspectos ferozes, evocando as hostes bárbaras que, no passado, invadiram a Europa, usando exóticos animais e preparadas para aguerrido combate que, certamente não teria curso, por motivos óbvios. Apresentando toda a miséria espiritual do primarismo em que cha- furdavam, aqueles Espíritos eram comandados por alguns conheci- dos conquistadores do pretérito, que se mantinham nas mesmas condições de atraso e de inferioridade característicos dos seus dias transatos. Era como se o tempo não houvesse transcorrido, mantendo-os na mesma época e nas mesmas circunstâncias da sua infeliz celebridade. Belicosos e atrevidos, cercaram as dependências externas da Casa cristã, como se pudes- sem impedir-lhe o acesso (para quem quisesse entrar e ser ajudado). CONTINUA
  15. 15. Instrumentos rudes, tambores e outros veículos de percussão soa- vam em perturbadora musicalidade, facultando aos desocupados que observavam o fluir da estranha agitação. Capítulo 20 Utilizando-se de aparelhos de projeção da voz, gritavam ameaças grosseiras e impertinentes, como se estivessem dispostos à destrui- ção do conjunto de edifícios nos quais se realizavam os labores espí- ritas. Concomitantemente, as defesas foram reforçadas através de Espí- ritos bem preparados com equipamentos especiais, que podiam emi- tir ondas eletromagnéticas, que, atingindo-os, produziam sensações semelhantes aos choques elétricos. E porque o atraso moral dos militantes fosse muito grande, guardavam as sensações da existência física, tornando-se alvo muito fácil para a preservação do ambiente. Alguns dos seus comandantes conheciam o efeito desses recursos, havendo-se decidido por manter uma distância especial, não obstante procurassem impedir que as vias de en- trada para o Edifício central ficassem interditadas. (...) FIM
  16. 16. Capítulo 12 A um sinal quase imperceptível da mesma (da Mentora) o círculo se desfez, na parte posterior da sala, em referência à entrada, onde apareceu uma tela semelhante à dos cinemas terrestres, com uma constituição levemente diversa, porque, durante as projeções, conseguia captar as formas das imagens em terceira dimensão, qual se fora uma janela aberta diante de acontecimentos que se estivesse a observar. Em uma reunião, no plano espiritual... A luz diminuiu de intensidade e aos lados do painel postaram-se dois auxiliares espirituais, que percebi exercerem a tarefa de fornecer energias para a condensação dos registros dos acontecimentos passados. Um pequeno aparelho passou a projetar as cenas que adquiriram o aspecto tridimensional. E começam a ver algumas cenas do passado... Foi encerrada a projeção e a claridade ambiente retomou, encontrando-nos com variada reação emocional. Algum tempo depois... E foi dada a continuidade da reunião... FIM
  17. 17. Vimos acercar-se então o grupo de trabalhadores especializados em libertação magnética de Espíritos aprisionados em regiões dolorosas sob o comando da nobre Senhora. Vestida com traje largo e simples, que exteriorizava suave claridade procedente do Espírito, sem qualquer sinal exterior de grandeza, a santa da caridade trazia na mão direita um bordão de substância transparente levemente azulada, enquanto a sua aura irradiava incomparável majestade. Aproximadamente cinquenta colaboradores apresentavam-se equi- pados com redes muito delicadas e macas alvinitentes, alguns archotes (tocha) apagados e mais ou menos dez enfermeiros encontravam-se a postos. Capítulo 10 Novamente o bordão se ergueu, e as redes foram atiradas sobre o lameirão, tornando luminosas as malhas que pareciam pirilampos sobre o lodo. Muitas cabeças que se erguiam, percebendo o recurso que poderia ser salvador, agarravam-se-lhes e gritavam por socorro, enunciando os nomes de Jesus, de Deus, de Maria, de alguns dos santos das suas antigas devoções, alardeando arrependimento e suplicando amparo. De energia magnética muito bem constituídas, a novo sinal as redes foram puxadas pelos braços fortes dos seus condutores e observamos que, enquanto algumas se despedaçavam, deixando no lugar, em agonia, aqueles que as seguraram, outros eram colhidos e arrastados até os caravaneiros que os retiravam e os colocavam, debilitados, nas macas que de imediato eram distendidas para os receber. (...) E mais adiante... FIM
  18. 18. Capítulo 12 Imediatamente Dona Maria Modesto (Espírito), a instância do mentor concentrou-se especialmente e vimos Dr. Ignácio (Espírito) tomar de delicado aparelho, constituído por dois capacetes unidos entre si por um tubo transparente, colocando cada um, respecti- vamente na cabeça de Ambrósio (Espírito) e da médium (Dona Maria Modesto). A seguir, parecendo ligados por corrente elétrica desconhecida, sen- do, no entanto, de natureza psíquica, vimos que o tubo passou a deslocar um tipo de energia viscosa que se desprendia do interior da cabeça do enfermo e que inundava a mente da senhora, fazendo-a agitar-se. Era a primeira vez que observava esse tipo de transferência de energia psíquica, mente a mente, com finalidade terapêutica em caráter mediúnico. A médium foi sendo envolvida pela massa volátil e densa, que fora do tubo e do capacete movimentava-se em torno da sua cabeça, prolongando-se descendentemente ao tórax, parecendo produzir-lhe dores. Gemidos e expressões de pavor tomaram-lhe a face e a voz, enquanto Eurípedes, atento, acompanhava o fenômeno peculiar. CONTINUA
  19. 19. Subitamente propôs à Senhora em transe profundo, inundada pelas sucessivas camadas de espesso vapor, que liberasse as aflições que a angustiavam. Vimos, então, o rosto congestionar-se envolto pela névoa em tonalidade marrom, que eliminava também odor acre, nauseabundo, e contorcer-se, transmitindo a todo o corpo os movimentos agônicos, quando, então, começou a falar: (...) Capítulo 12 A voz sofrida provocava-nos compaixão, enquanto a sua agitação de- notava realmente um grande sofrimento. O Mentor, que se encontrava na retaguarda da Senhora, muito sere- no, nimbado de suave claridade, intercedeu, ajudando-a com pala- vras calmantes: – Absorva essa energia infeliz, para libertar o nosso paciente. O sacrifício de amor arrebenta as algemas da loucura e da perversidade. Ofereça a sua contribuição em forma de misericórdia. Simultaneamente, procurava retirar com movimentos rítmicos as camadas que se movimentavam em torno da cabeça e dos ombros da Senhora, parecendo anéis constritores que apertavam, produzindo asfixia. Da cabeça do Orientador a suave claridade passou a envolver a massa que continuava avolumando-se, até que, a um sinal, o Dr. Ignácio retirou o capacete do paciente, interrompendo o fluxo da nefasta energia. CONTINUA
  20. 20. Capítulo 12 Eurípedes continuou a operar em silêncio, movimentando as mãos e desprendendo as vibrações poderosas do seu psiquismo iluminado, que se misturavam com aquelas nefandas que foram sendo diluídas, a pouco e pouco, enquanto a médium continuava extravasando mal- estar... Todos orávamos, envolvendo o instrumento medianímico em dúl- cidas e ternas energias de amor que a vitalizavam, sustentando-a no cometimento socorrista. Alguns minutos transcorridos, e o envoltório viscoso começou a desaparecer e a diluir-se como se fosse transformado em vapor que se fizesse água e escorresse para o piso. Como a operação transformadora continuasse, a médium foi recuperando as caracte- rísticas normais, o ritmo respiratório não mais aflitivo, desaparecendo da cabeça, ainda encimada pelo capacete, as condensações doentias. Permanecendo em transe, expressou-se noutro tom: (...) Tratava-se, para mim, de uma estranha comunicação, que não recebia a terapia da palavra gentil do Orientador. Continuou esse estado alterado de consciência na trabalhadora mediúnica. CONTINUA
  21. 21. Eurípedes ouvia-a com atenção, dispersando, agora, ondas quase invisíveis à minha percepção psíquica, até que um grande silêncio tomou conta da enfermaria. Capítulo 12 O paciente acalmou-se, quase totalmente, e diáfana claridade além daquela natural que inundava o ambiente envolveu a sala em tons alaranjados suaves, procedente das Ignotas Regiões espirituais, em decorrência da concentração e das preces ali vivenciadas. Dona Maria Modesto retornou ao estado de lucidez sem denotar cansaço ou mal-estar, nimbada de delicada luz que dela se irradiava. Era portadora de títulos de enobrecimento que lhe conferiam lumi- nosidade própria pelos serviços de amor direcionados à Humanida- de. Ao término... Saímos discretamente, deixando os enfermeiros encarregados de assistir ao irmão Ambrósio, que agora dormia um sono reconfortante, sem os estertores angustiantes, embora a expressão do rosto permanecesse quase a mesma. Fora da enfermaria, despedimo-nos do Terapeuta e da sua auxiliar, das duas damas e do cavalheiro que as acompanhara, ficando com o Dr. Ignácio, que parecia perceber o turbilhão de questões que me agitavam a mente. CONTINUA
  22. 22. Capítulo 12 Antes mesmo que o interrogasse, o Médico convidou-me a um mo- mento de relaxamento no jardim florido da entrada do Edifício, para onde nos dirigimos, e enquanto as estrelas lucilavam ante a Natureza também iluminada pela claridade argêntea da lua, explicou-me: – Realizamos, há pouco, uma atividade não comum na área dos fe- nômenos mediúnicos, conforme o habitual entre os encarnados. Trata-se de uma experiência específica para distúrbios profundos, que se fixaram no recesso do perispírito de Ambrósio, alcançando as delicadas tecelagens mentais do Espírito, que lhe sofrem as consequências danosas. “(...) o caso do fenômeno de que foi objeto a Senhora Cravo, observamos que não houve uma incorporação, mas a retransmissão das idéias e pensamentos, no primeiro instante, que foram fixadas no enfermo desde há muitos anos, quando ele se encontrava no exercício da mediunidade e começou a sintonizar com essas Entidades perversas, que o sitiavam. Todas aquelas frases eram hipnóticas, que lhe foram direcionadas através dos tempos e se tornaram gravações verbais a se repetir sem cessar, levando-o ao desespero, à obediência. Esse é um dos hábeis mecanismos geradores de obsessões, porque o paciente não tem como deixar de estar em contato interno com os comandos devastadores, que terminam por dominar-lhe o raciocínio, a vontade, a emoção...” CONTINUA
  23. 23. Capítulo 12 Reflexionou um pouco, parecendo coordenar o pensamento, e con- tinuou: – Trata-se de técnicos desencarnados que dão assistência ininter- rupta às futuras vítimas que, desabituadas ao exercício dos pensa- mentos edificantes e felizes, acolhem as induções negativas e preju- diciais com as quais passam a sintonizar e comprazer-se, em meca- nismos de fuga da responsabilidade, transferindo sempre culpa e dever aos outros, que julgam não lhes conferir a importância que se atribuem. – Para esse tipo de manifestação psíquica, torna-se indispensável um médium muito sensível e portador de elevação espiritual, a fim de evitar impregnar-se desses miasmas pestilenciais, que se tornam vibriões mentais e passam a ter vida embora transitória, enquanto nutridos pelos geradores de energia. Sendo retiradas as frases perturbadoras, são liberados os centros pensantes, e após um período de torpor, enquanto se refazem as sinapses perispirituais, que volvem à normalidade ao largo do tempo, o reequilíbrio volta a instalar-se. CONTINUA
  24. 24. Capítulo 12 “Desse modo, se tornou dispensável qualquer tipo de esclareci- mento, porquanto não se encontrava em comunicação qualquer Espírito, e sim, as idéias que atormentaram longamente o desavisa- do. A atitude do Benfeitor era aquela mesma, desembaraçar a médium das correntes mentais absorvidas, a fim de que não permanecessem resíduos mórbidos, enquanto as dissipava com refinada técnica e concentração diluente dos fluidos perniciosos.” Utilizando-se do silêncio natural, indaguei: – A médium experimentou dores durante o transe, face aos gemidos e expressões de angústia que exteriorizava? Paciente e educativo, respondeu: – No estado de transe sonambúlico, indispensável àquele tipo de ocorrência, pela falta da consciência alerta, não há qualquer sensação de dor ou de sofrimento no médium. São os automatismos fisiopsicológicos que produzem os estertores, as contrações e os gemidos. Devemos, porém, levar em conta, que é necessária a abnegação por parte do médium que se oferece para esse delicado mister. FIM
  25. 25. Capítulo 10 Morrer e Libertar-se Em um acidente de automóvel. O carro havia caído dentro de um mangue. Não havia tempo, porém, para mais demoradas reflexões. A prece do Benfeitor (Dr. Bezerra de Menezes) atraíra cooperadores das cercanias, que se aproximaram. Na balaustrada aglomeravam-se algumas pessoas contristadas, comentando a ocorrência. O tráfego se interrompera e as buzinas soavam, inclementes. A polícia fora informada por transeunte prestimoso, mas ainda não chegara. Os cooperadores que vieram em auxílio, alguns enviados do Posto Central que captara a oração superior, eram adestrados em diversos tipos de salvamento, inclusive naquele gênero de acidentes. Os que chegaram do Posto haviam-se munido antes de uma rede especial e apresentaram- se. O Mentor convidou-nos à concentração e descemos ao fundo do mangue repleto de resíduos negros, densamente pastosos. Betume e restos de solventes, hulha, petróleo bruto misturavam-se no solo pestilento do canal onde o veículo mergulhara, no qual pereceram, asfixiados, os moços. Quatro cooperadores distenderam a rede que se fez luminosa, à medida que descia suavemente, sobre os despojos, superando a escuridão compacta. CONTINUA
  26. 26. Capítulo 10 Morrer e Libertar-se Observei o Mentor acercar-se dos corpos, alguns deles lacerados, com fraturas internas e externas, estampando no rosto as marcas dos últimos momentos físicos. Fortemente imantados aos corpos, os Espíritos lutavam, em desespero frenético, em tentativas inúteis de sobrevivência. Morriam e ressuscitavam, remorrendo em contínuos estertores... Se gritavam por socorro, experimentavam a água pútrida dominar-lhes as vias respiratórias, desmaiando, em angústias lancinantes. (...) Sob o comando seguro, os lidadores destrinçaram os laços mais vigorosos, enquanto colocavam os Espíritos na rede protetora, que foi erguida à superfície do mangue, donde foram transferidos para as padiolas que já os aguardavam. A equipe de salvamento prosseguiu liberando os condutos que mantiveram os corpos vivos sob a energia vital do Espírito. Interrompida a comunicação física, permaneciam poderosos liames que se desfaziam somente na medida em que se iniciasse o processo de decomposição cadavérica, em tempo nunca inferior a cinquenta horas, e considerando-se as circunstâncias em que se dera a desencarnação, no caso muito violenta, em período bem mais largo. A operação de desintegração dos laços fluídicos com os despojos físicos, que ali se realiza- va, demorou por meia hora, aproximadamente. (...) Emergimos ao terminá-lo... FIM– Partamos daqui – determinou o Orientador – pois nada mais há a fazer.
  27. 27. Capítulo 11 Efeitos das Drogas Quando ela (a avó) intentou desviar o curso do desastre (um acidente de automóvel fatal) e não obteve resultados, pôs-se a orar, desligando- se, mentalmente, do que presenciava e recorreu, pelo pensamento, à ajuda do Posto Central, dedicado a essas emergências. Os aparelhos seletores de preces e rogativas registaram o apelo, e um sinal, na sala de controle, deu notícia da gravidade e urgência da solicitação. Decodificado, imediatamente, pelos encarregados de tradução das mensagens, o que se faz com muita prontidão, um assistente comunicou o fato, conforme eu ouvira, ao incansável Instrutor. Não me houvera dado conta antes de como o Centro de Comunicações captava as notícias e selecionava aquelas que mereciam ou necessitavam deste ou daquele tipo de atendimento. (...) Compreendi, a partir de então, que o intercâmbio mental, lúcido, não é tão corriqueiro, especialmente em campo de ação do porte em que nos movimentávamos sob as fortes descargas psíquicas do mais baixo teor. FIM
  28. 28. O uso novamente das redes... Capítulo 22 Atendimento Coletivo – Trata-se – elucidou, prestimoso – de atendimento a grande número de sofredores, fixados em região de punições a que se submetem, em área próxima daqui. Nosso grupo era expressivo, dessa vez, constituído de companheiros que conduziam redes especiais, padiolas e maletas com produtos farma- cêuticos e instrumental para emergências médicas. Os destros (ágil) cooperadores, que estavam a postos e eram acostu- mados àquele tipo de socorro, lançaram as redes que, ao contato com a substância asquerosa, adquiriam brilho, lampejando sobre aquela parte do paul (pântano)... – Segurai as redes – propôs, enérgico – se estiverdes resolvidos a mudar de vida, a crescer para Deus! Em azáfama desesperadora, sob imprecações e dominados pelo desassossego, dezenas de Espíritos agarraram-se às cordas entrelaçadas, com sofreguidão. Observei que alguns dos encarcerados no pantanal não conseguiam segurá-las, pois que pareciam desfazer-se ao seu contato, o que provocava reações de ira e de zombaria deles mesmos, revoltados. A operação demorou por quase um quarto de hora, retirando-se os que se amparavam, ao tempo em que eram colocados em padiolas e repetindo-se os arremessos até que foram recolhidos. (...) CONTINUA
  29. 29. Capítulo 22 Atendimento Coletivo Quando já saíramos do charco sombrio, temerário, indaguei com todo o respeito, o porquê de muitos que se amparavam nas redes não conse- guirem sair do lodaçal. – As redes – explicou, paciente – são feitas de substâncias retiradas do fluido cósmico, fortes, porém delicadas. Registam as irradiações men- tais daqueles que as tocam. Se o peso específico da sua exteriorização psíquica é negativo, elas diluem-se, nos casos contrários, enrijam-se... FIM
  30. 30. 8 Processos Obsessivos Iremos fazer uma implantação — disse em tom de inesquecível indiferença o Dr. Teofrastus — de pequena célula fotoelétrica gravada, de material especial, nos centros da memória do paciente. Operando sutilmente o perispírito, faremos que a nossa voz lhe repita insistentemente a mesma ordem: “Você vai enlouquecer! Suicide-se!” Somos obrigados a utilizar os mais avançados recursos, desde que estes nos ajudem a colimar os nossos fins. Este é um dos muitos processos de que nos podemos utilizar em nossas tarefas... Estarrecidos, vimos o cruel verdugo movimentar-se na região cere- bral do perispírito do jovem adormecido, com diversos instrumen- tos cirúrgicos, e, embora não pudéssemos lograr todos os detalhes, o silêncio no recinto denotava a gravidade do momento. Transcorridos uns dez minutos, a cirurgia foi dada por concluída e o paciente foi removido. Implante de Aparelho FIM No plano espiritual inferior, um rapaz de 21 anos estava em uma maca na qual, em sono profundo, aparecia um espírito reencarnado, desdobrado em corpo espiritual, que foi colocado na mesa cirúrgica situada no centro anterior do palco, diante de um público.
  31. 31. O Enfrentamento Antes de começar um trabalho mediúnico, no plano espiritual... Trabalhadores dedicados encarregavam-se de fortalecer as redes de defesas vibratórias, e aparelhos especiais eram dispostos em pontos estratégicos da sala para eliminar as ondas mentais, as ideoplastias e os vibriões que são exteriorizados pelos Espíritos sofredores, pelos perversos, pelos técnicos em obsessão. FIM
  32. 32. Para aquelas pessoas que ainda tenham dúvida sobre a tecnologia no mundo astral (mundo espiritual) dos implantes, sobre os chip’s, e de outras ferramentas, usadas em processos obsessivos, traremos a seguir um relato do espírito Joseph Gleber sobre o assunto. Estudos Dirigidos Os Aparelhos e Instrume
  33. 33. Capítulo 19 Outros Elementos do Plano Astral Muitos irmãos nossos do movimento espiritualista ainda pensam que, do lado de cá da vida, permanecemos como entidades aéreas, levando uma vida de sonhos, esvoaçando como nuvens que desfilam entre os huma- nos mortais. A realidade é bem outra. Um mundo todo cheio de vida, criações, tecnologia, universidades, labo- ratórios e um manancial inesgotável de fluidos estão à disposição das mentes libertas da carne. Assim como na Terra a tecnologia cresce a cada dia diante do gênio in- ventivo dos homens de ciência, do lado de cá, além da matéria, no mundo das causas, temos também a nossa ciência. Em comparação com o momento da vida na Terra, podemos afirmar que nossa tecnologia está mais ou menos 500 anos à frente daquelas que são consideradas modernas descobertas cien- tíficas por meus irmãos. Com esse manancial de recursos à disposição de mentes experientes, deles também se utilizam aquelas almas endurecidas, ou cujos propósitos não se encontram em sintonia com a neces- sidade de evolução. Como na Crosta, imensa rede de laboratórios, no mundo invisível, atua como base de pesquisa para a mente inventiva e criativa do espírito. CONTINUA
  34. 34. Capítulo 19 Outros Elementos do Plano Astral Fluidos e energias obedecem livremente ao pensamento, que flui mais livre na esfera em que nos encontramos. Aparelhos são criados para facilitar a tarefa de imensas legiões de seres que vivem, trabalham e se movimentam nas dimensões próximas à Crosta. Somente nos mundos mentais, ou nas dimensões além da dimensão astral, tais aparelhos são dispensáveis. Mas nos planos próximos ao mundo físico todo um aparato tecnológico é utilizado, de acordo com a necessidade, capacidade de entendimento e recursos mentais dos espíritos. Dentro dessa visão é que é possível entender que espíritos cientes de sua capacidade de ma- nipulação mental, conhecedores profundos de certos mecanismos tecnológicos, utilizam apa- relhos e os fixam nos elementais criados pela mente do homem terrestre. Consideram que, se a mente humana já formou o escafandro vazio de sentimentos, porém rico de vitalidade, podem utiliza-Io como roupagem para seus experimentos e invenções. Como tais elementos vagam em torno da psicosfera de muitos ambientes ou próximos de algu- mas pessoas são, simplesmente, aproveitados por espíritos com inteligência arguta. CONTINUA
  35. 35. Capítulo 19 Outros Elementos do Plano Astral Entretanto, é bom que se considere que as energias nocivas resultantes de cúmulos energéticos elementais só atingem aqueles em cujo campo magnético, emotivo e mental houver material capaz de responder vibra- toriamente. Ou seja, aqueles em que houver sintonia. FIM
  36. 36. Podemos dizer que o relato é bastante assustador!!! Mas o texto não termina por ai... Como o próprio Joseph Gleber nos fala, o contrário também ocorre. Vamos ler... Estudos Dirigidos Os Aparelhos e Instrume
  37. 37. Capítulo 19 Outros Elementos do Plano Astral Também ocorre o contrário. Espíritos mais esclarecidos e conscientes de sua ação no bem aproveitam os elementais criados artificialmente, porém com conteúdo energético positivo. As mentalizações e ideoplastias realizadas em reuniões específicas ou através de irradiações individuais também poderão formar elementos cheios de energias benéficas, que serão utilizados pelas equipes socorristas do lado de cá da vida. Quando são criados um clima saudável, hábitos de oração e auxílio ao próximo e quando o ambiente fica impregnado desse energismo superior, são estruturadas formas fluídicas de duração tão permanente quanto mais intensas, salutares e persistentes forem as irradiações mentais que as gera- ram. Nesses casos, tais elementos, que pairam em volta da atmosfera psíquica, são também mani- pulados e deles se extrai o conteúdo emotivo, sentimental ou mental que os gerou. Tais conteúdos podem ser sabiamente aproveitados pelos técnicos do mundo espiritual para auxílio a encarnados e desencarnados. CONTINUA
  38. 38. Capítulo 19 Outros Elementos do Plano Astral Um ambiente cuja aura esteja intensa de bondade, amor, pensamentos alegres, emoções sadias, otimismo e altruísmo é certamente povoado por tais recursos mentais, criações e elementais que podem ser aproveitados integralmente em benefício geral. Acreditamos que com o tempo meus irmãos poderão pesquisar a respeito de muitas coisas que ocorrem nas dimensões extrafísicas. Há falta de verdadeiros cientistas do espírito, de pesquisadores que pos- sam ampliar as fronteiras já desbravadas do mundo imponderável. Por ora, fica aqui a nossa pequena contribuição, para estímulo daqueles que se deixam apaixonar pela realidade do mundo oculto, dedicando-se a estudos mais amplos. FIM
  39. 39. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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