18.09 O Pensamento - Leitura do IX 20 jan 2015

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18.09 O Pensamento - Leitura do IX 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Pensamento Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Estudos Dirigidos O Pensamento Vamos ver agora alguns textos sobre a possibilidade da leitura de nossos pensamentos.
  3. 3. Os espíritos precisam e podem ler nossos pensamentos? Poderia, por favor, nos esclarecer como isso ocorre? Perfeitamente. Nós, os espíritos, podemos acessar o conteúdo particular de cada mente com a qual nos sintonizamos momen- taneamente, sabendo de cada detalhe que vocês gostariam de esconder ou se envergonhariam de saber que é conhecido. Entrevista com o espírito Joseph Gleber FIM Todavia, a observação de cada detalhe dos seus pensamentos não tem proveito para nós, devido ao fato de que transitam, em sua maioria, fora de nossos interesses. Identificamos os pensa- mentos e a sintonia de cada um pela coloração específica. Pois meus irmãos não ignoram que o pensamento tem cor, odor, som e substância passível de ser identificada pelos espíritos mais experientes.
  4. 4. Entrevista com o espírito Joseph Gleber É possível a certos médiuns saber o conteúdo de nossos pensamentos? Ou melhor, é possível alguém ler nossos pensamentos? A forma como vocês se expressam é muito interessante. Ninguém po- derá ler pensamentos, devido ao fato de que pensamentos não são emitidos em forma de grafia, à semelhança de letras jogadas numa folha de papel. O que poderá ocorrer é que uma pessoa possuidora de faculdades psíquicas mais ou menos amplas poderá sintonizar-se com os pensamentos de alguém e, num determinado momento de maior sensibilidade, captar os impulsos mentais e até mesmo ouvir algo do que o outro pensa. Quando isso ocorre - e é raro esse fenômeno – é como se o sensitivo estivesse ouvindo alguém falar dentro do seu cé- rebro, numa voz inconfundível, que de maneira alguma se assemelha aos próprios pensamentos. Tais sons ecoam na caixa intracraniana, e há quem os interprete como sendo vozes de espíritos, imaginando-se médiuns. O fenômeno em si é possível, mas meus irmãos devem ficar atentos contra pessoas que divulgam essa possibilidade de seus sentidos extrafísicos, pois, em sua maioria, aqueles que assim se apresentam são pessoas acostumadas a exaltar-se perante os outros com fins de manipulação das emoções alheias. CONTINUA
  5. 5. Entrevista com o espírito Joseph Gleber Quando essa faculdade está presente em alguém, pode ser que o indi- víduo capte apenas as cores dos pensamentos e, por dedução, se expe- riente no assunto, saiba em que faixa mental o outro está transitando. Mas, ainda assim, é preciso muito cuidado, pois os casos em que ocor- re tal fenômeno são ainda muito raros, e convém toda cautela no que se refere ao assunto. Existe uma certa faculdade psíquica que às vezes é ignorada por muitos de meus irmãos é que pode estar associada à chamada leitura do pen- samento. É o caso de quando o indivíduo capta conteúdos emocionais. Algumas pessoas são capazes de entrar em sintonia com emoções, sen- timentos e certas formas extrafísicas que pairam na atmosfera de alguns ambientes. Tais impulsos e conteúdos emotivos são interpretados pelo sensitivo, que costuma alcançar uma margem de acerto muito alta, quando está consciente do que está ocorrendo. É preciso, estar assistido por um elevado espírito, a fim de não se perder em meio aos fenômenos. Deve-se sempre ter cautela, quando se trata de aceitar certos fatos que podem ser veros- símeis ou improváveis, dependendo da ambiência e da atmosfera psíquica em que se diz que haja ocorrido. É preciso muito bom senso nessa questão. FIM
  6. 6. Passei dias entregue a profundas reflexões sobre a vida. No íntimo, grande ansiedade de rever o lar terreno. Abstinha-me, porém, de pedir novas concessões. Os benfeitores do Ministério do Auxílio eram excessivamente generosos para comigo. Adivinhavam-me os pensamentos. (André Luiz) Capítulo 15 A Visita Materna FIM Capítulo 17 Em Casa de Lísias Não sabia como agradecer a generosa hospitalidade. (André Luiz passa a morar na casa de Lísias) Ia ensaiar algumas frases, para demonstrar minha comoção e reconhecimento, mas a nobre matrona (D. Laura), revelando singular bom humor, adiantou-se, adivinhando-me os pensamentos: – Está proibido de falar em agradecimentos. Não o faça. Obrigar-me-ia a lembrar, de repente, muitas frases convencionais da Terra...
  7. 7. Capítulo 48 Culto Familiar Não podia ser maior a surpresa. Profunda sensação de alegria me empolgou, mas lembrei instintivamente o serviço das Câmaras. Adivinhando-me, porém, o pensamento, o generoso Ministro voltou a dizer: – Você tem regular quantidade de horas de trabalho extraordinário a seu favor. Não será difícil a Genésio conceder-lhe uma semana de ausência, depois do primeiro ano de cooperação ativa. Durante o tempo que André Luiz permaneceu em “Nosso Lar”, uma das capacidades que aprendeu a desenvolver foi a de interpretar os pensamentos. Como nos demais trabalhadores. Vemos isso neste trecho do livro... Capítulo 46 Sacrifício de Mulher “Confortava-me, porém, a certeza de haver preenchido todo o meu tempo nas Câmaras de Retificação, com serviço útil. Não des- cansara. Nossas tarefas prosseguiam sem- pre, sem solução de continuidade. “Habituara-me a cuidar dos enfermos, a in- terpretar-lhes os pensamentos. (...)”
  8. 8. Capítulo 16 Mandato Mediúnico Abeiramo-nos da médium respeitável e mo- desta e vimo-la pensativa, não obstante o vozerio abafado, em torno. Não longe, o pen- samento conjugado de duas pessoas exteriori- zava cenas lamentáveis de um crime em que se haviam embrenhado. E, percebendo-as, a médium refletia, falando sem palavras, em frases audíveis tão-somente em nosso meio: — Amados amigos espirituais, que fazer? Identifico nossos irmãos delinquentes e recon- heço-lhes os compromissos... Um homem foi eliminado... Vejo-lhe a agonia retratada na lembrança dos responsáveis... Que estarão buscando aqui nossos infortunados compan- heiros, foragidos da justiça terrestre?‖ FIM
  9. 9. “O pensamento exterioriza-se e projeta-se, formando imagens e su- gestões que arremessa sobre os objetivos que se propõe atingir. Quando benigno e edificante, ajusta-se às Leis que nos regem, criando harmonia e felicidade, todavia, quando desequilibrado e deprimente, estabelece aflição e ruína. – E como solucionar o problema da antipatia contra nós? – A melhor maneira de extinguir o fogo é recusar-lhe combustível. A fraternidade operante será sempre o remédio eficaz, ante as perturbações dessa natureza. Por isso mesmo, o Cristo aconselhava-nos o amor aos adversários, o auxílio aos que nos perseguem e a oração pelos que nos caluniam, como atitudes indispensáveis à garantia de nossa paz e de nossa vitória. “A química mental vive na base de todas as transformações, porque realmente evoluímos em profunda comunhão telepática com todos aqueles encarnados ou desencarnados que se afinam conosco.” FIM Capítulo 19 Dominação Telepática
  10. 10. Capítulo 24 Luta Expiatória Áulus recomendou-me auscultar a fronte pensadora do enfermo, atado ao catre limpo, e, buscando sintonizar-me com ele, escutei-lhe a mente, conversando de si para consigo: ... e André Luiz passa a ouvir os pensamentos do enfermo. FIM
  11. 11. Um aparelho que capta e revela os pensamentos... "— (...) O aparelhamento que vedes, harmonizado em substâncias extraídas dos raios solares — cujo magnetismo exercerá a influência do ímã —, é uma espécie de termômetro ou máquina fotográfica, com que costumamos medir, reproduzir e movimentar os pensamentos... as recordações, os atos passados que se imprimiram nos refolhos psíquicos da mente, e que, pela ação magnética, ressurgem, como por encanto, dos escombros da memória profunda de nossos discípulos, para impressionarem a placa e se tornarem visíveis como a própria realidade que foi vivida!..." Porém... "— Uma entidade iluminada — continuou explicando o lente emérito, diretor interno da Torre de Vigia —, já educada em bons princípios de moral e ciência, não se utilizará des- ses aparelhos quando deseje ou necessite extrair dos arquivos da memória os pensa- mentos próprios, as recordações, o passado, enfim. Bastar-lhe-á a simples expressão da vontade, a energia da mente acionada em sentido inverso... e se tornará presente o que foi passado, vivendo ela os momentos que foram evocados, tal como os vivera, realmen- te, outrora! Para a reeducação dos inexperientes, porém, assim dos inferiores, tornam- se úteis e indispensáveis, motivo pelo qual os utilizamos aqui, facilitando sobremodo o nosso serviço. FIM Os Arquivos da Alma
  12. 12. Capítulo 7. Desde o contacto com Nemésio, o benfeitor ensaiava-me, provavelmen- te sem querer, em novo gênero de anamnese: consultar o enfermo espi- ritual em pensamento, evidenciando a terna compreensão que um pai deve aos filhos, a fim de pesquisar conclusões para o trabalho assisten- cial. Solicitei-lhe, sem palavras, confiasse em nós, desoprimindo-se. Relacionasse, por gentileza, as suas impressões mais recuadas no tempo. Desenovelasse o passado. Reconstituísse na lembrança tudo o que soubesse de si, nada escondesse. Propúnhamo-nos auxiliá-la. Não conseguiríamos, porém, agir ao acaso. Era imprescindível que ela se nos revelasse, arrancando à câmara da memória as cenas arquivadas desde a infância, expondo- as na tela mental para que as analisássemos, imparcialmente, de maneira a conduzir as atividades socorristas que intentaríamos desenvolver. Marita assimilou-nos o apelo, de imediato. Incapaz de explicar a si mesma a razão pela qual se via instintivamente constrangida a rememorar o pretérito, situou o impulso mental no ponto em que obtinha o fio inicial das suas recordações. Os quadros da meninice se lhe estamparam na aura, movimentados como num filme... FIM
  13. 13. Capítulo 7. – Trata-se do nosso irmão, Dr. Marco Aurélio - Esclareceu o dirigente do nosso grupo. "É uma autoridade importante na cidade, político hábil de larga história, embora os breves 48 anos de existência física. Tentemos ouvir- lhe os pensamentos atormentadores." Desligando-nos das demais ocorrências que sucediam na sala, fixamos a nossa na sua mente e passamos a ouvir-lhe inquietantes reflexões: – Agora, ou nunca. Esta é a noite ideal para libertar-me do fardo infeliz. Um pouco de arsênico e tudo estará resolvido. Com a onda festiva, não há tempo para análises cuidadosas da causa mortis da enferma, já desgastada pelos sucessivos derrames cerebrais de que tem sido vítima... (estava planejando envenenar a própria esposa) Detectamos, porém, que os seus pensamentos eram também orientados por um cruel e indigitado inimigo que se lhe acoplara de tal forma, perispírito a perispírito, que nos passara despercebido de início. A emissão de sua onda mental fixava-se no centro do raciocínio do encarnado, distendendo-se numa rede viscosa pelo cérebro, de forma que lhe obnubilava o raciocínio lúcido. Teleguiado pela vontade dominadora, pensava em uma atitude reflexiva procedente do algoz, que lhe comandava o sistema nervoso central, produzindo-lhe os tiques de que se fazia instrumento. FIM
  14. 14. Capítulo 23. Pesadelos. “— Quem dorme em desequilíbrio, entrega-se a pesadelos. Todos estes irmãos desventurados que nos cercam, aparentemente mor- tos, são presas de horríveis visões íntimas. Vejamos o aproveita- mento de vocês. Procedamos a observações rápidas. Antigamente, o inquérito anatômico, o exame das vísceras, a perquirição científi- ca nas células, também aparentemente mortas; agora, a ausculta- ção profunda da alma, a sondagem dos sentimentos, a visão do plano mental.” Procurei esquecer os quadros externos, focalizando aquela máscara feminina com todos os meus recursos mentais. A medida que me despreocupava dos interesses diferentes, observava a sombra cin- zento-escura que se lhe ia condensando em torno da fronte. A visão parecia auxiliar-me o poder de concentração. Reconhecendo que o fenômeno se acentuava, não mais lembrei qualquer objeto ou si- tuação exterior. Estupefato, comecei a divisar formas movimentadas no âmbito da pequena tela sombria. (Nesse momento André Luiz começa a visualizar as cenas de um assassinato.) FIM
  15. 15. “Luciana (trabalhadora da equipe espiritual, que André Luiz faz parte) que, pelo contacto individual e intenso com os enfermos, du- rante muitos anos consecutivos, especializou-se em penetrar-lhes o mundo mental, trazendo à tona suas idéias, ações passadas e projetos íntimos, em atividade beneficente.” “Se entrássemos nós outros, de improviso, em relação com a sua clien- tela, veríamos ‘alguma coisa’, embora, não tanto e tão bem quanto po- de ser observado por ela, em vista de suas dilatadas experiências.” “(...) Todas as aquisições espirituais exigem perseverança no estudo, na observação e no serviço aplicado.” Faculdade de Clarividência no Mundo Espiritual Capítulo 4. Página 68. “ (...) a consciência é juiz de cada um de nós. (...)” “Trazemos na própria consciência o arquivo indelével dos nossos erros. (...)” FIM
  16. 16. “(...) Temos conosco alguém com bastante poder de penetração nos escaninhos de tua vida mental. (...)” “A enfermeira clarividente, evidenciando carinho fraterno, aproxi- mou-se do infeliz e, depois de fitar-lhe a fronte demoradamente, começou: – Padre Domênico, vossa mente revela o passado distante e esse pretérito fala muito alto diante de Deus e dos irmãos em humanidade!” Ela a cada momento relata os fatos da vida do padre desencarnado. ... a viva descrição de vossas reminiscências são bastante expressivas... FIM
  17. 17. Capítulo 3 Delito Oculto Dr. Bezerra de Menezes "Busquemos-lhe a sede da consciência e procuremos detectar a região dos folículos cerebrais, no córtex do encéfalo, escutando os conflitos que lhe assomam dos arquivos mentais em desconcerto." Fixei a atenção na região indicada, sintonizando o pensamento na sua faixa psíquica. Imediatamente passei a ver e a ouvir confusos quadros e ruídos que se misturavam em verdadeira miscelânea de perturbação. A pouco e pouco foram-se definindo as cenas e acompanhamos uma altercação (discussão acalorada) entre a enfermeira (enferma) e o esposo, que melhor definia a conjuntura do momento provacional. (...) FIM
  18. 18. Capítulo 20 Causas Anteriores dos Sofrimentos Utilizando-se do seu cabedal de forças psíquicas e dotado da superior acuidade de penetrar nos arquivos mentais dos Espíritos, identifican- do-lhes as reencarnações, ele sugeriu a Noemi (ela estava desdobra- da): Lembranças do passado... – Vejamos se você recorda. Durma um pouco... Durma e sonhe com o seu passado, o passado próximo... Portugal de 1832, a cidade do Porto... Recorde determinado conciliábulo, em outubro desse ano... A jovem, em Espírito, que dormia, subitamente estremeceu, agi- tando-se, como se, em sonho, voltasse a viver acontecimentos apagados na memória anterior, como realmente era o que acontecia. As cenas que lhe ressurgiam, sob o convite do Benfeitor, que nos solicitou fixar-lhe o centro da memória, passaram a ser registadas também por nós. FIM As cenas desenrolavam-se com celeridade, captadas por nós, tanto quanto pelo irmão Artur, demonstrando onde se iniciavam as razões dos atuais sofrimentos da jovem. E no final... Movimentando recursos próprios fez Noemi retornar à lucidez.
  19. 19. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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