24.01 As Reuniões e os Trabalhos Espirituais 20 jan 2015

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24.01 As Reuniões e os Trabalhos Espirituais 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos As Reuniões e Trabalhos Esp Vamos falar aqui sobre as Reuniões e Trabalhos Espirituais.
  2. 2. Capítulo 16. Chegamos um pouco antes das 20h, quando pessoas de várias proce- dências sociais e econômicas se adentravam no salão dedicado aos estudos da Doutrina Espírita. Eram velhinhos aflitos e enfermos atormentados, mulheres angus- tiadas e crianças irrequietas, algumas visivelmente perturbadas, indi- víduos masculinos e femininos saudáveis, formando um todo que, de alguma forma, completava-se. Música suave inundava o ambiente, embora a conversação díspar, muito alta, demonstrando o desequilíbrio da maioria, as ansiedades de outros e a quase desconsideração de mais alguns em relação ao local em que se encontravam. Infelizmente, muitas pessoas ainda não compreenderam a maneira saudável de compor- tar-se em determinados lugares onde se apresentam. Mesmo quando são membros de Instituições, que deveriam preservar, tornam-se palra- doras (faladoras, tagarelas), movediças, inquietas, olvidando-se das atitudes coerentes com as propostas que ali são apresentadas e devem transformar-se em realizações edifi- cantes. Esse comportamento faculta a intromissão de Espíritos irresponsáveis e ociosos, que se misturam aos encarnados, gerando intercâmbio excitante de conversações levianas, que derrapam, não raro, em maledicências, acusações, vulgaridades... CONTINUA
  3. 3. O local reservado para estudos e discussões relevantes deve ser preservado de algazarra, especialmente se dedicado a questões espirituais, porquanto, em se tendo em vista o seu significado, para ele são conduzidos Espíritos necessitados de orientação e de enca- minhamento, de iluminação e de paz. Capítulo 16. Caso haja o silêncio que induz ao recolhimento interior, à meditação, à prece, aos pensamentos salutares, cria-se o clima psíquico próprio e saudável para o mister a que se propõem os seus organizadores. FIM
  4. 4. Capítulo 16. O conhecimento do Espiritismo na infância como na juventude constitui uma dádiva de invulgar significado pelos benefícios que propicia, preservando as lembranças das lições trazidas do Mundo Espiritual, bem como ampliando as áreas do discernimento, para que não tropecem com facilidade nos obstáculos que se antepõem ao processo de crescimento interior. Pude observar, também, que algumas crianças perturbadas por adversários insanos, atendidas em classe especial, recebiam, além das bases formadoras da educação espírita, o socorro específico para libertá-las da injunção penosa em que se encontravam. – Alguns desses inimigos – elucidou-nos o amigo Lins – ficam retidos em nossas fronteiras, a fim de receberem, no momento adequado das reuniões mediúnicas, o socorro de que carecem, despertando para nova ordem de valores e de pensamento. É certo que, em de- terminadas situações, não podemos ir além do que nos é permitido, mas sempre nos é lícito auxiliar as vítimas e os seus perseguidores. FIM
  5. 5. Capítulo 16. Concomitantemente, muitos encarnados se encontravam também acompanhados por assessores do seu comportamento, conforme as inclinações de cada um. Em uma palestra pública... Verifiquei que a multidão de desvestidos da matéria era bem maior do que a constituída pelos companheiros terrenos. FIM
  6. 6. Capítulo 24 O fato de alguém encontrar-se num lugar de psicosfera superior não o torna indene aos propósitos malfazejos dos seus adversários espiri- tuais. É certo que lhes dificulta a ação nefasta, todavia, não o coloca em situação privilegiada ou especial, o que representaria uma injustiça, ainda mais se tal pessoa não procura fazer por merecer o apoio que recebe, nem honra emocionalmente o clima psíquico de que desfruta. FIM
  7. 7. Observamos que a entrada do edifício estava guardada por diversos vigilantes do nosso plano, que controlavam a chegada dos acompa- nhantes que seguiam os seus parceiros encarnados. Capítulo 26 Eles evitavam que se adentrassem os Espíritos vulgares, ociosos, per- turbadores, não interferindo, no entanto, quando se tratava de obsessores muito identificados com os seus hospedeiros. FIM
  8. 8. Capítulo 17 Apontamentos Necessários Diversos amigos espirituais já se encontravam no ambiente, considerando-se que os serviços deste porte, não raro, têm uma preparação antecipada de até quarenta horas, quando são trazidos os participantes desencarnados ou psiquicamente se faz a sincronia fluídica dos mesmos com os médiuns que os irão incorporar, transmitindo, em psicofonia atormentada, as suas necessidades que receberão o auxílio e a orientação competentes. De outras vezes, ali se demoram os que experimentam assistência prolongada antes de ser transferidos para os setores próprios do nosso plano de ação. A preparação para um trabalho mediúnico... FIM
  9. 9. Capítulo 47. No Trabalho Ativo. A interpretação de Bentes, obedecendo à inspiração de um emissário de nobre posição, presente à assembléia, era recebida com respeito geral, no circulo das entidades desencarnadas. Na esfera dos encarnados, porém, não se notava o mesmo traço de harmonia. Observava-se apreciável instabilidade de pensamento. A expectativa ansiosa dos presentes perturbava a corrente vibratória. De quando em quando, surpreendíamos determinados desequilíbrios, que afetavam, particularmente, a organização mediúnica de Dona Isa- bel e a posição receptiva do comentarista, que parecia perder “o fio das ideias”, tal qual se diria na linguagem comum. Colaboradores ativos restabeleciam o ritmo, quanto possível. Reparamos que alguns irmãos encarnados se mantinham irrequietos, em demasia. Mormente os mais novos em conhecimentos doutrinários exibiam enorme irresponsabi- lidade. A mente lhes vagava muito longe dos comentários edificantes. Viam-se-lhes, distintamente, as imagens mentais. Alguns se prendiam aos quefazeres domésticos, outros se impacientavam por não lograrem a realização imediata dos propósitos que os haviam levado até ali. (...) Isidoro e outros amigos devotados trabalhavam com ardor, despertando alguns dorminhocos e reajustando o pensamento dos invigilantes, para neutralizar determinadas influências nocivas. FIM
  10. 10. Capítulo 28 Efeitos Físicos Alguns encarnados, como habitualmente acontece, não tomavam a sério as responsabilidades do assunto e traziam consigo emana- ções tóxicas, oriundas do abuso de nicotina, carne e aperitivos, além das formas-pensamentos menos adequadas à tarefa que o grupo devia realizar. “(...) o agrupamento (...), passou a entoar hinos evangélicos, para equilibrar as vibrações do recinto.” Capítulo 28 Efeitos Físicos Algum tempo depois, nesta mesma reunião... FIM
  11. 11. “Acomodaram-se em palestra afetiva à frente da mesa. Aí reunidas, as entidades de vida mental mais nobre estabeleciam naturalmente larga faixa de luz inacessível às sombras que senhoreavam a maioria dos en- carnados e desencarnados da grande reunião.” “(...) Em seguida, foi lido um texto edificante de livro doutrinário, a- companhado por breve anotação evangélica, em cuja escolha prepon- derou a influência do mentor sobre o orientador da casa. “(...) a assembleia, examinada no todo mostrava-se flagelada de pro- blemas inquietantes, reclamando a chave da conformação para alcan- çar o reequilíbrio.” “Dezenas e dezenas de pessoas aglomeravam-se, em derredor da mesa, exibindo atribula- ções e dificuldades.” “Estranhas formas-pensamentos surgiam de grupo a grupo, denunciando-lhes a posição mental.” CONTINUA Capítulo 16 Mandato mediúnico
  12. 12. “Desencarnados e m grande número suspiravam pelo céu, enquanto outros receavam o inferno, desajustados pela falsa educação religiosa recolhida no plano terrestre.” “Vários amigos espirituais, junto aos componentes da mesa diretora, passaram a ajudá-los na predicação doutrinária, com bases no ponto evangélico da noite, espalhando, através de comentários bem feitos, estímulos e consolos.” “(...) percebíamos claramente que as pregações eram arremessadas ao ar, com endereço exato. Aqui, levantavam um coração caído em desalento, ali, advertiam consciências des- cuidadas, mais além, renovavam o perdão, a fé, a caridade, a esperança...” “Não faltavam quadros impressionantes de Espíritos perseguidores, que procuravam hip- notizar as próprias vitimas, precipitando-as no sono provocado, para que não tomassem conhecimento das mensagens transformadoras, ali veiculadas pelo verbo construtivo.” “Aqui, dardos de preocupação, estiletes de amargura, nevoeiros de lá- grimas... Acolá, obsessores enquistados no desânimo ou no desespero, entre agressivos propósitos de vingança, agravados pelo temor do des- conhecido...” FIM Capítulo 16 Mandato mediúnico
  13. 13. O que acontece também em uma reunião mediúnica. “(...) Grande número de criaturas, porém, na passagem para cá, sentem-se possuídas de “doentia saudade do agrupamento”, c omo acontece, noutro plano de evolução, aos animais, quando sentem a mortal “saudade do re- banho”. Para fortalecer as possibilidades de adaptação dos desencarnados dessa ordem ao novo “habitat”, o serviço de socorro é mais eficiente, ao contato das forças magnéticas dos irmãos que ainda se encontram envol- vidos nos círculos carnais. Esta sala, em momentos como este, funciona como grande incubadora de energias psíquicas, para os serviços de aclima- ção de certas organizações espirituais à vida nova.” E, designando a grande assembléia de necessitados, continuou: — Os irmãos (desencarnados), nas condições a que me refiro, ouvem-nos a voz, consolam- -se com o nosso auxilio, mas o calor humano está cheio dum magnetismo de teor mais signi- ficativo, para eles. Com semelhante contato, experimentam o despertar de forças novas. Por isso, o trabalho de cooperação, em templos desta espécie, oferece proporções que você, por agora, não conseguiria imaginar. Não observou os preguiçosos, os dorminhocos e invigilan- tes que vieram colher benefícios nesta casa? Pois eles também deram alguma coisa de si... Deram calor magnético, irradiações vitais proveitosas aos benfeitores deste santuário do- méstico, que manipulam os elementos dessa natureza, distribuindo-os em valiosas combina- ções fluídicas às entidades combalidas e inadaptadas. Capítulo 48. Pavor da Morte. FIM
  14. 14. Capítulo 1. O Psicógrafo. Marcou-se, mais tarde, a noite de minha visita e esperei os ensinamentos práticos, alimentando indisfarçável interesse. Surgida à oportunidade, vali-me da prestigiosa influência para in- gressar no espaçoso e velho salão, onde Alexandre desempenha atribuições na chefia. Dentre as dezenas de cadeiras, dispostas em filas, somente dezoi- to permaneciam ocupadas por pessoas terrestres, autênticas. As demais atendiam à massa invisível aos olhos comuns do plano físico. Grande assembléia de almas sofredoras. Público extenso e necessitado. Reparei que fios luminosos dividiam os assistentes da região espiritual em turmas dife- rentes. Cada grupo exibia características próprias. Em torno das zonas de acesso posta- vam-se corpos de guarda e compreendi, pelo vozerio do exterior, que também ali a en- trada dos desencarnados obedecia a controle significativo. As entidades necessitadas, admitidas ao interior, mantinham discrição e silêncio. Entrei cauteloso, sem despertar atenção na assembléia que ouvia, emocionadamente, a palavra generosa e edificante de operoso instrutor da casa. CONTINUA
  15. 15. Capítulo 1. O Psicógrafo. Grandes úmeros de cooperadores velavam, atentos. E , enquanto o devotado mentor falava com o coração nas palavras, os dezoito companheiros encarnados demoravam-se em rigorosa concentração do pensamento, elevado a objetivos altos e puros. Era belo sentir-lhes a vibração particular. Cada qual emitia raios luminosos, muito diferen- tes entre si, na intensidade e na cor. Esses raios confundiam-se à dis- tância aproximada de sessenta centímetros dos corpos físicos e esta- beleciam uma corrente de força, bastante diversa das energias de nos- sa esfera. Essa corrente não se limitava ao círculo movimentado. Em certo ponto, despejava elementos vitais, à maneira de fonte miraculo- sa, com origem nos corações e nos cérebros humanos que aí se reu- niam. As energias dos encarnados casavam-se aos fluidos vigorosos dos trabalhadores de nosso plano de ação, congregados em vasto nú- mero, formando precioso armazém de benefícios para os infelizes, ex- tremamente apegados ainda às sensações fisiológicas. Semelhantes forças mentais não são ilusórias, como pode parecer ao raciocínio terrestre, menos esclarecido quanto às reservas infinitas de possibilidades além da matéria mais grosseira. FIM
  16. 16. Capítulo 5. Influenciação. Saindo do Templo Espírita (do lado de fora) André Luiz observa... Notava, agora, a diferenciação do ambiente. Para nós outros, os desen- carnados, a atmosfera interior impregnava-se de elementos balsâmicos, regeneradores. Cá fora, porém, o ar pesava. Acentuara-se-me, sobrema- neira, a hipersensibilidade, diante das emanações grosseiras da rua. As lâmpadas elétricas semelhavam-se a globos pequeninos, de luz muito pobre, isolados em sombra espessa. Aspirando as novas correntes de ar, observava a diferença indefinível. O oxigênio parecia tocado de magnetismo menos agradável. Compreendi, uma vez mais, a sublimidade da oração e do serviço da Es- piritualidade superior, na intimidade das criaturas. A prece, a meditação elevada, o pensamento edificante, refundem a atmosfera, purificando-a. O instrutor interrompeu-me as íntimas considerações, exclamando: – A modificação, evidentemente, é inexprimível. Entre as vibrações harmoniosas da paisagem interior, iluminada pela oração, e a via pública, repleta de emanações inferiores, há diferenças singulares. O pensamento elevado santifica a atmosfera em torno e possui propriedades elé- tricas que o homem comum está longe de imaginar. A rua, no entanto, é avelhantado reposi- tório de vibrações antagônicas, em meio de sombrios materiais psíquicos e perigosas bactérias de variada procedência, em vista de a maioria dos transeuntes lançar em circulação, incessantemente, não só as colônias imensas de micróbios diversos, mas também os maus pensamentos de toda ordem. CONTINUA
  17. 17. Capítulo 5. Influenciação. E observou também que... Enquanto ponderava o ensinamento ouvido, reparei que muitos agrupa- mentos de entidades infelizes e inquietas se postavam nas cercanias. Fa- ziam-se ouvir, através das conversações mais interessantes e pitorescas; todavia, desarrazoadas e impróprias, nas menores expressões. Alexandre indicou-me pequeno grupo de desencarnados, que me pare- ceram em desequilíbrio profundo, e falou: – Aqueles amigos constituem a corte quase permanente dos nossos com- panheiros encarnados, que voltam agora ao ninho doméstico. – Quê? – indaguei involuntariamente. – Sim – acrescentou o orientador cuidadoso-, os infelizes não têm permis- são para ingressar aqui, em sessões especializadas, como a desta noite. Nas reuniões dedica- das à assistência geral, podem comparecer. (...) Impressionou-me a excelência de orientação. Tudo, naqueles trabalhos, obedecia à ordem preestabelecida. Tudo estava calculado, programado, previsto. – Agora – prosseguiu Alexandre, bem humorado –, repare na saída de nossos colaboradores terrestres. Observe a maneira pela qual voltam, instintivamente, aos braços das entidades Ignorantes que os exploram. FIM
  18. 18. Capítulo 10. Materialização. Em uma outra reunião mediúnica, o público... (...) Via-se, no entanto, que, como acontecia em outras reuniões, os amigos terrestres emitiam solicitações silenciosas, entrando as vibra- ções mentais em conflito ativo, desservindo ao invés de auxiliar no tra- balho da noite, o qual requisitava a mais elevada percentagem de har- monia. À claridade fraca e suave da luz vermelha que substituíra a forte lâmpa- da comum, notavam-se as emissões luminosas do pensamento dos ami- gos encarnados. Francamente, não havia na pequena comunidade o espírito de entendimento divino do serviço em curso. Ninguém ponde- rava a expressão do fato para a Humanidade terrena, sequiosa de reve- lação celeste. Via-se que a reunião era profundamente dominada pelo “eu”. Enquanto uns exteriorizavam exigências, outros determinavam às criaturas desencarnadas que deveriam comparecer nos fenômenos de materialização. Procurei, contudo, coibir minhas im- pressões de desagrado, porque todos os trabalhadores de grande elevação, no recinto, porta- vam-se calmamente, tratando os companheiros carnais com desvelado carinho, quais sábios em face de crianças queridas ao coração. Notando a perturbação vibratória do ambiente, em vista da atitude desaconselhável dos com- panheiros encarnados, disse Calimério ao controlador mediúnico: CONTINUA
  19. 19. Capítulo 10. Materialização. – Alencar, é necessário extinguir o conflito de vibrações. Nossos amigos ignoram ainda como auxiliar-nos, harmonicamente, através das emissões mentais. É mais razoável se abstenham da concentração por agora. Diga- -lhes que cantem ou façam música de outra natureza. Procure distrair- -lhes a atenção deseducada. – Meus amigos, a paz de Jesus seja convosco! Ajudem-nos, cantando! Façam música e evitem a concentração!... Alexandre falou: (Através de uma garganta plasmada na reunião) FIM
  20. 20. Uma “limpeza”, necessária, antes do início de uma reunião mediúnica, no plano espiritual... Fluidos magnéticos foram prodigamente espargidos no recinto da sala de operações, por obedecerem a duas finalidades: A Comunhão com o Alto — e refrigerantes tônicos para combate às vibrações nocivas, inquietantes e desarmoniosas, dos Espíritos sofredores presentes e mesmo de algum colaborador terreno que deixasse de orar e vigiar naquele dia, arrastando para a mesa sacrossanta da comunhão com o Invisível as emanações da mente conturbada. — servirem como material necessário à criação de quadros visuais de- monstrativos, durante as instruções aos pacientes; FIM
  21. 21. A Comunhão com o Alto No início de uma reunião mediúnica, visto de lá, durante a leitura do Evangelho... Iniciada foi, pois, a leitura do Evangelho, seguindo-se explanação formosa e fecunda, do presidente terreno. As parábolas elucidativas, as ações magnânimas e carinhosas, as promessas inolvidáveis mais uma vez enter- necem o coração dos aprendizes da Escola de Allan Kardec, que circula- vam a mesa, repercutindo gratamente, pela primeira vez, no íntimo de cada um de nós outros, o divino convite para a redenção – pois até então não ouvíramos ainda dissertações congêneres. Para as criaturas terrenas ali presentes tratava-se apenas do irmão presidente a ler e comen- tar o assunto escolhido, em hora de inspiração radiosa, em que jorros de intuições vivíssi- mas, cintilantes, cascateavam do Alto revivendo a extensa relação das exemplificações do Modelo Divino e expressões de Sua moral impoluta. Para os Espíritos que se aglomeravam no recinto, porém, invisíveis à quase totalidade dos circunstantes humanos, e, particularmente, para os desditosos que para ali foram encami- nhados a fim de se esclarecerem, havia muito, muito mais que isso! Para estes, são figuras, vultos, seqüências que se agitam a cada frase do orador! CONTINUA
  22. 22. A Comunhão com o Alto No início de uma reunião mediúnica, visto de lá, durante a leitura do Evangelho... É uma aula — estranha, singular terapêutica! — que nos ministravam qual medicamentação celeste a fim de balsamizar nossas desgraças! A palavra, vibração do pensamento criador, repercutindo em ondas so- noras, onde se retratavam as imagens mentais daquele que a proferia, e espalhando-se pelo recinto saturado de substâncias fluido-magnéticas apropriadas e fluidos animalizados dos médiuns e assistentes encarna- dos, é rapidamente acionada e concretizada, tornando-se visível graças a efeitos naturais que as forças mentais conjugadas dos Tutelares reuni- dos no Templo, com as dos demais cooperadores em ação, produziam. Intensificam-se as atividades dos técnicos da Vigilância, comissionados para o delicado labor da captação das ondas onde as imagens mentais se retrataram, da coordenação e estabili- dade de seqüências, etc, etc. A palavra assim trabalhada no maravilhoso laboratório mental, assim modelada e retida por eminentes especialistas devotados ao bem do próximo — corporificou-se, tornou-se reali- dade, criada que foi a cena viva do que foi lido e exposto! FIM
  23. 23. Vamos ver aqui uma questão levantada sobre o médium e a reunião mediúnica, mas a reunião que chamamos de “reunião fechada”, por ser mais reservada e realizada nas sessões de psicofonias e psicografias. Estudos Dirigidos As Reuniões e Trabalhos Esp
  24. 24. Grupo Mediúnico Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser encaminha- da, sem risco, para uma reunião mediúnica? Divaldo - A pergunta já demonstra que a pessoa tendo problemas, de- ve primeiro equacioná-los, para depois estudar e aprimorar a faculda- de que gera aqueles problemas. Como na mediunidade os problemas são do espírito e não da faculdade mediúnica, é necessário que primei- ro se moralize o médium. Abandonando as paixões, mudando a direção mental, criando hábitos salutares para sua vivência, reflexionando no Evangelho de Jesus, apren- dendo a orar, ele equaciona na base, os problemas que inquietam o efeito, que é a faculdade mediúnica somente após o quê, é lhe lícito educar a mediunidade. No capítulo 1 de O Livro dos Médiuns o Codificador examina o assunto na epígrafe: “Há Espíritos?”. Explica Allan Kardec que ninguém deve levar a uma sala de química por exem- plo, alguém que não entenda das fórmulas e das composições químicas. Explico-me: um leigo chega numa sala e vê vários vidros, com água branca e uma anotação que lhe parece cabalística: HN03 + 3HCL (1). Para ele a anotação não diz nada. Mas, se misturar aqueles líquidos corre perigo. Assim, também é necessário primeiro que o indivíduo conheça no laboratório do mundo invisível as soluções que vai manipular, para depois partir para as experiências. (1) Água Régia, substância altamente corrosiva. CONTINUA
  25. 25. É de bom alvitre, portanto, que alguém que tenha problemas de me- diunidade seja encaminhado às sessões doutrinárias de estudos, para primeiro evangelizar-se, conhecendo a Doutrina a fim de que, mais tarde, canalize as suas forças mediúnicas num bom direcionamento. Grupo Mediúnico Há uma praxe entre as pessoas pouco esclarecidas a respeito da Codifi- cação Espírita, que induz se leve o indivíduo a uma sala mediúnica para poder equacionar problemas, como quem tira uma coisa incômoda de cima da pessoa. O problema de que a criatura se vê objeto pode ser o chamamento para mudança de rota moral. A mediunidade que aturde é um apelo para retificação das falhas. E é necessário ir-se às bases para modificar aqueles efeitos perniciosos. Daí, diante de uma pessoa com problemas mediúnicos, a primeira atitude nossa será en- caminhar o necessitado à aprendizagem da Doutrina Espírita, que é a terapêutica para seus problemas. FIM A mediunidade será educada a posteriori como instrumento de exercício para o bem, me- diante o qual granjeará títulos para curar o mal de que se é portador.
  26. 26. Outra dúvida. Em épocas de festas populares, como o carnaval, por exemplo, devem ser fechados os Centros e Núcleos Espíritas? E até mesmo fechar a casa para férias coletivas? Estudos Dirigidos As Reuniões e Trabalhos Esp
  27. 27. Vejam, a seguir, o comentário esclarecedor do Sr. Genézio Duarte. Estudos Dirigidos As Reuniões e Trabalhos Esp
  28. 28. Capítulo 17 Apontamentos Necessários – Está surgindo uma corrente – atendeu-me com o esclarecimento que eu desejava – em nossos arraiais doutrinários, que vem apresentando inovações, apoiando-se em teses com que defendem os seus pontos de vista, cuja respeitabilidade não discutimos, mas com os quais não concordamos. Alguns afirmam a necessidade de cerrar-se as portas das Sociedades Espíritas, nos meses primeiros do ano sob alegação de férias coletivas, palavra que aqui não tem qualquer sentido positivo ou útil, já que o trabalho para nós tem primazia, no próprio conceito do Mestre, quando afirma: "Meu Pai até hoje trabalha e eu também trabalho". (*) Certamente que o repouso é uma necessidade e se faz normal que muitos companheiros, por motivos óbvios, procurem o refazimento em férias e recreações... “Sempre haverá, no entanto, aqueles que permanecem e podem prosseguir sustentando, pelo menos, algumas atividades na Casa Espírita, que deve permanecer oferecendo ajuda e esclarecimento, educando almas pela divulgação dos princípios e conceitos doutrinários com vivência da caridade. (*) João: 5-17. (Nota do Autor espiritual) CONTINUA
  29. 29. Capítulo 17 Apontamentos Necessários "Um outro grupo advoga ser imprescindível fechar-se a Instituição Espírita nos dias de Carnaval e de festas populares outras, por causa das vibrações negativas, para evitar-se perturbações de pessoas alcoolizadas ou vândalos que se aproveitam dessas ocasiões para promoverem desordens. "A Sociedade Espírita, que se sustenta na realização dos postulados que apregoa, tem estruturas que a defendem, de um como do outro lado da vida. Depois, cumpre aos dirigentes tomar providências, mediante maior vigilância em tais ocasiões, que impeçam a intromissão de desordeiros ou doentes sem condição de ali permanecer. Acautelar-se, em exagero, do mal, é duvidar da ação do bem; temer agir corretamente, constitui ceder o campo à insânia. FIM “Nestes dias, nos quais são maiores e mais frequentes os infortúnios, os insucessos, os sofrimentos, é que se deve estar a posto no lar da caridade, a fim de poder-se ministrar socorro. Por fim, quanto às vibrações serem mais perniciosas em dias deste porte, não há dúvida. A providência a ser tomada deve constituir-se de reforço de valor e de energias salutares para enfrentar- se a situação. (...) – O médico não teme o contágio do enfermo, porque sabe defender-se; o sábio não receia o ignorante, porque pode esclarecê-lo... Ora, o espírita, realmente consciente, que se não apóia em mecanismos desculpistas, enfrenta as vibrações de teor baixo, armado do escudo da caridade e protegido pela superior inspiração que haure na prece, partindo para o serviço no lugar em que se faz necessário, onde dele precisam."
  30. 30. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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